segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Depois de Cabral, Alckmin será a nova bola da vez

 

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PT e  CUT pretendem engrossar manifestação convocada pelo Movimento Passe Livre para a próxima quarta-feira, em São Paulo; integrantes do MPL argumentam que, sem os supostos desvios de R$ 400 milhões nas obras do metrô, a tarifa do transporte público em São Paulo seria de R$ 0,90; Palácio dos Bandeirantes teme que indignação popular se volte contra Geraldo Alckmin, agora que Sergio Cabral já foi abatido

11 de Agosto de 2013 às 16:07

247 - Uma manifestação convocada pelo Movimento Passe Livre para o próximo dia 14, em São Paulo, será um teste de fogo para o governador Geraldo Alckmin. O foco do protesto será o chamado "propinoduto tucano" nas obras do metrô de São Paulo.

Integrantes do MPL falam em desvios de R$ 400 milhões, sem os quais seria possível cobrar uma tarifa muito menor no transporte público. “Nossa posição é que é um absurdo que o dinheiro público esteja sendo desviado do transporte. São mais de R$ 400 milhões desviados, isso daria para reduzir a tarifa a R$ 0,90”, afirma Matheus Preis, militante do MPL-SP.

O que preocupa o Palácio dos Bandeirantes é a possibilidade de que Geraldo Alckmin se torne o novo alvo preferencial dos manifestantes, agora que o governador do Rio, Sergio Cabral, já foi abatido. Teme-se a chamada "cabralização" de Alckmin. Além disso, o movimento será engrossado por militantes do PT e da Central Única dos Trabalhadores.

Leia, abaixo, notas publicadas no Painel a respeito: 

Cabralização

O PT decidiu replicar com Geraldo Alckmin (PSDB) em São Paulo o cerco que Sérgio Cabral (PMDB) enfrenta no Rio. O partido atua na organização de protestos marcados para esta semana e a próxima, que farão menção à investigação de cartel em governos tucanos. Dirigentes da CUT vão engrossar ato do Movimento Passe Livre na quarta-feira. No dia 28, na marcha pela reforma urbana, movimentos de moradia também ligados ao PT vão à rua pedir CPI sobre o caso Siemens.

Baixo astral Auxiliares e aliados de Alckmin relatam que o escândalo dos trens atingiu em cheio o humor do governador, que tem se queixado de o caso ter estourado no seu colo.

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