sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Aumento do mínimo é de 5,4%, um terço do de juízes e procuradores



O aumento das estimativas de inflação fez o governo revisar para cima o valor do salário mínimo para o próximo ano. A proposta do Orçamento Geral da União para 2019, enviada nesta sexta-feira (31) ao Congresso Nacional, fixou em R$ 1.006 o salário mínimo para o primeiro ano do próximo governo

31 de Agosto de 2018 às 15:31 // Inscreva-se na TV 247 Youtube

Agência Brasil - O aumento das estimativas de inflação fez o governo revisar para cima o valor do salário mínimo para o próximo ano. A proposta do Orçamento Geral da União para 2019, enviada nesta sexta-feira (31) ao Congresso Nacional, fixou em R$ 1.006 o salário mínimo para o primeiro ano do próximo governo.

Em 2019, a fórmula atual de reajuste será aplicada pela última vez. Pela regra, o mínimo deve ser corrigido pela inflação do ano anterior, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos no país) dos dois anos anteriores.

De acordo com os Ministérios da Fazenda e do Planejamento, o valor do mínimo foi revisado para cima porque a estimativa de inflação pelo INPC em 2018 passou de 3,3% para 4,2%. O INPC mede a variação de preços das famílias mais pobres, com renda mensal de um a cinco salários mínimos.

A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que fixa parâmetros para o Orçamento do ano seguinte, estabeleceu o salário mínimo em R$ 99. A previsão considerou o crescimento de 1% do PIB de 2017 mais estimativa de inflação pelo INPC de 3,3%. Inicialmente, o governo tinha proposto salário mínimo de R$ 1.002.

Fonte: https://www.brasil247.com/pt/247/economia/367278/Aumento-do-m%C3%ADnimo-%C3%A9-de-54-um-ter%C3%A7o-do-de-ju%C3%ADzes-e-procuradores.htm

Gleisi: MP Eleitoral agiu diferente nos casos de Lula, Alckmin e Bolsonaro


"MP Eleitoral agiu diferente nos casos de Lula, Alckmin e Bolsonaro. Lula foi impugnado em menos de 1h, teve 4 pareceres no processo, um às 03h25 de hoje pedindo julgamento antecipado. Alckmin teve uma manifestação 11 dias depois da impugnação. Com Bolsonaro só falaram após a defesa", apontou a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, pelo Twitter

31 de Agosto de 2018 às 19:39 // Inscreva-se na TV 247 Youtube

247 - A senadora Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT, disse que o Ministério Público Eleitoral para prejudicar a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

"MP Eleitoral agiu diferente nos casos de Lula, Alckmin e Bolsonaro. Lula foi impugnado em menos de 1h, teve 4 pareceres no processo, um às 03h25 de hoje pedindo julgamento antecipado. Alckmin teve uma manifestação 11 dias depois da impugnação. Com Bolsonaro só falaram após a defesa", apontou Gleisi pelo Twitter.

Fonte: https://www.brasil247.com/pt/247/poder/367307/Gleisi-MP-Eleitoral-agiu-diferente-nos-casos-de-Lula-Alckmin-e-Bolsonaro.htm

Boulos: História lembrará de Barroso, que aumentou salários de juízes e negou a ONU


"Barroso acaba de dizer que todas as instituições estão funcionando normalmente no país. Os livros de história lembrarão do ministro que no mesmo mês aumentou o salário dos juízes e negou a legitimidade de uma liminar de um comitê da ONU", disse o candidato a presidente do PSOL, Guilherme Boulos

31 de Agosto de 2018 às 20:12 // Inscreva-se na TV 247 Youtube

247 - O candidato a presidente do PSOL, Guilherme Boulos, criticou o voto do ministro do TSE, Luis Roberto Barroso, que negou o registro de candidatura a presidente de Luiz Inácio Lula da Silva, nesta sexta-feira, 31.

"Barroso acaba de dizer que todas as instituições estão funcionando normalmente no país. Os livros de história lembrarão do ministro que no mesmo mês aumentou o salário dos juízes e negou a legitimidade de uma liminar de um comitê da ONU", disse Boulos.

Fonte: https://www.brasil247.com/pt/247/brasil/367308/Boulos-Hist%C3%B3ria-lembrar%C3%A1-de-Barroso-que-aumentou-sal%C3%A1rios-de-ju%C3%ADzes-e-negou-a-ONU.htm

Barroso ignora a ONU, trai direitos humanos e vota contra Lula


Relator do processo da candidatura de Lula à presidência, ministro do TSE Luis Roberto Barroso aceitou nesta sexta-feira 31 o pedido de impugnação contra o ex-presidente; num discurso em que falou de "moral" e fez elogios à Lei da Ficha Limpa, ele desafiou a decisão do Comitê de Direitos Humanos da ONU, que determinou às autoridades brasileiras que garantam os direitos políticos de Lula; segundo Barroso, "decisões do Comitê têm caráter de recomendação e não possuem efeito vinculante"; Barroso votou para substituir a candidatura no prazo de 10 dias, vedar propaganda eleitoral até a substituição e retirar nome de Lula da urna

31 de Agosto de 2018 às 19:02 // Inscreva-se na TV 247 Youtube

Brasília 247 - Relator do processo da candidatura de Lula à Presidência da República no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o ministro Luís Roberto Barroso aceitou nesta sexta-feira 31 o pedido de impugnação contra o ex-presidente.

Num discurso em que falou de "moral" e fez elogios à Lei da Ficha Limpa, ele desafiou, com a decisão, a determinação do Comitê de Direitos Humanos da ONU, que determinou às autoridades brasileiras que garantam os direitos políticos de Lula.

"Não tenho qualquer interesse ou preferência nesta vida que não seja o bem do Brasil. Nem pessoais, nem políticos, nem ideológicos. Minha única preocupação é a defesa das instituições", disse, ressaltando que a Lei da Ficha Limpa "é muito clara" ao dizer que um condenado em segunda instância é inelegível.

O ministro até citou que "a Lei tem um dispositivo que permite que a inelegibilidade seja suspensa", mas sustentou que isso não cabe ao TSE, e sim ao Supremo Tribunal Federal.

Sobre a decisão da ONU, Barroso disse que os documentos apresentados por Lula na contestação não são capazes de alterar a solução jurídica no caso. Ele também disse que "decisões do Comitê têm caráter de recomendação e não possuem efeito vinculante".

Barroso votou para substituir a candidatura no prazo de 10 dias, vedar propaganda eleitoral até a substituição e retirar nome de Lula da urna.

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Leia também reportagem da Agência Brasil sobre o assunto:

Barroso vota contra registro da candidatura de Lula

O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Luís Roberto Barroso votou, há pouco, para barrar o pedido de registro de candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo PT)à Presidência da República nas eleições de outubro. Barroso é o relator dos pedidos de impugnação da candidatura que chegaram ao tribunal. Faltam os votos de seis ministros para o fim do julgamento.

Em seu voto, Barroso disse que Lula está inelegível com base na Lei de Ficha Limpa, aprovada em 2010, que vetou a candidatura de quem foi condenado por órgão colegiado.

O relator também lembrou que a norma foi aprovada após mobilização da sociedade para moralizar a política e já foi considerada constitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF). “Além do fato de a condenação ser notória, a prova é farta, e foram juntadas numerosas certidões demonstrando a condenação por órgão colegiado", disse.

Lula está preso desde 7 de abril na sede da Superintendência da Polícia Federal (PF) em Curitiba, em função de sua condenação a 12 anos e um mês de prisão, na ação penal do caso do tríplex em Guarujá (SP), que foi confirmada pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região, sediado em Porto Alegre.

ONU

Sobre a recomendação do Comitê de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) para que Lula participe do pleito, Barroso disse que o TSE não está obrigado a seguir a decisão.

De acordo com a defesa de Lula, a candidatura o ex-presidente deveria ser liberada porque o Brasil é signatário de leis internacionais. Para os defensores, a Justiça brasileira está vinculada ao Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos, de 1966.

“O Comitê de Direitos Humanos da ONU é órgão administrativo, sem competência jurisdicional, composto por 18 peritos independentes. Por esse motivo, suas recomendações, mesmo quando definitivas, não tem efeito vinculante”, afirmou Barroso.

No entanto, apesar de entender que a recomendação não é vinculante, Barroso decidiu analisar os argumentos do comitê da ONU e disse que a Lei da Ficha Limpa não restringe ilegalmente o direito de Lula participar das eleições. “Apesar do respeito e [da] consideração que merece, a recomendação do Comitê de Direitos Humanos da ONU, quanto ao direito de elegibilidade do candidato, não pode ser acatada por este TSE”, afirmou. 

Prazos

O relator também rebateu as afirmações feitas pela defesa de Lula sobre o suposto descumprimento dos prazos processuais, que ainda estariam pendentes.

Segundo os advogados do ex-presidente, o processo não está pronto para julgamento, porque não houve todas as manifestações finais dos que contestaram o registro. Segundo Pereira, “o julgamento é nulo” sem o rito processual que deve ser seguido.

De acordo com o ministro, o processo está sendo julgando hoje devido ao início da propaganda eleitoral no rádio e na televisão e não houve “atropelo e tratamento desigual” com o ex-presidente.

“Foi por esta razão, que respeitando todos os prazos obrigatórios legais, eu estou trazendo esse processo para julgamento. Os fatos são notórios, todos os argumentos dos impugnantes e do impugnado estão postos e são de conhecimento geral. Não há qualquer razão para o TSE contribuir para a indefinição e para a insegurança jurídica e política no país”, disse.

O TSE é composto por sete ministros. Ainda devem votar durante a sessão Tarcísio Vieira, Admar Gonzaga, Og Fernandes, Jorge Mussi, Edson Fachin, e a presidente, Rosa Weber.

Fonte: https://www.brasil247.com/pt/247/brasilia247/367305/Barroso-ignora-a-ONU-trai-direitos-humanos-e-vota-contra-Lula.htm

TV 247 entrevista José Dirceu

O Brasil está entre Lula e o fascismo. Os juízes escolherão o fascismo?


A socióloga Thais Moya e o jornalista Mauro Lopes, do 247, apresentam sua segunda análise das pesquisas do Datafolha desde 2015 e demonstram: "1) Bolsonaro cresceu consistentemente e está consolidado numa fatia de 20% do eleitorado; 2) o golpe e seus protagonistas afundaram de maneira irremediável; 3) o único nome que a democracia tem para derrotar o candidato de perfil fascista é Lula"; o TSE e o STF irão tirar ilegalmente da disputa o único que pode evitar a tragédia fascista?

31 de Agosto de 2018 às 08:28 // Inscreva-se na TV 247 Youtube

Por Thais Moya e Mauro Lopes- O fracasso do golpe de 2015/16 funcionou como uma alavanca para o candidato de extrema-direita de perfil fascista e o fato é que Bolsonaro cresce lenta mas continuamente desde dezembro de 2015. É o que mostra a segunda análise que fizemos das pesquisas Datafolha do período -a primeira análise, que você pode ler aqui, indicou como os principais protagonistas do golpe, Temer, Aécio e Alckmin, enterraram-se na lama da rejeição popular e Lula foi consagrado.

Ou seja: o golpe de Estado contra a presidente Dilma e a democracia manteve e aprofundou a polarização política dos últimos 30 anos no país entre petismo e o antipetismo, substituindo o PSDB por Bolsonaro no polo antipetista de maneira avassaladora -você pode assistir à análise do sociólogo Marcos Coimbra sobre esse fenômeno na entrevista que ele concedeu há duas semanas à TV 247 (aqui). No polo petista, Lula.

Veja o quadro a seguir. Ele indica como Bolsonaro cresce lentamente mas sem parar desde dezembro de 2015. É certo que desde junho de 2016 ele tem rodeado a margem de erro em torno dos 17%, mas as linhas de tendência tanto no cenário com Lula como no cenário sem o ex-presidente é inequívoca: 

Com exceção do início de 2017, quando teve um salto que quase duplicou seu eleitorado, de 8 para 14 pontos percentuais, seu crescimento tem sido em torno de 2 milhões de eleitores a cada semestre. Parece pouco, mas é sólido e muito forte, tendo em vista que seus adversários, abaixo dessa marca, estão acumulando quedas e períodos de estagnação.

Não parece haver espaço para uma mudança tão brusca que altere o cenário atual até dia 7 de outubro. A campanha eleitoral no horário eleitoral gratuito em rádio e TV que começa nesta sexta (31) é a derradeira chance de Alckmin, Marina e Ciro desbancarem Bolsonaro do segundo turno -mas a consistência do candidato de ultradireita indica que a hipótese não é provável.

Examine o quadro com as linhas de tendência nos cenários com e sem Lula. Mesmo no cenário sem o ex-presidente, Marina, Ciro e Alckmin estão estagnados ou em queda. O cenário sem Lula apareceu nas pesquisas apenas em junho de 2017.

Em 2018, somente Lula e Bolsonaro apresentaram crescimento consistente. O número de  indecisos e desiludidos (brancos, nulos e ninguém) diminui cenário com o ex-presidente. É patente que o único candidato com base popular que permite fôlego para acompanhar a tendência de crescimento do candidato petista, mesmo que com mais de quinze pontos abaixo, é Bolsonaro.

Parece verdade que, até 7 de outubro, Bolsonaro não vai conseguir romper o teto que o mantém abaixo dos 20%, principalmente, porque quanto mais fica conhecido, mais sua rejeição aumenta, conforme indicado no quadro a seguir.

Hoje, sua rejeição é a maior em relação a todos os demais candidatos; segundo o Datafolha, 39% da população afirmou que não votaria nele em hipótese alguma. A questão é que não parece provável que outro candidato o alcance até o primeiro turno, o que significa que, se a candidatura de Lula for impugnada, está quase certo que Bolsonaro estará no segundo turno, com potencial de crescimento -com Lula na disputa, o pleito tem grande chance de ser resolvido no primeiro turno.

O quadro é impressionante. A rejeição a Bolsonaro cresce fortemente enquanto a de Lula tem uma queda brutal, mais uma indicação da derrota da narrativa golpista e da Lava Jato em relação ao grande líder popular do país.

O discurso e as ações do deputado são repugnantes para muitas pessoas, mas será o suficiente para evitar sua eleição num eventual segundo turno contra candidatos em decadência e identificados com o golpe, como Marina e Alckmin, ou ainda sem liderança consistente no eleitorado, como Haddad e Ciro?

O cenário indica três conclusões meridianas: 1) Bolsonaro cresceu consistentemente e está consolidado numa fatia de 20% do eleitorado; 2) o golpe e seus protagonistas afundaram de maneira irremediável; 3) o único nome que a democracia tem para derrotar o candidato de perfil fascista é Lula.

É esta questão -e não outra- que está nas mãos dos juízes e juízas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Supremo Tribunal Federal (STF): eles irão excluir ilegalmente da corrida eleitoral o único candidato que é a garantia de evitar que o país escorregue para uma trágica aventura fascista? O Brasil e o mundo, depois da liminar da ONU, olham para o TSE e o STF, especialmente para os ministros Rosa Weber, que preside do TSE, e Luís Roberto Barroso, que é o relator do caso de Lula na corte eleitoral. 

Fonte: https://www.brasil247.com/pt/247/poder/367197/O-Brasil-est%C3%A1-entre-Lula-e-o-fascismo-Os-ju%C3%ADzes-escolher%C3%A3o-o-fascismo.htm

Haddad já passa para o segundo turno contra Bolsonaro, aponta pesquisa


Esq.: Stuckert / Dir.: Valter Campanato - ABR

Pesquisa da XP Investimentos feita pelo Ipespe aponta que Fernando Haddad (PT), vice do ex-presidente Lula, alcança 13% dos votos, quando seu nome é acompanhado da informação de que ele seria o candidato "apoiado por Lula" e fica em segundo lugar, atrás de Jair Bolsonaro (21%); no cenário com o ex-presidente, o levantamento também mostrou um crescimento dele, que passou de 31% na última semana de julho para 33% agora

31 de Agosto de 2018 às 11:56 // Inscreva-se na TV 247 Youtube

247, com InfoMoney - Pesquisa da XP Investimentos feita pelo Ipespe aponta que o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, vice do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, alcança 13% dos votos, quando seu nome é acompanhado da informação de que ele seria o candidato "apoiado por Lula" e fica em segundo lugar, atrás de Jair Bolsonaro (21%). O ex-prefeito fica tecnicamente empatado com Ciro Gomes, do PDT (10%), Marina Silva, da Rede (10%) e Geraldo Alckmin, do PSDB (8%). Brancos, nulos e indecisos somam 28% nesta simulação.

O levantamento também mostrou um crescimento do ex-presidente Lula Luiz Inácio Lula da Silva nas intenções de votos, ao passar de 31% na última semana de julho para 33% agora. Na segunda posição aparece o deputado federal e presidenciável do PSL, Jair Bolsonaro, com 21%. No levantamento feito entre 30 de julho e 1 de agosto, o parlamentar tinha 19% do votos. Ambos mudaram seus percentuais dentro da margem de erro, que é de 3,2 pontos percentuais para mais ou para menos.

De acordo com os dados atuais, Bolsonaro é seguido por Ciro Gomes (PDT), com 8%, pela ex-senadora Marina Silva (Rede) e pelo ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB), com 7% cada. João Amoêdo (Novo) alcança 4%, à frrente de Alvaro Dias (Podemos), com 3%. Guilherme Boulos (Psol) e Henrique Meirelles (MDB) atingem 1%. Os outros candidatos não pontuaram. Brancos e nulos somam 12%, e não souberam responder, 3%. Os que disseram não votarem em candidato algum, 0%.

Quando o nome de Lula está fora de cena, Bolsonaro chega a 23%, seguido por Marina (13%), que fica tecnicamente empatada com Ciro (10%) e com Alckmin (9%). O ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, atual vice na chapa de Lula e cotado como o favorito para substituí-lo ao longo da disputa, aparece com 6% das intenções de voto. Haddad fica tecnicamente empatado com Álvaro e Amoêdo, ambos com 4% cada. Meirelles, Cabo Daciolo e Boulos alcançam 1% cada. Brancos e nulos soma 21%, e os que não souberam responder, 6%.

A pesquisa foi feita entre 27 e 29 de agosto e está com o número BR-07252/2018, ouviu 1.000 pessoas e tem margem

Segundo turno

Foram testadas sete situações de segundo turno. Em eventual disputa entre Alckmin e Haddad, o tucano venceria por 36% a 24%, com 40% de brancos, nulos e indecisos. A diferença chegou a ser de 16 pontos percentuais a favor do candidato do PSDB em três semanas.

Em uma simulação de disputa entre Lula e Bolsonaro, o petista aparece à frente, com 45% das intenções de voto contra 34%, acima do limite máximo de margem de erro de ambos. Brancos, nulos e indecisos somam 21%. Cinco semanas atrás, a vantagem numérica de Lula era de 6 pontos, o que configurava empate técnico. No início da série histórica, o deputado aparecia 2 pontos à frente, também em situação de empate técnico, já que, pela margem de erro (3,2 p.p.), o petista poderia até superá-lo.

Caso Bolsonaro e Alckmin se enfrentassem, a situação seria de empate, com ambos registrando 35% das intenções de voto. Brancos, nulos e indecisos somam 30%. A diferença entre os candidatos chegou a ser de 7 pontos percentuais a favor do parlamentar na quarta semana de maio, acima do limite da margem de erro de ambos. Em nenhum momento até aqui o tucano esteve à frente, embora esta seja a segunda vez em que eles aparecem empatados numericamente.

Em eventual disputa entre Marina Silva e Bolsonaro, o cenário também é de empate técnico, com a ex-senadora numericamente à frente por 37% a 34%. Brancos, nulos e indecisos somam 29%. O deputado esteve numericamente à frente nos dois primeiros levantamentos da série, realizados na terceira e quarta semanas de maio, quando a diferença chegou a ser de 6 pontos percentuais, também dentro do limite da soma das margens de erro. Os dois estão tecnicamente empatados nesta simulação desde a primeira pesquisa realizada, em maio.

Empate técnico também é observado na simulação de disputa entre Alckmin e Ciro, com o tucano numericamente à frente por 34% a 29%. A diferença, dentro do limite das margens de erro, é a mesma das últimas três semanas. Brancos, nulos e indecisos agora somam 37%. Na última semana de junho, os dois apareciam com 32% das intenções de voto. Já na primeira semana daquele mês, o pedetista esteve numericamente à frente por diferença de 3 pontos, único momento em que liderou, embora dentro da margem de erro.

Se Bolsonaro e Ciro se enfrentassem em uma disputa de segundo turno, o cenário seria de empate técnico, com o pedetista numericamente à frente com 34% das intenções de voto, contra 32% do parlamentar. É a primeira vez na série histórica que Ciro pontua mais nesta simulação. Brancos, nulos e indecisos agora somam 34%. Nos dois primeiros levantamentos realizados, em maio e abril, o deputado vencia a disputa com diferença superior à soma das margens de erro dos candidatos.

A pesquisa também simulou um segundo turno entre Jair Bolsonaro e Fernando Haddad. Neste caso, o quadro também é de empate técnico, com o deputado numericamente à frente por placar de 37% a 34%. O grupo dos "não voto" soma 29%. Apesar da vantagem a favor do parlamentar, esta é a menor diferença já registrada entre ambos. Em abril, Bolsonaro chegou a contar com gordura de 11 pontos percentuais.

Rejeição aos candidatos

A pesquisa também perguntou aos entrevistados sobre os candidatos em que não votariam sob nenhuma hipótese. Pela primeira vez desde que o levantamento começou a ser feito, em maio, Bolsonaro atingiu a marca de 61% e passou a liderar numericamente o ranking, em condição de empate técnico com todos os candidatos testados, exceto Álvaro Dias, ainda desconhecido por 31% dos eleitores. Lula oscilou 2 pontos percentuais para baixo, chegando aos 58% de rejeição, ao passo que Marina Silva manteve-se na taxa de 60%, seu maior patamar. Alckmin e Ciro têm 59%, 3 pontos a mais que Haddad, ainda desconhecido por 24% dos entrevistados.
Fonte: https://www.brasil247.com/pt/247/poder/367247/Haddad-j%C3%A1-passa-para-o-segundo-turno-contra-Bolsonaro-aponta-pesquisa.htm

CUT oficializa: apoiamos Lula para o resgate da democracia


Esq.: CUT / Dir.: Stuckert

Presidida por Vagner Freitas, a CUT divulgou uma resolução oficializando o apoio à candidatura de Lula nas eleições deste ano e citou "compromisso" do ex-presidente com "a convocação de uma Assembleia Constituinte"  para revogar as "medidas nefastas do governo golpista e de implementar as reformas estruturais necessárias ao resgate da democracia"

31 de Agosto de 2018 às 14:21 // Inscreva-se na TV 247 Youtube

247 - A direção nacional da Central Única dos Trabalhadores (CUT) divulgou nesta sexta-feira (31) uma resolução oficializando o apoio à candidatura do ex-presidente Lula nas eleições deste ano. A decisão foi tomada nos dias 28 e 29, em Brasília (DF).

"Apoiamos a candidatura de Lula porque acreditamos no seu compromisso com a convocação de uma Assembleia Constituinte com o objetivo de revogar as medidas nefastas do governo golpista e de implementar as reformas estruturais necessárias ao resgate da democracia e ao fortalecimento da soberania nacional, criando condições para um novo ciclo de desenvolvimento, sustentável e com inclusão social, que atenda as demandas colocadas na Plataforma da CUT para as Eleições 2018", diz trecho da resolução.

De acordo com o texto, "os golpistas que tomaram de assalto o poder implementaram uma agenda nefasta aos interesses da classe trabalhadora e do povo brasileiro, suprimindo direitos (reforma trabalhista), reduzindo o investimento público em áreas essenciais como a saúde, a educação e infraestrutura (EC95), privatizando empresas públicas e entregando nossas riquezas à exploração de empresas estrangeiras".

Leia a íntegra:

Resolução

Lula livre! Lula candidato! Lula presidente!

A CUT reuniu sua direção nacional em Brasília, nos dias 28 e 29 de agosto, para comemorar os trinta e cinco anos de sua trajetória de organização e luta e deliberar sobre as ações prioritárias diante dos desafios colocados pela conjuntura.

Vivemos um momento crucial de nossa história, quando a classe trabalhadora se mobiliza para decidir, nas próximas eleições, os rumos da sociedade brasileira.  Não é uma eleição qualquer, mas a eleição de nossas vidas, aquela em que vamos travar uma batalha decisiva para impedir a consumação do golpe iniciado com o impeachment da Presidenta Dilma.

Os golpistas que tomaram de assalto o poder implementaram uma agenda nefasta aos interesses da classe trabalhadora e do povo brasileiro, suprimindo direitos (reforma trabalhista), reduzindo o investimento público em áreas essenciais como a saúde, a educação e infraestrutura (EC95), privatizando empresas públicas e entregando nossas riquezas à exploração de empresas estrangeiras.

No lugar da promessa de retomada do crescimento e da geração de empregos, entregaram uma economia estagnada, com a maior taxa de desemprego das últimas décadas (12,3%); criminalizaram os movimentos sociais e tentaram ferir de morte o movimento sindical para que não houvesse resistência; relegaram cerca de trinta milhões de brasileiros à condição de desalento, precarizaram o trabalho e nada fazem contra a violência que extermina a vida de negros, em sua maioria jovens, nas periferias das grandes cidades; aumentaram as desigualdades sociais que atingem milhões de pessoas, principalmente as mulheres, em especial as mulheres negras;  concentraram a riqueza nas mão de uma pequena minoria, enquanto desmontam a rede de proteção social construída por décadas de lutas populares e fortalecida nos anos de governo petista; aumentaram a pobreza, colocando o Brasil novamente no mapa da fome e permitindo o ressurgimento de doenças que há décadas haviam sido eliminadas de nosso território.

Imaginaram que consolidariam o golpe com a prisão de Lula. Como preso político, Lula tornou-se a maior liderança do País, determinando os rumos das eleições. O grito por Lula livre tornou-se o marco da resistência e da luta pela democracia no Brasil, ideia que repercute em todo mundo, apoiada pelo movimento sindical internacional, por intelectuais e juristas de renome, por políticos estadistas comprometidos com os ideais democráticos. De todos os cantos vem o recado que engrossa nossa voz: Lula tem o direito de concorrer às eleições, sua condenação foi arbitrária e injusta e sua prisão é ilegal.

A mais forte reação internacional aos golpistas veio Comitê de Direitos Humanos da ONU, ao requerer do Estado brasileiro a garantia do direito político do ex-presidente de concorrer às eleições. Não atender a este requerimento, nem ao clamor da maioria da população que já manifestou sua intenção de votar em Lula, é desrespeitar direitos civis e políticos fundamentais,mantê-lo na condição de preso político e constranger o Brasil internacionalmente. Só teremos eleições verdadeiramente democráticas se for respeitada a soberania popular na escolha de quem e qual projeto irá dirigir o destino do País nos próximos anos.

São as eleições em que estamos convocados a derrotar o golpismo e mudar a história do País. A Direção Nacional da CUT decidiu, por esses motivos, apoiar a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva.

Apoiamos ainda a candidatura de Lula porque acreditamos no seu compromisso com a convocação de uma Assembleia Constituinte com o objetivo de revogar as medidas nefastas do governo golpista e de implementar as reformas estruturais necessárias ao resgate da democracia e ao fortalecimento da soberania nacional, criando condições para um novo ciclo de desenvolvimento, sustentável e com inclusão social, que atenda as demandas colocadas na Plataforma da CUT para as Eleições 2018.

A Direção Nacional deliberou ainda autorizar a Direção Executiva a convocar o 13º CONCUT, não sendo possível realizar a DN no final do ano, e realizar a 4ª Conferência Nacional de Formação da CUT.

Direção Nacional da CUT

Fonte: https://www.brasil247.com/pt/247/brasil/367272/CUT-oficializa-apoiamos-Lula-para-o-resgate-da-democracia.htm

Dodge quer cassar direitos políticos de Lula


A reunião extraordinária do TSE marcada para hoje, uma sexta-feira, dia que os magistrados dedicam ao ócio, a 24 horas do início do horário eleitoral só pode ter um objetivo: tirar Lula da eleição antes que ele vença no primeiro turno. Só isso explica a celeridade e mesmo o atropelo com que a questão da sua inelegibilidade está sendo tratada.

Esgota-se hoje o prazo para a defesa entregar seu memorial em resposta aos pedidos de impugnação. Correm a partir de agora prazos para coleta de provas, oitiva de testemunhas, depois vêm as alegações finais dos acusadores. E só então o relator proclama a sentença ou a encaminha ao plenário.

A chefe da PGR, Raquel Dodge tenta fazer chicanas. Antes mesmo do registro da candidatura ela já tinha pedido a impugnação. Agora, em meio ao trâmite, pede liminar para suspender a candidatura. Ela e os demais magistrados não desconhecem a obrigação e o dever de respeitar a constituição. Ela garante direitos políticos a cidadãos na condição de Lula. Também garante a presunção da inocência.

O que Dodge pede é a cassação da candidatura a priori, exatamente como aconteceu na ditadura militar. Quem cassava, então, era o general presidente da República. Agora é a Justiça. Em 64, a ditadura calou a Justiça; em 2018, a Justiça tenta calar a democracia. 

Fonte: https://www.brasil247.com/pt/blog/alex_solnik/367243/Dodge-quer-cassar-direitos-pol%C3%ADticos-de-Lula.htm

Decisão da ONU sobre Lula tem que ser cumprida, diz Instituto dos Advogados Brasileiros

 

Stuckert

Rede Brasil Atual - O Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB) divulgou parecer nesta quarta-feira (29) afirmando que a decisão do Comitê de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), que determina a preservação dos direitos políticos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como candidato, deve ser "respeitada e cumprida" pelas autoridades brasileiras.

No documento, o jurista Jorge Rubem Folena de Oliveira destaca que o Brasil aprovou e promulgou o Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos da ONU, reconhecendo a jurisdição e a competência do Comitê de Direitos Humanos, com protocolos e decretos que incorporam a autoridade do referido órgão ao Direito nacional.

O IAB, criado em 1843, é uma das instituições mais antigas e de maior prestígio jurídico no país. Ajudou a redigir a primeira Constituição republicana (1891) e, décadas depois, em 1930, foi responsável pela criação da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Em 17 de agosto, o órgão da ONU requisitou ao Estado brasileiro para que fossem tomadas todas as medidas necessárias para assegurar o exercício dos direitos políticos de Lula, o que inclui a garantia de sua candidatura, além do acesso à imprensa e aos membros de seu partido até que os recursos contra a sua condenação tenham sido julgados em última instância.

De acordo com o documento, o não cumprimento da determinação do órgão da ONU poderá prejudicar o Brasil "em matéria de cooperação internacional para o progresso dos povos, especialmente em temas que versem sobre circulação de pessoas, tecnologia, cultura, ajuda humanitária, ajuda financeira, segurança, forças armadas, judiciário etc". Inclusive pedidos de extradição podem não ser atendidos pelos demais países, sob a alegação de que as autoridades brasileiras não respeitam as decisões de organismos internacionais.

"Com a promulgação pelo Congresso Nacional, nos termos do artigo 49, 1, da Constituição Federal, do Decreto Legislativo 311, de 2009, o Brasil reconheceu a jurisdição e a competência do Comitê de Direitos Humanos da ONU para receber e examinar as pretensões de indivíduos nacionais, que aleguem ser vítimas de violações dos direitos previstos no Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos da ONU", destaca o parecerista.

Ele também cita trabalho publicado pela Secretaria de Comunicação do Supremo Tribunal Federal (STF), dizendo que "quando um Estado é Parte de um tratado internacional, como a Convenção Americana, todos os seus órgãos, inclusive seus juízes, também estão submetidos àquela, o que os obriga a zelar para que os efeitos das disposições da Convenção não se vejam enfraquecidos".
Fonte: https://www.brasil247.com/pt/247/brasil/367265/Decis%C3%A3o-da-ONU-sobre-Lula-tem-que-ser-cumprida-diz-Instituto-dos-Advogados-Brasileiros.htm

Globo pressiona TSE a desafiar a ONU e caso Lula entra na pauta


247 – Inimiga do ex-presidente Lula, que vem sendo mantido como preso político para não disputar as eleições presidenciais de 2018, que ele venceria com facilidade, a Globo pressionou e o Tribunal Superior Eleitoral colocou o caso na pauta desta sexta-feira, antes mesmo que os ministros pudessem ler a defesa de 200 páginas apresentada nesta madrugada.

A pressa divide ministros do TSE. Enquanto Rosa Weber defende o respeito aos prazos, o ministro Luis Roberto Barroso é apontado como o mais vulnerável às pressões da Globo.

As pesquisas eleitorais mostram que Lula, que chega a ter 41% dos votos na Vox Populi e 39% no Datafolha, é a única garantia de que o Brasil não mergulhará no fascismo de Jair Bolsonaro – mas, pressionados pela emissora dos Marinho, meia dúzia de juízes podem empurrar o Brasil para o precipício. Uma associação de investidores alemães divulgou nota em que pede que as multinacionais germânicas não invistam mais no Brasil caso o fascismo prevaleça.

Decisão recente do Comitê de Direitos Humanos da ONU determina ao Brasil que respeite os direitos políticos de Lula.

"O julgamento sobre registro da candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva entrou na pauta do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) desta sexta-feira (31). Não está claro se será julgado o mérito do registro, ou seja, os pedidos para barrar a candidatura ou se serão julgados apenas os pedidos de liminares para que o ex-presidente seja excluído da propaganda gratuita. A propaganda eleitoral de presidenciáveis no rádio e na TV começa neste sábado (1º) e o tribunal pode analisar se Lula pode ser apresentado como candidato do PT", noticia o portal G1, da Globo.

A sessão do TSE já foi aberta. Assista ao vivo:

Fonte: https://www.brasil247.com/pt/247/brasilia247/367264/Globo-pressiona-TSE-a-desafiar-a-ONU-e-caso-Lula-entra-na-pauta.htm

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

E agora, Sardenberg?

 

Em artigo intitulado Fake ONU, publicado em 18 de agosto, Carlos Alberto Sardenberg, da Globo, minimiza de forma escandalosa a importância do Comitê da ONU após sua decisão favorável à candidatura Lula, concluindo que "a nota do Comitê é uma fake news, que originou outras fake news"; e agora, como se manifestará Sardenberg, se é que o fará, diante da nota do Conselho Nacional dos Direitos Humanos, que tem em sua composição representantes independentes, de instituições variadas e sustentado pelo governo Temer?

29 de Agosto de 2018 às 18:26 // Inscreva-se na TV 247 Youtube

247 - No dia 18 de agosto, o jornalista Carlos Alberto Sardenberg, da Globo, chamou de 'fake news' a notícia de que o Comitê de Direitos Humanos das Nações Unidas (ONU) cobrou do Estado brasileiro que o ex-presidente Lula tenha seus direitos políticos respeitados como candidato à presidência da República. Por exemplo: que possa participar de entrevistas, debates e programa eleitoral de rádio e TV.

No artigo intitulado Fake ONU, no portal G1, do Grupo Globo, Sardenberg minimiza de forma escandalosa a importância do Comitê da ONU, comparando-o com o Conselho de Direitos Humanos, que tem função diferente. Por fim, Sardenberg conclui que "a nota do Comitê é uma fake news, que originou outras fake news".

Nesta quarta-feira 29, no entanto, uma nota importantíssima foi divulgada pelo Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH), ligado à Secretaria Especial de Direitos Humanos do Ministério dos Direitos Humanos, do governo federal. Nela, o grupo reconhece como "legítima" a decisão do Comitê da ONU sobre Lula e entende que "as medidas interinas adotadas pelo Comitê devem ser cumpridas pelo Estado brasileiro, independentemente de seu caráter vinculante".

Na composição do conselho, há representantes da sociedade, do Ministério Público Federal, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ); órgãos do Poder Executivo (Ministério dos Direitos Humanos, Ministério das Relações Exteriores, Ministério da Justiça e Polícia Federal); e do Poder Legislativo (Câmara dos Deputados e Senado Federal). Leia mais aqui.

Como se manifestará agora Sardenberg, se é que o fará, diante da nota de um conselho com tantos representantes independentes, de instituições tão variadas e ainda sustentado pelo governo Temer, que exerce a presidência após um golpe apoiado fortemente pela emissora em que trabalha?

Fonte: https://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/367014/E-agora-Sardenberg.htm

‘É prioridade dos golpistas: manter privilégios e retirar direitos do povo’


Esq.: Luis Macedo - Câmara / Dir.: Adriano Machado - Reuters


SP 247 - O deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP) criticou o possível corte de R$ 1 bilhão do orçamento pelo governo Michel Temer para conceder aumento de 16% aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), que havia aprovado a elevação do teto salarial de R$ 33,7 mil para mais de R$ 39 mil

"No governo do usurpador Michel Temer, falta dinheiro para educação e saúde, mas sobra pra pagar auxílio-moradia de quem tem casa própria. Essa é a prioridade dos golpistas: manter privilégios e, em troca, retirar direitos do povo brasileiro", disse o parlamentar.

. A reportagem do jornal Folha de S. Paulo reitera que as "estimativas de técnicos da Câmara dos Deputados indicam que o Orçamento do próximo ano, que será enviado ao Congresso nesta sexta-feira (31), deverá cortar investimentos para acomodar o pleito de juízes e procuradores.Técnicos do Ministério do Planejamento, do Tesouro Nacional e assessores de Temer discutem os ajustes".

Fonte: https://www.brasil247.com/pt/247/sp247/366967/%E2%80%98%C3%89-prioridade-dos-golpistas-manter-privil%C3%A9gios-e-retirar-direitos-do-povo%E2%80%99.htm

Discurso de Bolsonaro sobre direitos humanos é 'um perigo', alerta ONU


247 - O jordaniano Zeid Al Hussein, Alto Comissário da ONU para Direitos Humanos, afirmou nesta quarta (29) que discursos como os proferidos pelo candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL) são, no curto prazo, "um perigo" para vários grupos da população e para "o país todo" a longo prazo. "O perigo é que isso venha às custas de um certo grupo no curto prazo e, no longo prazo, de todo o país", disse ele em sua última entrevista coletiva antes de deixar o cargo.

Hussein entrega o seu cargo neste final, quando será substituído pela ex-presidente chilena Michele Bachelet. Na entrevista, segundo o jornalista Jamil Chade, ele foi enfático ao dizer que as posições de Bolsonaro são respostas "simplistas" para problemas reais.

"Quando as pessoas estão ansiosas, quando existem incertezas econômicas, globais ou não, por conta da crise nas commodities nos últimos anos, ao dar uma resposta simplista e tocando nas emoções naturais das pessoas - e talvez olhando para uma liderança mais forte, firme - é uma combinação que é bastante poderosa", avaliou.

"Temos de ser mais conscientes de exemplos históricos. Não é para dizer que o progresso humano foi fácil", disse. "Eu confesso que, de muitas maneiras, não entendo o pensamento conservador. Se apenas escutássemos a isso, talvez alguns de nós ainda estivéssemos em cavernas", disparou. "O progresso ocorreu porque estipulamos que todos devem ter direitos iguais", completou.

Bolsonaro, que já defendeu a tortura durante o regime militar, e que tem entre suas propostas armar a população como forma de enfrentar a violência, além de ter um discurso contrário aos direitos humanos e às minorias, já chegou a afirmar que, se eleito, tirará o Brasil do Conselho de Direitos Humanos da ONU. Segundo o candidato de extrema-direita, a instituição "não serve para nada".

Fonte: https://www.brasil247.com/pt/247/mundo/366931/Discurso-de-Bolsonaro-sobre-direitos-humanos-%C3%A9-'um-perigo'-alerta-ONU.htm

Pesquisas: Lula líder em 23 estados; Alckmin na lanterna em 24


Esq.: Stuckert / DIr.: Gleison Miranda - Ascom

Por Fernando Brito, do Tijolaço - O site Poder360 compilou, numa tabela, as pesquisas do Ibope, nos últimos dias, em 25 estados e no Distrito Federal.

Lula vence em 23, numericamente. Em todos os estados do Nordeste passa dos 50% dos votos.

Bolsonaro vence em quatro: DF, RR, SC e Acre.

Geraldo Alckmin só não está na “lanterninha”, sozinho, em três: São Paulo, Sergipe e Santa Catarina, assim mesmo com apenas um ponto sobre Ciro Gomes, que nos dois últimos estados fica com um ponto a menos no “duelo de anões” com o ex-governador paulista: 4 a 3 e 6 a 5, em pontos percentuais, respectivamente.

Abaixo, o quadro publicado pelo site, que ajuda a compreender a monstruosa usurpação que está sendo feita contra “Sua Majestade, o eleitor” e porque as eleições brasileiras estão se tornando um escândalo internacional.

Dispensa qualquer comentário, é apenas o retrato de como está se esbulhando povo de seu país.

Fonte: https://www.brasil247.com/pt/247/poder/366984/Pesquisas-Lula-l%C3%ADder-em-23-estados;-Alckmin-na-lanterna-em-24.htm

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Ibope por estados, avassalador: Lula vence em 17, empata em 6 e perde em 2


Stuckert

247 - As evidências de uma avalanche de Lula nas eleições são cada dia maiores. O cruzamento dos dados das pesquisas do Ibope para as eleições presidenciais realizadas entre 13 e 24 de agosto mostram um cenário de vitória para Lula em 17 estados, empate em seis e derrota apenas em 2 e no Distrito Federal. Minas Gerais não teve números divulgados.

Lula vence em todos os nove estados do  Nordeste: AL, BA, CE, MA, PB, PE, PI, RN e SE. Vence também em AP, AM, MT, MS, PA, RJ, RS e TO.

Empata com Bolsonaro PR, SP, GO, SC, RO, ES. Dos seis, ele tem vantagem estatística em cinco. Apesar de na margem de erro, Lula tem indicação de vitória expressiva em São Paulo, por exemplo, 26% a 21%. Bolsonaro tem vantagem numérica apenas entre os catarinenses.

Bolsonaro está na frente em AC, RR e no Distrito Federal.

Lula tem as maiores pontuações no Nordeste, todos acima de 50%: Piauí (65%), Maranhão (63%), Pernambuco (62%), Paraíba (57%), Ceará (56%), Sergipe (56%), Bahia (55%), Alagoas (53%) e Rio Grande do Norte (53%). Ee Roraima, onde Bolsonaro tem o maior índice, ele alcança 38% das intenções.

O estado em que Marina Silva atinge o valor mais alto é no Amapá (17%), enquanto Ciro Gomes alcança seu máximo no Ceará (15%), Geraldo Alckmin em São Paulo (12%) e Alvaro Dias no Paraná (22%).

Fonte: https://www.brasil247.com/pt/247/poder/366828/Ibope-por-estados-avassalador-Lula-vence-em-17-empata-em-6-e-perde-em-2.htm

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Toffoli critica Moro sobre descumprimento de habeas corpus


Rosinei Coutinho/SCO/STF

247 - O ministro do STF  (Supremo Tribunal Federal), José Dias Toffoli, criticou o modo como Sergio Moro procedeu quando de um cumprimento legal de um habeas corpus concedido ao ex-presidente Lula concedido pelo desembargador Rogério Favreto, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, informa o jornalista Lauro Jardim no jornal O Globo. Para Toffloli, Moro deve explicações ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Matéria do Site DCM destaca que "Toffoli presidirá o STF em setembro e, nessa condição, presidirá também o CNJ e poderá conduzir das representações apresentadas contra Moro por conta de sua atuação naquele domingo, 8 de julho."

E relembra detalhes do imbróglio judicial: "o juiz interrompeu as férias e assinou um despacho em que se recusou a cumprir a decisão, por considerar que o desembargador não tinha competência para conceder a liminar."

Fonte: https://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/366664/Toffoli-critica-Moro-sobre-descumprimento-de-habeas-corpus.htm

Resultado do golpe: uma avalanche de imóveis confiscados pelos bancos


247 - O desastre do golpe de Michel Temer e do PSDB provocou uma avalanche uma avalanche de retomadas e confiscos de imóveis pelos bancos. Apenas nos últimos seis meses, os bancos tomaram mais de R$ 1,48 bilhão de casas e apartamentos de família inadimplentes por causa da crise do golpe. O estoque de imóveis à espera de um interessado é recorde: R$ 11,5 bilhões - o que corresponde a 70 mil casas e apartamentos.

A líder no setor imobiliário, a Caixa, encabeça esse movimento, com cerca de 70% desse total de unidades retomadas. Em junho, eram cerca de 47 mil imóveis de clientes que, somados, valiam R$ 9,1 bilhões. Em 2016, o estoque era menos da metade: 23 mil unidades.

Reportagem do jornal O Estado de S. Paulo destaca também a relação do fenômeno de retração dos financiamentos com o desemprego: "a inadimplência cresceu à medida que a crise elevou o desemprego e reduziu a capacidade financeira das famílias. Atualmente, os cinco maiores bancos têm o volume recorde de R$ 13,7 bilhões em imóveis à espera de um interessado – incluindo as unidades que já estavam no estoque –, cifra que cresceu 745% em quatro anos e meio."

E detalha o desastre dos cancelamentos de financiamentos banco a banco: "números nos balanços do Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Itaú Unibanco e Santander revelam que, juntas, as instituições tiveram aumento médio de quase R$ 2 bilhões no volume de imóveis retomados a cada ano entre 2014 e o ano passado. O ritmo continua forte em 2018 e, em apenas seis meses, bancos tomaram mais R$ 1,48 bilhão em casas e apartamentos de inadimplentes."

A líder no setor imobiliário, a Caixa, encabeça esse movimento, com cerca de 70% desse total de unidades retomadas. Em junho, eram cerca de 47 mil imóveis de clientes que, somados, valiam R$ 9,1 bilhões. Em 2016, o estoque era menos da metade: 23 mil unidades.

Fonte: https://www.brasil247.com/pt/247/economia/366667/Resultado-do-golpe-uma-avalanche-de-im%C3%B3veis-confiscados-pelos-bancos.htm

domingo, 26 de agosto de 2018

Estados unidos estão se preparando para a chegada de Nibiru! Confira!

José Guimarães: a direita está tonta de tanto Lulaço pelo País


Esq.: Saulo Cruz - Ag. Câmara / Dir.: Stuckert

Ceará 247 - O deputado federal José Guimarães (PT-CE) prestou solidariedade ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva por causa das manifestações de apoio conhecidas como "Lulaços", que, neste final de semana, aconteceram em cidades como São Paulo e Florianópolis. "Em todo Brasil o povo não abre mão de Lula. À direita esta tonta com tanto Lulaço pelo país", escreveu o parlamentar no Twitter.

O Comitê de Direitos Humanos da ONU determinou ao Estado Brasileiro que "tome todas as medidas necessárias para que para permitir que o autor [Lula] desfrute e exercite seus direitos políticos da prisão como candidato nas eleições presidenciais de 2018, incluindo acesso apropriado à imprensa e a membros de seu partido politico" e para "não impedir que o autor [Lula] concorra nas eleições presidenciais de 2018 até que todos os recursos pendentes de revisão contra sua condenação sejam completados em um procedimento justo e que a condenação seja final".

Com 37% dos votos, o candidato do PT à presidência, Luiz Inácio Lula da Silva, lidera a pesquisa Ibope/Estado de S. Paulo/TV Globo, divulgada na segunda-feira (20). Na sequência aparecem Jair Bolsonaro (PSL): 18%; Marina Silva (Rede): 6%; Ciro Gomes (PDT): 5%; Geraldo Alckmin (PSDB): 5%; Alvaro Dias (Podemos): 3%; Eymael (DC): 1%; Guilherme Boulos (PSOL): 1%; Henrique Meirelles (MDB): 1%; João Amoêdo (Novo): 1%; Cabo Daciolo (Avante): 0; Vera (PSTU): 0; João Goulart Filho (PPL): 0; Branco/nulos: 16%; não sabe/não respondeu: 6%.

O ex-presidente amplia a liderança no levantamento Datafolha, com 8.433 entrevistados, nos dias 20 e 21 de agosto. Segundo a pesquisa, divulgada na quarta-feira (22), Lula alcança 39% das intenções de voto, vinte pontos acima de Bolsonaro (19%). Publicada no jornal Folha de S. Paulo, a pesquisa apontou a ex-senadora Marina Silva (Rede), com 8%, seguida por Geraldo Alckmin (PSDB), com 6%, e por Ciro Gomes (PDT), com 5%.

Fonte: https://www.brasil247.com/pt/247/ceara247/366630/Jos%C3%A9-Guimar%C3%A3es-a-direita-est%C3%A1-tonta-de-tanto-Lula%C3%A7o-pelo-Pa%C3%ADs.htm

Guru de Bolsonaro admite: “Vamos fazer o que Temer está fazendo”


Homem-chave de Jair Bolsonaro para assuntos econômicos, o economista Paulo Guedes fez uma confissão assombrosa à GloboNews.

Anunciou que, em caso de vitória, o plano do novo governo será liquidar integralmente o imenso patrimônio de empresas públicas que os brasileiros construíram desde a Independência -- a Caixa Econômica foi fundada pelo imperador Pedro II em 1861 -- para entregar ao mercado. Considerando o tamanho da riqueza a ser oferecida, inacessível ao empresariado brasileiro, estamos falando -- sem retórica -- da criação de uma colônia de 8,5  milhões quilômetros quadrados na América do Sul.

Sem rodeios nem subterfúgios, como se não tivesse receio de provocar indignação, admitiu: "Vamos fazer o que Temer vem fazendo, só que mais rápido" disse. 

Não é fake news. Está gravado e você pode rever no youtube. Foi reproduzido (24/8/2018) na coluna de Miriam Leitão, no Globo.

Ao definir o programa econômico de Bolsonaro como continuísmo de Temer, seu guru econômico escancara a identidade real do capitão candidato que, com um discurso anti-sistema radical, defende a continuidade do programa que destruiu o Brasil. 

Empresário do mercado financeiro, um dos fundadores do Millenium, gigantesca articulação de empresários que opera nos bastidores da política brasileira desde os protestos de 2013, aí incluído o golpe que derrubou Dilma, o economista de Bolsonaro quer vender tudo e mais depressa, da Petrobras ao sistema elétrico, dos bancos públicos a Embraer. Também quer derrubar as clausulas constitucionais que protegem gastos públicos essenciais, como saúde, educação. Acha que a reforma trabalhista foi pouco. O plano é acabar com a própria carteira de trabalho, que seria um simples registro das clausulas acordadas -- sem com cada patrão e cada empregado.

A  prioridade aqui não é investir na criação de empregos nem projetos de desenvolvimento de um país soberano. Garantias constitucionais, que vinculam gastos  com saúde, educação, devem ser derrubadas. Tudo deve ser embrulhado e vendido, inclusive 700 000 imóveis da União, na esperança de se reunir R$ 2 trilhões, que seriam repassados ao credores do governo.

Estamos no país-mercadoria.

A bússola é a velha lenda de criação do Estado Mínimo, processo histórico de esvaziamento do bem-estar social iniciado por Ronald Reagan e Margareth Tatcher nos países ricos a partir de 1980, mas que o Brasil conheceu de perto nos anos da Republica Velha, aquele sistema no qual as riquezas nacionais eram entregues para Europa e Estados Unidos. Ao contrário do que ocorre hoje, quando 147 milhões de brasileiros -- 70% da população -- tem direito a voto, naquele tempo apenas 7,15 % estava apta a votar e menos ainda -- entre 3 e 6% -- conseguia ir às urnas. A ordem interna, naturalmente, era um caso de polícia. Sindicatos enfrentavam perseguição constante, os partidos de esquerda também.

Um exemplo fundamental do estilo "mais rápido que Temer" encontra-se na Previdência Social, esse sistema que responde pela velhice da maioria dos brasileiros e assegura a renda de 18,5% das famílias (23,7% no Nordeste). Sabemos que apenas o medo do  repúdio por parte do eleitorado impediu o Congresso de votar a reforma da Previdência que Temer-Meirelles haviam prometido aos patrões da coalizão golpista.

O plano do economista de Bolsonaro  não é fazer ajustes em função do envelhecimento da população nem outros acertos que até poderiam ser justificados para preservar um sistema que a maioria dos brasileiros tem interesse em preservar. A ideia é transformar a  Previdência num sistema de poupanças individuais, chamado capitalização, quebrando o regime atual, de repartição, que permite a transferência de renda entre gerações e, em certa medida, entre as camadas melhor remuneradas para as mais pobres. Isso explica porque trabalhadores de renda mais baixa conseguem obter rendimentos semelhantes aqueles que recebiam na ativa, enquanto assalariados de níveis mais elevado -- com exceção do funcionalismo, do judiciário e dos militares -- não podem ultrapassar um teto definido previamente. Este é o jogo e seu nome é bem-estar social.

Pelo sistema de capitalização, cada um tem sua conta -- e cada um guarda recursos conforme sua disponibilidade. A aposentadoria fica ao sabor do mercado e torna-se um negócio bilionário para as instituições privadas e uma incerteza para quem for buscar seus recursos mais tarde. Só para se ter uma ideia. A soma de benefícios pagos pela Previdência brasileira, hoje, equivale ao total do sistema de créditos do Itaú, maior banco privado brasileiro.

Deixando claro que, mesmo com o monopólio da mídia a seu lado, falar em Previdência antes das eleições pode ser um golpe fatal nas campanha de Bolsonaro, Paulo Guedes sugere um golpe pelas costas. Esperar pelas eleições em silêncio e tentar aprovar a mudança depois da votação, nos dois últimos meses de 2018 -- quando o eleitorado está sem condições de usar as urnas para se defender, como acontece até aqui.

É útil observar que o espírito anti-democrático de uma mudança crucial na vida dos brasileiros tem relação direta com a natureza da reforma em questão, um projeto elitizante que o sistema de capitalização só foi criado no Chile sob a ditadura de Augusto Pinochet, após um golpe militar que produziu 30 000 mortos. 

Não surpreende que Paulo Guedes tenha feito parte da equipe econômica de Pinochet e em 2017 seja capaz de referir-se ao Chile como a "Suiça latino-americana". Este termo elogioso era apropriado durante os anos 1960 para designar uma nação que preservava os valores da democracia num quadro social tipicamente latino-americano. Essa visão caiu em desuso após 17 anos de uma ditadura inaugurada pelo fuzilamento e tortura de adversários no Maracanã de Santiago.

Com uma retórica típica de um conservadorismo que tenta ganhar votos de qualquer maneira, o "Temer mais rápido"  argumenta que o desmantelamento do Estado irá permitir ao governo concentrar-se na "vontade do povo", referindo-se a prioridades como "saúde, educação, saneamento". Claro que não falou do Mais Médicos. Nem lhe perguntaram sobre o voto do candidato Bolsonaro, que ajudou a derrubar a CPMF que sustentava a saúde pública. 

Quando lhe perguntaram  sobre a cobrança de mensalidades nas universidades federais, o economista de Bolsonaro já pensou num jeito de tirar dinheiro do bolso do povo. Empresário que já teve investimentos na Abril Educação, de ensino privado, respondeu: "Quem pode pagar deve pagar", disse ele, repetindo uma formula sob medida para confundir uma massa de brasileiros inconformados com a desigualdade social e facilidades reservadas ao andar de cima. Não  há dúvida de que essa ideia pode dar a impressão de diminuir uma injustiça.

Basta refletir por um minuto, porém, para compreender que apenas contribui para institucionalizar a desigualdade no acesso ao ensino superior e reforçar as distancias sociais, pois implica na criação de novas barreiras aos mais pobres e mesmo a setores de classe média,  que,  com grande sacrifício, conseguem colocar seus filhos nas universidades.

Previsto pelos acordos do regime de 64 com o governo dos Estados Unidos, a mobilização para derrotar o ensino pago foi uma das grandes vitórias da geração de 1968 na luta contra a ditadura.  

Os dados da situação atual estão aí. No Brasil de 2017,  43% dos alunos das universidades federais tem origem nas classes C, D e E, patamar que chega a 69% na região Norte e 55% no Nordeste. Mesmo reconhecendo que se trata de um quadro escandaloso diante da proporção de ricos e pobres da sociedade brasileira, é impossível deixar de reconhecer o progresso ocorrido com o passar dos anos, reforçado por programas de cotas e outras formas de acesso. A alternativa do candidato de Bolsonaro, próxima a migalhas, envolve a distribuição de vauchers, sistema precário e descompromissado. 

É sintomático que, justamente num período histórico no qual os estudantes das camadas mais pobres começam a ingressar em maior quantidade nas universidades públicas,   o economista de Bolsonaro, empresário com investimentos de vulto no ensino privado, apareça com uma nova linha de corte, para favorecer quem tem dinheiro.

Nenhuma surpresa num projeto que pretender "fazer o que Temer está fazendo". Alguma dúvida?

Fonte: https://www.brasil247.com/pt/blog/paulomoreiraleite/366566/Guru-de-Bolsonaro-admite-%E2%80%9CVamos-fazer-o-que-Temer-est%C3%A1-fazendo%E2%80%9D.htm

Fachin: autoridade que não obedecer tratados será processada


Marcelo Camargo/Agência Brasil

Em palestra na Escola de Magistratura do Paraná, há dois meses, em 7 de junho, o Ministro Fachin defendeu, por meio de longa argumentação, que os tratados internacionais referente aos direitos humanos, ratificados pelo Estado, devem ter o status ainda mais elevado do que possui atualmente, ou seja, devem ser considerados constitucionais. Importante: ele falou isso apenas 40 dias antes da liminar da ONU concedida a Lula com base no Pacto de Direitos Civis e Políticos, mencionado explicitamente por ele na palestra. Mais ainda: ele garantiu que os membros do Poder Judiciário que não atenderem determinações dos Tratados devem ser processados e responsabilizados civilmente. Assista o vídeo ao final.

Fachin falou explicitamente sobre e a obrigação de as autoridades cumprirem os Tratados. Afirmou que a omissão do Judiciário em relação ao cumprimento dos tratados mencionados pode gerar responsabilidade do Estado, que corresponde à obrigação de reparar danos causados a terceiros em decorrência de comportamentos comissivos ou omissivos, materiais ou jurídicos, lícitos ou ilícitos, imputáveis aos agentes públicos; como a Constituição determina. Leia abaixo e assista ao vídeo:

As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa. (37, § 6º, da Constituição Federal)

Fachin compõe um grupo consolidado do Judiciário, liderado por Celso Melo, acompanhado, ao menos, por Rosa Weber, Raquel Dodge, Barroso, que entende que o caráter supralegal dos referidos tratados está aquém do que o ordenamento jurídico brasileiro garante, pois devem ocupar o status constitucional.

No que tange ao cumprimento dos tratados, o ministro Fachin foi cristalino:

(...) em nossa Constituição, no parágrafo segundo, do artigo quinto, dito está, e com todas as letras "que entrega a ordem normativa brasileira os pactos e tratados internacionais aos quais o Brasil se comprometeu" [...] Portanto, quando um magistrado cita, como tenho me valido, os denominados protocolos, a Carta da Convenção Interamericana de Direitos Humanos, O Pacto de Direitos Civis e Políticos, nós não estamos a fazer um cimento retórico argumentativo, nós estamos a fundamentar na ordem normativa constitucional interna, e, ao mesmo tempo, chamar a colação essas normativas internacionais, que, à luz da transterritorialidade, que é uma característica da ordem normativa contemporânea, restaram introduzidas no Brasil e as quais o Brasil se comprometeu a cumprir e evidentemente assim deve fazê-lo.

Está cada vez mais complicado para o STF ignorar a liminar da ONU concedida a Lula. A cada dia que passa a negativa em acolher a liminar causa mais danos não apenas a Lula, mas também ao povo que está sendo privado de sua presença em campanha eleitoral.

Inscreva-se na TV 247 e assista ao vídeo: https://youtu.be/Cf2ESiYTmKM

Fonte: https://www.brasil247.com/pt/colunistas/thaismoya/366589/Fachin-autoridade-que-n%C3%A3o-obedecer-tratados-ser%C3%A1-processada.htm

sábado, 25 de agosto de 2018

Pede Vargas: governo Temer está acabando com a saúde pública


Esq.: Gilmar Felix - Câmara

Rio Grande do Sul 247 - O deputado federal Pede Vargas (PT-RS) criticou a gestão do governo Michel Temer na área da saúde.

"Nos governos do PT e em meu trabalho como parlamentar, saúde sempre foi prioridade. O governo golpista que congelou os investimentos por 20 anos, está acabando com a saúde pública para favorecer às administradoras de planos privados", escreveu o parlamentar no Twitter.

O fato é que os direitos sociais não são uma preocupação para o atual governo. O documento "A Ponte para o Futuro", lançado pelo MDB em 2015 e que é a base para a gestão atual, afirma que "o Brasil gasta muito com políticas públicas com resultados piores do que a maioria dos países relevantes (confira aqui - item H, página 19)".

Fonte: https://www.brasil247.com/pt/247/rs247/366513/Pede-Vargas-governo-Temer-est%C3%A1-acabando-com-a-sa%C3%BAde-p%C3%BAblica.htm

sexta-feira, 24 de agosto de 2018

Brasil poderá levar 10 anos para repor empregos perdidos com o golpe


REUTERS/Paulo Whitaker

Rede Brasil AtualSe a atual dinâmica de abertura de empregos se confirmar como tendência, o Brasil levará 10 anos para repor os postos de trabalho que foram fechados nos últimos três, segundo o diretor-técnico do Dieese, Clemente Ganz Lúcio. Apesar do resultado positivo registrado em julho no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), ele ponderou que a economia segue em baixa e com reflexos sobre o mercado de trabalho.

A criação de pouco mais de 47 mil vagas no mercado formal responde ao primeiro resultado positivo registrado para o mês em seis anos e que levará ao resultado de 2018 a um número estimado em 200 mil a 300 mil vagas – muito aquém do postos de trabalho eliminados. "É uma dinâmica muito baixa para a necessidade que o mercado de trabalho brasileiro tem para repor os postos fechados e atender aqueles que chegam no mercado."

O diretor-técnico destaca ainda que os dados do Caged revelam uma "rotatividade do mercado" indicada pela alta no volume de pessoas que são demitidas e depois contratadas. Uma substituição que tem possibilitado ao mercado rebaixar os salários. O que, para Clemente,é um  reflexo das novas modalidades de contratação, flexíveis e informais.

Se a atual dinâmica de abertura de empregos se confirmar como tendência, o Brasil levará 10 anos para repor os postos de trabalho que foram fechados nos últimos três, segundo o diretor-técnico do Dieese, Clemente Ganz Lúcio. Apesar do resultado positivo registrado em julho no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), ele ponderou que a economia segue em baixa e com reflexos sobre o mercado de trabalho.

A criação de pouco mais de 47 mil vagas no mercado formal responde ao primeiro resultado positivo registrado para o mês em seis anos e que levará ao resultado de 2018 a um número estimado em 200 mil a 300 mil vagas – muito aquém do postos de trabalho eliminados. "É uma dinâmica muito baixa para a necessidade que o mercado de trabalho brasileiro tem para repor os postos fechados e atender aqueles que chegam no mercado."

O diretor-técnico destaca ainda que os dados do Caged revelam uma “rotatividade do mercado“ indicada pela alta no volume de pessoas que são demitidas e depois contratadas. Uma substituição que tem possibilitado ao mercado rebaixar os salários. O que, para Clemente, reflexo novas modalidades de contratação, flexíveis e informais

Fonte: https://www.brasil247.com/pt/247/economia/366348/Brasil-poder%C3%A1-levar-10-anos-para-repor-empregos-perdidos-com-o-golpe.htm

PGR cobra do governo Temer explicações sobre investigação de lavagem de dinheiro


247 - A Procuradoria-geral da República (PGR) cobrou do governo Michel Temer a criação de uma equipe conjunta com a Espanha para investigar repasses que teriam sido realizados pela empresa espanhola Defex a empresários e políticos brasileiros. Um dos alvos da investigação, Gregório Marin Preciado, que possui ligações com o senador José Serra (PSDB-SP). O pedido de explicações formais sobre o caso foi assinado pela secretária de Cooperação Internacional da Procuradoria-Geral, Cristina Romanó. Ela também cobrou explicações sobre pedidos semelhantes feitos por procuradores da Argentina, Peru, Suíça e Paraguai, todos ligados a desdobramentos da Operação Lava Jato.

Segundo o jornal O Globo, o pedido de criação da equipe conjunta de investigação foi feito ao governo Temer no final de 2016 por investigadores da Audiência Nacional espanhola. A avaliação é que a reticência do governo brasileiro em criar as equipes conjuntas de investigação tem atrapalhado a apuração de crimes em nível internacional.

A criação e funcionamento da equipe conjunta depende basicamente de um acordo entre os governos dos países envolvidos e que, posteriormente, deve ser aprovado pelo Congresso. Sem que isso seja feito as investigações acontecem por meio dos canais tradicionais, o que, segundo os investigadores, torna o processo de apuração mais lento.

Fonte: https://www.brasil247.com/pt/247/brasil/366388/PGR-cobra-do-governo-Temer-explica%C3%A7%C3%B5es-sobre-investiga%C3%A7%C3%A3o-de-lavagem-de-dinheiro.htm

quinta-feira, 23 de agosto de 2018

“Martelo já está batido”: Brasil tem obrigação de cumprir decisão da ONU


Reprodução do Facebook

O Estado brasileiro tem que cumprir a decisão do Comitê de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (CDH-ONU) e tomar as medidas necessárias para permitir que Luiz Inácio Lula da Silva exerça, mesmo preso, os seus direitos políticos como candidato nas eleições presidenciais de outubro. Esse é o entendimento dos advogados de defesa do ex-presidente, Cristiano Zanin Martins e Valeska Teixeira Zanin Martins; do ex-ministro das Relações Exteriores Celso Amorim e do jurista Paulo Sérgio Pinheiro, que concederam entrevista coletiva na tarde desta sexta-feira (17).

Questionado sobre a quem caberia cumprir a decisão, Amorim foi claro ao dizer que o problema que se coloca é outro. “O martelo está batido. Você pode querer saber apenas quem vai bater o martelo para descumprir. Isso eu não sei se vai ocorrer. Espero que não”, enfatizou.

“Não se trata de recomendação, é uma decisão juridicamente vinculante que tem que ser cumprida por todos os poderes da República brasileira: pelo Executivo, pela Suprema Corte, pelo Tribunal Superior Eleitoral e pelos procuradores do Ministério Público envolvidos com o caso de Lula”, reforçou Cristiano Zanin.

“O Brasil só tem duas opções: ou cumpre a liminar ou se tornará um pária internacional. Eu só lembro de um país que deixou de cumprir uma decisão como essa, o Afeganistão quando era governado pelo Talibã”, deixou claro o ex-chanceler brasileiro durante o governo Lula.

“A ONU não pediu para instaurar um processo para apurar. O que o comitê determina é que Lula tem o direito de participar, de exercer todas os direitos e faculdades de um candidato, inclusive de participar de debates e ter acesso à imprensa e aos integrantes do seu partido”, observou o advogado.

PGR – Cristiano Zanin lembrou que a Procuradoria-Geral da República (PGR) já manifestou posição favorável ao STF sobre a obrigatoriedade de o Brasil cumprir decisões de cortes internacionais. “A PGR reconheceu que as decisões têm força vinculante a todos os órgão e poderes do País, pois houve uma decisão constitucional de inserir o Brasil nas cortes internacionais de direitos humanos ”, afirmou.

Liberdade – A advogada Valeska Zanin destacou que o Estado brasileiro sabia do comunicado individual que a defesa do Lula havia feito ao Comitê da ONU. “Tanto eles sabiam, como reconheceram o processo, e, por três vezes responderam ao comitê sobre o caso”, ressaltou.

Ela explicou ainda que tudo o que foi decido nessa liminar do Comitê de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas ainda não envolve a liberdade e os questionamentos sobre o julgamento injusto, ilegal e nulo do ex-presidente. “Não se trata do mérito, pois ainda serão julgadas pela ONU as violações grosseiras que levamos ao comitê, que entendeu, ao emitir a liminar, que haverá danos irreversíveis ao ex-presidente, se não participar do pleito eleitoral”, afirmou a advogada.

A liminar do comitê, explicou Zanin, é uma resposta ao processo iniciado em Genebra (Suíça) em 2016, quando foi feito um comunicado individual à ONU, mostrando a série de violações no processo contra o ex-presidente Lula, desde a condução coercitiva até condenação indevida e incompatível com a legislação brasileira. “Com a decisão, a ONU está reconhecendo as violações. Mas como a decisão sobre o julgamento ilegal de Lula só sai depois das eleições, o comitê concedeu a liminar para assegurar direitos que seriam irreparáveis, caso Lula não participe das eleições”, ressaltou.

O jurista Paulo Sérgio Pinheiro disse esperar que as instituições brasileiras não desqualifiquem a decisão da ONU. “Isso seria uma estupidez, porque não se trata de uma recomendação. É uma determinação judicial decidida por 18 pessoas eleitas pela Assembleia Geral da ONU. Seria um vexame internacional não cumpri-la. O Pacto é opcional, mas o Brasil o ratificou pelo Decreto Legislativo 311/2009, de forma espontânea, portanto, está obrigado a cumpri-lo”, frisou Pinheiro, que foi secretário de Direitos Humanos do governo FHC.

PT na Câmara

As principais realizações do PT no Governo Federal


O PT diminuiu a pobreza no Brasil em 50%, de acordo com a Fundação Getúlio Vargas.

O PT criou o PROUNI, que levou 1 milhão e 200 mil estudantes pobres a universidade.

O PT criou o PRONATEC, que até o final de 2014 terá 8 milhões de alunos pobres cursando gratuitamente o ensino técnico e aprendendo uma profissão.

O PT construiu 18 novas universidades.

O PT criou o Bolsa Família, o maior programa de Transferência de renda do mundo, que diminuiu a desnutrição e a mortalidade infantil, colocou as crianças na escola e melhorou a qualidade de vida do povo mais pobre.

O PT fez o Luz para Todos, que levou eletricidade para 15 milhões de pessoas que antes não tinham acesso a luz elétrica.

O PT criou o Minha Casa, Minha Vida, que já construiu e contratou mais de 3 milhões de casas para pessoas de baixa renda.

O PT aprovou o PNE que destinará 10% do PIB para a educação, além de ter aprovado 75% dos royalties do pré-sal para a educação.

O PT trouxe 14.000 médicos estrangeiros, no Programa Mais Médicos, para atender uma população de baixa renda de quase 50 milhões de pessoas que antes não tinham acesso ao profissional médico.

O PT fez o Programa Água para Todos, que já construiu 500 mil cisternas no nordeste e também está concluindo a transposição do Rio São Francisco, que levará água para 12 milhões de nordestinos durante a seca.

O PT diminuiu o desemprego de 12% em 2002 para 5% em 2014, atingindo a menor marca histórica do desemprego.

O PT diminuiu a inflação média de 9% com FHC para 6% nos governos Lula e Dilma.

O PT triplicou o orçamento da saúde e da educação. O orçamento federal da saúde era de 25 bilhões, e da educação 33 bilhões em 2002. Agora o orçamento federal da educação está em 104 bilhões e da saúde está em 106 bilhões.

O PT criou o PAC, que já investiu 665 bilhões em obras de infraestrutura no Brasil.

O PT criou 340 escolas técnicas em todo o Brasil, mais que o dobro do que foi construído em toda a sua história, que foram 140 escolas técnicas até 2002.

O PT criou o Programa Farmácia Popular, que leva remédios à população a preço de custo, e também o SAMU, que faz um atendimento personalizado e rápido a vítimas de acidentes e doenças.

O PT pagou a dívida com o FMI e se tornou credor internacional, podendo emprestar dinheiro a outros países e impedindo que organismos internacionais possam decidir a política nacional por força de dívidas do país, como ocorria até 2002. Hoje o PT na presidência acumulou o montante de 385 bilhões de reais em reservas.

O PT fez a desoneração total dos impostos federais da cesta básica.

O PT aumentou a renda do trabalhador e o poder de compra do salário mínimo. O salário mínimo que em 2002 valia 70 dólares, hoje vale aproximadamente 320 dólares. Graças a política de valorização do salário mínimo, seu poder de compra é o maior desde 1979, superando em muito o salário mínimo da era FHC.

Mensagem editada pelo usuário Patriolino em 06/10/2014 23:43.
http://forum.jogos.uol.com.br/lista-de-realizacoes-do-pt-na…

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Pesquisa Ipsos: Lula é o nome mais aprovado e menos rejeitado do Brasil



 Rafael Ribeiro

A pesquisa Barômetro Político Estadão-Ipsos aponta o ex-presidente Lula como o candidato mais aprovado pela população brasileira com tendência de alta; Lula é aprovado por 47% da população, um crescimento de dois pontos percentuais em relação à pesquisa anterior; já a desaprovação caiu de 53% para 51%; Lula supera todos os nomes colocados na pesquisa, incluindo o de seu algoz, Sergio Moro; todos os outros candidatos seguem com forte desaprovação, com Alckmin e Ciro Gomes liderando a lista (70% e 65%, respectivamente); o usurpador Michel Temer é rejeitado por 94%

20 de Agosto de 2018 às 04:20 // Inscreva-se na TV 247 Youtube

247 - A pesquisa Barômetro Político Estadão-Ipsos aponta o ex-presidente Lula como o candidato mais aprovado pela população brasileira com tendência de alta. Lula é aprovado por 47% da população, um crescimento de dois pontos porcentuais em relação à pesquisa anterior. Já a desaprovação caiu de 53% para 51%. Todos os outros candidatos seguem com forte desaprovação, com Alckmin e Ciro Gomes liderando a lista (70% e 65%, respectivamente).

De todos os candidatos, a performance de Geraldo Alckmin é a que mais recebe opiniões negativas informa a reportagem de Daniel Bramatti do jornal O Estado de S. Paulo. O bloco de rejeição seguinte segue com Jair Bolsonaro, (PSL, com 61% de desaprovação), Marina Silva (Rede, 61%), Henrique Meirelles (MDB, 60%).

Fernando Haddad tem 59% de rejeição, segundo a pesquisa, mas seu nome ainda não foi oficializado como candidato a presidência e sim como candidato à vice-presidência.

"A aprovação a Lula é a maior entre as 17 personalidades apresentadas pelo Ipsos aos eleitores. Em segundo lugar aparece o juiz Sérgio Moro, responsável pela condenação do ex-presidente em primeira instância, com 41%. A seguir estão Marina Silva, com 30%, e o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa, com 28%."

O usurpador Michel Temer é rejeitado por 94% dos brasileiros.

Fonte: https://www.brasil247.com/pt/247/poder/365812/Pesquisa-Ipsos-Lula-%C3%A9-o-nome-mais-aprovado-e-menos-rejeitado-do-Brasil.htm

Lula salta 5 pontos na pesquisa; prisão injusta só o fortalece


Um impressionante o salto de Lula na pesquisa CNT/MDA divulgada nesta segunda (20): de 32,4% em maio para 37,3 agora -4,9 pontos percentuais; a pesquisa de maio captou o impacto da prisão de Lula, acontecida em 7 de abril; a de agora mostra a reação dos eleitores depois de mais de quatro meses de encarceramento; Lula cresce quanto mais fica patente a injustiça que se comete contra ele

Levantamento aborda as eleições de 2018; traz, também, a avaliação pessoal e do governo do presidente Michel Temer

Foto: Imprensa CNT

​A 137ª Pesquisa CNT/MDA, divulgada pela CNT (Confederação Nacional do Transporte) nesta segunda-feira (20), aborda as eleições de 2018. O levantamento traz as preferências dos entrevistados em cenários de primeiro e segundo turnos e o limite de voto nos candidatos. Além disso, trata sobre a percepção dos brasileiros a respeito de diferentes propostas e posicionamentos apresentados pelos candidatos à Presidência da República, o grau de interesse nas eleições e os fatores que influenciam a decisão de voto, além do financiamento de campanhas. 

Traz, ainda, a avaliação pessoal e do governo do presidente Michel Temer e a expectativa dos brasileiros para os próximos seis meses sobre temas, como economia, saúde, segurança e educação.

A pesquisa foi realizada entre os dias 15 e 18 de agosto de 2018. Foram ouvidas 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 Unidades Federativas, das cinco regiões do país. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais com 95% de nível de confiança. A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), sob o número BR-09086/2018.

Clique aqui para fazer download do relatório com todos os resultados​​

Clique aqui para fazer download do resumo​

Conclusão

Os resultados da 137ª Pesquisa CNT/MDA mostram crescimento e liderança do ex-presidente Lula na intenção de voto para presidente da República, com Jair Bolsonaro na segunda posição. Caso Lula não consiga ter sua candidatura aprovada pela Justiça Eleitoral, Fernando Haddad, Marina Silva, Ciro Gomes e Jair Bolsonaro, nessa ordem, seriam os principais herdeiros dos seus votos; 31,3% votariam em branco ou nulo e 16,6% declararam-se indecisos.

Nos cenários de 2º turno sem o ex-presidente Lula, observa-se empate técnico nas seis simulações realizadas, envolvendo os nomes de Jair Bolsonaro, Marina Silva, Geraldo Alckmin e Ciro Gomes. Verifica-se, ainda, grande número de votos brancos, nulos e de indecisos.

A avaliação da atuação do presidente Michel Temer e a sua aprovação atingem os menores níveis da série histórica das pesquisas CNT de Opinião, realizadas desde 2001.

A expectativa da população para os próximos seis meses permanece pessimista para as áreas da economia, saúde, educação e segurança.

Em relação às eleições para presidente neste ano, a maioria se mostra com pouco ou nenhum interesse, assim como também conhece pouco ou nada sobre as opções de candidatos. Esses resultados, aliados ao elevado percentual de votos brancos, nulos e de indecisos para os cenários sem o nome do ex-presidente Lula, apontam para uma disputa com grande indefinição e possibilidade de mudanças importantes ao longo do período eleitoral.

As áreas prioritárias para o Brasil envolvem saúde, educação, emprego e segurança, enquanto que as características mais importantes para o próximo presidente são a honestidade, a apresentação de novas propostas para o país e a trajetória de vida do candidato.

Sem a participação do ex-presidente Lula a eleição está aberta e é importante que a definição dos Tribunais sobre a possibilidade de sua candidatura seja feita rapidamente, para que a eleição transcorra com legalidade e normalidade.​

Resumo dos resultados

Eleição presidencial 2018


1º turno: Intenção de voto ESPONTÂNEA

​Lula: 20,7%

Jair Bolsonaro: 15,1%

Geraldo Alckmin: 1,7%

Ciro Gomes: 1,5%

Alvaro Dias: 1,3%

Marina Silva: 1,1%

Outros: 1,4%

Branco/Nulo: 18,1%

Indecisos: 39,0%

​1º TURNO: Intenção de voto ESTIMULADA

Lula: 37,3%

Jair Bolsonaro: 18,8%

Marina Silva: 5,6%

Geraldo Alckmin: 4,9%

Ciro Gomes: 4,1%

Alvaro Dias 2,7%

Guilherme Boulos: 0,9%

João Amoêdo: 0,8%

Henrique Meirelles: 0,8%

Cabo Daciolo: 0,4%

Vera: 0,3%

João Goulart Filho: 0,1%

José Maria Eymael: 0,0%

Branco/Nulo: 14,3%

Indecisos: 8,8%.

• Entre os eleitores de Lula, 82,3% consideram o voto como definitivo e 17,7% consideram que pode mudar.

• Entre os eleitores de Jair Bolsonaro, 70,7% consideram o voto como definitivo e 29,3% consideram que pode mudar.

• Entre os eleitores de Marina Silva, 33,9% consideram o voto como definitivo e 66,1% consideram que pode mudar.

• Entre os eleitores de Geraldo Alckmin, 36,7% consideram o voto como definitivo e 63,3% consideram que pode mudar.

• Entre os eleitores de Ciro Gomes, 37,3% consideram o voto como definitivo e 62,7% consideram que pode mudar.

• Entre os eleitores de Alvaro Dias, 64,8% consideram o voto como definitivo e 35,2% consideram que pode mudar.

• Caso o ex-presidente Lula seja impedido de concorrer a presidente da República, dos 37,3% que afirmam votar nele na pergunta estimulada, 17,3% iriam para Fernando Haddad, 11,9% para Marina Silva, 9,6% para Ciro Gomes, 6,2% para Jair Bolsonaro, 3,7% para Geraldo Alckmin, 0,8% para Guilherme Boulos, 0,7% para Alvaro Dias, 0,7% para Henrique Meirelles, 0,5% para Vera; 0,3% para Cabo Daciolo, 0,3% para João Amoêdo, 0,1% para João Goulart Filho, 31,3% para branco/nulo e 16,6% se declaram indecisos

• 48,2% dos entrevistados consideram que o candidato a vice-presidente da República é muito importante na escolha do candidato a presidente. 23,8% avaliam que tem importância média. O restante considera que o nome do vice-presidente é pouco importante (11,2%) ou não tem qualquer importância (14,0%) na definição do voto.


2º TURNO: Intenção de voto ESTIMULADA

CENÁRIO 1: Lula 49,4%, Ciro Gomes 18,5%, Branco/Nulo: 27,2%, Indecisos: 4,9%.

CENÁRIO 2: Lula 49,5%, Geraldo Alckmin 20,4%, Branco/Nulo: 25,2%, Indecisos: 4,9%.

CENÁRIO 3: Lula 50,1%, Jair Bolsonaro 26,4%, Branco/Nulo: 19,1%, Indecisos: 4,4%.

CENÁRIO 4: Lula 49,8%, Marina Silva 18,8%, Branco/Nulo: 26,7%, Indecisos: 4,7%.

CENÁRIO 5: Jair Bolsonaro 29,4%, Ciro Gomes 28,2%, Branco/Nulo: 32,7%, Indecisos: 9,7%.

CENÁRIO 6: Jair Bolsonaro 29,4%, Geraldo Alckmin 26,4%, Branco/Nulo: 35,0%, Indecisos: 9,2%.

CENÁRIO 7: Jair Bolsonaro 29,3%, Marina Silva 29,1%, Branco/Nulo: 33,3%, Indecisos: 8,3%.

CENÁRIO 8: Ciro Gomes 26,1%, Marina Silva 25,2%, Branco/Nulo: 40,0%, Indecisos: 8,7%.

CENÁRIO 9: Marina Silva 26,7%, Geraldo Alckmin 23,9%, Branco/Nulo: 40,8%, Indecisos: 8,6%.

CENÁRIO 10: Ciro Gomes 25,3%, Geraldo Alckmin 22,0%, Branco/Nulo: 42,6%, Indecisos: 10,1%.

Limite de Voto – Presidência da República

ALVARO DIAS: é o único em quem votaria 1,6%; é um candidato em quem poderia votar 11,5%; não votaria nele de jeito nenhum 27,9%; não o conhece/não sabe quem é/ nunca ouviu falar 55,2%.

CIRO GOMES: é o único em quem votaria 2,3%; é um candidato em quem poderia votar 37,6%; não votaria nele de jeito nenhum 44,1%; não o conhece/não sabe quem é/ nunca ouviu falar 11,6%.

GERALDO ALCKMIN: é o único em quem votaria 2,3%; é um candidato em quem poderia votar 33,6%; não votaria nele de jeito nenhum 52,5%; não o conhece/não sabe quem é/ nunca ouviu falar 6,9%.

HENRIQUE MEIRELLES: é o único em quem votaria 0,3%; é um candidato em quem poderia votar 8,5%; não votaria nele de jeito nenhum 46,8%; não o conhece/não sabe quem é/ nunca ouviu falar 40,5%.

JAIR BOLSONARO: é o único em quem votaria 13,7%; é um candidato em quem poderia votar 21,6%; não votaria nele de jeito nenhum 53,7%; não o conhece/não sabe quem é/ nunca ouviu falar 7,4%.

LULA: é o único em quem votaria 31,4%; é um candidato em quem poderia votar 24,2%; não votaria nele de jeito nenhum 41,9%; não o conhece/não sabe quem é/ nunca ouviu falar 0,6%.

MARINA SILVA: é a única em quem votaria 2,8%; é uma candidata em quem poderia votar 38,0%; não votaria nela de jeito nenhum 52,7%; não a conhece/não sabe(m) quem é/ nunca ouviu falar 2,6%.

Avaliação do governo

• A avaliação do governo do presidente Michel Temer é positiva para 2,7% dos entrevistados contra 78,3% de avaliação negativa. Para 17,7%, a avaliação é regular, e 1,3% não souberam opinar. A aprovação do desempenho pessoal do presidente atinge 6,9% contra 89,6% de desaprovação; 3,5% não sabem opinar.

​Expectativa (para os próximos 6 meses)

Emprego: vai melhorar: 19,9%; vai piorar: 30,8%; vai ficar igual: 45,6%.

Renda mensal: vai aumentar: 19,4%; vai diminuir: 17,8%; vai ficar igual: 58,6%.

Saúde: vai melhorar: 18,4%; vai piorar: 32,3%; vai ficar igual: 46,1%.

Educação: vai melhorar: 19,4%; vai piorar: 27,7%; vai ficar igual: 49,9%.

Segurança pública: vai melhorar: 17,0%; vai piorar: 37,1%; vai ficar igual: 43,3%.

Interesse e decisão de voto

• 24,4% dos entrevistados se dizem muito interessados na eleição deste ano para presidente da República. Outros 24,7% tem médio interesse, além de 26,7% com pouco e 23,5% com nenhum interesse nas eleições.

Programa eleitoral e informação sobre os candidatos:

• 18,1% pretendem acompanhar o programa eleitoral todos os dias; 40,7%, de vez em quando; 40,4% não vão acompanhar e declaram não ter interesse nos programas eleitorais. 

• Os meios nos quais os entrevistados mais buscam informações sobre política são: televisão (63,7%); internet (28,7%); redes sociais (18,8%); amigos/boca a boca (9,4%); rádio (8,1%); jornal impresso (6,8%); outros (0,8%). 10,3% disseram que não se informam.

• 24,6% dos entrevistados já realizaram buscas ou pesquisas sobre os candidatos a presidente da República na internet. 28,7% ainda não fizeram isso, mas pretendem buscar ou pesquisar informações até o dia das eleições. 45,0% não realizaram buscas ou pesquisas e nem pretendem fazer isso.

• Os meios de informação que os entrevistados mais utilizam para formarem sua opinião sobre o Brasil são: televisão (67,2%); internet (30,8%); redes sociais (17,3%); amigos/boca a boca (8,8%); jornal impresso (7,7%); rádio (7,5%); outros (1,0%). 5,8% dos entrevistados disseram que não se informam.

• Os meios que poderão ter maior influência na decisão de voto dos entrevistados são: debate eleitoral (34,2%); programa eleitoral em televisão (20,4%); conversas com pessoas conhecidas (8,7%); redes sociais (7,7%); reportagens veiculadas na mídia (5,9%); programa eleitoral em rádio (1,5%). Para 19,5%, nenhum dos meios influencia.

• 64,1% não confiam nas informações sobre política e eleições que recebem nas redes sociais, e 43,1% dizem que costumam verificar a veracidade dessas informações.

• 51,6% afirmam que não terão o voto influenciado pelas informações sobre política que veem nas redes sociais. 24,1%, por sua vez, acreditam que essas informações poderão influenciar seu voto. 21,1% afirmam não utilizar as redes sociais. 

• Dos entrevistados, 9,6% dizem que conhecem bastante sobre as opções de candidatos a presidente da República; 33,5% afirmam que conhecem mais ou menos. Os que afirmam conhecer pouco (40,0%) ou nada (15,6%) somam 55,6%.

Influência de propostas e posicionamentos dos candidatos a presidente da República na decisão de voto dos entrevistados:

• Candidato a favor das privatizações: aumenta a chance de votar: 17,3%; não influencia: 31,8%; diminui a chance de votar: 38,8%.

• Candidato a favor da redução de privilégios dos servidores públicos: aumenta a chance de votar: 61,1%; não influencia: 20,4%; diminui a chance de votar: 11,4%.

• Candidato a favor da redução de impostos: aumenta a chance de votar: 79,4%; não influencia: 13,6%; diminui a chance de votar: 2,9%.

• Candidato a favor da liberação do porte de armas: aumenta a chance de votar: 24,3%; não influencia: 20,5%; diminui a chance de votar: 50,1%.

• Candidato a favor da descriminalização do aborto: aumenta a chance de votar: 9,9%; não influencia: 21,9%; diminui a chance de votar: 62,8%.

​Expectativa sobre o próximo governo:

• Para 60,4% dos entrevistados, o próximo presidente da República deve mudar totalmente a forma atual de governar. Outros 31,3% esperam que ele mude a maioria das ações. Para 3,2%, a maioria das ações deve ser mantida. 1,4% querem que o próximo presidente mantenha totalmente a atual forma de governar.

• As áreas que mais precisam de melhorias no Brasil, na opinião dos entrevistados, são: saúde (75,3%); educação (47,0%); segurança (35,8%); emprego (30,3%); habitação (2,9%); direitos das minorias (2,4%); saneamento (1,4%); transporte (1,2%) e energia (0,5%).

Características dos candidatos:

• Nas eleições para presidente da República deste ano, os entrevistados levarão em consideração: honestidade (75,9%); novas propostas para o Brasil (49,1%); trajetória de vida (21,7%); ser novo no meio político (outsider) (9,2%); ser político tradicional (4,8%); partido político (4,5%); ser do meio empresarial (1,1%).

Financiamento de campanhas:

• 99,1% dos entrevistados não fizeram doação para a campanha de qualquer candidato neste ano.

• 96,0% não pretendem fazer doações.

• 77,1% são contrários ao Fundo Especial de Financiamento de Campanha, pois consideram que os partidos não têm que depender de dinheiro público. 6,5% são favoráveis à destinação de recursos do orçamento público para os partidos, a fim de que as empresas não financiem campanhas. 12,2% se consideram nem a favor, nem contra.


Fonte: https://www.brasil247.com/pt/247/bahia247/365882/Lula-salta-5-pontos-na-pesquisa;-pris%C3%A3o-injusta-s%C3%B3-o-fortalece.htm