Segundo dados divulgados pela Organização das Nações Unidas (ONU), enquanto os países pobres receberam, em meio século, cerca de US$ 2 bilhões em doações de países ricos, bancos e outras instituições financeiras ganharam, em apenas um ano, US$ 18 bilhões em ajuda pública. A ONU alertou que a crise econômica mundial piorará ainda mais a situação dos países mais pobres, agravando os problemas da fome, da desnutrição e da pobreza.
O setor financeiro internacional recebeu, apenas em 2008, quase dez vezes mais recursos públicos do que todos os países pobres do planeta nos últimos cinqüenta anos. O dado foi divulgado nesta quarta-feira (24) pela campanha da Organização das Nações Unidas (ONU) pelas Metas do Milênio, destinada a combater a fome e a pobreza no mundo. Enquanto os países pobres receberam, em meio século, cerca de US$ 2 bilhões em doações de países ricos, bancos e outras instituições financeiras ganharam, em apenas um ano, US$ 18 bilhões em ajuda pública.
A ONU alertou que a crise econômica mundial piorará ainda mais a situação dos países mais pobres, lembrando que, na semana passada, a Organização para a Agricultura e Alimentação (FAO) afirmou que a crise deixará cerca de 1 bilhão de pessoas passando fome no mundo.
A revelação foi feita no início de uma conferência entre países ricos e pobres, que ocorre na sede da ONU, em Nova York, para debater o impacto da crise. Segundo o diretor da Campanha pelas Metas do Milênio, Salil Shetty, esses números mostram que a destinação de recursos públicos ao desenvolvimento dos países mais pobres não é uma questão de falta de recursos, mas sim de vontade política.
“Sempre digo que se você fizer uma promessa e não cumprir, é quase um pecado, mas se fizer uma promessa a pessoas pobres e não cumprir, então é praticamente um crime”, disse Shetty à BBC. “O que é ainda mais paradoxal”, acrescentou, “é que esses compromissos (firmados pelos países ricos para ajudar os mais pobres) são voluntários”. “Ninguém os obriga a firmá-los, mas logo eles são renegados”, criticou o funcionário da ONU.
Um dos efeitos desta perversa distorção foi apontado pela FAO: a quantidade de pessoas desnutridas aumentará no mundo em 2009, superando a casa de um bilhão. “Pela primeira vez na história da humanidade, mais de um bilhão de pessoas, concretamente 1,02 bilhão, sofrerão de desnutrição em todo o mundo”, advertiu a entidade. A FAO considera subnutrida a pessoa que ingere menos de 1.800 calorias por dias.
Do total de pessoas subnutridas hoje no mundo, 642 concentram-se na Ásia e na região do Pacífico e outras 265 milhões vivem na África Subsaariana. Na América Latina e Caribe, esse número é de 53 milhões de pessoas. Em 2008, o total de desnutridos tinha caído de 963 milhões para 915 milhões. O motivo foi uma melhor distribuição dos alimentos, Mas com a crise, o quadro de fome no mundo voltará a se agravar. Segundo a estimativa da ONU, um milhão de pessoas deverão passar fome no mundo nos próximos meses.
Fonte: Carta Maior (http://www.agenciacartamaior.com.br)
06/07/2009
Bancos tiveram mais ajuda em 2008 que pobres em 50 anos
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Amir Labaki: a autópsia em vida de Michael Jackson
Michael Jackson está morto. Não é mais preto ou branco. Ele é o mundo. Na estrada desde os cinco anos de idade, enfim ele descansa em paz. Cresci ouvindo-o nos Jackson Five. Eram ele e os outros quatro, além dos Beatles, lá fora, e a Jovem Guarda mais Simonal, aqui dentro. Foi esta minha trilha sonora naquele final dos anos 1960.
Por Amir Labaki, no Valor Online
Seu solo em Ben me hipnotizava no dia em que morreu tanto quanto ao ouvi-lo pela primeira vez, centenas de execuções e quase quarenta anos antes. Aquele triste garoto negro que encantava o mundo era eu.
Passada a adolescência, dele e minha, adveio a segunda e maior explosão. Em 1982, Thriller bateu todos os recordes com mais de 50 milhões de cópias vendidas mundo afora. Mais: o brilhante cantor virara eletrizante “performer”.
Todo mundo tentou imitar diante do espelho seu “moonwalk”, ninguém com a incompetência deste colunista. Sua combinação de blues, soul e pop foi reenergizada sob a batuta de Quincy Jones. A arte do videoclip consolidou-se a partir da parceria entre ele e o cineasta John Landis para Thriller. Ouvíamos música antes de Michael Jackson; a partir dele, também a vemos.
Michael alegrava a festa mas jamais parecia partilhá-la. Era insuficiente ter tanto talento. Não bastava ser rico. Ele queria ser outro. E assim se fez. Começava a longa e pública agonia de Michael Jackson. Primeiro, a metamorfose. Seu nariz afilou. O cabelo tornou-se liso. Seu queixo ganhou uma covinha. E sua pele clareou. “Vitiligo”, diziam.
Não surpreende que para meu filho, nascido em 1990, ele fosse uma bizarra figura do passado. Aquele Jackson garoto que parecia precocemente adulto se tornou um adulto obcecado em viver como criança.
“Sou Peter Pan no coração”, repetia o cantor, enclausurando-se cada vez mais em sua “Neverland”, um misto de rancho e parque de diversões. Sua incrível visão como empresário musical, ao comprar metade dos direitos sobre as canções dos Beatles, acabaria por sustentar sua extravagância mais do que suas próprias composições.
Por mais que tenha tentado, o extraordinário sucesso de Thriller jamais se repetiu.
Foi um choque quando espocaram rumores suspeitos sobre sua convivência com garotos. Um potencial processo custou-lhe em 1993 um acordo de milhões de dólares. Outro foi vencido no tribunal, uma década mais tarde, mas o derrotou definitivamente na arena pública.
Uma tentativa de reabilitação levou-o a colaborar com o repórter britânico Martin Bashir por oito meses no começo dos anos 2000. Foi-me duro resenhar para Folha o documentário resultante, Vivendo com Michael Jackson.
Com inédita abertura, Michael respondeu a dez horas de entrevistas de Bashir. A chave da esfinge lá estava para quem quisesse ver, em suas dolorosas revelações sobre a crueldade paterna.
Joseph Jackson não admitia ser chamado de "pai", ensaiava os filhos com um cinto de couro na mão e gozava as espinhas e o "nariz gordo" de Michael em plena puberdade. O mesmo nariz que o cantor finalmente reconhecia ter por duas vezes operado, para “respirar melhor” e “atingir notas mais altas”.
Cinema, no qual Michael como ator sempre se deu mal, pode ser um meio cruel. Em palavras, por meio da narração de Bashir e das próprias respostas indignadas de Michael, as acusações de pedofilia foram enfaticamente negadas.
Mas há as imagens. Eis um dos garotos que pernoitavam em Neverland, Gavin, 12, sendo entrevistado com as mãos entrelaçadas com as do ídolo. Ei-lo sorrindo para a câmera, encostando a cabeça no ombro de Michael. Como escrevi na época, o espectro destas cenas nos perturba até muito depois do filme.
Sempre achei pleno de simbolismo que Michael tenha se casado, ainda que brevemente, com Lisa-Marie, nada menos que a filha de Elvis Presley. Ambos foram ídolos que mergulharam para esticado declínio logo depois do apogeu. Ambos gravaram nos corpos o dilaceramento de suas almas. Por fim, nenhum deles sobreviveu até a hora da volta por cima. A diferença é que Michael fez tudo isso na era da informação em tempo real. Sua verdadeira autópsia foi feita em vida.
O declínio e o escândalo ofuscaram por demais não apenas sua arte. Embranquecer jamais representou para Michael um ato de negação de sua identidade étnica ou social. Foi, isso sim, sua dilacerante tentativa de parricídio. Michael Jackson redefiniu o status dos afro-americanos, muito antes de Oprah Winfrey e Denzel Washington. Com a campanha We Are The World, que co-produziu e co-escreveu em 1985, estabeleceu o padrão contemporâneo de militância cívica e cosmopolita dos artistas.
Barack Obama é o presidente dos EUA. Michael Jackson já podia partir para outra. Você olhou para cima na última semana? O homem finalmente voltou a andar na Lua.
Enviado por: Miguel Silva
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Brigadeiro Ferolla: Geopolítica versus interesses de uma CPI
"Aspectos de interesse nacional e suprapartidário" indicam que a criação da CPI da Petrobras no Senado "não é apenas um movimento que atrai holofotes para palanques eleitorais. É, acima de tudo, um movimento que atende aos interesses de poderosos grupos do setor de petróleo, ao colocar sob suspeição a credibilidade da Petrobras e do governo brasileiro", escreve o tenente-brigadeiro Sergio Xavier Ferolla*
Os Estados Unidos exploram petróleo desde 1859 e, valendo-se de suas grandes jazidas, transformaram essa fonte de energia em instrumento para sua consolidação como potência econômica. Tendo sido, por muito tempo, o maior produtor mundial, vislumbram um cenário de incertezas ao constatar o declínio acelerado de suas reservas, que durarão apenas mais 12 anos.
Tal situação é acompanhada pelos governos americanos há muito tempo, e é o fator determinante no planejamento estratégico das ações externas daquele país. Muitas delas são apresentadas sob argumentos dissimulados, como a ocupação do território do Iraque - dono da terceira maior reserva mundial - ou a ocupação do Afeganistão, rota adequada para escoar a produção petrolífera de antigas repúblicas soviéticas.
Essas operações bélicas estão redundando em vergonhosos fracassos, tanto pelo motivo oficial - o combate ao terrorismo - quanto pelo oculto, o controle das jazidas e a segurança dos oleodutos.
Até os anos 60 do século passado, os Estados Unidos e os demais países industrializados do Hemisfério Norte se valiam das grandes empresas privadas de exploração e refino de petróleo - historicamente conhecidas como as "Sete Irmãs" -, que, sediadas nesses países, dominavam as principais reservas petrolíferas do planeta.
Nos últimos 40 anos, porém, um crescente movimento de nacionalização e volta ao controle estatal da maior parte das jazidas mundiais, notadamente no Oriente Médio e em países como a Rússia e a Venezuela, tem resultado na drástica redução dos estoques disponíveis para exploração por terceiros e na rentabilidade daquelas poderosas empresas, das quais, hoje, restam apenas quatro.
Vislumbrando a escassez, encontrar novas fronteiras petrolíferas e poder assumir o controle delas transformou-se em verdadeira obsessão, razão maior de as atenções estarem, cada vez mais, voltadas para o pré-sal brasileiro.
As atuais reservas do Brasil chegam a 13 bilhões de barris e asseguram nossas necessidades por apenas 19 anos. Com a exploração das jazidas do pré-sal, em 2015, o país poderá, inclusive, se tornar exportador de pelo menos 1 milhão de barris por dia.
Se consideradas as atuais cotações de US$ 50 por barril, numa visão tímida do disputado mercado mundial, podem-se projetar exportações de US$ 21 bilhões por ano. Com preços de US$ 100 por barril, até 2010, previsão bastante realista se lembrarmos que o mercado já conviveu com cotações superiores a US$ 140, o país poderá acrescentar um mínimo de US$ 42 bilhões anuais na balança comercial.
As possibilidades do pré-sal, no entanto, tornam esses cálculos acanhados, pois, apesar de não haver números seguros, mesmo os pessimistas reconhecem que o Brasil irá pelo menos dobrar suas reservas, enquanto os otimistas asseguram que é de petróleo o colchão do gigante "deitado eternamente em berço esplêndido".
Tais perspectivas ressaltam a necessidade de que, acima dos interesses do mercado, parâmetros geopolíticos norteiem as discussões sobre um novo marco regulatório para a exploração do pré-sal, tanto nas esferas políticas como empresariais. Propostas de mudanças na atual legislação e exemplos de sucesso em outros países do mundo poderão guiar os passos do governo brasileiro, mas é imperativo considerar que o controle rígido sobre as jazidas e o estabelecimento da cadência de produção são regras comuns em todos os países detentores de grandes reservas de petróleo.
Esses aspectos de interesse nacional e suprapartidário indicam que a criação de uma CPI, no Senado, para investigar temas que já estão sendo apurados por outras legítimas instâncias de poder não é apenas um movimento que atrai holofotes para palanques eleitorais. É, acima de tudo, um movimento que atende aos interesses de poderosos grupos do setor de petróleo, ao colocar sob suspeição a credibilidade da Petrobras e do governo brasileiro nessa decisiva e histórica oportunidade de formular e determinar políticas que consolidem a soberania energética do país, assegurando vultosas fontes de riqueza para toda a sociedade.
* Ministro aposentado do Superior Tribunal Militar
Fonte: O Estado de S. Paulo
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Mauro Santayana: Tragédia e farsa no Senado
Falta autoridade a Arthur Virgílio (PSDB-AM) para pedir o afastamento do presidente do Senado, depois de ter confessado alguns de seus próprios pecados. Embora o passado não absolva o presente, muitos dos que acusamSarney hoje, e são beneficiários dos desvios administrativos, nada ofereceram ao país, senão sua ambição, escreveu Mauro Santayana, no JB Online. Veja o texto.
Elegante e moderado, enquanto viveu, o excelente médico e homem público José Aristodemo Pinotti contribuiu, com sua morte, para que arrefecessem os ânimos no Senado, na tarde de ontem. Presidindo a sessão de homenagem ao morto, o senador José Sarney pediu que os discursos se limitassem à sua memória, mas não teve êxito. O senador Arthur Virgílio quebrou o rito, ao anunciar que venderá propriedades da família, a fim de ressarcir o Tesouro do dinheiro que foi pago a um funcionário que, lotado em seu gabinete, viveu em Paris, durante mais de um ano.
Essa crise no Senado está muito distante da versão shakespeareana do complô contra César: não conseguimos ver, sob a manga da túnica de Arthur Virgílio, nem sob as dos outros que a ele se unem, o punhal de Brutus e de seus companheiros de conjura. Os punhais de hoje são metafóricos, e o senador pelo Amazonas não tem as dimensões trágicas de Marcus Brutus. O que se passa no Senado está mais para uma pantomima da commedia dell’arte do Renascimento Italiano.
Quaisquer que tenham sido os erros do senador Sarney na presidência do Senado, eles não são exclusivos do político do Maranhão. A cultura da tolerância permitiu que a representação parlamentar se degradasse a esse ponto.
A longa experiência política do ex-presidente da República o devia advertir que, com os inimigos e adversários que reuniu durante décadas, devia precaver-se. Mas, pelo que vemos, quaisquer tenham sido os seus erros, ele se encontra em condições de devolver, aos honourable and wise men, todas as pedras que lhe são atiradas.
Falta autoridade a Arthur Virgílio para pedir o afastamento do presidente do Senado, depois de ter confessado alguns de seus próprios pecados. Ele parece ter sido aconselhado pela astúcia jesuítica da restrição mental, quando se esqueceu, no auge de sua investida, que se valera de Agaciel Maia, a fim de socorrê-lo em Paris. Fora o senador imprevidente, ao viajar para a França sem os recursos necessários, ou perdera o controle dos gastos, o que dá no mesmo. E se esqueceu de que, na mesma Paris, estava a prova de outro descuido: o de ter, ali, recebendo vencimentos no Senado, um servidor público lotado no seu gabinete em Brasília.
Entre as muitas lições do episódio, duas se destacam. Ambas são importantes para a correção ética da vida política nacional. A primeira é que, em consequência de uma disputa menor, desencadeou-se o processo que levou à ruptura da omertà corporativa. Os debates podiam ser acesos, e eram, mas não se tocava nas coisas domésticas. Afinal, de minimis non curat praetor: dos atos secretos e dos acertos financeiros, coisa menor, cuidava o diretor-geral e seus auxiliares. Agora a cidadania sabe que uma coisa eram os discursos inflamados no plenário, outra os entendimentos fora dos holofotes e dos olhos dos repórteres.
Outra grande lição é que não pode haver República democrática sem oposição. Não temos oposição. Primeiro porque não há partidos políticos, mas, sim, grupos de interesses, que se articulam entre si, como se articulam com os “poderes de fato” exercidos pelos homens de negócios, na defesa da “estabilidade”, ou seja, da permanência da injustiça. Não há partidos políticos, salvo os pequenos, que dão testemunho ideológico no Congresso, porque não há ideias em que os grandes se sustentem. Identificam-se, vagamente, como conservadores e liberais, e dizem oscilar em torno do centro. A oposição é de faz de conta. Faltam ao Parlamento de hoje homens de ideias e de ação, como foram, em seu tempo, os oposicionistas Prado Kelly e Affonso Arinos, e os defensores do governo de Vargas, Juscelino e Jango – como Vieira de Mello, Tancredo Neves, Gustavo Capanema, Paulo Pinheiro Chagas, Almino Afonso, entre outros.
Ao presidir, com habilidade, a transição para o estado de direito, que caberia a Tancredo, o senador José Sarney prestou serviços valiosos ao povo brasileiro. Não foram fáceis aqueles anos, de 1985 a 1990, com o acúmulo de problemas, como o da inflação e o do desmonte do entulho autoritário. Embora o passado não absolva o presente, muitos dos que o acusam hoje, e são beneficiários dos desvios administrativos, nada ofereceram ao país, senão sua ambição.
Os cidadãos esperam que todos os fatos se esclareçam, e que os responsáveis pelos desmandos, ativos e passivos, paguem pelos seus erros.
Fonte: JB Online
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Mensagens de reajuste chega a Assembleia Legislativa
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Lagoa arromba e causa prejuízo em Traíri
Prejuízo mesmo teve o agricultor Francisco Gordiano Sobrinho. A casa que ele mora fica no percurso por onde a água abriu o caminho. "Perdi muita coisa. Eletrodoméstico, fogão, móveis e galinhas. Além da plantação de cana e côco que ficou soterrada", disse Gordiano. Ele calcula que vai precisar de uns R$ 12 mil para recuperar tudo.
A chuva foi passageira e segundo a Fundação Cearense de Meteorologia (Funceme), choveu apenas 15mm. Mas o suficiente para fazer transbordar a lagoa do Piancó. As conseqüências do arrombamento podiam ser visto ainda um dia após a tragédia. Árvores foram arrancadas e aterradas; plantações devastadas e casas inundadas. Para a dona de casa Celina Martins os prejuízos podem chegar a R$ 2,5 mil.
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04/07/2009
Mostra Cearense de Teatro do Oprimido
O Centro de Teatro do Oprimido, com sede no Rio de Janeiro, realiza no dia 7 de julho (terça-feira) às 18:30h, no Teatro José de Alencar, um evento público com entrada franca, patrocinado pelo Ministério da Cultura por intermédio do programa Cultura Viva. Haverá apresentações dos espetáculos “No reino do belelèu” e “Comunidade das Flores”, Teatro-Fórum e uma exposição alegre, colorida, divertida e reflexiva de trabalhos artísticos da Estética do Oprimido, tudo produzido pelos ativistas e multiplicadores de Teatro do Oprimido, moradores de Itaitinga, Cascavel, Banabuiú, Juazeiro do Norte, Barro e Fortaleza, municípios do Ceará, que estão em formação na capital Fortaleza.
As apresentações das cenas são baseadas na vida real e discutem temáticas como: homofobia, violência doméstica, abandono, discriminação racial e opressão familiar, drogas, etc. Após cada apresentação o público é convidado a intervir na cena e, se desejar, trocar de lugar com os protagonistas, assumindo seus personagens e tentando transformar os problemas encenados.
Desde agosto de 2008, o Programa Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto realiza no Estado do Ceará as etapas do curso de capacitação de multiplicadores do Teatro do Oprimido, ministradas por Cláudia Simone e Cláudio Rocha, Curingas do Centro de Teatro do Oprimido. O objetivo é formar especialistas interessados em utilizar a metodologia do Teatro do Oprimido criado há 40 anos pelo teatrólogo Augusto Boal – falecido no dia 2 de maio de 2009 – para estimular a reflexão de problemas reais e a busca de alternativas, através do Diálogo Teatral com a sociedade. O programa é desenvolvido simultaneamente em oito pólos no Brasil, com dezesseis Estados, e dois pólos na África, com quatro países (Moçambique, Guiné-Bissau, Angola e Senegal) onde visa estimular a criação de Pontos de Cultura Internacionais dedicados à difusão do Teatro do Oprimido e ao fortalecimento dos vínculos culturais e históricos com a África.
Assessoria de imprensa
Ney Motta – Ascom CENTRO DE TEATRO DO OPRIMIDO
tels. (21) 2246-45322539-2873 e 8718-1965
e-mail/skype: neymotta@terra.com.br
Fonte: Matéria enviada por e-mail por Ney Motta.
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Funcionários recebem sem ir à Câmara

Nomeados no dia seguinte à posse de Salmito, integrantes de comissões recebem sem pisar na sede do Legislativo
03 Jul 2009 - 00h53min
Eles estão lotados na Câmara Municipal de Fortaleza, recebem salários que variam de R$ 1,5 mil a R$ 2,8 mil, mas ninguém ainda os viu trabalhando nas dependências da Casa. Tratam-se dos 17 funcionários nomeados pelo presidente da Câmara, Salmito Filho (PT), em 2 de janeiro, um dia após a eleição que o conduziu para o comando do Legislativo.
Esses 17 funcionários, segundo a edição do Diário Oficial publicada no dia 16 de março, estão distribuídos em nove comissões: comissão de concessão de títulos honoríficos; comissão permanente de registro cadastral, avaliação e controle de licitações; comissão de recebimento de compras e serviços; comissão de acompanhamento e organização de atividades do legislativo; comissão de auditoria contábil e financeira; comissão de assessor técnico-parlamentar; comissão de assessor técnico do Instituto de Pesquisa Américo Barreira; comissão setorial; além da comissão de controle e distribuição de vale-transporte. Essas comissões não foram criadas na gestão de Salmito na presidência da Câmara. Elas existem desde 1999.
Nos últimos três dias, O POVO visitou todos os departamentos da Câmara, à procura tanto das comissões como dos seus respectivos integrantes. Em vão: ninguém tinha conhecimento nem das comissões e muito menos das pessoas que, em tese, deveriam estar desempenhando atividades legislativas. O número de funcionários lotados nessas comissões, inclusive, é superior a 17, já que Salmito manteve muitos membros antigos das comissões.
Na procura por essas pessoas, a reação dos funcionários abordados era sempre de surpresa: “Nunca ouvi falar dessa pessoa” ou “Essa comissão existe?” foram as respostas mais comuns. Comprovação da produtividade das pessoas alocadas nas comissões também não foram encontradas.
No Cerimonial, lugar onde funcionários afirmaram que poderia funcionar a comissão de concessão de títulos honoríficos, a responsável pelo setor, Alessandra Aragão, afirmou que ela “não existe e nunca existiu”. Na comissão de licitação, onde, em tese, deveriam funcionar as comissões de registro cadastral, avaliação e controle de licitações, e, também, a de recebimento de compras e serviços, os funcionários, procurados pelo O POVO, ficaram perguntando uns aos outros se conheciam as pessoas mencionadas.
O presidente da comissão, Júlio Aguiar, afirmou que as tais comissões, se existirem, funcionam de forma independente. O presidente justifica que a sala da comissão de licitação é muito pequena. Além do mais, muitos funcionários desempenhariam funções externas, ficando assim difícil conhecê-los.
Apenas no papel
Em um dos departamentos, um funcionário, que pediu para não ser identificado, afirmou que as comissões “não funcionam” e seus funcionários “não pisam na Câmara”. Demonstrando indignação, ele disse que os membros das comissões existem “apenas do papel”.
Tampouco o responsável pelo departamento de recursos humanos, Ubiratan Andrade, soube informar sobre esses funcionários. Como os demais, ele afirmou que, “particularmente”, não conhecia as pessoas citadas. Também informou que todos os cargos que compõem as nove comissões são ligados à presidência da Casa. “É o presidente Salmito que tem o controle”.
Ontem, depois de três dias de buscas, O POVO conseguiu conversar com um membro de um dos colegiados: o presidente da comissão de controle e distribuição de vale-transporte. Aderson Braga, que também trabalha na diretoria-geral. Ele informou que a comissão possui três membros e se reúne duas vezes por semana. No entanto, apenas ele e o advogado exerceriam funções específicas. O outro membro, Edson Ferreira, só seria consultado “em último caso”. Questionado se os presidentes das comissões costumam se reunir, Aderson respondeu: “Deveriam se reunir”. Indagado se ao menos os conhecia, ele confessou: “Não os conheço. Eu estaria sendo desonesto se dissesse que conheço”.
EMAIS
- O POVO ouviu dois dos três presidentes que antecederam Salmito Filho no comando da Câmara. O ex-vereador José Maria Couto (1999-2002), que criou, em 1999, as comissões especiais, afirma que elas “iam funcionando” de acordo com as necessidades da Câmara. Ele informa que, na época, cada comissão tinha de cinco a sete membros. O argumento era de que o poder não deveria ficar concentrado nas mãos do diretor-geral.
- O vereador Carlos Mesquita (PMDB), que presidiu a Câmara de 2003 a 2004, afirma que as comissões foram criadas porque o Legislativo não tinha condições de fazer concurso público. Entretanto, não pôde garantir que todos os membros exerciam plenamente as suas funções. “Que controlava isso eram os presidentes das comissões”, afirmou. Mesquita também lembra que, na época em que era presidente, as comissões especiais - diferentemente de hoje - tinham um local específico para realizar suas atividades.
- O POVO tentou contato com Tin Gomes (PHS), que, de 2005 a 2008, presidiu a Câmara. A assessoria de Tin prometeu retorno, o que não ocorreu até o fechamento desta matéria.
Fonte: Site O POVO Online.
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03/07/2009
Papa aceita renúncia de bispo de PE que excomungou envolvidos em aborto
Na Cidade do Vaticano
O papa Bento 16 aceitou, um ano depois de apresentada, a renúncia do arcebispo brasileiro que, em março, protagonizou um escândalo internacional ao excomungar os envolvidos no aborto praticado em uma menina de nove anos que havia sido violentada sexualmente pelo padrasto. Hoje, o Vaticano anunciou que o monsenhor José Cardoso Sobrinho, arcebispo de Olinda e Recife, teve a renúncia aceita, mas não fez alusão ao escândalo. Para o lugar de Cardoso Sobrinho, Bento 16 nomeou o monsenhor Antonio Fernando Saburido, informou a Secretaria de Imprensa da Santa Sé.
A renúncia do arcebispo foi apresentada há um ano, meses antes do incidente, porque o prelado atingira o limite de idade estipulado pela lei canônica para o exercício da função. O arcebispo de Olinda e Recife se envolveu em um escândalo internacional no dia 5 de março, quando anunciou publicamente que o médico que realizou o aborto e a mãe da menina vítima de estupro estavam sumariamente excomungados.
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o L'Osservatore Romano, jornal oficial do Vaticano, e o presidente de La Pontifícia Academia da Vida, monsenhor Rino Fisichella, distanciaram-se da decisão do arcebispo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva censurou o prelado pela medida. No entanto, o arcebispo rechaçou as críticas e alegou ter aplicado a lei e a verdade da Igreja Católica.
Fonte: Site UOL notícias
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Eis a relação de homenageados por ocasião da solenidade alusiva ao Dia Nacional do Bombeiro (dia 02 de julho) e 36º Aniversário do 3º Grupamento de Bombeiros/Sobral. A solenidade realizar-se-à 8h30min do dia 03 de julho na sede do Corpo de Bombeiros.
1. Capacete Bombeiro Militar
José Leônidas De Menezes Cristino – Prefeito De Sobral
2. Medalha Mérito Bombeiro Militar (Civis)
2.1 José Clodoveu de Arruda Coelho Neto – Vice-Prefeito de Sobral
2.2 Raimundo Irismar de Azevedo Filho – Sec. Infra-Estrutura2.2
Jorge Vasconcelos Trindade – Coord. Defesa Civil de Sobral
3. Machadinha Simbólica (Civis)
3.1 José Maria Sabino – Prefeito De Santana De Acaraú
3.2 Pedro Rogério Moraes - Prefeito de Bela Cruz
3.3 Pedro Fonteles dos Santos - Prefeito de Acaraú
3.4 João Pontes Mota - Prefeito de Massapê
3.5 Raimundo Oman Carneiro Filho – Rádio Caiçara
3.6 Maria Juraci Neves Duarte – Sec. Plan. Des. Urb d M. Ambiente
3.7 Jeovânia Goersch Andrade Aragão – Pres. Fund. Ação Social
3.8 José Clito Carneiro – Procurador Geral do Município
3.9 Osmany Mendes Parente – Secr. Hab. E San. Ambiental
3.10 Edison Frota Araújo – Secretário da Agric. e Pecuária
3.11 Francisco Expedito de Vasconcelos - Radialista
3.12 José Tupinambá Moraes de Aquino – Rádio Tupinambá
3.13 José Ivan Frota Rodrigues - Radialista
4. Título de Bombeiro Honorário
4.1 Francisco Carlos Francelino Mendonça – Sec. Segurança. Sobral
4.2 Luiz Flávio Daniel – Gerente Norte e Nordeste Votorantin S/A
4.3 Dalcides Pedro Portolan – Gerente Industrial da Grendene
4.4 Ana Maria Linhares Leitão – Coord. da Biblioteca Municipal
4.5 Gladstone Rodrigues Ponte – Empresário
4.6 José Hernane Linhares Carneiro – Igreja dos Mórmos
4.7 Vicente Lopes Frota – Cogerh Sobral
4.8 Francisco Emanuel Cunha Sousa – 1º Sgt TG 10011
4.9 Rubens Fernandes de Lima – Blog Sobral em Revista
4.10 Francisco Lopes Mesquita – Rádio Tupinambá
4.11 Carlos Alberto Ferreira da Silva – Rádio Tupinambá
4.12 José Magalhães - Rádio Paraíso
4.13 Carlos Diones Vasconcelos Silva - Radialista
4.14 Rosa de Lourdes Félix Carneiro – Defesa Civil Sobral
4.15 Francisco Rinaldo Nogueira Araújo - Guarda Municipal
4.16 Ligerdane da Ponte Lira – Guarda Municipal
4.17 Francisco Kennedy Vasconcelos Lima – Guarda Municipal
4.18 Joacélio Gonçalves de Araújo – Guarda Municipal
4.19 Manoel Duarte de Sousa Filho – Guarda Municipal
4.20 Alan Paulo Sousa Silva – Bombeiro Voluntário
5. Machadinha Simbólica (Policiais Militares e Policiais Civis)
5.1 Maj BM Kleber Nóbrega Vieira – Piloto Ciopaer
5.2 Cap QOBM Gerardo de Paula Lourinho Neto - Subcmt 2ª Cia 3º BBM
5.3 Cap QOBM Francisco Erlânio Matoso De Almeida – Casa Militar
5.4 Cap BM Marivaldo Barreto de Souza – Co-Piloto Ciopaer
5.5 Ten BMPB Everaldo Henrique Lourenço De Oliveira – Co-Piloto
5.6 Delegado PC Renato Almeida Pedrosa – Co-Piloto Ciopaer
5.7 St BM Marcos Antonio Alves Monteiro – Tripulante Ciopaer
5.8 St BM Francisco Evandi da Silva Gonçalves – Apoio Solo
5.9 1º Sgt BM Francisco Ésio de Freitas - Tripulante Ciopaer
5.10 1º Sgt BM Conrado Freitas de Souza – Tripulante Ciopaer
5.11 Cb BM Luis Carlos Alves de Souza – Tripulante Ciopaer
5.12 Cb BM Francisco Claudio Dias de Souza – Tripulante Ciopaer
5.13 Cb BM Burton Deyves Gomes de Araújo – Tripulante Ciopaer
5.14 Cb BM Francisco Washington Nunes – 3º BBM
5.15 Sd BM Cleyton Augusto Gomes – Apoio Solo
5.16 Sd BM Francisco Neilson de Lima - Apoio Solo
5.17 Sd BM José Cláudio Feitosa da Silva - Apoio Solo
5.18 Insp PC João Carlos Holanda - Tripulante
6. Mérito Bombeiro Militar (Militares)
6.1 Maj BM Antônio Ronaldo Pires Rebouças – Piloto Ciopaer
6.2 Maj BM Francisco Félix de Araújo Júnior – Piloto Ciopaer
6.3 Sgt BM Marcos Antônio da Costa –- 1ª Sb/3ºGB
6.4 1º Sgt BM Ernandes dos Santos Lopes – 1ª Sb/3ºGB
6.5 1º Sgt BM Francisco Saraiva Barros Filho – 1ª Sb/3ºGB
6.6 Cb BM Eldemir Barreto Soares – 1ª Sb/3ºGB
6.7 Cb BM Raimundo Nonato Nogueira Rufino – 1ª Sb/3ºGB
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TCM divulga lista de município a ser fiscalizado
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02/07/2009
Ex-prefeito de Irauçuba é condenado pelo TCU
A verba foi repassada pelo Departamento Nacional de Obras Contra as Secas.“As alegações de defesa do ex-prefeito foram rebatidas pelas evidências de que a barragem continuava corrompida e de que as falhas técnicas não haviam sido sanadas”, afirmou o ministro relator Raimundo Carreiro.O ex-prefeito e a empresa ainda foram multados individualmente em R$ 14 mil.
O TCU encaminhou cópia para a Procuradoria da República no Estado do Ceará. Cabe recurso da decisão." (Fonte:Portal do TCU).
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Justiça condena seis pela morte de Damião Ximenes
Foram condenados Sérgio Antunres Ferreira Gomes, proprietário da Casa de Repouso; Carlos Alberto Rodrigues dos Santos; André Tavares do Nascimento; Elias Gomes Coimbra, auxiliar de enfermagem; Maria Salete Moraes Melo de Mesquita, enfermeira chefe; e o médico Francisco Ivo de Vasconcelos, plantanista, devem cumprir a pena inicialmente em regime semi-aberto. Eles foram condenados a seis anos de reclusão pelo crime de maus tratos, que resultaram na morte da vítima, que era deficiente mental.
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01/07/2009
Servidores Públicos da Justiça Em Greve no Ceará
Desde o dia 18 de junho/09 os servidores públicos da área judiciária, entraram em greve reivindicando que seja incluído o PCCV (Plano de Cargo de Carreira e Vencimentos) em um projeto que cria 106 vagas para Juízes Promotores e também Defensores Públicos, que se encontra na Assembléia Legislativa do Ceará. Se não for colocado nesse projeto que já está lá, dificilmente será atendida a reivindicação dos mesmos.
A greve dos Servidores, segundo o entrevistado, esta acontecendo dentro da Lei, inclusive com um funcionário em cada Secretaria para atendimento ao público. O Presidente do Tribunal de Justiça quando de sua posse, prometeu que iria mandar também para a Assembléia, além das vagas criadas para Juízes e Promotores o nosso Plano de Cargo e Carreira. No entanto isto não foi feito, tendo em vista que foi encaminhado o Projeto sem incluir o nosso PCCV.
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Trecho da estrada que liga Mucambo a Ibiapina permanece danificada
“Existe, em um dos trechos, uma pedra gigante que a população tentou destruir, mas o pessoal de Departamento de Estradas e Rodovias (DER) impediu. O motivo foi temendo acidente com a explosão do bloco de pedra”, comentou o agricultor José Augusto Ibiapina, 75 anos. Augusto informou que o tráfego mais intenso é o de motocicletas.
Em outro trecho da mesma rodovia a destruição foi tão forte que boa parte da grade de proteção foi levada pela força do desmoronamento e da queda das pedras. Neste ponto ainda existe uma pequena cachoeira descendo pela pista. “Apesar do risco, prefiro trafegar por esse trecho. Por Tianguá, o percurso aumenta em mais de 100 quilômetros”, disse Francisco Francelino, que viajava em uma motocicleta com toda a família. “Aqui praticamente mudou nossa rotina, os carros que descem para a feira de Mucambo não passam mais por aqui”, lamenta o morador da localidade, José Lino Ferreira.
Ele informou que até o abastecimento d’água foi também comprometido com a precariedade da pista. “Até a qualidade da água da adutora mudou, água tem um cheiro horrível”, ressalta o morador.
Sobre a situação da CE-253, o Departamento de Edificações e Rodovias (DER) informou que o trecho entre Mucambo e Ibiapina será contemplado com o programa de recuperação de rodovias, lançado recentemente pelo Governo do Estado do Ceará. A estimativa é que o serviço de recuperação da estrada seja iniciado no próximo mês.
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