quinta-feira, 2 de julho de 2020

Pesquisa Atlas Político: 64% reprovam Bolsonaro e 55% querem o impeachment


Pesquisa da consultoria Atlas Político divulgada na noite desta quarta-feira indica que a reprovação da opinião pública a Bolsonaro já alcança 64%. Segundo o levantamento, 55% dos brasileiros e brasileiras querem o impeachment e 56% considera o governo “ruim” ou ”péssimo”

2 de julho de 2020, 09:53 h Atualizado em 2 de julho de 2020, 11:15

Jair Bolsonaro Jair Bolsonaro (Foto: REUTERS/Adriano Machado)

247 - A situação de Bolsonaro e seu governo deteriora-se mais e mais na opinião pública. Segundo pesquisa da consultoria Atlas Político divulgada na noite desta quarta-feira (1)a reprovação da opinião pública a Bolsonaro já alcança 64%. O levantamento aponta que 55% dos brasileiros e brasileiras querem o impeachment e 56% considera o governo “ruim” ou ”péssimo”.Dos ouvidos, 25% afirmaram ser o governo “bom” ou “ótimo”. 37% são contra o impeachment. A aprovação de Bolsonaro é maior nas regiões Norte (38%) e Sul (37%), entre homens (43%), evangélicos (48%) e maiores de 60 anos (36%).

A pesquisa foi realizada de forma online e estratificada, conforme a população brasileira, entre os dias 27 e 30 e divulgada pelo Valor Econômico. Foram ouvidas mais de 2 mil pessoas. A margem de erro é de 2 pontos, para mais ou para menos.

Fonte: https://www.brasil247.com/brasil/pesquisa-atlas-politico-64-reprovam-bolsonaro-e-55-querem-o-impeachment

Vaza Jato revela os 13 agentes do FBI que atuaram com Dallagnol contra as empresas brasileiras


Após a nova Vaza Jato apontar uma cooperação ilegal entre EUA e a Lava Jato, nesta quinta (2) foram divulgados os nomes de 13 agentes do FBI que atuaram na operação que destruiu a democracia brasileira e a soberania nacional. Confira os nomes

2 de julho de 2020, 08:25 h Atualizado em 2 de julho de 2020, 11:15


(Foto: Reuters | ASCOM/MPF)


Natalia Viana e Rafael Neves, Agência Pública/The Intercept Brasil - São de dois tipos os agentes do FBI que atuaram na Lava Jato em solo brasileiro. Alguns são figuras públicas, dão entrevistas e aparecem cada vez mais frequentemente em eventos elogiando o trabalho da força-tarefa e dando conselhos a corporações sobre como seguir a lei americana.

Outros tiveram atuação temporária e são conhecidos por apelidos ou nomes tão comuns que é muito difícil encontrar algo sobre eles em fontes abertas na internet. Essa é uma prática comum nos escritórios do FBI no exterior, para evitar a exposição de agentes que realizam operações secretas ou controversas em território estrangeiro. Hoje, a agência mantém escritórios em embaixadas de 63 países e sub-escritórios em 27. Em 2011, o FBI empregava 289 agentes e pessoal de apoio nesses escritórios no exterior.

Embora as duas maiores investigações de casos de corrupção originados na Lava Jato pelo Departamento de Justiça (DOJ) americano já tenham terminado, com os acordos bilionários da Odebrecht e Petrobras, o FBI ainda tem muito a fazer para investigar corrupção no Brasil, nas palavras do atual chefe do FBI no país, David Brassanini, em palestra no 7º Congresso Internacional de Compliance, em maio de 2019, em São Paulo. A cooperação foi descrita como “fluida, sem problemas e transparente”, pois seus agentes já tinham familiaridade com a cultura e a sociedade brasileiras. “A habilidade de desenvolver e entender as peculiaridades locais é grande. Não só a questão da língua, mas em entender realmente como o Brasil funciona, entender as nuances”, afirmou. Brassanini relatou também, no mesmo evento, que agentes do FBI vêm a São Paulo “toda semana para tratar de diferentes casos que envolvem FCPA e lavagem de dinheiro”.

Com base em documentos da Vaza Jato entregues ao The Intercept Brasil e apuração em fontes abertas, a Agência Pública localizou 12 nomes de agentes do FBI que investigaram os casos da Lava Jato lado a lado com a PF e a Força-Tarefa, além da agente Leslie Backschies, que hoje comanda o esquadrão de corrupção internacional do FBI. E descobriu que essas investigações viraram símbolo de parceria bem sucedida e levaram à promoção diversos agentes americanos. Segundo um ex-promotor do Departamento de Justiça americano contou à Pública, a presença de agentes do FBI no Brasil foi fundamental para o governo americano concluir suas investigações sobre corrupção de empresas brasileiras.

Com base na lei americana Foreign Corrupt Practices Act (FCPA), o Departamento de Justiça investigou e puniu com multas bilionárias empresas brasileiras alvos da Lava Jato, entre elas a Petrobras e a Odebrecht.

Embora haja policiais lotados legalmente na embaixada em Brasília e no consulado em São Paulo, é proibido a qualquer polícia estrangeira realizar investigações em solo brasileiro sem autorização expressa do governo brasileiro, já que polícias estrangeiras não têm jurisdição no território de outros países.

A colaboração do FBI com a Lava Jato teve início em 2014 e foi fortalecida em 2015 e 2016, quando o foco da operação eram Odebrecht e Petrobras. Em 2016, a Odebrecht aceitou pagar a maior multa global de corrupção até então: US$ 2,6 bilhões a Brasil, Suíça e EUA. A parcela devida às autoridades americanas, no valor total de US$ 93 milhões, foi paga à vista. Hoje, a empresa está em processo de recuperação judicial.

Em 2018, a Petrobras aceitou pagar a maior multa cobrada de uma empresa pelo Departamento de Justiça americano: US$ 1,78 bilhão.

“O que ocorre no Brasil está mudando o modo como olhamos os negócios e a corrupção no mundo inteiro”, afirmou um dos maiores defensores da cooperação com os Estados Unidos, George “Ren” McEachern, em entrevista à Folha de S. Paulo em fevereiro de 2018, sob o título “Curitiba mandou a mensagem de que o Brasil está ficando limpo”.

“Ren” McEachern chefiou a Unidade de Corrupção Internacional do FBI até dezembro de 2017 e supervisionou o grosso das investigações da Lava Jato em nome do Departamento de Justiça americano. Segundo os documentos vazados ao The Intercept Brasil e analisados em parceria com a Agência Pública, ele esteve na primeira delegação de investigadores americanos que esteve em Curitiba em outubro de 2015, sem autorização do Ministério da Justiça, conforme revelamos nesta reportagem.

Ren nunca escondeu sua participação nos casos ligados à Lava Jato. “Você precisa compartilhar informações [com outros países]. Porque agora todos os negócios são globais. Uma empresa que paga propina no Brasil paga também em outros países”, disse à Folha em fevereiro de 2018. Pouco antes, Ren deixara o FBI para passar ao setor privado. Na empresa de consultoria Exiger, ele viaja o mundo para ensinar métodos de “compliance” a leis anticorrupção para empresas evitarem investigações como as que ele liderava no FBI.

Em 2015, “Ren” foi o grande responsável pela ampliação do foco do FBI em corrupção internacional, com a abertura de três esquadrões dedicados a isso, em Nova York, Washington e Los Angeles. No seu perfil no site da Exiger, é descrito como aquele que “desenvolveu e implementou uma nova estratégia global proativa no FBI para investigar crimes financeiros complexos e temas de corrupção. Essa nova estratégia foi coordenada proximamente com o DOJ e a SEC [a Comissão de Valores Mobiliários dos EUA]. Além disso, representou um aumento de quase 300% em novos recursos anticorrupção para o FBI”. O plano misturava investigações proativas por parte de polícias dedicadas a decifrar a corrupção internacional com tecnologia e análises de ponta sobre temas financeiros.

“Por volta de 2014, 2015, o FBI estava buscando maneiras de ser mais proativo nas investigações sobre corrupção internacional”, disse ele em uma conferência em Nova York sobre “o mundo após a Lava Jato”, em novembro de 2019. “Então começamos a olhar para países que poderiam convidar agentes do FBI até o país para analisar investigações de corrupção que tivessem um nexo com os Estados Unidos, em jurisdições como FCPA e lavagem de dinheiro”.

Foi assim que o FBI se engajou na Lava Jato.

“O timing foi simplesmente perfeito”, disse ele. “Nós estávamos ajudando em casos que tinham uma conexão com os EUA, mas eles [os procuradores da Lava Jato] eram realmente muito avançados e estavam usando técnicas muito sofisticadas e inteligentes”.

Uma das maiores lições que Ren diz ter adotado após a parceria com a Lava Jato foi a criação de equipes com agentes especializados que trabalham “proativamente” em casos de corrupção internacional. O caso da Petrobras, segundo ele, marcou um nível sem precedentes de “compartilhamento de inteligência, compartilhamento de evidência certificada”. “Aquilo foi uma grande mudança”, diz.

Fora do FBI, a agenda de “Ren” está cheia de eventos sobre “compliance” contra corrupção – muitos deles financiados por empresas que vendem ou compram tais serviços. Desde 2015, ele esteve em simpósios em Hong Kong, Polônia, China, Noruega, Holanda, Espanha, Inglaterra e Brasil. Entre os patrocinadores destes eventos estão a consultoria PriceWaterhouse Coopers, a associação de importadores e exportadores de armas Fair Trade Group, o conglomerado de mídia Warner Brothers, as médico-farmacêuticas Pfizer e Johnson&Johnson e a fabricante de armas militares Raytheon.

No Brasil, o ex-agente especial foi palestrante no 4o Annual International Compliance Congress and Regulator Summit, financiado pela agência de notícias Thomson Reuters em São Paulo em maio de 2016. Aproveitou a vinda ao país para dar uma palestra a 90 membros do Ministério Público Federal de São Paulo. Na ocasião, enalteceu a cooperação internacional e explicou que, no Brasil, o FBI “oferece suporte técnico a investigações, em relação a criptografia, telefonia móvel e dados em nuvem, com um analista cibernético sediado em Brasília”.

O escritório do FBI fica na embaixada americana, na capital brasileira.

Procurado pela Pública, Ren afirmou que decidiu não falar mais publicamente sobre sua carreira no FBI e seu trabalho no Brasil.

Agentes quase anônimos

Quando veio na primeira delegação para negociar com os delatores das Lava Jato, em outubro de 2015, Ren estava acompanhado pela tradutora Tania Cannon e por outros agentes do FBI. Um deles, Jeff Pfeiffer, veio de Washington, onde é lotado desde 2002 e trabalha em casos de corrupção, segundo seu perfil no LinkedIn.

Formado em contabilidade e administração, o agente foi designado dois anos depois, em 2017, como assistente do procurador Robert Mueller na investigação sobre interferência russa nas eleições americanas. Pfeiffer investigou o chefe da campanha de Donald Trump, Paul Manafort, acusado de esconder contas bancárias no exterior, fraude bancária e conspiração para lavar mais de 30 milhões de dólares, além de tentar obstruir a Justiça, segundo o policial afirmou perante um tribunal em 2019.

Outro agente que esteve na comitiva de 2015 foi apresentado oficialmente à Lava Jato como Carlos Fernandes, um nome tão comum que é impossível encontrar referências a ele.

O FBI ainda enviou para Curitiba dois membros do escritório em Brasília, o adido legal Steve Moore e o adido-adjunto David F. Williams.

Williams aparece algumas vezes em comunicação direta com procuradores da Lava Lato nos diálogos vazados ao The Intercept Brasil. Foi ele quem atendeu ao pedido feito, em setembro de 2016, pelos procuradores Paulo Roberto Galvão de Carvalho e Carlos Bruno Ferreira da Silva, para verificar se o FBI conseguiria quebrar o sistema MyWebDay através do qual os funcionários da Odebrecht administravam as propinas pagas em diversos países, conforme revelamos na reportagem “o FBI e a Lava Jato”.

Olimpíadas de 2016 e Copa do Mundo em 2014

Já Steve Moore foi o chefe do escritório do FBI no Brasil entre agosto de 2014 e agosto de 2017, comandando a equipe de agentes lotados em São Paulo e Brasília. De acordo com sua página do LinkedIn, aposentou-se em 2018, após 22 anos trabalhando no FBI, onde obteve “extensa experiência internacional em fraudes internacionais complexas, corrupção, FCPA, antitruste, AML, investigações internas sensíveis, e investigações cibernéticas”. No seu perfil profissional ele declara ter “experiência significativa” em planejamento de segurança para megaeventos.

Essa experiência foi adquirida no Brasil. Steve chegou ao país no final da Copa do Mundo e coordenou o FBI durante as Olimpíadas do Rio de Janeiro em 2016, desenvolvendo uma relação próxima com alguns agentes da polícia federal. Certa feita, questionado pelo jornal USA Today sobre como o FBI treinava uma polícia que “há muito tempo é maculada com corrupção e laços com organizações criminosas em todo o país”, ele respondeu que trabalhava com brasileiros “cuidadosamente selecionados e treinados pelos EUA há muitos anos”, reduzindo o risco de informações sensíveis caírem em mãos erradas. “A chave para isso é que nós trabalhamos proximamente com a Polícia Federal brasileira e compartilhamos informações com as suas unidades especializadas”, afirmou ao jornal.

Tudo indica que foi Moore quem escreveu o memorando que iniciou a Operação Hashtag, deflagrada pela PF apenas 15 dias antes da Olimpíada. A Operação Hashtag acabou com a prisão de oito suspeitos de planejar um atentado que jamais chegou a ser planejado, conforme mostrou uma reportagem da Agência Pública. As prisões demonstraram força do governo de Michel Temer (MDB) logo após o impeachment de Dilma Rousseff (PT). Um dos suspeitos morreu linchado no presídio, acusado de terrorista.

Na época, o FBI deu a dica à PF, mas não detalhou como obteve as informações – se foram investigações realizadas dentro ou fora do território nacional.

O memorando de 6 de maio de 2016 vazado ao Blog do jornalista Fausto Macedo não traz o nome de Steve Moore, mas descreve a autoria: “adido legal do FBI”. O documento traz nomes e detalhes sobre os suspeitos que seriam depois investigados pela PF e gerariam a única condenação até hoje pelo crime de terrorismo no Brasil.

Também presente na comitiva sigilosa do FBI a Curitiba, em Outubro de 2015, “Chris” Martinez voltava ao Brasil depois de um período de ausência, já que ela também atuou na Copa do Mundo. Christina Martinez – seu nome completo – ocupou o cargo temporário de Especialista em Treinamento e Relações Cívicas, em Brasília, no período anterior à Copa do Mundo de 2014.

Christina foi a responsável pelo programa de treinamento do FBI, ministrado com outras agências americanas, a 837 policiais das 12 cidades-sede. Os cursos iam de investigação digital a relacionamento com a mídia e como lidar com protestos, segundo revelou a Agência Pública em 2014. Antes disso, entre outubro de 2010 e março de 2013, ela foi assistente de operações do Adido Legal na embaixada em Brasília, função que ocupava quando visitou, em março de 2012, centros de treinamento da Polícia Militar de São Paulo, ao lado de Leslie Rodrigues Backshies, hoje chefe da Unidade de Corrupção Internacional do FBI.

Christina Martinez também tem uma página no LinkedIn, onde lista sua experiência em realizar treinamentos em nome do FBI há mais de 17 anos – além do Brasil, teve cargos temporários na Cidade do México e em Buenos Aires. Antes de vir ao Brasil pela primeira vez, Chris havia sido técnica do FBI em vigilância eletrônica em local não especificado durante mais de 8 anos.

Outro integrante da comitiva que foi à sede da Força-Tarefa da Lava Jato em Curitiba em outubro de 2015 foi Mark Schweers. Mark retornou no ano seguinte, em julho de 2016, em uma nova comitiva do DOJ ao Brasil para conduzir interrogatórios em Curitiba e no Rio de Janeiro. Na sede da Procuradoria da República, no centro do Rio, essa comitiva interrogou os ex-diretores da Petrobras Nestor Cerveró e Paulo Roberto Costa durante nove horas cada. Em Curitiba, inquiriram o doleiro Alberto Yousseff ao longo de seis horas.

Mark Schweers não tem página no LinkedIn. A única referência a um agente do FBI com o mesmo nome encontrada pela reportagem refere-se a um agente especializado em investigar gangues em Oklahoma nos anos 90.

Além dele, participaram dos interrogatórios no Rio de Janeiro em julho de 2016 uma agente cujo nome está registrado como Becky Nguyen. Trata-se de nome comum, de origem vietnamita. Há pelo menos três pessoas com o mesmo nome nas redes sociais – nenhuma é a agente do FBI.

Duas intérpretes, Tania Cannon e Elaine Nayob, também participaram das comitivas que vieram ao Brasil em 2015 e 2016. Tânia esteve nas duas. Na sua página do LinkedIn, ela se descreve como tradutora e intérprete do Departamento de Justiça americano.

Os documentos entregues ao The Intercept Brasil mencionam ainda dois agentes especiais do FBI que atuaram proximamente com investigadores brasileiros a partir do consulado em São Paulo em 2016: June Drake e Patrick T. Kramer.

Há pouca informação sobre a agente June. Segundo os diálogos vazados, o adido-adjunto do FBI David Williams buscou mais informações com June para discutir a possibilidade do FBI ajudar a quebrar a criptografia do sistema MyWebDay, que reunia contabilidade de propinas da Odebrecht. “Através de explicações adicionais fornecidos pelo Patrick e June (do FBI em São Paulo) eu acho que entendemos bem a situação e já passei a pergunta para alguns peritos de ciber no FBI. Carlos, se você gostaria de fazer uma reunião em Brasilia comigo (ou nosso Adido Steve Moore, dependendo da data da reunião) nos podemos encontrar rapidinho para conversar mais”, escreveu o adido legal, por email, ao procurador Carlos Bruno Ferreira da Silva, em setembro daquele ano.

Já a trajetória de Patrick T. Kramer revela um super agente que desde muito jovem atuou em missões de inteligência e investigações complexas. A se considerar o seu perfil público no LinkedIn, sua vida daria um filme.

Durante os anos universitários, Patrick se graduou em espanhol e estudou português do Brasil na Universidade de San Diego, na Califórnia. No final da década de 80, começou sua carreira como marinheiro da II Força Expedicionária, tendo atuado na Operação Tempestade no Deserto, na Arábia Saudita, durante a Guerra do Golfo nos anos de 1990 e 1991, como oficial de comunicação. Nos anos seguintes, fez parte da 300ª brigada de Inteligência Militar e do Special Forces Group (Airborne) em Camp Williams, Utah, capitaneando uma equipe de análise linguística em espanhol para apoiar investigações anti-narcóticos.

Em 2002, já no FBI, investigou cartéis de drogas mexicanos próximos à fronteira do Texas. Depois, debruçou-se sobre membros de gangues em Porto Rico. A partir de 2008, passou a investigar crimes financeiros como fraudes e lavagem de dinheiro, e em 2010 assumiu durante dois meses uma posição temporária na capital da Geórgia, ex-integrante da União Soviética. Pouco antes, estudara russo na Universidade de San Diego.

Promovido, Patrick passou a ser supervisor do FBI em Washington, onde coordenou investigações sobre fraudes em seguros de saúde, tornando-se especialista no tema.

Em 2016, o agente foi enviado para uma posição temporária durante 6 meses como adido-adjunto no consulado de São Paulo, “facilitando e coordenando” temas para a Unidade de Corrupção Internacional do FBI chefiados por Ren McEachern. Neste cargo, ele “conduziu extensiva coordenação e relacionamento com a Polícia Federal brasileira, Minstério Público Federal, a Unidade de Corrupção e o Departamento de Justiça americano temas de preocupação mútua no aprofundamento dos interesses do Brasil/EUA”, segundo sua descrição no LinkedIn. Era responsável pelo “gerenciamento, coordenação, implementação e execução de estratégias operacionais e investigativas sob responsabilidade do adido legal de Brasília”.

Sua passagem foi tão bem sucedida que em junho do ano passado ele retornou ao país, mas desta vez como adido legal-adjunto na embaixada em Brasília, cargo que ocupa até o momento. Patrick passou os primeiros meses fazendo contatos com agentes de segurança. Foi convidado a falar, por exemplo, no dia 29 de agosto de 2018 na inauguração da nova sede da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), no Lago Sul, em Brasília.

No dia 19 de outubro do mesmo ano, participou do II Seminário Nacional dos Agentes de Segurança do Poder Judiciário Federal, em Maceió.

E no dia 28 de outubro visitou, ao lado do assessor Jurídico do Departamento de Justiça dos Estados Unidos da América, Rodrigo Dias, o Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional (DRCI), do Ministério da Justiça, órgão responsável por assinar os acordos de cooperação jurídica com o Departamento de Justiça dos Estados Unidos. O objetivo do encontro foi apresentar uma nova lei americana, recentemente promulgada, Cloud Act, que prevê acordos bilaterais com países para a troca de informações coletadas no ambiente virtual.

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Fonte: https://www.brasil247.com/brasil/vaza-jato-revela-os-13-agentes-do-fbi-que-atuaram-com-dallagnol-contra-as-empresas-brasileiras

quarta-feira, 1 de julho de 2020

Flertando com o colapso


Aviso! 5 dias antes do colapso financeiro - os bancos entrarão em colapso muito em breve - o caos se aproxima: não há bancos, não há estabelecimentos públicos, não há comida e grupos de pessoas desesperadas

Se os Estados Unidos experimentam um colapso econômico horrível (e definitivamente o fará), isso causará um colapso completo e total da sociedade? Experimentaremos crime, violência, tumultos e agitação social em uma escala sem precedentes na história dos EUA? Antes de descartar tais noções como tolice total imaginada por alguns blogueiros com muito tempo em suas mãos, talvez você deva considerar o que uma das maiores organizações de classificação de crédito do mundo está dizendo. De acordo com um relatório sobre a dívida soberana da Moody, os cinco maiores países com classificação AAA do mundo (incluindo os Estados Unidos) estão todos em risco de aumentar os custos da dívida e terão que implementar planos de austeridade que ameaçam a "coesão social". Caso você esteja se perguntando o que acontece quando a “coesão social” começa a se deteriorar devido a fatores econômicos, basta conferir os exemplos recentes na Islândia e na Grécia. Se até a Moody´s está avisando que existe uma possibilidade realista de que a "coesão social" nos Estados Unidos possa se deteriorar devido a fatores econômicos, talvez todos devêssemos começar a ouvir.

Ou, se você não ouvir a Moody's, talvez ouça o homem que foi chamado de pesquisador de tendências do mundo inteiro. Gerald Celente é o CEO do Trends Research Institute e está convencido de que estamos entrando no que ele chama de "A Maior Depressão". A imagem que ele pinta do futuro da América é extremamente alarmante e extremamente preocupante. Seria fácil descartar suas previsões como apenas as divagações de outra "cabeça falante" inútil, mas, infelizmente, Celente tem falhado com precisão várias vezes no passado. Considerando seu histórico exemplar, o que Celente diz que virá a seguir para a América é incrivelmente assustador….

Esse é um tópico difícil, porque as pessoas não acreditam ou não são capazes porque não têm o conhecimento necessário para entender o que está sendo dito. Quando você entende que nosso país só pode operar com base em dívida / crédito, e não em dólares físicos, você finalmente vê que os EUA são um grande esquema de Ponzi, construído sobre nada além da nossa capacidade de pedir dinheiro emprestado. Nosso status como moeda de reserva mundial nos permitiu emprestar dinheiro que não possuímos.

O governo diz que existem 10 trilhões de dólares no sistema bancário dos EUA que podemos ir e retirar com facilidade. Como isso pode ser verdade quando só existem 1,4 trilhões de dinheiro real em circulação (dólares e moedas) e mais da metade está fora dos EUA. Isso não inclui os 10 bilhões de trilhões a mais que devemos a outros países que compraram nossa dívida. Se todos os nossos credores viessem pedir seu dinheiro de uma só vez, haveria menos de US $ 1 dólar por cada US $ 1000 em dívida. A economia mundial entra em colapso. Todos os Grandes impérios baseados em moedas fiduciárias terminam dessa maneira. As pessoas com quem converso, como minha esposa e amigos, não têm idéia do que está por vir.

Aqui está o cenário. “As agências governamentais estão tendo dificuldades para efetuar seus pagamentos. Os governos estaduais estão emitindo comprovantes para pagar suas contas. O Seguro Social dos EUA está atrasado na emissão de seus pagamentos a aposentados e deficientes. Muitos bancos estão emitindo avisos sobre liquidez. Os preços dos alimentos estão aumentando a cada hora. Em vez de falar sobre o mais recente reality show da realidade, todos estão falando sobre inflação, dinheiro, demissões em massa, etc. Faltam 5 dias para o colapso econômico. ” Então, o que você faz?

Nossa atual recessão / depressão está lentamente se arrastando neste momento em direção a um resultado ruim. Embora eu acredite que os EUA e o Canadá ainda estejam entre 3 e 5 anos longe de um colapso econômico, acredito profundamente que o colapso está chegando. O euro entrará em colapso primeiro. Grécia, Venezuela e Espanha já entraram em colapso. Itália e Portugal estão prestes a desmoronar em seguida. Tendo essa visão, tenho me preparado vigorosamente nos últimos 2 anos.

Durante esses últimos dois anos, sempre pensei em como seriam os últimos 5 dias antes de um colapso. Como os governos farão tudo e qualquer coisa para adiar o início de um colapso econômico, como deveriam, acredito que o problema chegará a um ponto dramático, onde a economia cairá rapidamente rapidamente. Com o governo federal dos EUA executando déficits de US $ 1 trilhão nos últimos 3 anos, por quanto tempo isso pode continuar? Em algum momento, nenhum governo estrangeiro ou entidade doméstica desejará comprar dívida federal dos EUA. Então, a única opção é que o Federal Reserve dos EUA gere dinheiro artificial, não lastreado em receitas tributárias nem em ativos tangíveis, para que o Fed compre a dívida federal dos EUA. Em algum momento, a injeção contínua de moedas fiduciárias desencadeará um período de hiperinflação. Nesse momento, a espiral em direção ao colapso econômico se acelerará.

O que acontecerá se a economia dos EUA entrar em colapso?


Se a economia dos EUA entrar em colapso, você não terá acesso ao crédito.


Os bancos fecharão. Isso significa que a demanda ultrapassará a oferta de alimentos, gás e outras necessidades. Se o colapso afetar governos e empresas de serviços públicos, a água e a eletricidade não estarão mais disponíveis. À medida que as pessoas entram em pânico, a autodefesa se torna mais importante. A economia reverte para uma economia tradicional, onde aqueles que cultivam alimentos trocam por outros serviços.


Um colapso econômico dos EUA criaria pânico global. A demanda pelo dólar e pelas Tesourarias dos EUA despencaria. As taxas de juros disparariam. Os investidores corriam para outras moedas, como yuan, euro ou mesmo ouro. Isso criaria não apenas inflação, mas hiperinflação à medida que o dólar se tornasse barato.


Quando a economia dos EUA entrará em colapso?


Qualquer um dos seis cenários a seguir pode criar um colapso econômico.


Se o dólar dos EUA perder rapidamente valor, criaria hiperinflação.

Uma corrida bancária pode forçar os bancos a fechar ou mesmo fechar o negócio, cortando empréstimos e até retiradas de dinheiro.

A internet pode ficar paralisada com um super-vírus, impedindo e-mails e transações online.

Ataques terroristas ou um embargo massivo de petróleo podem interromper o transporte interestadual. Os supermercados logo ficariam sem comida.

Violência generalizada irrompe em todo o país. Isso pode variar desde tumultos no centro da cidade, uma guerra civil ou um ataque militar estrangeiro. É possível que uma combinação desses eventos possa sobrecarregar a capacidade do governo de impedir ou responder a um colapso.

Alguns acreditam que o Federal Reserve, o presidente ou uma conspiração internacional estão levando os Estados Unidos à ruína econômica. Se for esse o caso, a economia poderá entrar em colapso em menos de uma semana. Isso ocorre porque a confiança é de que as dívidas serão pagas, alimentos e gás estarão disponíveis quando você precisar e será pago pelo trabalho desta semana. Se um pedaço grande o suficiente parar por vários dias, isso cria uma reação em cadeia que leva a um colapso rápido.

Como se preparar para um colapso

É difícil se proteger completamente de um colapso econômico nos EUA, porque isso pode ocorrer sem aviso prévio.

Na maioria das catástrofes, as pessoas sobrevivem através de seu conhecimento, inteligência e ajuda mútua. Certifique-se de entender os conceitos econômicos básicos para poder ver sinais de aviso de instabilidade.

Segundo, mantenha o maior número possível de ativos líquidos, para que você possa retirá-los dentro de uma semana. Além do seu trabalho regular, verifique se você possui as habilidades necessárias em uma economia tradicional, como agricultura, culinária ou reparo.

Verifique se o seu passaporte está atualizado caso você precise sair do país em pouco tempo. Para estar completamente preparado, pesquise os países-alvo agora e viaje para lá de férias, para que você esteja familiarizado com o seu destino.

Mantenha-se na melhor forma física. Conhecer habilidades básicas de sobrevivência, como autodefesa, forrageamento, caça e agricultura. Pratique agora com acampamentos. Se puder, aproxime-se de uma reserva natural em um clima temperado. Dessa forma, se ocorrer um colapso, você poderá viver fora da terra em uma área relativamente despovoada.

Quanto ao dinheiro, é quase inútil tê-lo em um colapso econômico real porque seu valor pode ser dizimado. O ouro não ajuda muito porque é pesado para transportar e inútil em uma situação real de sobrevivência. Mas seria bom ter um estoque de notas de US $ 20 e moedas de ouro, apenas por precaução. Durante muitas situações de crise, esses subornos foram aceitáveis.

Então, como serão os cinco dias antes do colapso econômico total. Aqui estão alguns indicadores importantes que inserimos nos últimos 5 dias.

  1. Os preços do ouro e da prata sofrerão severas mudanças de preço. Prata verá oscilações de preço de US $ 5 por dia. O ouro terá oscilações de US $ 100 ou mais por dia. As pessoas comuns do dia-a-dia, incluindo os não-pimentões, começarão a prestar atenção ao preço do ouro e da prata. Ouro e prata serão reportagens diárias em vários meios de comunicação.
  2. Há discussões na mídia e dentro de fontes governamentais sobre a realização de um feriado bancário, uma vez que o banco está mostrando um estresse severo devido a empréstimos podres e resgate de depósitos.
  3. O preço da munição aumentará dramaticamente, à medida que as pessoas comuns correm para comprar munição.
  4. As lojas de armas estarão cheias de pessoas, procurando fazer compras de última hora.
  5. Os bens de lata e outros alimentos armazenáveis ​​ficarão escassos, à medida que as pessoas começarem a acumular alimentos.
  6. As pessoas ficam em casa longe de seus empregos, se tiverem um emprego, por medo de ficarem longe de suas famílias. As pessoas vão se preocupar com um aumento grave no crime, à medida que mais pessoas se desesperam.
  7. Abrigos para sem-teto e instituições de caridade locais ficam sobrecarregados com a demanda. Os artigos de notícias mostrarão as filas de pessoas esperando por uma cama grátis ou uma refeição doada. Surgirão linhas de pão, à medida que os governos começarem a distribuir alimentos para pessoas desesperadas.

Tendo visto que você está agora nos últimos 5 dias antes do colapso, que ações você deve tomar?

  • Reúna suas famílias e grupo de sobrevivência. Limite qualquer viagem a áreas locais.
  • Sacar dinheiro !!! Se você ainda tiver títulos ou investimentos (provavelmente sem valor no momento), venda e receba dinheiro pelos proventos. Liquidar suas contas bancárias. Esvazie todas as caixas de trava de segurança como bancos. Chegue aos bancos antes que os bancos fechem ou entrem em um feriado bancário. Receba notas pequenas, US $ 1, US $ 5 e US $ 20. A cunhagem também será valiosa. Quando os bancos fecham, os cartões de crédito são cancelados em massa e o caixa eletrônico para de funcionar, as pessoas precisarão fazer suas próprias alterações nas compras.
  • Se você tem uma residência deserta, é hora de fazer as malas e se mudar para a sua fazenda de sobrevivência. Se a ordem civil for mantida, reserve tempo suficiente para fazer várias viagens para realocar seus suprimentos e equipamentos para o local do retiro.
  • Se os supermercados ainda estiverem funcionando, compre o máximo de alimentos enlatados e secos que conseguir. Carne enlatada, vegetais enlatados, feijão enlatado e seco, arroz e macarrão seco devem ser uma prioridade neste momento. Se você é um prepper de sobrevivência, já deve ter 6 meses a 2 anos de alimentos armazenados. Agora é a hora de suprir seus suprimentos de comida, antes do colapso. Quando o colapso ocorre, os supermercados se tornam campos de batalha e devem ser evitados. Aqui estão alguns lugares alternativos para comprar suas compras de última hora:
  • Postos de gasolina costumam transportar muitas compras, especialmente salgadinhos. Você encontra alguns alimentos enlatados e secos em postos de gasolina.
  • Hoje, muitas vezes, as farmácias são agora mini-mercearias.
  • As lojas de vitaminas costumam ter várias barras de alimentos e misturas de bebidas nutricionais.
  • Máquinas de venda automática como paradas na estrada, prédios de escritórios e escolas são fontes de compras de alimentos de última hora. Por esse motivo, você deve incluir um rolo de quartos (ou dois) em seu veículo.
  • Os restaurantes que fecham costumam ter uma loja de alimentos a granel que não foram vendidos. Qualquer restaurante fechado recentemente deve ser contatado para oferecer a compra de alimentos enlatados a granel.
  • Os cinemas costumam ter muitos lanches à venda.
  • Os vizinhos que surgem podem deixar para trás alimentos que não poderiam transportar. Acredito firmemente no estado de direito e apoio a polícia local em seus esforços de prevenção ao crime. Então, não saqueie! Os saques aumentarão o colapso da sociedade. Em vez disso, esteja preparado, para que você não precise ser colocado em uma situação desesperadora. Em vez disso, eu me ofereceria para vigiar os lares das pessoas e me mudar para seus familiares remotos. Se você é conhecido e confiado pelos seus vizinhos, peça uma chave para que você possa verificar se há vazamentos de água ou arrombamentos nas casas deles. Pergunte educadamente ao seu vizinho: “Se você não voltar em uma data específica, posso fazer uso de quaisquer ferramentas ou suprimentos que você tenha deixado em sua casa?” Se a ordem civil quebrar no seu bairro, mova os suprimentos do seu vizinho para sua casa para segurança. Quando o vizinho retornar, devolva os suprimentos. Se eles não retornarem, pelo menos seus suprimentos não serão desperdiçados.
  • Estocar medicamentos necessários. Peça ao seu médico uma receita de 3 meses. A maioria dos seguros de saúde pagará apenas um mês de medicamentos por vez. Informe à farmácia que você pagará em dinheiro por qualquer coisa que a companhia de seguros não cubra. Obtenha cópias impressas do seu
  • prescrições, em caso de falta de energia. Guarde seus frascos de prescrição originais, para demonstrar que você é legítimo na obtenção de refis. Estabeleça um relacionamento com sua farmácia local, para que eles saibam seu rosto e nome.
  • Estoque de combustíveis:
  • Gasolina e diesel, de preferência em latas de combustível com certificação de metal
  • Conservantes de combustível para atrasar a deterioração dos combustíveis de hidrocarbonetos
  • Tanques de propano - pequenos e grandes (tanques de propano totalmente cheios são excelentes para armazenamento a longo prazo, se mantidos secos e sem ferrugem)
  • Butano para isqueiros
  • Lenha para a sua lareira
  • Feno e outros alimentos para seus cavalos
  • Agora é a hora de estocar outros suprimentos necessários
  • Fórmulas e fraldas para bebês, se você tem ou espera um bebê
  • Artigos de higiene feminina
  • Papel higiênico, lenços faciais, toalhas de papel
  • Baterias, tanto quanto você pode colocar suas mãos
  • Munição, tanto quanto você pode obter em suas mãos
  • Alimentos para animais domésticos
  • A seguir, são apresentados itens que serão escassos quando o colapso econômico ocorrer. Dependendo da sua situação única, você pode pensar em quanto deve comprar e armazenar para o futuro.
  • Calçado e sapatos, especialmente botas de caminhada - As pessoas viajam mais alimentando e realizando mais trabalho manual. Como resultado, o calçado se desgastará muito mais rapidamente. Se você tem filhos em crescimento, os pés deles continuam a crescer, independentemente de você poder comprar sapatos novos ou não. Um dos meus primeiros atos, se soubesse que um colapso econômico estava prestes a ocorrer, seria comprar uma escada de sapatos maiores para cada um dos meus filhos.

    Equipamentos para camping e caminhada - Se as pessoas se preocupam com a necessidade de recuar aos pés ou se são expulsas de suas casas, o equipamento de acampamento estará em alta demanda. Como preparador de sobrevivência, você já deve receber suprimentos com tendas, mochilas, sacos de dormir, utensílios de cozinha para acampamento etc.

    Detergentes e produtos de limpeza - O saneamento será a diferença entre saúde ou doença após o colapso. Você estará trabalhando do lado de fora com as mãos e ficará mais sujo após o colapso. Você precisa estar pronto para lavar à mão e secar as roupas sujas com a linha. Como tal, você precisará estar abastecido com produtos de limpeza e detergentes.

    Alvejante - Alveje como uma vida útil limitada. Degrada dentro de um ano ou dois. A água sanitária é muito valiosa para manter o saneamento doméstico, limpar a roupa e preservar a água.

    A seguir, são itens que você provavelmente não poderá adquirir durante os últimos cinco dias antes do colapso.

    1. Ouro e prata - Poucas pessoas provavelmente oferecerão ouro ou prata para venda, a menos que estejam desesperadas por comida.
    Armas (espingardas, carabinas, pistolas, revólveres, espingardas) - As armas serão escassas, pois haverá uma corrida para estocar antes do colapso. Como prepper de sobrevivência, você já deve estar preparado com sua bateria de armas defensivas. Você já deve ser treinado no uso, limpeza, manutenção e reparos menores de suas armas. Você já deve estar ciente das práticas de segurança adequadas e das leis sobre armas da sua região.
      Munição - Espere que todas as munições sejam compradas. Algumas localidades congelam a venda de armas e munições, antes ou durante o colapso civil.
        Geradores de energia - serão vendidos rapidamente, mas acredito que isso pode ser um desperdício de dinheiro. Como o combustível se tornará difícil de adquirir, a maioria dos geradores de energia ficará silenciosa dentro de um mês. Se você comprar um gerador de energia, escolha um que suporte vários combustíveis, como também álcool, propano, gás natural e diesel. Se você conseguir gerar seu próprio álcool puro ou biodiesel, terá uma grande vantagem. A melhor configuração é uma lareira a lenha e um fogão a lenha na cozinha, juntamente com uma parte traseira robusta e um machado afiado.
          Painéis solares (e baterias de longo prazo relacionadas) - Se você possui sua própria configuração de painel solar e é capaz de executar sua propriedade e recarregar pequenas baterias da energia solar, você terá uma vantagem. Se você deseja essa configuração, precisará ter isso bem antes de um colapso. Após um colapso, fique atento ao roubo de painéis solares. Os painéis solares farão da sua propriedade um alvo para pessoas más.
            Os livros podem ser seu melhor investimento antes do colapso.
                Sabedoria dos velhos tempos (fragmentos atemporais de sabedoria sobre como cultivar tudo organicamente, desde os bons velhos tempos em que todos fizeram) Você pode se preparar para a guerra, movendo-se para o campo e construindo uma fazenda, mas você deve levar armas consigo, como as hordas de fome estará em roaming. Além disso, mesmo que a elite tenha seus refúgios e abrigos especializados, eles devem ser tão cuidadosos durante a guerra quanto os civis comuns, porque seus abrigos ainda podem ser comprometidos. ”)
                    The Lost Ways (Aprenda os segredos há muito esquecidos que ajudaram nossos antepassados ​​a sobreviver a fomes, guerras, crises econômicas e qualquer outra coisa que a vida lhes lançasse)
                        MANEIRAS PERDIDAS 2 (Palavra do dia: Prepare-se! E faça da maneira antiga, como nossos pais anteriores fizeram e tiveram muito sucesso antes de nós, porque o que está à nossa frente exigirá toda a ajuda que pudermos obter. habilidades que garantiram a sobrevivência de nossos ancestrais em tempos difíceis de fome e guerra.)

                        https://www.prepperfortress.com

                        Fonte: https://undhorizontenews2.blogspot.com/

                        sexta-feira, 26 de junho de 2020

                        Fabrício Queiroz, tesoureiro do clã Bolsonaro, negocia delação premiada


                        A maior preocupação de Queiroz é com a família: sua mulher, Márcia Aguiar de Oliveira, que está foragida, e as filhas, Nathalia Mello e Evelyn Mello, todas investigadas no “esquema da rachadinha”. Ele também pede para cumprir prisão domiciliar, segundo a CNN

                        26 de junho de 2020, 18:35 h Atualizado em 26 de junho de 2020, 19:06

                        Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz e Jair Bolsonaro Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz e Jair Bolsonaro (Foto: Ag. Senado | Polícia Civil/Divulgação | PR)


                        247 - Ex-assessor de Flávio Bolsonaro, preso na semana passada, Fabrício Queiroz negocia um acordo de delação premiada com o Ministério Público do Rio de Janeiro, informa reportagem da CNN Brasil.

                        De acordo com fontes envolvidas na investigação, a maior preocupação de Queiroz é com a família. Ele quer garantidas e proteções para a mulher, Márcia Aguiar de Oliveira, que está foragida, e para as filhas, Nathalia Mello e Evelyn Mello, todas investigadas no “esquema da rachadinha”. Ele também pede para cumprir prisão domiciliar. Queiroz está bastante preocupado que as filhas venham a ser presas e que Márcia seja localizada.

                        "A negociação está arrastada porque os promotores querem garantias que o ex-assessor de Flávio Bolsonaro tem informações novas para apresentar e não apenas relatar fatos que a investigação já conseguiu remontar", informa ainda a reportagem.

                        Fonte: https://www.brasil247.com/brasil/fabricio-queiroz-tesoureiro-do-cla-bolsonaro-negocia-delacao-premiada

                        Grupo da Lava Jato na PGR rompe com Aras e pede demissão coletiva


                        Procuradores acusam a subprocuradora-geral da República, Lindora de Araújo, de tentar obter dados sigilosos sem realizar o procedimento legal

                        26 de junho de 2020, 20:21 h Atualizado em 26 de junho de 2020, 20:34

                        (Foto: REUTERS/Adriano Machado)

                        247 - O grupo de procuradores responsáveis pela Lava Jato na Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu demissão nesta sexta-feira, 26, por divergências com a gestão do procurador-geral da República, Augusto Aras.

                        Segundo o jornal O Globo, o estopim da demissão coletiva foi a visita feita pela subprocuradora-geral da República, Lindora de Araújo à força-tarefa de Curitiba nesta semana. Segundo ofício enviado pela força-tarefa à Corregedoria do Ministério Público Federal, ela teria tentado obter acesso a informações sigilosas dos bancos de dados da operação sem realizar o devido procedimento legal.

                        Pediram demissão os procuradores Hebert Reis Mesquita, Luana Vargas de Macedo e Victor Riccely. Outra integrante, que era a mais antiga na Lava-Jato da PGR, já havia deixado o grupo no início do mês, Maria Clara Barros Noleto.

                        Fonte: https://www.brasil247.com/regionais/brasilia/grupo-da-lava-jato-na-pgr-rompe-com-aras-e-pede-demissao-coletiva

                        Wassef diz que Queiroz seria morto 'pelo mesmo pessoal que deu a ordem' para matar Adriano da Nobrega


                        Segundo o advogado Frederick Wassef, a ordem de matar o miliciano Adriano da Nóbrega e ameaçar Fabricio Queiroz teria partido de políticos interessados em colocar a culpa em Jair Bolsonaro

                        26 de junho de 2020, 19:59 h Atualizado em 26 de junho de 2020, 20:34

                        Fabrício Queiroz e Frederick Wassef Fabrício Queiroz e Frederick Wassef (Foto: Reprodução)


                        247 - O advogado Frederick Wassef deu entrevista nesta sexta-feira, à revista Época e afirmou que a ameaça de morte que Fabricio Queiroz sofrendo, e que teria justificado sua ação de escondê-lo, tem relação direta com a morte do miliciano Adriano da Nóbrega.

                        PUBLICIDADE

                        "Queiroz ia ser assassinado pelo mesmo pessoal que deu a ordem para assassinar o Adriano. Policiais do Rio foram à Bahia, torturaram o Adriano, quebraram as costelas, deram três coronhadas na cabeça. Quer prova de tortura? Adriano foi assassinado", afirmou Wassef ao jornalista Guilherme Amado.

                        Segundo Fred Wassef, a ordem de matar Adriano e ameaçar Queiroz teria partido de políticos interessados em colocar a culpa em Bolsonaro. "(É) a política que está por trás disso. Queiroz ia ser assassinado. Eles iriam matar o Queiroz. Ele teria sido enterrado há muito tempo. De quem é a culpa? A culpa seria do presidente Bolsonaro. E você ia torturar a família, porque não tem o pai para assessorar. Eles iriam sequestrar, barbarizar", afirmou.

                        Em entrevista à revista Veja, Wassef afirmou que escondeu Fabrício Queiroz para proteger a família Bolsonaro. De acordo com defensor, haveria um mirabolante plano para matar o ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) e culpar o clã presidencial. Uma eventual morte de Queiroz seria interpretada como uma queima de arquivo, já que ele está envolvido em um esquema de lavagem de dinheiro na Assembleia Legislativa do Rio, onde trabalhava para o parlamentar.

                        Participe da campanha de assinaturas solidárias do Brasil 247. Saiba mais.

                        Fonte:  https://www.brasil247.com/regionais/sudeste/wassef-diz-que-queiroz-seria-morto-pelo-mesmo-pessoal-que-deu-a-ordem-para-matar-adriano-da-nobrega

                        PL 4162: PT é o único partido que vota contra o projeto que privatiza e encarece água e saneamento no País


                        Postado em 25 de junho de 2020

                        Reprodução: Twitter @pacobaca

                        O painel eletrônico no plenário do Senado registrou a orientação de voto das lideranças partidárias, na noite dessa quarta-feira (24), onde mostrou que a Bancada do PT foi a única a votar contra a privatização do saneamento básico brasileiro. Prevaleceu, na votação, o interesse dos empresários desse setor, com cadeira cativa naquela Casa Legislativa, capitaneada pelo relator do projeto de lei (PL 4162/2019), o senador-empresário Tasso Jereissati (PSDB-CE). O projeto encaminhado pelo Executivo estabelece o novo Marco Legal do Saneamento Básico no País.

                        “O PT entende que a água é um direito básico, não uma mercadoria cotada na bolsa de valores. Ele foi o único partido a votar contra a privatização dos serviços de fornecimento, pois sabe que será o fim da universalização do acesso à água e esgotos tratados”, condenou o líder da Bancada do PT na Câmara, deputado Enio Verri (PT-PR) em suas redes sociais.

                        No final do ano passado, a bancada petista na Câmara travou uma luta árdua para derrotar essa proposta que abre as portas do setor de saneamento básico para a privatização. À frente dessa batalha, o deputado Afonso Florence (PT-BA) também condenou a aprovação da proposta pelo Senado. À época ele afirmou que o PL 4162 significa “o monopólio do setor privado na água, na coleta e tratamento de esgoto. Esse é o projeto da tarifa alta e do desabastecimento de água”.

                        Em sua conta no Twitter, Florence explicou que o texto aprovado subtrai prerrogativa constitucional dos municípios ao não permitir o Contrato de Programa (CP). “Antes do PL 4162/19, contratos de programas entre municípios e empresas públicas estaduais eram uma possiblidade, assim como a licitação para empresas privadas prestarem o serviço. O projeto proíbe contratação por contrato de programa, portanto, patrocina o monopólio privado”, lamentou.

                        Segundo Florence, votar esse projeto em plena pandemia é priorizar o desmonte e a especulação privada. “Meu partido, o PT, orientou voto não. A sociedade vai cobrar responsabilidades”, escreveu.

                        ”Venderam a nossa água”

                        O deputado Bohn Gass (PT-RS) lamentou o descompromisso dos senadores que votaram favoravelmente à proposta. “Venderam a nossa água. Senado acaba de sacramentar um dos maiores erros que já se cometeu no Brasil, ao aprovar a privatização da água. Esse projeto havia sido aprovado na Câmara, onde votei não. Entregar para empresas não deu certo em nenhuma cidade do mundo, por que daria no Brasil?”, questionou.

                        Quando ocorreu a votação do PL na Câmara, Bohn Gass (PT-RS) alertou que a água ficaria mais cara para o consumidor. “Isso aqui é uma grande negociata das empresas, que só querem pegar o filé mignon, e vai sobrar igualmente para os estados, os governos, as prefeituras a carne de pescoço”, denunciou. Bohn Gass alertou sobre os escândalos de corrupção nas empresas onde houve privatização. “E a qualidade do serviço caiu e só há investimento onde tem recurso público”, completou.

                        Ao avaliar a aprovação da proposta pelos senadores, o deputado Joseildo Ramos (PT-BA) escreveu: “Tem gente que se engana e compara o projeto aprovado ontem no Senado com a privatização da telefonia. Acha que poderá escolher qual empresa irá fornecer água na torneira de casa? Ou que terá um plano 5G ilimitado de uso? Veja o exemplo do Chile”, recomendou. Para o deputado, o Senado prestou um desserviço ao País. “O PL da privatização da água aprovado sob o discurso falacioso que haverá “chuva” de investimentos no setor é mentira”, alertou.

                        O deputado Odair Cunha (PT-MG) também usou sua conta no Twitter para condenar mais uma conta perversa que o povo brasileiro vai ter de pagar. “O novo Marco Regulatório do Saneamento não será benéfico para a população mais carente. Apenas servirá para deixar empresários ainda mais ricos”, condenou.

                        Para ele, o Senado atuou na contramão do que acontece em outros países. “Um movimento contrário ao que vemos no mundo, onde centenas de cidades estão reestatizando o saneamento nos últimos anos”, lembrou o parlamentar.

                        A deputada Benedita da Silva (PT-RJ) classificou a ação dos senadores de desrespeitosa com aqueles que mais precisam do Estado brasileiro. “O projeto, infelizmente, foi aprovado. Considero essa ação um desrespeito com a população brasileira, principalmente com a população de baixa renda, pois a conta de água vai encarecer e certamente muita regiões periféricas não serão atendidas”.

                        Água não é mercadoria

                        Na opinião da deputada Maria do Rosário (PT-RS), a proposição aprovada não poderia ser feita no momento em que o País passa pela maior crise sanitária já vista. “A votação não se justifica na pandemia, pois não contribui para melhorar a situação de saúde e pode agravá-la no futuro. O mais importante recurso natural para a vida, a água potável, não pode ser tratada como uma mercadoria”.

                        O deputado Waldenor Pereira (PT-BA) disse que a aprovação do PL 4162/19 pelo Senado é uma medida perversa que acentuará as desigualdades sociais em nosso País. “O Marco Regulatório do Saneamento Básico, votado em plena pandemia, na verdade, privatiza a água. Acesso a água e esgotamento é um direito. Lamento profundamente”, escreveu o petista.

                        Para o deputado Zé Neto (PT-BA), o PL que permite a privatização dos serviços de saneamento em todo o Brasil é “perverso, que vai na contramão do mundo moderno, onde serviços como fornecimento de água são reestatizados em muitos países da Europa”, criticou.

                        Benildes Rodrigues

                        Reprodução: Twitter @pacobaca

                        Fonte: https://ptnacamara.org.br/portal/2020/06/25/pl-4162-pt-e-o-unico-partido-que-vota-contra-o-projeto-que-privatiza-e-encarece-agua-e-saneamento-no-pais/

                        Justiça cobra de Bolsonaro e Pazuello explicação sobre censura na Saúde


                        Postado em 25 de junho de 2020


                        Foto: Arquivo-PT na Câmara

                        O juiz Evandro Reimão dos Reis, da 10ª Vara da Justiça Federal da 1ª Região, determinou que o presidente Jair Bolsonaro e o ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, se manifestem em até cinco dias sobre ação popular que pede a interrupção imediata de medidas de restrição da liberdade de expressão imposta aos servidores do Ministério da Saúde. O juiz requisitou ainda a manifestação do Ministério Público Federal (MPF). A ação é de autoria do deputado federal Jorge Solla (PT-BA).

                        Na peça, o petista destaca que os servidores foram obrigados a assinar termos de confidencialidade, com ameaça expressa de prisão sob alegado descumprimento da Lei de Segurança Nacional (Lei 7170/83); receberam ainda, em suas caixas de e-mail, aviso de que suas redes sociais particulares seriam monitoradas, em documento assinado pelo Conselho de Ética do Ministério da Saúde, que alertava: “A função pública se integra na vida particular de cada servidor público e, por isso, os fatos verificados na conduta do dia a dia em sua vida privada poderão acrescer ou diminuir o seu bom conceito na vida funcional”.

                        “Houve a violação expressa (…) da Carta Magna e as disposições da Lei de Acesso a Informação, uma vez que os Réus em ato manifestamente ilegal, com nítido desvio de finalidade, criaram ‘’normas de comportamento’’ dos servidores lotados na pasta, buscando, a um só tempo, coibir a divulgação de dados do Ministério, especialmente aqueles relacionados ao COVID-19, conforme orientação governamental, sob o pálio de identificar e punir severamente o servidor que se manifestar contrários a tais ideias antidemocráticos”, destaca Solla, na ação popular.

                        Veja a ação popular:

                        Ação Popular – pressão servidores01 cópia

                        Despacho(1)

                        Fonte: https://ptnacamara.org.br/portal/2020/06/25/justica-cobra-de-bolsonaro-e-pazuello-explicacao-sobre-censura-na-saude/

                        quarta-feira, 24 de junho de 2020

                        41% dos moradores de favelas que pediram o auxílio emergencial não receberam nenhuma parcela


                        Pesquisa realizada pelo DataFavela apontou, ainda, que 80% dos moradores viram sua renda cair para menos da metade do período que antecedeu a pandemia do novo coronavírus

                        24 de junho de 2020, 12:49 h Atualizado em 24 de junho de 2020, 13:37

                        (Foto: REUTERS/Bruno Kelly)

                        247 - Pesquisa realizada pelo DataFavela, fruto de uma parceria da Central Única de Favelas (CUFA) com o Instituto Locomotiva, aponta que sete de cada dez moradores de favelas pediram o auxílio emergencial do governo federal para enfrentar a pandemia. Deste total 41% não receberam nenhuma parcela do  benefício.

                        Segundo reportagem do blog do jornalista Lauro Jardim, a pesquisa revelou, ainda, 80% dos moradores destas comunidades viram sua renda ser reduzida para menos da metade do período que antecedeu a pandemia. Ainda conforme o levantamento, outros 11%% perderam metade da renda, 5% perderam um pouco e apenas 4% mantiveram o mesmo nível de rendimento.

                        A pesquisa ouviu 3.221 moradores de 239 favelas de todo o Brasil entre os dias 16 e 22 de junho.

                        Fonte: https://www.brasil247.com/economia/41-dos-moradores-de-favelas-que-pediram-o-auxilio-emergencial-nao-receberam-nenhuma-parcela

                        PF prende Daniel “Ativista”, líder de acampamento bolsonarista com Sara Winter


                        A prisão de Daniel Miguel, que se classifica como Daniel Ativista e integrava o acampamento bolsonarista 300 do Brasil, ocorreu no âmbito das investigações sobre atos pró-golpe. A ação da PF foi autorizada pelo ministro do Supremo Alexandre de Moraes

                        24 de junho de 2020, 10:58 h Atualizado em 24 de junho de 2020, 13:37

                        Daniel Miguel Daniel Miguel (Foto: Reprodução)

                        247 -  A Polícia Federal prendeu nesta terça-feira (23) Daniel Miguel, que se classifica como Daniel Ativista, ex-líder, junto com Sara Winter, do acampamento '300 do Brasil', da milícia paramilitar bolsonarista que havia se instalado na Praça dos Três Poderes, em Brasília (DF) - um grupo já havia sido desmantelado por agentes policiais. A detenção ocorreu no âmbito do inquérito das investigações sobre atos pró-golpe, tendo como principais propostas o fechamento do Congresso e do Supremo Tribunal Federal.

                        O integrante do acampamento teve a prisão expedida pelo ministro do STF Alexandre de Moraes no último dia 14, mas o mandado só foi cumprido nesta terça, após Daniel comparecer à sede da PF para prestar depoimento.

                        O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) criticou a prisão. "O ativista Daniel Miguel foi colaborar prestando depoimento na PF. Porém, chegando lá foi preso com base no inquérito dos 'atos antidemocráticos' presidido por @alexandre de Moraes. Já é o 4º preso político do Brasil nesta pandemia. Sua prisão temporária pode durar 5+5 dias", escreveu o parlamentar no Twitter.

                        Fonte: https://www.brasil247.com/regionais/brasilia/pf-prende-daniel-ativista-lider-de-acampamento-bolsonarista-com-sara-winter