sábado, 17 de agosto de 2019

RESERVAS INTERNACIONAIS ano a ano em US$ bilhões

por Edílson Aragão

2000: 33
2001: 35,9
2002: 37,8
2003: 49,3
2004: 52,9
2005: 53,8
2006: 85,8
2007: 180,3
2008: 193,8
2009: 238,5
2010: 288,6
2011: 352
2012: 373,1
2013: 358,8
2014: 363,5
2015: 356,5

E o PT quebrou o Brasil?!

Fonte: https://www.facebook.com/edilson.aragao/posts/2816199778394532

sexta-feira, 16 de agosto de 2019

*Uma mensagem de Fernando Haddad para vocês...*



*Uma mensagem de Fernando Haddad para vocês...*

"Percebo nos olhos dos amigos de luta a tristeza e o cansaço. E confesso que muitas vezes em que me olhei no espelho ultimamente não gostei do que vi: nossos sorrisos estão mais tímidos, escondidos e raros.

É triste observar o nepotismo, o popularismo, a cretinice, a canalhice, a mediocridade que imperam no país nadar de braçada à nossa frente.

Sem críticas, questionamentos ou constrangimentos.

Há uma espécie de cegueira coletiva, consequencias de um país que enlouqueceu, embruteceu e emburreceu.

O pior da direita é que eles não ligam para a História. Não aprendem nada.
Se sentir enojado como esse governo que está aí não significa necessariamente ser “Lula Livre” ou “petista”.

Trata-se de uma questão de inteligência mesmo.

Não ser Bolsonaro, esse equívoco histórico horrível, não significa ser Lula.

Então, perceber essa anestesia intelectual, que compactua com coisas como Olavo de Carvalho, terraplanistas, Damares e essa ruma de gente constrangedora e imoral é doloroso.
Observar a defesa sem críticas à Moro e Dalagnol, mesmo diante das perturbadoras mensagens vazadas é desalentador.

Ouvir de amigos afirmações de que Jean Willys “vendeu” seu mandato ao vereador do Rio David Miranda, repetindo um mantra desonesto e completamente sem noção de fake News criados por Carluxo, através de seu perfil bizarro “pavão misterioso” é muito triste. É ver derretendo uma admiração, um carinho, uma confiança na capacidade intelectual de tais amigos.

Ouvir pessoas próximas defender que as mensagens do Intercept são falsas e que Gleen, um jornalista premiado com um Pulitzer e um Oscar é um “bandido verdevaldo” é profundamete chocante.

Perceber a imaturidade política e desonestidade intelectual em quem você admira é muito impactante.

E sei que não sou só eu que estou passando por isso. Todos nós, que percebemos claramente o esforço feroz de destruírem um projeto de soberania e protagonismo nacional estamos nos sentindo muito tristes. E impotentes. A cada dia é uma surpresa nova. Um choque novo. E uma constatação de que eles não estão ligando.

Sempre foi luta de classes. Sempre foi.
Estamos diante de mais uma: a reforma trabalhista da forma que foi feita; a reforma da previdência tal qual está sendo feita; a vilanização da cultura, do pensamento, do ensino público gratuito; trata-se tão somente de luta de classes.

Nós, que acreditamos em um país mais justo e mais humano, estamos perplexos diante das maldades perpetradas por pessoas que se dizem do bem, conduzidas pela fé e pela palavra de Deus. Nós, que entendemos a palavra de Jesus, estamos perplexos. É o oposto do mantra mais simples e repetido de sua palavra: “amai ao próximo como a si mesmo”.

Essas pessoas de bem odeiam pobres. Odeiam pretos. Odeiam gays. Odeiam as diferenças. E detestaram ver essas diferenças ocupando espaços antes reservados apenas para eles, os nobres e superiores cidadãos da Casa Grande da nossa eterna senzala.
Luta de classes.

Estamos tristes e adoecidos, é verdade.
Mas é agora, mais do que nunca, que precisamos manter a cabeça de pé.
Nenhuma maldade dura para sempre.
É da natureza das coisas a luz vencer a escuridão.

Vamos manter nossa alma, cabeça e espírito fortes.

Vamos resistir. A maldade perderá um dia, pois assim foi na inquisição, no nazismo, nas ditaduras e assim será mais uma vez.
Reúnam-se com seus amigos de fé e riam, gargalhem, se divirtam.

Quando for inevitável estar com os parentes e amigos “gente do bem cristã”, respire fundo e seja superior. Porque somos superiores. Estamos do lado certo da história.
Esteja mais com quem gosta de estar.
Leia mais livros bons. Assista mais filmes. Mais séries. Passeie mais com quem gosta. Dê mais valor a quem você ama. Se ame mais.
Essa dor vai passar.

Pois toda dor é como nuvem que se forma, se desmancha e vai embora.
E se por acaso queimar a pipoca no microondas, dê risada e jogue tudo fora. Há coisas mais importantes para a gente dar atenção!
Sigamos! Juntos!"
Fernando Haddad

Fonte: https://www.facebook.com/edilson.aragao/posts/2814123918602118

O drama de Michelle: avó traficante e mãe acusada de falsificação


Parece pouco-caso, mas não é. Há anos, a primeira-dama se afastou das familiares com passagem pela polícia

Por Hugo Marques e Nonato Viegas

Michelle Bolsonaro: o tio predileto foi preso sob suspeita de integrar milícia (Isac Nóbrega/PR)

Em abril passado, VEJA publicou uma reportagem que começava assim: “Maria Aparecida Firmo Ferreira tem 79 anos, é cardíaca, sofre de Parkinson, locomove-se com dificuldade e mora num casebre que fica na parte mais miserável de Brasília — a favela Sol Nascente, conhecida pela violência, dominada pelo tráfico de drogas e conflagrada por facções que usam métodos similares aos das milícias cariocas. Sem se preocupar com tudo isso, dona Aparecida, como é conhecida, enfrenta uma odisseia diária. Aposentada, ela divide seu tempo entre cuidar de um filho deficiente auditivo, ir ao posto de saúde buscar remédios e bater papo com os vizinhos. (…) Ninguém, ou quase ninguém da vizinhança, sabe que ela é avó da primeira-dama Michelle Bolsonaro. A neta agora famosa, o presidente da República e a pobreza são assuntos que parecem despertar sentimentos conflitantes em dona Aparecida. Faz mais de seis anos que ela não vê a neta que ajudou a criar. A avó não foi convidada para a posse, nem ela nem sua filha, mãe de Michelle, Maria das Graças. Passados três meses de governo, ela não recebeu convite para uma visita ao Palácio da Alvorada, a residência oficial, que fica a apenas 40 quilômetros da favela. Por quê? Ela diz que não sabe responder”. Na última semana, o jornal Folha de S.Paulo publicou uma nova reportagem mostrando que Maria Aparecida, a avó, estava internada fazia dois dias no corredor de um hospital público de Brasília, aguardando vaga para realizar uma cirurgia ortopédica. Sem nenhuma assistência da neta, ela sofria sozinha a dor pela fratura da bacia.

Pois o que parecia um desprezo profundo da primeira-dama com a família de origem humilde esconde, na verdade, problemas bem mais complexos. Dona Aparecida, a avó, nem sempre foi a pessoa de saúde frágil e indefesa que hoje cobra um pouco de atenção da neta. Antes de se aposentar, ela tentou ganhar a vida traficando drogas. VEJA localizou nos arquivos da 1ª Vara de Entorpecentes e Contravenções Penais do Distrito Federal o processo que detalha o dia em que Maria Aparecida Firmo Ferreira, então com 55 anos, foi presa em flagrante. Em 1997, a avó da primeira-­dama era conhecida nas ruas como “Tia” e, segundo a polícia, sua principal atividade era vender drogas no centro de Brasília. Em julho daquele ano, ela foi surpreendida com 169 “cabecinhas de merla”, um subproduto da cocaína. No auto de prisão, ao qual VEJA teve acesso, os policiais contaram ter recebido uma denúncia anônima de tráfico numa região que fica a apenas 3 quilômetros do Palácio do Planalto. Ao chegarem ao local indicado, eles encontraram Aparecida. Dentro de uma sacola que ela carregava, além da “merla”, estavam dois relógios e dezesseis vales-transporte. Na delegacia, ela confessou o crime.

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TRÁFICO – Maria Aparecida Firmo Ferreira, avó da primeira-dama: em julho de 1997, ela foi presa em flagrante vendendo drogas no centro de Brasília. Condenada a três anos de prisão, cumpriu pena em um presídio feminino

TRÁFICO – Maria Aparecida Firmo Ferreira, avó da primeira-dama: em julho de 1997, ela foi presa em flagrante vendendo drogas no centro de Brasília. Condenada a três anos de prisão, cumpriu pena em um presídio feminino (Cristiano Mariz/.)

No depoimento que prestou, a avó da primeira-dama contou que cada pacotinho da droga era vendido a 5 reais. Na Justiça, ela mudou a versão. Alegou que a sacola apreendida não era sua e que teria confessado o crime por pressão dos policiais. Havia, porém, testemunhos de clientes. Aparecida acabou condenada a três anos de reclusão, em regime fechado. A defesa ainda recorreu, sem sucesso. Uma das desembargadoras que votaram contra a libertação foi Sandra de Santis, esposa do ministro do Supremo Tribunal Federal Marco Aurélio Mello. No processo, ao qual VEJA também teve acesso, a avó da primeira-dama, depois de condenada, escreveu uma carta ao juiz confessando o crime e pedindo clemência: “É certo que transgredi a lei, mas o preço altíssimo que pago por meu delito transformou-se completamente. Sou uma senhora de princípios renovados”, dizia.

Na penitenciária feminina do Gama, onde foi cumprir a pena, Maria Aparecida mostrou que os seus princípios não estavam tão renovados assim. Em maio de 1999, quando já estava presa havia um ano e oito meses, tentou subornar um agente, oferecendo-­lhe dinheiro para que a levasse até sua casa. O plano era o seguinte: ela fingiria que estava doente, a direção do presídio autorizaria sua ida a um hospital e, no caminho, a guarda desviaria a rota, permitindo que Maria Aparecida fizesse uma visita à família. Por causa dessa infração, ela ficou na solitária e teve os benefícios de progressão de pena suspensos — e só deixou a penitenciária, em liberdade condicional, em agosto de 1999, depois de cumprir dois anos e dois meses de cadeia. Sua punição foi oficialmente considerada extinta em 2000.

IDENTIDADE – Maria das Graças Firmo, a mãe de Michelle: a polícia descobriu que ela tinha dois registros civis — um deles, falso

IDENTIDADE – Maria das Graças Firmo, a mãe de Michelle: a polícia descobriu que ela tinha dois registros civis — um deles, falso (./.)

Na reportagem publicada em abril, Maria Aparecida contou ter ajudado a criar Michelle, reclamou da ausência da neta e lamentava não ter sido sequer convidada para a cerimônia de posse do presidente Bolsonaro — nem ela nem a filha, Maria das Graças, a mãe de Michelle. O passado, confidencia um familiar da primeira-dama, também deixou marcas na relação entre mãe e filha. Maria das Graças igualmente esteve na mira da Justiça. Em 1988, quando Michele tinha 6 anos, a polícia descobriu que sua mãe possuía dois registros civis — um verdadeiro e o outro falso. De acordo com o primeiro, o verdadeiro, Maria das Graças Firmo Ferreira nasceu no dia 11 de junho de 1959, tinha 1,60 metro e era filha de Ibraim Firmo Ferreira. No outro, o falso, não havia o nome do pai, o da mãe fora alterado (de Maria Aparecida Mendes para Maria Aparecida Firmo Ferreira), ela ficara nove anos mais nova (o ano de nascimento passou para 1968) e sua altura tinha aumentado em 13 centímetros (1,73 metro). Tratava-se, portanto, de outra pessoa.

+ Michelle Bolsonaro e a linguagem de sinais

A então Delegacia de Falsificações e Defraudações de Brasília instaurou inquérito policial para investigar Maria das Graças. Os agentes apuraram que a mãe da primeira-dama havia solicitado a segunda identidade oito anos depois de obter a primeira. Para isso, usou uma certidão de nascimento adulterada expedida no município de Planaltina de Goiás, distante 440 quilômetros do local onde ela realmente nasceu e foi registrada (Presidente Olegário, em Minas Gerais). A fraude foi constatada quando a polícia comparou as impressões digitais dos dois prontuários de identificação arquivados na Secretaria de Segurança e descobriu tratar-se da mesma pessoa. Intimada a depor, Maria das Graças contou que perdera a carteira de identidade e a certidão de nascimento. Ao fazer um novo registro civil, decidiu excluir o nome do pai, porque ele “abandonou a família”, e, “aconselhada por duas amigas”, também alterou a data do seu nascimento — mas nada disso tinha nenhuma “intenção criminosa”, segundo ela.

AMEAÇAS – Favela Sol Nascente: acusado de pertencer à milícia local, tio da primeira-dama continua preso preventivamente

AMEAÇAS – Favela Sol Nascente: acusado de pertencer à milícia local, tio da primeira-dama continua preso preventivamente (Dida Sampaio/Estadão Conteúdo)

Maria das Graças usou a certidão de nascimento adulterada para emitir um novo CPF. Não há no inquérito informações sobre eventuais negócios ilícitos realizados por ela com os documentos falsos. Em 1989, o Ministério Público remeteu o inquérito para a Justiça. Maria das Graças foi indiciada por falsidade ideológica, que prevê pena de até cinco anos de prisão em regime fechado, porém, em 1994, depois de ficar mais de cinco anos parado na Vara Criminal, o processo foi arquivado. O juiz responsável pelo caso justificou a decisão argumentando que o crime estava prescrito. Procurada por VEJA, a mãe de Michelle apresentou uma nova versão para a história: “Isso aí foi um negócio que meu pai tinha arrumado para mim. Não quero mexer com isso, não quero falar sobre isso”. Ibraim Firmo, o pai, foi assassinado em 2015.

VEJA apurou com familiares da primeira-dama que o distanciamento entre ela, a mãe e a avó se deu justamente por causa desses problemas do passado. Um parente que pediu anonimato contou que, pouco depois de Jair Bolsonaro decidir concorrer à Presidência, Michelle procurou a mãe para que ela resolvesse pendências que ainda existiam sobre sua documentação. Ofereceu ajuda, mas Maria das Graças recusou, e as duas se afastaram. A mãe nega qualquer entrevero com a filha. “Eu não vou lá (no Palácio da Alvorada) porque não gosto de palácios e, para a Michelle vir aqui, é muita gente para vir junto e fica tudo muito difícil”, diz. “Estamos ótimas, é tudo mentira, fofoca.”

Rolos com a Justiça têm sido uma tradição familiar. João Batista Firmo Ferreira, sargento aposentado da Polícia Militar de Brasília, foi um dos poucos familiares de Michelle convidados para a cerimônia de posse do presidente Bolsonaro. É — ou era — o tio preferido da primeira-dama. Em maio passado, no entanto, ele foi preso, sob a acusação de fazer parte de uma milícia que age na Sol Nascente, onde mora com a mãe, Maria Aparecida, a avó de Michelle. De acordo com o Ministério Público, João Batista e mais sete PMs participariam de um esquema ilegal de venda de lotes na favela. Um delator contou que os policiais atuavam como o braço armado da quadrilha, dando suporte ao negócio irregular através de ameaças e até eliminação de desafetos. O sargento está preso na penitenciária da Papuda, em Brasília.

O processo que apura a ligação do ex-policial com a milícia da Sol Nascente tramita em segredo de Justiça. Os advogados do PM dizem que o envolvimento dele no caso é um grande mal-entendido. João Batista, de acordo com essa versão, teve a prisão decretada após uma improvável coincidência. Ele construiu uma casa e tentava vendê-la. Um policial amigo indicou um comprador. Esse amigo, porém, estava sendo monitorado pelo Ministério Público. As conversas entre os dois foram gravadas e, para os investigadores, elas comprovariam que João Batista e o colega estavam vendendo lotes irregulares e dividindo as comissões. Logo depois de fechado esse último negócio, inclusive, foi realizada uma transferência de dinheiro da conta de João Batista para a do policial. De acordo com os advogados, o depósito seria uma comissão pela corretagem. Essa versão, no entanto, não convenceu a Justiça.

No mês passado, a defesa de João Batista ingressou com um pedido de relaxamento da prisão preventiva, alegando que o sargento tem bons antecedentes e residência fixa. O juiz do caso, no entanto, ressaltou que a gravidade das condutas dos policiais apuradas pelos investigadores, entre elas participar de organização criminosa, justificava a manutenção da prisão — e negou o pedido. Pessoas próximas ao sargento contaram a VEJA que o fato de ser parente de Mi­chelle Bolsonaro não ajudou em nada a situação dele, muito pelo contrário. Na cadeia, detido há quase noventa dias numa área da penitenciária reservada a policiais, João Batista não recebeu a visita nem tipo algum de ajuda ou solidariedade de ninguém da família.

Procurada, a primeira-dama não quis se pronunciar sobre os familiares. No governo, Michelle vem desempenhando um bom papel, ocupando o cargo de presidente do conselho do Programa Nacional de Incentivo ao Voluntariado, órgão responsável por projetos na área social. Depois da publicação da reportagem da Folha sobre a avó, dona Maria Aparecida foi transferida para outro hospital e operada. A Secretaria de Saúde do Distrito Federal informou que não houve interferência alguma do Palácio do Planalto na mudança. Questionado sobre o caso e fiel ao seu estilo, o presidente Bolsonaro classificou o episódio todo como uma baixaria. De fato, é. Agora, entende-se a distância que a primeira-dama, tão ciosa de sua imagem e preocupada com causas sociais, impôs aos enrolados membros de sua família.

Publicado em VEJA de 21 de agosto de 2019, edição nº 2648

Fonte: https://veja.abril.com.br/brasil/michelle-bolsonaro-avo-mae-traficante-falsificacao-documentos/

Bolsonaro ataca Bolsa-Família e compara o programa a “condução coercitiva”


Com a economia derretendo e sem perspectivas de retomar o crescimento a curto ou médio prazo, Jair Bolsonaro voltou a atacar o Bolsa Família, programa criado no governo do ex-presidente Lula e que reduziu as taxas de extrema pobreza em um quarto (25%) e de pobreza em 15%, segundo dados do Ipea. Para Bolsonaro, contudo, o programa que atualmente beneficia quase 14 milhões de famílias, é uma espécie de "condução coercitiva"

16 de agosto de 2019, 13:38 h Atualizado em 16 de agosto de 2019, 14:03


  • 247 - Com a economia derretendo e sem perspectivas de retomar o crescimento a curto ou médio prazo, Jair Bolsonaro voltou a atacar o Bolsa Família, programa criado no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e que reduziu as taxas de extrema pobreza em um quarto (25%) e de pobreza em 15%, segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Para Bolsonaro, contudo, o programa que atualmente beneficia quase 14 milhões de famílias, é uma espécie de "condução coercitiva".

    “Eu lembro no debate de 2014 uma candidata bateu no peito e falou que no "nosso governo 52 milhões de pessoas vivem do Bolsa Família". Obviamente, e muita gente, repito, necessitava até disso daí. Mas outra parte, não, porque não era estimulada a sair desse tipo de condução coercitiva, vamos assim dizer”, disse Bolsonaro nesta sexta-feira (16) durante um evento no Palácio do Planalto.

    Para ele, o programa foi implantado visando “ganhos eleitorais”. “Em parte, o Bolsa Família foi usado para ganhar votos”, afirmou. “Para esses que até pouco dominaram o país é muito importante que o povo brasileiro tenha em uma de suas mãos um título de eleitor e, na outra, o cartão de um programa assistencial. O que tira a juventude da miséria, ou um homem ou uma mulher, é o conhecimento. Não são programas sociais, que em alguns casos são necessários, até pela idade e pelas condições daquelas pessoas. Mas não podemos crescer pensando nisso”, emendou.

    Fonte: https://www.brasil247.com/brasil/jair-bolsonaro-volta-a-atacar-o-bolsa-familia-tipo-de-conducao-coercitiva

    Aparece ligação direta entre esquema Queiroz-clã e milícias


    Aparecem primeiros documentos que indicam uma ligação entre o esquema Queiroz-clã Bolsonaro e a milícia de Rio das Pedras, uma das mais violentas do Rio. Restaurante de uma ex-funcionária do gabinete de Flávio Bolsonaro é o elo de ligação

    16 de agosto de 2019, 10:28 h Atualizado em 16 de agosto de 2019, 10:5 (Foto: Reprodução)

    247 - Aparecem primeiros documentos que indicam uma ligação entre o esquema Queiroz-clã Bolsonaro e a milícia de Rio das Pedras, uma das mais violentas do Rio. Restaurante de uma ex-funcionária do gabinete de Flávio Bolsonaro é o elo de ligação.

    A revelação é da revista "Crusoé".

    Os vínculos do ex-PM Fabrício Queiroz e do clã Bolsonaro com as milícias do Rio são notórios. O ex-tenente da Polícia Militar Adriano Magalhães da Nóbrega, chefe do "Escritório do Crime". como são conhecidas as milícias de Rio das Pedras, base eleitoral do bolsonarismo, teve sua mãe e esposa empregadas no gabinete de Flávio Bolsonaro. A mãe do ex-tenente participava do esquema de arredação de Queiroz.

    Em 9 de setembro de 2005, na cadeia, Adriano Nóbrega recebeu a Medalha Tiradentes, da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, que lhe foi concedida por iniciativa de Flávio Bolsonaro, então deputado estadual.

    Cadê o Queiroz?

    Enquanto isso, prossegue o descaso para com o paradeiro de Fabrício Queiroz. O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli , determinou em julho a suspensão de todos os processos judiciais em que dados bancários de investigados tenham sido compartilhados por órgãos de controle sem autorização prévia do Poder Judiciário. A decisão foi dada em resposta a um pedido de Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) para beneficiá-lo em investigações que tramitam contra ele na Justiça do Rio de Janeiro.

    Fonte: https://www.brasil247.com/brasil/aparece-ligacao-direta-entre-esquema-queiroz-e-milicias

    quinta-feira, 15 de agosto de 2019

    Bolsonaro enfraquece Moro e intervém na PF do Rio para abafar caso Queiroz


    "Vou mudar o superintendente da Polícia Federal no Rio", anunciou o presidente, atropelando a autonomia da instituição, que fica sob a jurisdição do Ministério da Justiça, de Sergio Moro; segundo reportagem da Folha, a troca já vinha sendo articulada pela cúpula da corporação para as próximas semanas e o anúncio de Bolsonaro causou desconforto

    15 de agosto de 2019, 14:37 h Atualizado em 15 de agosto de 2019, 15:4


  • Marcos Corrêa/PR Marcos Corrêa/PR (Foto: Marcos Corrêa/PR)

    247 - Em mais uma demonstração de que não tem qualquer apreço às instituições, o presidente Jair Bolsonaro anunciou na manhã desta quinta-feira 15 que irá trocar o superintendente da Polícia Federal do Rio de Janeiro, atropelando a autonomia da instituição. A PF fica sob a jurisdição do Ministério da Justiça, de Sergio Moro.

    O atual chefe, Ricardo Saadi, será substituído por Carlos Henrique Oliveira, nome escolhido pelo diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo. Bolsonaro usou como justificativa ‘questões de produtividade’ e ‘um sentimento’ para tirar Saadi do comando.

    Em nota de repúdio às declarações de Bolsonaro sobre a exoneração, o Sindicato dos Delegados de Polícia Federal em São Paulo afirma que chefe do Executivo é 'desrespeitoso' com a corporação. “A Polícia Federal é uma instituição de Estado e deve ter autonomia para se manter independente e livre de quaisquer ingerências políticas”, diz o texto.

    Segundo reportagem da Folha de S.Paulo, o anúncio de Bolsonaro causou desconforto na corporção, uma vez que a troca já vinha sendo articulada pela cúpula, mas para as próximas semanas. O anúncio deu a entender, ainda, que a ideia foi de Bolsonaro, mas integrantes da PF asseguram que não houve interferência para a decisão.

    O movimento de Bolsonaro indica intenção sua de interferir no caso Fabrício Queiroz, pivô da investigação que envolve o filho do presidente, senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ). O caso não está com a PF, mas outras investigações podem envolver os mesmos personagens.

    Fonte: https://www.brasil247.com/brasil/bolsonaro-anuncia-troca-na-pf-atropelando-autonomia-da-instituicao

    MP determina que PF colha depoimento de Flávio Bolsonaro por suspeita de crime eleitoral


    O senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho de Jair Bolsonaro, terá que dar explicações num inquérito na Justiça Eleitoral do Rio que apura indícios de falsificação na declaração de bens do parlamentar

    15 de agosto de 2019, 19:21 h Atualizado em 15 de agosto de 2019, 19:35

    Flávio Bolsonaro Flávio Bolsonaro (Foto: Foto: REUTERS/Adriano Machado)

    247 - Além do chamado Bolsogate, que envolve o assessor Fabrício Queiroz, o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), é alvo de outra investigação por parte do Ministério Público Eleitoral do Rio de Janeiro, que determinou que a Polícia Federal tome o depoimento dele sobre possível omissão de bens à Justiça Eleitoral nas eleições de 2014.

    O MP ainda requisitou que a PF solicite a Flávio suas declarações de Imposto de Renda nos anos de 2013 e 2014. De acordo com o órgão, o objetivo é apurar e colher provas para o inquérito eleitoral que investiga o crime de falsidade ideológica eleitoral.

    De acordo com informações do inquérito, obtido pelo jornal O Globo, a principal suspeita recai sobre um imóvel cujo valor declarado ao Tribunal Regional Eleitoral do Rio era de R$ 565 mil em 2014. Em 2016, ele declarou o mesmo imóvel por R$ 846 mil à Justiça Eleitoral e, no fim daquele mesmo ano, vendeu-o por R$ 1,7 milhão.

    "O Ministério Público investiga se as declarações de bens dele à Justiça Eleitoral continham informações falsas", destaca o jornal.

    Fonte: https://www.brasil247.com/regionais/sudeste/mp-ve-indicios-de-falsificacao-de-declaracao-de-bens-de-flavio-bolsonaro

    Maior produtor de soja do mundo, Blairo diz que Bolsonaro pode matar o agronegócio


    O ex-ministro da Agricultura Blairo Maggi alerta para os riscos da política de Jair Bolsonaro para os ruralistas; "Acho que teremos problemas sérios. Não tem essa que o mundo precisa do Brasil. Talvez precisem dos agricultores brasileiros em outros países, mas somos apenas um player e, pior: substituível. O mundo depende de nós agora, mas daqui a pouco se inverte e ficamos chupando dedo", disse

    15 de agosto de 2019, 18:48 h Atualizado em 15 de agosto de 2019, 19:24

  • 247 - O ex-ministro da Agricultura Blairo Maggi,  acionista da Amaggi, maior trading do agronegócio de capital nacional, alertou para os riscos ao agronegócio da política de Jair Bolsonaro em relação ao Meio Ambiente.

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    Para Maggi, o governo Bolsonaro está "uma verdadeira confusão". "O governo não fez nenhuma mudança aqui internamente, não facilitou a vida de ninguém, no entanto estamos pagando um preço muito alto. Acho que teremos problemas sérios. Não tem essa que o mundo precisa do Brasil. Talvez precisem dos agricultores brasileiros em outros países, mas somos apenas um "player" e, pior: substituível. O mundo depende de nós agora, mas daqui a pouco se inverte e ficamos chupando dedo", disse ele em entrevista ao Valor Econômico.

    O ex-ministro chama a atenção para a cláusula do acordo do Mercosul-UE que permite que a Europa barre importações do Brasil. "Essas confusões ambientais poderiam criar uma situação para a UE dizer que o Brasil não estaria cumprindo as regras. E não duvido nada que a gritaria geral que a Europa está fazendo seja para não fazer o acordo. A França não quer o acordo", acrescentou.

    Fonte: Maior produtor de soja do mundo, Blairo diz que Bolsonaro pode matar o agronegócio

    Os inimigos nem tanto ocultos


    CONHEÇA O SEU INIMIGO E NÃO É RÚSSIA

    O europeu étnico sobrevive em royalties de livros doados pelo autor Michael Walsh e apoiadores de notícias e pontos de vista reais. NÓS DESEJAMOS DE SUBSTITUIR A ROTA DOS VITÓRIOS COM A HISTÓRIA VERDADEIRA, ENTRELATIVAR, INSPIRIR E EDUCAR, E COM A SUA AJUDA PARA COMPARTILHAR AS NOSSAS HISTÓRIAS O MAIS TÃO POSSÍVEL

    As empresas mais odiadas do mundo são chefiadas pela Monsanto: o Dr. Strangelove, criador do DDT e do Agente Laranja, a Monsanto é um dos maiores fabricantes mundiais de pesticidas e genótipos de genocídios (agente laranja). É conhecida por ser a primeira empresa a modificar geneticamente uma semente para torná-la resistente a pesticidas e herbicidas. Os herbicidas da Monsanto foram responsabilizados por matar milhões de hectares cultivados, enquanto seus produtos químicos foram adicionados a listas negras de produtos que causam câncer e muitos outros problemas de saúde.

    Apple: Apple é acusada de maltratar ou pagar seus funcionários, de esconder dinheiro no exterior e de não pagar impostos. Também foi acusado de violar a legislação sanitária ou ambiental e de abusar da sua posição onde detêm o monopólio do mercado. E, deliberadamente, desacelerar os iPhones mais antigos e sobrecarregar seus produtos.

    Nestle: A Nestlé, maior empresa de alimentos e bebidas do mundo, diz que está comprometida em melhorar a qualidade de vida. No entanto, foi arrastado por numerosos escândalos envolvendo trabalho escravo. A multinacional é uma das corporações mais boicotadas do mundo, já que violações de direitos trabalhistas foram relatadas em suas fábricas em diferentes países.

    Philip Morris: Os produtos da multinacional americana fabricante de cigarros e tabaco são vendidos em mais de 180 países fora dos Estados Unidos. A Philip Morris é dona da Marlboro, uma das maiores marcas do mundo. Em 1999, Philip Com uma retórica anti-humana de tirar o fôlego, Morris cortejou autoridades da República Tcheca explicando como o tabagismo, na verdade, ajudaria sua economia, devido à redução dos custos de saúde de seus cidadãos que morrem cedo.

    McDonald's: O McDonald's foi fundado em 1940. A empresa atende mais clientes todos os dias do que toda a população da Grã-Bretanha, mas tem uma longa história de práticas trabalhistas medonhas. Tem sido constantemente sob fogo para servir junk food macabro, o que contribui para problemas de saúde. Pesquisadores descobriram que os hambúrgueres do McDonald's não podem se decompor por conta própria.

    MENÇÕES NOTÁVEIS de corporações não tão ruins o suficiente para fazer a lista: Goldman Sachs JPMorgan Chase, ExxonMobil, Halliburton, British American, Tabaco, Dow Chemical, DuPont, Bayer, Microsoft, Google, Facebook, Amazon, Walmart.

    Michael Walsh foi premiado com a Euro Weekly News "Escritor do Ano 2011". Com 60 livros com o seu nome, milhares de novas histórias e colunas, Michael é indiscutivelmente a Grã-Bretanha e o autor mais prolífico da Europa de livros com vários tópicos.

    https://www.youtube.com/watch?v=oI92bp1o4b4

    Fonte: https://undhorizontenews2.blogspot.com/

    quarta-feira, 14 de agosto de 2019

    Em novo crime de responsabilidade, Bolsonaro refere-se ao provável futuro presidente da Argentina como "bandido"


    Jair Bolsonaro voltou a quebrar o decoro da presidência da República ao insultar o povo argentino e os prováveis futuros governantes de um país que é o maior importador de produtos industriais do Brasil. “Bandidos de esquerda começaram a voltar ao poder”, disse ele, no Piauí, onde também chamou governadores nordestinos de "cocô". Militares tentaram fazer com que ele se calasse, mas Bolsonaro se mostra insano e incontrolável

    14 de agosto de 2019, 12:17

    (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro disse nesta quarta-feira que “bandidos de esquerda” começam a voltar ao poder na Argentina, em referência ao resultado das primárias presidenciais no país vizinho, em que o presidente Mauricio Macri, aliado de Bolsonaro, foi derrotado por ampla margem por Alberto Fernández, que tem como candidata a vice a ex-presidente Cristina Kirchner.

    Em evento na cidade de Parnaíba, no Piauí, Bolsonaro também disse que a “turma vermelha” será varrida do Brasil nas próximas eleições e que a Argentina começa a trilhar o caminho da Venezuela.

    “Olha o que está acontecendo com a Argentina agora. A Argentina está mergulhando no caos. A Argentina começa a trilhar o rumo da Venezuela, porque, nas primárias, bandidos de esquerda começaram a voltar ao poder”, disse o presidente no discurso, transmitido ao vivo em uma rede social.

    “Nas próximas eleições, nós vamos varrer essa turma vermelha do Brasil”, afirmou. “Nós juntos vamos varrer a corrupção e o comunismo do Brasil.”

    Fonte: https://www.brasil247.com/brasil/em-novo-crime-de-responsabilidade-bolsonaro-refere-se-ao-provavel-futuro-presidente-da-argentina-como-bandido