terça-feira, 10 de dezembro de 2013

PSDB e PSB fecham acordo nacional e podem estar juntos no Ceará em 2014

 

10 de Dezembro de 2013 às 06:17
Redação

O governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), e o senador Aécio Neves (PSDB) podem dividir palanques em, pelo menos, dez estados na campanha presidencial do ano que vem.

Nesse arranjo, cada legenda encabeçaria cinco chapas a governador. Em São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Ceará e Pará, cinco dos seis maiores colégios eleitorais, os tucanos devem liderar as chapas.

Já o PSB tende a tomar a frente nas candidaturas dos menores palanques - Paraíba, Espírito Santo, Amapá e Roraima - à exceção de Pernambuco, o quarto maior neste grupo de estados onde há alta probabilidade de coligação entre as duas siglas.

No Ceará a situação do PSB é dramática. Depois da debandada do grupo do ex-presidente estadual do partido, o governador Cid Gomes, e seu irmão Ciro, atual secretário de Saúde do Estado, contrários à candidatura do pernambucano à Presidência, o partido tenta juntar os cacos para reconstruir sua robustez.

APOSTA É TASSO

Sob a recusa de apoio às pretensões palacianas de Campos em 2014, Cid e Ciro migraram para o PROS e levaram junto sua base, cerca de 500 filiados, que hoje engrossaram as fileiras do partido recém-criado.

Para o PSB a única saída à vista parece ser se escorar nos tucanos, que também enfrentam um processo de desidratação.

Tais circunstâncias têm levado tucanos e peessebista a pressionarem o ex-governador Tasso Jereissati, que já havia anunciado sua aposentadoria, a candidatar-se para dar palanque aos presidenciáveis.

Hoje, Jereissati já admite, em conversas internas, uma possível candidatura ao Senado. Mas oficialmente nada é confirmado.

TUDO POR 2014

A estratégia dos presidenciáveis é levar a disputa ao segundo turno com a ajuda dos estados onde for possível somar forças.

Por aqui, no Ceará, o PSB dos irmãos Novais e o PSDB tem mantido conversas e admitido composição, inclusive, com setores do PT comandos pela ex-prefeita de Fortaleza Luizianne Lins. A regra é armar um “jogo amistoso” e garantir dificuldades e embaraços para campanha da presidente Dilma Rousseff no ano que vem.

Fonte: Aqui CE.

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