sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Minha quase morte no Hospital Regional de Sobral

Jacinto Pereira0005

Hoje 20/13,  passei por uma experiência muito ruim. Fui chamado pelo hospital Regional para um procedimento cirúrgico num ouvido, que havia sido agendado para outra data e foi antecipado para hoje. ao ser recebido no hospital, eu informei que era diabético e hipertenso. Informei também que medicamentos eu estou tomando regularmente. Enfatizei que havia tomada a dose recomendada de insulina, sem esquecer de avisar para a enfermeira que me atendeu, que a dose de insulina que tomei era a mesma que tomo quando faço minha refeição matinal, com eu estava em jejum ela tivesse cuidado, pois poderia a glicose baixar demais. Antes de sair de casa, quando tomei a insulina eu verifiquei que a glicose estava em 145 e a pressão estava em 12x8. Quando a enfermeira verificou, a pressão continuava em 12x8 e a glicose em 93. Quando fui levado para a sala de cirurgia, ainda pedi para verificarem. Já na sala de cirurgia uma enfermeira informou à equipe médica que eu era diabético e hipertenso, informando também a medicação que eu uso permanentemente. Foi aplicada anestesia geral e eu ainda me lembro do medico dizendo que eu tinha cera no ouvido, dai para frente não lembro de nada. Quando acordei, com o mundo rodando, dor de cabeça e muito frio, fui informado de não ter sido realizado o procedimento, por que eu apaguei e que deu muito trabalho me reativar, inclusive tendo que ser feito uma intubação, o que explica as dores que eu sinto até agora na garganta. Não me foi explicado e nem para minha família o que realmente causou o meu apagão. Tem uma coisa que eu me lembro, é que quando estava na sala de cirurgia, a minha glicose devia está muito baixa, pois eu sentia a boca seca e estava trêmulo. Em casa, quando sinto esses sintomas, verifico e sempre é isso que acontece, glicose baixa. Não sei se isto terá contribuído para a reação do meu corpo a anestesia geral. Em procedimento semelhante realizado no hospital da UNUMED em Sobral, foi usado anestesia local. Procedimento esse que foi precedido de vários exames como: eletrocardiograma, tomografia computadorizada, ressonância magnética e uma bateria de exames de sangue e urina. Os resultados de todos esses exames eu levei para o Hospital Regional e informei a uma enfermeira que foi pegar os meus dados, que eles estavam com a minha filha que estava na sala de espera. Conclusão:  Não foi feito o procedimento e eu até agora ainda estou com dor de cabeça, na garganta e com tontura.

Um comentário:

  1. Bom Dia, Jacinto.
    Fiquei comovido com a noticia que foi publicada sobre seu estado de saúde ao passar pelo hospital. Fico na dúvida, se é melhor em casa ou no hospital aos cuidados de maus profissionais.
    Acredito que não é a saúde brasileira que é ruim. Ruim são os profissionais que a faz.
    Que isto não se repita.
    Nota ZERO para estes profissionais.
    Parabéns e nota DEZ para a enfermeira que passou todas as informações para os médicos.

    Saúde, companheiro.

    Feliz Natal nesta segunda vida.
    Abraços,

    Dr. Lima

    ResponderExcluir