sábado, 19 de abril de 2008

Deputado Ferreira Aragão denuncia violência nas proximidades dos municípios de Varjota, Reriutaba e Santa Quitéria


Em pronunciamento na Assembléia Legislativa, o deputado Ferreira Aragão (PDT) denunciou atos de discriminação de empresas de ônibus com pessoas idosas. Segundo ele, alguns motoristas são orientados a não apanhar idosos nas paradas. “O idoso dá a mão e pede para subir nos ônibus, mas o motorista não pode deixar. E sabe por quê? Porque segue ordens dos empresários”, alertou ele.

O parlamentar disse que recebeu um e-mail de cobradores e motoristas, admitindo a prática, mas explicando que obedecem a ordem superiores. Ferreira garantiu que vai apurar o fato e, quando descobrir quem são os empresários que instituem a exclusão dos idosos, vai divulgar o nome de cada um. “Esses empresários são criminosos. Eles merecem ir para a cadeia”, opinou ele.

Em seguida, o pedetista chamou a atenção para casos de violência registrados nas proximidades dos municípios dos de Varjota, Reriutaba e Santa Quitéria. Ele disse que recebeu e-mails de moradores dessas localidades pedindo que postos policiais fossem construídos. Segundo ele, a situação está tão grave que os ladrões não respeitam sequer a presença da Polícia.

Conforme o parlamentar, houve casos, por exemplo, em que bandidos colocaram materiais cortantes na pista para furar o pneu dos carros e acabaram danificando uma viatura. “Se não me falha a memória, só tem uma Companhia de Policiamento Rodoviário (CPRV) antes de Santa Quitéria. Aquele trecho é altamente perigoso”, afirmou ele.

Ferreira Aragão destacou ainda a grande quantidade de casos de dengue registrados no Rio de Janeiro. Ele classificou a situação do estado como “vergonhosa e uma catástrofe” e criticou o posicionamento das gestões municipal e estadual, que, de acordo com ele, não assumem a responsabilidade da epidemia. “Enquanto isso, o povo morre de uma doença que tinha sido erradicada do nosso País”, reclamou.

O deputado aproveitou para alertar sobre a situação do Ceará. Para ele, as administrações e entidades ligadas à saúde precisam se unir para realizar uma grande movimentação, antes que o Ceará passe por uma situação semelhante. “Temos que começar campanhas nas emissoras de rádio e televisão”, sugeriu ele. (Correio da Semana)

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