sábado, 3 de junho de 2017

ZANIN: MPF INSISTE EM TESES ILEGAIS CONTRA LULA Ricardo Stuckert/Instituto Lula "As alegações finais do MPF mostram que os procuradores insistem em teses inconstitucionais e ilegais e incompatíveis com a realidade para levar adiante o conteúdo do PowerPoint e a obsessão de perseguir Lula e prejudicar sua história e sua atuação política", aponta nota divulgada pelos advogados Cristiano Zanin e Valeska Teixeira Martins, que fazem a defesa do ex-presidente Lula; "Nos próximos dias demonstremos ainda que o MPF e seus delatores informais ocultaram fatos relevantes em relação ao triplex que confirmam a inocência de Lula - atuando de forma desleal e incompatível com o Estado de Direito e com as regras internacionais que orientam a atuação de promotores em ações penais" 3 DE JUNHO DE 2017 ÀS 11:35 // 247 NO TELEGRAM Telegram 247 – Os advogados Cristiano Zanin e Valeska Teixeira Martins, que defendem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, reagiram às alegações finais do Ministério Público, que pede a condenação de Lula em regime fechado e a devolução de R$ 87 milhões (saiba mais aqui). Confira, abaixo, a nota da defesa de Lula: As alegações finais do MPF mostram que os procuradores insistem em teses inconstitucionais e ilegais e incompatíveis com a realidade para levar adiante o conteúdo do PowerPoint e a obsessão de perseguir Lula e prejudicar sua história e sua atuação política. As 73 testemunhas ouvidas e os documentos juntados ao processo - notadamente os ofícios das empresas de auditoria internacional Price e KPMG - provaram, sem qualquer dúvida, a inocência de Lula. O ex-Presidente não é e jamais foi proprietário do triplex, que pertence a OAS e foi por ela usado para garantir diversas operações financeiras. Nos próximos dias demonstremos ainda que o MPF e seus delatores informais ocultaram fatos relevantes em relação ao triplex que confirmam a inocência de Lula - atuando de forma desleal e incompatível com o Estado de Direito e com as regras internacionais que orientam a atuação de promotores em ações penais. Cristiano Zanin Martins e Valeska Teixeira Martins


KENNEDY ALENCAR
BRASÍLIA
A prisão do ex-deputado federal Rodrigo Rocha Loures cria um fato político negativo para o presidente Michel Temer, trazendo mais complicadores políticos e jurídicos no momento em que o peemedebista luta para permanecer no poder. Temer travará batalha no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) na semana que vem e enfrenta um inquérito no STF (Supremo Tribunal Federal) que tem andado com celeridade.
Cresce a possibilidade de eventual delação premiada, apesar de o advogado de Rocha Loures, Cezar Bitencourt, ser contrário a essa possibilidade. Bitencourt tem dito que a prisão é uma forma de forçar eventual colaboração com a Justiça.
No entanto, uma eventual delação premiada não deve acontecer rapidamente, salvo uma mudança radical da estratégia jurídica de Rocha Loures. Ainda que ocorra decisão nesse sentido, são necessárias tratativas que demandariam semanas e até meses, se obedecido trâmite normal.
Mas a prisão de Rocha Loures já causa dano político a Temer, dificultando articulações junto a políticos e empresários para permanecer no poder. É provável que a detenção do ex-assessor presidencial acelere a apresentação de denúncia contra Temer. Advogados do presidente e um grupo de deputados federais têm questionado as condutas do ministro Edson Fachin e do procurador-geral da República, Rodrigo Janot.
Já era esperada a prisão, até por comparação com o que aconteceu em relação a acusados sem mandato parlamentar ou cargo executivo que foram investigados a partir da delação de Joesley Batista. Exemplo: a irmã do senador Aécio Neves, Andréa, está presa.
Como Rocha Loures deixou o mandato de deputado federal, perdeu prerrogativas que dificultavam a sua prisão.
http://www.blogdokennedy.com.br/prisao-de-loures-cria-mais-dificuldades-para-governo-sobreviver/

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