quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

PT continua como o partido da preferência nacional; petistas falam em legado histórico

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O líder do PT na Câmara, deputado José Guimarães (CE), e o deputado Ricardo Berzoini (PT-SP), ex-presidente do partido (2007-2010), avaliaram ontem o resultado da pesquisa do Instituto Ibope, divulgada no último fim de semana. A pesquisa revela que o PT é o partido mais querido para 24% da população brasileira.

“Esse é o resultado do legado que o PT deixa para o País, desde a sua fundação. Forças conservadoras fizeram de tudo para apagar o brilho da nossa estrela. No entanto, ela vai continuar brilhando no firmamento. É uma estrela que ninguém vai apagar”, disse Guimarães.

O líder petista lembrou que a oposição, em parceria com a grande imprensa, tentou, de todas as formas, criminalizar o PT. No entanto, segundo avaliou, o povo sabe fazer uma análise correta, dando preferência ao partido e respaldando o entendimento que a legenda é imprescindível para continuar as transformações sociais, políticas e econômicas no Brasil. “Isso demonstra que o PT é um partido fundamental para a democracia brasileira”, reforçou Guimarães.

O deputado Berzoini lembrou a história do partido e a identificação que o povo brasileiro tem com a legenda. Segundo o parlamentar, entre os que declaram simpatia com o PT estão aqueles que viveram e sofreram com o privatismo de FHC (1995-2002) e com o desmantelamento do Estado proporcionado por ele.

Berzoini fez questão de ressaltar que, como demonstrou o levantamento, o “PT no governo não decepcionou”. “A pesquisa foi feita no momento em que o partido sofre ataques da mídia no processo denominado ‘mensalão’. Mesmo assim, 24% da população revelou sua simpatia e preferência pelo nosso partido”, disse.

Decadência – A pesquisa revela também o declínio de siglas como o PSDB, que obteve apenas 5% da preferência do universo entrevistado. Segundo a pesquisa, os tucanos perderam terreno em seu maior reduto, a Região Sudeste. Nessa região eles caíram de 14% em 1995, para 7% nos dias atuais.

Já o PMDB, que na época do Plano Cruzado detinha a simpatia de 26% dos brasileiros, atualmente, segundo a pesquisa, detém apenas 6% da simpatia do eleitorado.

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