segunda-feira, 26 de maio de 2014

“O PT virou as costas para o PMDB”, afirma Danilo Forte

 

"O PT virou as costas para o PMDB", afirma Danilo Forte

“O PT virou as costas para o PMDB”, afirma Danilo Forte

Integrante da ala rebelde da Câmara dos Deputados, o deputado Danilo Forte (PMDB) é um dos que defendem o rompimento do PMDB com o projeto de reeleição da presidente Dilma Rousseff. Para o deputado, o PT “ignorou” o partido tanto nacionalmente quanto aqui no Ceará, onde o senador Eunício Oliveira deve disputar o governo contra um nome indicado pelos irmãos Cid e Ciro Gomes (Pros), aliados do Palácio do Planalto.

Rompimento
Segundo disse, o sentimento da base partidária é de que o PT, em nível nacional, ignorou o PMDB, que não pode se reduzir apenas a um tempo de televisão. “O PMDB tem que participar da política pública e tem que participar do gerenciamento e aplicação do governo. Mas o que aconteceu é que o governo virou as costas para o PMDB e a base partidária é muito ressentida em relação a isso, principalmente na Câmara dos Deputados”.

Apoio
Danilo Forte afirmou que, dentro do partido, há um grupo organizado que quer construir alternativas. Como não dá tempo de fazer uma candidatura própria, queremos ao menos expandir a independência da bancada da Câmara para o conjunto partidário. Temos condições de contribuir para outras alternativas com a segurança de que o partido poderá ampliar sua base parlamentar. E o governo que será eleito deverá ter uma conversa mais livre com o PMDB.

No Ceará
“No Ceará, o senador Eunício Oliveira é a maior liderança do partido e está numa posição muito confortável. E não percebemos nenhuma sinalização do grupo majoritário do PT ao PMDB. O grupo majoritário do PT esteve ao lado do governador Cid (Gomes)”, disparou Danilo.

Só a cúpula do PMDB
“Existe um acomodamento por parte da cúpula partidária e pelo Senado. Estamos percebendo que o projeto, na forma como está sendo conduzido, não tem condições de fazer as mudanças necessárias para o Brasil. Não pode dar ouvidos apenas aos que estão acomodados no governo. O partido perde a identidade e a autonomia. Fica igual a comercial de televisão”, salientou.

Com informações da Agência Estado

Fonte: http://www.politicacomk.com.br/

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