domingo, 22 de fevereiro de 2015

Bergamo revela como são as prisões de Curitiba

 

DANIEL TEIXEIRA: SP - LAVA JATO/PRIS�O - POL�TICA - Presos na Opera��o Lava Jato deixam a Superintend�ncia Regional da   Pol�cia   Federal em S�o Paulo, no bairro da Lapa, na zona oeste da     capital paulista,   nesta sexta-feira. A Pol�cia Federal deflagrou a   s�tima f

Jornalista Monica Bergamo conta como é a rotina dos empresários presos em Curitiba; eles estão em celas escuras, comem carne com as mãos, dividem-se em celas para quatro pessoas, com uma latrina comum, e até recentemente estavam impedidos de ler jornais e revistas; juntos, eles empregam mais de 100 mil pessoas; numa cela isolada ao lado, Alberto Youssef tem recebido visitas de uma bela fisioterapeuta, segundo o relato da jornalista

22 de Fevereiro de 2015 às 09:04

Paraná 247 - A jornalista Monica Bergamo, da Folha de S. Paulo, revela neste domingo (leia aqui) a rotina dos empresários presos em Curitiba, das empresas Camargo Corrêa, OAS, UTC, Mendes Júnior, Engevix e Galvão Engenharia que, juntas, empregam mais de 200 mil pessoas.

Eles estão em celas escuras, comem carne com as mãos, dividem-se em celas para quatro pessoas, com uma latrina comum, e até recentemente estavam impedidos de ler jornais e revistas.

Numa cela isolada ao lado, Alberto Youssef tem recebido visitas de uma bela fisioterapeuta, segundo o relato da jornalista.

"Não há visita íntima na custódia da PF. Os empreiteiros ficam separados da mulher e dos filhos por uma parede de vidro. Às vezes, os carcereiros abrem exceção. E permitem que os detentos abracem os seus familiares", diz ela.

Brasil 247

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