terça-feira, 14 de agosto de 2012

BRASIL

E assim as coisas caminham, até aqui no Brasil, que vê os desdobramentos lá fora na economia, a mais imediata de se sentir seus efeitos, se algo acontece com a economia no exterior, há também outros riscos que perambulam a espreita no globo.
Aqui pipocam-se greves,e o governo da Docheff já dá uma de durona ,frente a algumas ameaças elencadas ao país,como segue no texto abaixo.
Esta matéria está também no blog Chega2012, para conhecer o blog lá é só clicar aqui em : Chega2012
Chama o Exército!

BRASÍLIA - Dilma não só mandou cortar o ponto dos grevistas como aprovou um projeto do Exército para garantir a integridade dos prédios públicos e a oferta de serviços essenciais em caso de ameaça externa (improvável) e principalmente de greves (que se multiplicam).
O sistema "Proteger" está orçado em R$ 9,6 bilhões e, com o Sisfron, de monitoramento de fronteiras, vai custar R$ 21 bilhões em 12 anos, apesar de Dilma argumentar com a crise internacional e com a falta de recursos para não dar aumentos ao setor público. O único acordo foi feito com professores de universidades federais e, mesmo assim, polêmico.
São 13.300 alvos estratégicos do "Proteger", 371 prioritários, como refinarias, hidrelétricas, centrais de telecomunicações e as principais estradas. Brasília, que abriga os três Poderes e as embaixadas, é listada como o alvo número um.
Para definir o sistema, o Exército estudou casos exemplares, como a invasão da CSN, a greve da refinaria de Paulínea e um curto na rede de Tucuruí, que não teve influência de grevistas, mas afetou boa parte do país.
Isso mostra que Dilma não brinca em serviço. Se a democracia prevê o direito de greve, prevê também a garantia dos prédios públicos e dos serviços essenciais à população. Em caso de risco, os militares entram.
É uma boa lembrança quando a elite do funcionalismo testa forças com a presidente: Polícia Federal, Banco Central, Itamaraty, oficiais de inteligência, defensores públicos, auditores da Receita, agências reguladoras (Anatel, Aneel...). Nem todos estão de greve, mas se uniram num movimento único de reivindicação.
O governo avalia que a pressão acaba no dia 31, com a entrega do Orçamento de 2013. É uma visão muito otimista. Os servidores engoliram sapos e ficaram quietos na era Lula (como CUT, UNE, MST) e resolveram devolver agora com Dilma. Não vão recuar tão cedo. O governo do PT revida botando o Exército na parada.

elianec@uol.com.br
Fonte : http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/59609-chama-o-exercito.shtml

Fonte:umnovodespertar.blogspot.com

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