terça-feira, 29 de novembro de 2011

Dilma autoriza concessão de Complexo Aeroportuário no Rio Grande do Norte

 

 

 

 

 

 

 

 

A presidenta Dilma Rousseff participou ontem da cerimônia de assinatura do contrato de concessão do Aeroporto Internacional de São Gonçalo do Amarante, a cerca de 40 quilômetros de Natal, capital do Rio Grande do Norte. O avião presidencial pousou na pista construída com recursos do governo federal.

Segundo a deputada Fátima Bezerra (PT-RN), trata-se da primeira visita oficial da presidenta Dilma ao Estado, motivo de muita alegria dos potiguares. “É a primeira experiência de concessão, cuja obra se arrasta há mais de 14 anos, oito deles, durante o governo tucano, que não colocou sequer um paralelepípedo no aeroporto, e foi tirada da gaveta pelo governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Além de gerar 20 mil empregos diretos, os investimentos vão contribuir para o desenvolvimento socioeconômico do RN, e beneficiar todo o país”, afirmou.

O Aeroporto Internacional de São Gonçalo do Amarante foi projetado para ser intermodal, ou seja, para transporte de passageiros e cargas. Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), o leilão para a escolha do consórcio vencedor aconteceu em agosto, na Bolsa de Valores de São Paulo.

O consórcio que venceu o leilão ganhou o direito de construir e administrar o complexo aeroportuário por 25 anos. Com a assinatura do contrato de concessão, as obras do terminal poderão ser iniciadas. A capacidade anual do Complexo Aeroportuário da Grande Natal é de 5 milhões de passageiros, na primeira etapa, e 40 milhões, na etapa final.

“Orçado em R$ 1,5 bilhão, São Gonçalo do Amarante é o primeiro aeroporto do país administrado pela iniciativa privada, e brevemente, será um dos três maiores aeroportos brasileiros. Todo o esforço será feito para que a inauguração do Complexo Aeroportuário aconteça até a Copa do Mundo de 2014”, destacou Fátima Bezerra.

ZPE’s - Além do modelo de concessão do Aeroporto de São Gonçalo do Amarante, a parlamentar enfatizou o decreto assinado pelo então presidente Lula, que cria as Zonas de Processamento de Exportação (ZPE’s) de Macaíba e de Açu.

“Iniciativas comemoradas por todos nós, empresários e autoridades ligadas ao setor econômico potiguar por fortalecerem o mercado interno e atraírem investimentos estrangeiros para a região”, disse .

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