Governo Michel Temer, cujo ministro da Educação, Mendonça Filho, tem relação aberta com interesses de universidades privadas, anunciou que vai congelar nos próximos dois anos a ampliação de vagas no ensino superior em universidades federais; medida, que está alinhada ao congelamento dos gastos públicos proposto por Temer na PEC 55, deixa o País ainda mais distante da meta do Plano Nacional de Educação; segundo o secretário da Educação Superior, Paulo Barone, a prioridade nos investimentos será para "assegurar a continuidade do processo de expansão que está em andamento" 8 DE DEZEMBRO DE 2016 ÀS 10:35 // RECEBA O 247 NO TELEGRAM
247 - Governo Michel Temer anunciou mais uma medida que
prejudica o desenvolvimento da Educação no Brasil. O Ministério da Educação
(MEC) vai congelar nos próximos dois anos a ampliação de vagas no ensino
superior em universidades federais.
A medida, que está alinhada ao congelamento dos gastos públicos, proposto por
Temer na PEC 55, deixa o País ainda mais distante da meta do Plano Nacional de
Educação que prevê ampliar a taxa bruta de matrícula na educação para 50% da
população de 18 a 24 anos - em 2014, a taxa era de apenas 34,2%.
Segundo o secretário da Educação Superior, Paulo Barone, a prioridade nos
investimentos será para "assegurar a continuidade do processo de expansão que
está em andamento". "A prudência recomenda que se consolide o processo de
expansão que ainda está em andamento para depois planejarmos novos voos. Estamos
trabalhando dessa forma, tentando honrar os compromissos com as instituições, no
sentido de garantir o pleno funcionamento dos cursos que foram criados", disse
Barone.
O ministro da Educação, Mendonça Filho, já se mostrou favorável a uma maior
participação da iniciativa privada no ensino superior.
http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/269443/Desmonte-da-Educa%C3%A7%C3%A3o-MEC-congela-vagas-em-universidades-federais.htm
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