quarta-feira, 15 de julho de 2015

'Estamos aqui', diz Janot a políticos investigados

 

Foto: João Américo /Secom/PGR: 18/03/2015- Brasília- DF, Brasil- Entrevista coletiva do procurador-geral, Rodrigo Janot (dir.) e com o procurador-geral da Suiça, Michael Lauber, sobre as investigações da Operação Lava Jato, em Brasília.

Procurador-geral da República enviou um recado aos políticos investigados na Operação Politeia, da Polícia Federal, um dos desdobramentos da Lava Jato que investiga a participação de políticos nos casos de desvios e corrupção na Petrobras; "Adsumus [estamos aqui]", disse Rodrigo Janot, usando a expressão em latim; segundo ele, os 53 mandados de busca a e apreensão que envolvem os senadores, deputados federais e ex-ministros visam "garantir a apreensão de bens adquiridos com possível prática criminosa e outras a resguardar provas relevantes que poderiam ser destruídas caso não fossem apreendidas"

14 de Julho de 2015 às 17:45

247 - O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou um recado aos críticos do desenrolar da Operação Politeia, um dos desdobramentos da Lava Jato e que investiga a participação de políticos nos casos de desvios e corrupção na Petrobras. "Adsumus [estamos aqui]", disse Janot.

Segundo ele, os 53 mandados de busca a e apreensão que envolvem os senadores Fernando Collor (PTB-AL), Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE) e Ciro Nogueira (PP-PI), o deputado federal Eduardo da Fonte (PP-PE), além do ex-ministro das cidades Mário Negromonte (PP-BA) e o ex-deputado federal João Pizzolatti (PP-SP), visam "garantir a apreensão de bens adquiridos com possível prática criminosa e outras a resguardar provas relevantes que poderiam ser destruídas caso não fossem apreendidas".

De acordo com Janot, as ações refletem uma ação responsável e firme por parte do Ministério Público Federal para buscar o esclarecimento dos fatos. A operação Politeia é a primeira fase da Lava Jato no âmbito direto do Supremo Tribunal Federal (STF). Os mandados foram expedidos pelos ministros do STF Teori Zavascki, Celso de Mello e Ricardo Lewandowski.

Brasil 247

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