quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Graça manda investigar os negócios da Petros

 

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Fundo de pensão dos petroleiros é o segundo maior do País, com 150 mil beneficiários e R$ 79,2 bilhões em investimentos; o fundo foi citado em investigações da Lava Jato e um dos alvos é o ex-gerente de novos negócios, Humberto Grault de Lima, que teria estruturado negócios em que a fundação registrou prejuízos; além do pente-fino na Petrobras, Graça Foster quer monitorar mais de perto os investimentos do fundo patrocinado pela Petrobras; Lima nega irregularidades: "Nunca recebi qualquer recurso para induzir investimentos nos seis anos em que trabalhei na Petros"

31 de Dezembro de 2014 às 07:32

247 - A presidente da Petrobras, Graça Foster, não está disposta a fazer uma devassa somente em todas as áreas da estatal.

Os escritórios de investigação contratados pela companhia também irão investigar os negócios da Petros, o segundo maior fundo de pensão do País, que é patrocinado pela Petrobras.

Hoje, a Petros tem 150 mil participantes e administra investimentos que somam R$ 79,2 bilhões.

Na Operação Lava Jato, da Polícia Federal, surgiram indícios de que a Petros realizou negócios que causaram prejuízos aos associados.

O advogado Carlos Alberto Pereira Costa, ligado ao doleiro Alberto Youssef, que representantes da fundação recebiam propina do esquema.

Ele citou o ex-gerente de novos negócios da Petros, Humberto Grault de Lima, que passou pelo falido banco BVA e teria estruturado operações prejudiciais à fundação.

"Nunca recebi qualquer recurso para induzir investimentos nos seis anos em que trabalhei na Petros. No depoimento, o advogado diz ter ouvido meu nome relacionado à propina, mas sem provas. Vou questioná-lo na Justiça", disse ele, ao jornal O Globo (leia aqui). "Acho bom a investigação na Petros para esclarecer essa confusão com meu nome."

Brasil 247

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