quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

A vida sofrida de Venina: Em Cingapura,ela tinha moradia,escola e salário de 167mil

 

mordomiasvenina

No blog Tijolaço, encontramos informações importantes para trazer um bom senso que a mídia se recusa em utilizar.

1) Venina Velosa não era uma “coitadinha” em Cingapura. Tinha salário de quase R$ 200 mil mensais (sic) e, portanto, poderia comprar uma passagem de avião e visitar a mãe doente quando quisesse. Aliás, posar de coitadinha ganhando uma baba dessas é duro de ouvir! Detalhe: ainda tinha moradia e escola para os filhos paga pela empresa.

2) Venina tinha alto cargo de chefia na Petrobrás, e, com o preparo que tinha, sabia muito bem o caminho do ministério público federal. Se nós, da blogosfera, que não temos essas regalias salariais, já fizemos várias denúncias ao MP, por que ela não pôde fazer? Basta entrar no site e registrar. Pode-se fazê-lo inclusive anonimamente.

3) Pelo mesmo Tijolaço soubemos também que as histórias de Venina veiculadas no Fantástico, e na mídia em geral, são incongruentes com a sua biografia no Linkedin, uma rede social voltada para o lado profissional dos usuários.

A firmeza de Dilma em manter Graça Foster à frente da Petrobrás prova que a presidente amadureceu politicamente.

A alta das cotações da Petrobrás comprova que o mundo, incluindo o grande capital, gosta de gente assim: forte.

Antes, eu até advogava a substituição de Foster, não pelos motivos da mídia, mas porque achava importante que a estatal fosse chefiada por alguém que soubesse defender politicamente a Petrobrás.

Mas os ataques baixos da mídia acabaram por “blindar” Graça.

Tenho esperança – muito pouco, é verdade – que Foster também amadureça e entenda que, sem enfrentamento político, continuará sangrando eternamente.

A melhor defesa é o ataque. E isso não significa perder a elegância e sair atacando a mídia.

Mas criticar mentiras e incoerências pode, não?

Ou será que apontar mentiras e incoerências é “bolivarianismo”?

Defender-se atacando significa adotar uma estratégia de comunicação mais ofensiva.

Podia começar reformando o blog e criando um porta-voz para rebater diariamente a imprensa (afinal imagino que Graça tenha outras coisas a fazer).

As respostas deveriam vir em texto, sempre com dispositivo de áudio para cegos; em vídeos; criar aplicativos para smartphone; etc.

E fazer muita interação com os internautas.

Se a Petrobrás depender apenas da grande mídia, que é aliada de interesses obscuros que, definitivamente, não se confundem com os da estatal, vai continuar em situação defensiva, trazendo sofrimento para todos seus funcionários e defensores.

A falta de comunicação da Petrobrás (que, de resto, é um problema geral do governo) quase levou à derrota de Dilma Rousseff.

Além disso, já apontei aqui que a falta de comunicação também ajuda a corrupção, porque dificulta o monitoramento, por parte dos cidadãos, do que acontece dentro da estatal.

A Petrobrás já perdeu dezenas de bilhões de dólares por conta dessa deficiência.

Quanto mais terá de perder para que aprenda que, num ambiente midiático altamente hostil, é preciso desenvolver ferramentas eficientes de defesa e ataque?

Graça, não seja ingênua!

A mídia é mal intencionada!

(via blog Tijolaço/Ocafezinho)

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