segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

MENOR É ATROPELADA POR BUGUEIRO NA PRAIA DO PREÁ

 

Cruz. Na tarde de ontem, segunda feira, por volta das 16 horas, um bugue de placas HVN – 4470 de Jijoca de Jericoacoara que estava sendo guiado por Francisco, natural da localidade de Córrego da Forquilha, Município de Jijoca de Jericoacoara, mas residente em Jericoacoara. O mesmo estava fazendo “cavalo de pau”, pelas ruas do Preá quando atropelou a menor J que passava pelo local no inicio da Av. Francisco Xavier Chaves, Praia do Preá, enfrente ao posto de abastecimento São João. As marcas das piruetas ficaram no calçamento e nos pneus do veículo, dentro do qual a nossa reportagem encontrou várias latas de cerveja. A garota foi imediatamente socorrida para o Hospital Municipal Maria Muniz em Cruz com um corte na cabeça. A Polícia BPTUR compareceu ao local e conduziu o motorista para a Regional de Acaraú. O veículo desgovernado foi de encontro ao muro e com o impacto abriu um buraco na parede.

Dr. Lima

VENTOS FORTES DERRUBAM ÁRVORE CENTENÁRIA NA VILA DE CAIÇARA

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Cruz. Os ventos fortes que castigam o Litoral Oeste do Ceará continuam fazendo estragos na região. Quarta feira, um outdoor foi derrubado na Praia do Preá. Quinta feira, três pescadores desapareceram em Camocim. Na tripulação estava um pescador natural da Praia do Preá em Cruz, Assis Cosme da Cruz, 64.

Segunda feira, 6, na Vila de Caiçara, uma mungubeira centenária foi derrubada pelos fortes ventos que sopraram na região. As mugubeiras da Vila de Caiçara são cheias de mistérios. Contam seus moradores que certo dia um senhor disse que queria viver o tanto de uma mungubeiras. O senhor mudou-se da Vila de Caiçara e certa noite a mungubeiras caiu. No dia seguinte, chegou a notícia de que o homem havia sido assassinado. Esta já é a terceira mungubeiras centenária que cai.

Os agricultores informam que as carnaubeiras velhas do Vale do Rio Acaraú também estão sendo derrubada pelos ventos dos últimos dias. Trata-se de um fenômeno raro, pois geralmente, após a segunda quinzena de novembro, os ventos abrandam no litoral, mas este ano não houve trégua e a região continua a sofrer com as fortes ventanias. A classe de pescadores é a mais prejudicada, pois são impedidos de irem para o mar.

Dr. Lima

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