



A Comissão Nacional de Mobilização, legitimamente eleita pelo Conselho de Representantes, tem realizado diversas reuniões com a Assessoria Especial do Ministro e com o próprio Ministro da Justiça, no intuito de defender os anseios dos sindicalizados por uma NOVA PRF por meio de uma gestão eficiente e eficaz, otimizando os recursos de que dispõe, no sentido de valorizar os seus policiais, bem como promover o trabalho em prol de uma prestação de serviço de excelência à sociedade brasileira. O trabalho que vem sendo construído entre o Ministério da Justiça e a CNM continua, de modo que teremos uma audiência marcada com o Ministro José Eduardo Cardozo no dia 25 de abril de 2011.
As tratativas com o Ministério da Justiça se pautam em conceitos e dados técnicos e, quando a categoria solicita a mudança da gestão, não está falando apenas de mudanças de nomes, mas de mudanças de idéias, de paradigmas, de metodologias. É de conhecimento público que a exposição da Polícia Rodoviária Federal na mídia levou Sua Excelência o Ministro da Justiça a efetuar algumas mudanças de nomes, tendo sido nomeada uma Diretora Interina. Também é de conhecimento público que a Diretora Interina é indicada pelo ex-Diretor e representa um continuísmo da desastrosa gestão anterior.
Os sindicatos mobilizados por uma NOVA PRF vêm a público deixar clara a posição do sistema sindical da PRF contra o continuísmo, pois está evidente que a mudança na Direção-Geral foi apenas de nomes, e não de modelo de gestão. A bem da verdade, todos estão conscientes de que nada mudou, pois apesar de exonerado, o Ex-Diretor continua freqüentando a sede do DPRF mais do que quando estava na ativa.
A tentativa da atual Direção-Geral em demonstrar que tem o apoio dos sindicatos federados é execrável, pois não condiz com a verdade. Lamentavelmente, o Presidente da FENAPRF marcou reunião entre a Diretora Interina e o sistema sindical para o dia 14 de abril. Essa atitude unilateral e dissonante dos anseios da categoria soou como traição por parte do Presidente da FENAPRF aos 23 sindicatos mobilizados. Por este motivo, houve um boicote a esta reunião, até mesmo porque não havia sequer pauta. Com a possibilidade de ver a aparência de proximidade com o sistema sindical ruir por causa do boicote, a reunião foi cancelada e remarcada para o dia 18 de abril, data esta em que a CNM estaria em reunião com a assessoria do Ministério da Justiça a fim de lapidar a proposta de plano de gestão sindical para o DPRF, que será levado ao Ministro da Justiça em 25 de abril.
Mais uma vez falhou a tentativa de demonstrar ao Ministério da Justiça uma falsa harmonia entre a atual gestão continuísta e o sistema sindical, tendo em vista que somente compareceram à reunião com a atual diretora seis sindicatos federados ( PA, SP, SC, PR, PI e ES ) de um total de 24. Sem fotos, sem notícias, sem firulas, a atual diretora e o atual presidente da FENAPRF, até o momento, isolados, fingem que nada aconteceu.
O Sistema Sindical da PRF quer deixar claro ao efetivo e ao público externo que mudanças de nomes, sem mudança de mentalidade, na gestão do DPRF são medidas ineficazes. Não estamos no país das maravilhas, mas parece que estamos vivendo um faz de conta. Infelizmente não estamos num conto de fadas e o Final Feliz depende do esforço e abnegação de todos nós. Ressaltamos que progressos têm sido realizados, até por conta do efeito da ação da mídia e conseqüente pressão popular. Velhos caciques têm sido exonerados, porém continuam lutando dia e noite para fazer seus sucessores.
Por enquanto não temos nenhuma mudança real, salvo a possibilidade de mudança que está sendo avaliada pelo Senhor Ministro da Justiça, Dr. José Eduardo Cardozo. E é justamente por esse motivo que a categoria, através de seus representantes, continua depositando confiança nas negociações, acreditando que a razão prevalecerá contra a ingerência política nociva.
A PRF precisa e deseja uma liderança técnica alinhada com o que há de mais hodierno na administração pública nacional. A categoria não permitirá que os interesses privados de uma minoria se sobreponham aos interesses públicos, e assim sendo continuará apontando todos os erros, abusos, assédios morais e absurdos do continuísmo de uma velha gestão anacrônica que quase levou o DPRF ao colapso. O diálogo segue com o MJ, pois ainda se acredita que há vontade de construir uma NOVA PRF por parte dos nossos governantes, assim como há pela categoria.
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Luzia Dantas
Diretoria de Divulgação-SINDPRF-CE
Contato: 85 87870220
luziadantas@hotmail.com
Data: 21/abr - Quinta-feira
Hora: 17h30m
Local: Praça da Vila União (Campo)
Grupo: Galera do Arteação
Hora: 17h30m
Local: Escola Maria José Ferreira Gomes (Dom José II)
Grupo: Revivendo a Esperança
Hora: 18h
Local: Rua Luiz Santos Aquino, próximo a mercearia O Quinca (Terrenos Novos)
Grupo: Periféricos em Cena (NOVO)
Data: 22/abr - Sexta-feira
Hora: 15h
Local: Capela de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro (Em frente a Capela)
Grupo: Amiguinhos de Nossa Senhora
Hora: 16h
Local: Rua Monsenhor Domingos (Pe. Palhano)
Grupo: Deus é luz
Hora: 16h
Local: Ao lado das Rações Golfinhos ao Morro da Mãe Rainha
Grupo: Legião da Juventude Cristã (LEJUCRI)
Hora: 16h
Local: Praça do Bairro (Pe. Palhano)
Grupo: Pequenos Seguidores de Cristo
Hora: 16h
Local: Igreja Santa Terezinha - Passando pelas ruas de Jaibaras
Grupo: MIR / Rainha da Paz
Hora: 17h
Local: Em frente a Igreja da Matriz - Aracatiaçu
Grupo: JUC (Jovens Unidos a Cristo)
Hora: 17:30h
Local: Em frente à Igreja São Pedro (Dom Expedito)
Grupo: Revelação
Hora: 17h30m
Local: Praça do Conjunto Santo Antonio
Grupo: Ruarte
Hora: 18h
Local: Ao lado da Igreja Nossa Senhora da Saúde – Jordão
Grupo: Ministério de Teatro Rainha da Paz
Hora: 18h
Local: Praça das Pedrinhas
Grupo: Pedrinhas em Cena
Hora: 18h
Local: Parque Mucambinho
Grupo: Renascer a Esperança
Hora: 18h
Local: Rua Luiz Santos Aquino (ao lado da paróquia São Paulo Apóstolo)
Grupo: Amigos da Paixão
Hora: 18h
Local: Escola Gerardo Rodrigues (Terrenos Novos)
Grupo: Vida União
Data: 23/abr - Sábado
Hora: 9h
Local: Rua Airton Sena - Em frente a Escola Yeda Frota (Terrenos Novos)
Grupo: Cia de Teatro Farsantes
Hora: 17h
Local: Praça do Bairro Pe. Palhano
Grupo: Mensageiros da Esperança
Hora: 17h30m
Local: Associação Benedito Tonho (Terrenos Novos)
Grupo: Amadores da Paixão
O Banco Central do Brasil elevou nesta quarta-feira a taxa básica de juros em 0,25% ponto percentual para 12% ao ano, em uma tentativa de conter a inflação que se acelerou nos últimos meses.
O BC afirmou em comunicado que pretende aplicar "ajustes" na política monetária "por um período prolongado" para tentar frear a inflação e manter a meta do ano que vem.
As autoridades consideram que não vão alcançar a meta de uma alta de preços de 4,5% este ano, já que no primeiro trimestre a inflação acumula uma alta de 2,44% e nos últimos 12 meses, a alta de preços subiu até 6,30%, segundo as estatísticas oficiais mais recentes.
O Banco Central assegurou que considerou em sua decisão os riscos inflacionários e o "ritmo ainda incerto de moderação" da atividade econômica brasileira, além da "complexidade" da situação internacional.
Cinco dos membros com direito a voto decidiram pela alta de um quarto de ponto, enquanto outros dois diretores do banco optaram por elevar meio ponto.
Desde que Dilma Rousseff assumiu a Presidência em janeiro, esta é a terceira alta seguida da taxa no Brasil, embora a de menor magnitude. EFE
O Flamengo protagonizou nesta quarta-feira um vexame no Engenhão: não saiu do 1 a 1 com o Horizonte (CE). Com isso, precisa ganhar ou empatar por dois ou mais gols, na próxima quarta, no Ceará, para evitar uma eliminação precoce nas oitavas de final da Copa do Brasil. Agora, o clube carioca volta as suas atenções para a semifinal da Taça Rio (segundo turno do Campeonato Carioca) contra o Fluminense, no domingo, no Engenhão.
O Flamengo começou bem a partida, deu a impressão de que venceria facilmente, ainda mais que fez 1 a 0 antes dos 20 minutos de bola rolando. O meia-atacante Negueba cruzou da esquerda, o atacante Wanderley dominou, girou e finalizou de canhota, sem chance para o goleiro Alex.
Goleada à vista? Nada disso. O Horizonte não se abateu e, com a desvantagem no placar, cresceu de produção. Depois de obrigar o goleiro Felipe a fazer uma grande defesa, os cearenses chegaram ao empate: o atacante Siloé fez bela jogada, passou por três jogadores do Flamengo e sofreu pênalti, convertido com categoria pelo volante Elanardo.
Talvez abalado pelo gol que sofrera, o Flamengo não criou mais nada até o intervalo, levando a torcida à loucura. Com isso, os rubro-negros vaiaram o time e cobraram mais garra. Não adiantou nada. A equipe seguiu desorganizada e apática na segunda etapa.
O meia Ronaldinho Gaúcho, mais uma vez, decepcionou: lento, sem explosão e sem criatividade. Nem de longe lembra aquele jogador que já encantou o mundo tempos atrás. Nos minutos finais, perdeu, de cabeça, chance incrível de marcar.
ATLÉTICO-PR AVANÇA - Com uma impiedosa goleada por 5 a 0 sobre o Bahia - 4 a 0 só no primeiro tempo -, na Arana da Baixada, em Curitiba, o Atlético Paranaense se classificou às quartas de final da Copa do Brasil. Os gols foram marcados por Paulo Baier (duas vezes), Manoel, Adaílton e Rafael Santos. Agora, o time rubro-negro enfrenta o vencedor do confronto entre Vasco e Náutico (3 a 0 para o clube carioca, no Recife, pela partida de ida).
Ficha técnica
Flamengo 1 x 1 Horizonte-CE
Flamengo - Felipe; Léo Moura, Welinton, David Braz e Renato; Maldonado (Rodrigo Alvim), Willians (Fierro), Thiago Neves e Ronaldinho Gaúcho; Negueba (Diego Maurício) e Wanderley. Técnico: Vanderlei Luxemburgo.
Horizonte - Alex; Ederson (Régis), Douglas, Carlinhos e Júnior Cearense; Elanardo, Valter e Héricules (Da Silva); Isac, Diego (Jackie Chan) e Siloé. Técnico: Roberto Carlos.
Gols - Wanderley, aos 17, e Elanardo (pênalti), aos 38 minutos do primeiro tempo.
Cartão amarelo - David Braz, Maldonado, Willians, Welinton, Thiago Neves e Ronaldinho Gaúcho (Flamengo); Valter (Horizonte-CE).
Cartão vermelho - Régis (Horizonte-CE).
Árbitro - Wagner Reway (MT).
Renda e público - Não disponíveis.
Local - Estádio Olímpico João Havelange (Engenhão), no Rio de Janeiro (RJ).
O mercado aéreo doméstico brasileiro cresceu 25,48% no mês de março, em comparação com o mesmo mês do ano passado. Já a oferta de assentos-quilômetro aumentou 16,03% no mesmo período. A taxa de ocupação, que foi de 65,08% em março de 2010, passou para 70,38% neste ano.
As informações são do relatório de Dados Comparativos Avançados, divulgado pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e que está disponível no site da agência, no endereço www2.anac.gov.br/dadosComparativos/DadosComparativos.asp.
Nos voos internacionais operados por empresas brasileiras, o aumento foi de 29,58%, enquanto a oferta de assentos aumentou 15,04%. A taxa de ocupação saltou de 69,33%, em março de 2010, para 78,09%, em março deste ano.
O assento-quilômetro oferecido é obtido pela multiplicação da quantidade de assentos pelos quilômetros voados. O passageiro-quilômetro pago transportado é obtido pela multiplicação da quantidade de passageiros pagantes pela quantidade de quilômetros voados.
Acumulado do ano
No período acumulado de janeiro a março, o mercado aéreo doméstico cresceu 16,91% em relação ao mesmo período do ano passado. A oferta de assentos aumentou 14,44% e a taxa de ocupação passou de 71,06% para 72,59%.
Já nos voos internacionais, operados por empresas brasileiras, o transporte de passageiros aumentou 17,24% em relação ao ano passado, enquanto a oferta de assentos cresceu 14,10%. A taxa de ocupação passou de 74,82% para 76,88%.
Participação
O grupo TAM (que compreende TAM e Pantanal) ocupa a liderança do setor, com 41,84%, enquanto a Gol/Varig tem 38,83% do mercado aéreo doméstico brasileiro em março. As demais empresas do setor ampliaram sua participação, de 16,63% em março do ano passado para 19,33% no mesmo mês deste ano – a Azul tem 7,71%, a Webjet , 5,41%, a Trip aparece com 2,60%, enquanto a Avianca tem 2,42%.
Nas rotas internacionais operadas por empresas brasileiras, a TAM manteve a liderança isolada, com 86,07% do mercado. A Gol/Varig possui 12,87% e a Avianca 1,04%.
Assessoria de Imprensa da ANAC
O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará – Campus de Sobral está com inscrições abertas, entre os dias 26 abril e 03 de maio, para seleção de dois professores substitutos. As vagas oferecidas são para as áreas de Tecnologia de Alimentos e Eletrônica Digital e Analógica. As inscrições devem ser realizadas pela internet no portal do IFCE. O valor da taxa é de R$60. O edital completo está disponível no site qselecao.ifce.edu.br.
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará - Campus Sobral
Coordenadoria de Comunicação Social e Eventos
Manuella Nobre – MTB - CE 2087JP
PABX: (88)3112.8100
Postado por Elenilton Roratto
ISIS BRUM
O lançamento mundial de um medicamento produzido à base de maconha pela farmacêutica britânica GW Pharma, e que será comercializado na América do Norte e na Europa pelo laboratório Novartis, reacendeu as discussões entre os especialistas brasileiros sobre o uso medicinal da droga no País. Por aqui, o princípio ativo do remédio (Sativex), usado para aliviar a dor de pacientes com esclerose múltipla, não é permitido.
O Brasil é signatário de tratados diversos que consideram a substância ilícita, o que dificulta inclusive o desenvolvimento de pesquisas científicas sobre as propriedades terapêuticas da planta e suas reações no cérebro.
Pesquisadores ouvidos pelo JT comparam a importância do estudo da cannabis sativa (nome científico da maconha) com a relevância do ópio para o desenvolvimento da morfina – medicamento essencial para o tratamento da dor aguda. E reforçam o argumento de que a possibilidade de uso medicinal não é sinônimo de liberação ou legalização da droga.
“O medicamento tem estudo clínico, existem proporções corretas das substâncias usadas, imprescindíveis ao seu funcionamento”, defende Hercílio Pereira de Oliveira Júnior, médico psiquiatra do Programa Interdisciplinar de Estudos de Álcool e Drogas (Grea) da Universidade de São Paulo (USP).
De acordo com Oliveira Júnior, ao contrário do remédio, a droga ilícita não tem padrões de equilíbrio entre os substratos terapêuticos e pode causar danos à saúde de quem a consome. “Pode ampliar a ansiedade, causar um estado depressivo e psicótico, com alucinações, e problemas pulmonares provocados pelo ato de fumar.”
Perspectivas
Estudos comprovam que a cannabis reduz os efeitos colaterais da quimioterapia, como náusea e vômito, estimula o apetite em pacientes com aids, pode ser usada para tratar o glaucoma e aliviar a dor crônica. “As perspectivas científicas mostram que vale a pena aprofundar os estudos sobre a planta”, avalia Oliveira Júnior.
O Sativex, por exemplo, não é vendido como cigarro – e sim na forma de um spray. Sua composição reúne apenas dois substratos da maconha: o delta9-tetraidrocanabinol e o canabidiol.
“Não causa mais ou menos dependência do que calmantes e antidepressivos. A dependência não é argumento considerável para proibir até mesmo a pesquisa”, diz Dartiu Xavier da Silveira, professor livre-docente em Psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo.
Defensor da criação de uma agência reguladora para o setor, Oliveira critica a legislação restritiva brasileira e afirma que o preconceito trava a pesquisa de medicamentos que poderiam ser desenvolvidos até para tratar a dependência química.
“A questão não é proibir, mas controlar. Não se proíbe a morfina porque algumas pessoas fazem mau uso”, avalia. O psiquiatra lembra que não é necessário o plantio em terras brasileiras da maconha para os estudos. “Para pesquisa, podemos importar.”
Diretor do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid) da Unifesp, o psicofarmacologista Elisaldo Carlini também acredita que o Brasil está atrasado em relação às pesquisas sobre o potencial terapêutico da maconha por puro preconceito.
“No século passado, foi considerada droga diabólica e só nos últimos 30 anos é que se retomaram os estudos terapêuticos”, conta Carlini. De acordo com ele, pesquisas mostraram que o cérebro humano possui ramais de neurotransmissores e receptores sensíveis ao estímulo da cannabis. O sistema foi chamado de endocanabinoide, que, se cientificamente estudado e estimulado, pode levar ao alívio ou à cura de várias doenças.
Legislação
Até o momento, a legislação brasileira proíbe o consumo de qualquer medicamento à base de maconha. Mas uma decisão judicial pode autorizar seu uso em casos específicos.
A comercialização do Sativex ainda não foi autorizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Procurada pelo Jornal da Tarde, a agência não se manifestou sobre o assunto.
Fonte: blogs.estadão.com.br