Ministro Alexandre de Moraes manda suspender serviço da rede social X no Brasil


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Reuters - A taxa de desemprego no Brasil ficou em 6,8 por cento nos três meses até julho, em linha com o esperado por economistas e marcando o menor nível para o período desde o início da série do governo, em 2012, evidenciando a força do mercado de trabalho no país em um momento em que o Banco Central tem reiterado surpresa com a força da atividade econômica.
A taxa recuou 0,7 ponto percentual em relação ao trimestre imediatamente anterior, de fevereiro a abril, e caiu 1,1 ponto sobre o mesmo período de 2023, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira.
A população desocupada caiu para 7,4 milhões, menor número de pessoas procurando por uma ocupação no país desde o trimestre encerrado em janeiro de 2015.
A mediana das previsões em pesquisa da Reuters era de que a taxa de julho ficaria exatamente em 6,8 por cento por cento no período.
No trimestre, o rendimento médio real das pessoas ocupadas ficou estável frente ao período anterior, em 3.206 reais, com alta de 4,8% na comparação anual.O BC tem reforçado em sua comunicação que o mercado de trabalho tem apresentado dinamismo maior do que o esperado. Nesta semana, o presidente da autoridade monetária, Roberto Campos Neto, apontou que já há sinais "ainda incipientes, mas mais claros" de que o aperto no emprego possa estar sendo transmitido para os preços de serviços "de uma forma mais prolongada".
O BC se reunirá em meados de setembro para deliberar sobre os juros e a aposta do mercado é de alta da taxa Selic, atualmente em 10,5% ao ano.
Fonte: https://www.brasil247.com/brasil/desemprego-cai-a-6-8-no-trimestre-terminado-em-julho-no-melhor-resultado-desde-2012-ugjw6i0i
A economia brasileira segue dando sinais de que crescerá acima do estimado pelo mercado em 2024. Dessa vez, os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta quarta-feira (28) pelo Ministério do Trabalho (MT) revelaram que 188 mil novas vagas de emprego com carteira assinada foram abertas em julho. O número é 32,3% superior ao registrado no mesmo mês do ano passado, quando foram criados 142,1 mil postos formais.
O ministro do Trabalho, Luiz Marinho (PT-SP), já havia antecipado, no início da semana, que os resultados do Caged seriam “fortes” em julho. No acumulado do ano, o MT já contabilizou 1,49 milhão de novas oportunidades de emprego com carteira assinada no país, mais do que durante todo o ano passado. Segundo a pasta, isso representa aumento de 27,3% em relação ao mesmo período de 2023, quando foram criadas 1,17 milhão de vagas formais.
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O Caged registrou 2,187 milhões de contratações e 1,999 milhão de demissões em julho. Com 79.167 novas vagas de emprego criadas, o setor de Serviços foi o que mais contribuiu para a melhora do mercado de trabalho, embora todos os ramos da economia tenham admitido novos trabalhadores com carteira assinada. Destacam-se a Indústria (+49.471), o Comércio (+33.003), a Construção Civil (+19.694) e a Agropecuária (+6.688).
Das 5 regiões brasileiras, o MT afirma que o Sudeste (+82.549) foi quem mais ampliou as vagas formais de trabalho em julho, mas o Sul (+33.025) também obteve desempenho positivo. Marinho atribui isso aos investimentos do governo federal, desde o primeiro momento, na recuperação do Rio Grande do Sul, estado devastado pelas piores enchentes de sua história. O Nordeste (+39.341) e o Centro Oeste (+15.347) também contrataram trabalhadores com carteira assinada no mês passado.
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De acordo com o MT, o salário médio de admissão manteve-se em R$ 2.161,37 em julho, o que representa aumento real (descontada a inflação) na comparação com o mesmo mês de 2023, quando o valor era de R$ 2.138,37.
O presidente Lula se disse satisfeito com o balanço apresentado pelo Caged nesta quarta. “O trabalho vale a pena. Os empregos com carteira assinada seguem crescendo. Apenas nos primeiros sete meses de 2024, geramos mais empregos do que em todo 2023. Mais gente trabalhando é a certeza de comida na mesa e segurança para as famílias brasileiras, um presente e um futuro melhor. É o mais importante”, destacou Lula.
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O deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) comemorou mais um resultado positivo da economia brasileira na gestão Lula 3. Por meio do “X”, o parlamentar exaltou o aquecimento do mercado de trabalho. “O Brasil acaba de registrar a criação de 188 mil vagas em julho. O total até agora é de 1.429.214 vagas com carteira assinada em 2024. Efeito Lula!”
PT Nacional, com Ministério do Trabalho
Fonte: https://ptnacamara.org.br/caged-com-188-mil-vagas-em-julho-emprego-cresce-32-sobre-o-mesmo-periodo-de-2023/
1- População em situação de extrema pobreza cai 40% no Brasil
Relatório do Observatório Brasileiro das Desigualdades também revela maior redução da pobreza entre as mulheres pretas. Destaque ainda para a queda de 20% do desemprego no País.
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3- Jogos Paralímpicos começam nesta quarta-feira (28)
O Brasil estará representado com 280 atletas em 20 das 22 modalidades, a maior delegação para uma edição dos Jogos fora do País. Programas e projetos em gestões do PT contribuíram para a formação dos competidores.
4- Ações da Petrobras disparam com alta de 8,96%
Com a valorização, a companhia ganhou mais de R$41 bilhões em valor de mercado. Em evento, na Telebras, em Brasília, o presidente Lula defendeu o fortalecimento das empresas estatais e criticou as privatizações desencadeadas no País.
Fonte: www.radio.pt.org.br
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Fonte: https://noticiabrasil.net.br/20240826/chefe-da-aiea-alerta-corrida-global-por-armas-nucleares-atinge-alta-recorde-desde-a-guerra-fria-36200056.html
O
Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) da Venezuela emitiu, nesta
quinta-feira (22), a decisão definitiva sobre a eleição presidencial do
dia 28 de julho e ratificou a vitória do presidente Nicolas Maduro para o
mandato de 2025 a 2031.
“Certificado de forma inapelável o material eleitoral peritado e esta Sala convalida os resultados da eleição de 28 de julho de 2024 emitidos pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE), onde resultou a eleição do cidadão Nicolás Maduro Moros como presidente”, afirmou a presidente do Tribunal, Caryslia Rodríguez, acrescentando que não cabe recurso à decisão.
A Sala Eleitoral do TSJ determinou ainda que o conselho publique “os resultados definitivos” da eleição no Diário Oficial do país. Além disso, a Corte certificou que o Poder Eleitoral foi vítima de um ataque cibernético, que teria impedido o trabalho da instituição.
A decisão citou o artigo 155 da Lei Orgânica dos Processos Eleitorais do país. O dispositivo define que o CNE deve publicar os dados no Diário Oficial em até 30 dias após a proclamação do candidato. Com isso, o CNE deve publicar os dados até o dia 30 de agosto. Em eleições anteriores, o Poder Eleitoral publicava os dados no site na internet poucas horas ou dias após a proclamação do vencedor.
A não publicação dos dados tem gerado questionamentos sobre o resultado anunciado dentro e fora da Venezuela por não permitir a confirmação dos votos por cada uma das mais de 30 mil urnas.
A presidente do TSJ ainda leu trecho do informe dos peritos nacionais e internacionais que analisaram os documentos eleitorais a pedido da Corte, entre eles, o Conselho de Especialistas Eleitorais da América Latina (Ceela) e o Observatório do Pensamento Estratégico para a Integração Regional.
“Os boletins emitidos pelo CNE em relação à eleição presidencial de 2024 estão respaldados pelos atos de escrutínio emitidos por cada uma das máquinas de votação no processo eleitoral e, além disso, essas atas mantém plena coincidência com os registros das bases de dados dos centros nacionais de totalização”, leu a magistrada Caryslia.
Na quarta-feira (21), um comunicado da oposição afirmou que não reconheceria a decisão do TSJ, afirmando que seria “ineficaz e nula toda eventual sentença da Sala Eleitoral que possa validar a fraude eleitoral” e diz que, com isso, os magistrados do TSJ estariam “violando os direitos inalienáveis dos eleitorais e incorreriam em responsabilidade penal, civil e administrativa”.
A presidente do Supremo, Caryslia Rodríguez, disse ainda que a decisão deve ser juntada à investigação contra os responsáveis pelo site da oposição onde foram publicadas supostas atas que indicam a vitória do opositor Edmundo.
O MP abriu essa investigação sobre suposta “usurpação das funções do CNE”, além de “falsificação de documento público” e “conspiração”. O governo acusa a oposição de promover uma tentativa de golpe de Estado com participação dos Estados Unidos (EUA).
Antes de anunciar a decisão, a presidente do TSJ, Caryslia Rodríguez, reforçou a competência do Supremo do país para resolver impasses sobre resultados eleitorais, citando o artigo 297 da Constituição Bolivariana da Venezuela.
Ela ainda citou a eleição brasileira de outubro de 2022, a mexicana deste ano e a dos EUA de 2000, quando George W. Bush foi eleito, como exemplos de pleitos que foram parar no Judiciário por controvérsias diversas.
“Tais antecedentes deixam claro que, ante a existência de controvérsias suscitadas em eleições presidenciais, os Tribunais de Justiça com competência em matéria eleitoral constituem no mundo a última instância para sua resolução como garantias do Estado de direito e da democracia constitucional”, argumentou.
A magistrada Caryslia Rodríguez destacou ainda que cinco dos 38 partidos convocados para a perícia das eleições não entregaram o material eleitoral solicitado, assim como o candidato Edmundo González, que não compareceu ao TSJ. “Desacatou a autoridade judicial, demonstrando sua renúncia a ordem constitucional, conduta que acarreta as sanções previstas no ordenamento jurídico”, disse.
Sobre as atas eleitorais não entregues por alguns partidos opositores, Caryslia disse que os representantes argumentaram que “não possuíam nenhum tipo de documentação referida a este processo eleitoral. Manifestaram que não tinham as atas de escrutínio das testemunhas das mesas nem a da lista das testemunhas”.
O secretário-geral do partido Movimento Por Venezuela, Simón Calzadilla, informou que não entregou as atas porque são documentos que devem servir para as legendas questionarem os resultados emitidos pelo CNE, o que ainda não pode ser feito porque o Poder Eleitoral não disponibilizou os dados por mesa.
“O STJ pretende despojar os partidos políticos e os candidatos das únicas provas que comprovam e com as quais podem verificar os resultados eleitorais. Estamos aqui numa situação de intervenção e num processo de ocultação com a contribuição institucional do Poder Executivo, do Poder Judiciário e do Poder Eleitoral”, denunciou Calzadilla, em entrevista à rádio Union Radio, da Venezuela, na semana passada.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2024-08/supremo-da-venezuela-ratifica-reeleicao-de-maduro-em-decisao-final
Naquele período, a China enfrentava um isolamento internacional, e a reaproximação com os Estados Unidos no início dos anos 1970 ajudou a abrir portas para novas relações diplomáticas. O analista explicou que "a China estava tentando superar seu isolamento e, ao mesmo tempo, o Brasil via a China como um parceiro importante para assegurar sua autonomia e enfrentar desafios como o choque do petróleo".
Além disso, a especialista reafirma que não somente as relações comerciais expandiram nesse período, mas houve uma aproximação mais estratégica, "uma sinergia mais política", descreve, citando como exemplo da consolidação de uma parceria estratégica a criação de mecanismos como a Cosban, a cooperação em vários fóruns internacionais, inclusive o G20 e a criação do BRICS.
"O Brasil é importante porque a China talvez tivesse que importar de outro país com quem ela tem uma relação que é um pouco mais belicosa, por exemplo, os Estados Unidos", enfatiza.Moreno ainda destaca que a tendência é que essa dependência brasileira continue, sobretudo se o país seguir caminhando para um processo de "reprimarização da pauta exportadora", em vez de fazer transferência de tecnologia e avanços técnicos.
Nas relações comerciais, a especialista entende que as exportações de commodities e produtos do setor primário para a China devem continuar a figurar com destaque. Por outro lado, espera-se que setores mais tecnológicos e de maior valor agregado sejam importados do gigante asiático para ajudar em temas como o da transição energética.
A direita brasileira já possui uma quantidade suficiente de pesquisas internas que revelam que o único político capaz de enfrentar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições presidenciais de 2026 é seu antecessor Jair Bolsonaro. É isso que explica o ataque coordenado pela Folha ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, em coordenação com integrantes da extrema-direita internacional, como o bilionário Elon Musk, dono do X, e o jornalista Glenn Greenwald, que parece ter se bandeado para este lado e estaria agora fazendo a sua segunda "Vaza Jato".
A nova turbulência chega em um momento desesperador para as forças da direita, que vinham tentando emplacar um "bolsonarismo moderado" na figura do governador de São Paulo, Tarcisio de Freitas. Isso porque todos os dados econômicos apontam para uma melhoria consistente nas condições de vida do povo brasileiro. O desemprego é o menor em dez anos, o crescimento econômico, tanto no setor de serviços como na indústria, vem ocorrendo acima das previsões de mercado e os grandes investimentos estão sendo retomados. Ou seja: Lula já está colhendo o que plantou, o que torna a sua reeleição para um quarto mandato uma aposta cada vez mais segura. Para completar, o mandato de Roberto Campos Neto, que vem sabotando a economia brasileira e garantindo a "bolsa-Selic" do rentismo, está prestes a se encerrar no Banco Central.
Quando a primeira "Vaza Jato" capitaneada por Glenn Greenwald surgiu, Lula foi reabilitado porque as classes dominantes avaliavam que Jair Bolsonaro havia ido longe demais com seu projeto fascista. Era uma figura indomável e incontrolável. A primeira tentativa era colocar Lula e o PT a reboque de uma "frente ampla" neoliberal, mas o que ocorreu foi o inverso. Lula se colocou na dianteira do processo, vem fazendo um excelente governo e tem todas as condições de chegar a um quarto mandato, desfazendo aos poucos os estragos do choque neoliberal implantado em 2016 no Brasil, após o golpe de estado contra a ex-presidente Dilma Rousseff.
Li, nas primeiras horas após a "bomba" de Glenn, que a Folha, que já apoiou a ditadura militar de 1964, o golpe de 2016 e a própria eleição de Bolsonaro em 2018 (e tudo isso é a mais absoluta verdade), análises de que o jornal estaria agora embarcando de vez no projeto Tarcísio 2026. Mas, atenção, não é exatamente isto o que está acontecendo. A tentativa de transformar o "coitadinho" Jair Bolsonaro em vítima do "malvadão" Alexandre de Moraes tem como objetivo final a reabilitação do ex-presidente, com a devolução dos seus direitos políticos. Não custa lembrar que Bolsonaro os perdeu porque atacava injustamente o sistema eleitoral brasileiro. O que Glenn e a Folha tentam provar era que o ex-presidente era a verdadeira vítima deste sistema.
Por trás de tudo isso está a tentativa da Folha de manter o Brasil submetido ao choque neoliberal de 2016. Há também interesses paralelos, como o da extrema-direita internacional, que pretende o Brasil submetido a uma certa ordem geopolítica internacional, que parece estar em ruínas. Diante desta nova turbulência no voo de cruzeiro do governo Lula 3, o fundamental é acompanhar os desdobramentos, sem perder de vista os grandes interesses econômicos que se movem abaixo da superfície.
Fonte: https://www.brasil247.com/blog/atencao-o-objetivo-da-folha-nao-e-eleger-tarcisio-mas-sim-reabilitar-bolsonaro
Por Jacinto Pereira
Eu acho que no final dessa questão na Venezuela em que Brasil, México e Colômbia, estão tentando resolver de forma pacífica a confusão em torno da apuração dos votos, vai ser resolvida de forma a diminuir as arestas geradas entre as nações da América do sul, realçando a diplomacia brasileira e vai ter o seguinte resultado: Maduro terá confirmada a sua reeleição, os EUA retirarão o apoio ao candidato de oposição e lhe oferecerão alguma compensação em um grande acordão em que até as potências europeia darão aval, os EUA retirarão parte das sanções ao governo Maduro e passarão a comprar o petróleo da Venezuela com algumas vantagens
Fonte: https://noticiabrasil.net.br/20240625/grupo-de-devedores-como-mudou-divida-publica-do-g20-em-2023-35282454.html