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domingo, 27 de dezembro de 2015

Ibope: 86% dos brasileiros querem cassação de Cunha

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247 - Pesquisa realizada pelo Ibope, entre os dias 5 e 9 de dezembro, constatou que 86% dos brasileiros querem a cassação do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). O parlamentar é investigado pela Operação Lava Jato, acusado de ter recebido US$ 5 milhões de propina. Cunha mentiu ao Congresso, em depoimento da CPI da Petrobras, alegando que não tinha dinheiro no exterior, razão pela qual é processado no Conselho de Ética da Câmara por quebra de decoro parlamentar. Seu afastamento do comando da Câmara já foi pedido pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao Supremo Tribunal Federal.
Do total de 2002 entrevistados em todo o país pelo país, apenas 9% desejam que ele permaneça no cargo. Outros 5% não responderam. Os que querem Cunha sem mandato superam aqueles que defendem o impeachment de Dilma Rousseff.
De acordo com a mesma pesquisa, 67% apoiam o impedimento, enquanto 28% são contrários. 4% não responderam.
Segundo o Ibope, 90% dos que são favoráveis ao impeachment também querem a cassação de Cunha.
Os número do Ibope são mais expressivos do que os revelados pelo Datafolha do final de novembro. Pesquisa realizada pelo instituto nos dias 25 e 26 de novembro mostrou que 81% dos brasileiros acham que o presidente da Câmara deveria ter o mandato cassado. No levantamento, 7% são contra a cassação do deputado, enquanto 4% são indiferentes e 9% não souberam responder. Na estratificação, 90% dos eleitores com nível superior de escolaridade querem a cassação de Cunha, percentual idêntico ao apurado entre o segmento dos mais ricos, aqueles com renda familiar mensal acima de dez salários mínimos (relembre aqui).
http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/211069/Ibope-86-dos-brasileiros-querem-cassação-de-Cunha.htm

Cunha alucina e diz que Globo apoia o PT

: O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB) ficou revoltado com a informação divulgada ontem por Lauro Jardim, de O Globo, de que ele teria viajado para Cuba com sua família; além de rebater a nota, Cunha, alucinado, usou o seu Twitter, neste domingo (27), para acusar as Organizações Globo de apoiarem o PT e de tentarem fazer dele o vilão do país; "No futuro assistiremos as organizações Globo, a exemplo do que já fez com a ditadura militar, pedirem desculpas por apoiarem o PT", postou o peemedebista; segundo ele, "todos dias assistimos o JN com matérias longas de apoio à presidente e matérias longas tentando me colocar como vilão do país, como se eu fosse o chefe do governo que assaltou a Petrobras"; resta saber que edição do Jornal Nacional Cunha tem assistido na qual Dilma é alvo de qualquer reportagem positiva
27 de Dezembro de 2015 às 11:42
247 - O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB) ficou revoltado com a informação divulgada ontem por Lauro Jardim, de O Globo, de que ele teria viajado para Cuba com sua família. Além de rebater a nota, Cunha, alucinado, usou o seu Twitter, neste domingo (27), para acusar as Organizações Globo de apoiarem o PT e de tentarem fazer dele o vilão do país.
"No futuro assistiremos as organizações Globo, a exemplo do que já fez com a ditadura militar, pedirem desculpas por apoiarem o PT", postou o peemedebista.
Segundo ele, "todos dias assistimos o JN com matérias longas de apoio à presidente e matérias longas tentando me colocar como vilão do país, como se eu fosse o chefe do governo que assaltou a Petrobras". "Certamente isso terá um preço sobre a credibilidade desse órgão de imprensa e o povo não é bobo", complementou. Resta saber que edição do Jornal Nacional Cunha tem assistido na qual a presidente Dilma Rousseff é alvo de qualquer reportagem positiva.
Contra Lauro Jardim, Cunha foi ainda mais duro. Abaixo a sequência de postagens dele (com correções ortográficas):
- Bom dia a todos. Lamentável o que esse colunista pilantra de O Globo faz. Mente, dá barriga, insiste na mentira, etc
- Foi demitido da Veja por várias barrigas e por funcionar como assessor de imprensa de um ex-chefe da Casa Civil
- Foi contratado pelo Globo com salário elevado para padrão imprensa, no mesmo momento que bons profissionais foram demitidos por corte
- Começou com uma barriga histórica, com manchete de primeira página e reprodução em massa sobre o filho do Lula
- O jornal teve que desmentir com uma chamada discreta sem reprodução na tv
- Esse pilantra tem um pilantrinha assistente que faz bullying em cima dos meus filhos o tempo todo, tentando confirmar mentiras toda semana
- Não satisfeito publica ontem online que eu embarquei com a família para Cuba e eu estou no RJ
- As 19 horas muda o post para eu embarco a família para Cuba diante da evidente mentira
- É bom que ele saiba que a maior parte da minha família está no Rio comigo
- E ainda para constranger publica uma foto divulgada publicamente por uma modelo internacional como sendo da minha filha
- Tive que pedir aos meus filhos que fechem as suas redes sociais pela exploração de picaretas como ele.
- É só ver a coluna de hj, onde eu e minha família ocupamos quase a metade do espaço para verem a fixação que esse pilantra tem por mim
http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/211094/Cunha-alucina-e-diz-que-Globo-apóia-o-PT.htm

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Quanto pior, melhor: MP do TCU quer anular leniência

Veja a honestidade dos partidos golpistas

Oposição a Dilma no Congresso levou dinheiro para não convocar empresário na CPI da Petrobras
21 dez. 2015 - 10:53 11 Comentários De acordo com o delator, a propina foi distribuída como se fosse contribuição eleitoral da seguinte forma: R$ 1,7 milhão ao DEM; R$ 1 milhão ao PR; R$ 1,15 milhão ao PMN e R$ 1,15 milhão ao PRTB.
De acordo com o delator, a propina foi distribuída como se fosse contribuição eleitoral da seguinte forma: R$ 1,7 milhão ao DEM; R$ 1 milhão ao PR; R$ 1,15 milhão ao PMN e R$ 1,15 milhão ao PRTB.
O DEM, PR, PMN e PRTB, ambos de oposição à presidente Dilma Rousseff (PT), levaram R$ 5 milhões para não convocar o empresário Ricardo Pessoa, dono da empreiteira UTC, para depoimento na CPI Mista da Petrobras.
A informação foi prestada pelo ex-diretor financeiro da UTC Engenharia, Walmir Pinheiro Santana, um dos delatores do esquema de corrupção investigado pela Operação Lava Jato.
O repasse de dinheiro para quatro legendas foi acertado com o ex-senador Gim Argello (PTB-DF), que era vice-presidente da CPI, que garantiu a “blindagem” a Pessoa.
De acordo com o delator, a propina foi distribuída como se fosse contribuição eleitoral da seguinte forma: R$ 1,7 milhão ao DEM; R$ 1 milhão ao PR; R$ 1,15 milhão ao PMN e R$ 1,15 milhão ao PRTB.
Eram esses alguns dos partidos que estavam na linha de frente do movimento pelo impeachment de Dilma. Viu o nível dos golpistas?
http://www.esmaelmorais.com.br/2015/12/oposicao-a-dilma-no-congresso-levou-dinheiro-para-nao-convocar-empresario-na-cpi-da-petrobras/

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Impeachment é aposta do Brasil improdutivo

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 22 de Dezembro de 2015 às 09:10
Por Luís Nassif, do jornal GGN
Está na hora de dar um intervalo no golpismo, um arrefecimento nessa disputa ideológica anacrônica e se começar a pensar seriamente no próximo tempo do jogo.
A insistência no impeachment, por parte de Gilmar Mendes e de setores do PSDB já ultrapassou os limites de qualquer razoabilidade. A intervenção do STF (Supremo Tribunal Federal) e as manifestações gerais de condenação ao impeachment, o racha no PMDB, o desmonte da imagem de Michel Temer, comprovam que o impeachment é o caminho mais traumático para o país.
A insistência na tese parte de um tipo específico de pessoa: 1) a que vai obter ganhos pessoais e políticos com o grupo que ascender e que 2) faz parte do país improdutivo, não afetado por crises econômicas.
Integra esse grupo de privilegiados-a-salvo-de-crises inclusive o presidente da FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) Paulo Skaf cuja fonte de receita são aluguéis e a pilotagem da FIESP. Verdadeiros industriais, como os representados pela ABIMAQ (Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos) e IEDI (Instituto de Estudos de Desenvolvimento da Indústria) defendem a estabilização rápida do jogo político para permitir à economia respirar.
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A disputa para enquadrar o novo Ministro da Fazenda Nelson Barbosa na esquerda ou na nova matriz econômica (como se os erros do período Guido Mantega fossem fruto de qualquer matriz) é ridícula.
Com Joaquim Levy ou Nelson Barbosa, o trabalho é o mesmo, de reduzir na medida do possível os gastos de custeio, aprovar a CPMF e dar sequencias às propostas de reforma fiscal. Não é 0,2 ponto percentual a mais ou a menos no superávit primário que define a ideologia de um ou outro.
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Nesses momentos de mudanças, o mercado age sempre com comportamento de manada. Não significa que a sabedoria esteja com a tendência majoritária. Pelo contrário, os verdadeiros campeões são os que sabem jogar no contra fluxo.
Quem sabe das coisas conhece o pensamento de Nelson Barbosa. Sabe que ele foi o principal comandante das medidas anticíclicas de 2008 – que impediram que o país afundasse com a crise global – e não teve participação nos desastres dos dois últimos anos do governo Dilma. Sabe que tem um pensamento articulado e pouco propenso a aventuras.
Nos primeiros momentos, no entanto, a visão dominante era a de um aloprado fiscal no comando da Fazenda. A Bolsa cai, o dólar sobe e os profissionais realizam lucro.
Depois, haverá um momento de calmaria com o dólar refluindo.
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As análises iniciais do mercado e de jornalistas financeiros sobre os desafios de Nelson Barbosa são típicas de quem não consegue ir além dos limites da planilha. São críticas sem nenhum realismo.
Uma estratégia bem-sucedida precisa ser consistente do ponto de vista macroeconômico, e factível, do ponto de vista político e social.
Por exemplo:
1. Se o maior fator de desequilíbrio é a queda de receitas, que ameaça inviabilizar União e estados, é evidente que estanca-la é prioridade número 1.
2. É evidente que não há o menos espaço para aventuras fiscais e nem a menor possibilidade de sair do embrulho fiscal sem uma CPMF.
3. Propostas de fim das transferências constitucionais são inviáveis politicamente, selvagens e política e juridicamente inviáveis, no atual estágio de desenvolvimento nacional. A não ser que as Forças Armadas concordem em voltar ao poder.

'Nova manobra pode levar Cunha à prisão'

: 22 de Dezembro de 2015 às 11:23
247 - O deputado federal Wadih Damous (PT-RJ) afirma que se o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), insistir na manobra de colocar em votação um projeto que permite o lançamento de chapas avulsas para a comissão do impeachment, incorrendo assim em crime de desobediência à ordem judicial, podendo até mesmo ser preso pelo ato.
“Se isso ocorrer, nós estamos prontos para denunciar a manobra junto à Procuradoria Geral da República e ao próprio STF para que tomem as medidas cabíveis. Dessa vez, a tentativa de mudar as regras do jogo com a partida em andamento, patrocinada pela oposição em conluio com Eduardo Cunha, pode levar o presidente da Câmara à prisão”, alertou Damous.
Tanto ele quanto o também deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) classificaram como "afronta, casuísmo e desrespeito" a tentativa da oposição com apoio de Cunha de burlar a decisão do Supremo, que considerou ilegal o lançamento de candidatura avulsa para a eleição dos membros da Comissão Especial do impeachment.
“Qualquer tentativa de driblar a decisão do STF será considerada por nós do PT um golpe, um casuísmo e uma desobediência à ordem judicial. Se preciso for vamos ao STF denunciar essa manobra tantas vezes quantas forem necessárias, porque ao que parece não há limites da parte dos golpistas que agora tentam algo jamais visto, afrontar uma decisão do STF e o próprio Estado Democrático de Direito”, afirmou Pimenta.
Cunha pretende discutir o projeto do líder do DEM na Casa, Mendonça Filho (PE), que altera o regimento interno para prever as candidaturas avulsas. "Se estão querendo forçar a mão para atropelar a decisão do Supremo e afastar a presidente Dilma sem provas, vai cair no Supremo de novo", afirmou o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams.
http://www.brasil247.com/pt/247/rio247/210617/Damous-'nova-manobra-pode-levar-Cunha-à-prisão'.htm

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Dilma: ‘temos uma situação financeira sob controle’

Roberto Stuckert Filho/PR: <p>Assunção-Paraguai, 21/12/2015. Presidenta Dilma Rousseff durante a XLIX Cúpula dos Estados Partes do Mercosul e Estados Associados. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR</p> Ao discursar na 49ª Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul e Estados Associados em Assunção, no Paraguai, a presidente declarou que “nossa economia tem fundamentos sólidos”; “Estou certa de que a reorganização do quadro fiscal no Brasil logo trará resultados positivos juntamente com o fim da crise política que tem afetado meu segundo mandato desde o seu início”, afirmou Dilma Rousseff; “Nós estamos determinados a reduzir a inflação, a conseguir a estabilidade macroeconômica, a aumentar a confiança na nossa economia e a garantir a retomada sólida e duradoura do crescimento”, sustentou
21 de Dezembro de 2015 às 15:11
247 – A presidente Dilma Rousseff disse nesta segunda-feira 21, durante a cúpula do Mercosul, no Paraguai, que tem a “situação financeira sob controle”. Ela assegurou que estamos determinados a “garantir a retomada sólida e duradoura do crescimento” do País.
“Nossa economia tem fundamentos sólidos. Temos elevadas reservas e temos uma situação financeira sob controle. Estou certa de que a reorganização do quadro fiscal no Brasil logo trará resultados positivos juntamente com o fim da crise política que tem afetado meu segundo mandato desde o seu início”, disse.
“Nós estamos determinados a reduzir a inflação, a conseguir a estabilidade macroeconômica, a aumentar a confiança na nossa economia e a garantir a retomada sólida e duradoura do crescimento”, acrescentou Dilma.
Abaixo, reportagem da Agência Brasil sobre o discurso de Dilma:
Karine MeloA presidenta Dilma Rousseff disse hoje (21) que o fortalecimento do Mercosul passa necessariamente pela adoção de formas mais ágeis de cooperação comercial e pela formação de cadeias produtivas internacionais. “Nossa decisão de fortalecer economicamente, comercialmente o bloco, por meio da eliminação de barreiras comerciais, expressa nosso compromisso de longo prazo com o Mercosul. O Brasil se empenhará em levarmos essa tarefa a bom termo. Tenho certeza que todos nós aqui percebemos a importância da eliminação de barreiras comerciais para levarmos o Mercosul a bom termo”, disse ao discursar na 49ª Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul e Estados Associados em Assunção, no Paraguai.
Para Dilma, o bloco precisa resolver a questão “das assimetrias regionais” o que acredita só ser possível com maior cooperação comercial e sobretudo com a construção dessas cadeias produtivas.
“A economia contemporânea é dinâmica. Nós precisamos adaptar-nos às mudanças sob pena de comprometer a competitividade das nossas empresas e a atratividade de nossas economias aos investidores”, afirmou, defendendo a aprovação até 2016 da revisão do protocolo de compras governamentais do Mercosul. A facilitação de investimentos vai, segundo a presidenta, trazer de volta empregos e permitirá superar as dificuldades econômicas atuais.
Ainda durante discurso na Cúpula, a presidenta disse que apesar das medidas contracíclicas tomadas pelo Brasil para proteger a economia da crise econômica, a lentidão da recuperação mundial e sobretudo a violenta queda dos preços das commodities, aliados a fatores internos afetaram o crescimento brasileiro de forma conjuntural.
“Nossa economia tem fundamentos sólidos. Temos elevadas reservas e temos uma situação financeira sob controle. Estou certa de que a reorganização do quadro fiscal no Brasil logo trará resultados positivos juntamente com o fim da crise política que tem afetado meu segundo mandato desde o seu início”, disse, garantindo que o Brasil está determinado a reduzir a inflação, conseguir a estabilidade macroeconômica, aumentar a confiança na economia e a garantir a retomada sólida e duradoura do crescimento.
Presidente argentino
Após exaltar a construção e consolidação da democracia depois de “anos de autoritarismo” na região, Dilma deu como exemplos a eleição presidencial na Argentina e a parlamentar na Venezuela. “Dois exemplos recentes que mostram a nossa maturidade”, destacou.
A presidenta Dilma Rousseff deu as boas-vindas ao novo presidente argentino, Maurício Macri, que participa, pela primeira vez, de uma reunião do bloco. “Quero, em especial, dar os parabéns ao presidente Macri. Quero dar as boas-vindas. Desejo êxito a ele. A Argentina constitui um dos eixos desta nossa organização regional”, ressaltou.
Dilma retorna nesta tarde a Brasília, onde no fim da tarde dará posse no Palácio do Planalto aos novos ministros da Fazenda, Nelson Barbosa, e do Planejamento, Valdir Simão.
https://www.brasil247.com/pt/247/economia/210517/Dilma-‘temos-uma-situação-financeira-sob-controle’.htm

Para ministro do STF, nova tentativa de manobra por parte do DEM é perda de tempo


O líder do DEM na Câmara, Mendonça Filho, apresentou um projeto que altera o regimento interno para admitir candidaturas avulsas em comissões na casa.
O presidente da Câmara, Eduardo Cunha, tem reunião marcada hoje com membros da oposição.
Essa reunião, que discutirá a proposta do DEM, animou os golpistas. Eles passaram a enxergar uma luz no fim do túnel do impeachment.
Eis que surge um ministro do STF, chamado Marco Aurélio, para apagar a luz dos "aloprados".
Nada que a Câmara fizer vai alterar um rito definido pela suprema corte.
E mais, não se deve tentar sobrepujar um pronunciamento do supremo.
Ao invés de perder tempo, como disse o Marco Aurélio, por que a oposição do mal - PSDB, DEM e subalternos - não aproveitam a fala do ministro do STF e parem de perder tempo?
O tempo perdido não não prejudicará somente quem quer a implosão do Brasil, nós, eleitores, também perderemos um tempo que é precioso.
Tempo que poderia recuperar parte da crise que assola o Brasil.
Mas os membros do "circo" preferem vê-lo em chamas.
http://debateprogressista.blogspot.com.br/2015/12/para-ministro-do-stf-nova-tentativa-de.html

Lewandowski denuncia o despudor de Gilmar e Moro

Juiz político é uma ameaça à Democracia.
publicado13/09/2015
ricardo lewandowski
Lewandowski: “o protagonismo extra-muros pode cercear direitos fundamentais”
O Conversa Afiada reproduz antológico artigo do presidente do Supremo Tribunal Federal.
O Conversa Afiada o interpreta como uma crítica explícita à despudorada atuação político/partidária do ministro (sic) Gilmar, que se reúne com dois parlamentares (sic) ameaçados de ir para cadeira para tramar o impítim; e do Juiz da Vara de Guantánamo, que se assemelha aos juízes do regime nazista, pretende “provocar abalos na economia”, e “desestabilizar as instituições” com a proposta de criminalizar APENAS e EXCLUSIVAMENTE os supostos corruptos que estão num ÚNICO lado do espectro político !
Viva Lewandowski !
Chega !
Já que o Governo e seu Ministro (sic) da Justiça são seres inanimados …


Judicatura e dever de recato

Entre juízes, posturas ideológicas são repudiadas pela comunidade jurídica e pela opinião pública, que vê nelas um risco à democracia
RICARDO LEWANDOWSKI
É antigo nos meios forenses o adágio segundo o qual juiz só fala nos autos. A circunspecção e discrição sempre foram consideradas qualidades intrínsecas dos bons magistrados, ao passo que a loquacidade e o exibicionismo eram –e continuam sendo– vistos com desconfiança, quando não objeto de franca repulsa por parte de colegas, advogados, membros do Ministério Público e jurisdicionados.
A verbosidade de integrantes do Poder Judiciário, fora dos lindes processuais, de há muito é tida como comportamento incompatível com a autocontenção e austeridade que a função exige.
O recato, a moderação e mesmo a modéstia são virtudes que a sociedade espera dessa categoria especial de servidores públicos aos quais atribuiu o grave múnus de decidir sobre a vida, a liberdade, o patrimônio e a reputação das pessoas, conferindo-lhes as prerrogativas constitucionais da vitaliciedade, inamovibilidade e irredutibilidade de vencimentos para que possam exercê-lo com total independência.
O Código de Ética da Magistratura, consubstanciado na Resolução 60, de 2008, do Conselho Nacional de Justiça, consigna, logo em seu artigo 1º, que os juízes devem portar-se com imparcialidade, cortesia, diligência, integridade, dignidade, honra, prudência e decoro.
A incontinência verbal pode configurar desde uma simples falta disciplinar até um ilícito criminal, apenada, em casos extremos, com a perda do cargo, sem prejuízo de outras sanções cabíveis.
A Lei Complementar nº 35, de 1979, estabelece, no artigo 36, inciso III, que não é licito aos juízes “manifestar, por qualquer meio de comunicação, opinião sobre processo pendente de julgamento, seu ou de outrem, ou juízo depreciativo sobre despachos, votos ou sentenças de órgãos judiciais, ressalvada a crítica nos autos ou em obras técnicas ou no exercício do magistério”.
O prejulgamento de uma causa ou a manifestação extemporânea de inclinação subjetiva acerca de decisão futura, nos termos do artigo 135, V, do Código de Processo Civil, caracteriza a suspeição ou parcialidade do magistrado, que permitem afastá-lo da causa por demonstrar interesse no julgamento em favor de alguma das partes.
Por mais poder que detenham, os juízes não constituem agentes políticos, porquanto carecem do sopro legitimador do sufrágio popular. E, embora não sejam meros aplicadores mecânicos da lei, dada a ampla discricionariedade que possuem para interpretá-la, não lhes é dado inovar no ordenamento jurídico.
Tampouco é permitido que proponham alterações legislativas, sugiram medidas administrativas ou alvitrem mudanças nos costumes, salvo se o fizerem em sede estritamente acadêmica ou como integrantes de comissões técnicas.
Em países civilizados, dentre eles o Brasil, proíbe-se que exerçam atividades político-partidárias, as quais são reservadas àqueles eleitos pelo voto direto, secreto e universal e periódico. Essa vedação encontra-se no artigo 95, parágrafo único, inciso III, da Constituição.
Com isso, não só se impede sua filiação a partidos como também que expressem publicamente as respectivas preferências políticas. Tal interdição mostra-se ainda mais acertada porque os magistrados desempenham, ao par de suas relevantes atribuições, a delicada tarefa de arbitrar disputas eleitorais.
O protagonismo extramuros, criticável em qualquer circunstância, torna-se ainda mais nefasto quando tem o potencial de cercear direitos fundamentais, favorecer correntes políticas, provocar abalos na economia ou desestabilizar as instituições, ainda que inspirado na melhor das intenções.
Por isso, posturas extravagantes ou ideologicamente matizadas são repudiadas pela comunidade jurídica, bem assim pela opinião pública esclarecida, que enxerga nelas um grave risco à democracia.
RICARDO LEWANDOWSKI, 67, professor titular da Faculdade de Direito da USP, é presidente do STF – Supremo Tribunal Federal e do CNJ – Conselho Nacional de Justiça
http://www.conversaafiada.com.br/brasil/lewandowski-denuncia-o-despudor-de-gilmar-e-moro

De olho em 2018, Cristovam se opõe a Ciro

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21 de Dezembro de 2015 às 06:34
247 – O senador Cristovam Buarque criticou o presidente do PDT, Carlos Lupi. Disse que o partido tem dois pré-candidatos à Presidência da República em 2018, mas só Ciro Gomes é convidado para as convenções regionais.
“O sentimento é o mesmo de quando fui demitido pelo telefone: desrespeito”, teria afirmado ele, segundo a colunista Natuza Nery.
O parlamentar afirma que não vai aceitar calado que o PDT expulse o parlamentar que votar a favor do impeachment. Ele conta que ainda não decidiu se votará pela deposição da presidente.
http://www.brasil247.com/pt/247/brasilia247/210444/De-olho-em-2018-Cristovam-se-opõe-a-Ciro.htm