As informações são de reportagem da Folha de S.Paulo.
A escolha, porém, encarada como sinal de continuidade e de menos mudanças do que um nome "interno" do próprio Itamaraty poderia causar.
"Diplomatas de alto escalão preferiam a chamada 'solução externa' para o cargo neste momento, dado que o governo Michel Temer já encerra um caráter de provisoriedade –acaba em pouco mais de um ano e meio.
Se o escolhido fosse um nome 'interno', como o bastante cotado embaixador do Brasil nos EUA, Sérgio Amaral, haveria a tendência de rearranjo mais amplo de postos de comando na pasta.
Aloysio deverá manter a linha de Serra: uma reorientação que afastou o Brasil dos regimes remanescentes à esquerda na América Latina, expulsou na prática a Venezuela do Mercosul e reforçou a área de comércio exterior.
É mais na forma do que no conteúdo que a chegada de Aloysio levanta reservas, mesmo entre os que não são viúvas do Itamaraty sob o PT; entre os que são, até a presença em missão oficial do então senador nos Estados Unidos após a Câmara aprovar a admissibilidade do processo de impeachment contra Dilma Rousseff serviu como "prova de golpismo".
O novo chanceler é conhecido pelo pavio curto, tendo protagonizado altercações públicas com adversários."
http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/283081/Temperamento-explosivo-de-Aloysio-como-chanceler-preocupa-diplomatas.htm
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