Confira alguns trechos do texto:
"Essa versão começou a furar quando o Estado noticiou que quem entregara o dinheiro no escritório de Yunes havia sido Lúcio Funaro, um operador preso pela Lava Jato sob acusação de extorquir dinheiro de empresas junto com Eduardo Cunha. Segundo a notícia, Funaro entregara R$ 1 milhão em espécie ao amigo de Temer.
(...)
O que se deduz – pelas questões de Cunha e, principalmente, pela delação do empreiteiro confirmada por Yunes – é que nem toda doação da Odebrecht para o PMDB de Temer e Padilha foi pela declarada via bancária. Parte usou mulas. Por qual motivo?
Se a Justiça eleitoral descobrir, vai demorar. Padilha está hospitalizado. Temer pode alegar ignorância, arrolar testemunhas, postergar o julgamento. Enquanto isso, o governo tenta aprovar as reformas, aquecer a economia e ficar popular."
http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/282915/Toledo-Temer-e-sua-turma-j%C3%A1-mudaram-v%C3%A1rias-vezes-vers%C3%A3o-sobre-propina-da-Odebrecht.htm
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