"Não houve nenhuma consulta a nós, não é um critério que tenha partido da comissão e não é um critério considerado razoável pela comissão. Até porque a avaliação ética que a comissão faz vai muito além da condição objetiva de ser réu. Não precisa ser réu para infringir a ética. Esse é um critério criminal. Temos outros critérios que não correspondem a isso", afirmou Menezes em entrevista ao jornal Estado de S. Paulo.
Ele defende, diferentemente de Temer, que uma violação séria ao Código de Conduta é suficiente para exoneração de uma autoridade. "O código traz valores sobre imagem da administração, a reputação que deve ser zelada. Nossos valores não são assim, objetivos. São valores de outra escala. Uma vez comprovada a transgressão, já consideramos que a autoridade não deve continuar no cargo ou deve ser advertida", afirma.
Leia na íntegra a entrevista de Mauro Menezes.
http://www.brasil247.com/pt/247/poder/283354/Presidente-da-comiss%C3%A3o-de-%C3%A9tica-contesta-crit%C3%A9rios-de-Temer.htm
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