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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

O Rotary e a Fundação Rotária conquistaram grandes vitórias no ano passado.

 

Um progresso extraordinário foi feito em relação à erradicação da pólio quando a Índia foi retirada da lista de países endêmicos, da qual agora fazem parte apenas Afeganistão, Nigéria e Paquistão. Ainda temos muito trabalho pela frente, mas graças ao comprometimento e à generosidade de rotarianos e amigos do Rotary, estamos confiantes que o Rotary alcançará seu objetivo de acabar com a doença de uma vez por todas.

Nós ampliamos o alcance do Rotary de formas novas e eficazes, formando parcerias com a Mercy Ships e o Instituto Unesco-IHE, e mantendo nossa forte relação de cooperação com a Fundação Bill e Melinda Gates, USAID, Aga Khan University, Oikocredit e Centros Rotary pela Paz.

Mais de meio milhão de pessoas do mundo inteiro participaram dos nossos programas para Novas Gerações. Este envolvimento com o Intercâmbio de Jovens, Rotaract, Interact e RYLA os ajudou a desenvolver as habilidades necessárias para se tornarem líderes comunitários e globais, e futuros rotarianos.

Em 2012, a Fundação Rotária também foi reconhecida por diversas organizações que fazem avaliações independentes de instituições beneficentes, como American Institute of Philanthropy, Charity Navigator e Wise Giving Alliance.

Sem dúvida, podemos nos orgulhar de tudo o que os rotarianos conquistaram. Tenho o prazer de enviar a versão digital do Relatório Anual do Rotary International e da Fundação Rotária de 2011-12, que mostra como os rotarianos estão trabalhando para melhorar a vida dos mais necessitados. Leia o documento com atenção e, se quiser, envie-o para pessoas que possam ter interesse em se associar a Rotary Clubs, formar parcerias ou fazer doações para nossa organização.

Obrigado por ajudar o Rotary a causar mudanças duradouras em sua comunidade e no mundo inteiro.

Atenciosamente,

John Hewko
Secretário-geral
Rotary International e Fundação Rotária
Twitter: @johnhewko

Petrobras anuncia novo poço de petróleo, dados confirmam potencialidade

 

 

 

 

 

 

 

 

A Petrobras anunciou ontem a existência de petróleo de boa qualidade no poço Florim, no pré-sal da Bacia de Santos – litoral de São Paulo. Esse é o sexto poço descoberto pela companhia após a assinatura do contrato de cessão onerosa, assinado com o governo como parte do processo de capitalização da estatal. Após a perfuração ser concluída, será feito um teste de formação para avaliar a produtividade dos reservatórios. A fase exploratória deve se estender até setembro de 2014, quando poderá ser declarada a comercialidade da área.

Na avaliação do deputado Luiz Alberto (PT-BA), que é petroleiro aposentado, a descoberta de mais um poço de petróleo demonstra que o pré-sal “não é um mito, que essa riqueza existe e que a Petrobras tem tecnologia para se manter no controle da exploração”. De acordo com o deputado, a descoberta confirma também o acerto das políticas adotadas pelo governo do PT, com Lula e Dilma, para recuperação da estatal.

Luiz Alberto lembra que na gestão de Fernando Henrique Cardoso foram criadas armadilhas para fatiar e desarticular a Petrobras, com o intuito de permitir a sua privatização. “O governo Lula desmontou essas armadilhas e criou as condições para a exploração do pré-sal”, afirmou. O deputado enfatizou que foi o governo do PT que optou pelo fortalecimento da indústria do petróleo, pela construção de plataformas no País e pela ampliação das refinarias brasileiras. “Essas políticas permitiram à Petrobras ser o que a estatal é hoje: uma das maiores empresas do mundo”, afirmou.

Dados – O deputado Luiz Alberto aproveitou para rebater a oposição que, “sem discurso, utiliza a mídia para criticar a Petrobras”. Ele citou dados técnicos e estatísticas para desfazer os argumentos de que a estatal teve prejuízo no ano passado. “É verdade que o lucro líquido de 2012 foi inferior ao lucro de 2011, mas o resultado não foi negativo e ele ainda foi maior do que os lucros do período do governo FHC”, disse.

Luiz Alberto citou as principais razões para que o lucro líquido da estatal em 2012, de R$ 21,2 bilhões, tenha sido inferior ao lucro líquido de R$ 33,3 bilhões em 2011:

1– Depreciação cambial de 17 % (1,67 R$/US$ para 1,95 R$/US$): impacta especialmente o resultado financeiro, visto que cerca de 70 % da dívida da companhia está atrelada ao dólar. Além disso, afeta os custos operacionais, função do impacto imediato nos royalties, nas participações governamentais e nos preços do mercado internacional.

2– Baixas de poços secos/subcomerciais: decorreu das atividades exploratórias, principalmente entre 2009 e 2012, em áreas de novas fronteiras, onde os poços custam mais caro. Não está associado necessariamente ao número de poços baixados (96 em 2010, 81 em 2011 e 97 em 2012). Destaca-se que o índice de sucesso exploratório subiu de 59% em 2011 para 64% em 2012 (no pré-sal foi de 82%).

3 – Redução da margem de derivados: o crescimento de 8% no volume de vendas no mercado interno foi suportado em grande parte por importações. Ocorreram dois importantes reajustes de preço em 2012 (10,2% no diesel e 7,83% na gasolina), porém não foram suficientes para compensar o aumento dos preços internacionais afetados pela depreciação cambial. O preço do barril de petróleo aumentou 17% em Reais.

4 – Produção de petróleo no Brasil: embora dentro da meta estabelecida no PNG 2012-2016, foi de 1.980 mil bpd no Brasil, 2% inferior à de 2011, o que impactou as receitas de exportação de petróleo.

O deputado Luiz Alberto conclui afirmando que a redução do lucro não foi resultado de uma má gestão da presidência e das diretorias da Petrobrás. “Foi uma política do governo para não permitir que o preço internacional do petróleo impactasse a economia brasileira”. Ele acredita que a empresa voltará a ter lucros maiores em 2013, embora alerte que, no primeiro semestre deste ano, a produção de petróleo será menor em decorrência do programa de manutenção das plataformas. “A produção, no entanto, será acelerada no segundo semestre com a entrada de novas plataformas em operação”.

Fonte: Liderança do PT na Câmara

Aposentados podem pedir revisão para renda mais benéfica, decide STF

Por Débora Zampier, da Agência Brasil | Yahoo! Notícias

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu hoje (21), por 6 votos a 4, que os aposentados podem pedir revisão de benefícios já concedidos para obter renda melhor. A revisão pode ser solicitada desde que o marco temporal esteja entre a data do direito adquirido à aposentadoria e o efetivo momento que ela foi requerida, ainda que nenhuma nova lei tenha sido editada no período.
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Os ministros analisaram o caso de um beneficiário que poderia ter se aposentado em 1976, mas que continuou trabalhando até 1980. Segundo cálculos feitos posteriormente, ele descobriu que seria melhor ter se aposentado em 1979 e, por isso, entrou na Justiça pedindo a revisão do benefício (entre 1979 e 1980 não houve qualquer alteração na lei). O aposentado também pedia que o cálculo do melhor benefício fosse pago retroativamente em relação às últimas décadas.
O caso começou a ser julgado pelo STF em 2011, sob a relatoria da então ministra Ellen Gracie. Ela atendeu em parte ao pedido do aposentado, liberando o ajuste da data, mas negando o pagamento retroativo. Hoje, foi acompanhada pelos ministros Teori Zavascki, Luiz Fux, Marco Aurélio Mello, Celso de Mello e Joaquim Barbosa.
A posição da maioria se firmou na tese de que, uma vez adquirido o direito à aposentadoria, ele pode ser desfrutado no período que seja mais benéfico para o cidadão, regra que já existe na legislação desde 1991. “Não se trata da questão de desaposentação, da pessoa que se aposenta e, em função de fatos supervenientes, novas contribuições, pretende recálculo para incorporar novas contribuições. Aqui a situação é diferente. O que se pretende é exercer um direito que se adquiriu antes de ser exercido”, explicou Teori Zavascki.
Autor do pedido de vista que interrompeu o julgamento em 2011, o ministro Antônio Dias Toffoli hoje votou contra a concessão do pedido do aposentado. Para o ministro, não há qualquer ilegalidade que precise ser sanada e o segurado teve a liberdade de optar pelo melhor momento de se aposentar.
Toffoli foi seguido pelos ministros Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes. “Essa decisão joga luz de insegurança sobre o sistema em termos atuariais. Em 2012 estamos discutindo um fenômeno de 1980”, criticou Mendes.

VIROU PIADA: CQC estará em Sobral

 

 

Comenta-se na cidade de Sobral que uma equipe do programa Custe o Que Custar (CQC) da Band de São Paulo, está chegando à cidade nesta manhã de quinta-feira. O motivo da presença será para fazer uma matéria no prédio onde a marquise desabou. Populares aguardam com entusiasmo a presença dos apresentadores "loucos" da televisão brasileira. Além do hospital e entrevistas, eles pretendem ir a outros locais da cidade.

Quem curte o programa da TV Bandeirantes diz que é um programa que trata de fatos políticos artísticos e esportivos da respectiva semana com pitadas satíricas e humorísticas, brincando com as informações, quando editado passa a ter efeitos gráficos e sonoros entre as matérias

Postado por WILSON GOMES

Novo tempo para setor pesqueiro José Airton fala do novo tempo para setor pesqueiro

 

 

De acordo com o Deputado, ao longo dos últimos dez anos, os governos do PT implementaram políticas públicas que incrementaram a pesca no Brasil. Milhares de pescadores de todo o País, historicamente excluídos dessas políticas, passaram a ter mais acesso a linhas de crédito especiais e a ações de apoio, além de uma política que trata da cadeia produtiva e do ordenamento e regramento dos recursos pesqueiros. O governo também definiu uma política para a aquicultura, com assistência técnica para a pesca e licenciamento de projetos.
"Uma das iniciativas foi a criação da Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca, em 2003, transformada em Ministério da Pesca e Aquicultura em 2009 pelo presidente Lula, atendendo à reivindicação histórica dos pescadores e responsável por uma nova política nacional pesqueira e aquícola, transformando essa atividade econômica em uma fonte sustentável de trabalho, renda e riqueza", disse José Airton.
Para o deputado , a criação da Secretaria e, depois, sua transformação em Ministério da Pesca foram conquistas importantes. “Fui relator dessa proposta que é um marco histórico, dada a importância estratégica do setor pesqueiro”, disse. O parlamentar destacou ainda outra conquista de grande significado para a categoria dos pescadores. “Foi a chamada Lei da Pesca, parada há quinze anos,que foi aprovada a partir de ampla mobilização. Essa lei prevê vários direitos para a categoria, sobretudo pescadores artesanais e armadores”, explicou Cirilo.
A Lei da Pesca (11.959) foi sancionada em junho de 2009 pelo presidente Lula e define os objetivos da Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável da Aquicultura e da Pesca, bem como estabelece regras e proibições para o setor.
Dando continuidade às ações desenvolvidas pelo ex-presidente Lula, o governo Dilma lançou em outubro de 2012 o Plano Safra da Pesca e da Aquicultura. A meta é ampliar a produção para dois milhões de toneladas de pescado ao ano até 2014 e, para isso, vai destinar R$ 4,1 bilhões para a expansão da aquicultura, a modernização da pesca e o fortalecimento da indústria e do comércio pesqueiro.
O plano inclui também investimento de R$ 162 milhões em assistência técnica e em cursos que auxiliarão as famílias de pescadores na obtenção do crédito, preparando-os para a aplicação das melhores práticas de produção e conservação do pescado e também de comercialização do produto.
Fonte: PT na Câmara

Claudia Vidal - Jornalista: DRT 6203/PR

(85) 8710.1313

Assessoria de Imprensa

Deputado federal José Airton Cirilo (PT/CE).

Empresa paga multa por demorar a devolver carteira de trabalho a empregado


Os desembargadores da 1ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho do Ceará (TRT/CE) condenaram a empresa Soservi – Sociedade de Serviços Gerais a pagar indenização de R$ 5.000 a um trabalhador de Juazeiro do Norte por ter retido indevidamente sua carteira de trabalho. A decisão foi tomada por unanimidade e confirma sentença anterior da vara do trabalho de Juazeiro do Norte.
O trabalhador pediu demissão no dia 27 de janeiro do ano passado, após receber uma proposta de emprego mais vantajosa. Entregou a carteira de trabalho à empresa para anotação da demissão no dia seguinte. Porém, recebeu o documento de volta apenas em 14 de março, 47 dias depois da entrega. Com a demora, perdeu a chance de obter o novo emprego.
“O trabalhador ficou sem eira nem beira. Perdeu o emprego e perdeu uma nova chance para um posto de trabalho mais vantajoso”, afirmou o juiz do trabalho Raimundo Oliveira Neto de primeira instância. Ele também destacou na condenação o fato de a empresa ter alterado a data do pedido de demissão para 1º de março como forma de disfarçar o atraso na entrega do documento.
No processo, testemunhas disseram que o atraso teria ocorrido porque a carteira de trabalho, inicialmente, foi enviada de Juazeiro do Norte para Fortaleza, depois seguiu à matriz da empresa em Recife. A funcionária que recebeu o documento do trabalhador no dia 27 de janeiro informou que chegou a ligar para a matriz da empresa para saber o motivo do atraso, mas foi informada que a demora era normal.
O relator da decisão de 2ª instância do TRT/CE, desembargador Tarcísio Guedes Lima Verde Júnior, destacou em sua decisão que o empregador tem o prazo de 48 horas para devolver a carteira de trabalho do empregado após as anotações de praxe. “É certo que o retardamento na entrega da carteira do obreiro lhe trouxe prejuízos”, destacou.
Processo relacionado: 0000353-19.2012.5.07.0028
Mais informações:
Tribunal Regional do Trabalho do Ceará (TRT/CE)
Assessoria de Comunicação Social
Telefones: 85 33889227 e 33889426
E-mail: csocial@trt7.jus.br
Twitter: @trt7ceara

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Consultoria aponta Brasil como 4º mercado de carros

Por Guilherme Waltenberg | Estadão Conteúdo

O Brasil fechou 2012 em quarto lugar no ranking de maiores mercados de automóveis do mundo, aponta um estudo da consultoria de mercados automotivos Jato Dynamics. A posição é a mesma que o País obteve no fim de 2011. Ao longo do ano passado, o Brasil oscilou algumas posições para baixo, mas conseguiu garantir a mesma posição após crescimento de 6,1% na venda de veículos, atingindo a marca de 3,6 milhões.

A líder global em vendas de automóveis é a China, que terminou 2012 com crescimento de 7,4% na comparação com 2011, ultrapassando a marca de 16 milhões. Na sequência apareceram os Estados Unidos, com aumento de 13,4%, vendendo mais de 12 milhões de carros. O Japão ficou em terceiro lugar, com alta nas vendas de 27,6% e 5 milhões de unidades vendidas. Os dados chineses incluem apenas veículos de passeio. Para os demais países os números englobam carros e comerciais leves.

A Alemanha teve queda de 3,1% nas vendas, mas se manteve na quinta colocação, com 3,2 milhões de carros vendidos. A Índia fechou 2012 com aumento de 10,4%, sexto lugar, e 3,09 milhões. A Rússia e a Grã Bretanha, na sétima e oitava colocação, registraram crescimento de 10,6% e 3,8%, respectivamente. Rússia vendeu 2,9 milhões e Índia 2,2 milhões.

Assim como a Alemanha, a França apresentou queda significativa nas vendas em 2012, de 13,3%, em relação a 2011, passando da oitava para a nona posição, com 2,2 milhões de carros. O Canadá ultrapassou a Itália e encerrou o ano entre os dez maiores mercados, com crescimento de 5,7%, somando 1,6 milhão.

Marcas

A Toyota ultrapassou a Volkswagen e encerrou 2012 na liderança em vendas com crescimento de 24,1% em comparação com o ano anterior. A marca japonesa vendeu 6,3 milhões de carros. A Volkswagen ficou em segundo lugar também, com alta de 11,1% nas vendas (5,6 milhões). A Ford e a Chevrolet mantiveram a terceira e quarta posição com 1,7% (4,8 milhões) e 5,5% (4,2 milhões) de aumento nas vendas, respectivamente. Completaram o ranking das dez maiores Nissan (6,2%), Hyundai (6,6%), Honda (25,2%), Kia (8,8%), Fiat (-3,4%) e Renault (-6,8%).

Viana: Lula/Dilma 10 vs 0 FHC/Cerra

 

Os tucanos ficaram 8 anos e quebraram o Brasil 3 vezes.

No Senado, Jorge Viana mostra os avanços do Brasil com Lula e Dilma na Presidência:

Pronunciamento em 19 de fevereiro de 2013
JORGE VIANA (PT-AC) – “Eu queria agora, senhor presidente, no tempo que me resta, dizer que amanhã (20 de fevereiro), em São Paulo – espero estar presente –, vamos celebrar os 10 anos de governo democrático e popular no Brasil. Governo que começou com o presidente Lula e que segue com a presidenta Dilma. São 10 anos de um governo que mudou o Brasil.
Parece que os colegas, inclusive o nobre colega Aécio Neves [PSDB-SP], segundo informações, fará um pronunciamento falando dos 13 pontos negativos, é o que tenho lido na imprensa, desse período de governo do PT. Óbvio, é parte do debate, e essas observações e críticas são bem vindas.
Mas logo o PSDB?
Ficou oito anos no governo! Também há números. Seria muito interessante vermos aqui um debate sobre os oito anos do PSDB e os oito anos do Lula. Por que não? O PSDB nunca quis esse debate. Aliás, nunca quis debater nem o governo do presidente Fernando Henrique. Alguns do PSDB esconderam o presidente Fernando Henrique, que é uma grande liderança do país, uma pessoa que merece todo o respeito.
Estou curioso para ver que números, que dados o senador Aécio trará para a tribuna do Senado Federal. Tenho carinho e admiração pessoal pelo senador Aécio, mas certamente ele terá que fazer muitos malabarismos para contrapor-se, como membro do PSDB, aos dez anos de governo do PT.
Malabarismos porque os números falam por si sós. Eu sei que, depois de dez anos, foi uma oportunidade dada pelo povo brasileiro para governarmos o país.
O presidente Lula, quando assumiu, estava maduro, preparado. Era e é o brasileiro que mais conhece o Brasil. Tinha andado por este país. Tinha montado um programa de governo para todas as áreas. Tinha visitado o mundo inteiro, falado com líderes de toda a parte do mundo, aprendido, autodidata que é.
Assumiu o governo numa situação crítica.
Vou ler alguns números, caro senador [Paulo] Paim [PT-RS].
Vou ler alguns números, caro senador presidente Sérgio Souza [PMDB-PR]:
O PIB brasileiro de 2002, quando o PT chegou ao governo, quando Lula assumiu, era de US$ 500 bilhões.
E o PIB brasileiro de 2012 – contabilidade fechada, caro senador Paim –, de US$2,6 trilhões!
Isso é trabalhar pelo Brasil. Isso é mudar o Brasil.
Vou repetir, pode que quem esteja me ouvindo pela Rádio Senado ou assistindo ao meu pronunciamento pela TV Senado não compreenda: o PIB brasileiro, antes de o PT chegar ao governo, era de 500 bilhões de dólares, depois de oito anos do governo do PSDB. E, agora, no ano passado, fechou em 2,6 trilhões de dólares!
Alguém pode dizer: “Ah, mas esse é um número abstrato, não atingiu os brasileiros!” Vamos ao PIB per capita, dividir o PIB por cada brasileiro. Em 2002, o referido PIB era de US$ 2,8 mil, senador Paim. Em 2012, depois de 10 anos de governo do PT, US$ 13.300!
Isso não é mudança?
Ambos foram multiplicados por cinco em dez anos, graças à dedicação de um governo que cometeu falhas, que falhou em vários aspectos, mas que avançou e hoje é parte da história de mudanças do nosso país.
O Brasil, com o governo dos presidentes Lula e Dilma, atraiu a atenção do mundo inteiro. É um dos poucos governos do mundo que conseguiu conciliar crescimento econômico com distribuição de renda.
Eu queria me referir agora, na véspera da comemoração: hoje, a presidenta Dilma lançou um programa – mais um programa –, um programa de erradicação da miséria, cuja primeira etapa ela já havia feito, agora faz a etapa final. Para o nosso governo, quem vive com menos de R$ 70 por mês, senador Sérgio Souza, está abaixo da linha da pobreza, está na miséria, e considera-se pobre quem ganha de R$ 70 a R$ 140 por mês.
A presidenta Dilma entende que há 700 mil famílias que ainda precisam sair da linha da extrema pobreza, e hoje adotou medidas. Foram medidas emocionantes.
Um discurso do governador [de Sergipe, Marcelo] Déda, colega, companheiro nosso, emocionante, cheio de substância.
Hoje, vi aqui o próprio senador Cristovam [Buarque, do PDT-DF] falando que a presidenta Dilma teve o mérito de escolher o título “País rico é país sem pobreza”.
E foi dito lá que nunca se viu slogan de governo que leve em conta um conceito, uma definição como essa. E será feita a busca ativa, não são as pessoas que estão na miséria que vão se inscrever, são os governos, os parceiros estaduais e municipais.
Estava lá o governador [do Acre] Tião Viana, que tem um compromisso, que tem uma determinação, como médico, como ser humano, de erradicação da pobreza, da miséria também no nosso Acre, que também tem mudado junto com o Brasil. Estava lá o Tião, estabelecendo e repactuando seus compromissos de enfrentar a extrema pobreza em nosso país.
Os números são fortes: 22 milhões de pessoas viviam abaixo da linha da pobreza, ganhando menos do que o necessário para viver dignamente. Os Estados Unidos, maior economia do mundo, têm 50 milhões fora do sistema de saúde. O número de miseráveis nos Estados Unidos está aumentando. O número de pobres e extremamente pobres e miseráveis na Europa está aumentando. E o Brasil, hoje, o governo da presidenta Dilma, disse: “Nós estamos assumindo o compromisso, tomando a decisão política de erradicar a miséria em nosso País, a extrema pobreza”.
Vou seguir lendo alguns números e vou ficar curioso, porque acho que temos aí um bom debate daqueles que já governaram o país com aqueles que governam o país. Este é um debate que interessa ao Congresso e ao povo brasileiro: dar transparência ao país de hoje e ao país de ontem.
Índice de Crescimento da Atividade Econômica: 2002, 100%; agora, em 2011, 140%. São dados do Ministério da Fazenda e do Banco Central, senhor presidente.
Vamos pegar números, senador Paim!
Produção de automóveis: quando eles saíram do governo, o Brasil produzia 1,8 milhão de unidades de automóveis (um milhão e oitocentos mil automóveis por ano). Agora, [o país] produz 3,4 milhões de automóveis por ano. É o sexto maior produtor do mundo! Isso em 10 anos.
Vou passar mais…
Vamos falar de agricultura. São números! A produção agrícola era de 96 milhões de toneladas, em 2002, quando assumimos o governo. Agora, no ano passado, em 2011, foram 163 milhões de toneladas, sendo que o recorde será quebrado neste ano.
Alimentos. O Plano Safra recebia, senhor presidente, R$ 24 milhões – Vossa Excelência que defende tanto a produção de alimentos no País – em investimentos (Plano Safra, em 2002). Agora, em 2012, R$ 107 milhões em investimentos para a produção de alimentos no país.
Isso não é mudança?
Certamente, nossos opositores não vão trazer esses números. Mas posso andar um pouquinho mais: a taxa de investimento sobre o PIB era de 16% em 2002; agora é 20%.
Quero passar aqui, rapidamente, alguns números.
Investimento estrangeiro em nosso país, senador Paim, US$ 16 bilhões, em 2002, quando recebemos o país. Agora são US$ 66 bilhões por ano. A inflação: o IPC era de 12%; agora, 5.8%.
(Interrupção do som.)
(Soa a campainha.)
JORGE VIANA (PT-AC) – Um pouco mais de tempo, senhor presidente.
O desemprego era compatível com o sofrimento da Europa de hoje e maior do que o dos Estados Unidos: 13% o desemprego quando assumimos o governo; agora temos 4,7%. É pleno emprego. Em boas regiões do país é pleno emprego.
Estou concluindo, senhor presidente, porque voltarei a este tema ainda mais à frente.
O salário mínimo, caro senador Paim – Vossa Excelência que é um lutador dia e noite neste país por mais respeito aos trabalhadores, por maior ganho para os aposentados, para quem acorda de madrugada, na labuta, que, em sua maioria, ganha um salário mínimo –: no governo deles, que nos criticam hoje, era de R$ 200. Em 2012, o salário mínimo era de R$ 622, um ganho real de 66%. O salário mínimo neste país não tinha ganho real, tinha perda real.
(Interrupção do som.)
JORGE VIANA (PT-AC) – Concluo, senhor presidente, falando os números finais de pessoas, porque para falar de desenvolvimento no país tem-se que falar de rosto, de pessoas.
Em 2002, o Brasil tinha 26,7% de sua população, senador Aníbal [Diniz, do PT-AC], na Classe E, o povo na miséria. Quarenta e seis milhões de brasileiros viviam na miséria. Agora são 28 milhões, que fazem parte do Programa de Exclusão. São 12%. Saiu de 26% para 12%.
A classe C, a classe média, em 2002, correspondia a 37% da população – 67 milhões de brasileiros na classe C. Agora, 50% da população brasileira estão na classe média, com 95 milhões de brasileiros mudando de classe.
(Interrupção do som.)
JORGE VIANA (PT-AC) – Então, queria dizer também que foi cobrado mais investimento em educação, em tecnologia.
Eis alguns números: matrículas no ensino profissional, saíram de 500 mil para 1 milhão de matrículas no ensino profissional no nosso país. Bolsa de mestrado e doutorado fora do Brasil: CNPq e Capes, eram 35 mil bolsas por ano. Agora são mais de 100 mil bolsas por ano.
Com a complacência do presidente, para concluir, gostaria de poder ouvir, mesmo que fosse por menos de 1 minuto, o senador Anibal. Título de doutorado, senador Anibal, em 2002: 6 mil brasileiros com título de doutorado. Em 2012, 13 mil brasileiros. Nós dobramos.
Esses são números de um governo que não concluiu o seu trabalho, estão em curso as mudanças.
Temos problemas sim, mas temos também o que celebrar nesses 10 anos. Por isso, com muita satisfação, vou a São Paulo amanhã agradecer ao presidente Lula pelos oito anos, agradecer à presidente Dilma pelos dois anos, celebrar com os governadores estaduais – no caso, com o Tião e outros – as conquistas. Mas renovar o nosso compromisso porque dá para fazermos ainda mais pelo nosso país, principalmente tendo em vista que muito já foi feito. Senador Anibal.
Anibal Diniz (PT-AC) – Senador Jorge Viana, quero fazer aqui um reconhecimento da qualidade deste pronunciamento porque ele dá uma resposta bem clara, bem eloquente do quanto os governos da presidenta Dilma e do presidente Lula foram e estão sendo melhores do que os oito anos do Fernando Henrique, por todos os aspectos que a gente possa analisar.
Então, a afirmação que a gente pode fazer, concluindo o conjunto de números apresentados por Vossa Excelência, é que o Brasil de Lula e o Brasil de Dilma são muito melhores do que o Brasil de Fernando Henrique Cardoso. Em que pese a oposição querer maquiar essa discussão, eu acho que Vossa Excelência está de parabéns por fazer a discussão no nível em que ela tem que acontecer, com números, com resultados. E esses números não deixam dúvida de que nós temos muito a comemorar pelos 10 anos de Partido dos Trabalhadores, partidos aliados, presidente Lula e presidenta Dilma à frente do nosso Brasil. Parabéns!
JORGE VIANA (PT-AC) – Eu agradeço o aparte de Vossa Excelência. Só queria, concluindo, dizer que é claro que nós seguimos com grandes desafios de infraestrutura aeroportuária, infraestrutura de energia, rodoviária. Nós temos muito que investir em ciência e tecnologia, em educação, em melhoria da área de segurança e de saúde. É óbvio! Mas nós temos que reconhecer que já demos muitos passos adiante.
Eu queria aqui, concluindo, porque, como eu falei, vou voltar a este tema, dizer que as críticas dos opositores são bem-vindas, mas eu gostaria muito que o senador Aécio viesse aqui amanhã e apresentasse um projeto da oposição, alternativo ao nosso, que tão bem foi executado pelo presidente Lula e segue sendo executado pela presidenta Dilma. Só isso.
O Brasil ficaria melhor se nós vivêssemos uma situação desta: um debate sobre alternativas de desenvolvimento para o país.
Se algum partido político tiver um projeto melhor que o nosso, de crescimento econômico do país, com inclusão social, de transformação do nosso país, é óbvio que esse debate nos interessa. Mas vir aqui, sem autoridade de quem já foi governo, só se for omitir o governo deles… Se for para omitir o governo deles, aí é óbvio que dá para fazer qualquer crítica.
É nesse sentido que, respeitosamente, eu me antecipo ao colega senador Aécio Neves dizendo que vou esperar para ver os 13 pontos negativos de cobrança que ele certamente trará – pelo menos é o que eu tenho lido na imprensa – e vamos aqui colocar a realidade, com números, com dados consistentes, estatísticos, oficiais, para que a gente possa fazer a devida comparação e, respeitando todos os que nos acompanham, a gente possa ter um debate sobre o país que queremos, o país que merecemos ter e o país que o povo brasileiro quer ter: um país com crescimento econômico, sem miséria, porque não existe país rico com a presença de uma população que viva na miséria.
País rico é país sem pobreza. Esse é o slogan que temos de repetir, porque ele nos ensina e nos faz assumir compromissos no combate à pobreza e à miséria extrema, como fez, hoje, de maneira nobre, a presidenta Dilma.
Muito obrigado, senhor presidente”.

Homenagem do Centro Cultural Dom José

 

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No último sábado, dia 16, a Prefeitura Municipal de Sobral, por intermédio da Secretaria da Cultura e do Turismo, foi homenageada com o Troféu Marinho Pereira de Artes Carnavalescas, concedido pelo Centro Cultural Dom José.

A cerimônia de outorga, bastante concorrida, aconteceu no Becco do Cotovelo, conduzida pelo advogado Francisco Anastácio Prado, Presidente da instituição, com as presenças de uma representante da Secretaria da Cultura e do Turismo, autoridades e frequentadores do Becco.

O prêmio contempla, com justiça, não só a dedicação da Secretária Eliane Leite na organização do Carnaval 2013, mas, especialmente, o zelo do Prefeito Clodoveu Arruda em manter as tradições populares, apoiando as manifestações artísticas, culturais e históricas e proporcionando diversão aos munícipes da Sede e dos Distritos.

O Troféu leva o nome do eterno amante do carnaval Pedro Marinho Pereira, que usou o ofício de carpinteiro para dar expansão à sua fértil imaginação, mesmo sem dispor, à época, dos recursos suficientes, nem da necessária ajuda financeira.

Por José Lúcio

PREFEITURA MUNICIPAL DE CRUZ NA MIRA DA JUSTIÇA

 

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Cruz. O Dr. Irapuan da Silva Dionizio Junior, Promotor de Justiça, Respondendo pela Promotoria de Justiça da Comarca de Cruz/CE, no uso de suas atribuições Constitucionais e Legais anunciou, através de Edital, que promoverá Audiência Pública no dia 20 de fevereiro de 2013, às 14h e 30min, no Auditório Conego Manoel Valdery da Rocha, Centro Administrativo da Prefeitura de Cruz, na Praça dos Três Poderes, objetivando colher subsídios que instruirão Procedimento Administrativo 001/2013-PJC instaurado no âmbito do Ministério Público, a fim de esclarecer a sociedade de Cruz sobre a situação pela qual vem passando a atual administração em relação a insuficiência nos saldos das contas correntes, aplicações e poupanças dos bancos, que inviabilizaram os restos a pagar, ocasionando atraso no pagamento do salário dos servidores.

O atual Prefeito de Cruz, Adauto, vem passando por momentos de muitas dificuldades para fazer funcionar a máquina administrativa do Município de Cruz devido a muitos obstáculos que encontrou pelo caminho. São obras inacabadas, funcionários fantasmas, restos a pagar, infraestrutura deteriorada, além da forte oposição feita pela Câmara Municipal onde o Prefeito não tem maioria.

Dr. Lima