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quinta-feira, 30 de junho de 2022

Efeméride pessoal

por Jacinto

Hoje completo 66 anos de vida, 50 anos de Esquerda e me filiei apenas  a um partido político, o PT e isso aconteceu em 01/01/1983. Quem me levou para o PT foi o meu compadre José Osmar Fonteles. Tenho cinco décadas de defesa de Políticas Sociais para atender ao povo brasileiro, tão sofrido e descriminados 

quarta-feira, 1 de junho de 2022

'Único jeito do país chegar à riqueza é gastando muito dinheiro em Educação', defende Dilma


Ao lado de Lula em encontro com aliados em Porto Alegre, Dilma defendeu que apenas por meio da educação o Brasil conseguirá se reindustrializar e gerar empregos de qualidade

1 de junho de 2022, 17:46 h Atualizado em 1 de junho de 2022, 18:12

www.brasil247.com - (Foto: Reprodução)

247 - A ex-presidenta Dilma Rousseff defendeu nesta quarta-feira (1) que um eventual novo governo Lula retome investimentos maciços na Educação, Ciência e Tecnologia. Durante participação no encontro do ex-presidente Lula e do ex-governador Geraldo Alckmin com líderes políticos do Rio Grande do Sul, Dilma defendeu que apenas por meio da educação o Brasil conseguirá se reindustrializar e gerar empregos de qualidade.

Dilma afirmou que historicamente o Brasil convive com três faces da desigualdade. "Uma face é social, porque significa estar excluído da riqueza e da renda. Outra face é étnica. Negros e negras no Brasil são necessariamente mais desiguais. E também tem uma questão de gênero. A pobreza tem uma face feminina no Brasil", afirmou Dilma.

"Portanto, este aspecto da educação como sendo um caminho de oportunidades iguais ao direito tem que ser completado num país como o Brasil de 211 milhões de habitantes. Você sai da miséria e da pobreza, mas o único jeito de chegar à riqueza é com educação de qualidade

"Você sai da miséria e da pobreza. Mas o único caminho para chegar à riqueza é com educação de qualidade, é gastando muito dinheiro com educação", completou Dilma.

Fonte: https://www.brasil247.com/brasil/unico-jeito-do-pais-chegar-a-riqueza-e-gastando-muito-dinheiro-em-educacao-defende-dilma

quinta-feira, 19 de maio de 2022

Lula se casa com Janja em São Paulo: 'o amor venceu'


O casamento contou com a presença da ex-presidenta Dilma Rousseff, do ex-governador Geraldo Alckmin e de outros aliados e amigos

18 de maio de 2022, 22:30 h Atualizado em 18 de maio de 2022, 22:57

www.brasil247.com - (Foto: Ricardo Stuckert)

247 - O ex-presidente Lula (PT) se casou com a socióloga Rosângela Silva, a Janja, na noite desta quarta-feira, 18, em São Paulo, na presença da ex-presidenta Dilma Rousseff (PT), do ex-governador Geraldo Alckmin (PSB) e de outros aliados e amigos.

O casamento foi num jantar reservado em um local que só foi liberado na véspera do evento apenas para quem tinha o convite da festa.

Nas redes sociais, Lula publicou uma foto do casamento, na qual ele beija Janja. "O amor venceu!", escreveu o ex-presidente na legenda.

Lula

@LulaOficial

O amor venceu! : @ricardostuckert

Lula e Janja trocam alianças no casamento.

9:59 PM · 18 de mai de 2022

127,1 mil

Fonte: https://www.brasil247.com/regionais/sudeste/lula-se-casa-com-janja-em-sao-paulo-o-amor-venceu

domingo, 1 de maio de 2022

1°de maio: trabalhadores saem às ruas contra a fome, o desemprego e pelo Fora Bolsonaro


Confira imagens e vídeos de atos do 1° de maio em diversas cidades

1 de maio de 2022, 14:10 h Atualizado em 1 de maio de 2022, 15:35

www.brasil247.com -

Brasil de Fato- Após dois anos de manifestações virtuais, o Dia Internacional do Trabalhador e da Trabalhadora volta a ser celebrado nas ruas de todo o país. Em 2022, a data é marcada pela urgência da luta contra a piora das condições de vida da população sob o governo de Jair Bolsonaro (PL).

Em São Paulo (SP), o ato tem presença confirmada do pré-candidato à presidência e líder histórico do Partido dos Trabalhadores (PT), Luís Inácio Lula da Silva. A realização é de seis centrais sindicais: CUT, Força Sindical, UGT, CTB, NCST, Intersindical Central da Classe Trabalhadora e Pública Central do Servidor.

Além do público em geral, estão na capital paulista dirigentes sindicais, lideranças dos movimentos sociais e representantes de organizações populares, parlamentares, autoridades de partidos políticos e organizações internacionais.

A tradicional programação cultural conta com artistas de renome, como Daniela Mercury, Francisco El Hombre, Leci Brandão, Dexter e DJ KL Jay. Para quem não puder estar presente, a transmissão ao vivo é na Rede TVT e nas redes sociais das centrais sindicais.

Fonte: https://www.brasil247.com/brasil/1-de-maio-trabalhadores-saem-as-ruas-contra-a-fome-o-desemprego-e-pelo-fora-bolsonaro-imagens-videos

"Esvaziados", avaliam ministros do STF sobre atos bolsonaristas contra a Corte


Segundo fontes, parte dos magistrados sequer chegou a acompanhar pela televisão o andamento dos protestos

1 de maio de 2022, 18:57 h Atualizado em 1 de maio de 2022, 18:57

www.brasil247.com - (Foto: Reprodução/Facebook)

247 - Para ministros do Supremo Tribunal Federal, os atos convocados por Jair Bolsonaro contra o Supremo Tribunal Federal (STF) confirmaram a expectativa dos ministros da Corte de que seriam manifestações esvaziadas. A informação é da jornalista Bela Megale.

A área de inteligência do STF, que também monitorou as manifestações, já havia sinalizado que a adesão não seria alta e que os protestos deveriam ocorrer “sem sobressaltos”.

"A troca efusiva de mensagens entre os ministros do STF que aconteceu em setembro não se repetiu neste domingo. Parte dos magistrados sequer chegou a acompanhar pela televisão o andamento dos protestos", destacou a jornalista do O Globo.

Bolsonaro fez uma aparição relâmpago no ato em Brasília e não discursou. No evento de São Paulo, fez uma breve participação por vídeo.

Fonte: https://www.brasil247.com/brasil/esvaziados-avaliam-ministros-do-stf-sobre-atos-bolsonaristas-contra-a-corte

sábado, 26 de março de 2022

Atos dos Petroleiros: Bolsonaro é o culpado pelos preços abusivos dos combustíveis


Em atos realizados em várias cidades do país, petroleiros protestam contra preços dos combustíveis pagos no Brasil, com a moeda americana, que vale 4 vezes mais

25 de março de 2022, 20:04 h Atualizado em 25 de março de 2022, 21:00

www.brasil247.com - (Foto: SindUTEBetim)

CUT - Petroleiros e petroleiras de várias cidades do Brasil foram às ruas, nesta sexta-feira (25), para protestar contra os preços abusivos dos combustíveis e dialogar com a população, mostrando que o responsável pelo aperto no orçamento das famílias é o presidente Jair Bolsonaro (PL), que manteve a política implementada pelo ilegítimo Michel Temer (MDB-SP) de cobrar em dólar pela gasolina, óleo diesel e gás de cozinha.

No Rio Grande do Sul, os petroleiros madrugaram  em frente à Refinaria Alberto Pasqualini (Refap), em Canoas, na região metropolitana de Porto Alegre, e deram o recado..

“Estamos protestando contra esses preços referenciados no dólar e nos demais preços internacionais que encarecem tanto a gasolina, o diesel, o gás de cozinha e o custo de vida do povo brasileiro”, afirmou o presidente da CUT-RS, Amarildo Cenci, que participou do ato convocado pela Federação Única dos Petroleiros (FUP) e foi organizado pelo Sindicato dos Petroleiros do Rio Grande do Sul (Sindipetro-RS).

Ele criticou a política de preços implantada após o golpe de 2016 e mantida por Bolsonaro. “É um absurdo que o presidente da República diga que não tem nada pra fazer, que gostaria de fazer alguma coisa, mas não tem poder nenhum para alterar esses preços dos combustíveis que encarecem tanto”.

Para Amarildo, a verdade é outra. “Não é que ele não tenha vontade e não possa fazer. Ele está autorizando para que a renda do trabalhador brasileiro – o dinheiro do Brasil – vá para o bolso dos acionistas, daqueles que têm ações da Petrobras”.

“Vamos lutar para que a Petrobras continue sendo brasileira e os preços não sejam referenciados no dólar e sim no real. Até porque nós não recebemos em dólar e não temos reajustes salariais baseados no dólar”, explicou.

Arroz, feijão, saúde e botijão

Usando uma camiseta com as palavras “Arroz, feijão, saúde e botijão”, além da jaqueta laranja que identifica os dirigentes de sindicatos de petroleiros em todo o país, a presidenta do Sindipetro-RS, Miriam Cabreira, destacou que, ”embora Bolsonaro tente se eximir da responsabilidade, a responsabilidade pela atual política de preços dos combustíveis é de Jair Bolsonaro”. Ela explicou: “É o governo que indica o conselho de administração, que é quem elege a direção da Petrobras, e é o governo que determina o papel da Petrobras”. 

Para ela, que é a primeira mulher a presidir o sindicato dos petroleiros gaúchos, “se tudo está caro, a culpa é do Bolsonaro”.

Miriam alertou a população brasileira “para não cair mais no discurso mentiroso de que ele não pode fazer nada”, salientando que “a gestão da Petrobras faz o que o governo manda”.

“A solução para o problema dos preços dos combustíveis está na caneta da presidência da República”, apontou.

O Tempo

@otempo

Petroleiros protestam contra preço alto do diesel na Regap, Em Betim

otempo.com.br

Petroleiros protestam contra preço alto do diesel na Regap, Em Betim

Petroleiros, trabalhadores da educação, estudantes e representantes de movimentos sociais fazem ato contra preços dos combustíveis e do gás de cozinha

8:39 AM · 25 de mar de 2022

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Sind-UTE/MG Subsede Betim

@SindUTEBetim

ATO NACIONAL CONTRA OS PREÇOS DOS COMBUSTÍVEIS, CONTRA AS PRIVATIZAÇÕES! EM DEFESA DA PETROBRÁS ESTATAL. O Sind-UTE/MG esteve hoje em conjunto com a FUP, CUT, Movimentos Sociais e sindicatos mineiros, na porta da Regap, em um ato em defesa da vida e por preços justos!

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11:47 AM · 25 de mar de 2022 em Betim, Brasil

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https://www.brasil247.com/economia/atos-dos-petroleiros-bolsonaro-e-o-culpado-pelos-precos-abusivos-dos-combustiveis

Encontro histórico reúne líderes ibero-americanos


Rio de Janeiro será palco de um encontro histórico para refletir sobre os desafios da luta por democracia e igualdade

26 de março de 2022, 11:23 h Atualizado em 26 de março de 2022,

www.brasil247.com - (Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula)

Por Regina Zappa, 247 - O Rio de Janeiro será palco de um encontro histórico entre importantes políticos e intelectuais ibero-americanos, que estarão reunidos nos dias 29 e 30 de março, na Universidade do Rio de Janeiro (UERJ), para refletir sobre os desafios da luta por democracia e igualdade.

Organizado pelo Grupo de Puebla e pela UERJ, o encontro contará com os presidentes Alberto Fernández , da Argentina, e Xiomara Castro, de Honduras. Estarão presentes a vice-presidente da Espanha, Yolanda Díaz, os ex-presidentes Dilma Rousseff, José Luís Zapatero, da Espanha, Ernesto Samper, da Colômbia, Fernando Lugo, do Paraguai, além de ministros, ex-ministros, diplomatas e parlamentares progressistas latino-americanos de 11 países. O ex-presidente Lula participará da conferência de encerramento, “A Igualdade e o Futuro da América Latina”, no dia 30.

O Grupo de Puebla é um movimento de articulação política de líderes progressistas de países ibero-americanos, que trabalham para criar “caminhos e espaços de reflexão, ação, integração e solidariedade”, nos locais onde participam politicamente, e debater os desafios comuns a fim de trazer iniciativas conjuntas para o desenvolvimento dos povos ibero-americanos.

O encontro é coordenado por Carol Proner, Claudia Gonçalves de Lima e Pablo Gentili. Os debates serão realizados no Teatro Odylo Costa Filho, e o encerramento será na Concha Acústica Marielle Franco, na UERJ.

Programação

Democracia e igualdade - Para um novo modelo solidário de desenvolvimento

Rio de Janeiro – 29 e 30 de março, 2022

Organizam:

Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)

Grupo de Puebla

Terça-feira, 29 de março

09:00 – 09:45

Saudações iniciais (virtuais)

Alberto Fernández – Presidente da Argentina

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Xiomara Castro – Presidenta de Honduras

Alicia Bárcena Ibarra – Secretária executiva da CEPAL

Boas-vindas

Cláudio Castro – Governador do Estado do Rio de Janeiro, Chanceler da UERJ

Apresentação do Encontro

Aloizio Mercadante – coordenador do Grupo de Puebla

Ricardo Lodi Ribeiro – Reitor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro 

10:00 – 11:00

Conferência inaugural

Igualdade e justiça social: os novos horizontes da política democrática

José Luís Rodríguez Zapatero – Ex-presidente da Espanha

Apresenta: Ricardo Lodi Ribeiro – Reitor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro

11:30 – 13:00

Painel 1

Um novo modelo de desenvolvimento solidário

Ernesto Samper – Ex-presidente da Colômbia

Fernando Lugo – Ex-presidente do Paraguai

Dilma Rousseff – Ex-presidenta do Brasil

Apresenta: Carol Proner – Coordenadora do CLAJUD/Grupo de Puebla, Brasil

15:00 – 17:00

Painel 2

Igualdade e democracia nos governos progressistas

Marco Enríquez-Ominami – Coordenador do Grupo de Puebla, Chile

Elizabeth Gómez Alcorta – Ministra das Mulheres da Argentina

Nilma Gomes – Ex-ministra da igualdade racial do governo Dilma Rousseff

Mónica Xavier – Ex-senadora, Uruguai

Apresenta: Cláudia Gonçalves – Pró-Reitora de Extensão e Cultura UERJ, Brasil

17:30 – 19:30

Painel 3

Desafios sociais da integração latino-americana

Celso Amorim – Ex-ministro das relações exteriores do Brasil

Guillaume Long – Ex-ministro das Relações Exteriores do Equador

Maximiliano Reyes – Subsecretário de Relações Exteriores para a América Latina e o Caribe, México

Apresenta: Aida Garcia Naranjo – Ex-ministra da Mulher e Desenvolvimento Social, Peru

Quarta-feira, 30 de março

09:00 – 11:00

Painel 4

Desigualdade, pandemia y pospandemia

Clara López – Ex-prefeita de Bogotá, senadora eleita, Colômbia

Mario Delgado – Presidente do Movimiento por la Regeneración Nacional (MORENA), México

Gleisi Hoffmann – Presidenta do Partido dos Trabalhadores, Brasil

Apresenta: Cecilia Nicolini – Secretária de Mudança Climática, Argentina

11:30 – 13:30

Painel 5

Transformações sociais, direitos e justiça social

Aloizio Mercadante – Coordenador do Grupo de Puebla, Brasil

Yolanda Díaz – Vice-presidenta da Espanha

Christian Asinelli – Vice-Presidente da Corporação Andina de Fomento (CAF)

María José Pizarro – Senadora eleita, Colômbia

Apresenta: Pablo Gentili – Universidade do Estado do Rio de Janeiro

16:00 – 18:00

Conferência de encerramento

A igualdade e o futuro da América Latina

Luiz Inácio Lula da Silva – Ex-presidente do Brasil

Apresenta: Ricardo Lodi Ribeiro – Reitor da UERJ, Brasil

Fonte: https://www.brasil247.com/poder/encontro-historico-reune-lideres-ibero-americanos

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2022

Memória póstuma de meu pai Antônio Pereira Brandão

Na foto com meu pai o meu primeiro casal de filhos, Denise e Dennis

Hoje completam 19 anos do falecimento de meu pai Antônio Pereira Brandão, que era agricultor e veterinário e foi neto de Antônio Pereira Brandão, fundador da comunidade de Cavalo Bravo e construtor da Capela de Caiçara, na sede de nosso distrito no município de Cruz-CE.

terça-feira, 14 de dezembro de 2021

Símbolo de dignidade na política, Dilma Rousseff completa hoje 74 anos


Ao ser golpeada, Dilma alertou para toda a destruição que estava sendo planejada contra o Brasil

14 de dezembro de 2021, 06:16 h Atualizado em 14 de dezembro de 2021, 07:05

www.brasil247.com - Ex-presidenta Dilma Rousseff Ex-presidenta Dilma Rousseff (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

247 – A ex-presidente Dilma Rousseff, primeira mulher a exercer o cargo mais alto da República, celebra hoje seus 74 anos de idade, como símbolo de dignidade na política brasileira. Afastada do poder pela Câmara dos Deputados em 12 de maio de 2016 e depois pelo Senado em 31 de agosto do mesmo ano, ela alertou para todo o processo de destruição que estava sendo planejado contra os brasileiros, num projeto que envolvia retirada de direitos trabalhistas, entrega de riquezas nacionais, perda de soberania e desmonte das estruturas de combate à corrupção.

Após o afastamento de Dilma, o poder foi exercido pelo usurpador Michel Temer, que se rodeou dos políticos mais corruptos do Brasil, como Geddel Vieira Lima, e depois por Jair Bolsonaro, que vem destruindo a economia e a imagem internacional do Brasil. O ex-juiz Sergio Moro, que criou as condições para o golpe de 2016 ao quebrar grandes empresas brasileiras e destruir 4,4 milhões de empregos segundo o Dieese, disputa hoje a presidência da República depois de ser declarado parcial e suspeito pelo Supremo Tribunal Federal.

Dilma foi afastada do poder porque não aceitou se render ao projeto da "ponte para a futuro", choque neoliberal que teve como consequência a volta da fome, da pobreza e o aumento vertiginoso da concentração de renda no Brasil. Por este motivo, ela será sempre lembrada como um símbolo de grandeza e dignidade na política brasileira. Confira, abaixo, o vídeo em que ela alertou para a destruição que viria após sua derrubada pelas forças mais pérfidas da sociedade brasileira:

Fonte: https://www.brasil247.com/poder/simbolo-de-dignidade-na-politica-dilma-rousseff-completa-hoje-74-anos

sábado, 2 de outubro de 2021

Central de Movimentos Populares estima 700 mil pessoas nas ruas pelo Fora Bolsonaro


Ao todo, os protestos somaram 700 mil pessoas em todo o país, em 304 cidades brasileiras e em 18 países, aponta a nota da CMP

2 de outubro de 2021, 20:25 h Atualizado em 2 de outubro de 2021, 20:57

(Foto: Stefano Figalo/ Brasil de Fato)

Nota da CMP – Bolsonaro acordou neste sábado com as ruas de diversos municípios e capitais brasileiras tomadas pelo povo denunciando a fome, o desemprego e o descaso com a vida e a perda de quase 600 mil vidas para a Covid e para o negacionismo do governo. Foram centenas de protestos contra a política econômica que tem provocado a carestia de produtos como gás de cozinha, aumento na conta de luz e de alimentos como arroz, feijão, carne, frango entre muitos outros produtos.

Este é o sexto grande protesto no Brasil e no exterior contra o governo, organizado pela campanha Fora Bolsonaro, da qual a Central de Movimento Populares (CMP) faz parte, em conjunto com os partidos de oposição e entidades dos movimentos populares e sindicais. As manifestações que começaram logo pela manhã seguiram à tarde com um grande ato político na avenida Paulista, em São Paulo, reunindo cerca de 100 mil pessoas. Ao todo, os protestos somaram 700 mil pessoas em todo o país, em 304 cidades brasileiras e em 18 países.

As manifestações pela saída de Bolsonaro não tomaram só as ruas, em redes sociais, como o Twitter, a hashtag #2OutForaBolsonaro foi uma das mais usadas, lembrando o aumento expressivo da inflação, a fome e o desemprego no país. Pressão presencial e virtual para que o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, instale o processo de afastamento do presidente.

“O deputado Arthur Lira precisa parar de fazer de conta que está tudo bem, que não está acontecendo nada. O povo está morrendo nos hospitais, a corrupção envolvendo a compra de vacinas e planos de saúde está vindo à tona. A política econômica em curso está levando fome e miséria ao povo. Não dá mais. Passou da hora de colocarmos esse governo para fora”, afirma Raimundo Bonfim, coordenador CMP e um dos líderes da Campanha Fora Bolsonaro

Tanto no período de convocação como na realização dos atos de hoje, os organizadores destacaram a importância e a necessidade do uso de medidas de prevenção ao coronavírus.

Fonte: https://www.brasil247.com/brasil/central-de-movimentos-populares-estima-700-mil-pessoas-nas-ruas-pelo-fora-bolsonaro

'Mostramos nas ruas o que aparece nas pesquisas: a maioria do povo não suporta mais esse desgoverno', diz Molon


Para o deputado federal, a pressão cada vez maior nas ruas pode fazer com que seja "insuportável" para Lira continuar blindando Bolsonaro: "quando tivermos essa maioria na Casa, mesmo que o presidente da Casa resista, essa pressão será insuportável"

2 de outubro de 2021, 13:41 h Atualizado em 2 de outubro de 2021, 14

Alessandro Molon Alessandro Molon (Foto: Jaqueline Deister/Reprodução | Vitor Vogel/Brasil de Fato)

247 - O deputado federal Alessandro Molon (PSB-RJ), em entrevista à TV 247 durante o ato pelo "Fora Bolsonaro" no Rio de Janeiro neste sábado (2), afirmou que as ruas neste dia ilustraram os números recordes de rejeição a Jair Bolsonaro que aparecem nas pesquisas.

"Começamos a mostrar nas ruas aquilo que já aparece nas pesquisas de opinião há muito tempo. A maioria absoluta do povo brasileiro não suporta mais o desgoverno Bolsonaro, que fez 600 mil vítimas de Covid, 15 milhões de desempregados, fracasso total na economia e a destruição da imagem do país no exterior. Por tudo isso, nós estamos aqui. O ato foi um sucesso e ele é muito importante na caminhada para derrotarmos Bolsonaro", disse.

Perguntado sobre o impacto das mobilizações no presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), responsável por pautar o impeachment, o parlamentar afirmou que, se elevada, a pressão pode chegar a um nível "insuportável", fazendo com que Lira seja obrigado a pautar o afastamento de Bolsonaro. "Certamente a pressão que significa gente na rua, gente pressionando. Isso, certamente, chegará até ele [Lira], mas não apenas até ele, a todos os nossos colegas que ainda resistem a fazer o impeachment do Bolsonaro avançar. Quando tivermos essa maioria na Casa, mesmo que o presidente da Casa resista, essa pressão será insuportável".

Fonte: https://www.brasil247.com/regionais/sudeste/mostramos-nas-ruas-o-que-aparece-nas-pesquisas-a-maioria-do-povo-nao-suporta-mais-esse-desgoverno-diz-molon

sexta-feira, 1 de outubro de 2021

Protesto nacional pelo Fora Bolsonaro reúne 21 partidos neste sábado (2)


Os atos pelo impeachment de Jair Bolsonaro terão partidos como PT, PDT, PSOL, DEM, PSDB, além de outras legendas. A manifestação nacional contra Jair Bolsonaro marcada para este sábado (2) também reunirá sociedade civil, movimentos populares, além de ativistas e artistas, no país. São pelo menos 260 atos. Será o sexto protesto da Campanha Fora Bolsonaro

1 de outubro de 2021, 15:57 h Atualizado em 1 de outubro de 2021, 16:18

"FORA BOLSONARO" no Vale do Anhangabaú em São Paulo "FORA BOLSONARO" no Vale do Anhangabaú em São Paulo (Foto: @Brasil_de_Fato)

247 - A manifestação nacional contra Jair Bolsonaro marcada para este sábado (2) reunirá 21 partidos políticos, sociedade civil, movimentos populares, além de ativistas e artistas, no país. As lideranças políticas dos partidos PT, Cidadania, DEM, MDB, PC do B, PDT, PL, Podemos, Solidariedade, PSD, PSB, PSDB, PSL, PSOL, PV, Rede, UP, PCB, PSTU, PCO e Novo confirmaram participação. Estão previstos pelo menos 260 atos em 251 cidades e 15 países. Será o sexto protesto da Campanha Fora Bolsonaro, que acontece desde 29 de maio.

Também estarão presentes representantes de entidades como Direitos Já, Frente Brasil Popular, Frente Povo Sem Medo, Acredito, UNE, Coalizão Negra por Direitos e de centrais sindicais.

De acordo com o presidente nacional da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Sérgio Nobre, "cada dia que Bolsonaro permanece no governo é mais miséria, mais desemprego e mais morte". "E não há tarefa mais importante para nós trabalhadores do que por fim a esse governo genocida e que extermina o futuro e os sonhos da classe trabalhadora brasileira", afirmou.

Os atos terão a presença de lideranças como Fernando Haddad, a presidente nacional do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann (PR), o ex-ministro Ciro Gomes (PDT-CE), o presidente nacional da sigla pedetista, Carlos Lupi, o vice-presidente da CPI da Covid, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), bem como o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE).

Também confirmaram presença o líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, Guilherme Boulos (PSOL), o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira , Juliano Medeiros (PSOL), Manuela D’Ávila (PCdoB), Orlando Silva (PCdoB), Alessandro Molon (PSB), Tabata Amaral (PSB), Erica Malunguinho (PSOL), Marina Helou (Rede), entre outros.

Bolsonaro é alvo de mais de 120 pedidos de afastamento. No dia 30 de junho um superpedido de impeachment contra ele foi protocolado na Câmara dos Deputados. A ideia foi unificar os argumentos de todos os pedidos para que ele saia do cargo.

Pesquisa PoderData, feita de 27 a 29 de setembro, apontou que 58% dos brasileiros reprovam o desempenho pessoal de Jair Bolsonaro.

Confira a lista dos atos:

Norte

AC – Rio Branco – Gameleira | 16h

AM – Manaus – Caminhada Praça da Saudade | 15h

AM – Presidente Figueiredo – Praça da Saudade | 16h

AP – Macapá – Praça da Bandeira | 16h

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PA – Altamira – Praça do Mathias | 17h

PA – Ananindeua – Mercado Central | 8h (Ato em 01/10)

PA – Cametá – Praça das Mercês | 8h

PA – Bragança – Praça das Bandeiras | 8h

PA – Belém – Caminhada Mercado de São Brás | 8h

PA – Marabá – Praça do Lions Clube (Núcleo Cidade Nova) | 8h

PA – Redenção – Praça das Promessas Setor S. Dumont | 16h

PA – Santarém – Praça do Pescador | 16h

PA – Santarém – Curuai – Pista de Pouso Vila Curuai | 17h

PA – Sousa – Ato Político Cultural | 20h30 (Aguardando Infos)

RO – Ji-Paraná – Início da Av. Brasil | 8h30

RO – Ouro Preto do Oeste – Espaço Verde do SINTERO | 9h30

RO – Porto Velho – Praça das 3 Caixas D’Água | 15h

RR – Boa Vista – Centro Cívico | 9h

TO – Araguaína – Praça São Luis Orione | 9h

TO – Palmas – Avenida JK | 8h30

Nordeste

AL – Arapiraca – Praça da Antiga Prefeitura | 9h

AL – Delmiro – Praça do Bom Sossego | 8h

AL – Maceió – Praça Centenário | 9h

BA – Alagoinhas – Praça Praça Rui Barbosa | 9h

BA – Camaçari – Praça Montenegro | 9h

BA – Dias D’Ávila – Praça ACM em frente ao INSS | 9h

BA – Feira de Santana – Cidade Nova | 9h

BA – Jequié – Praça Rui Barbosa | 9h

BA – Ilhéus – Praça do Cayru | 9h

BA – Itabuna – Jardim do Ó – Centro | 9h

BA – Itapetininga – Residencial 12 de Dezembro | 15h

BA – Irecê – Praça do DERMIR | 8h30

BA – Juazeiro – Praça Dedé Caxias | 9h

BA – Monte Santo – Praça São Sebastião | 9h

BA – Paulo Afonso – Panfletagem Mercado CEAPA | 8h

BA – Prado – Mercado Municipal | 9h30

BA – Salvador – Campo Grande | 9h

BA – Senhor do Bonfim – Sindiferro | 9h

BA – Serrinha – Praça do Centenário | 8h

BA – Teixeira de Freitas – Praça da Bíblia | 18h

BA – Vitória da Conquista – Centro Cultural Glauber Rocha | 9h

CE – Fortaleza – Praça da Bandeira | 8h

CE – Juazeiro do Norte – Praça da Prefeitura | 8h

CE – Russas – Av. Dom Lino, em frente a Mega Pizzaria | 7h30

CE – Sobral – Praça de Cuba | 8h

CE – Vale do Jaguaribe – Av. Dom Lino, em frente a Mega Pizzaria | 7h30

CE – Viçosa do Ceará – Centro Em frente ao STTR | 8h

MA – Açailândia – Praça do Pinheiro | 18h30

MA – Bom Jardim – Praça do Mercado | 17h

MA – Caxias – Praça da Matriz | 9h

MA – Chapadinha – Av. Ataliba Vieira de Almeida, Campo Velho | 16h

MA – Imperatriz – Praça de Fátima | 16h30

MA – Pedreiras – Praça da Sucam | 17h

MA – Pinheiro – Feira Municipal | 8h

MA – Santa Inês – Caminhada Praça das Laranjeiras | 8h

MA – São Luís – Praça Deodoro | 8h30

PB – Campina Grande – Praça da Bandeira | 9h

PB – Cajazeiras – Oiticicas | 9h

PB – João Pessoa – Caminhada Liceu Paraibano | 9h

PB – João Pessoa – Carreata Praça da Independência | 9h

PB – Sapé – Praça de Eventos Dr. João  Úrsulo | 15h

PB – Souza – Praça da Matriz – Sarau | 20h

PB – Patos – Praça Cícero Supino (Praça do Guedes) | 8h

PE – Araripina – Trevo da Av. Florentino Alves Batista | 15h

PE – Belo Jardim – Praça dos Correios | 10h

PE – Caruaru – Em frente ao INSS | 9h

PE – Garanhuns – Caminhada Fonte Luminosa | 8h30

PE – Petrolina – Praça da Catedral | 8h

PE – Recife –  Praça do Derby | 10h

PI – Parnaíba – Praça da Graça | 8h

PI – Teresina – Praça Rio Branco | 9h

RN – Acari – Praça Otávio Lamartine | 7h30

RN – Currais Novos | 8h

RN – Macaíba – Feira | 8h

RN – Mossoró – Praça do Teatro Municipal | 8h

RN – Natal – Midway | 15h

RN – Parnamirim – Praça Paz de Deus, centro | 9h

SE – Aracaju – Bar da Draga, Coroa do Meio/Aju | 14h30

Centro-Oeste

DF – Brasília – Museu Nacional | 15h30

GO – Alexânia – Bandeiraço e Panfletaço no Distrito de Olhos D’água | 9h

GO – Anápolis – Caminhada e Carreata Praça 31 de Julho (Praça da antiga Câmara Municipal) | 9h

GO – Cidade de Goiás – Praça do Chafariz | 9h

GO – Catalão – Praça Getúlio Vargas | 9h

GO – Cocalzinho de Goiás – Rua 9 de junho, concentração em frente a CEF | 10h

GO – Formosa – Praça Rui Barbosa | 16h

GO – Goiânia – Ato Político e Cultural Praça do Trabalhador | 8h

GO – Itumbiara – Ato no Viaduto da Av. Afonso Pena com BR 153 | 9h30

GO – Jataí –  Aula Pública na Praça Diomar Menezes | 9h30

GO – Luziânia – Feira no Jardim Ingá | 9h

GO – Minaçu – Carreata Ginásio de Esportes | 10h

GO – Nova Veneza – Bandeiraço e Adesivaço Cond. Nova Itália | 8h

GO – Pirenópolis – Igreja Matriz | 17h

GO – São Francisco de Goiás – Bandeiraço e Panfletagem no Centro | 9h

GO – Santa Rosa de Goiás – Panfletaço na Feira da Praça Central | 10h

GO – Terezópolis de Goiás – Panfletaço na Prefeitura

MS – Campo Grande – Praça do Rádio | 9h

MS – Corumbá – Praça da Independência | 9h

MS – Dourados – Praça Antônio João | 8h

MT – Cuiabá – Praça Alencastro | 15h

MT – Rondonópolis – Caminhada com concentração na UFR | 15h

Sudeste

ES – Vitória – Bicicletada Caminhada, Carreata e Motoata na UFES | 14h

MG – Arinos – Quadra de Esporte Crispim Santana (Ao Lado do Vale do Amanhecer | 16h

MG – Barbacena – Pontilhão | 10h

MG – Belo Horizonte – Praça da Liberdade | 15h30

MG – Caratinga – Praça  da Estação | 10h

MG – Coronel Fabriciano – Em frente à Prefeitura | 8h30

MG – Divinópolis – R. São Paulo, no quarteirão fechado | 9h

MG – Itajubá – Praça Wenceslau Braz | 10h

MG – João Monlevade – Câmara Municipal | 9h

MG – Juiz de Fora – Parque Halfeld | 10h

MG – Montes Claros – Praça da Estação | 8h30

MG – Pará de Minas – Praça Padre José Pereira Coelho | 9h

MG – Passos – Praça da Prefeitura | 10h

MG – Ribeirão das Neves – Banco do Brasil Lagoinha | 9h

MG – Salinas – Praça do Mercado | 8h

MG – São João del Rei – Igreja São José Operário, Tejuco | 9h

MG – Teófilo Otoni – Praça Lions Club | 9h

MG – Tiradentes – Igreja Matriz | 16h

MG – Três Pontas | 15h (Aguardando Infos)

MG – Uberaba – Praça da Abadia | 9h

MG – Uberlândia – Praça Ismene Mendes | 9h30

MG – Varginha – Praça do ET | 10h

MG – Viçosa – Praça Silviano Brandão | 8h30

SP – Águas de Lindóia – Praça Valdir Gomes de Morais

SP – Andradina – Carro de Som por toda a cidade

SP – Atibaia – Praça do Mercado Municipal | 9h30

SP – Araçatuba – Praça João Pessoa | 10h

SP – Botucatu – Praça do Bosque | 8h30

SP – Campinas – Largo do Rosário | 9h

SP – Embu das Artes – Praça das Artes | 10h

SP – Ilhabela – Praça da Mangueira | 15h

SP – Itanhaém – Faixaço Passarela do Loty | 10h

SP – Guararema – Praça Deoclésia de Almeida Mello (Praça do Artesanato) | 9h30

SP – Jacareí – Parque da Cidade | 11h

SP – Jundiaí – Carreata Vetor Oeste | 13h

SP – Marília – Praça da Galeria Atenas | 9h30

SP – Praia Grande – Av. Min. Marcos Freire com Av. Julio Prestes de Albuquerque, Nova Mirim | 9h30

SP – Pindamonhangaba – Praça 7 de setembro | 14h

SP – Piracicaba – Terminal de ônibus – Central de Integração | 9h

SP – Porto Feliz – Praça Chapéu da Madre | 9h

SP – Ribeirão Pires – Esquenta na Estação de Trem Rumo a SP | 13h

SP – Ribeirão Preto – Esplanada do Teatro Pedro II | 9h

SP – Santa Cruz do Rio Pardo – Em frente à Igreja de São Benedito | 13h30

SP – Santos – Sambódromo na Av. Afonso Schmidt | 10h

SP – São Carlos – Praça do Mercadão | 9h

SP – São Paulo – MASP | 13h

SP – São Roque – Largo dos Mendes (com arrecadação de alimentos para doação) | 11h

SP – Sorocaba – Praça Central (Fernando Prestes) | 10h

SP – Taubaté – Esquenta na Antiga Praça da Eletro (Praça Monsenhor Silva Barros) | 9h

SP – Ubatuba – Passeata Trevo do Caiçara | 16h

RJ – Angra dos Reis – Praça do Papão | 9h

RJ – Cabo Frio – Praça Porto Rocha | 10h

RJ – Campos – Praça São Salvador | 9h

RJ – Macaé – Praça Veríssimo de Melo | 9h

RJ – Miguel Pereira – Em frente à Fornemat | 10h30

RJ – Niterói – Estação das Barcas | 16h (Ato em 01/10)

RJ – Nova Friburgo – Praça Dermeval Barbosa Moreira | 14h

RJ – Nova Friburgo – Em Lumiar, Cortejo na EUTERPE (Ato em 03/10)

RJ – Paty dos Alferes – Praça George Jacob Abdue (Praça do Fórum) | 9h30

RJ – Petrópolis – Praça da Inconfidência | 11h

RJ – Resende – Mercado Popular | 10h

RJ – Rio das Ostras – PSF do  ncora | 9h

RJ – Rio de Janeiro – Caminhada e Palco Democrático Pela Vida Candelária até Cinelândia | 10h

RJ – Teresópolis – Carreata no Sakurá | 9h

RJ – Teresópolis – Ato Cultural Casa de Cultura Fátima | 10h

RJ – Valença – Grade da Catedral Centro | 10h

RJ – Volta Redonda – Bairro Retiro | 9h

Sul

PR – Antonina – Café com Democracia (traga sua caneca para o café e brinquedos para doação) Rua XV, próx. a Rodoviária | 10h

PR – Cascavel – em frente a Catedral | 9h

PR – Cornélio Procópio – Praça Brasil | 14h

PR – Curitiba – Praça Santos Andrade UFPR | 16h

PR – Foz do Iguaçu – Caminhada Praça da Paz | 15h

PR – Foz do Iguaçu – Ato Político Praça da Paz | 18h

PR – Londrina – Calçadão em frente ao Ouro Verde | 15h

PR – Maringá – Praça Raposo Tavares | 15h

PR – Matinhos – Rotatória | 10h

PR – Pato Branco – Praça Presidente Vargas | 11h

PR – Ponta Grossa – Praça Barão de Guaraúna | 16h

PR – Pontal do Sul – Carreata saindo da Cohab de Pontal do Sul | 9h30

RS – Alegrete – Praça Nova | 9h30

RS – Alvorada – Em frente ao Sima, Rua Wenceslau Fontoura nº 105 | 10h

RS – Bagé – Praça do Coreto | 14h

RS – Cacequi – Praça Getúlio Vargas | 15h

RS – Cachoeira do Sul – Ato e Caminhada na Praça do Lambert | 9h30

RS – Caxias do Sul – Praça Dante | 10h30

RS – Camaquã – Esquina Democrática | 9h30

RS – Cruz Alta – Praça da Matriz | 9h30min

RS – Encruzilhada do Sul – Praça Central | 15h

RS – Erechim – Esquina Democrática | 14h

RS – Guaíba – Em frente à Prefeitura | 10h

RS – Gravataí – Em frente a RGE | 9h30

RS – Ijuí – Praça da República | 15h

RS – Imbé – Ponte Giuseppe Garibaldi | 14h

RS – Jaguarão – Praça do Regente | 14h

RS – Lajeado – Parque dos Dick | 15h

RS – Montenegro – Praça dos Ferroviários | 10h

RS – Novo Hamburgo – Praça do Imigrante | 10h

RS – Osório – Em frente a Rodoviária Velha | 10h

RS – Palmeira das Missões – Largo Alfredo Westphalen | 9h

RS – Passo Fundo – Praça da Mãe | 15h

RS – Pelotas – Mercado Público | 10h30

RS – Porto Alegre – Largo Glênio Peres | 14h

RS – Rio Grande – Largo Dr. Pio | 10h

RS – Santa Cruz do Sul – Praça da Bandeira – 15h

RS – Santa Maria – Largo da Locomotiva | 14h

RS – São Francisco de Assis – Praça Independência | 14h

RS – São Lourenço do Sul – Panfletagem Feira Livre Praça Dedê Serpa | 9h

RS – Santana do Livramento – Esquina Democrática | 10h

RS – Santiago – Esquina Democrática | 14h

RS – Santo  ngelo – Caminhada Catedral | 9h

RS – Santo  ngelo – Ato na Praça do Brique | 11h

RS – São Leopoldo – Praça do Imigrante | 10h

RS – São Luiz Gonzaga – Praça da Matriz | 10h

RS – Torres – Praça XV | 15h

RS – Tramandaí – Ponte Giuseppe Garibaldi | 14h

RS – Uruguaiana – Antiga Estação Férrea | 14h30

RS – Venâncio Aires – Praça da Bandeira | 9h

SC – Blumenau – Praça do Teatro Carlos Gomes | 10h

SC – Caçador – Largo Caçanjurê |10h

SC – Chapecó – Ato Praça Central | 9h30

SC – Criciúma – Rua da Arquibancada Parque das Nações | 9h30

SC – Florianópolis – Largo da Alfândega | 14h

SC – Itajaí – Calçadão Hercílio Luz | 10h

SC – Joinville – Praça da Bandeira | 10h

SC – Lages – Praça do Antídio | 10h

SC – Palhoça – Praça 7 de Setembro | 9h

SC – Penha – Av. Alfredo Brunetti | 8h

SC – Timbó – Praça Frederico Donner (Em frente a Thapyoka) | 10h

SC – Tubarão – Rodoviária Velha | 9h

No Exterior

Alemanha – Berlim – Pariser Platz, próximo ao Brandemburger Tor | 12h às 14h (horário local)

Alemanha – Berlim – Pariser Platz, próximo ao Brandemburger Tor | 14h30 às 17h (horário local)

Alemanha – Colônia – Roncalliplatz ao lado da Catedral | 16h (horário local)

Alemanha – Frankfurt – Römer | 16h às 17h30 (horário local)

Alemanha – Freiburg – Passeata concentração na Europaplatz até Platz der Alten Synagoge no centro de Freiburg | 14h às 16h (horário local)

Alemanha – Munique – Geschwister-Scholl-Platz | 11h às 12h30 (horário local)

Argentina – Buenos Aires – (Aguardando Infos)

Áustria – Viena – Platz Der Menchenrechte MQ/Mariahilferstrasse Wien | 14h (horário local)

Bélgica – Bruxelas – (Aguardando Infos)

Canadá – Vancouver – Art Gallery | 15h (horário local)

Dinamarca – Aarhus  – Møllepark (Coletivo Aurora) | 15h (horário local)

EUA – Boston – (Aguardando Infos)

EUA – Nova York – Union Square, Manhattan | 16h30 (horário local )

EUA – Sul da Flórida – (Aguardando Infos)

Espanha – Barcelona – Ramblas, saída do metrô Praça Catalunha, Fuente de Canalletes | 19h (horário local)

Espanha – Madrid – En la Puerta del Sol | 18h (horário local)

Espanha – Sevilha – Setas de Seville | 12h (horário local)

França – Lille – La Grand Place próximo da Gare Lille-Flandres | 17h (horário local)

França – Paris – Em frente ao Metrô Pierre et Marie Curie (L7) | 15h às 17h (horário local)

Holanda – Haia – Embaixada do Brasil caminhada até Tribunal Internacional

Holanda – Haia – Catshuis | 14h às 17h (horário local)

Irlanda – Dublin – Spire of Dublin | 14h (horário local)

Itália – Roma – Habicura Piazzale del Verano | 20h (horário local) (Ato 03/10)

Porto Rico – San Juan – (Aguardando Infos)

Portugal – Braga – Praça da República, em frente ao chafariz | 18h (horário local)

Portugal – Lisboa – Praça D. Pedro IV (Rossio) | 17h (horário local)

Portugal – Lisboa – Largo Camões | 18h (horário local)

Portugal – Porto – Fonte dos Leões (Em frente à Reitoria)

Portugal – Porto – Centro Português de Fotografia, ao lado da Torre dos Clérigos | 16h

Reino Unido – Inglaterra –  Londres – Embaixada do Brasil | 12h (horário local)

Suíça – Zurique – Landesmuseum (Flashmob) | 10h30 (horário local)

Fonte: https://www.brasil247.com/poder/protesto-nacional-pelo-fora-bolsonaro-reune-21-partidos-neste-sabado-2-l1j9ebx4

sábado, 25 de setembro de 2021

Servidores realizam na terça-feira manifestação em Brasília contra reforma administrativa


Expectativa dos sindicatos é realizar uma grande manifestação na Esplanada dos Ministérios

25 de setembro de 2021, 12:31 h Atualizado em 25 de setembro de 2021, 12:43

Manifestação de servidores contra a reforma administrativa Manifestação de servidores contra a reforma administrativa (Foto: Leonardo Hladczuk/Brasil de Fato)

247 - Entidades de servidores públicos farão ato contra a reforma administrativa na próxima terça-feira, informa o jornalista Gilberto Amado no Metrópoles

Entidades que representam servidores públicos estão convocando para a próxima terça-feira (28) ato contra o projeto com mudanças nas regras do funcionalismo público. O ato está marcado para as 16h e deve reunir entidades como o Fórum das Carreiras de Estado (Fonacate), o Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe) e a Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef).

Fonte: https://www.brasil247.com/brasil/servidores-realizam-na-terca-feira-manifestacao-em-brasilia-contra-reforma-administrativa

sábado, 5 de junho de 2021

Morre em Coreaú o educador popular Benedito Lourenço

por Célio Brito

O professor e educador popular Benedito Francisco Moreira Lourenco “Benedito Lourenço”, morreu, aos 56 anos, nas primeiras horas deste sábado, dia 5 de junho, em decorrência de um infarto. Ele era graduado em filosofia e mestre em geografia pela Universidade Estadual Vale do Acaraú. Além de diretor presidente da Fundação Centro de Ecologia e Integração Social - Fundação CIS.

Segundo as primeiras informações, o mesmo estava hospitalizado após ter passado mal em sua residência em Coreaú e não resistiu as complicações cardíacas. Benedito Lourenço já havia no passado se submetido ao implante de dois stent nas artérias do coração para desobstrução e restauro do fluxo de sangue. Como tinha uma rotina muito intensa, isso deve ter sido o complicador da sua saúde.

Benedito Lourenço tem uma vida ligada a formação em tecnologias sociais de convivência com o semiárido nas comunidades rurais. Deste a sua juventude, ainda nos movimentos Pastorais da Diocese de Sobral, onde deixou grandes contribuições. Seu último trabalha de assessoramento técnico foi ao Instituto Elo Amigo – IEA, que desenvolve projetos nas áreas estratégicas de Agroecologia Familiar e Convivência com o Semiárido, Empreendedorismo e Juventudes, que dividia coma sua outra tarefa de Presidir o Comitê da Bacia Hidrográfica do Coreaú, que é composta por 24 municípios.

Nas redes sociais, sua morte gerou muitas reações e comoção entre os amigos, ativistas populares, políticos, leigos e leigas das pastorais sociais.

Fonte: http://blogdoceliobrito.blogspot.com/2021/06/morre-em-coreau-o-educador-popular.html

domingo, 30 de maio de 2021

Movimentos sociais estimam que 400 mil saíram às ruas no Brasil contra o genocídio promovido por Bolsonaro


Número foi dado em primeira mão à TV 247 por Raimundo Bonfim, coordenador da Central de Movimentos Populares (CMP), uma das entidades que organizaram os atos deste 29 de Maio. Protestos ocorreram em 213 cidades do país e 14 do exterior

29 de maio de 2021, 22:07 h Atualizado em 29 de maio de 2021, 22:17

(Foto: Mídia Ninja)

247 - As manifestações contra Jair Bolsonaro, pela vacinação da população e pelo auxílio emergencial de R$ 600, que aconteceram neste sábado (29), foram um sucesso na avaliação dos movimentos sociais.

Em entrevista ao programa Boa Noite 247, da TV 247, o coordenador da Central dos Movimentos Populares (CMP), Raimundo Bonfim, afirmou que a estimativa é que os atos mobilizaram 400 mil pessoas presencialmente.

Segundo dados da CMP, que foi uma das entidades que organizaram as manifestações, os atos presenciais aconteceram em 213 cidades no Brasil e outras 14 cidades em diversos países do exterior, reunindo ao todo cerca de 420 mil pessoas.

Ainda segundo a CMP, apenas no Twitter, a hashtag #29MForaBolsonaro recebeu 1.828.048 postagens e 841 mil RTs.

Fonte: https://www.brasil247.com/brasil/movimentos-sociais-estimam-que-400-mil-sairam-as-ruas-no-brasil-contra-o-genocidio-promovido-por-bolsonaro

segunda-feira, 3 de maio de 2021

Enter a post title1º de Maio de resistência, luta e unidade dos trabalhadores brasileiros

Arte: PT na Câmara

O 1º de Maio, Dia Internacional do Trabalhador, em tempos de pandemia do coronavírus que assola o País, vai exigir muito mais força, resistência, luta e unidade do trabalhador brasileiro para enfrentar o retrocesso imposto pelo golpe de 2016, potencializado com a presença de Jair Bolsonaro no poder. Desde então, o Brasil vive o retorno de um passado nefasto com ataques violentos praticados pelo governo Bolsonaro ao mundo do trabalho.

“Esse 1º de maio é dia de reforçarmos nossa luta por emprego e dignidade para o trabalhador brasileiro que vem sofrendo com a retirada de direitos da agenda neoliberal adotada desde o golpe contra a presidenta Dilma”, afirmou a presidenta Nacional do Partido dos Trabalhadores, deputada Gleisi Hoffmann (PR).

Presidenta Gleisi Hoffmann. Foto: Lula Marques/Arquivo

Receituário nefasto

Com Bolsonaro, o País olha pelo retrovisor da história para materializar um receituário econômico-social fracassado para a maioria da população, pois se volta a reforçar privilégios e a ameaçar garantias coletivas e, principalmente, a vida das pessoas ao tratar a pandemia da Covid-19 com desprezo, descaso e negacionismo.

“Nesse ano, a luta é mais ampla, pelo direito à vacina e à comida na mesa do povo brasileiro, que vem sendo desprezado pelo pior governo da nossa história. Vamos juntos reforçar a mobilização pelo impeachment do genocida que destrói o Estado de bem-estar social e abandona a população à própria sorte”, acrescenta Gleisi.

O receituário Bolsonarista é composto por arrocho salarial, perda de direitos trabalhistas e previdenciários, perda das conquistas sociais, favorecimento do capital financeiro em prejuízo da produção, comprometimento da soberania nacional e, consequentemente, aumento do fosso de desigualdades entre pobres e ricos. Marcas indeléveis de um Brasil vítima do golpe, vítima de Bolsonaro.

“É momento de refletir, debater com as bases, acumular forças, traçar estratégias aos embates que vêm pela frente. Precisamos derrotar Bolsonaro e as forças políticas que o levaram ao poder e ainda o sustentam”, afirmou o presidente da Central Única dos Trabalhadores, Sérgio Nobre.

Governo genocida

O Líder da Bancada do PT na Câmara, deputado Bohn Gass (RS), destacou que este 1º de Maio será diferente porque, em virtude do isolamento social necessário para combater a pandemia, os trabalhadores irão se manifestar em atos virtuais contra as ações e medidas nefastas deste governo que tanto desrespeita a classe trabalhadora brasileira.

Líder da Bancada do PT, deputado Bohn Gass. Foto: Gabriel Paiva/Arquivo

“Chegamos então ao dia 1º de maio de 2021 com o Brasil sob o governo genocida de Jair Bolsonaro. O mesmo Bolsonaro que, ainda como deputado, votou sim ao projeto de terceirização do governo do golpista Temer e que, depois, também votou sim àquilo que eles chamaram de Reforma Trabalhista, mas que, na verdade, não passou de uma destruição total da CLT”, descreveu Bohn Gass sobre algumas maldades praticadas por Bolsonaro contra o trabalhador.

Bohn Gass afirma que nada na economia funciona sem o trabalho. E a pandemia agora está mostrando que, se o operário não trabalhar a máquina não funciona. O parlamentar ainda lembrou que o grande motivador da economia, aquele que dá gás, energia, combustível para o desenvolvimento econômico é o trabalhador.

O líder petista disse ainda que este Dia do Trabalhador é uma data para lamentar e denunciar, mais do que para celebrar. “Infelizmente não temos nada para comemorar. Precisamos é de muita luta para defender o que o trabalhador tem de mais nobre: a sua força de trabalho”, afirmou Bohn Gass.

Realidade caótica

Para o deputado Carlos Veras (PT-PE) – que já presidiu a CUT-PE – apesar do pequeno alívio com o início da vacinação contra a pandemia de Covid-19, “o País continua atolado em várias crises e incertezas de uma realidade caótica”. Quadro este que, segundo ele, gera elevação drástica das taxas de desemprego e avanço galopante da extrema pobreza, “atingindo de maneira mais cruel a população pobre, as mulheres, o povo negro e a juventude”.

Deputado Carlos Veras. Foto: Gabriel Paiva/Arquivo

Para ilustrar essa realidade, Veras destaca os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), que revela o desemprego em patamar de 14,2% no trimestre encerrado em janeiro de 2021, o maior da série iniciada em 2012, atingindo o número recorde de 14,3 milhões de brasileiros desempregados.

O parlamentar destaca também que o Fundo Monetário Internacional (FMI) aponta que o Brasil deve ter a 14ª taxa de desemprego do mundo em 2021, em um ranking com 100 países. Em 2020, o país ficou na 22ª colocação. Veras recorre ainda para ilustrar seu argumento, ao levantamento da Austin Rating, que diz que o desemprego no Brasil deve ultrapassar o índice de países como Colômbia e Peru.

“Esse contexto de elevação potencial do desemprego no Brasil não se deve especificamente à pandemia, que tão somente veio tornar mais dramática a vida do povo brasileiro. Ou à irresponsabilidade e incompetência do Governo Federal ou, ainda, à postura nada republicana do presidente da República, Jair Bolsonaro. Todos esses fatores integram um conjunto favorável à implementação do ultraliberalismo, que vem aniquilando o projeto de Estado de bem-estar social e os direitos da classe trabalhadora em favor do mercado”, argumentou Carlos Veras.

Reinventar

Para contrapor a tudo isso, Carlos Veras defende que a classe trabalhadora precisa reinventar-se e unir-se para enfrentar mais um ciclo de ataques. “Essa reinvenção da luta da classe trabalhadora passa necessariamente pelo fortalecimento da organização do movimento dos trabalhadores, da negociação coletiva e da solidariedade entre as categorias, tendo como bandeiras específicas a proteção dos empregos e salários”. Além disso ele defende a garantia de renda para trabalhadores com contrato suspenso ou com redução de jornada de trabalho; a elevação do auxílio emergencial de R$ 600 até o fim da pandemia, a busca por iniciativas públicas de geração de emprego e renda e a garantia da vacinação já para todos.

Ladeira abaixo

O deputado Carlos Zarattini (PT-SP) é da opinião que só a unidade dos trabalhadores pode pôr fim aos desmandos promovidos por Bolsonaro. “Temos que nos unir como nunca em defesa dos diretos dos trabalhadores e por condições dignas de trabalho e renda”.

Deputado Carlos Zarattini. Foto: Gabriel Paiva/Arquivo

Segundo o deputado, com o golpe de 2016, o Brasil caminhou “ladeira abaixo” em tudo. “Retirada de direitos previdenciários e trabalhistas com a desculpa esfarrapada que geraria mais empregos. O que assistimos foi o ápice da exploração e uma deterioração nunca vista do mercado de trabalho. Já são 14 milhões de desempregados e 5,9 milhões desistiram de procurar emprego. Um verdadeiro caos”, sentenciou o parlamentar paulista.

Consequências danosas

“O golpe de 2016 trouxe as consequências mais danosas para os trabalhadores e para o Brasil”, define o deputado Vicentinho (PT-SP), que já foi presidente da CUT Nacional. Para ele, no caso do Brasil, o país vive e presencia “o estímulo ao ódio, ameaça e a prática da quebra do Estado Democrático de Direito, o desrespeito à Constituição brasileira e a prática das mentiras”.

Deputado Vicentinho. Foto: Cadu Bazilevski

Já em relação aos trabalhadores, Vicentinho aponta a retirada dos direitos na Previdência Social, dos direitos consagrados na CLT e a ameaça da retirada dos direitos para os servidores públicos. Segundo Vicentinho, os trabalhadores que são protagonistas econômicos em qualquer nação passaram a ser as grandes vítimas das políticas antitrabalhadores, antinacionalistas adotadas por Bolsonaro.
“As consequências de tudo isso é a fome. A fome que havia desaparecido para 32 milhões de famílias e que voltou. Só há desesperança e desalento”, lamentou Vicentinho.

Esperança é Lula

Para Vicentinho são vários aspectos que só poderão mudar e ter esse quadro revertido quando o Brasil tiver um novo Governo. “O Bolsonaro além de genocida, não tem nenhum projeto de desenvolvimento para o nosso país. Daí a nossa esperança em Lula”, asseverou Vicentinho.

O deputado Zé Carlos (PT-MA) também acredita que diante de todo o descalabro que está acontecendo com o País, se tem muito pouco a comemorar no Dia do Trabalhador. No entanto, ele aponta a esperança como um grande condutor de transformação para os anos vindouros.

Deputado Zé Carlos. Foto: Gustavo Bezerra/Arquivo

“Nós temos algo muito maior para comemorar, que é a esperança. A esperança que o Brasil volte a sorrir, que com o resgate das condições políticas do Presidente Lula nós possamos ano que vem, começar a desmanchar todo esse elenco de maldades que Bolsonaro vem fazendo com o nosso país, com as nossas instituições, com os nossos trabalhadores e com o nosso meio ambiente”, afirmou.

Legado

Na avaliação do deputado Paulão (PT-AL), nos governos petistas dos presidentes Lula e Dilma o Brasil e os trabalhadores viveram uma realidade inclusiva, soberana, digna e de bem-estar social.
“Quando o presidente Lula assumiu, depois a presidente Dilma, a gente teve um legado de promover a inclusão de 40 milhões de brasileiros que estavam fora de qualquer dignidade, abaixo da linha de pobreza, para mim isso já foi um legado fortíssimo”, reconheceu.

Deputado Paulão. Foto: Gabriel Paiva/Arquivo

“Além disso, todos políticas públicas exitosas que foram feitas, respeito à classe trabalhadora, respeito aos aposentados, representam um processo de avanço civilizatório de um País do ponto de vista equilibrado socialmente e harmônico. E, infelizmente, depois do golpe, principalmente com o governo Bolsonaro, a gente vê todo esse desmonte”, lamentou Paulão.

O deputado Zé Carlos também destacou os legados deixados por Lula e Dilma. No período petista, lembrou o parlamentar, o Brasil era feliz. “Era uma época em que o pobre pôde comprar casa própria, o trabalhador rural pôde colocar uma carne na geladeira porque tinha luz elétrica, tomar uma água gelada; o operário pôde comprar um carro, andar de avião como se anda de ônibus; tiramos milhões de brasileiros da extrema pobreza; a classe E subiu para a classe C; por isso, se juntaram e arquitetaram um plano que se iniciou com o golpe parlamentar contra a presidente Dilma sem ter cometido nenhum crime”, afirmou.

Eixos fundamentais

Para Paulão, o 1º de maio, tem que ser um dia de luta. Nesse sentido, ele aponta a necessidade de os trabalhadores centrarem força em três ações imprescindíveis. “O Brasil está com mais de 14 milhões de desempregados, principalmente da periferia, jovem, negros, pobres, e a tendência é a situação econômica piorar. Então é fundamental: Vacina para todos, auxílio emergencial de R$ 600 e solidariedade. Na minha visão, são essas três palavras de ordem da classe trabalhadora”, reiterou o deputado.

Plano de reconstrução

Diante do descalabro bolsonarista, o Partido dos Trabalhadores aponta os caminhos para a recuperação do País. As propostas inclusas no Plano de Reconstrução do Brasil buscam assegurar um novo caminho para o país, baseadas na ampliação de oportunidades, na igualdade e ampla liberdade de expressão e comunicação, além da defesa da soberania nacional, ameaçadas pelo governo de Jair Bolsonaro.

As propostas foram concebidas com base em contribuições de centenas de pessoas – trabalhadores, mulheres, negros, indígenas, representantes do setor público, LGBTQI+, artistas e intelectuais – comprometidas com o País.

O Plano de Reconstrução parte de um diagnóstico sobre a profundidade da crise brasileira, aprofundada pela pandemia do coronavírus e pela condução irresponsável do governo Bolsonaro na resposta ao Covid-19, que estão comprometendo o futuro do País e dificultando uma saída rápida da crise.

As propostas na economia colocam a alta do desemprego e o aumento da desigualdade como um dos principais focos e preveem um papel para o Estado no desenvolvimento econômico com Justiça Social.

O programa prevê medidas emergenciais e de longo prazo e tratam também de apresentar políticas públicas protetivas e inclusivas, de combate ao racismo estrutural, e de opressão e violência contra a mulher, além de tratar de homofobia, e violência contra os indígenas e os quilombolas.

Ato solidário

O 1º de Maio Unitário das Centrais Sindicais – CUT, Força, UGT, CTB, CSB, NCST, CGTB, Intersindical e Pública que ocorre neste sábado (1), conta com participação de artistas que se solidarizam com a luta dos trabalhadores brasileiros. Entre outros, estão Chico Buarque, Elza Soares, Renegado, Chico César, Osmar Prado, Teresa Cristina, Spartakus, Elen Oléria e Lirinha.

Em decorrência da pandemia, o evento será virtual. A transmissão será pela TVT e pelo Facebook da CUT, às 14h, com transmissão também pelo Facebook PT na Câmara. O tema é Vida, Democracia, Emprego, Vacina Para Todos e Auxílio de R$ 600, além do impacto da Covid-19 no setor cultural.

Veja o vídeo do 1º de Maio:

https://www.facebook.com/ptnacamara/videos/308668200722105

Benildes Rodrigues com informações da CUT

Fonte: http://ptnacamara.org.br/portal/2021/05/01/1o-de-maio-de-resistencia-luta-e-unidade-dos-trabalhadores-brasileiros/

sábado, 1 de maio de 2021

Brasil chega ao pior Primeiro de Maio de sua história, com 7,8 milhões de empregos perdidos e renda em declínio


Em um ano de pandemia, o Brasil perdeu quase 8 milhões de empregos e 17 bilhões de reais em renda

1 de maio de 2021, 07:04 h Atualizado em 1 de maio de 2021, 07:14

(Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil)

247 - Dados da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua), divulgados nesta sexta-feira (30) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), revelam que o desemprego atingiu o patamar recorde de 14,4% no trimestre encerrado em fevereiro.

Em um ano de pandemia, a massa de rendimentos do trabalho das pessoas ocupadas encolheu 7,4%, uma perda de R$ 16,8 bilhões, na comparação entre o trimestre encerrado em fevereiro de 2021 e o mesmo período do ano passado.

Os dados do IBGE mostram que o Brasil perdeu 7,8 milhões de postos de trabalho em um ano, aponta reportagem da Folha de S.Paulo.

Fonte: https://www.brasil247.com/economia/emprego-e-renda-recuam-no-brasil-durante-a-pandemia

quinta-feira, 24 de setembro de 2020

Em seminário da ONU sobre educação, Lula cita Paulo Freire e critica 'dogma do estado mínimo: Deus do mercado é só um mito'


Em seminário da ONU, o ex-presidente citou o filósofo Paulo Freire, declarado Patrono da Educação brasileira. Também criticou o ultraneoliberalismo pós-golpe. "A economia deve existir, afinal, em função das pessoas, não apenas dos números", disse Lula. "O dogma do estado mínimo é apenas isso, um dogma", afirmou. "O mito do deus mercado é apenas um mito"

24 de setembro de 2020, 11:58 h Atualizado em 24 de setembro de 2020, 12:37

Lula participa do Seminário “Educação e as Sociedades Que Queremos" Lula participa do Seminário “Educação e as Sociedades Que Queremos" (Foto: Reprodução)

247 - Em discurso no Webinário "Educação e as Sociedades Que Queremos", evento com apoio da Organização das Nações Unidas (ONU), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva citou o filósofo Paulo Freire (1921-1997), declarado Patrono da Educação brasileira, em 2012. O ex-presidente também criticou a agenda ultraneoliberal, que se implantou no Brasil após o golpe contra Dilma Rousseff, em 2016, e está baseada no corte de direitos e investimentos, com o objetivo de abrir espaço para o setor privado atuar na execução de políticas socioeconômicas.

"Neste mês de setembro, iniciamos as comemorações do centenário de nascimento do educador Paulo Freire. Foi meu amigo, nasceu na mesma região que eu, no estado de Pernambuco, e foi companheiro na criação do Partido dos Trabalhadores", disse Lula.

"Das muitas lições que Paulo Freire nos deixou, duas são frequentemente destacadas. A primeira é a noção de que aquele que educa também está sendo educado. É um conceito que só poderia ser formulado por quem tinha a grandeza de respeitar a sabedoria dos humildes e reconhecer a existência do outro, acima das barreiras sociais e preconceitos. A segunda lição é a de que a Educação é libertadora no mais amplo sentido que pode ter a palavra liberdade", acrescentou.

Em um contexto de congelamento de investimentos públicos, o ex-presidente afirmou que, mesmo quem defendia "rigidamente a austeridade fiscal", entendeu que "o momento é de gastar porque a vida não tem preço e que a economia deve existir, afinal, em função das pessoas, não apenas dos números".

"E é o estado, em última análise, que pode proporcionar recursos e organizar a sociedade para atravessar este momento tão difícil. Esta é, a meu ver, uma grande lição que a pandemia está nos ensinando. O dogma do estado mínimo é apenas isso, um dogma, algo que não encontra explicação nem se justifica na vida real. O mito do deus mercado é apenas um mito, pois uma vez mais ele se revela incapaz de oferecer respostas para os problemas do mundo em que vivemos", continuou Lula.

Fonte: https://www.brasil247.com/brasil/em-seminario-da-onu-sobre-educacao-lula-cita-paulo-freire-e-critica-dogma-do-estado-minimo-deus-do-mercado-e-so-um-mito

domingo, 8 de março de 2020

8 de Março: mulheres defendem direitos e gritam ‘Fora Bolsonaro’ em todo o Brasil


Protestos neste Dia Internacional da Luta das Mulheres reforçam a defesa pela democracia, contra a violência e retrocessos sociais e econômicos promovidos pelo atual governo (vídeos)

8 de março de 2020, 18:36 h Atualizado em 8 de março de 2020, 21:29

Atos no 8 de Março, Dia Internacional da Mulher Atos no 8 de Março, Dia Internacional da Mulher (Foto: Mídia Ninja / Brasil de Fato / MST)

Brasil de Fato - Milhares de mulheres, espalhadas por todo o Brasil, saíram às ruas durante todo o domingo (08) por igualdade de direitos e contra a violência. Os atos aconteceram em diversas cidades do país desde o início da manhã. Os principais temas foram o fim da violência contra a mulher, fora Bolsonaro e direitos iguais. O assassinato da vereadora Marielle Franco, que completa dois anos no dia 14 de março, também foi relembrado em diversas manifestações.

Em Brasília, cerca de 5 mil mulheres estiveram na marcha do 8 de março, levando para as ruas palavras de ordem contra a violência de gênero e o machismo do governo de Jair Bolsonaro (sem partido) e em defesa da descriminalização do aborto. Com o mote “Pela vida das mulheres, em defesa da democracia, contra o racismo e por direitos”, o ato percorreu as ruas da capital, fazendo parada em frente ao Palácio do Buriti, e depois seguiu em direção à Praça da Torre.

Acompanhada da filha, a estudante de doutorado Fernanda de Oliveira disse que sempre participa de manifestações de rua quando a pauta é o direito das mulheres. Para ela, nesse contexto político, a mobilização é mais importante do que nunca. 

“Todos os avanços de políticas públicas que tiveram nas últimas décadas estão sendo desmontados. Então, não podemos ficar dentro de casa, é importante demonstrar nossa insatisfação. Enquanto a gente se mantiver calada, vai ter impunidade e vai estar perdendo direito. Então, quanto mais sairmos na rua, melhor”, disse.

O ato contou com a participação de mais de 3,5 mil mulheres sem-terra, que estão participando do I Encontro de Mulheres Sem Terra na capital federal, com pautas sobre a reforma agrária popular e a violência de gênero no campo. Para Kelly Mafort, da direção nacional do MST, a participação da marcha em Brasília é uma oportunidade de integrar as pautas das mulheres do campo e da cidade.

“Essa marcha de hoje ocorre justamente em um período de morte para as mulheres. No campo, as mulheres sofrem os impactos dessa política, que é machista, misógina, que violenta e assassina as mulheres. E são principalmente as mulheres que sofrem na ponta essas contradições das reintegrações de posse e dos despejos e dessa força do latifúndio. Nós estamos aqui denunciando isso”, afirmou a militante.

O ato em Brasília foi finalizado por volta das 14h com falas políticas de representantes de partidos e movimentos sociais no gramado da Praça da Torre.

Ato em Belém tem protesto contra ataques às mulheres indígenas

A concentração também começou por volta das 9h em Belém (PA). Mais de 4 mil mulheres se reuniram na Praça Waldemar Henrique, para participar do ato político-cultural organizado pela Frente Feminista do Pará. Para Mãe de Nangetu, liderança afro religiosa, a manifestação foi necessária para pontuar que as mulheres estão contra os desmontes do governo.

"Nós não concordamos com este governo que está nos massacrando. Nós não concordamos com os maus tratos, com os assassinatos de mulheres, da educação perversa como está, nós não concordamos. Por isso que nós estamos na rua nos manifestando e dizendo #ForaBolsonaro", afirmou.

Para a professora da Universidade Federal do Pará (UFPA),  Rosa Acevedo, o momento pelo qual passa o país pede que as mulheres se mobilizem e partam para a luta. "Neste 8 de março de 2020, as mulheres brasileiras precisam estar na rua. É necessário darmos a cara para contestar contra todos os ataques que se têm lançado contra as mulheres, as mulheres das comunidades tradicionais, as mulheres indígenas. As decisões do governo que têm atacado direitos fundamentais, direitos ao território, direito à vida, à saúde, à saúde, direito à educação, que têm desconhecido a participação política das mulheres", diz.

Militantes pedem fim da violência e saída de Bolsonaro e Zema

Ainda durante a manhã, o ato de 8 de Março em Curitiba (PR) ocorreu no bairro Parolin, periferia da cidade, e pediu por paz na favela. Maria Aparecida mora no local há 27 anos e relembrou das mães que choram por seus filhos devido à violência na região.

Já em Belo Horizonte (MG), o Ato do Dia Internacional de Luta das Mulheres saiu da Ocupação Pátria Livre colorindo as ruas de lilás contra o machismo, contra a violência e contra a retirada de direitos. Elas pediram pela saída do presidente Jair Bolsonaro e do governador Romeu Zema (Partido Novo).

Mulheres de diversas organizações, movimentos sociais e partidos também saíram em luta por direitos, democracia e justiça por Marielle Franco, em Palmas (TO).

Agenda conservadora do governo é alvo de protestos em SP

Na capital paulista, o ato começou no início da tarde. Militantes da Marcha Mundial de Mulheres (MMM) gritaram “fora Bolsonaro” durante a 5ª Ação Internacional do movimento, na avenida Paulista, região central da cidade. “Esse ano a gente resolveu expressar que esse governo é quem dirige toda a agenda neoliberal, antidemocrática e conservadora, além de trazer temas caros para a luta das mulheres, como o combate à violência e a legalização do aborto”, disse Nalu Faria, da coordenação nacional da MMM.

Em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, as atividades ocorreram no Parque Tom Jobim. Diferentes grupos e coletivos montaram uma programação que colocou em foco a luta feminina pela ocupação dos espaços de liderança e pelo fim da violência de gênero. Atividades como yoga, aula de defesa pessoal, dança circular, contação de histórias para mulheres, intervenção poética e oficina de cartazes e de bordado foram oferecidas ao público.

Além disso, durante todo o evento os coletivos ofereceram tendas de apoio jurídico, médico e psicológico às mulheres. O ato contou, também com uma exposição fotográfica sobre diversidade e a tenda da campanha "Não quero veneno no meu prato", sobre o elevado uso de agrotóxicos nos alimentos.

Com o tema "Pela Vida das Mulheres contra o Fascismo, Machismo, Racismo e LGBTfobia, as atividades do 8M em Fortaleza (CE) começaram por volta das 15h no entorno do Centro Dragão do Mar. As atividades incluem rodas de conversa e oficinas, seguidas de um cortejo pela orla da capital cearense.

Entidades e personalidades também publicaram ao longo do dia notas em apoio à luta das mulheres. Confira abaixo, logo após os vídeos e fotos das manifestações divulgados nas redes sociais. Acompanhe também o minuto a miuto do Brasil de Fato dos atos.

Mídia NINJA

Entendeu? #8M2020 #InternationalWomensDay #diadasmulheres
Fotinha de Henrique Medeiros, Mídia NINJA, em Brasília

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306

17:50 - 8 de mar de 2020

Brasil de Fato

@brasildefato

Mulheres do campo do Projeto Popular enfrentam a chuva e o frio em SP. "A soberania popular assegura ao povo o direito de lutar por seus interesses, bem como defender as riquezas e o patrimônio nacional", diz manifesto. #diadasmulheres
Fotos: Guilherme Gandolfi / @levantepopular

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73

17:01 - 8 de mar de 2020

Mídia NINJA

@MidiaNINJA

Machismo mata, feminismo liberta. 1.314 mulheres mortas pelo fato de serem mulheres – uma a cada 7 horas, em média. Quando alguém pergunta para o que precisamos de feminismo, mostre esses dados. #8M2020 em Belém do Pará. Fotos: Lorena Fadul / Mídia NINJA #diadasmulheres

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174

17:02 - 8 de mar de 2020

Mídia NINJA

@MidiaNINJA

Minas Gerais é o estado com o maior número de casos de feminicídio no país. Foram 136 crimes de ódio motivados pela condição de gênero registrados em 2019. Foto: Caio Couto / Mídia NINJA#8M #8M2020 #diadasmulheres #internacionalwomensday

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173

16:31 - 8 de mar de 2020

Nota do Movimento dos Atingidos por Barragens

Neste 8 de março, dia de luta das mulheres, as atingidas por barragens se colocam firmes contra a violência de gênero e na defesa da democracia e dos direitos.

Sabemos que a data, carregada de significado histórico para a organização das mulheres no mundo, não é motivo algum de comemoração, mas, sim, um momento de denúncia das injustiças.

O Brasil, infelizmente, ainda é um país extremamente machista onde há muitas questões a serem pautadas, desde a grave desigualdade salarial até o feminicídio - nosso país amarga o quinto lugar no ranking dos que mais matam mulheres.

Neste sentido, no contexto de violação de direitos das populações atingidas, as mulheres também são afetadas de forma mais profunda, com a falta de reconhecimento na interlocução com as empresas, o fim dos laços familiares e comunitários, além do aumento da violência doméstica e exploração sexual.

Nós, mulheres, queremos ficar vivas. Em defesa da vida, lembramos de nossas companheiras lutadoras que se foram: Dilma Ferreira, Nicinha, Berta Cárceres, Marielle Franco e tantas outras mortas de forma violenta na luta por um mundo mais justo.

Com o atual governo, a vida das mulheres se torna, cada dia, mais difícil com aumento do desemprego, cortes em saúde e educação, além dos claros ataques e demonstrações de ódio pela existência feminina. 

Sinal claro do amplo retrocesso que estamos vivendo é a latente necessidade em pautar a democracia, cotidianamente ameaçada pelo próprio presidente.

Não descansaremos até que todas sejamos livres. Somos mulheres, somos atingidas, somos resistência, estamos em luta. E que este 8 de março inspire nossas próximas batalhas.

Mulheres, água e energia não são mercadoria!

Nota Oficial do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva

Hoje, milhões de mulheres vão às ruas em todo o mundo lutar por bandeiras de igualdade. Elas estão nas ruas por igualdade de direitos, de salário, de oportunidades e, sobretudo, pelo direito à própria existência. Uma coisa tão cara como a vida é negada a uma mulher a cada 7 horas no Brasil. Uma mulher a cada 7 horas. Esse é o número de feminicídios em nosso país, onde, apenas em 2019, o machismo assassinou 1.314 mulheres, incentivado por um governo que naturaliza a violência.

Neste dia que nos convoca à reflexão e à luta, quero lembrar de uma mulher que há 725 dias teve a vida encerrada justamente por encarnar a luta e os ideais das mulheres que sonham com um mundo mais igual: Marielle Franco.

Buscar justiça para Marielle e por todas as Marielles que incomodam por sua força, que incomodam por saber seu lugar e fazer questão de ocupa-lo, é um dever de todos nós.

Eu me somo, ao lado de nosso partido que já levou uma mulher ao mais alto posto da República e é presidido por uma, na luta por um mundo onde as pessoas não sejam subjugadas por seu gênero. Em nossa busca permanente e inegociável por igualdade e justiça social.

Lula

Fonte: https://www.brasil247.com/brasil/8-de-marco-mulheres-defendem-direitos-e-gritam-fora-bolsonaro-em-todo-o-brasil

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Greve dos petroleiros repercute na mídia internacional


Jornais como o El País e a agência de notícias argentina Télam destacaram o movimento grevista dos petroleiros. A repercussão também saiu no site da IndustriALL Global Union, uma confederação internacional de trabalhadores industriais que representa cerca de 50 milhões de trabalhadores, em 140 países

17 de fevereiro de 2020, 12:49 h

(Foto: FUP | Reprodução)

247 - Enquanto a mídia tradicional brasileira tenta esconder do noticiário a greve dos petroleiros, jornais internacionais repercutem o movimento. O jornal espanhol El País destacou que “a FUP (Federação Única dos Petroleiro), que representa 13 diferentes sindicatos, iniciou a paralisação devido ao fechamento de um fábrica no Paraná, que levará à demissão de cerca de 400 empregados, e pelo fato de a estatal descumprir o acordo de negociação coletiva”.

De acordo com a agência de notícias argentina Télam, greve “afeta 12 refinarias e quatro terminais, nos estados de Amazonas, Ceará, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul”.

A repercussão também saiu no site da IndustriALL Global Union, uma confederação internacional de trabalhadores industriais que representa cerca de 50 milhões de trabalhadores, em 140 países. O texto afirma que “o governo do presidente Jair Bolsonaro apoia a privatização da Petrobras ”. “Durante cinco anos, a companhia petrolífera cortou seus investimentos no Brasil em 50%, resultando na perda de 270 mil empregos, diretos e terceirizados”.

Fonte: https://www.brasil247.com/midia/greve-dos-petroleiros-repercute-na-midia-internacional