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sexta-feira, 20 de setembro de 2019

Sobral recebe o II Congresso Cearense dos Hospitais e Entidades Filantrópicas


As inscrições para o evento podem ser feitas pelo site da FEMICE.

A cidade de Sobral recebe nos dias 21 e 22 de novembro o II Congresso Cearense dos Hospitais e Entidades Filantrópicas, que ocorrerá no Centro de Convenções Inácio Gomes Parente. O evento é uma realização da Federação das Misericórdias e Entidades Filantrópicas do Ceará (FEMICE), que nesta edição vai discutir “As Políticas Públicas na Filantropia e seus Reflexos”.

A palestra de abertura será ministrada pelo secretário da Saúde do Estado, Dr. Cabeto. Na ocasião, haverá uma apresentação sobre a Nova Política de Saúde do governo estadual, além de uma conversa com administradores hospitalares, gerente e advogados da área da saúde sobre a importância de uma gestão focada na eficiência e transparência.

     Para o presidente da FEMICE, Marcos Granemann, o Congresso é uma oportunidade de aprimoramento científico e de prospecção. “Precisamos alinhar as estratégias de gestão das entidades, apresentar modelos de qualidade sustentável, além de prospectar empresas da área para o mercado local e trazer discussão de políticas públicas dos governos estadual e federal”, reforça Granemann.

Público-alvo

Profissionais que atuam na área da saúde, representantes de hospitais públicos e privados, santas casas, hospitais beneficentes, conselhos estaduais da saúde, órgãos públicos e secretarias municipais da saúde, devem participar do II Congresso Cearense dos Hospitais e Entidades Filantrópicas, que contará com aproximadamente 350 participantes.

Atendimento filantrópico no CE

Os Hospitais e Entidades Filantrópicas e Santas Casas são responsáveis por mais de 50% procedimentos de média e alta complexidade no Estado do Ceará.  Somente em 2019, as 47 Santas Casas cearenses realizaram 51.588 procedimentos cirúrgicos das mais variadas especialidades, tais como, obstetrícia, pediátrica, cardiológica, neurológica, trauma/ortopédica, entre outras. O total de atendimentos atingiu 454.292.

No ano passado, o número de partos chegou a 19.013, índice superior aos 13.121 registrados em 2017. As unidades atualmente contam com 4.134 colaboradores (CLT), 537 prestadores de serviço e 686 médicos.

Serviço

II Congresso Cearense dos Hospitais e Entidades Filantrópicas - As Políticas Públicas na Filantropia e seus Reflexos

Data: 21 e 22 de novembro de 2019

Hora: 7h30

Local: Centro de Convenções de Sobral - Av. Dr. Arimatéia Monte e Silva, 300 - Campo dos Velhos, Sobral - CE, 62011-180.

Inscrições: https://arx.iweventos.com.br/evento/femice2019/home

Imprensa

Tangerina | Design e Comunicação Estratégica

Karol Martins (85) 98848.8321

Átila Varela (85) 99656.5225

Isabely Cordeiro (85) 99999.5446

imprensa@femice.org.br

imprensa@tangerinadesign.com.br

Fonte: https://mail.yahoo.com/d/folders/1/messages/241878?.intl=br&.lang=pt-BR&.partner=none&.src=fp

quinta-feira, 19 de setembro de 2019

Bolsonaro pretende atacar Venezuela, Cuba e Macron em discurso na ONU


Mesmo correndo risco de ser alvo de protestos internacionais durante sua ida às Nações Unidas, em razão de posturas anticivilizatórias e da destruição da Amazônia, Jair Bolsonaro decidiu ir à abertura da assembleia-geral da ONU. Seu discurso será alinhado à política de Donald Trump, com ataques à Venezuela, a Cuba e ao francês Emmanuel Macron

19 de setembro de 2019, 03:40

  • Jair Bolsonaro Jair Bolsonaro (Foto: REUTERS/Adriano Machado)

    247 – Jair Bolsonaro decidiu mesmo comparecer à abertura da assembleia-geral das Nações Unidas, onde irá discursar no próximo dia 24, na abertura do evento, expondo o Brasil a um vexame sem precedentes, uma vez que até representantes diplomáticos cogitam protestar contra suas políticas e suas posturas anticivilizatórias. O discurso será totalmente alinhado com os interesses de Donald Trump e terá críticas a Cuba, Venezuela e ao francês Emmanuel Macron – um dos interesses dos Estados Unidos na América do Sul é minar o acordo para a construção dos submarinos nucleares, em parceria com a França, no Brasil.

    "O discurso que o presidente Jair Bolsonaro prepara para a abertura da 74ª Assembleia Geral das Nações Unidas , no dia 24 em Nova York , terá duras críticas ao regime de Nicolás Maduro na Venezuela e Cuba como um dos pontos principais de sua fala. A defesa da soberania do Brasil sobre a Amazônia , em uma resposta ao presidente francês Emmanuel Macron, também deverá constar do texto, que está em fase de final de ajustes", informam Jussara Soares e Daniel Guilino, em reportagem publicada no Globo.

    "Ele vai apresentar o nosso país e as nossas potencialidades e vai esclarecer de uma vez por toda essas questão Brasil versus meio ambiente. O quanto o Brasil defende o meio ambiente e vem fazendo, não de agora, já há muito, um processo de sustentação ambiental que muitas vezes é desconhecido. Ou por desconhecimento da pessoa ou até por não querer divulgar o que o Brasil vem fazendo em termos de proteção", disse o porta-voz Octavio Rêgo Barros.

    Fonte: https://www.brasil247.com/poder/bolsonaro-pretende-atacar-venezuela-cuba-e-macron-em-discurso-na-onu

    Juiz dá explicação fajuta a Fachin sobre uso de áudios em acusação de Moro a Lula


    O juiz Luiz Antonio Bonat, da Lava Jato de Curitiba, escreveu ao ministro Edson Fachin do STF que as conversas interceptadas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com autoridades em 2016 foi deixada de fora dos processos para "preservar a privacidade dos interlocutores" e "coibir eventuais vazamentos". Trata-se de uma deslavada mentira, pois a Lava Jato divulgou o que lhe interessava naquele momento.

    19 de setembro de 2019, 05:28 h Atualizado em 19 de setembro de 2019, 09:07 (Foto: Lula Marques | Ricardo Stuckert)

    247 - O juiz Luiz Antonio Bonat, da Lava Jato em Curitiba, afirmou que parte das conversas interceptadas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com autoridades em 2016 foi deixada de fora dos processos para preservar a privacidade dos interlocutores e coibir eventuais vazamentos. A explicação, porém, não se sustenta, como aponta reportagem de William Castanho na Folha de S. Paulo.

    A explicação foi dada por solicitação do ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no STF (Supremo Tribunal Federal), após a Folha mostrar que diálogos mantidos sob sigilo desde então enfraqueciam uma tese do então juiz Sergio Moro. 

    Em ofício endereçado a Fachin, o juiz Bonat  escreveu que "os áudios não incorporados aos autos eletrônicos, além de não selecionados como relevantes pela autoridade policial, tinham conteúdo sensivelmente privado e não foram juntados com a intenção de coibir o risco de vazamentos indevidos e de respeito à intimidade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva".  

    Porém, a reportagem aponta que "na prática, quase todas as conversas que foram mantidas sob sigilo e analisadas pela Folha e pelo site The Intercept Brasil envolviam políticos e não tratavam de assuntos pessoais".  O objetivo era político.

    O fato é que os diálogos gravados pela Polícia Federal em 2016 e que não foram anexados ao processo fragilizavam a tese de Moro para tornar público um diálogo em que a então presidente Dilma Rousseff tratou com Lula de sua posse como ministro da Casa Civil. 

    Em sua conduta ilícita e parcia, visando a condenar Lula, conduta incompatível com o comportamento de um juiz, Sergio Moro pretendeu "provar" que o áudio divulgado mostrava que a nomeação de Lula como ministro tinha como objetivo travar as investigações sobre ele. Outros registros mantidos sob sigilo punham em xeque a hipótese, indica a Folha de S.Paulo.

    Fonte: https://www.brasil247.com/brasil/juiz-da-explicacao-fajuta-sobre-uso-de-audios-em-acusacao-de-moro-a-lula

    quarta-feira, 18 de setembro de 2019

    Rússia e China criarão frota de satélites que darão Internet rápida à Terra


    Satélite espacial orbitando a Terra (imagem referencial)

    Rússia e China criarão frota de satélites que darão Internet rápida à Terra

    © Depositphotos / Andrey Armyagov

    Ciência e tecnologia

    11:19 18.09.2019(atualizado 11:28 18.09.2019) URL curta

    7100

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    Em projeto conjunto, Rússia e China irão desenvolver uma frota de satélites que deverá fornecer Internet rápida ao nosso planeta.

    A notícia foi dada pelo vice-premiê russo, Maksim Akimov, durante fala a jornalistas.

    De acordo com Akimov, a decisão teria sido tomada após o último encontro entre os líderes da Rússia e China, Vladimir Putin e Xi Jinping, respectivamente, ocorrido neste domingo (16) em Vladivostok, Rússia.

    "Em outras áreas temos cooperação no espaço e no setor nuclear. Na nossa agenda espacial a cooperação já foi ratificada por ambos os lados e já entrou em vigor. Neste ano iremos assinar um acordo detalhado sobre os locais de posicionamento das estações do GLONASS [Sistema Global de Navegação via Satélite] e do [sistema análogo chinês] Baidu", disse Akimov.

    As plataformas de satélite deverão ser de órbita terrestre baixa. Elas terão como objetivo fornecer conexão rápida via Internet ao nosso planeta.

    "Nós temos um projeto interessante para uma frota de satélites em órbita terrestre baixa para a distribuição de Internet rápida. O desenvolvimento do projeto já teve início", acrescentou a autoridade russa.

    Proposta chinesa

    Ainda em 2018, uma fonte da Sputnik no ramo espacial afirmou que a China tinha proposto à Corporação Estatal de Atividades Espaciais da Rússia (Roscosmos) o desenvolvimento conjunto de satélites de distribuição de Internet semelhantes ao britânico OneWeb e o americano Starlink.

    Ao mesmo tempo, o gigante asiático cogita criar um sistema nacional de satélites com mais de mil plataformas espaciais localizadas nas órbitas baixa, média e geoestacionária em relação à Terra.

    Os chineses teriam convidado a Rússia para participar do projeto em 50% do desenvolvimento tecnológico e das despesas.

    Fonte: https://br.sputniknews.com/ciencia_tecnologia/2019091814530924-russia-e-china-criarao-frota-de-satelites-que-darao-internet-rapida-pra-terra/

    Executivo da Odebrecht que disse ter pago R$ 50 milhões a Aécio Neves é encontrado morto


    Henrique Valladares, tido como um dos principais delatores da Odebrecht, foi encontrado morto nesta terça-feira em seu apartamento no Rio de Janeiro

    O ex-vice-presidente da Odebrecht, Henrique Valladares, foi encontrado morto nesta terça-feira (17) em sua residência no Rio de Janeiro. Em delação premiada, Valladares acusou o deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG), o PSDB, o ex-ministro Edison Lobão, o jornalista Diego Mainardi, do O Antagonista, e o empresário Alexandre Accioly, dono das academias BodyTech, de terem recebido propina da empreiteira.

    As informações são do colunista Lauro Jardim, do O Globo. As causas da morte não foram divulgadas. Valladares ocupou por vários anos a vice-presidência da empreiteira e era tido como um dos principais delatores da Lava Jato.

    Em delação premiada realizada em 2017, Valladares afirmou que, pessoalmente, pagou cerca de R$ 50 milhões ao deputado federal Aécio Neves, disse que distribui dinheiro a representantes da CUT de Porto Velho e a lideranças indígenas e ainda apontou envolvimento de Diego Mainardi e de Accioly em esquema de Aécio.

    A divulgação da denúncia por parte da Fórum gerou, inclusive, um processo por parte do jornalista do Antagonista, que pedia R$ 100 mil pela reprodução do conteúdo da delação. Ele também produziu um vídeo com ataques ao veículo.

    Fonte: https://revistaforum.com.br/politica/executivo-da-odebrecht-que-disse-ter-pago-r-50-milhoes-a-aecio-neves-e-encontrado-morto/

    terça-feira, 17 de setembro de 2019

    CPI das Fake News causa terror em bolsonaristas

    CPI das Fake News causa terror em bolsonaristas

    Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência BrasilFabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

    Nos últimos dias, o senador Angelo Coronel (PSD-BA) conheceu a fúria das milícias virtuais. Presidente da recém-instalada CPI Mista das Fake News, ele virou alvo de insultos e ameaças de morte. A mensagem mais agressiva, encaminhada à Polícia Legislativa, prometia “encher sua boca de chumbo”. “É um negócio assustador. Nunca vi nada parecido”, diz o parlamentar, que entrou na política há 31 anos como prefeito de sua cidade natal.

    A comissão começou a funcionar na última terça. Foi uma estreia tumultuada. O senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), que prefere atuar nos bastidores, assumiu o papel de líder da tropa de choque do governo. Ele se esforçou para barrar a convocação de um representante do WhatsApp, o aplicativo de mensagens instantâneas que mudou a forma de fazer campanha.

    “Eu perguntei qual o fato determinado. Não existe”, alegou o primeiro-filho, apesar das múltiplas provas de uso do zap para disseminar notícias falsas e manchar reputações. A deputada Carla Zambelli (PSL-SP) tentou socorrê-lo com uma tese curiosa. Alegou que o WhatsApp seria uma “rede social privada”, e por isso não teria a obrigação de prestar contas ao Congresso. “As pessoas conversam, entre WhatsApp e Telegram, coisas privadas. Há de se diferenciar as redes sociais”, disse, sem convencer os colegas de outros partidos.

    O deputado Filipe Barros (PSL-PR), que já recorreu ao Supremo para tentar impedir a instalação da CPI, chegou à primeira sessão com um objetivo mais modesto. Queria empurrar a votação dos requerimentos para a semana que vem — o que também foi rejeitado pela maioria do plenário.

    Entre reclamações, protestos e questões de ordem, os bolsonaristas passaram uma hora e meia tentando impedir que a comissão funcionasse. A deputada Caroline de Toni (PSL-SC) explicou o motivo de tanta apreensão. “Isso aqui é um tribunal de exceção para julgar o nosso presidente, para julgar a sua campanha”, discursou.

    Os requerimentos aprovados na terça não fazem referência a nenhum partido. Apenas convocam representantes de empresas como Google, Twitter e Facebook, que se tornaram tão ou mais influentes nas eleições do que a propaganda de TV. Pelo plano de trabalho da CPI, a ideia é começar com um diagnóstico sobre o uso das redes. Numa segunda etapa, seriam ouvidos políticos, marqueteiros e empresários suspeitos de financiar ataques virtuais. É o que o PSL tentará evitar a qualquer custo.

    No TSE, a ação que deveria apurar os disparos em massa pela campanha de Jair Bolsonaro caminha a passos de tartaruga. Na CPI, o governo tem menos garantia de que conseguirá controlar o ritmo da investigação. A deputada Lídice da Mata (PSB-BA) já anunciou a intenção de convocar o vereador Carlos Bolsonaro (PSL-RJ), que controla as redes sociais do pai.

    Há nove dias, o presidente resolveu antecipar sua defesa. Em discurso no Planalto, ele afirmou: “Eu nada fiz de errado durante a campanha. Foi quase toda ela feita pelo Zero Dois, o Carlos”. O tema da solenidade era a nova carteirinha estudantil, e ninguém havia perguntado nada sobre as eleições de 2018.

    De OGlobo

    Fonte: https://blogdacidadania.com.br/2019/09/cpi-das-fake-news-causa-terror-em-bolsonaristas/?fbclid=IwAR1EkXSdiK4zchidqXQkFKGNhrBmRW5ig6m8kXlCG-wtjxVt0vkR1Q_Iv8I

    Kennedy: há uma clara mudança da narrativa histórica quando Temer usa a palavra ‘golpe’ para se referir ao impeachment


    O jornalista Kennedy Alencar usou suas redes sociais para avaliar a fala de Michel Temer durante o programa Roda Viva desta segunda-feira, que admitiu que Dilma sofreu um golpe. Na visão do jornalista, "se o próprio Temer usa a palavra "golpe" para se referir ao impeachment de Dilma, há uma clara mudança da narrativa histórica"

    17 de setembro de 2019, 10:50 h Atualizado em 17 de setembro de 2019, 11:02

  • (Foto: 247 | Reprodução)

    247 - O jornalista Kennedy Alencar usou suas redes sociais para avaliar a fala de Michel Temer durante o programa Roda Viva desta segunda-feira, que admitiu que Dilma sofreu um golpe. Na visão do jornalista, "se o próprio Temer usa a palavra "golpe" para se referir ao impeachment de Dilma, há uma clara mudança da narrativa histórica".

    Veja sua sequência de postagens:

    Kennedy Alencar

    @KennedyAlencar

    · 5h

    Se o próprio Temer usa, no @rodaviva, a palavra "golpel" para se referir ao impeachment de Dilma e diz que, se Lula tivesse sido ministro da Casa Civil, o impedimento teria sido evitado, há uma clara mudança da narrativa histórica.

    Kennedy Alencar

    @KennedyAlencar

    Fica claro que houve, sim, golpe parlamentar, expressão que sempre usei em relação ao impedimento e que foi negada por parcela do país. Torna-se evidente o papel de Moro e da Lava Jato na derrubada de Dilma, o que foi uma interferência política ilegal do Judiciário no Executivo.

    Fonte: https://www.brasil247.com/midia/kennedy-ha-uma-clara-mudanca-da-narrativa-historica-quando-temer-usa-a-palavra-golpel-para-se-referir-ao-impeachment

    segunda-feira, 16 de setembro de 2019

    Dodge descobriu que a democracia corre riscos! Que rapidez!


    Mello Franco: PGR merece o Troféu Rubinho Barrichello!


    Sem Título-8.jpg

    (Reprodução/GGN)

    De Bernardo Mello Franco, no Globo Overseas:

    Raquel Dodge não conquistou a sonhada recondução, mas merece o Troféu Rubinho Barrichello. A cinco dias de deixar o cargo, a procuradora-geral da República descobriu que a democracia brasileira corre riscos. Chegou atrasada, como costumava acontecer com o antigo piloto da Fórmula 1.

    Em sua última sessão no Supremo, Dodge denunciou o avanço do autoritarismo no país. Ela pediu que os ministros “permaneçam atentos a todos os sinais de pressão sobre a democracia liberal”.

    A procuradora traçou um cenário sombrio para o futuro das liberdades civis. “Se o esforço do século XX foi o de erguer a democracia liberal brasileira, o esforço do século XXI é o de impedir que ela morra”, afirmou.

    Ela também alertou contra o surgimento de “vozes contrárias ao cumprimento das leis”. Em outra passagem, disse ter mandado plantar um jardim de camélias “como símbolo contra a opressão”.

    “Quero lhes fazer um pedido muito especial. Protejam a democracia brasileira, tão arduamente erguida”, encerrou, depois de um punhado de autoelogios.

    A procuradora tem razão ao apontar riscos à Constituição e à independência do Ministério Público. A questão é saber por que ela demorou tanto a notá-los.

    Enquanto acreditou que poderia ser reconduzida, Dodge flertou abertamente com o grupo que está no poder. Quando Jair Bolsonaro ameaçou “fuzilar a petralhada”, ainda na campanha eleitoral, ela se recusou a denunciá-lo por injúria. Alegou que a incitação à violência não continha “referência a pessoas”.

    Em janeiro, a procuradora festejou o início de “um mandato de mudanças”, que renovaria “a esperança dos brasileiros”. Nos meses seguintes, segurou investigações que envolviam o presidente e virou figurinha fácil em solenidades no Planalto.

    Ontem Dodge afirmou que a democracia depende do sistema de freios e contrapesos. Faltou dizer que ajudou a miná-lo em benefício próprio. Na luta pela recondução, ela legitimou a escolha de um procurador-geral fora da lista tríplice e barganhou apoio com políticos que deveria investigar.

    Gostou desse conteúdo? Saiba mais sobre a importância de fortalecer a luta pela liberdade de expressão e apoie o Conversa Afiada! Clique aqui e conheça!

    Leia também no Conversa Afiada:

    terça-feira, 10 de setembro de 2019

    Moro na cadeia


    "Diante das novas revelações do Intercept Brasil, publicadas também pela Folha de S.Paulo, restou claro ao Brasil e ao mundo que o Sérgio Moro não era apenas um juiz parcial: era um fora da lei", afirma Leandro Fortes, do Jornalistas pela Democracia. "O Supremo Tribunal Federal tem o dever, agora, de anular todos os processos da Lava Jato e colocar, preventivamente, Moro, Dallagnol e companhia na prisão, até que todas as provas sobre essa gangue sejam organizadas.E Lula deve ser libertado, imediatamente", ressalta

    9 de setembro de 2019, 09:32 Ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro Ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro (Foto: REUTERS/Adriano Machado)

    Por Leandro Fortes, para o Jornalistas pela Democracia - Não é um título, é um dever.

    Diante das novas revelações do Intercept Brasil, publicadas também pela Folha de S.Paulo, restou claro ao Brasil e ao mundo que o Sérgio Moro não era apenas um juiz parcial: era um fora da lei.

    Era, sob qualquer interpretação, um chefe de quadrilha que usava recursos do Estado para, com a ajuda de servidores do Ministério Público e da Polícia Federal, grampear cidadãos, manipular provas e vazar informações para a imprensa.

    Fez tudo isso conscientemente, de forma estudada e metódica, como um assaltante de banco, com vistas a dar curso a um golpe de Estado que resultou em prisões ilegais, perseguições e, principalmente, na destruição moral e econômica do Brasil.

    (Conheça e apoie o projeto Jornalistas pela Democracia)

    Não fosse parte, hoje, de um governo de milicianos, Moro estaria foragido e em busca de uma rota de fuga.

    Mas como não tem nenhuma dignidade e conta com o apoio de uma manada de brasileiros imbecilizados pela mídia, o ex-juiz se dá ao desfrute de exibir seu modelito de fuinha perfilado ao lado da nata do lixo nacional, no desfile de 7 de Setembro.

    O Supremo Tribunal Federal tem o dever, agora, de anular todos os processos da Lava Jato e colocar, preventivamente, Moro, Dallagnol e companhia na prisão, até que todas as provas sobre essa gangue sejam organizadas.

    E Lula deve ser libertado, imediatamente.

    O Brasil e o mundo não esperam menos do que isso.

    Fonte:

    Guerra comercial terá um claro vencedor


    China vencerá a guerra comercial e afastará a tecnologia americana em 7 anos, diz estrategista

    Publicado há 4 horas

    • A China vencerá a guerra comercial sino-americana, disse o presidente da Independent Strategy na segunda-feira.
    • "A China nunca mais confiará nos Estados Unidos e alcançará sua independência tecnológica dentro de sete anos", disse ele à Squawk Box da CNBC.
    • As empresas de tecnologia chinesas tradicionalmente dependem de fornecedores americanos de semicondutores, modems e motores a jato. Porém, desenvolvimentos recentes na guerra comercial questionaram esse relacionamento.


    GP: Xi Jinping and Donald Trump 190629A China vencerá a guerra comercial com os EUA e, eventualmente, perderá sua confiança na tecnologia americana, disse um estrategista à CNBC na segunda-feira.

    "A China nunca mais confiará nos Estados Unidos e alcançará sua independência tecnológica em sete anos", disse David Roche, presidente e estrategista global da Independent Strategy, à "Squawk Box" da CNBC.

    Tradicionalmente, a China depende de fornecedores dos EUA para os principais componentes de tecnologia, como chips e software, bem como modems e motores a jato, mas os desenvolvimentos recentes na prolongada guerra comercial dos dois países esticaram esses laços e afetaram as empresas de ambos os lados.

    Em maio, a gigante chinesa de tecnologia Huawei foi colocada em uma lista negra dos EUA, restringindo a empresa de comprar chips e software fabricados nos Estados Unidos, a menos que tenham permissão para fazê-lo. Algumas redes móveis americanas também usam equipamentos Huawei, enquanto outras empresas americanas disseram que suas receitas serão afetadas pela lista negra.

    O Google da Alphabet também interrompeu todas as atividades comerciais da Huawei, uma medida que significa que os futuros telefones da Huawei não serão mais instalados com o sistema operacional Android do Google.

    Não se trata apenas de comércio. É sobre tecnologia, é sobre o livre fluxo de idéias, está se tornando rapidamente sobre o livre fluxo de indivíduos ... Portanto, é um conflito realmente amplo e simplesmente não vai desaparecer.

    David Roche

    GLOBAL STRATEGISTA, INDEPENDENT STRATEGY

    Em meio a essas tensões, a China supostamente está pesquisando suas empresas de tecnologia para avaliar sua exposição a fornecedores americanos e também acelerando o desenvolvimento em sua própria indústria de tecnologia.

    Por exemplo, está desenvolvendo sua própria indústria de chips. Sob a iniciativa Made in China 2025, liderada pelo governo, o país pretende produzir 40% de seus semicondutores até 2020 e 70% até 2025.

    Atualmente, apenas 16% dos semicondutores usados ​​na China são produzidos internamente, de acordo com um relatório de fevereiro do Center for Strategic and International Studies. Apenas metade desses são feitos por empresas chinesas.

    Roche previu que o fim da guerra comercial não está à vista, embora as negociações sejam retomadas em outubro.

    Isso ocorre porque a guerra comercial EUA-China não se resume apenas ao comércio, disse ele.

    "É um conflito entre uma potência global crescente e uma potência global em declínio ... Não se trata apenas de comércio. É sobre tecnologia, é sobre o livre fluxo de idéias, está se tornando rapidamente sobre o livre fluxo de indivíduos ", disse Roche.

    "Portanto, é um conflito realmente amplo e simplesmente não vai desaparecer", concluiu.

    https://www.cnbc.com

    Fonte: https://undhorizontenews2.blogspot.com/