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terça-feira, 23 de agosto de 2022

Soberania de dados: como a sua privacidade está ligada à segurança nacional do Brasil?


Solon NetoAugust 23, 2022

© Sputnik / Kirill Kallinikov / Abrir o banco de imagens

No Brasil, duas empresas públicas estão no centro da preservação dos dados da população, o Serpro e a Dataprev. Listadas para privatização, elas acumulam informações diversas de todos os brasileiros. A Sputnik Brasil ouviu servidores dessas companhias e especialistas para discutir riscos e a importância da soberania de dados.

A ampliação da presença das redes sociais e do compartilhamento de informações pessoais com gigantes do setor de tecnologia criou um turbilhão de dados de comportamento à disposição de empresas e governos. Revelações como as de Julian Assange e Edward Snowden mostraram ao mundo os riscos da onipresença digital para os cidadãos e criaram novas preocupações de soberania e segurança para os Estados.

Inicialmente, as revelações sobre vigilância massiva e espionagem dos Estados Unidos contra o Brasil durante a gestão da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) geraram reações diplomáticas, além do fortalecimento da legislação digital e do incentivo ao software livre. Esse processo foi parcialmente revertido durante os dois governos seguintes.

Na gestão do presidente Jair Bolsonaro (PL), a centralidade das promessas de privatizações incluiu duas gigantes responsáveis pelas principais bases de dados públicos do país: o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) e a Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência (Dataprev).

O fundador do WikiLeaks, Julian Assange, e o ex-agente da inteligência americana Edward Snowden
© AFP 2022 / CARL COURT

Fundado em 1964, o Serpro tem cerca de 7,7 mil funcionários e receita bruta de R$ 3,4 bilhões, conforme dados do painel Panorama das Estatais. Entre outros serviços, o Serpro opera 120 milhões de cadastros de identificação no Acesso Gov, os sistemas da Receita Federal, como o do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF), e as informações sobre as exportações e importações realizadas pelo Brasil, no Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex).

Já a Dataprev, criada em 1974, tem cerca de 3,1 mil funcionários e uma receita bruta de R$ 1,8 bilhão. A empresa compila dados sensíveis utilizados para a organização de programas sociais, como o Auxílio Brasil, e é responsável pela gestão da gigantesca base de dados sociais brasileira, especialmente a do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

No início de 2020, por obra dos decretos Nº 10.206 e Nº 10.199, as duas empresas foram incluídas, ao lado de outras estatais, no Programa de Parcerias de Investimentos da Presidência da República (PPI) e no Programa Nacional de Desestatização (PND). O movimento gerou protestos e alertas de riscos à soberania e à segurança nacional, devido à amplitude dos dados tratados pelas estatais.

Ligações com o governo, contratos com gigantes e riscos à soberania

Em conversa com a Sputnik Brasil, pessoas ligadas ao Serpro e à Dataprev afirmaram que já há diversas movimentações nas direções das companhias voltadas à privatização, em uma espécie de preparação de terreno enquanto avançam os estudos de venda. Um desses sinais descritos foi o apontamento de Caio Paes de Andrade como diretor-presidente do Serpro, em 2019. Andrade fez parte da equipe do Ministério da Economia durante a gestão do presidente Jair Bolsonaro e é visto como aliado do ministro Paulo Guedes.

O sucessor de Andrade no Serpro e atual presidente da empresa é Gileno Gurjão Barreto, que recentemente foi apontado pelo Planalto para integrar e presidir o Conselho de Administração da Petrobras. Em junho, Gurjão Barreto foi um dos responsáveis por aprovar o nome de Paes de Andrade como novo presidente da gigante do setor de energia. Fontes apontaram que, além de próximos, ambos têm ligações com o alto escalão do governo federal.

Ministro da Economia, Paulo Guedes
© Foto / Isac Nóbrega / Palácio do Planalto

Pessoas ligadas ao Serpro e à Dataprev citam preocupações com recentes contratos com grandes conglomerados de tecnologia, nos quais apontam riscos de vazamento de dados. Essas parcerias estão ligadas ao projeto "multinuvem" do Serpro, que abriu chamamento público em 2019 para a integração de empresas.

Em 2020, um contrato de cinco anos no valor de R$ 71,2 milhões com a Amazon Web Services (AWS) foi firmado sem licitação no projeto "multinuvem", sob o modelo de "parceria de negócios", conforme item do artigo 28 da Lei das Estatais (Lei 13.303/16). O item menciona a possibilidade de dispensa de licitação em determinadas situações. Em março, o contrato recebeu aditivo de R$ 12 milhões.

Desde o primeiro contrato com a AWS, o Serpro também firmou acordos nos mesmos moldes dentro do projeto multinuvem com a Oracle (R$ 41,5 milhões), a IBM (R$ 40,3 milhões), a Huawei (R$ 23 milhões) e a Microsoft/Azure (R$ 22,6 milhões). Os contratos das parcerias exigem operação exclusiva em datacenters situados no Brasil, o que, segundo fontes, não é garantia de segurança.

Aplicativo do ConecteSUS, do Ministério da Saúde
© Folhapress / Aloisio Mauricio

A AWS foi introduzida em outras áreas do governo nos últimos anos. Em fevereiro, a Agência Espacial Brasileira (AEB) fechou um acordo de cooperação com o serviço, o primeiro do tipo na região. Ainda antes, em abril de 2020, os dados do DATASUS, plataforma que reúne informações de saúde de toda a população brasileira, foram transferidos para a plataforma da Amazon. Em março, o repórter Paulo Motoryn, do Brasil de Fato, revelou um possível conflito de interesses nesse processo, uma vez que o diretor responsável pela migração assumiu cargo na Amazon menos de um mês após deixar o posto no DATASUS. O caso é investigado pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

Devido à natureza dos dados tratados pelo Serpro e pela Dataprev, fontes alertam para os riscos envolvidos em uma possível privatização. Para elas, não é viável transferir esses serviços, uma vez que as eventuais compradoras passariam a controlar informações sensíveis e compulsórias dos brasileiros que vão desde a biometria e dados sociais ao histórico de dívidas pessoais, além da movimentação financeira e comercial de empresas e cidadãos.

"Esses projetos foram criados e aperfeiçoados ao longo de muitos anos. Ao serem entregues a uma empresa privada, com o seu objetivo central de lucro, passamos a ter uma situação de aprisionamento do Estado por elas. Nos momentos de renovação de contrato, elas podem cobrar o que bem entender pela utilização dos sistemas, pois uma substituição levaria um tempo inviável de paralisação dos serviços do Estado", alerta o analista de redes do Serpro Deivi Kuhn, em entrevista à Sputnik Brasil.

Monitores com logotipos da gigante de tecnologia Amazon
© AFP 2022 / LEON NEAL

Serpro pretende transferir dados de 120 milhões de pessoas à nuvem da Amazon

Com exclusividade, fontes afirmaram à Sputnik Brasil que o Serpro está transferindo a base de dados do BRCidadão (Plataforma Gov.br) do Estaleiro, o sistema de dados em nuvem desenvolvido e operado pela estatal, para o AWS. A migração estava prevista para o dia 14, mas foi adiada para o sábado (27). O adiamento coincide com o início de uma greve dos servidores da empresa.

Especialistas consultados pela Sputnik Brasil afirmaram que não há necessidade para esses contratos com a Amazon e outros serviços de nuvem. Segundo eles, o Estaleiro é plenamente capaz de fornecer esses serviços, com tecnologia nacional e controle público.

Conforme o relatório integrado anual do Serpro de 2021, o Plataforma Gov.Br tem cerca de 120 milhões de cadastros com dados de brasileiros que servem para acessar os portais de serviços do governo. Esses cadastros são a garantia de acesso a milhares de serviços para virtualmente todos os brasileiros vivos, incluindo histórico de vacinas, imposto de renda, serviços do SUS, carteira de trabalho digital e o portal eSocial.

Celular exibe o aplicativo do Auxílio Brasil
© Folhapress / Denner Ovidio/iShoot

Tensão no Serpro reflete disputa pela privatização e preocupação com soberania

Em meio à instabilidade na empresa, a situação política interna no Serpro é tensa. Desde o dia 10, os servidores da estatal estão em greve nacional por tempo indeterminado. Os grevistas denunciam o esvaziamento do quadro de servidores por meio de programas de demissão voluntária. O número de funcionários do Serpro caiu de 9.033, em 2019, para os atuais 7.701, segundo dados do governo. Servidores ouvidos pela Sputnik Brasil denunciam a movimentação como forma de abrir caminho para a venda da empresa.

Milton Pantuzzo, diretor do sindicato dos trabalhadores de tecnologia da informação do Distrito Federal (Sindpd-DF) e uma das lideranças da greve, explica à Sputnik Brasil que o protesto dos servidores inclui a discussão sobre o risco de privatização.

"A gente queria discutir a questão de privatização com a empresa e a mesa [diretora]. E a empresa se recusa a conversar sobre esse tema da privatização porque ela alega — inclusive escreveu isso em ata de negociação — que a privatização é um tema governamental e foge à governabilidade dela", relata o servidor, que trabalha há 38 anos na empresa.

Pantuzzo defende a importância do controle público da empresa devido à relação direta entre dados e poder. Para ele, o Serpro funciona como uma espécie de "guardião dessas informações" e seria arriscado que o conjunto de dados dos cidadãos brasileiros fosse para a iniciativa privada.

Imagem ilustrativa de 6 de março de 2019 mostra celular e notebook nos portais da Receita Federal
© Folhapress / Eduardo Valente

'Salve seus dados': campanha de servidores alerta para riscos

O economista e analista de redes Deivi Lopes Kuhn é servidor do Serpro há 24 anos e o atual representante da campanha Salve Seus Dados. A campanha denuncia riscos ligados à privatização do Serpro e da Dataprev, alertando para os riscos de perda de controle público sobre dados empresariais, tributários e de seguridade social, assim como informações pessoais da população brasileira.

"O cidadão será diretamente afetado, tendo aspectos de sua vida privada sob controle de empresas que geram lucros justamente analisando e predizendo os comportamentos das pessoas. Diferentemente de uma relação comercial, o cidadão é obrigado a fornecer seus dados para o Estado. Esse caráter compulsório é completamente incompatível com o controle de empresas sediadas em outros países, fora do alcance da nossa legislação", explica o servidor.

Kuhn ressalta que, sendo a tecnologia um aspecto central da administração pública e de qualquer tática organizacional, o Brasil adotou a estratégia de segurança de criar empresas públicas especializadas, com carreira própria sob regime da CLT, garantindo estabilidade ao controle e gestão dos principais sistemas que garantem o funcionamento do Estado brasileiro.

Para o analista de redes, o Serpro e a Dataprev são "a garantia de manutenção do conhecimento e inteligência da área de TIC [Tecnologia da Informação e Comunicação]" do Estado brasileiro, sendo que o modelo atual é utilizado há décadas e "sustenta o sucesso da informatização do setor governamental no Brasil".

Interface do aplicativo CTPS Digital, parceria entre o Ministério do Trabalho e a Dataprev, em 21 de novembro de 2018
© Folhapress / Adriana Toffetti / A7 Press

A posição da campanha é corroborada por estudos e posicionamentos de outras instituições públicas. Em nota técnica de fevereiro de 2021, o Ministério Público Federal (MPF) apontou que a eventual privatização do Serpro fere a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e ameaça a soberania nacional:

"[...] delegar os serviços do Serpro e Dataprev a entes privados coloca em maior risco a segurança de pessoas e instituições, podendo até mesmo comprometer os interesses nacionais", diz o documento. O MPF ressalta que o próprio estatuto do Serpro cita que seus serviços são "imperativos de segurança nacional".

Em julho, a Controladoria-Geral da União (CGU) divulgou um relatório apontando que a Dataprev não tem concorrentes no setor privado capazes de realizar integralmente as funções exercidas pela companhia. O relatório cita riscos e salienta a "manutenção de informações sigilosas e sensíveis" sob controle do Estado como uma razão para não se privatizar as empresas. O estudo da CGU foi realizado para subsidiar as decisões do governo sobre a possível venda das estatais.

Em nota técnica, o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) também reforçou a preocupação com a soberania nacional e em relação ao risco à privacidade de potencialmente toda a população brasileira.

O analista de redes e servidor do Serpro Deivi Kuhn acredita que o compartilhamento das bases de dados dessas empresas com companhias estrangeiras pode expor as riquezas do Brasil.

"Nos documentos compartilhados com o mundo pelo Edward Snowden, ficou evidente que o objetivo central dos chamados 'Five Eyes', países aliados liderados pelos EUA, foi obter informações estratégicas sobre as reservas brasileiras de petróleo e de recursos minerais. Os mesmos documentos mostraram que havia uma relação de cooperação entre as grandes empresas de tecnologia e os órgãos de inteligência, principalmente a NSA [sigla em inglês para Agência de Segurança Nacional]. Entregar nossas informações para essas empresas poderá expor toda a nossa riqueza natural", alerta.

Instalações da NSA em Fort Meade, Maryland
© AP Photo

Cláusulas contratuais não garantem segurança, diz especialista em dados

O pesquisador Rodolfo Avelino, professor do Ibmec, ressalta que golpes com dados pessoais detalhados estão se espalhando, o que reforça a importância da proteção desse tipo de informações presente em bancos de dados. Conforme Avelino, o número de golpes sofisticados tem crescido devido ao aumento do número de vazamentos de dados pessoais de diversas bases, incluindo informações relacionadas a crédito, emprego e tipos de serviços consumidos. Segundo ele, isso é utilizado nas estratégias de persuasão por fraudadores.

O pesquisador explica que o vazamento de dados pessoais é um fenômeno mundial e ocorre devido à falta de controle dos processos em torno da segurança dessas informações, ampliada pela terceirização de serviços. "Parte da infraestrutura tecnológica foi terceirizada. Então é difícil ter uma empresa que tenha a gestão e a governança de todos os processos tecnológicos da sua cadeia de produção", explica Avelino em entrevista à Sputnik Brasil, acrescentando que essa situação ocorre tanto na iniciativa privada quanto na administração pública.

"Isso não é diferente nos órgãos públicos. A gente tem empresas terceiras que vão prover desde a infraestrutura até serviços para essas entidades. Faltam governança e políticas de segurança da informação que permitam que determinados processos tenham controles efetivos de segurança. Não são apenas cláusulas contratuais que garantem que de fato uma empresa presta os devidos cuidados de segurança em seus serviços", afirma, acrescentando que o ideal seria reduzir o chamado outsourcing — a terceirização desses serviços.

Homem observa um monitor de câmera de reconhecimento facial em um estande da empresa chinesa Ping'an Technology, em Pequim, em 25 de abril de 2018
© AP Photo / Mark Schiefelbein

'Risco mundial': colonialismo de dados impõe desafios aos países

O pesquisador Rodolfo Avelino ressalta que a lógica de marketing e propaganda das grandes empresas de tecnologia norte-americanas é um modelo que acarreta um "risco mundial" à soberania dos países e aos direitos das populações.

"A gente tem uma Internet totalmente refém de um modelo de mercado baseado em dados pessoais. Boa parte da população mundial não tem conhecimento disso, não entende o problema que está relacionado a essas questões, sobretudo que elas não sairão das bases de dados dessas empresas", afirma Avelino, ressaltando que esses dados são usados para modular o comportamento dos usuários para atender aos modelos de negócio de parceiros.

Sérgio Amadeu, pesquisador da área de tecnologia e dados e professor da Universidade Federal do ABC (UFABC), é um dos organizadores do livro "Colonialismo de Dados", que discute diversas dimensões do controle tecnológico. Segundo ele, o controle das tecnologias digitais por poucos países abriu espaço para um modelo atualizado de colonialismo.

"No colonialismo histórico, a matriz controlava a economia das colônias e delas retirava metais preciosos, matérias-primas, alimentos e demais produtos agrícolas. No atual colonialismo, as plataformas extraem de todo o mundo os dados das populações para tratamento e análise e para o desenvolvimento de produtos e serviços neles baseados. Essa coleta massiva e permanente de dados é chamada de colonialismo de dados", explica o pesquisador em entrevista à Sputnik Brasil

Amadeu detalha que esse colonialismo digital envolve três componentes — os softwares, os hardwares e as infraestruturas de conexão e de desenvolvimento tecnológico. Segundo ele, os países ricos que controlam os três concentram riquezas ao submeter os demais à condição de usuário e comprador e bloquear a tecnodiversidade e a criatividade de sociedades pobres.

No mesmo sentido, Rodolfo Avelino avalia que, em meio ao desenvolvimento do modelo capitalista das tecnologias digitais, há "um cenário de colonialismo digital norte-americano" que não fica restrito ao chamado sul global. Apesar de exceções, como China e Rússia, o pesquisador aponta que o mundo inteiro vive uma "grande dependência da infraestrutura" de servidores como os da Microsoft e da AWS, um dos serviços de nuvem "mais utilizados por corporações, entidades e órgãos públicos".

Segundo o pesquisador, enquanto esse modelo de negócio for regra para investidores do setor, os riscos de vazamento e uso político das informações continuarão. Para mitigar o problema, seria necessário "investimento massivo na segurança da informação" e na fiscalização de empresas que lidam com bases públicas de dados, além de uma "mudança cultural".

Sistema de reconhecimento facial é testado no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, 15 de junho de 2021
© Folhapress / Danilo Verpa

Legislação brasileira precisa avançar para proteger soberania

Avelino ressalta que a legislação brasileira, notadamente a LGPD e o Marco Civil da Internet, são importantes passos para o avanço do controle de dados e dos direitos digitais no Brasil. Apesar disso, a velocidade do avanço tecnológico impõe desafios contínuos à legislação e à fiscalização, como no caso da inteligência artificial.

Para Sérgio Amadeu, a base legal brasileira tem capacidade de proteger a soberania de dados do país. O especialista alerta, porém, que os dados não hospedados no Brasil, como os compilados por empresas estrangeiras, não seguem a lógica da legislação brasileira, compatível com o regulamento europeu de proteção de dados.

"Quando dados sensíveis saem da nossa jurisdição, a sociedade não mais os controla e perde a possibilidade de definir limites para cruzamentos e para a realização de correlações perigosas e probabilisticamente perigosas. É preciso aprimorar a legislação brasileira sobre os fluxos internacionais de dados tendo como princípio a soberania de dados", afirma.

"Ao entregar os dados das pessoas para as Big Techs, o país deixa de desenvolver soluções que geram mais riqueza, local e nacionalmente. A democracia fica, simultaneamente, cada vez mais fragilizada", conclui Amadeu.

A Sputnik Brasil procurou o Serpro para esclarecer informações sobre seus contratos de nuvem e questões relacionadas à possível privatização, mas não houve resposta até a publicação desta reportagem.

Fonte: https://telegra.ph/Soberania-de-dados-como-a-sua-privacidade-est%C3%A1-ligada-%C3%A0-seguran%C3%A7a-nacional-do-Brasil-08-23

segunda-feira, 22 de agosto de 2022

Trilhas digitais: como o FBI está identificando, rastreando e reunindo dissidentes


Por John W. Whitehead e Nisha Whitehead

***

“Os americanos merecem a liberdade de escolher uma vida sem vigilância e a regulamentação do governo que tornaria isso possível. Enquanto continuamos a acreditar no sentimento, tememos que em breve se torne obsoleto ou irrelevante. Merecemos essa liberdade, mas a janela para alcançá-la se estreita um pouco mais a cada dia. Se não agirmos agora, com grande urgência, pode muito bem fechar para sempre.” — Charlie Warzel e Stuart A. Thompson, New York Times

Publicado pela primeira vez em 17 de março de 2021

Databit por databit, estamos construindo nossos próprios campos de concentração eletrônicos.

Com cada nova peça inteligente de tecnologia inteligente que adquirimos, cada novo aplicativo que baixamos, cada nova foto ou postagem que compartilhamos on-line, estamos tornando muito mais fácil para o governo e seus parceiros corporativos identificar, rastrear e, eventualmente, nos cercar.

Santo ou pecador, não importa, porque estamos todos sendo arrastados para uma enorme rede de dados digitais que não distingue entre inocentes, suspeitos ou criminosos.

Isso é o que significa viver em uma sociedade suspeita.

Os esforços do governo para reunir aqueles que participaram dos distúrbios do Capitólio mostram exatamente como todos nós somos vulneráveis ​​à ameaça de um estado de vigilância que aspira a uma consciência divina de nossas vidas .

Baseando-se em selfies, postagens de mídia social, dados de localização , fotos com geotag, reconhecimento facial, câmeras de vigilância e crowdsourcing, os agentes do governo estão compilando um enorme acervo de dados sobre qualquer pessoa e todos que possam estar em qualquer lugar nas proximidades do Capitólio em 6 de janeiro de 2021 .

A quantidade de informação digital é assombrosa: 15.000 horas de vigilância e filmagens de câmeras junto ao corpo; 1.600 aparelhos eletrônicos; 270.000 dicas de mídia digital ; pelo menos 140.000 fotos e vídeos; e cerca de 100.000 pings de localização para milhares de smartphones.

E isso é apenas o que sabemos.

Mais de 300 indivíduos de 40 estados já foram acusados ​​e outros 280 presos em conexão com os eventos de 6 de janeiro. Outros 500 ainda estão sendo caçados por agentes do governo.

Também estão incluídos neste conjunto de dados indivíduos que podem não ter nada a ver com os distúrbios, mas cujos dados de localização de telefones celulares os identificaram como estando no lugar errado na hora errada .

Esqueça sobre ser inocente até que se prove o contrário.

Em uma sociedade suspeita como a nossa, o ônus da prova foi invertido: agora, você começa culpado e tem que provar sua inocência.

Por exemplo, você nem precisava estar envolvido nos distúrbios do Capitólio para se qualificar para uma visita do FBI: os investigadores teriam rastreado - e questionado - qualquer pessoa cujos telefones celulares estivessem conectados a wi-fi ou torres de telefonia celular pingadas perto do local. Capitólio. Um homem, que tinha saído para passear com suas filhas apenas para acabar preso perto da multidão do Capitólio, na verdade teve agentes do FBI aparecendo em sua porta dias depois. Usando o Google Maps, os agentes conseguiram identificar exatamente onde estavam e por quanto tempo.

Todas as muitas ferramentas de investigação e vigilância assustadoras, calculistas e invasivas que o governo adquiriu ao longo dos anos estão em plena exibição agora nos esforços contínuos do FBI para levar os desordeiros à “justiça”.

Agentes do FBI estão combinando fotos com fotos de carteira de motorista; rastreamento de movimentos por meio de leitores de pedágio de placas; e ampliando as marcas de identificação física , como pintas, cicatrizes e tatuagens, bem como marcas, logotipos e símbolos em roupas e mochilas. Eles estão se debruçando sobre horas de segurança e filmagens de câmeras corporais; vasculhando postagens de mídia social; triangulação de dados de torres de celular e sinais WiFi; sobrepondo software de reconhecimento facial em camadas; e, em seguida , fazer referência cruzada de imagens com postagens públicas de mídia social.

Não é apenas o FBI na caça, no entanto.

Eles pediram a ajuda de grupos voluntários de cidadãos particulares, como Deep State Dogs , para colaborar no trabalho pesado. Como relata Dinah Voyles Pulver , uma vez que o Deep State Dogs localiza uma pessoa e confirma sua identidade, eles colocam um pacote com o nome da pessoa, endereço, número de telefone e várias imagens e o enviam para o FBI.

De acordo com o USA Today , o FBI está contando com o público americano e com ciberdetetives voluntários para ajudar a reforçar seus casos.

Isso leva os programas de delatores See Something, Say Something a um nível totalmente novo.

A lição a ser aprendida: Big Brother, Big Sister e todos os seus amigos estão observando você.

Eles veem cada movimento seu: o que você lê, quanto você gasta, onde você vai, com quem você interage, quando você acorda de manhã, o que você está assistindo na televisão e lendo na internet.

Cada movimento que você faz está sendo monitorado, extraído de dados, triturado e tabulado para formar uma imagem de quem você é, o que o motiva e a melhor forma de controlá-lo quando e se for necessário colocá-lo na linha.

Simplesmente curtir ou compartilhar este artigo no Facebook, retuitar no Twitter ou simplesmente lê-lo ou qualquer outro artigo relacionado a irregularidades do governo, vigilância, má conduta policial ou liberdades civis pode ser suficiente para categorizá-lo como um tipo específico de pessoa com tipos específicos de interesses que refletem um tipo específico de mentalidade que pode levá-lo a se envolver em um tipo específico de atividades e, portanto, coloca você na mira de uma investigação do governo como um potencial encrenqueiro também conhecido como extremista doméstico.

É provável que, como relata o Washington Post , você já tenha recebido uma pontuação de ameaça codificada por cores - verde, amarelo ou vermelho - para que a polícia seja avisada sobre sua inclinação potencial para ser um encrenqueiro, dependendo de você ter uma carreira na área. militar, postou um comentário considerado ameaçador no Facebook, sofre de uma condição médica específica ou conhece alguém que conhece alguém que pode ter cometido um crime.

Em outras palavras, você já pode estar sinalizado como potencialmente antigovernamental em um banco de dados do governo em algum lugar – Núcleo Principal , por exemplo – que identifica e rastreia indivíduos que não estão inclinados a marchar em sincronia com os ditames do estado policial.

O governo tem o know-how.

Levou dias, se não horas ou minutos, para o FBI iniciar o processo de identificação, rastreamento e captura dos suspeitos de fazer parte dos distúrbios do Capitólio.

Imagine a rapidez com que os agentes do governo poderiam atingir e reunir qualquer segmento da sociedade que quisessem com base nas trilhas digitais e pegadas digitais que deixamos para trás.

Claro, o governo tem trabalhado arduamente durante anos para adquirir esses poderes totalitários.

Muito antes dos distúrbios de 6 de janeiro, o FBI estava ocupado acumulando as ferramentas de vigilância necessárias para monitorar postagens nas mídias sociais, rastrear e identificar indivíduos usando sinais de telefone celular e tecnologia de reconhecimento facial e reunir “suspeitos” que possam ser de interesse do governo para um motivo ou outro.

Conforme relatado pelo The Intercept , o FBI, CIA, NSA e outras agências governamentais têm investido cada vez mais em tecnologias de vigilância corporativa que podem minerar discursos constitucionalmente protegidos em plataformas de mídia social como Facebook, Twitter e Instagram para identificar extremistas em potencial e prever quem pode se envolver em futuros atos de comportamento antigovernamental.

Tudo o que precisa são os dados, que mais de 90% dos jovens adultos e 65% dos adultos americanos estão felizes em fornecer.

Quando o governo vê tudo e sabe tudo e tem uma abundância de leis para tornar até mesmo o cidadão aparentemente mais íntegro um criminoso e infrator, então o velho ditado de que você não tem nada com que se preocupar se não tem mais nada a esconder se aplica.

Quanto à Quarta Emenda e suas proibições de buscas sem mandado e invasões de privacidade sem causa provável, essas salvaguardas se tornaram praticamente inúteis por decisões legislativas, justificativas judiciais e conluios corporativos.

Agora nos encontramos na posição nada invejável de ser monitorados, gerenciados e controlados por nossa tecnologia, que responde não a nós, mas ao nosso governo e governantes corporativos.

Considere que em qualquer dia, o americano médio que cuida de seus negócios diários será monitorado, vigiado, espionado e rastreado de mais de 20 maneiras diferentes, tanto pelos olhos e ouvidos do governo quanto das empresas. Um subproduto desta nova era em que vivemos, seja andando por uma loja, dirigindo seu carro, checando e-mails ou conversando com amigos e familiares ao telefone, você pode ter certeza de que alguma agência governamental, seja a NSA ou alguma outra entidade, está ouvindo e rastreando seu comportamento.

Isso nem começa a tocar nos rastreadores corporativos que monitoram suas compras, navegação na web, postagens em mídias sociais e outras atividades que ocorrem na esfera cibernética.

Por exemplo, a polícia tem usado dispositivos Stingray montados em suas viaturas para interceptar chamadas de celular e mensagens de texto sem mandados de busca emitidos pelo tribunal. Dispositivos de radar Doppler , que podem detectar a respiração humana e o movimento dentro de uma casa, já estão sendo empregados pela polícia para entregar mandados de prisão.

Leitores de placas de veículos, outro dispositivo de espionagem de aplicação da lei possibilitado por meio de financiamento do Departamento de Segurança Interna, podem registrar até 1.800 placas por minuto . Além disso, essas câmeras de vigilância também podem fotografar dentro de um carro em movimento . Os relatórios indicam que a Drug Enforcement Administration tem usado as câmeras em conjunto com o software de reconhecimento facial para construir um “banco de dados de vigilância veicular” dos carros, motoristas e passageiros do país.

Câmeras de calçada e “espaço público” , vendidas a comunidades ingênuas como um meio infalível de combater o crime, é mais um programa do DHS que está cobrindo pequenas e grandes cidades com câmeras de vigilância financiadas e monitoradas pelo governo. Tudo isso faz parte de uma parceria público-privada que dá aos funcionários do governo acesso a todos os tipos de câmeras de vigilância, nas calçadas, nos prédios, nos ônibus, até mesmo aquelas instaladas em propriedades privadas.

Junte essas câmeras de vigilância com reconhecimento facial e tecnologia de detecção de comportamento e você terá os ingredientes das câmeras “pré-crime” , que escaneiam seus maneirismos, comparam você a parâmetros predefinidos de comportamento “normal” e alertam a polícia se você acionar quaisquer alarmes computadorizados como sendo “suspeitos”.

As agências de aplicação da lei estaduais e federais estão pressionando para expandir seus bancos de dados biométricos e de DNA, exigindo que qualquer pessoa acusada de contravenção tenha seu DNA coletado e catalogado. No entanto, já existe tecnologia que permite ao governo coletar dados biométricos, como impressões digitais, à distância, sem a cooperação ou conhecimento de uma pessoa. Um sistema pode realmente escanear e identificar uma impressão digital a quase 6 metros de distância .

Os desenvolvedores estão trabalhando duro em uma arma de radar que pode realmente mostrar se você ou alguém em seu carro está enviando mensagens de texto . Outra tecnologia em desenvolvimento, apelidada de dispositivo “ textalyzer ”, permitiria à polícia determinar se alguém estava dirigindo distraído. Recusar-se a enviar o telefone para testes pode resultar em uma carteira de motorista suspensa ou revogada.

É uma aposta certa que qualquer coisa que o governo receba (e financie) com muito entusiasmo será um cavalo de Tróia cheio de surpresas desagradáveis ​​e invasivas.

Caso em questão: câmeras do corpo da polícia. Aclamadas como a solução fácil para os abusos da polícia, essas câmeras corporais – possibilitadas pelo financiamento do Departamento de Justiça – transformam policiais em câmeras de vigilância itinerantes. É claro que, se você tentar solicitar acesso a essa filmagem, será levado a uma perseguição divertida e cara por quilômetros de burocracia, lacaios burocráticos e tribunais inúteis.

A “internet das coisas” refere-se ao crescente número de aparelhos e dispositivos eletrônicos “inteligentes” agora conectados à internet e capazes de interagir uns com os outros e serem controlados remotamente. Estes variam de termostatos e cafeteiras a carros e TVs. Claro, há um preço a pagar por um controle e acesso tão fáceis. Esse preço equivale a abrir mão do controle final e do acesso à sua casa para o governo e seus parceiros corporativos. Por exemplo, enquanto as Smart TVs da Samsung são capazes de “ouvir” o que você diz , permitindo que os usuários controlem a TV usando comandos de voz, ela também grava tudo o que você diz e retransmite para terceiros, por exemplo, o governo.

Então, novamente, o governo realmente não precisa espionar você usando sua TV inteligente quando o FBI pode ativar remotamente o microfone do seu celular e gravar suas conversas . O FBI também pode fazer a mesma coisa com laptops sem que o proprietário saiba.

Os drones, que estão subindo em massa aos céus, são o ponto de convergência de todas as armas e tecnologias já disponíveis para as agências de aplicação da lei. Na verdade, os drones podem ouvir suas chamadas telefônicas, ver através das paredes de sua casa, escanear sua biometria, fotografá-lo e rastrear seus movimentos e até encurralá-lo com armas sofisticadas.

Todas essas tecnologias se somam a uma sociedade em que há pouco espaço para indiscrições, imperfeições ou atos de independência, especialmente quando o governo pode ouvir suas ligações telefônicas, monitorar seus hábitos de direção, rastrear seus movimentos, fiscalizar suas compras e espie pelas paredes de sua casa.

Essas trilhas digitais estão por toda parte.

Como explicam os jornalistas investigativos Charlie Warzel e Stuart A. Thompson : “Esses dados – coletados por aplicativos de smartphone e depois inseridos em um ecossistema de publicidade digital vertiginosamente complexo … clínicas de aborto ou locais de culto.

Em tal ecossistema de vigilância , somos todos suspeitos e bits de dados a serem rastreados, catalogados e direcionados.

Como Warzel e Thompson alertam :

“Pensar que a informação será usada contra indivíduos apenas se eles infringirem a lei é ingênuo; esses dados são coletados e permanecem vulneráveis ​​ao uso e abuso, quer as pessoas se reúnam em apoio a uma insurreição ou protestem com justiça contra a violência policial... Essa coleta só ficará mais sofisticada... Fica mais fácil a cada dia... não discrimina. Ele coleta dos telefones de manifestantes do MAGA, policiais, legisladores e transeuntes. Não há evidências, do passado ou do dia atual, de que o poder que essa coleta de dados oferece será usado apenas para bons fins. Não há evidências de que, se permitirmos que isso continue acontecendo, o país será mais seguro ou mais justo”.

Como aponto em meu livro Battlefield America: The War on the American People , este é o gênio assustador, calculista e diabólico do estado policial americano: a própria tecnologia que saudamos como revolucionária e libertadora tornou-se nossa prisão, carcereiro, oficial de condicional. , Big Brother e Father Knows Best, tudo em um.

Não há mais área cinzenta.

*The Rutherford Institute .

Fonte: https://undhorizontenews2.blogspot.com/

Vitória da China na corrida dos chips 'romperia dominação ocidental', diz especialista


O presidente da China discursa durante visita a Hong Kong, em 30 de junho de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 21.08.2022

© AP Photo / Selim Chtayti

A tensão gerada pela visita de Nancy Pelosi a Taiwan tem como pano de fundo a corrida tecnológica pelos semicondutores entre China e EUA. Para discutir o assunto, a Sputnik Brasil ouviu Elias Jabbour, um dos principais especialistas brasileiros em China, que acredita que o desdobramento dessa disputa será crucial na definição do poder global.

No início de agosto, a visita a Taiwan da líder do Congresso dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, causou furor mundial e ansiedade em torno da reação da China. A visita, vista como uma provocação por Pequim, deflagrou uma crise diplomática sem precedentes seguida de sanções por parte do governo chinês e o início de exercícios militares de larga escala na região.

Diversos questionamentos foram levantados em torno dos objetivos da visita, tendo em vista os riscos envolvidos. Em declaração oficial, Pelosi afirmou que sua presença na ilha deveria ser encarada como "uma forte demonstração de que os EUA estão com Taiwan". No entanto, oficialmente Washington continua não reconhecendo a independência taiwanesa e considera a ilha como uma província chinesa, em acordo com a política de "Uma China Só".

Nancy Pelosi posa para foto oficial ao lado de sua delegação e de autoridades de Taiwan após aterrissagem em Taipé - Sputnik Brasil, 1920, 21.08.2022

Nancy Pelosi posa para foto oficial ao lado de sua delegação e de autoridades de Taiwan após aterrissagem em Taipé

© Reprodução/Twitter/Nancy Pelosi

Em competição aberta com os chineses, os EUA têm motivos econômicos e militares para criar tensões na região. A predominância da produção de semicondutores avançados em Taiwan é um dos principais. Atualmente o mercado mundial de semicondutores depende da ilha, que detém as infraestruturas mais avançadas de fundição do setor concentradas em sua principal companhia, a Taiwan Semiconductor Manufacturing Company (TSMC).

Para discutir a questão, a Sputnik Brasil conversou com um dos principais especialistas brasileiros em China da atualidade, o economista Elias Jabbour, professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e um dos autores do livro "China: o socialismo do século XXI", que discute as minúcias do modelo econômico chinês.

Visita de Pelosi a Taiwan também foi motivada pelos semicondutores

Apesar da liderança dos EUA no setor tecnológico, Jabbour acredita que a China tem vantagens nessa disputa. Para ele, os semicondutores são a principal corrida tecnológica da atualidade, cujo desdobramento coloca em xeque a dominação ocidental no mundo.

Para o economista, a relação dos semicondutores com a visita de Pelosi a Taiwan é direta e indireta. Isso porque, nesse caso, os EUA não anunciam abertamente possíveis intenções de impedir o acesso chinês à indústria taiwanesa, mas a relação é implícita.

Em sua declaração durante a visita a Taiwan, Pelosi cita a indústria de chips taiwanesa e medidas dos EUA para reforçar a posição norte-americana no setor. Durante sua presença na ilha, a congressista também se encontrou com Mark Liu, o presidente da gigante TSMC, que fornece chips para clientes como Apple e Qualcomm, e também o setor militar norte-americano.

"Quando vai para lá [Taiwan], Nancy Pelosi busca demonstrar apoio político a uma região, a uma província, digamos assim, que detém o hardware das infraestruturas de semicondutores que a China necessita muito no momento. Talvez o grande gânglio vital da economia chinesa, hoje, seja as infraestruturas de semicondutores que a China não possui", avalia o pesquisador em entrevista à Sputnik Brasil, que ressalta que a visita da congressista também foi motivada pelo crescente domínio naval chinês na região.

Jabbour ressalta que apesar de dominar tecnologias de ponta como o 5G, a China ainda não tem as infraestruturas necessárias para fabricar e dar escala de produção a chips de cinco nanômetros, por exemplo, uma das tecnologias mais avançadas do setor. A ordem de grandeza se refere ao tamanho do principal elemento dos chips, os transistores. O tamanho deles é diretamente relacionado à capacidade de processamento desses produtos, amplamente utilizados em equipamentos eletrônicos civis e militares.

O logo da Taiwan Semiconductor Manufacturing (TSMC) em sua sede em Hsinchu, província chinesa de Taiwan, 10 de outubro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 21.08.2022

O logo da Taiwan Semiconductor Manufacturing (TSMC) em sua sede em Hsinchu, província chinesa de Taiwan, 10 de outubro de 2021

© AP Photo / Chiang Ying-ying

Recentemente, a fabricante chinesa de semicondutores Semiconductor Manufacturing International Corporation (SMIC) surpreendeu o mundo ao demonstrar capacidade de produzir chips de sete nanômetros, amplamente utilizados em produtos eletrônicos. A SMIC, uma das maiores empresas do mercado, é alvo de sanções dos EUA direcionadas a atrasar o avanço tecnológico no setor de semicondutores da China, principalmente em áreas avançadas, notadamente chips de dez nanômetros ou menos.

Apesar de que ainda não se sabe se Pequim tem capacidade de produção em larga escala dessa tecnologia, o avanço da fabricante chinesa demonstra que as sanções não interromperam o desenvolvimento tecnológico chinês. Para Jabbour, o avanço também mostra que a China demonstra capacidade de sofisticação crescente no setor.

Descoberta sobre chips na China tem impacto comparável ao da bomba atômica

Apesar da pouca repercussão, o recente anúncio da chinesa SMIC de que é capaz de produzir chips de sete nanômetros é uma notícia de grande impacto. Para o pesquisador Elias Jabbour, essa descoberta é equivalente em impacto político ao desenvolvimento das primeiras armas atômicas e pode desequilibrar a competição internacional no setor.

"Se a China conseguiu fazer isso é porque ela se encontra no caminho que vai levá-la muito mais adiante, porque ela tem todos os meios possíveis e necessários para alcançar os EUA", afirma o pesquisador.

Para Jabbour, diferente do Japão, que também já foi visto como o principal competidor de Washington, a China tem condições de superar os EUA. Isso porque Pequim possui um mercado interno potencial de 800 milhões de pessoas, tem um Estado com capacidade de investimento para gerar inovação tecnológica e um sistema público de financiamento.

"A China tem um sistema público de produção que a coloca à frente de qualquer país do mundo nesse aspecto. O sistema nacional de inovação tecnológica da China é um desenho institucional mais sofisticado", avalia o especialista.

O presidente, Joe Biden, participa de um evento para apoiar a legislação que incentivaria a fabricação doméstica e fortaleceria as cadeias de suprimentos de chips de computador no South Court Auditorium no campus da Casa Branca, 9 de março de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 21.08.2022

O presidente, Joe Biden, participa de um evento para apoiar a legislação que incentivaria a fabricação doméstica e fortaleceria as cadeias de suprimentos de chips de computador no South Court Auditorium no campus da Casa Branca, 9 de março de 2022

© AP Photo / Patrick Semansky

Vitória da China nos semicondutores romperia dominação ocidental

O pesquisador Elias Jabbour aponta que até pouco tempo atrás o petróleo era tido como a maior riqueza que um país poderia ter. Para ele, esse quadro está em transformação e o desenvolvimento de tecnologias de processamento de dados tende a assumir um papel central na competição interestatal.

"Os países que sairão na frente na batalha entre poderosos Estados nacionais são aqueles que detiverem a maior capacidade de acumular informações e dados. A partir dessa acumulação de informações de dados, eles podem montar estratégias nacionais de desenvolvimento e planejar economicamente. Não é só uma questão de Internet rápida, é muito mais do que isso. Hoje, quem detiver todas as cadeias de valor das chamadas tecnologias da informação é basicamente o país que poderá dominar o mundo no futuro", aponta o pesquisador.

Jabbour acredita que os Estados Unidos seguem à frente nessa competição e defende que a China precisa correr atrás dessas tecnologias, especificamente o desenvolvimento de semicondutores avançados. Segundo o pesquisador, essa é a principal disputa internacional atualmente, o que separa países periféricos e centrais.

"A grande luta de classes que existe no mundo de hoje, a contradição suprema entre países periféricos e centrais, entre socialismo e capitalismo, é a luta pela soberania tecnológica chinesa pelos semicondutores. Isso romperia uma espécie de dominação ocidental sobre todas as tecnologias no mundo desde Colombo. É fundamental, é central alcançar esse nível de manufatura tecnológica", afirma.

Técnicos inspecionam peça de equipamento em fábrica de chips da Micron Technology, em Manassas, EUA, 11 de fevereiro de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 21.08.2022

Técnicos inspecionam peça de equipamento em fábrica de chips da Micron Technology, em Manassas, EUA, 11 de fevereiro de 2022

© AP Photo / Steve Helber

Financeirização atrapalha esforços dos EUA no setor e ameaça economia norte-americana

Recentemente o governo norte-americano aprovou o Chips and Science Act, uma lei de incentivo com previsão de investimento de US$ 52 bilhões (cerca de R$ 268 bilhões) no setor de fabricação e desenvolvimento de chips. De acordo com o pesquisador Elias Jabbour, o pacote aprovado por Biden busca "jogar a fronteira do conhecimento" para a frente na tentativa de ganhar vantagem sobre os chineses na corrida por esse setor estratégico. Apesar da tentativa robusta, Jabbour demonstra desconfiança de que os EUA consigam concretizar esse objetivo.

"A economia dos EUA é muito financeirizada. Tenho colegas que dizem, por exemplo, que acham que esse dinheiro todo investido vai direto para a produção de manufatura, de investimentos nesses setores de alta tecnologia. Já eu desconfio que boa parte dele [do dinheiro] vai para a financeirização", afirma o pesquisador.

Diante da competição com a China, Jabbour aponta que os EUA precisam contornar a financeirização para garantir que seus investimentos no setor de semicondutores não sejam em vão. Segundo o especialista, esse problema pode ser uma ameaça existencial para Washington.

"A financeirização atingiu todas as empresas norte-americanas. Isso pode ser um problema muito sério para os EUA em uma etapa crucial para a própria existência norte-americana. Os norte-americanos também passam por um problema existencial, que é a China", conclui.

Fonte: https://sputniknewsbrasil.com.br/20220821/vitoria-da-china-na-corrida-dos-chips-romperia-dominacao-ocidental-diz-especialista-24317036.html

terça-feira, 16 de agosto de 2022

Cientista chinês 'descobre o melhor semicondutor do mundo'


Computador quântico (imagem referencial) - Sputnik Brasil, 1920, 16.08.2022

© Foto / Pixabay / TheDigitalArtist

Professor do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês), Gang Chen afirma ter descoberto o melhor semicondutor do mundo.

Segundo o pesquisador chinês e os seus colegas, o arsenieto de boro cúbico conduz o calor dez vezes melhor que o silício, o semicondutor mais utilizado. O artigo com a tese foi publicado na revista Science, no mês passado.

"A extraordinária condutividade térmica do novo material o torna um candidato promissor para a eletrônica de próxima geração", de acordo com o artigo de Chen e outros pesquisadores do MIT, da Universidade de Houston e de outras instituições dos EUA.

Ele também tem um desempenho três vezes melhor que o silício quando se trata de mobilidade de lacunas de elétrons, uma propriedade crucial para a condutividade.

Inteligência artificial (imagem referencial)  - Sputnik Brasil, 1920, 15.02.2022

Sociedade e cotidiano

Empresa desenvolve IA para 'flertar' com usuários (VÍDEO)

15 de fevereiro, 22:39

"Se você construir um dispositivo, você quer ter um material onde os elétrons e os buracos [de elétrons] viajam com menos resistência", disse ele em um comunicado de imprensa no site do Departamento de Engenharia Mecânica do MIT.

O silício é um dos elementos mais abundantes na Terra e, em sua forma pura, o material tornou-se a base de grande parte da tecnologia moderna, de células solares a chips de computador. Mas as propriedades do silício como semicondutor estão longe de ser ideais.

O silício, por exemplo, não é muito bom em conduzir calor, e é por isso que problemas de superaquecimento e sistemas de resfriamento caros são comuns em computadores de alta complexidade tecnológica.

O desafio agora, diz Gang Chen, é descobrir maneiras práticas de fazer esse material em quantidades utilizáveis.

Tianhe-2 - Sputnik Brasil, 1920, 21.06.2022

Panorama internacional

Sanções dos EUA fracassam e impulsionam indústria de chips da China, segundo Bloomberg

21 de junho, 07:40

Polêmica sobre Gang Chen

Professor de uma universidade norte-americana, Chen foi investigado em um programa do governo dos EUA por supostamente esconder conexões com a China, embora as acusações contra ele tenham sido retiradas no início deste ano.

Gang Chen foi investigado por agentes do FBI e chegou a ser preso. Em janeiro de 2020, ele foi detido em um aeroporto nos EUA.

Um ano depois, agentes do FBI invadiram a sua casa em Cambridge e o prenderam por supostamente ocultar conexões com entidades chinesas ao solicitar subsídios federais para pesquisa.

Chen foi um das dezenas de pesquisadores (principalmente chineses) investigados pelo Departamento de Justiça dos EUA a partir de novembro de 2018, com o objetivo de combater a espionagem e o roubo de propriedade intelectual.

Joe Biden, presidente dos EUA, durante reunião com seu homólogo chinês, Xi Jinping, em 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 15.08.2022

Panorama internacional

Com hegemonia ameaçada, EUA elegeram China como inimigo estratégico, aponta especialista

Fonte: https://sputniknewsbrasil.com.br/20220816/cientista-chines-descobre-o-melhor-semicondutor-do-mundo-24214144.html

domingo, 24 de julho de 2022

O QR Code e o absoluto controle


A Implementação do QR Code para Controle Absoluto. Peter Koenig


“Sou economista e analista geopolítico e tento da melhor forma possível refletir o “hoje” em constante mudança/ resp. analisar as situações do “amanhã”. Em outras palavras, para ligar os pontos: os pontos entre o Covid, a guerra na Ucrânia, o reset, o código QR que está se tornando cada vez mais intrusivo, a planejada “4ª Revolução Industrial” de Klaus Schwab . Isso inclui o plano de digitalizar tudo, incluindo o cérebro humano, etc. etc.”

“Esse código QR pessoal é então distribuído ou usado ainda mais por meio de um aplicativo no seu celular.

E esse aplicativo é claro que está conectado a um centro de controle, não podemos fazer nada lá, os telefones, esses celulares, eles já estão todos configurados de tal forma que podem ser acessados ​​de qualquer lugar, mesmo se você ligar fora do GPS, eles sabem exatamente que está lá nos acompanhando, mesmo sem GPS – isso é bastante claro. Então você teria que jogá-lo fora ou deixá-lo em casa.”

“É por isso que eles nem sabem que provavelmente já têm seu código QR em algum lugar do corpo. E quem ainda não fez tem no celular. E temos que fazer algo a respeito.”

Vídeo em alemão

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Transcrição. Traduzido do alemão

Kla.TV:  Peter König trabalhou como economista no Banco Mundial por mais de 30 anos e implementou projetos hídricos em países em desenvolvimento em vários continentes. Tenho o prazer de dar as boas-vindas a Peter König à Kla.TV. Você pode nos dizer algo sobre seu trabalho atual?

PK:   Primeiro: Obrigado por me permitir estar com você e falar com você. Sou economista e analista geopolítico e tento da melhor forma possível refletir o “hoje” em constante mudança/ resp. analisar as situações do “amanhã”. Em outras palavras, para ligar os pontos: os pontos entre o Covid, a guerra na Ucrânia, o reset, o código QR que está se tornando cada vez mais intrusivo, a planejada “Quarta Revolução Industrial” de Klaus Schwab.

Isso inclui o plano de digitalizar tudo, incluindo o cérebro humano, etc etc. Portanto, há muitos pontos que podem e devem ser conectados para entender o que está acontecendo e o que está planejado. Temos que saber que em princípio nada está e permanece estagnado, exceto o grande objetivo do momento: O Grande Reset, Agenda 2030 da ONU e a 4ª Revolução Industrial. Estas são descrições diferentes para o mesmo objetivo. Você tem que saber disso. Eles podem ter sido feitos dessa forma para confundir. Mas em princípio é a mesma coisa.

Kla.TV:  Como você descreveria a atual situação financeira? Para o consumidor médio, tudo ainda está – sim – praticamente em equilíbrio. Na verdade, ele ainda está indo muito bem.

PK : Sim, isso mesmo. O Joe médio que vive na Suíça está relativamente bem. Mas também aqui na Suíça a pobreza aumentou, e de forma considerável.

Só aqui na Suíça não falamos sobre isso. É tabu ser pobre. Os números oficiais de desemprego na Suíça em maio deste ano eram de 2,1%, em abril era de 2,3%, enquanto no final de dezembro do ano passado era de quase 5%. Na minha opinião, esses números são poderosamente manipulados.

A propósito, é o mesmo em todo o Ocidente. Seria preciso também conhecer os critérios: o que é classificado e considerado como desemprego? Como é avaliado o trabalho diurno, o trabalho a tempo parcial? Como são as diferentes “classes” de empregos – trabalho de construção, trabalho de escritório, trabalho gerencial/elite, etc. – como elas são incluídas nas estatísticas? Não são uniformes. E suponho que estou assumindo que isso também não está sendo dito – essas análises estão disponíveis, isso é bastante claro (nas estatísticas) – mas elas nunca são publicadas. E eu não ficaria surpreso se muitas pessoas hoje tivessem que lidar com trabalho de meio período e fossem classificadas como funcionários de tempo integral e funcionários de tempo integral.

Em 2020 – o último número que você pode encontrar abertamente – eram oficialmente 8,5% das pessoas que eram pobres. Como se define a pobreza? Uma família de quatro pessoas com renda inferior a 4.000 francos por mês é pobre na Suíça. No entanto, este critério não é aplicado oficialmente na Suíça. Extraoficialmente sim. Mas há, eu acho, apenas no cantão de Genebra – recentemente – que foi nomeado como um número oficial.

Kla.TV  : Você diz que estamos na fase final de um plano demoníaco. Eles definiram isso com a Agenda 2030 da ONU, a chamada 'Grande Redefinição' ou a '4. Revolução Industrial' mesmo. Você pode nos dizer quais você acha que são os objetivos deste plano ou do 'Grande Reinicialização'?

PK  : Sim, eu gostaria de dizer muito brevemente como uma introdução: Todo o 'Grande Reinicialização' – a guerra da Ucrânia, a propósito, é parte integrante dela. Você simplesmente não percebe isso. Ele é tipicamente outro… – um divisor de pessoas. É verdade que a guerra nunca pode ser justificada, mais do que qualquer tipo de matança. Mas pode-se explicar como chegou a isso: A constante provocação da OTAN, que se opôs à promessa dos Aliados “Nem uma polegada a leste de Berlim” no caso do colapso da União Soviética – foi o que o secretário de Estado dos EUA State, então James Baker , disse e realmente prometeu.

E ninguém respeitava isso. Por outro lado, se você mencionar mesmo um argumento tímido para Putin, você é um amigo mal visto e odiado de Putin. Há até oficiais suíços que fizeram isso, que trabalharam na Ucrânia, que estavam na OTAN e veem o assunto com clareza.

Isso é o que eles disseram. Agora estão censurados.

Imagine isso. Isso também é conhecido como “dividir e conquistar”. Os humanos desempenham um papel poderoso na doutrinação da população com mentiras praticamente 24 horas por dia, 7 dias por semana e nos últimos – mais de dois anos – eles têm tido muito sucesso. Eles são literalmente subsidiados com bilhões, essas mentiras. Então isso significa a mídia que estou abordando. Eles são literalmente subsidiados com bilhões, essas mentiras. Então isso significa a mídia que estou abordando. Eles são literalmente subsidiados com bilhões, essas mentiras. Então isso significa a mídia que estou abordando.

Em suma, o que o Ocidente, especialmente os Estados Unidos, sempre quis é o controle do maior e mais rico país do mundo. Com de longe os maiores recursos minerais do mundo. Todos os recursos naturais de que o Ocidente precisa, inclusive para sua indústria bélica. O complexo, as pequenas “terras raras” (terras raras), então são metais que são usados ​​principalmente na eletrônica. O maior consumidor de eletrônicos é a indústria de guerra e, claro, nosso estilo de vida de luxo ocidental. Para manter isso, também precisamos dessas matérias-primas, que podem ser fornecidas principalmente pela Rússia e pela China.

Na minha opinião, o 'Grande Reset' tem três objetivos iguais e devastadores, mas relacionados:

Primeiro: despovoamento: Isso significa despovoamento em massa. Os eugenistas estão trabalhando.

Esse era um plano do 'Clube de Roma' há 50 anos. E foi claramente afirmado em seu relatório “Limite do Crescimento” de 1972. Também foi parte da base para as primeiras formulações para a União Européia.

O Covid-19 foi o método de intimidação direcionado e psicologicamente sofisticado com um vírus que você não vê, claro, que nunca existiu como tal.

Um novo vírus que nunca foi identificado. É semelhante à gripe e tem uma taxa de mortalidade aproximadamente igual à da gripe anual. Cerca de 0,07 a 0,1 por cento das infecções.

E isso vale sobretudo para os idosos que já sofrem de outras comorbidades. Mas a propagação do medo fez com que, principalmente sob pressão e chantagem, entre 60 e 80% da população ocidental se deixasse “vacinar”.

E então coloco “vacinação” entre aspas, porque não é uma vacinação. E é por isso que eu prefiro chamá-lo, eles foram vacinados.

Com uma substância ou substâncias contendo componentes geneticamente alteráveis ​​mRNA mais várias toxinas que causam doenças graves como ataques cardíacos, vários tipos de câncer, insuficiência renal e assim por diante. E em muitos casos, como vimos, obviamente fatal. De fato, muito mais pessoas morreram pelos efeitos da chamada vacinação do que pelos efeitos do Covid. Além disso, não há uma única vacinação, existem diferentes injeções com diferentes composições bioquímicas. E temos que ter isso em mente: não existe apenas uma vacina, um tipo de produto químico que é injetado, existem diferentes. Acho que os cientistas certa vez apontaram que existem pelo menos cinco espécies diferentes. Mas provavelmente ainda mais. E alguns deles são usados ​​de forma direcionada em certos países e certas sociedades. Então o medo é a maior e mais forte arma do inimigo,

Segundo: Então, a segunda razão por trás desta trilogia é a mudança do capital privado e público-privado, ou seja, a combinação de público e privado, da base e do meio para o topo.

Através de crises econômicas criadas artificialmente, falências, etc., o capital é deslocado de baixo e do meio para uma camada relativamente fina de busca de controle, eu até chamaria de elites criminosas.

Pode-se também chamar esses grupos de culto. E eu realmente acho que eles vivem de acordo com certos padrões de culto. Nos cultos, certos hábitos e certos grupos de pessoas são classificados como culto porque eles têm que seguir essas normas para serem bem sucedidos.

Segundo a Forbes, a analista econômica, havia 2.668 bilionários em 5 de abril deste ano (2022).

Um Elon Musk é aparentemente o número um com 219 bilhões.

Você pode ver claramente que enquanto a população mundial se tornou mais pobre, a riqueza dos ricos e especialmente dos super-ricos se multiplicou. A riqueza de Bill Gates, apenas um exemplo, aumentou de US$ 96 bilhões em 2019 para US$ 129 bilhões em abril (nota: 2022). Isso é cerca de 34 por cento mais.

Embora ele seja parcialmente responsável por essa plandemia – eu chamo de plandemia porque não foi uma pandemia, mas uma pandemia planejada – pela qual ele é responsável por dezenas de milhares de mortes de Vaxx.

Talvez haja um Nuremberg 2 que traga alguma justiça, tal processo. (Nota: Julgamento de Nuremberg).

A riqueza dos ricos e principalmente dos super-ricos se multiplicou. A riqueza de Bill Gates, apenas um exemplo, aumentou de US$ 96 bilhões em 2019 para US$ 129 bilhões em abril (nota: 2022). Isso é cerca de 34 por cento mais.

Embora ele seja parcialmente responsável por essa plandemia – eu chamo de plandemia porque não foi uma pandemia, mas uma pandemia planejada – pela qual ele é responsável por dezenas de milhares de mortes de Vaxx.

Depois, há as empresas financeiras como BlackRock, Vanguard, State Street e também Fidelity e muitas outras. E o mais importante, estima-se que os três principais co-acionistas entrelaçados BlackRock, Vanguard e State Street controlem algo entre US$ 20 e US$ 25 trilhões (1 trilhão = 1 com 12 zeros).

Eles têm poder de alavancagem de mais de US$ 100 trilhões. Em contrapartida, o produto interno bruto mundial é de cerca de US$ 95 trilhões, isso foi no final do ano passado (nota: 2021). E com esse poder, eles podem coagir e chantagear literalmente qualquer país, qualquer governo, qualquer sociedade.

E já vimos isso antes. Aqueles que não participam são chamados assim, neutralizados. Existem muitos deles, especialmente na África. São pessoas ou organizações financeiras – junto com outros bilionários – que você pode em sã consciência – eu diria, chamar de doentes. É por isso que eles, que têm poderes de capital à sua disposição, têm que... – claro que isso lhes dá poder sobre as pessoas, mas na verdade – não podemos imaginar isso, pelo menos não posso – o que isso pode fazer por você.

Este é o estado do mundo hoje e estamos apenas no início da Agenda 2030. Enquanto as pessoas, a maioria das pessoas, sofrerem do que é chamado de dissonância cognitiva, continuaremos sendo dominados e manipulados até chegarmos ao próximo passo. E até agora isso tem sido verdade. Há tantas pessoas, dizem os psicólogos, que esse tipo de afeto, você pode chamar de doença, que se chama dissonância cognitiva, é uma das piores psicologicamente porque é quase impossível de se livrar.

Kla.TV  : Qual você acha que é o próximo passo então?

PK:  Este é precisamente o terceiro item desta trilogia diabólica, o 'Reset'. Isso é digitalização total. Dinheiro, pessoas, vigilância e controle de tudo. Humanos se tornam transumanos.

Klaus Schwab até disse isso em uma entrevista e na televisão suíça ocidental em 2016. Além disso – e é por isso que precisamos principalmente do chamado código QR. E QR significa “Resposta Rápida”. E a tecnologia associada que permite armazenar pelo menos – até agora, e que pode ser aumentado – pelo menos até agora 30.000 dados de cada indivíduo. O que e onde você está, compra, onde você vai, com quem você circula, com quem você fala, seu estado de saúde, sua conta bancária, seu boletim de ocorrência – tudo, tudo,

A ferramenta mais importante para a digitalização completa é o 5G . Então, onde já encontramos antenas em todos os lugares. E já está ativo em alguns cantões. Eu estava em Ticino outro dia e meu telefone já mostrava 5G. Ainda não aqui na área de Genebra. E o 6G provavelmente virá em breve. Porque a única razão, de longe a maior razão principal para isso, é a digitalização de tudo e sobretudo das pessoas.

Então: o código QR e o chamado VC derivado dele – ou seja, o “código da vacina” ou “código do certificado da vacina” (“certificado de vacinação” em inglês) são a coisa mais perigosa que nos ameaça, o que enfrentamos se fizermos nada fazer sobre isso. Porque isso significa vigilância total. E uma vez que estamos lá, é muito, muito difícil sair de lá.

Kla.TV:  Mas deixe-me dizer-lhe: o código QR agora é parte integrante da vida cotidiana. Temos isso em todos os lugares. E você vê isso como a coisa mais perigosa que pode nos acontecer. Você pode descrever o perigo desse código QR com um pouco mais de detalhes?

PK : Podemos até ser condenados à fome através do código QR. Como assim?

Para isso, o código QR – ou seu sucessor, como quer que seja – precisa ser implantado nas pessoas de alguma forma. E foi isso que Klaus Schwab disse naquela época nesta curta entrevista à televisão franco-suíça em Genebra, e isso há seis anos – ele disse: Em 2025 a 2030, todos teremos um chip em nossas roupas ou sob nossa pele .

Bem, esse era, talvez seja o sonho dele, espero que não chegue a isso, mas ele já anunciou isso. E então estamos em um eletro-… nos tornamos um campo eletromagnético. Nós gente. Já existem grupos de teste na Suécia, grupos de teste voluntários, que implantaram um chip na mão, do tamanho de um grão de arroz. No momento, como eu disse, são apenas voluntários que estão envolvidos. E por isso eles precisam desse código, ou seja, desse chip, principalmente para transações de pagamento digital. Mas é claro que pode ser expandido, praticamente ilimitado. Não é verdade?

Kla.TV  : Sr. König, você disse que agora todo mundo tem um código QR, como você entende isso?

PK : Sim, estou supondo que todo mundo em algum momento pagou uma fatura com um código QR nela. Mesmo que você não precise dele para pagar a conta, você ainda tem associado seu nome, ou seja, seu próprio nome, a este código QR e pagou a conta, pois é parte integrante do boleto de pagamento que você usa via Banco pago ou pago no balcão dos correios. Mas mais importante, provavelmente todos nós – ou quase todos nós, suponho – fizemos um teste de PCR, seja porque queríamos viajar ou porque queríamos ir a um teatro em algum lugar, ou algo assim…

Nos últimos dois anos quase não se podia ir a um restaurante ou em muitos restaurantes não se podia andar por aqui sem estar vacinado ou fazer um teste QR. Então, todo mundo que precisa de algo faz um teste de PCR, tem um código QR e um código QR pessoal. E esse código QR pessoal, que é distribuído ou usado posteriormente por meio de um aplicativo no seu celular. E esse aplicativo é claro que está conectado a um centro de controle, não podemos fazer nada lá, os telefones, esses celulares, eles já estão todos configurados de tal forma que podem ser acessados ​​de qualquer lugar, mesmo se você ligar fora do GPS, eles sabem exatamente que está lá nos acompanhando, mesmo sem GPS – isso é bastante claro.

Então você tem que jogá-lo fora ou deixá-lo em casa. E muito poucos fazem isso. ele é então distribuído ou usado ainda mais por meio de um aplicativo em seu telefone celular. E esse aplicativo é claro que está conectado a um centro de controle, não podemos fazer nada lá, os telefones, esses celulares, eles já estão todos configurados de tal forma que podem ser acessados ​​de qualquer lugar, mesmo se você ligar fora do GPS, eles sabem exatamente que está lá nos acompanhando, mesmo sem GPS – isso é bastante claro. Então você tem que jogá-lo fora ou deixá-lo em casa. E muito poucos fazem isso. ele é então distribuído ou usado ainda mais por meio de um aplicativo em seu telefone celular.

E esse aplicativo é claro que está conectado a um centro de controle, não podemos fazer nada lá, os telefones, esses celulares, eles já estão todos configurados de tal forma que podem ser acessados ​​de qualquer lugar, mesmo se você ligar fora do GPS, eles sabem exatamente que está lá nos acompanhando, mesmo sem GPS – isso é bastante claro. Então você tem que jogá-lo fora ou deixá-lo em casa. E muito poucos fazem isso. Então você tem que jogá-lo fora ou deixá-lo em casa. E muito poucos fazem isso. Então você tem que jogá-lo fora ou deixá-lo em casa. E muito poucos fazem isso.

Mas tirando isso: em algum momento você precisa desse celular novamente e então você está conectado a ele, e se você como eu disse, falamos sobre a injeção que contém óxido de grafeno e o óxido de grafeno é muito, muito eletrônico, eletromagnético, isso é a substância necessária, provavelmente uma das substâncias, talvez a mais importante, necessária para nos manipular com 5G, quando será usada para isso. E isso não precisa ser longo. Não sei quando isso vai acontecer, mas certamente pode... talvez já tenha começado para algumas pessoas.\

E então, quando isso acontece, praticamente temos essa substância de um código QR já embutido em nosso sistema.  É assim que funciona. E não podemos fazer nada a respeito, nem sabemos mais. A maioria das pessoas... – Suponho que poucas pessoas sabem que foram vacinadas com uma vacina, a chamada vacina, que consiste em óxido de grafeno, uma substância altamente magnetizável e manipulável eletronicamente, muito poucas pessoas sabem disso. E é por isso que eles nem sabem que provavelmente já carregam seu código QR em algum lugar do corpo. E quem ainda não fez tem no celular. E a gente tem que fazer alguma coisa a respeito, acho que seria, tem gente, tem gente efetivamente que fala: a gente deveria tentar voltar, não usar mais celular,

É hoje em dia, tem sido tão lento… – isto é, é tão vagaroso e tão inteligente, inteligente, está infiltrado em nossas vidas que podemos imaginar uma vida, especialmente os mais jovens, a geração mais jovem, sem esse celular não pode mais Imagine. A maioria das pessoas encontra esse código QR quando converso com as pessoas, principalmente os mais jovens, que acham ótimo porque você o usa para pagar uma conta no supermercado ou restaurante diretamente com seu telefone, basta passar por ele e a conta está paga – eles pensam é ótimo. Eles não têm absolutamente nenhuma ideia de qual é o objetivo, nenhuma ideia, e também não querem ouvir. Se eu explicar isso para eles, então eu sou um esquisito. Sinto muito, infelizmente este é o nosso mundo hoje.

E é claro que isso é impulsionado com uma propaganda sinistra e mentirosa. Quando você sabe o quanto até o governo suíço, a mídia, subsidia, os chamados subsidia ou compra ou corrompe a grande mídia na Suíça com dinheiro, com quanto dinheiro, isso é inacreditável. Acho que o valor per capita na Suíça – temos apenas 8,4 milhões de habitantes – é significativamente maior do que nos EUA. Então a quantidade. Certa vez ouvi falar de um valor de 1,7 bilhão de francos em um período, acho que de dois a três anos, sendo disponibilizado à mídia apenas para que eles possam dizer o que o governo, e muito provavelmente a OMS, tem a dizer.

Kla.TV  : Isso seria a transformação de “humano” para “transhumano”, como Klaus Schwab havia especificado em algum lugar ou também foi prescrito ou anunciado por seu diabólico conselheiro superior, o autor e historiador Yuval Noah Harari?  Harari fala sobre como “humanos” serão hackeados no futuro…?

PK : Harari literalmente nos chama de humanos de “animais que podem ser hackeados” . Essas são suas palavras, significando “animais que podem ser hackeados”. “Hackeado” no sentido de “infiltrado eletronicamente” e pode ser manipulado. “Animais que podem ser hackeados” somos nós.

Estou assumindo que esse tipo arrogante de insolência de Harari foi explorado por Klaus Schwab, provavelmente até incentivado, para assustar as pessoas. O primeiro lema da evitação, da resistência, é não ter medo – NUNCA. Eu já disse isso antes e vou continuar repetindo. Não tenha medo. O medo é a sua maior arma. Isso é o pior. Ou seja, muitos dos que já foram vacinados, ou seja, os chamados vacinados, tiveram injeção de óxido de grafeno. E o óxido de grafeno funciona muito bem como material, para ser manipulado eletronicamente. E já com essa manipulação se prepara um certo transumanismo, já com a injeção. A maioria das pessoas nem sabe disso. Mas com o 5G você pode facilmente fazer transumanos controlados remotamente. Isso seria a escravização total dos sobreviventes,

Do meu ponto de vista, uma vida não vale mais a pena ser vivida, mas provavelmente dificilmente perceberíamos, porque estamos sob o feitiço da inteligência artificial (IA) [= inteligência artificial (IA)], algoritmos ou apenas como Klaus Schwab chamou “Você não terá nada além de ser feliz.”

O objetivo da cabala escura ou do culto, como gosto de chamar, de chegar a este ponto até 2030, após o cumprimento, após a implementação da Agenda 2030 da ONU – então ainda faltam 8 anos – ou também com o cumprimento do 'Grande Reset', ou o cumprimento do '4. Revolução Industrial'. Como já mencionado, são objetivos idênticos nos três programas sinônimos, as terminologias são apenas diferentes para nos confundir.

Kla.TV:  Sim, você vê a possibilidade de que esses objetivos de escravidão total ainda possam ser evitados?

PK:  Sim, ainda falta muito para realmente acordar as pessoas, acordar a maioria. Mas tem que chegar a isso. Temos que acordar. E acho que vejo sinais disso acontecendo. Infelizmente não sei quanto tempo vai durar. Mas tem que acontecer e virá. É impossível que a natureza se intimide com essas pessoas – mal posso chamá-las de pessoas, elas não são mais humanas.

Então: leve a consciência a um nível superior para evitar a manipulação do culto sombrio. Isso é uma prioridade.

Para isso, devemos – repito – não ter medo. Devemos aceitar o reconhecimento da mentira à qual provavelmente fomos expostos por toda a vida. Porque isso é a superação da chamada dissonância cognitiva. E muito importante, muito importante, não devemos sentir ou expressar ódio contra esses perpetradores. Porque se fizermos isso – é basicamente o que eles querem, se eles nos assustam ou nos intimidam, então o objetivo deles é causar ódio. Então nos sentamos no mesmo nível profundo que eles próprios. Não temos permissão.

Assim, de acordo com o lema – “Vamos vencer” – vamos dominar a situação – SEM MEDO, repito novamente, SEM MEDO, viva para a luz e decida em paz pela humanidade. E assim podemos – estou convencido – nos salvar.

Kla.TV  : Sim, Peter König, muito obrigado pela entrevista. Obrigado por tomar o tempo. E sim, vamos superar juntos. Muito obrigado.

Peter König  : Nada a agradecer. Sou grato a você por me deixar falar em seu programa e espero que esta mensagem alcance alguns que estão dispostos a se envolver - também se envolver espiritualmente. Muito obrigado.

*

Kla TV

Fonte: https://undhorizontenews2.blogspot.com/

sábado, 5 de fevereiro de 2022

A ameaça QR Code


Cuidado com o QR Code, Lembra da Agenda ID2020?

Por Peter Koenig

Introdução

Lembra da iniciativa de Bill Gates, Agenda ID2020?

O que estamos enfrentando agora é muito pior. É Agenda ID2020 em esteróides. É a invasão mundial do código QR – código QR de tudo, incluindo Agenda ID2020 – e todos os seus dados mais íntimos, saúde, comportamentos pessoais, hábitos – registros de onde estivemos e até para onde planejamos ir. Nada escapará do código QR . Ninguém fala sobre isso.

Ele está se infiltrando silenciosamente em nossas vidas, silenciosamente, persistentemente – mas agora quase inevitavelmente.

“O que é o infame ID2020? É um programa de identificação eletrônica que usa a “vacinação” generalizada (Covid) como plataforma para identidade digital. … O programa aproveita as operações de registro de nascimento e vacinação existentes para fornecer aos recém-nascidos uma identidade digital portátil e persistente ligada biometricamente.”

A Agenda ID2020 visa conectar tudo com tudo, eventualmente cobrindo e conectando dados dos 7,9 bilhões de pessoas do planeta, construindo gradualmente bancos de dados individuais e sociais, incluindo seus dados altamente pessoais, informações de contas bancárias, informações de trabalho, tendências comportamentais, registros, relações com amigos e familiares – um fluxo infindável de tudo o que pode estar ligado a um indivíduo, ou grupos de indivíduos, e que pode ser vigiado e controlado.

Veja isso  e isso .

Um programa de “vacinação” intenso e, como já sabemos, coercitivo, até mesmo forçado, contra um vírus que não existe, acompanhado de um bem estudado impulso psicológico de medo, dia após dia, 24 horas por dia, 7 dias por semana, tentando levar as pessoas de joelhos.

Está acontecendo há dois anos. A mídia responsável por esta campanha foi excessivamente subsidiada e corrompida pelos respectivos governos e se uma ou outra dessas mídias compradas caísse do movimento, sua existência seria exterminada em um piscar de olhos.

O uso forçado de máscaras – perigoso, pois as máscaras impedem a absorção do oxigênio vital – e o distanciamento social estão diminuindo a autoestima das pessoas, tornando-as ainda mais submissas e obedientes.

O governo mente para as pessoas para obtê-las o mais rápido possível e com a maior frequência possível “vacinadas” com uma substância chamada modificadora de genes de mRNA e substância assassina eletromagnética que contém óxido de grafeno.

Esta substância venenosa literalmente matará as pessoas (veja isto –   descobertas da “Quinta Coluna” em espanhol ) . É em si um crime premeditado de proporções inauditas, um crime contra a humanidade. Isso lembra os julgamentos de Nuremberg pós-Segunda Guerra Mundial de 1945-1946.

A tirania e atrocidade que ocorreram nos últimos dois anos são únicas na história humana. Ele se estende por todo o mundo e, portanto, em vários aspectos, supera os horrendos crimes de guerra.

O código QR

Embora a Agenda ID2020 tenha sido adotada silenciosamente pela maioria dos países como uma primeira fase desse programa de vigilância monstruosa dos sobreviventes da vaxx, chegou a hora de universalizar a Agenda ID2020 em uma plataforma digitalizada global uniforme e abrangente chamada “Resposta Rápida”, ou código QR . O Google chama isso de código de barras em esteróides.

Enquanto o código de barras mantém as informações na horizontal, o código QR o faz na horizontal e na vertical. Isso permite que o código QR retenha exponencialmente mais informações do que um código de barras.

E aqui está o perigo: o código QR pode acomodar literalmente todas as informações que sua vida já produziu ou acumulou em um único código quadrado, ilegível a olho nu. Ele pode ser lido apenas eletronicamente por um leitor de código QR digitalizado que está configurado para ler apenas dados específicos, conforme exigido pela autoridade em questão. Somente o sistema de gerenciamento central de código QR pode ler todos os dados.

Gestão de dados

Lembre-se, em um mundo cada vez mais neoliberal, a terceirização ou o que é eufemisticamente chamado de parceria público-privada (PPP) tornou-se a ordem do dia. É muito bem possível que um acordo de PPP seja feito por um governo com uma grande agência ou agências do setor privado, como bancos privados e/ou o setor de seguros. Imagine, seus dados pessoais, incluindo dados privados muito íntimos, nas mãos de um banco ou companhia de seguros. Inacreditável. Mas já não muito rebuscado.

O setor privado pode até trocá-lo por dinheiro. Não importa o tipo de contrato que eles assinam com seu governo, em um mundo sem lei como chegamos em apenas cerca de dois anos, tudo é possível.

Nenhum sistema legal funciona, como vemos todos os dias. Nenhum processo contra a tirania atual é aceito por qualquer juiz, pois tem medo de “punição”. Todos eles foram avisados. Assim como todos os profissionais médicos e científicos que desejam permanecer no sistema – e continuar ganhando seu sustento e o de suas famílias. Eles estão sendo chantageados ou coagidos a nos trair, nós, o Povo.

A lei e a ética se foram. Sem ilusões. Estamos sozinhos lá fora. E de muitas maneiras, isso é bom, desde que estejamos conscientes e despertos, e comecemos a depender de nossa própria ingenuidade, não de um sistema corrupto, esperando insensatamente que seus mestres nos ajudem. Em vez disso, devemos tomar nossas vidas em nossas próprias mãos, buscar alternativas. Saindo da Matrix. Tome a pílula vermelha.

O sistema que temos hoje nunca nos ajudará, o Povo. Nunca. Ao contrário, os inquilinos manchados que formam a espinha dorsal do “sistema”, por pura sobrevivência, continuam nos traindo, seus colegas e co-cidadãos. É isso que torna tão difícil de acreditar. As mesmas pessoas que pagamos com nossos impostos estão nos traindo miseravelmente. Eles estão tentando nos vender para a máquina vaxx obrigatória e mortal.

Mesmo assim, a maioria, senão todos os médicos e cientistas que optaram pela pílula azul (os conformistas de Matrix, filme) e que consultamos para nossa saúde, sabem o que esses chamados vaxxes fazem – eles sabem, essas misturas venenosas resultar em mortalidade e morbidade. Eles fazem parte de uma iniciativa de “despovoamento”? Eles são cúmplices do sistema, contra nós?

Nos últimos 10 a 15 anos, o código QR foi gradualmente e silenciosamente invadindo todos os cantos de nossas vidas . O passe vaxx, seja “vacinado” ou curado da Covid, ou por ter que fazer – ou ter medo de fazer – múltiplos testes de PCR, em todas as ocasiões, tem sido um argumento para dar a cada um de nós, cidadãos do mundo, um código QR personalizado.

Não importa quão inválidos sejam os testes de PCR, eles são impostos a nós – você não pode entrar em nenhum restaurante, supermercado, cinema, área fechada, e a lista continua, sem um teste de PCR. Assim, os vários resultados do teste de PCR serão colocados em nosso código QR individual.

Ninguém está realmente interessado no teste de PCR, mas são pretextos perfeitos para expandir a base de dados em nosso código QR – onde e por que fizemos o teste?

O inventor do  método de reação em cadeia da polimerase  ( PCR ), Dr. Kary Mullis , bioquímico vencedor do Prêmio Nobel, disse muito antes de o Covid aparecer no horizonte, que o método PCR não foi feito para testar doenças e especialmente vírus. Em 7 de agosto de 2019, ele foi misteriosamente encontrado morto em seu apartamento.

Isso foi apenas alguns meses antes do Evento 201 (18 de outubro de 2019, em Nova York), que efetivamente lançou o SARS-CoV-2, também conhecido como Covid-19.

Os jogadores do Evento 201 já planejavam usar esse teste inútil para aumentar as “infecções” do SARS-Cov-2, melhorar as estatísticas do Covid e espalhar o medo – medo para facilitar o mortal vaxx drive?

O virologista alemão Dr. Christian Drosten, também conhecido como Coronavirus Czar, como parte do clã científico comprado, de fato, logo após o lançamento do SARS-CoV-2, decidiu que o método PCR deveria ser usado massivamente, mas massivamente, para o teste do vírus Covid em pessoas, inclusive em crianças de até cinco anos, independentemente de apresentarem ou não sintomas.

De acordo com a ciência real, mesmo incluindo a OMS e o CDC, o teste produz 97% de falsos positivos . Mas o rolo compressor dos governos implacáveis, desumanos e sem lei não presta atenção à verdade. Os mestres do engano continuam avançando com sua unidade PCR e vaxx, implacavelmente – para aumentar as estatísticas do Covid e, eventualmente, o “número de mortos do Covid”.

O código QR é fundamental  para perpetuar as mentiras sobre o Covid.

Até agora, o código QR está em toda parte

Praticamente todos os cidadãos de pelo menos o mundo ocidental têm um código QR personalizado. Ele contém mais, muito mais do que dados de saúde. Cada vez mais, os pagamentos podem ser feitos apenas por meio de uma mensagem com código QR por meio de um telefone celular. Os restaurantes não oferecem mais menus escritos. Você tem que escanear um código QR no seu smartphone. É tudo para sua segurança. Você não toca em papel potencialmente infectado por vírus. Em museus, parques, em qualquer lugar que você vá e queira ler uma informação relacionada ao que você está assistindo, você tem que escanear um código QR.

O mesmo com dinheiro – em alguns lugares, dinheiro não é mais aceito. Motivo oficial: papel-moeda e moedas podem estar infectados por vírus. O dinheiro digital a ser pago via QR code é a solução. As pessoas vão para isso. É tão legal; basta passar seu código QR na frente de um dispositivo de pagamento. O dinheiro é deduzido instantaneamente da sua conta bancária eletrônica.

O que (a maioria) das pessoas não percebe é que toda vez que você digitaliza um código QR, ele é registrado em seu código QR personalizado. Em outras palavras, você é rastreável onde quer que vá. Eles, os mestres, sabem a cada momento, em tempo real, onde você está, o que está fazendo, o que está comprando, se compra uma passagem aérea.

Se você não se comportar de acordo com os valores do “sistema”, eles podem desligar seu fluxo de dinheiro. Eles podem bloquear seu dinheiro indefinidamente ou simplesmente retirá-lo de sua conta. Você está totalmente à mercê deles – escravizado. Se ainda não, então em breve, com o óxido de grafeno em seu corpo, você é manipulável com as infames e perigosas ondas ultracurtas 5G. Mais cedo ou mais tarde, o código QR estará em nosso corpo, acessível remotamente por inteligência artificial (IA) ou robôs.

Você pode então converter de um humano para um transhumano, o que Klaus Schwab – o Czar do FEM – já havia previsto em 2016 em uma entrevista à TV francesa suíça (primeira seção do vídeo abaixo)

Vídeo: Rumo à tirania digital com Peter Koenig

Clique aqui para link para a versão do bitchute

E se você tomou a pílula vermelha e resistiu às manipulações da mente? Eles podem desligá-lo. Literalmente. Remotamente. Sua família nunca saberia o que aconteceu.

Não estamos lá ainda. Como parece hoje, é quase impossível se livrar do código QR. No entanto, temos que encontrar maneiras de escapar disso. Pode significar trabalhar para uma sociedade alternativa, separada da escravidão OWO que pode cair sobre nós, antes que percebamos, se continuarmos seguindo “mandatos” e o código QR abrangente.

O que podemos fazer? Temos que acordar, e aqueles de nós que estão acordados, ajudar os outros a dar esse passo à frente e sair da zona de conforto.

Paralelamente, temos de levar os perpetradores à justiça. Este movimento já está em andamento pelo Dr. Reiner Fuellmich , chefe do Comitê de Investigação do Corona alemão. Reiner Fuellmich acaba de anunciar que ele e uma equipe de advogados, cientistas e testemunhas estão prestes a lançar um Grande Júri, seja no Tribunal Penal Internacional (TPI), em Haia, ou em um recém-criado Tribunal de Justiça com juízes que não estão em dívida para os mestres sombrios do crime.

E também simultaneamente, talvez tenhamos que começar a construir uma nova civilização, com novas sociedades, um novo começo, fora e totalmente desvinculado do sistema atual. Este pode ser o maior desafio porque exigirá sacrifícios. Pode causar miséria e fome, e até a morte para alguns. Tais perdas podem ser o preço como parte da vitória na guerra, se quisermos escapar do fluxo atual das coisas – a iminente Ordem Mundial Única – e a consequente tirania – e a escravidão, a desumanização.

Nada é impossível. “Venceremos!” A maré está mudando – e estamos entrando em um período de luz, uma luz brilhante de uma nova civilização transparente, com direitos humanos, com respeito mútuo e solidariedade. Podemos ter sucesso, se todos colocarmos em nossas cabeças o pensamento positivo e implacável de VENCEREMOS – vamos superar. A força de vontade, um elemento da ciência quântica, é invencível.

*Imagem em destaque: O código QR gerado pelo CommonPass é exibido. Imagem original proveniente do Projeto Comum


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