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segunda-feira, 6 de maio de 2019

Policiais e bombeiros divulgam nota pela liberdade de Lula


Ricardo Stuckert

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Um grupo de policiais militares de vários estados do Brasil divulgou um manifesto que defende a liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva; o texto menciona a Lei Federal 12.191/2010, sancionada por Lula, que concedeu anistia a policiais militares e bombeiros do Rio Grande do Norte, Bahia, Roraima, Tocantins, Pernambuco, Mato Grosso, Ceará, Santa Catarina e Distrito Federal; na ocasião, eles haviam sido punidos por participar de movimentos reivindicatórios

6 de Maio de 2019 às 21:22

Da Rede Brasil Atual - Um grupo de policiais militares de vários estados do Brasil divulgou um manifesto no qual defende a liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e lembra que a Lei Federal 12.191/2010, sancionada pelo petista, concedeu anistia a policiais militares e bombeiros do Rio Grande do Norte, Bahia, Roraima, Tocantins, Pernambuco, Mato Grosso, Ceará, Santa Catarina e Distrito Federal, que haviam sido punidos por participar de movimentos reivindicatórios.

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"Lula está preso há mais de um ano em processo que não transitou em julgado. O Supremo Tribunal Federal ainda não decidiu de forma definitiva se é legal ou não a prisão com decisão em segunda instância quando a liberdade do réu não põe em risco nem a sociedade e nem o processo", diz a nota.

Os signatários lembram que a questão da prisão após julgamento de segunda instância não foi julgada pelo STF "por decisão discricionária do atual e da ex-presidente daquela corte", os ministros Dias Toffoli e Cármen Lúcia, respectivamente.

As Ações Declaratórias de Constitucionalidade (ADCs) 43 e 44, que discutem a prisão ou não após a chamada execução antecipada da pena, poderiam ter sido julgadas desde dezembro de 2017. Na ocasião, o relator, Marco Aurélio Mello, liberou ambos os processos ao Plenário do Supremo, mas a ministra Cármen Lúcia, então na presidência, resistiu a pautá-las. A ADC 54, sobre o mesmo tema, foi depois apensada a elas. O julgamento estava marcado para o dia 10 de abril, mas ele foi adiado pelo novo presidente do STF, Dias Toffoli.

Para inúmeros juristas, como Celso Antônio Bandeira de Mello e os criminalistas Leonardo Yarochewsky e Luiz Fernando Pacheco, a prisão antes do trânsito em julgado (depois de todos os recursos possíveis) é flagrantemente inconstitucional, por violar o artigo 5°, inciso LVII da Constituição, segundo o qual "ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória".

"Enquanto isso, o ex-presidente da República está preso com base em dispositivos precários e provisórios, e isso por si só já é um atentado aos princípios fundantes do direito", diz a nota dos policiais.

Eles pedem aos profissionais de segurança pública que quiserem assinar a nota para enviar mensagem de e-mail até o dia 12 de maio para os seguintes contatos:

Amauri Soares (amaurisoaresnovo@gmail.com), Rafael Cavalcante (ralfael@hotmail.com) Kleber Rosa (kleberrosa@yahoo.com.br), Klaudeir Teles Gonçalves (klaudeirteles@gmail.com) e Dalchem Viana (dalchem@hotmail.com).

No STF
Na terça-feira da semana passada (30) o ministro Ricardo Lewandowski pediu vista de um habeas corpus coletivo, impetrado em favor de todas as pessoas que cumprem pena depois de condenadas pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), que condenou Lula em segunda instância.

O caso estava sendo julgado virtualmente pela Segunda Turma, mas com o pedido de vista, será realizado presencialmente, quando Lewandowski devolvê-lo ao colegiado. Uma decisão a favor do HC beneficiaria Lula.

A má notícia para ele é que a relatora do habeas corpus coletivo é a ministra Cármen Lúcia. A boa é que cabe a Lewandowski, favorável à prisão apenas após trânsito em julgado, pautar o julgamento do HC na Segunda Turma.

O colegiado é composto pelo próprio Lewandowski (presidente), Celso de Mello, Gilmar Mendes, Cármen Lúcia e Edson Fachin.

Fonte: https://www.brasil247.com/pt/247/brasil/392519/Policiais-e-bombeiros-divulgam-nota-pela-liberdade-de-Lula.htm

CNBB desmonta reforma da Previdência: tentativa cruel de demolir direitos


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Nota assinada por Carlos Moura, da Comissão Brasileira Justiça e Paz da CNBB, diz que a reforma da Previdência do governo Bolsonaro "tem que ser firmemente denunciada, pois é a mais injusta e a mais cruel tentativa de demolição dos direitos dos trabalhadores e segurados"; texto também desmente os elogios à proposta divulgados pela mídia, afirmando que eles "não são verdadeiros quando dizem que esta Reforma é necessária para o país sair da crise econômica e que sem ela o atual modelo de seguridade social vai quebrar"

6 de Maio de 2019 às 17:40

247 - Em uma nota dura e importante, a Comissão Brasileira Justiça e Paz da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), representada pelo secretário-executivo Carlos Moura, desmonta a reforma da Previdência apresentada ao Congresso Nacional pelo governo Jair Bolsonaro e desmente argumentos propagados pelos meios de comunicação, como o de que a reforma é necessária para tirar o Brasil da crise.

"Os elogios à proposta divulgados pelos meios de comunicação não são verdadeiros quando dizem que esta Reforma é necessária para o país sair da crise econômica e que sem ela o atual modelo de seguridade social vai quebrar em pouco tempo. Isto é uma falsidade para angariar o nosso apoio. A verdade é outra. A reforma correta de que a Previdência precisa é exatamente o contrário desta que estão propondo", diz um trecho do texto.

"Esta reforma da Previdência tem que ser firmemente denunciada, pois é a mais injusta e a mais cruel tentativa de demolição dos direitos dos trabalhadores e segurados, garantidos na Constituição Federal", continua a nota.

A CNBB também já emitiu comunicados contra a reforma trabalhista, aprovada em 2017 pelo governo Michel Temer, e em defesa da democracia durante a campanha de Bolsonaro. A entidade passa por nova eleição da diretoria, onde a ala conservadora tenta ascensão.

Leia a íntegra da nota da CNBB sobre a reforma da Previdência:

CBJP e a PEC 06/2019: a retórica da reforma e a realidade da desigualdade social

“O Senhor ilumina os cegos, o Senhor levanta os abatidos,

o Senhor ama os justos,

O Senhor cuida dos migrantes, sustenta o órfão e a viúva,

confunde o caminho dos ímpios” (Salmos, 146 8-9)

A iníqua proposta de reforma da Previdência feita pelo Governo Federal, em tramitação na Câmara dos Deputados, é contra os interesses dos segurados e benéfica para empresas e para o sistema financeiro. 

Os elogios à proposta divulgados pelos meios de comunicação não são verdadeiros quando dizem que esta Reforma é necessária para o país sair da crise econômica e que sem ela o atual modelo de seguridade social vai quebrar em pouco tempo. Isto é uma falsidade para angariar o nosso apoio. A verdade é outra. A reforma correta de que a Previdência precisa é exatamente o contrário desta que estão propondo.

Esta reforma da Previdência tem que ser firmemente denunciada, pois é a mais injusta e a mais cruel tentativa de demolição dos direitos dos trabalhadores e segurados, garantidos na Constituição Federal. Se ela vier a ser aprovada, aqueles que hoje dependem do INSS e os que dele vierem a precisar amanhã, estarão sujeitos a se transformarem em indigentes, como já acontece em todos os países em que esta falsa reforma foi feita, como é o caso do Chile.

Ao contrário do que apregoam seus defensores, a proposta de emenda à Constituição nº 06/2019 “quebra” as contas públicas e aumenta as desigualdades. Quase todo o valor de 1 trilhão de reais, que segundo eles vai ser gerado, será retirado dos setores mais vulneráveis. Não apresentaram nenhum cálculo que comprovasse esta poupança, esconderam os estudos feitos.

A causa do chamado “déficit da previdência”, é, na verdade, decorrente dos desvios dos recursos da DRU, “Desvinculação de Receitas da União” e das injustificáveis dispensas de pagamento dos impostos, “desonerações”, sem as devidas contrapartidas sociais e decorrem ainda das milionárias dívidas das empresas para com o INSS que não são devidamente cobradas.

Diferentemente do que insinuam, a Previdência Social, que nas últimas décadas tornou-se um potente instrumento de diminuição das desigualdades e motor da “economia social”, eis que fortalece as economias locais, como tem sido reconhecido em estudos e em depoimentos de prefeitos e governadores, principalmente dos municípios menos desenvolvidos.

A PEC 06/2019 cria, sem nenhum fundamento, regras perversas de transição, obrigam os trabalhadores a contribuírem por muito mais tempo e, aqueles poucos que conseguirem se aposentar, receberão proventos menores do que os que hoje recebem. É uma verdadeira “quebra de contrato”.

As mulheres, os trabalhadores rurais, os idosos, os deficientes e os aposentados por invalidez serão penalizados pela malandragem de cálculos financeiros e pela esperteza contábil de tal reforma. Os homens e mulheres contribuintes deixam de ser pessoas e são transformados em números, servindo aos interesses do “mercado”, isto é, de uma economia desumana.

O Papa Francisco, ao refletir sobre a situação atual dos excluídos, principalmente idosos afirmou: “Em uma civilização em que não há lugar para os idosos ou são descartados porque criam problemas, esta sociedade leva consigo o vírus da morte”.

Assim como venderam a ilusão de que com a terceirização (lei nº13.429/2017), a aniquilação dos direitos trabalhistas, a PEC 95, os empregos, os salários e os investimentos privados voltariam, agora renovam as vãs promessas para aprovação desta reforma.

Ledo engano. O que se repete a cada crise, é o contrário: a fortuna dos ricos aumenta, na mesma medida em que aumenta a pobreza dos pobres. Essa repudiável realidade é usada para se alegar que a suposta crise, artificialmente gerada, para ser vencida, exige de “todos” muitos sacrifícios. Mas todos sabemos que quem paga no final a conta, são os mais desvalidos. As melhorias prometidas não chegam nunca. De crise em crise, quem lucra são os insaciáveis interesses financeiros.

A Comissão Brasileira Justiça e Paz, organismo vinculado à CNBB, reunida em Sessão Ordinária nos dias 26 e 27 de abril, cumpre seu dever de se colocar ao lado das forças sociais que defendem os interesses dos trabalhadores e segurados que resistem para impedir a retirada “dos pobres do orçamento e da Constituição”. Isto é a luta para impedir que se enfie o dinheiro dos impostos no bolso de poucos abastados. 

A Seguridade Social é um direito do cidadão e um dever do Estado, um projeto de nação e não um negócio de compra e venda!

A histórica manifestação unitária das centrais sindicais de 1º de maio teve a nossa solidariedade e queremos compartilhar de novas iniciativas que almejem impedir o desmonte da Previdência pública como maior conquista do povo brasileiro.

Brasília, 06 de maio de 2019

Carlos Moura

Comissão Brasileira Justiça e Paz da CNBB

Fonte: https://www.brasil247.com/pt/247/brasil/392504/CNBB-desmonta-reforma-da-Previd%C3%AAncia-tentativa-cruel-de-demolir-direitos.htm

NBB desmonta reforma da Previdência: tentativa cruel de demolir direitos


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Nota assinada por Carlos Moura, da Comissão Brasileira Justiça e Paz da CNBB, diz que a reforma da Previdência do governo Bolsonaro "tem que ser firmemente denunciada, pois é a mais injusta e a mais cruel tentativa de demolição dos direitos dos trabalhadores e segurados"; texto também desmente os elogios à proposta divulgados pela mídia, afirmando que eles "não são verdadeiros quando dizem que esta Reforma é necessária para o país sair da crise econômica e que sem ela o atual modelo de seguridade social vai quebrar"

6 de Maio de 2019 às 17:40

247 - Em uma nota dura e importante, a Comissão Brasileira Justiça e Paz da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), representada pelo secretário-executivo Carlos Moura, desmonta a reforma da Previdência apresentada ao Congresso Nacional pelo governo Jair Bolsonaro e desmente argumentos propagados pelos meios de comunicação, como o de que a reforma é necessária para tirar o Brasil da crise.

"Os elogios à proposta divulgados pelos meios de comunicação não são verdadeiros quando dizem que esta Reforma é necessária para o país sair da crise econômica e que sem ela o atual modelo de seguridade social vai quebrar em pouco tempo. Isto é uma falsidade para angariar o nosso apoio. A verdade é outra. A reforma correta de que a Previdência precisa é exatamente o contrário desta que estão propondo", diz um trecho do texto.

"Esta reforma da Previdência tem que ser firmemente denunciada, pois é a mais injusta e a mais cruel tentativa de demolição dos direitos dos trabalhadores e segurados, garantidos na Constituição Federal", continua a nota.

A CNBB também já emitiu comunicados contra a reforma trabalhista, aprovada em 2017 pelo governo Michel Temer, e em defesa da democracia durante a campanha de Bolsonaro. A entidade passa por nova eleição da diretoria, onde a ala conservadora tenta ascensão.

Leia a íntegra da nota da CNBB sobre a reforma da Previdência:

CBJP e a PEC 06/2019: a retórica da reforma e a realidade da desigualdade social

“O Senhor ilumina os cegos, o Senhor levanta os abatidos,

o Senhor ama os justos,

O Senhor cuida dos migrantes, sustenta o órfão e a viúva,

confunde o caminho dos ímpios” (Salmos, 146 8-9)

A iníqua proposta de reforma da Previdência feita pelo Governo Federal, em tramitação na Câmara dos Deputados, é contra os interesses dos segurados e benéfica para empresas e para o sistema financeiro. 

Os elogios à proposta divulgados pelos meios de comunicação não são verdadeiros quando dizem que esta Reforma é necessária para o país sair da crise econômica e que sem ela o atual modelo de seguridade social vai quebrar em pouco tempo. Isto é uma falsidade para angariar o nosso apoio. A verdade é outra. A reforma correta de que a Previdência precisa é exatamente o contrário desta que estão propondo.

Esta reforma da Previdência tem que ser firmemente denunciada, pois é a mais injusta e a mais cruel tentativa de demolição dos direitos dos trabalhadores e segurados, garantidos na Constituição Federal. Se ela vier a ser aprovada, aqueles que hoje dependem do INSS e os que dele vierem a precisar amanhã, estarão sujeitos a se transformarem em indigentes, como já acontece em todos os países em que esta falsa reforma foi feita, como é o caso do Chile.

Ao contrário do que apregoam seus defensores, a proposta de emenda à Constituição nº 06/2019 “quebra” as contas públicas e aumenta as desigualdades. Quase todo o valor de 1 trilhão de reais, que segundo eles vai ser gerado, será retirado dos setores mais vulneráveis. Não apresentaram nenhum cálculo que comprovasse esta poupança, esconderam os estudos feitos.

A causa do chamado “déficit da previdência”, é, na verdade, decorrente dos desvios dos recursos da DRU, “Desvinculação de Receitas da União” e das injustificáveis dispensas de pagamento dos impostos, “desonerações”, sem as devidas contrapartidas sociais e decorrem ainda das milionárias dívidas das empresas para com o INSS que não são devidamente cobradas.

Diferentemente do que insinuam, a Previdência Social, que nas últimas décadas tornou-se um potente instrumento de diminuição das desigualdades e motor da “economia social”, eis que fortalece as economias locais, como tem sido reconhecido em estudos e em depoimentos de prefeitos e governadores, principalmente dos municípios menos desenvolvidos.

A PEC 06/2019 cria, sem nenhum fundamento, regras perversas de transição, obrigam os trabalhadores a contribuírem por muito mais tempo e, aqueles poucos que conseguirem se aposentar, receberão proventos menores do que os que hoje recebem. É uma verdadeira “quebra de contrato”.

As mulheres, os trabalhadores rurais, os idosos, os deficientes e os aposentados por invalidez serão penalizados pela malandragem de cálculos financeiros e pela esperteza contábil de tal reforma. Os homens e mulheres contribuintes deixam de ser pessoas e são transformados em números, servindo aos interesses do “mercado”, isto é, de uma economia desumana.

O Papa Francisco, ao refletir sobre a situação atual dos excluídos, principalmente idosos afirmou: “Em uma civilização em que não há lugar para os idosos ou são descartados porque criam problemas, esta sociedade leva consigo o vírus da morte”.

Assim como venderam a ilusão de que com a terceirização (lei nº13.429/2017), a aniquilação dos direitos trabalhistas, a PEC 95, os empregos, os salários e os investimentos privados voltariam, agora renovam as vãs promessas para aprovação desta reforma.

Ledo engano. O que se repete a cada crise, é o contrário: a fortuna dos ricos aumenta, na mesma medida em que aumenta a pobreza dos pobres. Essa repudiável realidade é usada para se alegar que a suposta crise, artificialmente gerada, para ser vencida, exige de “todos” muitos sacrifícios. Mas todos sabemos que quem paga no final a conta, são os mais desvalidos. As melhorias prometidas não chegam nunca. De crise em crise, quem lucra são os insaciáveis interesses financeiros.

A Comissão Brasileira Justiça e Paz, organismo vinculado à CNBB, reunida em Sessão Ordinária nos dias 26 e 27 de abril, cumpre seu dever de se colocar ao lado das forças sociais que defendem os interesses dos trabalhadores e segurados que resistem para impedir a retirada “dos pobres do orçamento e da Constituição”. Isto é a luta para impedir que se enfie o dinheiro dos impostos no bolso de poucos abastados. 

A Seguridade Social é um direito do cidadão e um dever do Estado, um projeto de nação e não um negócio de compra e venda!

A histórica manifestação unitária das centrais sindicais de 1º de maio teve a nossa solidariedade e queremos compartilhar de novas iniciativas que almejem impedir o desmonte da Previdência pública como maior conquista do povo brasileiro.

Brasília, 06 de maio de 2019

Carlos Moura

Comissão Brasileira Justiça e Paz da CNBB

Fonte: https://www.brasil247.com/pt/247/brasil/392504/CNBB-desmonta-reforma-da-Previd%C3%AAncia-tentativa-cruel-de-demolir-direitos.htm

Bolsonaro defende fim dos radares em nome do 'prazer em dirigir'

 

Divulgação

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Presidente do país que tem o mais elevado índice de acidentes de trânsito do mundo, Jair Bolsonaro voltou a defender o fim dos radares nas estradas, para devolver ao povo brasileiro o "prazer em dirigir"; no programa, Silvio Santos também defendeu a chamada 'reforma da Previdência', que praticamente privatiza as aposentadorias no Brasil

6 de Maio de 2019 às 05:27

247 – "Sem mencionar estudos técnicos - exigidos pela Justiça há um mês - o presidente Jair Bolsonaro (PSL) voltou a defender a retirada de radares de velocidade no país sob o argumento de devolver ao povo brasileiro 'o prazer em dirigir'. As declarações foram veiculadas no Programa Silvio Santos, no SBT, na noite deste domingo (5)", informa reportagem de Guilherme Mazieiro, publicada no Uol.

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"Há um mês, a 5ª Vara Cível de Brasília determinou que o governo federal 'se abstenha de retirar radares das rodovias' e cobrou estudos que embasem o fim da instalação de novos medidores - intenção manifestada por Bolsonaro diversas vezes nos últimos meses e repetida hoje", lembra ainda o jornalista.

"As rodovias federais que têm radares instalados, quando expirar o prazo do contrato, não vamos renovar. No começo, quando decidimos isso, parte da mídia bateu em mim, disse que iria aumentar o número de acidentes e mortes. Bem, agora, nesse feriadão da semana Santa, diminuiu em 11% o número acidentes em rodovias e o número de mortes. Se tivesse aumentado, a culpa era minha. Como diminuiu, parte da imprensa não falou nada. E acho que estamos no caminho certo", disse Bolsonaro.

No programa, Silvio Santos também defendeu a chamada 'reforma da Previdência', que praticamente privatiza as aposentadorias no Brasil "Estou defendendo com raciocínio, se não reformar a Previdência, você não vai passar fome porque não vão deixar. Vão fazer dinheiro, vai começar inflação", disse o apresentador.

Fonte: https://www.brasil247.com/pt/247/brasil/392411/Bolsonaro-defende-fim-dos-radares-em-nome-do-'prazer-em-dirigir'.htm

Bolsonarismo instala a lei da selva: as mortes de 'bandidos' estão liberadas

 

Reprodução

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O bolsonarismo está implantando uma cultura de massacre aos pobres no país, numa escalada vertiginosa; acumulam-se episódios como o do governador Wilson Witzel que neste domingo apareceu nas redes sociais disparando de um helicóptero contra uma comunidade carente em Angra dos Reis (RJ), a convocação também no domingo do senador Major Olímpio para policiais "sentarem o dedo contra esses malditos", a licença para matar que Bolsonaro pretende conceder aos aos ruralistas e que Moro também quer conceder aos policiais com seu "pacote anticrime"; tudo reforça a sensação de que o Brasil governado pelo extrema-direita se transformou em uma terra sem lei

6 de Maio de 2019 às 09:44

247 - O bolsonarismo está implantando uma cultura de massacre aos pobres no país, numa escalada vertiginosa. Acumulam-se episódios como o do governador Wilson Witzel que neste domingo (5) apareceu nas redes sociais disparando de um helicóptero contra uma comunidade carente em Angra dos Reis (RJ), a convocação também no domingo do senador Major Olímpio para policiais "sentarem o dedo contra esses malditos", a licença para matar que Bolsonaro pretende conceder aos aos ruralistas e que Moro também quer conceder aos policiais com seu "pacote anticrime". Tudo reforça a sensação de que o Brasil governado pelo extrema-direita se transformou em uma terra sem lei.

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O governador do Rio de Janeiro Wilson Witzel (PSL) envolveu-se em mais uma operação com a polícia militar para "abater a bandidagem", como ele justificou.  Com esses pretexto, o governador e sua "equipe" dispararam dezenas de tiros contra comunidades carentes localizadas no município de Angra dos Reis (RJ). Na sequência ele foi se hospedar com a família no hotel de luxo Fasano, com diários de R$ 1.600,00 por pessoa.

"Segundo disse Witzel, o alvo era a 'bandidagem'. Não se informou se a Polícia buscava um, dois ou dez criminosos; se respondia a alguma agressão em particular; se era uma operação para instalar bases policiais naquelas comunidades, expulsando, então, os tais bandidos. Uma coisa é certa: as balas que se despejavam lá de cima não tinham como distinguir a carne preta e pobre de inocentes da carne preta e pobre de culpados. A única coisa que se tem de certo é que cumpria à carne preta e pobre, culpada ou não, tentar se proteger da expedição comandada pelo próprio governador", denunciou o jornalista Reinaldo Azevedo.

O ataque de Witzel aos mais pobres deixa juristas e defensores dos direitos humanos alarmados. "Witzel comete crime de lesa-humanidade", denunciou, em artigo, a jurista Carol Proner.

Bandido bom é bandido morto

Em São Paulo, a carnificina aos mais vulneráveis tem como porta voz oficial o senador Major Olímpio (PSL) que, assim como Witzel, também é discípulo fervoroso do Bolsonarismo e da Rota, elite da PM paulista, que já causou inúmeras chacinas em comunidades.

Em um vídeo compartilhado neste fim de semana, o parlamentar destaca a morte de dois policiais da Rota no último final de semana e convoca "policiais civis, federais, rodoviários, militares, guardas municipais a redobrar a atenção, a cautela, redobrem a munição e sentem o dedo nesses malditos". Quem dá tiro na polícia para matar tem mais é que morrer". "Se tiver que chorar, vai chorar é a mãe do bandido", diz ele

Apesar do discurso caloroso, Olímpio omite dados importante: seis a cada dez mortos pela polícia paulista são negros, segundo informa o Segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. A nível nacional, o País teve 5.012 mortes cometidas por policiais na ativa em 2017, como apontou o levantamento parte do Monitor da Violência. No entanto,  Bolsonaro e sua trupe segue ignorando dados importantes sobre a segurança pública.

Bolsonaro e Moro: licença para matar

No núcleo duro do governo federal, Bolsonaro e o ministro da Justiça, Sérgio Moro seguem firmes para também aumentar as taxas de homicídos contra a população mais vulnerável. Na semana passada, Bolsonaro declarou oficialmente que irá conceder uma "licença para matar" aos latifundiários que tiverem, em um futuro, suas terras ocupadas por movimentos sociais.

"A autorização para se iniciar um genocídio contra os sem-terra é a face cavernosa e carcomida de um governo autoritário e inconsequente. O que o seu chefe deseja é dar aos pistoleiros a serviço dos latifundiários o mesmo poder que Moro está querendo dar aos policiais quando subirem os morros do Rio de Janeiro, por exemplo. Nos dois casos, os alvos da licença para o abate são os pobres", denunciou o jornalista Givandro Filho, em artigo.

Moro, que a cada diz decepciona mais os seus fãs, segue na mesma linha de seu chefe e seu pacote anticrime nada mais é que dar mais poder aos policiais "matarem em nome da lei", pois irá ampliar a legítima defesa para homicídios cometidos no trabalho.

As propostas de alteração para legítima defesa, nos artigos 23 e 25 do Código Penal, possibilitam que, em caso de homicídios, a Justiça possa reduzir a pena pela metade ou até deixar de aplicar a punição caso a morte  tenha sido motivada por “escusável medo, surpresa ou violenta emoção”.

Na prática é a licença para matar em um país que já possui elevadas taxas de homicídios sem respostas. Especialistas e líderanças dos movimentos sociais criticam duramente a proposta de Moro.



Fonte: https://www.brasil247.com/pt/247/brasil/392436/Bolsonarismo-instala-a-lei-da-selva-as-mortes-de-'bandidos'-est%C3%A3o-liberadas.htm

domingo, 5 de maio de 2019

Dino ironiza Bolsonaro: quer gerar mais empregos em cemitérios?

Valter Campanato/Agência Brasil

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O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), ironizou o presidente Jair Bolsonaro, após o chefe do Planalto dizer que assinará na próxima terça-feira (7) um decreto permitindo que colecionadores, atiradores e caçadores transportem armas carregadas; "Quantos empregos serão gerados com essa medida ? Será que a ideia é gerar mais empregos em cemitérios?", questionou

5 de Maio de 2019 às 19:35

247 - O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB) ironizou o presidente Jair Bolsonaro, após o chefe do Planalto dizer que assinará na próxima terça-feira (7) um decreto permitindo que colecionadores, atiradores e caçadores transportem armas carregadas.

"Quantos empregos serão gerados com essa medida ? Será que a ideia é gerar mais empregos em cemitérios?", questionou o chefe do Executivo maranhense no Twitter.

Ao deixar o Palácio da Alvarada, Bolsonaro afirmou: "Vou assinar na terça-feira, às 16h. CAC não vai ter quantidade de munição. Vai poder transportar arma municiada, quebrando o monopólio também".

O arsenal e a concessão de registros para caçadores, atiradores e colecionadores de armas de fogo aumentaram 879% no período, ao passar de 8.988, em 2014, para 87.989, em 2018. Atualmente, há 255.402 licenças ativas no Brasil. O número de armas nas mãos desse grupo foi de 227.242 para 350.683 unidades, um crescimento de 54%.

Fonte https://www.brasil247.com/pt/247/nordeste/392400/Dino-ironiza-Bolsonaro-quer-gerar-mais-empregos-em-cemit%C3%A9rios.htm

Democratizar a mídia é a batalha decisiva no Brasil

 Ricardo Stuckert

A censura da RedeTV à entrevista feita pelo jornalista Kennedy Alencar com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva mostra, mais uma vez, que a democratização da mídia é a batalha decisiva no Brasil, que virou uma câmara de gás no campo da informação. A mídia corporativa diz sempre as mesmas coisas, repete sempre os mesmos pontos de vista.

“Consensos”, como o da reforma da Previdência, são sempre fabricados pelos grupos de interesse - em geral, do sistema financeiro - que tentam controlar a agenda pública no País e ditar o que se deve ou não dizer.

A nota da RedeTV é simplesmente ridícula. A empresa diz que pediu ao Supremo Tribunal Federal a entrevista com Lula apenas no âmbito de um projeto da BBC, que não precisa de intermediários no Brasil.

As entrevistas de Lula aos jornalistas Florestan Fernandes Júnior e Mônica Bergamo renderam milhões de visualizações à Folha e ao El Pais. Portanto, geraram inscritos e monetização para os seus canais.

Se a RedeTV decidiu se autocensurar, a decisão provavelmente foi tomada porque alguém (será o governo???) pagou mais. A mídia corporativa não rasga dinheiro.

Fonte: https://www.brasil247.com/pt/blog/leonardoattuch/392356/Democratizar-a-m%C3%ADdia-%C3%A9-a-batalha-decisiva-no-Brasil.htm

Israel e Gaza se trancam em uma guerra de atrito


Israel opta por guerra militar de atrito contra a agressão de foguetes do Hamas / Jihad

Na manhã de domingo, 5 de maio, era evidente que a frente terrorista do Hamas / Jihad e as FDI estavam trancadas em um confronto “quem pisca primeiro”. Os palestinos não mostraram inclinação para acabar com sua ofensiva depois de disparar 430 foguetes contra civis israelenses em menos de 24 horas e a IDF, depois de atingir os 200 redutos terroristas do Hamas e da Jihad na Faixa de Gaza, estava se preparando para uma longa guerra de atrito.

Uma forte declaração do porta-voz das IDF confirmou esta conclusão: "A IDF não reconhece - e não está envolvida em - qualquer cessar-fogo", disse ele no domingo em resposta aos rumores disseminados de Gaza sobre um acordo de cessar-fogo iminente através do Cairo. Sublinhando este ponto, ele anunciou a transferência da 7ª Brigada Blindada da IDF para o setor de Gaza, indicando preparações para incursões da IDF na Faixa de Gaza para ataques rápidos em baterias de foguete e suas equipes de comando. O porta-voz militar israelense acrescentou: "O exército está se preparando para o confronto em curso para continuar nos próximos dias".

Os estrategistas do Hamas e da Jihad certamente não serão lentos em responder a esse novo desafio ao estender ainda mais seus alvos de foguetes, muito provavelmente até as cidades do centro de Israel, incluindo Tel Aviv. No entanto, se a IDF distribuir seus vastos recursos em estágios inteligentes e mensuráveis, nem a organização terrorista nem seus estoques de foguetes poderão resistir por muito tempo.

Seu primeiro erro foi fazer com que o primeiro-ministro Binyamin Netanyahu e o tenente-general do IDF, Aviv Kochavi, corressem para o Cairo com um apelo para que cessassem a barragem sem que Israel fosse forçado a uma operação militar importante e dispendiosa. Só que desta vez, eles ficaram perplexos ao descobrir que Israel não estava apenas resistindo - ataque aéreo por foguete -, mas preparando-se para uma primeira operação prolongada para reduzir as capacidades dos grupos terroristas, peça por peça.

Não há como dizer quanto tempo levará para que esta operação traga resultados ou o preço de baixas, danos à propriedade e interrupções em importantes cidades israelenses. As comunidades adjacentes à Faixa de Gaza, que sofreram ataques terroristas por mais de uma década e dizem estar prontas para pagar o preço pelo fechamento garantido, sofreram a primeira fatalidade da rodada atual: Moshe Agadi, 58, pai de quatro filhos, foi morto por um foguete que atingiu sua casa em Ashkelon no início de domingo.

Uma prolongada guerra de atrito por parte de Israel enfrenta mais de uma incerteza: os aliados das organizações terroristas palestinas - Irã, Hezbollah e as várias milícias servindo além das fronteiras do norte da Síria e Líbano - podem decidir em algum momento tomar parte no conflito ..

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Fonte: https://undhorizontenews2.blogspot.com/

A situação insustentável da Turquia na NATO


5 de maio de 2019

Turquia, membro da OTAN, pede à Rússia que se junte a um ataque contra os EUA na sequência da confirmação, o Ministro da Defesa britânico tentou iniciar a Terceira Guerra Mundial

Temeroso de contemplar o novo relatório do Conselho de Segurança (CS) circulando hoje no Kremlin, afirma que a Turquia, membro da OTAN, solicitou a forças de combate russas que se juntassem a eles nas preparações de ataque contra as forças apoiadas pelos EUA na Síria - uma medida que ocorre durante uma semana. Toda a aliança militar ocidental foi perturbada pela demissão do ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, pela primeira-ministra Theresa May, que rapidamente proibiu qualquer investigação criminal sobre sua demissão - e foi um disparo vindo dias depois de Williamson ter embarcado no HMS Vigilant - um dos quatro submarinos britânicos. que carregam mísseis balísticos nucleares Trident - parecendo aos seus oficiais e tripulação "quase um tanto maníacos" alertando-os sobre uma "ameaça de segurança desconhecida e desconhecida que enfrenta sua nação" e declarando "sempre partimos do pressuposto de que estamos sempre sob ataque" - uma ação mentalmente instável que o Ministério da Defesa (MoD) advertiu poderia ser a tentativa de Williamson de lançar um primeiro ataque nuclear contra A Rússia para encobrir seus crimes no golpe contra o presidente Trump - e foi uma análise confirmada algumas horas atrás, quando se descobriu que May, de fato, demitiu Williamson sobre seus temores de que ele iria começar uma guerra - e foi devido a ela recusando-se a autorizar a permitir que Williamson implantasse seus países com submarinos carregados com armas nucleares - uma recusa que levou o obviamente insano Williamson a escrever em suas notas oficiais "foda-se a primeira-ministra". [Nota: Algumas palavras e / ou frases que aparecem entre aspas neste relatório são aproximações em inglês de palavras / frases em russo que não possuem uma correspondência exata.]

O ministro britânico da Defesa, Gavin Williamson (à esquerda), demitido da igualmente premiada primeira-ministra britânica, Theresa May (à direita)



Segundo esse relatório, a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) é a aliança militar ocidental cujos dois 29 estados membros mais poderosos são os Estados Unidos - com 2,2 milhões de soldados disponíveis - e a Turquia - que tem quase 900.000 -, mas ambos que agora chegaram ao ponto de "nenhum compromisso" e estão se aproximando do conflito direto sobre as forças militares curdas americanas na Síria - a quem a Turquia rotulou com firmeza e inequivocamente terroristas internacionais e a maior ameaça que seu país enfrenta.


Por quase 20 anos, este relatório continua, nenhuma nação da OTAN sofreu mais devido à guerra global contínua dos EUA do que a Turquia - e é devido a ser a nação fronteiriça do Iraque e da Síria cujas guerras os EUA as inundaram com dezenas de milhões de refugiados - além de serem uma nação fronteiriça para o Irã e a Rússia, contra os quais o Ocidente continua ameaçando - e contra quem, em 2016, o governo Obama lançou uma tentativa fracassada de golpe contra a Turquia quando começou a se rebelar abertamente contra a loucura e destrutividade destes senhores da guerra dos EUA.

O fracasso desta tentativa ilegal e vergonhosa de golpe contra a Turquia, disse que os serviços de inteligência russos avisaram o presidente Erdogan sobre isso de antemão - o que, por sua vez, levou a Turquia a comprar o tremendamente poderoso  sistema de mísseis antiaéreo S-400 antissatélites da Rússia para se proteger de seus próprios aliados da OTAN - uma compra que a Turquia disse aos Estados Unidos no mês passado foi um "acordo fechado" e não será cancelada - o que fez com que os EUA ameaçassem a Turquia - e que a Turquia respondeu, apenas algumas horas atrás, dizendo aos EUA que "nunca se curvarão às suas sanções".

A ameaça exata de sanções contra os americanos pela Turquia, explica o relatório, envolve a família Lockheed Martin F-35 Lightning II de caças monomotores e multifuncionais furtivos para todos os climas, que custam mais de US $ 80 milhões por peça a produção de peças está espalhada em numerosas nações da OTAN que incluem a Turquia - mas o Pentágono na semana passada disse estar se preparando para acabar com a participação da Turquia nisso - e isso agora abre a porta para a Turquia aceitar a oferta da Rússia de comprar Sukhoi Su- O caça a jato multifuncional de quinta geração, multifuncional, de assento único e bimotor - que, além de manter uma vantagem considerável sobre o F-35 no ar - custa apenas US $ 50 milhões por peça.

O maior medo, tanto dos Estados Unidos quanto de seus outros aliados da OTAN sobre a Turquia, com o poderoso sistema de mísseis S-400 da Rússia, e ao mesmo tempo produzir peças para o F-35, observa o relatório, é que o S-400 é especificamente projetado para atingir e destruir aeronaves de combate furtivas dos EUA - e o conhecimento avançado da Turquia sobre as capacidades do F-35 pode então ser transferido para o refinamento do sistema de mísseis S-400.

Com o sistema de mísseis S-400 sendo, portanto, incompatível (para dizer o mínimo) com as capacidades de defesa da OTAN e uma ameaça direta ao F-35, a proposta da Rússia de permitir que a Turquia compre o Su-57 também inclui compensações industriais, produção local e até transferências de tecnologia - e, se aceitas pela Turquia, a veriam deixando a OTAN para sempre, e tomando para si uma das forças armadas mais poderosas.

Entre as inúmeras razões que empurram a Turquia para fora da OTAN, este relatório detalha mais: as ameaças americanas de sancionar qualquer nação que compre petróleo ou faça comércio com o Irã - uma ameaça que a Turquia absolutamente se recusa a aceitar antes - e por sua recusa em fazê-lo agora vê os EUA movendo as forças militares  curdas  aliadas para mais perto da fronteira com a Síria - e quem, nos últimos dias, atacou e matou pelo menos 4 soldados turcos e feriu vários outros - estimulando o pedido da Turquia à Rússia para se juntar a eles contra os americanos com força militar antes, como o Ministério das Relações Exteriores avisou, os EUA usam esses separatistas curdos na Síria para cumprir seus planos de uma presença de longo prazo lá, a fim de minar as conquistas do formato de paz do Processo  de Astana - que é o esforço internacional para finalmente acabar com o derramamento de sangue desnecessário na Síria.

Para quem nos Estados Unidos seria tão perturbado a ponto de querer destruir o Processo Astana, no entanto, este relatório explica, é a principal razão pela qual a Turquia quer sair da OTAN o mais rápido possível - como a destruição total deste processo de paz acender uma guerra cujas dimensões poderiam se tornar globais em questão de horas - e sob o Artigo 5 do tratado da OTAN veria, com certeza, a circunstância bizarra de a Turquia se envolver em uma guerra que não tem nada a ver, mesmo tendo que declarar guerra em si - e que agora ddispensou o ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, que  na verdade tentou acender.

Quem é que a OTAN defenderá quando os seus próprios membros, Turquia e América, entram em guerra uns com os outros?



Mais extraordinário notar neste relatório do Conselho de Segurança, porém, é a sua seção de conclusão - onde detalha uma troca entre o Presidente Putin e a Presidente do Senado Valentina Matviyenko - ambos concordaram que o Presidente Trump está trabalhando secretamente para forçar a Turquia a sair da OTAN para que ele possa retirar os Estados Unidos desta aliança militar ocidental, como recentemente revelou conversas privadas de sua confirmação - e é por isso que, além da Rússia acumulando um dos maiores estoques de ouro do mundo, enquanto derramando cada dólar dos EUA e o Kremlin está firmemente atrás do mundialmente famoso  Instituto Internacional de Pesquisas para a Paz de Estocolmo (SIPRI) avaliou que, devido ao complexo industrial-militar dos EUA, “muito dinheiro é investido em guerras” - e cuja avaliação a Rússia rapidamente reduziu seus gastos com defesa ao ponto de abandonar a guerra  dos 5 maiores gastadores militares do mundo - e cujo poder militar, pelo menos por enquanto, foi substituído pela esperança do Presidente Trump DE poder realmente tornar nosso mundo um lugar mais seguro, se a  ele é permitido a isso.

WhatDoesItMean.Com.

Fonte: https://undhorizontenews2.blogspot.com/

sábado, 4 de maio de 2019

A escalada de ataques à Israel aumenta


Israel foi atingido por explosões de 320 foguetes de Gaza em 13 horas. IDF atinge 120 alvos

O sul de Israel sofreu uma explosão contínua de foguetes palestinos desde Gaza durante todo o dia de sábado, 4 de maio e até tarde da noite. Por volta da meia-noite, mais de 320 foguetes atingiram alvos cada vez mais amplos do sudeste de Israel, dos quais as baterias da Iron Dome interceptaram mais de 60 antes de explodirem em áreas povoadas. As FDI realizaram ataques aéreos ininterruptos contra cerca de 120 alvos do Hamas e da Jihad Islâmica na Faixa de Gaza, matando cerca de cinco palestinos, mas sem parar o lançamento de foguetes. Os ataques israelenses incluíram um novo túnel terrorista da Jihad em Rafah, a 20 metros de profundidade, e um prédio de seis andares na Cidade de Gaza, que abrigava os escritórios do braço de inteligência do Hamas.

O Hamas ameaçou responder enviando foguetes contra Beersheba, enquanto a Jihad disse que está pronta para bombardear Tel Aviv e o principal aeroporto internacional de Israel em Lod. Durante o dia, a inteligência egípcia tentou negociar um cessar-fogo - sem efeito. O IDF Home Command decidiu entretanto fechar as escolas no domingo em todas as patas do sul de Israel, incluindo as cidades importantes de Berseba, Ashkelon, Netivot, Ofakim, Kiryat Gat, Ashdod e Kiryat Malachi - até o ponto mais ao norte de Gaza, Gan Yavne . Mais de um milhão de moradores foram aconselhados a ficar perto de áreas protegidas até que a emergência acabasse. As duas diretrizes, que as obrigam a ficar em casa, atrapalham a vida da maioria dessas comunidades.

DEBKAfile relatou anteriormente.

Golpes diretos em suas casas feriram gravemente uma mulher de 80 anos em Kiryat Gat e um homem em Ashkelon, quando os palestinos, mais de uma hora depois de disparar mais de 100 foguetes contra Israel no sábado 4 de maio, ampliaram seu alcance para a região de Lachish. (59 km NE de Gaza) - tendo como alvo as cidades de Kiryat Malachi e Kiryat Gat - e ainda mais a nordeste de Bet Shemesh (77 km de distância) nas colinas de Jerusalém. Várias outras pessoas foram feridas por estilhaços e choque. No meio da tarde, os palestinos haviam disparado pelo menos 160 foguetes contra Israel e não havia sinais de que sua ofensiva estivesse diminuindo. Golpes diretos contra foguetes entrantes pelas baterias Dome impediram baixas em massa e grandes danos.

Enquanto os foguetes palestinos mantinham centenas de milhares de israelenses confinados em abrigos, eles foram informados que o major-general Aviv Kochavi estava cercado por altos comandantes e autoridades de segurança para consultas sobre os próximos passos de Israel, no final do qual eles ser acompanhado pelo primeiro-ministro e ministro da Defesa, Binyamin Netanyahu. A julgar pelo desempenho passado, o governo e o alto comando da IDF esperam que os contatos diplomáticos com o Egito ponham fim ao ataque palestino de foguetes contra a população israelense, sem o recurso da IDF a uma operação militar em grande escala contra Gaza. Esses contatos estão em andamento há mais de um ano, desde que o Hamas lançou violentos protestos na Marcha de Retorno na fronteira entre Gaza e Israel, sem nenhum resultado prático - além do esforço infrutífero de mediação do Cairo por uma trégua de longo prazo que nunca se concretizou.

Nesse ínterim, os terroristas palestinos aperfeiçoaram suas habilidades e aprimoraram suas forças para milícias regulares e ganharam confiança arrogante. Na tarde de sábado, o Hamas se gabou de que seus próximos ataques atingiriam o aeroporto internacional Ben Gurion, a cidade nuclear de Dimona, o porto de Ashdod e as refinarias de petróleo de Haifa. Enquanto a Jihad estava de olho no concurso da Eurovisão que acontecerá em Tel Aviv em 13 de abril.

Apenas na semana passada, autoridades do IDF tentaram apresentar os governantes do Hamas na Faixa de Gaza como um esforço para chegar a uma trégua com Israel, exceto que a radical Jihad islâmica continuou colocando raios na roda ao lançar foguetes de longo alcance contra Israel. civis. Esta imagem falsa foi exposta em 29 de abril, quando o Hamas lançou um foguete de longo alcance no maior porto de Israel em Ashdod. E a pesada enxurrada de foguetes no sábado finalmente abateu esse pretexto quando se descobriu que a quantidade de mísseis apontados para um amplo espectro de alvos civis estava sendo lançada e orquestrada sob as ordens de uma sala de guerra conjunta que o Hamas e a Jihad estabeleceram na cidade. Faixa de Gaza. Como é que as IDF e seus braços de inteligência foram pegos cochilando no sábado?

Também vale a pena notar que a IDF não fez nenhum esforço sério para acabar com a pesada barragem de foguetes na fonte, mesmo após o sul de Israel ter sido agredido por seis horas ou mais. Enquanto isso, os vizinhos mais próximos de Gaza e as cidades de Rehovot, Sderot, Ashdod, Ashkelon, Netivot e Ofakim estavam em alta preparação após a primeira onda de 100 foguetes, a maioria dos quais foi abatida por baterias Iron Dome. Posteriormente, o Comando Nacional ordenou que os conselhos locais abrissem abrigos públicos, eventos públicos, incluindo dois jogos de futebol, cancelaram, os fazendeiros foram orientados a ficar longe de seus campos e a todos os moradores para ficarem perto de áreas protegidas.

Finalmente, no sábado à noite, a palavra oficial veio do escritório do primeiro-ministro e do comando das IDF, com pouco conforto para a população espancada. As FDI decidiram fechar os portões de Erez e Kerem Shalom na Faixa de Gaza até novo aviso e fechar as águas de Gaza à pesca palestina. Além disso, o primeiro-ministro decidiu convocar o gabinete de segurança para a sessão - mas não antes de domingo.

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Postado por Um novo Despertar às 17:41 Nenhum comentário:

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Marcadores: Israel x Gaza

Aumenta a tensão entre Israel e Gaza

Mais de 100 foguetes palestinos disparados de forma violenta de Gaza

Dezenas de locais israelenses ao norte, sul e leste da Faixa de Gaza foram alertados na manhã de sábado, 4 de abril, para uma pesada enxurrada de foguetes de Gaza. O IDF relatou várias interceptações por baterias Iron Dome e nenhuma vítima. Além dos locais de “costura” de Gaza, as cidades de Rehovot, Sderot, Ashdot e Ashkelon foram atacadas.

A IDF retaliou com fogo no tanque em um posto de vigia do Hamas e um ataque da IAF às posições do Hamas na Faixa de Gaza. O incidente ainda está em andamento. O primeiro-ministro e ministro da Defesa, Binyamin Netanyahu, convocou uma conferência de segurança de emergência em Hakiyra, em Tel Aviv, para o próximo sábado.

A escalada contínua seguiu o tiroteio palestino contra as tropas israelenses no curso da perturbação regular de sexta-feira na fronteira de Gaza, na qual dois soldados ficaram feridos. A IDF retaliou com fogo no tanque e um ataque aéreo em um complexo palestino do Hamas, matando dois de seus ativistas. Outros dois morreram no curso da perturbação na fronteira. No início de sábado, a IDF fechou estradas, parques e praias nas proximidades da Faixa de Gaza para acesso civil.

em desenvolvimento…


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