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quinta-feira, 18 de agosto de 2022

O que a Rússia já destruiu das forças armadas da Ucrânia

No total, 267 aviões ucranianos e 148 helicópteros, 1.757 veículos aéreos não tripulados, 366 sistemas de mísseis antiaéreos, 4.340 tanques e outros veículos blindados de combate, 800 sistemas de foguetes de lançamento múltiplo, 3.312 artilharias de campanha e morteiros, e 4.938 unidades de veículos militares especiais foram destruídos durante a operação.

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Fonte: https://web.telegram.org/k/#@SputnikBrasil

sábado, 18 de junho de 2022

Mercenários norte-americanos 'desaparecidos' em Donbass falam com emissora russa

21:56 17.06.2022

Veículos de combate de infantaria Marder durante treinamento com forças dos EUA, Geórgia e Ucrânia no polígono Vaziani, Geórgia, 6 de agosto de 2018 - Sputnik Brasil, 1920, 17.06.2022

© Foto / Domínio público / Exército dos EUA na Europa

Após a Casa Branca confirmar que dois mercenários norte-americanos, que lutaram ao lado de forças ucranianas ao norte de Carcóvia, estão desaparecidos há quase uma semana, ambos falaram nesta sexta-feira (17) com a imprensa russa.

Os temores de Washington a respeito de Alexander John-Robert Drueke e Andy Tai Ngoc Huynh foram confirmados. Na última quarta-feira (15), a CNN informou que a Casa Branca confirmou que os dois estavam desaparecidos.

Eles de fato foram capturados pelas forças russas, conforme relataram à emissora RT, depois de serem abandonados por seus comandantes ucranianos em uma batalha em Donbass. Alegando desorganização e incompetência nas forças armadas ucranianas, os dois veteranos disseram a colegas estrangeiros para ficarem em casa.

Alexander Drueke e Andy Huynh falaram com imprensa russa de um centro de detenção na República Popular de Donbass. A imprensa norte-americana informou que eles foram os primeiros cidadãos americanos capturados enquanto lutavam pela Ucrânia.

Drueke serviu duas vezes com o Exército dos EUA no Iraque, enquanto Huynh trabalhava na logística do Corpo de Fuzileiros Navais em Okinawa, no Japão.

Soldados da República Popular de Lugansk (RPL) inspecionam área de posto de controle na região de Carcóvia, Ucrânia - Sputnik Brasil, 1920, 15.06.2022

Panorama internacional

Casa Branca confirma que 2 mercenários americanos estão desaparecidos na Ucrânia

15 de junho, 19:39

Eles foram capturados poucas horas depois de serem enviados para as linhas de frente perto da Carcóvia, na semana passada. Sob o comando da polícia secreta da Ucrânia, Huynh disse que a dupla foi designada para cobrir uma retirada ucraniana.

"Fomos instruídos a permanecer em um pequeno mirante", lembrou Huynh, descrevendo como ele estava armado com um rifle CZ tcheco e um lançador de granadas de propulsão por foguete (RPG).

Ele relatou que as colunas de ucranianas recuaram, seguidas por veículos blindados e um tanque pertencente à Rússia ou à RPD. Com a fuga das tropas ucranianas, Huynh e Drueke "se esconderam" em um espécie de trincheira, enquanto veículos russos patrulhavam a região.

"Inicialmente, deveríamos fazer [reconhecimento] com drones", disse Drueke. "Mas, quando chegamos ao nosso local, havia uma espécie de batalha em andamento. Nossos planos mudaram… E um companheiro de equipe e eu fomos deixados na floresta", afirmou.

Carro com residentes de Mariupol, na República Popular de Donetsk (RPD), deixa a cidade, em 24 de fevereiro de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 09.06.2022

Panorama internacional

Mercenário britânico condenado na RPD diz que foi 'enganado' pela mídia ocidental

9 de junho, 16:17

Os americanos conseguiram ainda caminhar por uma floresta por várias horas. Drueke disse que eles se perderam e chegaram em uma vila. "Fomos abordados por uma patrulha russa e imediatamente nos rendemos a eles", comentou.

Ainda não se sabe qual será o futuro de Drueke e Huynh. Na semana passada, a República Popular de Donetsk condenou à morte três combatentes estrangeiros capturados durante a batalha por Mariupol, incluindo dois britânicos.

Por serem mercenários, eles perderam os privilégios que os prisioneiros de guerra regulares teriam sob o direito internacional.

Drueke e Huynh disseram que tiveram um tratamento justo nas mãos de seus captores russos, descrevendo como as tropas russas lhes deram comida, cobertores quentes e cigarros.

Tanque das Forças Armadas da Rússia durante combates em Lugansk, 29 de maio de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 13.06.2022

Panorama internacional

Destruída base temporária de mercenários estrangeiros em Donbass, diz MD russo

13 de junho, 05:48

Huynh ainda disse que viajou para a Ucrânia em abril, e logo fez contatos na "Legião Internacional". Depois de ingressar nas fileiras, ele deixou as tropas citando corrupção e desorganização.

"Os comandantes eram muito corruptos e as tropas estavam muito mal preparadas e abastecidas", disse ele.

Ambos viajaram pelo país em busca de uma unidade mais competente para se juntar, antes de terminarem na chamada "Task Force Baguette", no leste da Ucrânia, uma unidade mercenária estrangeira composta principalmente por veteranos americanos e franceses.

Segundo dados russos, 6.956 cidadãos estrangeiros de 64 países chegaram à Ucrânia desde fevereiro para lutar por Kiev. Cerca de 1.956 deles foram mortos, enquanto 1.779 deixaram o país, informou o Ministério da Defesa russo na sexta-feira (17).

Fonte: https://br.sputniknews.com/20220617/mercenarios-norte-americanos-desaparecidos-em-donbass-falam-com-emissora-russa-23151807.html

quinta-feira, 9 de junho de 2022

EUA e Reino Unido recrutam mercenários para Ucrânia, diz MRE russo

06:42 08.06.2022

Os mercenários norte-americanos - Sputnik Brasil, 1920, 08.06.2022

© AP Photo / Hani Mohammed

O Ministério das Relações Exteriores da Rússia afirmou que empresas de defesa privadas dos EUA e Reino Unido selecionam mercenários a serem enviados à Ucrânia.

O MRE russo também informou que Kiev continua recrutando mercenários estrangeiros, sendo a maioria deles refugiados afegãos e combatentes do Estado Islâmico (grupo terrorista proibido na Rússia e em outros países).

"Para completar as fileiras cada vez mais rarefeitas das Forças Armadas ucranianas, o regime de Kiev continua recrutando mercenários estrangeiros. De acordo com informações do Ministério da Defesa da Rússia, já foram recrutados mais de 6,5 mil 'soldados da sorte', como eles chamam, vindos do exterior – dos EUA, Reino Unido, Israel, Polônia, Canadá e República Tcheca", declarou.

O MRE russo destacou que tem até mesmo brasileiros e sul-coreanos sendo recrutados para combater na Ucrânia.

"Tem até brasileiros e sul-coreanos. No início de junho, o número de mercenários estrangeiros caiu quase para metade. Alguns morreram, outros pensaram melhor, também houve alguns que voltaram para casa e outros que foram capturados. Mesmo assim, o recrutamento de mercenários, conhecidos como 'voluntários', não diminui. A maioria dos recrutados são refugiados afegãos e, o que também é sintomático, os que fugiram do Estado Islâmico na Síria", destacou.

Desde o início de fevereiro de 2022, militares das repúblicas populares de Donetsk (RPD) e Lugansk (RPL) relataram repetidamente a chegada de instrutores e mercenários do exterior, inclusive do Reino Unido, à região de Donbass.

Soldado do batalhão Vostok da Milícia Popular de Donetsk contorna o território da fábrica de Azovstal, em Mariupol, 21 de maio de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 06.06.2022

Panorama internacional

Mercenários britânicos podem enfrentar pena capital, diz RPD

6 de junho, 16:17

Além disso, os correspondentes da Sputnik encontraram documentos nas áreas libertadas de Donbass que atestam a participação de militares britânicos no treinamento de tropas ucranianas e batalhões nacionais.

Por meio de diversos pronunciamentos nos últimos meses, Moscou lembrou a esses estrangeiros que, como mercenários, eles não têm o status de combatentes sob o direito internacional.

Fonte: https://br.sputniknews.com/20220608/eua-e-reino-unido-recrutaram-mercenarios-para-ucrania-diz-mre-russo-22977936.html

segunda-feira, 25 de abril de 2022

Risco de guerra nuclear é real e não pode ser subestimado, diz Lavrov

17:02 25.04.2022

O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, participa de reunião com seu equivalente armênio, o chanceler Ararat Mirzoyan, em Moscou, 8 de abril de 2022. - Sputnik Brasil, 1920, 25.04.2022

© Sputnik / Assessoria de Imprensa do Ministério das Relações Exteriores da Rússia

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O chanceler russo, Sergei Lavrov, alertou nesta segunda-feira (25) que o risco de guerra nuclear é real e não pode ser subestimado. O chefe da diplomacia russa também criticou o incentivo à russofobia por parte de lideranças internacionais e a expansão da OTAN em direção à China.

Em entrevista à emissora russa Channel 1, Lavrov disse que a expansão da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) serve para ampliar o poder dos Estados Unidos.

"Quando eles [OTAN] aceitaram Montenegro, Macedônia do Norte e Albânia, como podem fortalecer a segurança da aliança militar ocidental se essa é uma aliança defensiva? Isso mostra que a OTAN não busca objetivos estatutários, mas a criação de território sob comando dos EUA, em linha com a tentativa de perpetuar o mesmo mundo unipolar", afirmou o chanceler.

Lavrov também afirmou que o Kremlin acredita que as posições da Ucrânia são decididas pelas lideranças ocidentais.

"Assim como antes, muitos de nós estamos convencidos de que a posição real da Ucrânia é determinada em Washington, Londres e outras capitais do Ocidente. Portanto, dizem nossos cientistas políticos, por que falar com o gabinete de [Vladimir] Zelensky? É preciso falar com os norte-americanos, e é necessário negociar com eles, chegar a um acordo com eles. Porém, nós continuamos negociando com a equipe de Zelensky e esses contatos continuarão", acrescentou o diplomata.

Sergei Lavrov, ministro das Relações Exteriores russo, participa de reunião diplomática em Moscou, Rússia, foto publicada em 4 de abril de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 25.04.2022

Sergei Lavrov, ministro das Relações Exteriores russo, participa de reunião diplomática em Moscou, Rússia, foto publicada em 4 de abril de 2022

© Sputnik / Serviço de imprensa do Ministério das Relações Exteriores da Rússia

Risco de conflito nuclear é estimulado de forma artificial

O risco de guerra nuclear é muito significativo e esse perigo não pode ser subestimado enquanto há um esforço de muitos para estimular essa ameaça de forma artificial, disse Lavrov. O chanceler acrescentou que as cinco potências nucleares reafirmaram em janeiro a posição de que a guerra nuclear é inadmissível.

"Essa é nossa posição por princípios, nós partimos daí. [...] Gostaria muito que esses riscos não fossem artificialmente inflados e há muitos que querem. O risco é sério, é real, e não pode ser subestimado", disse o chanceler russo.

EUA buscam levar OTAN para o mar do sul da China

O chanceler russo, Sergei Lavrov, também teceu comentários sobre as tensões no sudeste asiático. Segundo ele, os EUA planejam levar a OTAN até a região para conter a China.

"Eles [os países ocidentais] deixam claro que não podemos decidir o que é necessário para a nossa segurança. Eles também vão levar a linha de defesa de sua 'aliança defensiva' para o mar do Sul da China", afirmou.

Primeiro-ministro australiano, Scott Morrison, o premiê britânico, Boris Johnson, e o presidente americano, Joe Biden, discutem iniciativa AUKUS em videoconferência na Casa Branca, Washington, 15 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 25.04.2022

Primeiro-ministro australiano, Scott Morrison, o premiê britânico, Boris Johnson, e o presidente americano, Joe Biden, discutem iniciativa AUKUS em videoconferência na Casa Branca, Washington, 15 de setembro de 2021

© AP Photo / Andrew Harnik

Lavrov criticou a postura da OTAN e afirmou que aliança acredita que tem o direito de fazer o que bem entende ao redor do planeta. Segundo ele, essa visão está expressa na recente criação do AUKUS, a aliança entre Reino Unido, Austrália e EUA.

"Os EUA decidem de forma espontânea que algum lugar a dez mil quilômetros de distância é uma ameaça aos seus interesses — seja na Iugoslávia, Iraque ou outros lugares no Oriente Médio —, eles enviam tropas, bombardeiam infraestrutura civil sem pensar duas vezes, sem problemas legais, sem checar a lei internacional e a Carta da ONU, como fizeram em Belgrado quando explodiram pontes, trens de passageiros e uma emissora de TV", afirmou Lavrov.

Fonte: https://br.sputniknews.com/20220425/risco-de-guera-nuclear-e-real-e-nao-pode-ser-subestimado-diz-lavrov-22407867.html

segunda-feira, 18 de abril de 2022

Defesa russa divulga pela 1ª vez dados sobre baixas ucranianas


06:17 18.04.2022

Soldado ucraniano em tanque com bandeira da Ucrânia, arredores de Kiev, 2 de abril de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 18.04.2022

© AP Photo / Vadim Ghirda

Nesta segunda-feira (18), o Ministério da Defesa da Rússia publicou pela primeira vez dados sobre os mortos do lado ucraniano no decorrer da operação especial russa.

Segundo um comunicado, a entidade "disponibiliza dados confiáveis sobre as verdadeiras perdas do Exército da Ucrânia, da Guarda Nacional e dos mercenários estrangeiros".

Até hoje, 18 de abril, "as baixas reais documentadas do lado ucraniano são de 23.367".

Os documentos à disposição do Ministério da Defesa russo mostram também um grande número de deserções, feridos e desaparecidos.

Em 24 de fevereiro, o presidente russo, Vladimir Putin, anunciou o início da operação militar especial russa na Ucrânia, com objetivo de sua "desmilitarização e desnazificação". Conforme o Ministério da Defesa, as Forças Armadas da Rússia eliminam instalações da infraestrutura militar ucraniana, sem realizar ataques contra alvos civis em cidades. Os militares russos também organizam corredores humanitários para a população civil que foge da violência dos neonazistas e nacionalistas.

Segundo o ministério, o Exército russo já alcançou o objetivo principal da primeira etapa da operação, isto é, reduzir significativamente o potencial militar da Ucrânia.

Fonte: https://br.sputniknews.com/20220418/defesa-russa-divulga-pela-1-vez-dados-sobre-baixas-ucranianas-22302533.html

terça-feira, 22 de março de 2022

Ministério da Defesa da Rússia faz balanço da operação militar na Ucrânia nesta terça; confira


As Forças Armadas russas avançaram 4 quilômetros em um dia e se aproximaram da cidade de Novomikhailovka, segundo Moscou

22 de março de 2022, 18:34 h Atualizado em 22 de março de 2022, 18:50

www.brasil247.com - (Foto: Irina Rybakova/Serviço de Imprensa das Forças terrestres ucranianas/via Reuters)

RT - As Forças Armadas russas avançaram 4 quilômetros em um dia e se aproximaram da cidade de Novomikhailovka, depois de perseguir a retirada da 54ª Brigada Mecanizada do Exército Ucraniano.

Armas aéreas e marítimas de alta precisão foram disparadas contra instalações militares ucranianas, e combustível e lubrificante, munição e depósitos de foguetes foram removidos de cinco locais.

A aviação operacional tática do Exército russo destruiu 83 alvos militares do país vizinho.

Os sistemas de defesa aérea russos derrubaram seis VANT ucranianos no ar, incluindo um Bayraktar TB-2.

No total, desde o início da operação militar especial, foram destruídos 236 veículos aéreos não tripulados, 185 complexos de defesa aérea, 1.547 tanques e outros veículos blindados de combate, 154 sistemas de lançamento de foguetes múltiplos, 612 canhões de artilharia de campanha e morteiros, bem como 1.343 unidades de veículos militares especiais.

Fonte: https://www.brasil247.com/mundo/ministerio-da-defesa-da-russia-faz-balanco-da-operacao-militar-na-ucrania-nesta-terca-confira

quarta-feira, 9 de março de 2022

Morador de Mariupol acusa Exército ucraniano de disparar contra edifícios "como fascistas"


Questionado sobre a situação em Mariupol, um homem disse à equipe da RT que “não há um prédio sem danos na margem oeste"

9 de março de 2022, 15:00 h Atualizado em 9 de março de 2022, 15:00

www.brasil247.com - (Foto: Reuters)

RT - A equipe da RT conseguiu se aproximar das linhas de frente em uma das cidades mais importantes da região de Donbas - Mariupol.
Embora pareça que ninguém mora na área, há famílias inteiras que não querem ir para outro lugar.

Apesar da existência de um corredor humanitário, muitos moradores de Mariupol não podem acessá-lo porque, segundo eles, os nacionalistas os atacam se tentarem sair da cidade.
Mesmo quando tudo parece calmo, tiros acontecem em momentos inesperados. Um dos maiores perigos são as minas, que estão em praticamente todos os campos.
Quando questionado sobre a situação em Mariupol, um homem disse à equipe da RT que “não há um prédio sem danos na margem oeste”. De acordo com suas palavras, membros do exército ucraniano agem "como fascistas". Neste contexto, afirmou que as pessoas com quem evacuou viram como os militares do país "dispararam contra edifícios". "Aparentemente para criar uma imagem que os outros pudessem ver. Ou porque eles não têm mais nada para fazer e simplesmente destroem tudo em seu caminho", disse ele.
Por sua vez, uma mulher relatou que não há eletricidade na área e que passou cinco dias com a filha em um porão. "Porque queremos sobreviver. O importante é sobreviver", disse ela.

Fonte: https://www.brasil247.com/mundo/morador-de-mariupol-acusa-exercito-ucraniano-de-disparar-contra-edificios-como-fascistas

sexta-feira, 4 de março de 2022

Por que o site oficial da embaixada dos EUA acabou de remover todas as evidências dos laboratórios de armas biológicas da Ucrânia?


Por Lance Johnson

O site oficial da embaixada dos EUA REMOVEU recentemente todas as evidências de laboratórios biológicos na Ucrânia . Esses laboratórios biológicos são financiados e operados em conjunto pelo Departamento de Defesa dos EUA (DOD).

Os documentos do laboratório eram de conhecimento público até 25 de fevereiro de 2022. Esses documentos incluem detalhes importantes de construção, financiamento e permissão para laboratórios de armas biológicas na Ucrânia. Mas agora o governo dos EUA está apagando esses documentos da internet e se tornando menos transparente com essas informações críticas.

Isso ocorre em um momento em que a população mundial está acordando para a realidade da pesquisa de armas biológicas com ganho de função, vazamentos de laboratório e desenvolvimento predatório de vacinas e diagnósticos. Esses laboratórios biológicos geram patógenos de potencial pandêmico que exploram o sistema imunológico humano e são a base para a origem da fraude médica, negligência, morte induzida por vacina e genocídio.

A existência desses laboratórios de armas biológicas poderia ter algo a ver com a “missão militar especial” da Rússia? Durante anos, a Rússia acusou os EUA de desenvolver armas biológicas perto de suas fronteiras. Os russos estão atualmente coletando evidências desses laboratórios? Qual é a situação atual dessas instalações?

Os EUA ergueram uma vasta rede de laboratórios biológicos na Ucrânia e estão apagando detalhes da rede

O Departamento de Defesa dos EUA financiou pelo menos 15 laboratórios biológicos diferentes na Ucrânia. Estes não são bio-laboratórios chineses ou russos. Pelo menos oito deles são laboratórios de armas biológicas operados exclusivamente pelos EUA. Esses laboratórios “consolidam e protegem patógenos e toxinas de interesse de segurança” para conduzir “medidas aprimoradas de biossegurança, biossegurança e biovigilância” por meio de “parcerias internacionais de pesquisa”. Cada instalação custa aos contribuintes dos EUA de US$ 1,8 a mais de US$ 3 milhões. O DOD facilitou o processo de licenciamento para permitir que cientistas ucranianos trabalhassem com patógenos de potencial pandêmico.

O Departamento de Defesa dos EUA trabalha diretamente com o Ministério da Saúde da Ucrânia, o Serviço Estatal da Ucrânia para Segurança Alimentar e Proteção ao Consumidor, a Academia Nacional de Ciências Agrárias e o Ministério da Defesa. Esta rede de bio-laboratórios inclui instalações em Odessa, Vinnytsia, Uzhgorod, Lviv, Kiev, Kherson, Ternopil, Crimeia, Luhansk e duas instalações suspeitas em Kharkiv e Mykolaiv.

Nos últimos anos, muitos desses laboratórios alcançaram o status de Biossegurança Nível 2, permitindo que os cientistas experimentem vírus e bactérias. Nos últimos dois anos, esses laboratórios, em cooperação com o Ministério da Defesa ucraniano, ergueram mais quatro laboratórios móveis para realizar a vigilância epidemiológica do povo ucraniano. Esses laboratórios fazem parte de um grupo de trabalho multinacional que cria redes de vigilância de doenças que “fortalecem a segurança global da saúde”.

Até 25 de fevereiro de 2022, a existência e os detalhes desses laboratórios de armas biológicas eram de conhecimento público. A embaixada dos EUA havia divulgado anteriormente a localização e os detalhes desses laboratórios em uma série de arquivos PDF online. Em 26 de fevereiro de 2022, o site oficial da embaixada desligou os links para todos os 15 laboratórios de armas biológicas. Todos os documentos associados a esses laboratórios foram removidos da internet. Se você clicar em qualquer um dos links, os arquivos PDF não estarão mais disponíveis. Felizmente, esses arquivos foram arquivados e ainda podem ser acessados . O que a embaixada dos EUA está tentando esconder?

*

NaturalNews.com

Fonte: https://undhorizontenews2.blogspot.com/

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2022

Horas decisivas: Negociações sem perspectivas de sucesso e ações militares russas tendem a se escalar


Coluna russa de 5 km avança sobre Kiev. Zelensky não espera muito das negociações com a Rússia

Imagens de satélite mostraram uma coluna de 5 km de comprimento se movendo em direção a Kiev na segunda-feira, 28 de fevereiro, com milhares de tropas de infantaria, tanques, artilharia autopropulsada e caminhões de combustível e logística, ainda 50 km a noroeste de seu alvo. Na cidade, armas estavam sendo entregues às pessoas para defender a cidade. O presidente Volodymyr Zelensky disse ter pouquíssimas esperanças de que as negociações de paz com a Rússia que começam na fronteira com a Bielorrússia resolvam o conflito. Com a enorme força russa em movimento, Zelensky e observadores de inteligência ocidentais disseram na manhã de segunda-feira que as próximas 24 horas seriam “cruciais” para o conflito. No domingo, o presidente Vladimir Putin ordenou que as forças nucleares russas se preparassem para o combate em resposta às sanções e “agressões” ocidentais. DEBKAfile esboça a situação nas diferentes frentes da guerra na Ucrânia: 1. Os russos interromperam sua primeira tentativa de tomar Kiev depois de invadir a Ucrânia na quinta-feira passada para aguardar novos suprimentos e combustível e, enquanto isso, montar um comboio maciço para a operação. 2. Os analistas de inteligência ocidentais não avaliam as chances do exército ucraniano, muito inferior, sustentar sua resistência por muito tempo. 3. Depois de entrar na segunda cidade ucraniana de Kharkiv no domingo, as tropas russas recuaram durante o dia, também lá, para aguardar reforços de armas pesadas antes de seguir uma ofensiva total para tomar a cidade. 4. No sudeste, o exército russo na noite de domingo montou uma ofensiva em Zabrozhia no Dnieper, enquanto continuava seu ataque para tentar tomar Mariupol no mar de Azov. 5. As forças ucranianas repeliram o ataque russo à cidade de Kherson, no sul. 6. Analistas militares avaliam o objetivo dos generais russos como sendo ligar as forças russas que ocupam Zabrozhia e Mariupol para bloquear posições do exército ucraniano no norte e no oeste. 7. Grandes contingentes de reserva russos estão de prontidão na vizinha Bielorrússia e estima-se que estejam prontos para entrar na Ucrânia do norte e do leste. As esperanças de uma conferência de paz bem-sucedida na segunda-feira desapareceram por completo quando Moscou, antes de sua primeira rodada de negociações com a Ucrânia, rejeitou as exigências de discutir um acordo abrangente, enquanto Kiev insistiu primeiro em um cessar-fogo e na retirada da força de invasão russa. Enquanto isso, no campo de batalha, nossos analistas militares observam que nem os russos nem os ucranianos estão oferecendo uma imagem clara da situação. Relatos provenientes de capitais ocidentais descrevem o exército russo como tendo sido forçado a interromper seu avanço por falta de combustível e comida para os soldados. Isso exagera o caso, bem como a alegação de que o exército russo foi totalmente interrompido em suas trilhas pela ousada resistência ucraniana. O que realmente está acontecendo, ao que parece, é que os estrategistas russos estão agora priorizando operações para cortar e bloquear unidades ucranianas antes de grandes operações para capturar as principais cidades do país. Eles estão decididos agora a enfraquecer a resistência ao seu avanço e contar com as forças ucranianas para se curvarem em breve contra uma força militar extremamente superior e se resignarem às operações de guerrilha.

https://www.debka.com

Fonte: https://undhorizontenews2.blogspot.com/

Crianças matando, crianças inimigas, já dizia a canção


Treinamento militar para crianças pequenas no “Acampamento de Verão Neo-Nazista” da Ucrânia. Recrutamento de “crianças-soldados” da Ucrânia financiados pela ajuda militar “não letal” dos EUA?

Por Prof Michel Chossudovsky

***

Estamos numa encruzilhada perigosa. O que está acontecendo na Ucrânia tem sérias implicações geopolíticas. Poderia nos levar a um cenário da Terceira Guerra Mundial. O uso de armas nucleares está contemplado.

É importante que se inicie um processo de paz com vista a evitar a escalada.

Michel Chossudovsky, 27 de fevereiro de 2022

***

Desconhecido para a maioria dos americanos, o governo dos EUA está canalizando apoio financeiro, armas e treinamento para uma entidade neonazista – que faz parte da Guarda Nacional da Ucrânia – o Batalhão Azov  (Батальйон Азов). O Canadá e a Grã-Bretanha confirmaram que também estão prestando apoio à Guarda Nacional.

O Batalhão Azov  -que “oficialmente” exibe o emblema da SS nazista– (abaixo, à esquerda) é descrito pelo regime de Kiev como “um batalhão voluntário de defesa territorial”. É um batalhão da Guarda Nacional sob a jurisdição do Ministério de Assuntos Internos, o equivalente à Segurança Interna dos Estados Unidos.

Oficialmente baseado em Berdyank, no Mar de Azov, o batalhão Azov foi formado pelo regime para combater a insurgência da oposição na região de Donbass. (Leste e Sul da Ucrânia).

Treinamento militar de crianças pequenas para combater os russos

O batalhão Azov apoiado por seus parceiros ocidentais não está apenas envolvido em operações paramilitares no leste da Ucrânia. De acordo com relatos, incluindo o Kyiv Post (grande mídia da Ucrânia), está executando um projeto de treinamento militar de acampamento de verão para crianças pequenas como parte de seu programa mais amplo de treinamento e doutrinação.

De acordo com RT:

“O campo foi estabelecido para mostrar às crianças que há coisas na vida além da escola e dos dispositivos móveis e para  “dar-lhes nosso amor”, disse  Oleksii, comandante de pelotão do batalhão Azov e instrutor no campo, ao canal ucraniano ICTV. “É preciso ser forte; tem que ser corajoso para defender a integridade territorial de nossa pátria”  , acrescentou. (relatório RT)

Fontes da mídia ocidental (citadas pelo  Kyiv Post ) confirmam que  crianças de até seis anos de idade   (veja as imagens abaixo) estão participando do Azov Summer Camp, localizado no distrito de Vodytsya, nos arredores de Kiev.

O texto no banner diz: Iдея B Нації, сила В тобі:   amplamente traduzido: A ideia da nação, o poder dentro de você

As fotos acima confirmam que muitas das crianças são de fato crianças e não adolescentes.

O Kyiv Post – que culpa a mídia ocidental por sua cobertura tendenciosa –, no entanto, reconhece a natureza diabólica do projeto de treinamento militar:

… este campo em particular é dirigido pelo Batalhão Azov fundado pelo legislador Andriy Biletsky, seu ex-comandante. Localizado na área arborizada do distrito de Pushcha Vodytsya, em Kiev, as crianças neste acampamento de verão não estão apenas brincando de soldados – estão recebendo treinamento militar real de soldados que lutaram na linha de frente na guerra da Rússia contra a Ucrânia.

Chamado de Azovets, o campo tem sido objeto de cobertura negativa na mídia russa, sites pró-Rússia e até no tablóide britânico The Daily Mail.

“Acampamento de verão neonazista: crianças ucranianas ensinadas a atirar em AKs por membros do batalhão Azov (FOTOS)”, diz a manchete da RT controlada pelo Kremlin para sua história sobre o campo.

“Fotos chocantes de dentro do campo militar neonazista revelam que recrutas tão jovens quanto SIX estão sendo ensinados a disparar armas (mesmo que haja um cessar-fogo)”, diz a manchete do artigo sensacionalista e impreciso do Daily Mail. ( Post Kiev, 29 de agosto de 2015)

Enquanto o regime de Kiev nega que Azov seja uma entidade neonazista, os logotipos do batalhão Azov e do acampamento de verão Avovets (exibidos nas camisetas do acampamento de verão) trazem o símbolo do SS Wolfsangel nazista com sombras de “o Sol Negro Nazista” ao fundo.

© vk.com/tabir.azovec

Logo Wolfsangel nas camisetas com o símbolo da divisão do SS Reich

© vk.com/tabir.azovec

© vk.com/tabir.azovec

Recrutamento de crianças-soldados

O programa de treinamento do Summer Camp constitui a primeira etapa do recrutamento de crianças-soldado em derrogação do direito internacional.

Invariavelmente, o recrutamento de crianças soldados implica um programa de treinamento que familiarize as crianças com o uso de armas automáticas leves.

Os treinadores militares fazem parte do paramilitar Azov enviado para o acampamento de verão (veja a insígnia da SS nazista em seu uniforme abaixo):

Insígnia de tatuagem nazista no braço do treinador Azov

© vk.com/tabir.azovec

© vk.com/tabir.azovec

© vk.com/tabir.azovec© vk.com/tabir.azovec

© vk.com/tabir.azovec

© vk.com/tabir.azovec

© vk.com/tabir.azovec

© vk.com/tabir.azovec

O artigo do Kyiv Post descreve em detalhes a natureza do “Acampamento de Verão Neo-Nazi”. O que os relatórios confirmam é que uma entidade sob a jurisdição da Guarda Nacional da Ucrânia (financiada pelo Ministério de Assuntos Internos da Ucrânia) está treinando e doutrinando crianças pequenas na arte da guerra:

O acampamento de verão Azovets aceita crianças de membros do Batalhão Azov, bem como crianças do distrito de Obolon, nas proximidades de Kiev, e mais distantes. Inaugurado em 22 de junho, realiza programas de atividades de uma semana para grupos de 30 a 40 crianças. Oficialmente, é para crianças de nove a 18 anos, mas há crianças de até sete anos lá. Algumas das crianças já tinham assistido por várias semanas seguidas.

O que torna o campo mais controverso é que ele é dirigido por combatentes Azov, alguns dos quais foram rotulados como apoiadores de extrema-direita e neonazistas. Os críticos dizem que o símbolo do batalhão é um Wolfsangel invertido que tem associações oblíquas, mas desconfortáveis, com o nazismo.

Em entrevistas anteriores com a mídia ucraniana, Biletsky disse que o simbolismo é mal compreendido. As letras “N” e “I” compõem a insígnia de Azov, que ele diz significar “ideia nacional”.

Biletsky fundou um grupo neonazista na Ucrânia chamado Assembléia Social-Nacional, e certamente há neonazistas entre as fileiras do batalhão, alguns com tatuagens nazistas. Alguns meios de comunicação relataram que até 20% dos combatentes de Azov são neonazistas, embora os assessores de imprensa do batalhão sempre se esforcem para enfatizar que Azov, como formação militar, não compartilha a ideologia de seu fundador Biletsky, ou de fato tem qualquer ideologia diferente do patriotismo fervoroso.

Quando o Kyiv Post visitou o acampamento Azovets em 19 de agosto, as crianças estavam ocupadas com uma série de atividades, incluindo desmontar e montar rifles de assalto AK-47, praticar tiro ao alvo (com armas de ar), fazer cursos de assalto e praticar poses de combate e patrulhamento . Eles também participam de vários esportes e jogos, fazem rapel e escalada, e praticam outras habilidades mais tradicionais de escotismo e marcenaria, como amarrar nós.

© vk.com/tabir.azovec

“Estou aqui há apenas três dias, mas percebi que não é um acampamento onde você apenas joga. Estamos recebendo treinamento militar aqui”, disse uma das crianças do acampamento ao Kyiv Post.

Na floresta ao lado do acampamento, um grupo de crianças estava recebendo alguns conselhos de segurança de armas de um treinador Azov.

“Você sabe o que aconteceria se você mantivesse os dedos no gatilho? Se fosse uma arma de verdade, você poderia matar seus companheiros. Então, não faça isso!” o treinador late.

"Sim senhor!" as crianças respondem.

As crianças então praticam a evacuação médica de soldados feridos do campo de batalha.

A atmosfera militarista no campo, incluindo a disciplina estrita, influenciou claramente algumas das crianças.

“Cortei meu cabelo muito curto ontem”, diz um menino. “Só porque eu quero. Eu pareço mais um soldado agora.”

Duas crianças mais velhas, que, como muitas das crianças do campo, receberam noms de guerre (Médico e Físico) imitando os verdadeiros soldados ucranianos, disseram que agora querem se juntar ao Batalhão Azov.

“Quero defender minha pátria. Há camaradas que apoiam a minha ideia. Acho que se for necessário, vou lutar”, disse o físico de 17 anos ao Kyiv Post.

As crianças do acampamento são organizadas em quatro grupos, dependendo da idade, com cada grupo supervisionado por um treinador e cuidador. O dia do acampamento começa cedo, às 7h em ponto, e termina às 23h. As crianças dormem em barracas.

O acesso ao próprio site de Azov e sites de apoio foi fechado ao público em setembro passado, quando o batalhão foi integrado à Guarda Nacional da Ucrânia, mas o campo tem uma página na rede social russa Vkontakte (https://vk.com/tabir .azovec) onde é promovido, e onde as pessoas podem se candidatar para se tornarem voluntárias ou entrar em contato com o acampamento para enviar seus filhos para lá.

“A missão do acampamento: formar o ucraniano de uma nova era – um patriota, que está pronto para participar ativamente na construção e defesa da Ucrânia”, diz a descrição da página.

As canções patrióticas militares que as crianças cantam todos os dias como parte do programa do acampamento parecem ser uma das atividades mais populares para as crianças. Tarde da noite, sentados ao redor de uma fogueira em chamas, eles cantam suas favoritas – canções patrióticas que remontam às lutas anteriores da Ucrânia pela independência no início e meados do século 20.

O Kyiv Post ouviu a letra de uma das músicas. Sua letra era sobre soldados ucranianos derrotando seus inimigos.

Hoje esse inimigo é a Rússia. Um menino sentado em um tronco sussurra baixinho: “Quero que esta guerra termine e matemos todos os russos”. ( Kyiv Post , 29 de agosto de 2015, ênfase adicionada)

( Para ler o artigo completo da redatora do Kyiv Post, Faina Nakonechnaya  , clique aqui  )

Ajuda Militar dos EUA

Este esforço diabólico, que incita o ódio de crianças inocentes contra os russos étnicos, bem como os opositores do regime de Kiev, é amplamente apoiado pela ajuda militar dos EUA canalizada para a Guarda Nacional da Ucrânia através do Ministério da Administração Interna. O MIA coordena a “operação antiterrorista” (ATO) em Donbass.

Enquanto o Congresso dos EUA adotou emendas ao seu “Department of Defense Appropriations Act of 2015”. para bloquear o treinamento dos neonazistas do batalhão Azov, na prática o dinheiro escorre.

Além disso, além da ajuda militar canalizada sob a jurisdição do Pentágono, a Guarda Nacional da Califórnia estabeleceu uma parceria com a Guarda Nacional da Ucrânia, que inclui o Batalhão Azov:

“ A Missão do Programa de Parceria do Estado Califórnia-Ucrânia (SPP) [sob os auspícios da Guarda Nacional da Califórnia] é promover a democracia, economias de livre mercado e reforma militar, estabelecendo afiliações institucionais de longo prazo … os objetivos do Embaixador dos EUA na Ucrânia e do Comandante do Comando Europeu dos EUA. … (Escritório de Cooperação em Defesa (ODC), Chefe: LTC Tracey D. Rueschhoff)

Role para baixo para imagens selecionadas do Azov Battalion “Freedom Fighters”

Estas são as pessoas que estão treinando crianças ucranianas para lidar com AK 47s no acampamento de verão neonazista. É tudo por uma boa causa: “o florescimento da democracia” nas palavras do New York Times.

Imagine o que aconteceria se a Guarda Nacional da Califórnia exibisse símbolos semelhantes a suásticas em seus uniformes.

Guarda Nacional da Califórnia, outubro de 2013. Combate a incêndios no sul da Califórnia

Global Research

Fonte: https://undhorizontenews2.blogspot.com/

ONU: número de civis mortos na Ucrânia é de pelo menos 102, mas deve ser maior


A ONU teme que o número real seja "consideravelmente maior", segundo Michelle Bachelet: "maioria foi morta por armas explosivas com ampla área de impacto"

28 de fevereiro de 2022, 08:37 h Atualizado em 28 de fevereiro de 2022, 08:37

www.brasil247.com - (Foto: Reuters/Umit Bektas)

Reuters - Pelo menos 102 civis na Ucrânia foram mortos desde que a Rússia lançou sua invasão na quinta-feira passada, com mais 304 feridos, mas teme-se que o número real seja "consideravelmente maior", disse a chefe de direitos humanos da ONU, Michelle Bachelet, nesta segunda-feira (28).

Bachelet, dirigindo-se à sessão de abertura do Conselho de Direitos Humanos em Genebra, disse: "a maioria desses civis foi morta por armas explosivas com uma ampla área de impacto, incluindo bombardeios de artilharia pesada e sistemas de foguetes multi-lançamento e ataques aéreos. O verdadeiro os números são, temo, consideravelmente mais altos."

Cerca de 422.000 ucranianos fugiram de sua terra natal, com muitos outros deslocados dentro do país, disse ela ao fórum de Genebra, que anteriormente concordou em realizar um debate urgente sobre a Ucrânia no final desta semana.

Fonte: https://www.brasil247.com/mundo/onu-numero-de-civis-mortos-na-ucrania-e-de-pelo-menos-102-mas-deve-ser-maior

Negociador russo diz que Moscou busca acordo com Kiev


Segundo Vladimir Medinsky, a Rússia está interessada em chegar a um acordo

28 de fevereiro de 2022, 06:41 h Atualizado em 28 de fevereiro de 2022, 06:44

www.brasil247.com - Vladimir Medinsky Vladimir Medinsky (Foto: Reuters/Evgenia Novozhenina)

247 com Reuters - A Rússia está interessada em chegar a um acordo que seja do interesse de ambos os lados nas negociações com a Ucrânia, disse o negociador russo Vladimir Medinsky nesta segunda-feira (28), enquanto autoridades se preparam para se reunir perto da fronteira.

Medinsky disse que as negociações começariam às 12h, horário local (0900 GMT) - 6h no horário de Brasília. O isolamento político e econômico da Rússia se aprofundou nesta segunda-feira, quando suas forças encontraram forte resistência na capital da Ucrânia e em outras cidades no maior ataque a um Estado europeu desde a Segunda Guerra Mundial.

Fonte: https://www.brasil247.com/mundo/negociador-russo-diz-que-moscou-busca-acordo-com-kiev

Exército russo pede que cidadãos ucranianos saiam livremente de Kiev e diz que governo Zelensky os usa como "escudos humanos"


O governo russo indicou uma rodovia específica como 'passagem segura' para que cidadãos evacuem a capital ucraniana, Kiev

28 de fevereiro de 2022, 06:13 h Atualizado em 28 de fevereiro de 2022, 11:01

www.brasil247.com - (Foto: Reuters)

247 com RT - O Ministério da Defesa russo pediu aos civis ucranianos que evacuem Kiev. Eles podem fazer isso pegando a estrada em direção a Vasilkov, cidade localizada a 20 km a sudoeste da capital, disse em comunicado nesta segunda-feira (28) o governo russo, alegando que “essa direção é aberta e segura”. Na sexta-feira (25), o presidente da Rússia, Vladimir Putin, acusou o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, de usar civis como "escudos humanos".

O ministério acrescentou que a Rússia “ataca apenas objetos militares” e insistiu que a população civil não estará em risco.

Nesta segunda-feira, as delegações ucraniana e russa devem iniciar negociações de paz na Bielorrússia. Zelensky disse em um discurso público que tinha baixas expectativas para as negociações. Seu país não pretende se render, acrescentou.

O prefeito de Kiev, Vitali Klitschko, disse à AP no domingo que a cidade estava totalmente cercada por tropas russas, mas voltou atrás na alegação mais tarde.

O governo ucraniano anteriormente distribuiu armas de fogo para civis, libertou criminosos com experiência militar da prisão e pediu ao povo que preparasse bombas incendiárias para combater as tropas russas.

A Rússia atacou a Ucrânia na quinta-feira, alegando que o país tinha que ser desmilitarizado e “desnazificado” para proteger as regiões separatistas de Donetsk e Lugansk, assim como a Rússia.

Fonte: https://www.brasil247.com/mundo/exercito-russo-pede-que-cidadaos-ucranianos-saiam-livremente-de-kiev-e-diz-que-governo-zelensky-os-usa-como-escudos-humanos

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2022

Rússia diz ter desativado 74 instalações militares da Ucrânia nas primeiras horas de combate


Segundo a Rússia, os alvos desativados incluem 11 aeródromos da Força Aérea, três postos de comando, uma base naval e 18 estações de radar

24 de fevereiro de 2022, 11:27 h Atualizado em 24 de fevereiro de 2022, 11:48

www.brasil247.com - Base militar bombardeada em Brovary, Ucrânia Base militar bombardeada em Brovary, Ucrânia (Foto: State Emergency Service of Ukraine/via REUTERS)

Sputnik - Mais de 70 instalações militares terrestres da Ucrânia foram desativadas na sequência dos ataques das Forças Armadas da Rússia, informou hoje (24) aos jornalistas o representante oficial do Ministério da Defesa russo Igor Konashenkov.

Em resultado de ataques russos foram desativadas 74 instalações terrestres da infraestrutura militar ucraniana, incluindo 11 aeródromos da Força Aérea, três postos de comando, uma base naval e 18 estações de radar dos sistemas de defesa antiaérea S-300 e Buk-M1, informou o ministério russo.

Um helicóptero militar ucraniano e quatro drones de ataque Bayraktar TB-2 foram derrubados no decorrer da operação especial para desmilitarizar a Ucrânia, declarou Konashenkov.

Informa-se também que as tropas da República Popular de Donetsk (RPD) que realizam operações na direção da povoação de Volnovakha avançaram uma distância de 7 km.

"O agrupamento de tropas da República Popular de Donetsk [...] avançou a uma distância de sete quilômetros. No decorrer dos combates 14 soldados das Forças Armadas da Ucrânia se renderam", informou o representante da Defesa russa.

Além disso, o Ministério da Defesa da Rússia informou que um avião russo de ataque ao solo Su-25 teve um acidente no âmbito da operação de desmilitarização da Ucrânia.

"Na Força Aeroespacial da Rússia, em resultado de um erro de pilotagem, ocorreu um acidente com um avião de ataque ao solo Su-25. O piloto se ejetou com êxito e já está na base militar", disse o porta-voz da Defesa russa sem especificar o local exato da ocorrência.

Fonte: https://www.brasil247.com/mundo/russia-diz-ter-desativado-74-instalacoes-militares-da-ucrania-nas-primeiras-horas-de-combate

quarta-feira, 26 de janeiro de 2022

EUA jogam tudo pela 3ª GM


Os EUA traem seu patrimônio ao ameaçar a Terceira Guerra Mundial contra a Rússia e a China

Por Anton Chaitkin

Os americanos que valorizam o legado de nosso país estão horrorizados com nossa corrida precipitada para a guerra. A América no seu melhor foi o motor do progresso mundial, padrões de vida mais elevados e paz.

Essa é a nossa verdadeira identidade nacional. Traímos “os melhores anjos de nossa natureza” fazendo ameaças militares contra aqueles que estão avançando nas potências mundiais, como já fomos. Cometemos suicídio quando desonramos acordos históricos que mantêm o mundo a salvo da aniquilação nuclear.

Quando a União Soviética entrou em colapso em 1991, os EUA prometeram aos líderes russos que a aliança militar liderada pelos EUA, conhecida como OTAN, não seria estendida para o leste em direção à Rússia. A facção guerreira globalista transatlântica quebrou essa promessa. A OTAN se mudou para o leste com oito novos membros, fortemente armados e hostis à Rússia. Os EUA instalaram um regime anti-russo de extrema direita na Ucrânia, na fronteira com a Rússia, e os armaram para o conflito.

A China também foi cercada por frotas e bases militares ameaçadoras dos EUA. A Rússia e a China deixaram claro que consideram isso intolerável e não podem permitir que vá mais longe.

Devemos olhar com sobriedade e profundidade para a história dos EUA para ver como nossa nação mudou de uma força pela paz para um provocador agressivo.

O mundo está se aproximando do horror inimaginável da guerra nuclear.

Fomos industrializados por patriotas progressistas. Eles venceram os proprietários de escravos do sul e os financistas imperiais que bloquearam o progresso americano. Os EUA, no seu melhor, impulsionaram outras nações à proeza tecnológica.

Abraham Lincoln e seus aliados organizaram os maiores avanços já feitos em tecnologia e padrões de vida, e uma longa era de paz com o mundo. Franklin Roosevelt e John Kennedy buscaram uma parceria com a Rússia para trazer paz e uma existência humana a toda a humanidade.

A América mudou de rumo após o assassinato de Kennedy. Desistimos de nossas indústrias e perdemos nossas habilidades. Demos poder a financistas globalistas irresponsáveis. Sua especulação e desindustrialização levaram o mundo ocidental à falência. Outras potências estão surgindo agora que não seguem as regras globalistas em relação à pobreza e ao suicídio nacional.

O perigo mais grave agora vem de os Estados Unidos abandonarem sua própria missão histórica, que é elevar o homem comum. Aqueles que conhecem a história são especialmente desafiados a agir agora, a falar, para que possamos proteger a civilização que a América, em seu melhor, tanto fez para promover.

Ao longo do último meio século desde a morte de Kennedy, os Estados Unidos, guiados por uma facção bélica transatlântica, lançaram guerra após guerra, sem ganhar nada e trazendo caos e sofrimento a incontáveis ​​milhões.

Nossos maiores líderes do passado alertaram que travar uma guerra agressiva destruiria nosso país

George Washington liderou nossa Revolução contra os exércitos invasores do Império Britânico. Mas como presidente, Washington buscou a paz com o mundo. Ele avisou,

A nação que se entrega a outro ódio habitual... é escrava de sua animosidade... que... a desvia de seu dever e de seu interesse. [Esse ódio] dispõe cada [país] mais prontamente a oferecer insultos e injúrias … e a ser arrogante e intratável quando ocorrem ocasiões acidentais ou insignificantes de disputa … O governo … torna a animosidade da nação subserviente a projetos de hostilidade instigados pelo orgulho, ambição e outros motivos sinistros e perniciosos. A paz muitas vezes, às vezes talvez a liberdade, das nações tem sido a vítima.”

(Washington, Discurso de Despedida, 19 de setembro de 1796)

Abraham Lincoln como congressista expôs as mentiras que o presidente James Polk usou para justificar a guerra agressiva contra o México. (Spot Resolutions de Lincoln, 22 de dezembro de 1847). E pouco antes de ele próprio concorrer à presidência, Lincoln denunciou os guerreiros como bárbaros:

Desde a primeira aparição do homem sobre a terra... as palavras "estranho" e "inimigo" eram... quase sinônimos. Muito tempo depois que as nações civilizadas definiram o roubo e o assassinato como crimes graves, e atribuíram severas punições a eles, quando praticados... em seu próprio povo... como nações ou como indivíduos... Corrigir os males... que surgem da falta de simpatia... entre estranhos... é uma das funções mais elevadas da civilização.

(Lincoln, discurso na Wisconsin Agricultural Fair, 30 de setembro de 1859). Como presidente, liderando a defesa da União contra o ataque dos proprietários de escravos, Lincoln pediu a paz com o mundo: Com malícia para ninguém; com caridade para todos... façamos... tudo o que possa alcançar e cultivar uma paz justa e duradoura, entre nós e com todas as nações. (Lincoln, Segundo Discurso Inaugural, 4 de março de 1865) O presidente Franklin Roosevelt organizou as Nações Unidas e propôs que a paz mundial e o combate à pobreza devem ser centrados na continuação da parceria antifascista dos EUA, Rússia, Grã-Bretanha e China. A Carta da ONU começa, Nós, os povos das Nações Unidas, determinados a salvar as gerações seguintes do flagelo da guerra... Este é o alicerce dos direitos humanos reais, não um encobrimento falso para a mudança de regime. O presidente John Kennedy afastou os EUA e a Rússia da catástrofe nuclear por um acordo que removeu mísseis americanos da Turquia em troca de mísseis russos retirados de Cuba. Kennedy pediu aos americanos que reexaminar nossa atitude em relação à União Soviética… o povo americano não [deveria] … cair na mesma armadilha que os soviéticos, … ver apenas uma visão distorcida e desesperada do outro lado, … [com] a comunicação como nada mais do que uma troca de ameaças. Nenhum governo ou sistema social é tão mau que seu povo deva ser considerado como carente de virtude. Como americanos, achamos o comunismo profundamente repugnante como uma negação da liberdade e dignidade pessoais. Mas ainda podemos saudar o povo russo por suas muitas conquistas – na ciência e no espaço, no crescimento econômico e industrial, na cultura e em atos de coragem… [Nossos] dois países têm … [uma] aversão mútua à guerra…. [Nós] nunca estivemos em guerra um com o outro. E nenhuma nação... jamais sofreu mais do que a União Soviética sofreu na... Segunda Guerra Mundial. Pelo menos 20 milhões perderam suas vidas…. Um terço do território do país, incluindo quase dois terços de sua base industrial, foi transformado em um terreno baldio… Hoje, se a guerra total começar novamente… tudo o que construímos, tudo pelo que trabalhamos, seria destruído nas primeiras 24 horas…. Devemos conduzir nossos assuntos de tal maneira que seja do interesse dos comunistas concordar com uma paz genuína... (Kennedy, Discurso de Formatura na Universidade de Washington, 10 de junho de 1963) Um tratado internacional pioneiro que proíbe parcialmente as armas nucleares foi logo depois assinado pelos EUA, URSS e 100 nações. O presidente Kennedy demitiu altos funcionários (Allen Dulles, da CIA e o general Lyman Lemnitzer, do Pentágono) que sabotaram traiçoeiramente a política de paz dos EUA. Enquanto trabalhava para evitar uma guerra em grande escala no Vietnã e buscava laços diplomáticos com Fidel Castro, de Cuba, Kennedy foi assassinado. Martin Luther King arriscou o aumento da opressão do governo e até a condenação de seus aliados dos direitos civis quando assumiu a liderança do movimento contra a Guerra do Vietnã. O discurso de King em Nova York em 1967 chega até nós hoje e nos chama à ação. Falo como quem ama a América, aos líderes de nossa própria nação: A grande iniciativa nesta guerra é nossa; a iniciativa de pará-lo deve ser nossa… A cada dia que passa a guerra aumenta o ódio no coração dos vietnamitas e nos corações dos de instinto humanitário. Os americanos estão forçando até mesmo seus amigos a se tornarem seus inimigos... eles estão incorrendo em uma profunda derrota psicológica e política. A imagem da América nunca mais será a imagem da revolução, da liberdade e da democracia, mas a imagem da violência e do militarismo... A guerra no Vietnã é apenas um sintoma de uma doença muito mais profunda dentro do espírito americano, e se ignorarmos essa realidade sóbria..., nos encontraremos organizando comitês [anti-guerra] para a próxima geração... [Teremos guerra] sem fim, a menos que haja uma mudança significativa e profunda na vida e na política americana... [As] palavras do falecido John F. Kennedy voltam para nos assombrar. Cinco anos atrás, ele disse: “Aqueles que tornam a revolução pacífica impossível tornarão a revolução violenta inevitável”… [As] nações ocidentais que iniciaram tanto do espírito revolucionário do mundo moderno tornaram-se agora os arqui-anti-revolucionários…. [Nós] clamamos por uma irmandade mundial que eleve a preocupação com o próximo além da tribo, raça, classe e nação… um amor abrangente e incondicional por toda a humanidade… Ainda temos uma escolha hoje: coexistência não-violenta ou co-aniquilação violenta…

Chega um momento em que o silêncio é traição... (Martin Luther King, Discurso na Igreja Riverside, 4 de abril de 1967) Washington, Lincoln, Roosevelt, Kennedy e King, que inspiraram a América e o mundo, exortam-nos a não ficar calados quando a existência da humanidade está ameaçada.

Pressenza

Fonte: https://undhorizontenews2.blogspot.com/

sábado, 15 de maio de 2021

Hamas lança bateria de foguetes contra regiões do centro e do sul de Israel


Foguetes disparados em direção a Israel a partir da Cidade de Gaza

© AP Photo / Khalil Hamra

Oriente Médio e África

19:05 15.05.2021(atualizado 20:12 15.05.2021) URL curta

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As Forças de Defesa de Israel informaram que o Hamas lançou, por volta da meia-noite local (18h00 em Brasília) deste sábado (15), uma bateria de foguetes contra regiões do centro e do sul de Israel.

Em uma postagem nas redes sociais, as FDI acrescentaram que as sirenes de alerta para foguetes foram acionadas em Tel Aviv e nas regiões atingidas, e que a população está protegida em abrigos antiaéreos.

Israel Defense Forces

@IDF

After threatening to fire rockets at Tel Aviv, Hamas has fired a heavy barrage of rockets from Gaza into central & southern Israel. Men, women, children, and the elderly are currently in shelters, protecting themselves from rockets aimed at them.

Imagem

6:44 PM · 15 de mai de 2021

2,5 mil

1,3 mil

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Após ameaçar disparar foguetes contra Tel Aviv, o Hamas lançou uma bateria pesada de foguetes da Faixa de Gaza contra as regiões central e sul de Israel. Homens, mulheres, crianças e idosos estão em abrigos neste momento, se protegendo dos foguetes lançados contra eles.

O jornal israelense Times of Israel, por sua vez, informou que a Força Aérea Israelense está realizando diversos ataques contra a Faixa de Gaza, pouco depois que os projéteis foram lançados do território palestino.

O lançamento de foguetes da Faixa de Gaza acontece após o término do cessar-fogo anunciado mais cedo pelo braço armado do Hamas, as brigadas Izz al Din Al-Qassam, que vigorou entre entre 22h00 e 0h00 locais (16h00 e 18h00 em Brasília) e abrangeu apenas a cidade de Tel Aviv.

Um correspondente da Sputnik em Israel confirmou que os foguetes começaram a ser lançados da Faixa de Gaza contra o território israelense na madrugada de sábado (15) para domingo (16), por volta da meia-noite local (18h00 em Brasília).

Pouco depois, as brigadas Al-Qassam confirmaram que retomaram os ataques, lançando projéteis contra Ashkelon, Ashdod e Beersheba, em resposta à destruição de prédios residenciais no território palestino.

Sputnik Brasil

@sputnik_brasil

Russia state-affiliated media

O ataque aéreo israelense provocou o colapso de um edifício de 15 andares em Gaza que abrigava, entre outros, os escritórios de várias mídias internacionais

Ataque aéreo de Israel destrói prédio com escritórios de mídias internacionais em Gaza (VÍDEO)

Prédio em Gaza onde estavam localizados os escritórios de várias mídias internacionais colapsou na sequência de um ataque aéreo israelense, informa o correspondente da...

br.sputniknews.com

10:30 AM · 15 de mai de 2021

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Além dos novos disparos efetuados da Faixa de Gaza contra Israel, as FDI informaram que conseguiram frustrar um atentado em um posto de controle militar próximo da cidade de Hebron, quando um cidadão palestino tentou atropelar os soldados com o seu veículo, mas foi neutralizado pelas forças israelenses.

A situação na fronteira entre Israel e Faixa de Gaza se agravou na noite de 10 de maio, após expirar o ultimato feito pelo Hamas, que exigia a retirada de militares e policiais israelenses da Esplanada das Mesquitas e do bairro de Sheikh Jarrah, em Jerusalém.

Desde então, mais de 2.300 foguetes foram disparados de Gaza contra o território israelense, causando a morte de oito civis e um militar. Israel, por sua vez, levou a cabo centenas de ataques contra o território palestino, vitimando mais 140 pessoas, entre as quais há dezenas de crianças.

Fonte: https://br.sputniknews.com/oriente_medio_africa/2021051517527665-hamas-lanca-bateria-de-foguetes-contra-regioes-do-centro-e-do-sul-de-israel/

Bombardeio de Israel destrói prédio com escritórios da emissora Al Jazeera e da agência AP em Gaza

O ataque faz parte das hostilidades conduzidas pelo governo israelenses contra a Faixa de Gaza que já entram no 6º dia consecutivo e já deixaram 140 palestinos mortos, incluindo 39 crianças, segundo o Ministério da Saúde da região.

15 de maio de 2021, 11:13 h Atualizado em 15 de maio de 2021, 13:40

(Foto: Reuters)

Opera Mundi - O Exército de Israel bombardeou e destruiu neste sábado (15) um prédio de 12 andares localizado em Gaza que abrigava escritórios da emissora catari Al Jazeera, da agência norte-americana Associated Press e outros veículos de comunicação, além de apartamentos residenciais.

O ataque faz parte das hostilidades conduzidas pelo governo israelenses contra a Faixa de Gaza que já entram no 6º dia consecutivo e já deixaram 140 palestinos mortos, incluindo 39 crianças, segundo o Ministério da Saúde da região.

A repórter da Al Jazeera Safwat al-Kahlout, que está em Gaza, se disse chocada com o bombardeio e afirmou que levou dois segundos para que o prédio desabasse.

"Eu trabalho aqui há 11 anos. Cobri muitos eventos desse prédio, nós vivemos muitas experiências profissionais e agora, em dois segundos, tudo desapareceu", disse.

Segundo a correspondente, todos os seus colegas, "apesar da tristeza, não pararam um segundo, estamos buscando alternativas para manter a Al Jazeera funcionando".

Harry Fawcett, outro repórter da emissora que está na região, afirmou que o ataque "é um momento muito pessoal para todos nós".

A agência AP, por sua vez, disse que o dono do prédio teria recebido "um aviso" por parte dos militares israelenses de que o lugar seria bombardeado. Entretanto, ainda de acordo com o veículo, "não houve explicação imediata do motivo do ataque".

Pelo Twitter, a produtora da Al Jazeera Linah Alsaafin publicou um vídeo do momento da destruição do edifício e criticou o bombardeio, afirmando que "isso é o direito de Israel se defender".

لينة

@LinahAlsaafin


Al Jalaa Building in Gaza City destroyed

Watch the moment the building that houses Al Jazeera and several other international media agencies is flattened after Israeli warplanes target it with multiple missiles. Again, this is Israel’s “right to defend itself”.

9:25 AM · 15 de mai de 2021

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Fonte: