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sábado, 4 de maio de 2019

Trump contradiz declarações de Pompeo e Bolton sobre Venezuela após conversa com Putin


Presidente dos EUA, Donald Trump, e seu homólogo russo, Vladimir Putin, durante a reunião em Helsinque, Finlândia

Trump contradiz declarações de Pompeo e Bolton sobre Venezuela após conversa com Putin

© Sputnik / Aleksei Nikolsky

Américas

15:35 04.05.2019URL curta

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O presidente dos EUA Donald Trump parece contradizer as declarações de seus altos funcionários sobre o "envolvimento" russo na Venezuela após uma conversa telefônica com o presidente russo Vladimir Putin realizada em 3 de maio.

"Conversamos sobre muitas coisas. A Venezuela foi um dos temas. E ele [Vladimir Putin] não tem interesse de modo algum em se envolver na Venezuela, além de querer ver algo positivo acontecer com a Venezuela. E eu sinto o mesmo", disse Trump falando com jornalistas em Washington na sexta-feira (3) durante uma reunião com o primeiro-ministro eslovaco.

Segundo Trump, os EUA queriam ajudar a Venezuela “em uma base humanitária", inclusive com a entrega de alimentos e água para a população "faminta" do país. "Acho que tive uma conversa muito positiva com o presidente Putin sobre a Venezuela", disse Trump.

As declarações de Trump parecem estar em desacordo com as alegações anteriores de vários de seus principais funcionários, incluindo o secretário de Estado Mike Pompeo e o conselheiro de Segurança Nacional, John Bolton, sobre a alegada "interferência" russa na Venezuela.

Presidente russo, Vladimir Putin, e o líder norte-americano, Donald Trump, durante o encontro no Palácio Presidencial em Helsinque, Finlândia

© Sputnik / Sergei Guneev

Putin para Trump: tentativas de derrubar Maduro dificultam a solução para a Venezuela

Durante uma prolongada conversa telefônica nesta sexta-feira (3), presidente dos EUA, Donald Trump, e seu colega russo, Vladimir Putin, discutiram a situação na Venezuela, informou a Casa Branca.

Na quarta-feira (1), Pompeo falou por telefone com o chanceler russo, Sergei Lavrov, tendo dito que a Rússia não deveria "interferir" no país latino-americano. Lavrov chamou as acusações de envolvimento russo nos assuntos venezuelanos de "bastante surrealistas" e disse que a "posição de princípio" da Rússia era "nunca interferir nos assuntos dos outros países".

Bolton, por sua vez, avisou os países "de fora do Hemisfério Ocidental" para que não instalem forças militares na Venezuela e confirmou que a Doutrina Monroe, adotada por Washington no final do século XIX, continua a ser seguida pelos dirigentes do seu país.

Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, faz sinal com as mãos depois de chegar à base militar de Forte Tiuna, em Caracas, Venezuela, 30 de janeiro de 2019

© AP Photo / Marcelo Garcia

Maduro: existe uma conspiração com muito dinheiro para dividir Forças Armadas venezuelanas

A crise na Venezuela se agravou em 30 de abril, quando o líder da oposição venezuelana, Juan Guaidó, que se autoproclamou presidente interino do país, lançou a chamada Operação Liberdade para retirar Nicolás Maduro do poder. Em um vídeo publicado no Twitter, Guaidó aparece ao lado de militares e do líder oposicionista Leopoldo López, que estava preso desde 2014 e foi libertado pelos rebeldes, na base aérea de La Carlota, em Caracas. Guaidó pediu uma "luta não violenta", disse ter os militares do seu lado e afirmou que "o momento é agora".

Segundo o ministro venezuelano da Defesa, Vladimir Padrino López, as Forças Armadas da Venezuela continuam sendo completamente fiéis às autoridades legítimas.

Fonte: https://br.sputniknews.com/americas/2019050413809278-trump-contradiz-declaracoes-de-pompeo-e-bolton-sobre-venezuela-apos-conversa-com-putin/

Rússia continuará cooperando com Irã, apesar das ameaças de sanções dos EUA


Bushehr


© AFP 2019 / MEHR NEWS/MAJID ASGARIPOUR

Oriente Médio e África

12:54 04.05.2019URL curta

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A Rússia continuará sua cooperação no campo da energia nuclear com o Irã, apesar das ameaças de sanções dos EUA, disse à Sputnik neste sábado o vice-ministro das Relações Exteriores russo, Sergey Ryabkov.

Nesta sexta-feira, os EUA alertaram que podem impor sanções a quem fornecer assistência para expandir a usina nuclear iraniana em Bushehr.

Rússia e Irã assinaram um tratado para construir o segundo e terceiro reator da usina.

"Nenhuma ameaça de novas sanções impedirá nossa legítima cooperação mutuamente benéfica com o Irã", disse Ryabkov.

O diplomata acrescentou que a Rússia, como o Irã, possuiu "grande experiência" em viver sob as sanções dos EUA.

"Portanto, aceitamos as ameaças com confiança e não cedemos a essa chantagem. Vamos expandir e desenvolver gradualmente nossa cooperação com o Irã, inclusive no campo da energia nuclear, em total conformidade com o direito internacional e as leis nacionais de nossos países", ressaltou o vice-chanceler.

Plataforma de produção de petróleo da empresa russa Rosneft

© AP Photo / Rosneft press service

Sanções dos EUA contra Venezuela e Irã beneficiam Rússia

O Irã assinou um acordo com a Rússia para a construção da primeira usina do projeto Bushehr, o Bushehr 1, ainda em 1992. Já em 2004, os países assinaram um tratado para construir o segundo e terceiro reator da usina.

O Irã poderá usar urânio fornecido pela Rússia e sob supervisão internacional, assim como se faz com o reator que já operante em Bushehr.

O monitoramento internacional impedirá Teerã de ter acesso ao combustível usado, do qual o plutônio pode ser separado, disse o comunicado russo.

As sanções relacionadas a essa usina nuclear fazem parte de um pacote mais amplo de medidas que, segundo o secretário de Estado, Mike Pompeo, visavam cortar o caminho do Irã para a produção de armas nucleares.

Fonte: https://br.sputniknews.com/oriente_medio_africa/2019050413809024-russia-ira-bushehr-nuclear-eua/

Bolsonaro não é o 'cara', é o pária, diz Fernando Brito


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O cancelamento da viagem de Jair Bolsonaro a Nova York, para receber o prêmio – mambembíssimo – da Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos, afinal uma reunião de homens que querem negócios mais fáceis com os EUA, mostra mais que um constrangimento do atual presidente do Brasil, diz o editor do Tijolaço. O país que tinha "o cara" como símbolo, agora tem "o pária", lembra ainda Fernando Brito

4 de Maio de 2019 às 06:51

Por Fernando Brito, editor do Tijolaço O cancelamento da viagem de Jair Bolsonaro a Nova York, para receber o prêmio – mambembíssimo – de "Homem do Ano" da Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos, afinal uma reunião de homens que querem negócios mais fáceis com os EUA, mostra mais que um constrangimento do atual presidente do Brasil.

Quatro meses após sua posse, Jair Bolsonaro se tornou um estigma – fora dos meios financeiros, de quem sabemos o que provoca-lhes o amor – pelo mundo afora.

Em nota oficial, o porta-voz da Presidência, general Otávio Rego Barros, passou recibo:

"Em face da resistência e dos ataques deliberados do prefeito de Nova York e da pressão de grupos de interesses sobre as instituições que organizam, patrocinam e acolhem em suas instalações o evento anualmente, ficou caracterizada a ideologização da atividade"

É claro que é ideológico, como tudo no mundo é. Mas também é mercadológico.

Se empresas cancelaram o patrocínio a esta homenagem, certamente não foi por "ideologia", foi pelo prejuízo comercial que ela poderia render.

O jornal Financial Times, a companhia aérea Delta Air Lines e a consultoria Bain & Company, que cancelaram seus patrocínios ao evento não são "ideologicamente opositores" de Jair Bolsonaro, ao contrário.

Mas certamente não estão dispostos a pagar para grudar em si um estigma de selvagens, que é a marca que Jair Bolsonaro tem a lhes oferecer.

É, para tristeza dos "mercadistas" uma questão de mercado. Jair Bolsonaro dá mais prejuízo do que lucro.

Inclusive ao Banco do Brasil, que patrocinará o jantar de milionários ao qual o presidente não comparecerá e no qual há dúvidas se será representado pelo chanceler Ernesto Araújo ou pelo astrólogo Olavo de Carvalho.

O país que tinha "o cara" como símbolo, agora tem "o pária".

Fonte: https://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/392275/Bolsonaro-n%C3%A3o-%C3%A9-o-'cara'-%C3%A9-o-p%C3%A1ria-diz-Fernando-Brito.htm

sexta-feira, 3 de maio de 2019

Gleisi após recuo da indústria: o que a direita tem a dizer?


Eduardo Matysiak

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"O país tá derretendo. A indústria tem um dos maiores recuos. A construção civil está na lona. O desemprego grande, renda caindo. Mas os bancos com altos lucros e Bolsonaro querendo guerra com a Venezuela. E era o PT o problema do país! O q os golpistas e a direita tem a dizer?!", questionou a presidente nacional do PT, deputada Gleisi Hoffmann (PR), após a produção industrial recuar 1,3% na passagem de fevereiro para março

3 de Maio de 2019 às 11:51

247 - A presidente nacional do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann (PR), bateu duro no governo Jair Bolsonaro, após a produção industrial brasileira recuar 1,3% na passagem de fevereiro para março, segundo a Pesquisa Industrial Mensal divulgados nesta sexta-feira (3), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

"O país tá derretendo. A indústria tem um dos maiores recuos. A construção civil está na lona. O desemprego grande, renda caindo. Mas os bancos com altos lucros e Bolsonaro querendo guerra com a Venezuela. E era o PT o problema do país! O q os golpistas e a direita tem a dizer?!", disse a parlamentar no Twitter.

Foram registradas quedas em todos os tipos de comparação temporal: em relação a março do ano passado (-6,1%), média móvel trimestral (-0,5%), acumulado do ano (-2,2%) e acumulado de 12 meses (-0,1%). Dezesseis das 26 atividades industriais pesquisadas tiveram queda na produção na passagem de fevereiro para março, com destaque para os alimentos, que recuaram 4,9%.

Outros setores que influenciaram a queda de 1,3% da indústria em março, na comparação com fevereiro, foram automotores, reboques e carrocerias (-3,2%), coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-2,7%), indústrias extrativas (-1,7%) e outros produtos químicos (-3,3%).

*Com informações da Agência Brasil

Gleisi Lula Hoffmann

@gleisi

O país tá derretendo. A indústria tem um dos maiores recuos. A construção civil está na lona. O desemprego grande, renda caindo. Mas os bancos com altos lucros e Bolsonaro querendo guerra com a Venezuela. E era o PT o problema do país! O q os golpistas e a direita tem a dizer?!

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11:01 - 3 de mai de 2019

Fonte: https://www.brasil247.com/pt/247/sul/392194/Gleisi-ap%C3%B3s-recuo-da-ind%C3%BAstria-o-que-a-direita-tem-a-dizer.htm

Lula concede nova entrevista, desta vez ao jornalista Kennedy Alencar


Ricardo Stuckert | 247 | Lula Marques

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Após falar ao jornalista Florestan Fernandes e à colunista do jornal Folha de S.Paulo Mônica Bergamo, o ex-presidente Lula concedeu nova entrevista à imprensa, desta vez ao jornalista Kennedy Alencar, na manhã desta sexta-feira em Curitiba; preso político e condenado sem provas, Lula continua recebendo solidariedade dentro e fora do Brasil; líder do PT na Câmara dos Deputados, Paulo Pimenta (RS) criticou a omissão da Globo sobre a entrevista do ex-presidente; "Vamos ver se eles vão continuar sendo covardes de omitir do povo brasileiro tudo aquilo que o Lula tem dito"; assista ao vídeo

3 de Maio de 2019 às 11:33

247 - Após falar ao jornalista Florestan Fernandes e à colunista do jornal Folha de S.Paulo Mônica Bergamo, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva concedeu nova entrevista à imprensa, desta vez ao jornalista Kennedy Alencar, nesta sexta-feira pela manhã. O ex-presidente foi para a cadeia em abril do ano passado no âmbito da Operação Lava Jato após ser condenado sem provas no processo do triplex do Guarujá (SP), uma sentença contestada por vários juristas. Preso político, Lula continua recebendo solidariedade dentro do fora do Brasil.

De acordo com o líder do PT na Câmara dos Deputados, Paulo Pimenta (RS), a entrevista que Lula havia concedido após mais de um ano preso teve "mais de 10 milhões de visualizações". "O El Pais, da Espanha, com este vídeo da entrevista, teve o vídeo mais visualizado de sua história", afirmou. Florestan integra a equipe do jornal espanhol no Brasil.

O parlamentar aproveitou para bate duro na principal emissora de televisão do País. "A Rede Globo, concessão pública, não faz nenhum registro (da entrevista de Lula). Não dedica um segundo para ao menos divulgar a matéria. Não se trata nem de gostar ou não do Lula, mas existe algo chamado interesse jornalístico. Será que toda a imprensa do mundo estava errada e a Globo estava certa? A Globo se dedica a ser porta-voz de interesses da Lava Jato", disse.

"A Globo é uma das principais responsáveis pelo cenário que o Brasil está vivendo, pelo afastamento de Dilma, pela prisão de Lula, pela eleição de Bolsonaro, este governo de criminosos, milicianos, mentirosos, que expõem nosso País ao ridículo no cenário internacional", afirmou. "Vamos ver se eles vão continuar sendo covardes de omitir do povo brasileira tudo aquilo que o Lula tem dito".

Fonte: https://www.brasil247.com/pt/247/brasil/392191/Lula-concede-nova-entrevista-desta-vez-ao-jornalista-Kennedy-Alencar.htm

“Capitalismo Psicopata”: Terrorismo Econômico dos EUA e Genocídio Contra o Povo da Venezuela



25 de abril: O ministro das Relações Exteriores Arreaza descreve o sofrimento excruciante do povo venezuelano resultante das sanções dos Estados Unidos;

26 de abril: EUA violam sua obrigação como país sede da ONU e sanções o ministro das Relações Exteriores por falar verdade ao poder

“Não estamos apenas do lado errado, somos o lado errado.” Daniel Elllsberg, Especialista em Pentagon Papers

“As sanções americanas visam deliberadamente destruir a economia da Venezuela e, assim, levar à mudança de regime. É uma política infrutífera, sem coração, ilegal e falida, causando graves danos ao povo venezuelano. ”Professor Jeffrey Sachs


Manobras dos EUA nas Nações Unidas


Toda a programação oficial das reuniões da Comissão sobre Desarmamento das Nações Unidas - de 8 de abril a 29 de abril - foi forçada a cancelar porque os Estados Unidos, em violação de suas obrigações como país anfitrião, recusaram um visto a importantes delegados russos.

Em 25 de abril, o brilhante e carismático chanceler da Venezuela, Jorge Arreaza (à esquerda), detalhou


Conferência de imprensa das Nações Unidas, o horrível


O sofrimento do povo venezuelano está em constante conseqüência da ditadura das sanções dos Estados Unidos contra seu país e do terrorismo dos EUA contra toda e qualquer instituição e nação global que os EUA exigem que rompa todos os laços econômicos e diplomáticos com a Venezuela. Em uma marcha furtiva e mortal à ditadura global, e consistente com sua tentativa de subjugar as Nações Unidas aos interesses do poder oligárquico americano, os Estados Unidos estão abusando de sua participação nas Nações Unidas, tentando forçar a mudança de regime na Venezuela, usando criminosos. métodos que violam a Convenção de Haia, a Convenção de Genebra, a Carta das Nações Unidas, a Declaração Universal dos Direitos Humanos, a Carta da Organização dos Estados Americanos, a Constituição Venezuelana e a violação da própria lei dos EUA.

As manobras dos EUA para destruir o credenciamento da ONU pelo governo de Maduro e substituí-lo pelo fantoche Guaido são horripilantes e maquiavélicas, e, realisticamente, já que os EUA não têm escrúpulos, nem respeito ao direito internacional, há uma possibilidade nefasta de que pode ter sucesso. Numerosos diplomatas de muitos países, com quem falei, estão aterrorizados pelas sanções que os EUA acabaram de colocar ao ministro venezuelano das Relações Exteriores, reconhecendo a ameaça à sua própria soberania, e sofisticados especialistas iranianos delinearam as perigosas possibilidades que os EUA têm de usar esse método. para expulsar a delegação venezuelana para a ONU, e de fato denegar o acesso do governo Maduro à ONU. Se os EUA obtiverem êxito neste esquema criminoso, a credibilidade da ONU será total e irremediavelmente destruída, como confirmaram os muitos diplomatas com quem falei. Muitos delegados estão dizendo agora que a ONU seria melhor baseada em outro país mais confiável e respeitoso. A Venezuela é presidente do Movimento dos Não-Alinhados, uma organização de 120 estados membros. Para os EUA sancionarem seu Ministro das Relações Exteriores, é um abuso irresponsável e intolerável do status de país anfitrião.

Os EUA estão orquestrando um Golpe na Venezuela

Além disso, os EUA forjaram outra organização do tipo mafiosa de “governos” latino-americanos “flunky” que dão toda a indicação de se tornar uma nova Operação Condor, sistematicamente organizado pelo assassinato organizado por Augusto Pinochet e Henry Kissinger (imagem à esquerda). plano criminoso organizado para exterminar todos os esforços progressistas e humanitários em toda a América Latina e além.

A Operação Condor orquestrou a matança do ex-ministro das Relações Exteriores do Chile, Orlando Letelier, em Sheridan Circle, Washington, DC, em 1976. Letelier sangrou até a morte depois que um carro-bomba organizado por terroristas cubanos anti-castristas arrancou suas pernas. Uma garota americana que trabalhava para o Instituto de Estudos de Políticas, Ronni Moffett também foi morta nessa ação terrorista. Na Argentina, o general chileno Carlos Prats foi assassinado quando sua casa em Buenos Aires foi bombardeada; em Roma, a esposa do senador chileno Bernardo Leighton foi prejudicada pela bala de um assassino destinada a ele; Operação Condor organizou o assassinato do ex-presidente boliviano progressista Torres na Argentina.

Métodos Diabólicos Utilizados pelos EUA para Destruir a Venezuela

Em um relatório colossal intitulado “Sanções econômicas como castigo coletivo: o caso da Venezuela” e corroborando tudo o que afirma o ministro das Relações Exteriores, Jorge Arreaza, os economistas Jeffrey Sachs e Mark Weisbrot descrevem os métodos diabólicos usados ​​pelos Estados Unidos para destruir a Venezuela e desacreditar o socialismo. , resultando no assassinato deliberado de pelo menos 40.000 pessoas venezuelanas, incluindo crianças, idosos, enfermos e outros civis mais vulneráveis. Esta é uma política sistemática e deliberada do governo dos EUA, um plano hediondo para exterminar o socialismo e massacrar o povo venezuelano para roubar seu petróleo, um ato espetacular de pirataria conduzido descaradamente com o conluio de fantoches obedientes na Europa Ocidental e no Canadá, e estados latino-americanos covardes e obsequiosos cuja obediência vergonhosa a Washington é de tirar o fôlego.

Bloqueio Completo

Washington agora ameaça bloquear e sancionar completamente Cuba para forçar o país a romper relações com a Venezuela. A Nicarágua também está, é claro, na mira.

Ontem houve um golpe fracassado, provocado pelo Quisling Juan Guaido, (imagem à direita com Lopez), que incitou uma revolta militar para derrubar violentamente o governo democraticamente eleito de Nicholas Maduro. Se Joseph Biden ou Bernie Sanders, ou qualquer cidadão americano advogasse a derrubada violenta do governo dos EUA, eles seriam presos e / ou executados. É espantoso que o candidato da Manchúria, Juan Guaido, defendendo a derrubada violenta do governo venezuelano, seja autorizado a vagar livremente por toda a Venezuela. Esta é uma prova incontestável do caráter impecavelmente democrático do governo de Maduro. E talvez seja uma prova da força e confiança de Maduro no povo venezuelano. Mas a vida de Maduro está em risco para o seu país. Durante a emergência de ontem, o embaixador venezuelano Samuel Moncada convocou uma conferência de imprensa da ONU, e habilmente respondeu a perguntas frequentemente tendenciosas e tendenciosas, para as quais Moncada estava bem preparado, e sem dúvida antecipou.

O governo dos EUA está se desintegrando, e tem sido por muitos anos, com o atual governo repleto de guerra interna. O governo francês está enfrentando uma incipiente revolução popular dos Yellow Jackets, o governo britânico frustrado pelo Brexit e movimentos separatistas que ameaçam a sobrevivência do "Reino Unido". É apenas com a arrogância mais flagrante que eles criticam a Venezuela.

É angustiante testemunhar o assassinato em massa de um povo venezuelano heróico e progressista, por um capitalismo psicopata que não tem um pingo de decência humana, e chafurdar em seu comportamento canibalístico, profanar o próprio conceito de direitos humanos. Mas essa é a essência do capitalismo monopolista, cujo estágio “mais alto” é o fascismo. Só podemos esperar que a Rússia e a China reconheçam a futura ameaça à sua própria sobrevivência, e não se entreguem ao desejo de um arranjo “ganha-ganha” com Washington. Só podemos esperar que o cadinho da Venezuela venha a ser o Stalingrado desta de facto a Terceira Guerra Mundial, e será no campo de batalha da Venezuela, com o seu legado transgeracional de Simon Bolívar, que o fascismo é derrotado, e o futuro progressista o destino da humanidade será forjado.

*

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Carla Stea is Global Research’s correspondent at United Nations Headquarters, New York, N.Y.

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Fonte: https://undhorizontenews2.blogspot.com/

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quarta-feira, 1 de maio de 2019

Golpe fracassa na Venezuela; EUA e bolsonaristas perdem

Por José Reinaldo Carvalho para Jornalistas pela Democracia Na véspera do Primeiro de Maio, quando o governo revolucionário venezuelano convocava o povo para celebrar o Dia Internacional dos Trabalhadores, os golpistas venezuelanos, adestrados pelo imperialismo estadunidense e apoiados pelos governos de extrema-direita do Brasil, da Colômbia e demais países satélites do chamado Grupo de Lima, promovem mais uma intentona golpista, com aparência de golpe militar.

Até agora é um fracasso popular e militar. Malgrado a mobilização de setores da população - os mesmos com que já contava Guaidó - não há, mais uma vez, uma adesão popular majoritária ao golpe. No momento em que escrevemos estas notas, uma multidão está às portas do Palácio de Miraflores brindando apoio ao presidente Maduro. E, pior dos mundos para os golpistas venezuelanos e seus patrões internacionais: ficou evidente que não havia nem há dispositivo militar favorável ao golpe. Este é um aspecto saliente, talvez o de maior significação, porquanto desde 23 de janeiro, quando o chefe da Assembleia Nacional em desacato constitucional autoproclamou-se "presidente encarregado", diuturnamente tem dedicado suas energias à mobilização de apoios externos, em atos recorrentes de traição à pátria, e a angariar, em vão, apoios entre os militares venezuelanos.

O que tem corrido o mundo até agora são as famigeradas fake news, inclusive a propalada tomada da base de La Carlota.

As imagens falam alto, mesmo as editadas pelas redes televisivas manipuladas pelo imperialismo: não foram vistas tropas, generais, oficiais e suboficiais comandando divisões e pelotões para executar ou apoiar o golpe.

Falam ainda mais alto os eloquentes pronunciamentos dos chefes militares bolivarianos, o ministro da Defesa, Vladimir Padrino López, o do Comando Estratégico Operacional da Força Armada Nacional Bolivariana (como se chama o conjunto das Forças Armadas nacionais), Remígio Ceballos. Os pronunciamentos desses chefes podem ser resumidos numa palavra: Lealdade - ao povo, à pátria, à revolução bolivariana, à Constituição do país e ao presidente da República legítimo e constitucional, Nicolás Maduro.

As manifestações de países estrangeiros até agora são também claras a respeito das implicações geopolíticas. Os maiorais da política externa e de segurança dos Estados Unidos pronunciaram-se em favor do golpe e seguem ameaçando com a intervenção militar como uma opção válida sobre a mesa.

Por seu turno, a Rússia pediu o respeito aos princípios consagrados do Direito Internacional e reafirmou o apoio à autodeterminação do povo venezuelano, fazendo um apelo adicional contra o derramamento de sangue em favor da paz.

O México, cujo governo devolve o alento democrático e soberanista à nossa região, tão golpeada em período recente pela ofensiva golpista e intervencionista dos Estados Unidos, lança de novo uma iniciativa diplomática de diálogo e paz.

Em contraponto e contradição com o mandamento constitucional brasileiro e as melhores tradições de nossa política externa de defesa da autodeterminação nacional e da solução pacífica dos conflitos internacionais, o governo de Bolsonaro apressa-se a apoiar a intentona golpista, subordinando-se aos interesses estadunidenses. Com isso, ameaça a paz e a estabilidade regional, o que significa um perigo para a própria população brasileira.

Conheça e apoie o projeto Jornalistas pela Democracia - Muito suspeita a viagem, na véspera, do chanceler Ernesto Araújo a Washington, onde se encontrou com o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, e o assessor especial de Segurança Nacional de Donald Trump, John Bolton, com os quais discutiu a situação venezuelana. Araújo saiu dos dois encontros dando declarações em que repetiu o engajamento do Brasil com a política de estrangulamento que os EUA promovem contra a economia venezuelana e manifestou ansiedade com tempo necessário para a derrubada do presidente Nicolás Maduro.

São condenáveis a nota do governo brasileiro, em que faz um chamamento de apoio internacional ao golpe na Venezuela, e as declarações dos generais Augusto Heleno, chefe do Gabinete de Segurança Institucional e Hamilton Mourão, vice-presidente da República, ambos explicitamente favoráveis ao golpe contra Maduro.

Neste cenário, em que o governo reacionário do Brasil e seus militares, associados ao imperialismo estadunidense, somam-se à ofensiva golpista contra a Venezuela, as forças progressistas brasileiras não podem titubear. Manifestar a solidariedade plena com o povo vizinho e irmão e às suas legítimas instituições é um imperativo político e ético.

Fonte: https://www.brasil247.com/pt/colunistas/josereinaldocarvalho/391898/Golpe-fracassa-na-Venezuela;-EUA-e-bolsonaristas-perdem.htm

Da população ocupada no Brasil, 43% está na informalidade


Tania Rego/Agência Brasil

247 - Um dos principais efeitos da reforma trabalhista implementada pelo governo Michel Temer, a informalidade só tem crescido no Brasil. Segundo a Pnad Contínua (IBGE), divulgada nesta terça-feira 30, 39,5 milhões de trabalhadores encontravam-se na informalidade no primeiro trimestre, o que representa 43% da população ocupada.

O número soma todos os trabalhadores sem carteira assinada no País - no setor privado, no trabalho doméstico, no setor público, os conta própria sem CNPJ, empregadores informais e o trabalhador familiar auxiliar.

De acordo com o IBGE, o Brasil ganhou, por exemplo, 202 mil motoristas de aplicativo no primeiro trimestre deste ano, na comparação com o mesmo período de 2018, o que aumenta ainda mais a fatia da informalidade.

A renda média do trabalhador, estimada em R$ 2.291, está estável há quase dois anos. O único grupo cuja renda teve alta nesse começo de ano, ainda segundo o IBGE, foi o de trabalhadores domésticos, acréscimo de 2,3% em relação à renda do fim do ano passado, para R$ 909, em razão do reajuste do salário mínimo.

Fonte: https://www.brasil247.com/pt/247/economia/391959/Da-popula%C3%A7%C3%A3o-ocupada-no-Brasil-43-est%C3%A1-na-informalidade.htm

28 milhões de brasileiros não têm o que comemorar, diz coordenador de pesquisa do IBGE


Agência Brasil

247 - Neste Dia do Trabalho, 28 milhões de pessoas não vão ter condições de comemorar. A frase não foi dita por nenhum líder sindical, mas pelo coordenador da pesquisa Pnad Contínua, do IBGE, Cimar Azeredo, durante a entrevista em que divulgou os números do levantamento nesta terça-feira 30.

Ele se referiu à taxa de subutilização da força de trabalho brasileira, que bateu recorde no primeiro trimestre de 2019, chegando a 25% e atingindo 28,3 milhões de brasileiros. Essa parcela da população não trabalhou nesse período ou trabalhou menos do que gostaria.

Trata-se do maior índice da história da Pnad, cuja série foi iniciada em 2012. Na comparação com o trimestre anterior, houve crescimento de 5,6%.

O número de pessoas desalentadas, que desistiram de procurar emprego, cresceu 3,9% no trimestre, chegando a 4,8 milhões. A taxa de desalentados, de 4,4%, também foi recorde no trimestre.

Fonte: https://www.brasil247.com/pt/247/economia/391961/28-milh%C3%B5es-de-brasileiros-n%C3%A3o-t%C3%AAm-o-que-comemorar-diz-coordenador-de-pesquisa-do-IBGE.htm

Haddad: Bolsonaro está literalmente matando a educação superior


Ricardo Stuckert | USP Imagem | PR

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Ex-ministro da Educação comenta cortes de verba de 30% em universidades públicas pelo governo Bolsonaro, após protestos em algumas instituições, e ameaça de corte de bolsas que financiam pesquisas 'com viés ideológico'; "Bolsonaro está literalmente matando a educação superior. Depois de cortar 30% do orçamento das universidades federais, governo pretende iniciar o desmonte da pós-graduação"

1 de Maio de 2019 às 10:03

247 - "Bolsonaro está literalmente matando a educação superior", constata Fernando Haddad, que foi ministro da Educação, prefeito de São Paulo e candidato à Presidência da República pelo PT em 2018.

Haddad comenta os cortes de verba de 30% em universidades públicas anunciados pelo governo de Jair Bolsonaro e a ameaça de corte de bolsas que financiam pesquisas 'com viés ideológico'.

A princípio, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, anunciou cortes de pelo menos 30% dos recursos da Universidade de Brasília (UnB), da Universidade Federal Fluminense (UFF) e da Universidade Federal da Bahia (UFBA) por terem permitido que ocorressem supostos atos políticos, classificados por ele como “balbúrdia”.

“Universidades que, em vez de procurar melhorar o desempenho acadêmico, estiverem fazendo balbúrdia, terão verbas reduzidas”, disse em entrevista a Renata Agostini, do jornal O Estado de S.Paulo.

Após críticas de que os cortes eram ideológicos, o secretário de Educação Superior do MEC, Arnaldo Barbosa de Lima Junior, afirmou que eles irão atingir todas as universidades e institutos federais, de forma "isonômica". Segundo ele, o "bloqueio" foi feito "de forma preventiva" e "só sobre o segundo semestre".

Fonte: https://www.brasil247.com/pt/247/brasil/391976/Haddad-Bolsonaro-est%C3%A1-literalmente-matando-a-educa%C3%A7%C3%A3o-superior.htm