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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

Políticas públicas dos governos do PT transformaram as vidas dos baianos


20 de agosto de 2018

A Bahia passou por uma grande transformação durante os governos do Partido dos Trabalhadores – Lula e Dilma na presidência, Jaques Wagner e Rui Costa no governo do estado. Foram criadas e implementadas políticas públicas que passaram a incluir todos da população, com foco no crescimento com inclusão social, em um estado que até então era tradicionalmente governado pelas elites e para as elites. Lula e o PT transformaram a Bahia e vão fazer muito mais.

Nesta terça-feira (21/8), Fernando Haddad, candidato a vice na chapa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seu porta-voz, estará em Salvador apresentando propostas para o terceiro mandato de Lula. O governador Rui Costa, líder nas pesquisas de intenção de voto, e o ex-governador Jaques Wagner, candidato ao Senado, acompanharão Haddad nas agendas e debates sobre o futuro do estado.

A transformação baiana com os governos do PT se deu em diversas áreas como educação, geração de emprego, políticas para o semiárido e agricultura familiar. Tudo isso se traduziu na possibilidade de sonhar e de realizar os sonhos. Em 2017, a Caravana Lula pelo Brasil se iniciou justamente na Bahia e o ex-presidente disse: “minha geração não acreditava que o filho de um homem do campo pudesse virar engenheiro agrônomo. Nós provamos que isso era possível. Agora eu só peço que vocês não deixem de sonhar. E sonhem alto. Não é possível avançar sem sonhos”.

Educação

Na Bahia, parte importante da inclusão se deu pela educação. Exemplo disso é que, antes de Lula, o estado com mais de 15 milhões de pessoas em 417 municípios só tinha uma universidade federal, localizada na capital – a UFBA. Os governos do PT criaram mais cinco – Universidade Federal do Recôncavo Baiano (UFRB)Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab), Universidade Federal do Oeste da Bahia, Universidade Federal do Sul da Bahia, Universidade Federal do Vale do São Francisco.  A UFRB, criada por Lula em 2006, é um dos símbolos da mudança feita pelos governos petistas na educação do país. Isso porque mais de 80% dos seus estudantes são autodeclarados negros, além da universidade ficar numa região predominantemente agrária. Foram criados 18 campi universitários interiorizados em toda a Bahia.

Ainda no ensino universitário, os programas Universidade para Todos (ProUni) e Fundo de Financiamento Estudantil (FIES) beneficiaram juntos mais de 300 mil alunos. Na Bahia, em 2015, Lula disse emocionado: “não tem nada mais gratificante que quando viajo e as pessoas levantam plaquinhas dizendo: hoje eu sou médica, hoje sou advogada, graças ao Prouni, graças ao FIES”.

Impressionantes, ainda, são os números dos governos do PT na inclusão de crianças que moram no sertão baiano. O Caminho da Escola adquiriu 3.341 ônibus, 16 lanchas e mais de 13 mil bicicletas para fazer o transporte dos estudantes das áreas rurais.

Os avanços na educação também abrangeram o ensino técnico e profissional. O Pronatec matriculou mais de 530 mil alunos e criou 21 novas escolas técnicas na Bahia. Vale lembrar que, em seu próximo governo, Lula vai melhorar a qualidade do ensino médio, promovendo a federalização progressiva das escolas de ensino médio em áreas de vulnerabilidade, por meio de parceria com os Institutos Federais e com o Sistema S.

Geração de emprego e renda

A inclusão do povo baiano também se deu por meio da geração de emprego e renda. De 2003 a 2016, foram criados no estado 973.877 postos de trabalho. um aumento de mais de 74% do total de vagas de emprego em treze anos.

O Programa Bolsa Família, em abril/2016, atendia mais 1,8 milhão de famílias, garantindo que 3,5 milhões de pessoas saíssem da extrema pobreza no estado.

A renda também foi garantida pelos investimentos na agricultura familiar. Na Bahia, o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), no balanço da safra 2015-2016, registrou mais de 193 mil contratos, totalizando R$ 669 milhões em investimento.

Vivendo melhor

As famílias baianas do litoral ao sertão passaram a viver melhor durante os governos do PT e exemplos disso não faltam. A energia elétrica chegou nas casas onde não havia luz, com o programa Luz para Todos criado por Lula, que realizou 568.242 ligações.

Já o Água para Todos foi essencial para enfrentar as secas frequentes do interior baiano. O programa possibilitou a instalação de cisternas para captação de água de chuva e, em alguns locais, a perfuração de poços artesianos, que coletam água do subsolo. O Água para Todos instalou 286.333 cisternas para consumo e mais de 53 mil para produção agrícola por toda a Bahia.

A casa própria para milhares de famílias baianas também foi conquista proporcionada pelos governos petistas. O Minha Casa Minha Vida entregou, na Bahia, 180.544 moradias e contrataram outras 299.925.

Outro ponto que passou por uma transformação foi a saúde. As 3.340 equipes do Saúde em Família fizeram a cobertura de 67% da população da Bahia e foram construídas, por todo o estado, 840 UBSs (Unidades Básicas de Saúde) e 79 UPAs (Unidades de Pronto Atendimento).

Esses dados são apenas uma amostra de tudo que Lula garantiu aos baianos e que o governo do golpe, Temer/PSDB, está tentando desmantelar.

Em carta ao povo baiano em julho último, Lula disse que o povo baiano sabe “o que o PT foi capaz de realizar durante o tempo que governou o Brasil,  fazendo o país crescer como nunca (…), sabe também, e sabe na carne, tudo o que foi desfeito desde que os golpistas tomaram de assalto o Palácio do Planalto e rasgaram os votos de 54 milhões de brasileiros”.

Agora, é preciso devolver as conquistas ao povo e Lula tem um plano de governo para isso.

Fonte: https://lula.com.br/politicas-publicas-dos-governos-pt-transformaram-a-vida-dos-baianos/

Os 400 dias de Bolsonaro que encolheram o Brasil


"Muita gente achava que isso aí não poderia durar seis meses, mas nesta quarta-feira o desgoverno Bolsonaro está comemorando 400 dias no Palácio do Planalto", recorda Ricardo Kotscho, Jornalista pela Democracia. "Nunca antes na história desse país um presidente da República causou tantos danos, em tão pouco tempo, alguns deles irreparáveis"

5 de fevereiro de 2020, 19:32 h

Bolsonaro em cerimônia de 400 dias de governo Bolsonaro em cerimônia de 400 dias de governo (Foto: Isac Nóbrega/PR)

 

Por Ricardo Kotscho, no Balaio do Kotscho e para o Jornalistas pela Democracia - Muita gente achava que isso aí não poderia durar seis meses, mas na tarde desta quarta-feira o desgoverno Bolsonaro está comemorando 400 dias no Palácio do Planalto.

Nunca antes, na história desse país, como diria o Lula, um presidente da República causou tantos danos, em tão pouco tempo, alguns deles irreparáveis, como a destruição da Educação e do Meio Ambiente.

Com o país em colapso, triste e destroçado, o capitão e seu generais de pijama ainda têm a coragem de promover uma festinha para seus áulicos e devotos reunidos nesta cerimonia macabra para ouvir discursos e para debochar do país.

Comemorar o quê, exatamente?

Um retrato do Brasil: metade do Rio de Janeiro está bebendo lama e a outra metade está sem água.

Qual foi a providência tomada pelo governo federal até agora?

Por que não convocaram os militares para ocupar e limpar a adutora do Guandu, que em outros tempos o tenente Bolsonaro ameaçava explodir?

Não estão convocando os fardados de pijama até para cuidar dos dois milhões de contribuintes que estão penando nas filas do INSS?

Na terra do faz de conta, do papelório do mercado e das estatísticas fajutas sobre emprego e renda dos “empreendedores”, onde os órgãos de controle do Estado agora são controlados pelo governo de plantão, um ex-juiz de Maringá vira ministro da Justiça do capitão, que ganhou as eleições com a sua prestimosa ajuda, parece que este pesadelo não tem mais fim.

E só se fala em reeleição. Não por acaso, Sergio Moro será um dos oradores da pajelança no Planalto para contar como ele acabou com a corrupção e a violência, e combateu com mãos de ferro as milicias cariocas.

Que mal os brasileiros fizeram para merecer tanta desgraça?

No coquetel explosivo de fundamentalismo religioso com demência ideológica, o Brasil virou um pária do mundo civilizado, rumo à barbárie escancarada.

Encolhido e acoelhado, o país de 210 milhões de habitantes, que já foi uma das maiores economias mundiais, assiste passivamente à vassalagem que o presidente presta aos Estados Unidos, em troca de nada.

Esta semana, os três poderes reabriram as portas, após um obsequioso recesso, e não se ouviu uma só palavra sobre como se pretende enfrentar a grande tragédia social brasileira, com o país de volta ao Mapa da Fome, em que só crescem a miséria e a desigualdade.

As ruas continuam em silêncio, das oposições nem se ouve falar, a chamada sociedade civil está em quarentena, até a esperança parece cansada de esperar.

Esses 400 dias já duraram uma eternidade…

Vida que segue.

Fonte: https://www.brasil247.com/blog/os-400-dias-de-bolsonaro-que-encolheram-o-brasil

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

'É intolerável falar gracinhas e arriscar negócios', diz analista sobre relação do Brasil com Irã


Em transmissão ao vivo no Facebook, Bolsonaro assiste pronunciamento de Trump

Reprodução Internet

Análise

00:05 05.02.2020(atualizado 06:23 05.02.2020) URL curta

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Alinhamento do Brasil aos EUA gera "desconfiança" no Irã e pode afetar vendas brasileiras para país persa, mas "bom senso deve prevalecer" ao invés das "bravatas", disse especialista em agronegócio à Sputnik Brasil.

O posicionamento da diplomacia brasileira de apoio aos Estados Unidos no caso do assassinato do general Qassem Soleimani, morto em um bombardeio ordenado pelo presidente norte-americano, Donald Trump, gera especulações de possíveis represálias comerciais por parte de Teerã ao Brasil.

Perder uma fatia desse mercado causaria impacto nas exportações brasileiras. O Irã é hoje o 4º maior comprador de alimentos do Brasil, com gastos de US$ 2,2 bilhões no ano passado, principalmente milho, soja, farelo de soja, carne bovina e açúcar.

Para o especialista em agronegócio José Luiz Tejon, professor da Fundação Escola de Comércio Armando Álvares Penteado (Fecap), qualquer situação política e diplomática envolvendo o Irã é "muito sensível", por isso o  governo deveria se "preocupar mais em fazer o país e o PIB crescerem", ao invés de gastar energia com conflitos "ideológicos" e que não interessam ao agronegócio brasileiro.

'Brasil só deveria ter uma preocupação: aumentar PIB'

"O Brasil só deveria ter uma preocupação, que é seríssima e devia nortear completamente a cabeça dos lideres brasileiros, nós temos que aumentar o PIB, hoje na ordem de 1,8 trilhão, ridículo para o tamanho de um país como o Brasil", disse Tejon.

A Argentina, que se mantém neutra na briga entre EUA e Irã, é quem poderia sair beneficiada, abocanhando parte das importações iranianas.

Negociações entre Irã e Argentina vem ocorrendo desde outubro e devem se intensificar com a ida de empresários argentinos, a maioria de setor agropecuário, para Teerã. A missão é coordenada pelo Bripaem, bloco composto por sete países da América do Sul, incluindo o Brasil.

Segundo Tejon, o comportamento brasileiro gera "desconfiança do cliente [Irã] com relação ao que o fornecedor pode fazer [Brasil]".

"O governo iraniano, quando o governo brasileiro se posiciona a lado de seu maior inimigo, os Estados Unidos, fica preocupadíssimo. Espero que o Brasil não faça isso, mas já houve embargos de comida na história da humanidade. O governo está dominado pelo Trump, daqui a pouco poder ter um embargo americano e o Brasil entra junto, o que seria uma aberração", disse o jornalista e publicitário.

'Argentina está aqui do lado'

"Em contrapartida, a Argentina está aqui do lado, ela que também foi desnecessariamente desafiada por razões ideológicas pelo Brasil, com a economia numa encrenca e precisando ir atrás de negócios", acrescentou.

Com preocupação, o professor lembrou que o Brasil sedia entre 4 e 6 de fevereiro, em Brasília, uma reunião do Grupo de Trabalho sobre Questões Humanitárias e de Refugiados, que tem como uma de suas pautas buscar um maior isolamento comercial do Irã.

"É absolutamente impertinente, desnecessário e intolerável o Brasil ficar falando gracinhas e colocar em risco negócios", criticou Tejon. Para ele, o governo brasileiro tem uma "paixão esquisita" pelos EUA, pois apresenta saldo comercial desfavorável com o país, enquanto a "conta com chineses, asiáticos e islâmicos é positiva".

'Uma coisa é o Trump, outra é o Brasil'

"Uma coisa é o Trump, dono de uma economia de 20 trilhões de dólares, arrotar para o mundo. Outra coisa é o Brasil, que precisa crescer, precisa dobrar o tamanho de seu agronegócio, precisa arrumar cliente e de mercados internacionais", disse Tejon.

Apesar das críticas, ele acredita que o agronegócio brasileiro não é "facilmente substituível" e o "bom senso prevalecerá", e não "bravas estúpidas".

"Se analisarmos todo a vida pré-eleitoral e o ano de 2019, é um fala fala, mas no fundo acaba prevalecendo o bom senso", ponderou.

'Trabalho hercúleo' da ministra Tereza Cristina

Segundo ele, grande parte desse pragmatismo se deve ao "trabalho hercúleo" da ministra da Agricultura, Tereza Cristina.

"Ela tem sido uma tremenda diplomata, apagado uma série de focos incendiários", disse o professor sobre série de viagens internacionais que a ministra tem feito para abrir mercados ao Brasil.

Para ilustrar seu posicionamento, José Luiz Tejon finaliza com uma corruptela de um verso do escritor português Luís de Camões.

“Quem faz a guerra, não faz o comércio”, disse.

O verso original, de Os Lusíadas, é “quem não quer comércio, busca a guerra”.

Fonte: https://br.sputniknews.com/opiniao/2020020515097914-e-intoleravel-falar-gracinhas-e-arriscar-negocios-diz-analista-sobre-relacao-do-brasil-com-ira/

terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

Lula será recebido pelo Papa Francisco na próxima semana


A defesa do ex-presidente conseguiu adiar um depoimento que ele prestaria no âmbito da Operação Zelotes. O motivo: sua audiência com o Papa Francisco, intermediada pelo presidente argentino, está marcada para a semana que vem

4 de fevereiro de 2020, 20:48 h Atualizado em 4 de fevereiro de 2020, 21:15

Ex-presidente Lula e Papa Francisco Ex-presidente Lula e Papa Francisco (Foto: Divulgação / Reuters)

247 - O ex-presidente Lula será recebido pelo Papa Francisco na semana que vem. A notícia foi publicada pela jornalista Bela Megale, do Globo, que informa ainda que a defesa do ex-presidente conseguiu adiar um depoimento que ele prestaria no âmbito da Operação Zelotes por conta da viagem ao Vaticano.

A informação de que o Papa receberia Lula foi divulgada no domingo 2, após um encontro entre o pontífice e o presidente argentino, Alberto Fernández. "O Lula me pediu para ver o Papa. E eu pedi (ao Papa) se ele podia receber o Lula. E ele (o Papa) me disse que 'claro' e que (o Lula) lhe escrevesse porque ele (o Papa), com todo prazer, o receberá", revelou Fernández.

Fernández também indicou aos jornalistas que o assunto sobre uma visita de Lula ao Vaticano surgiu quando os dois, Alberto Fernández e Papa Francisco, tocaram no assunto sobre "Lawfare", termo usado para definir uma guerra judiciária para intervir na política e para destruir adversários.

A intervenção de Alberto Fernández para que o Papa receba Lula também revela um desejo do ex-presidente brasileiro, libertado em novembro passado, depois de 19 meses preso, informou a agência francesa RFI no domingo.

Segundo a colunista, advogados acreditam que o ex-presidente não deve ter problemas para deixar o país, desde que avise a Justiça sobre o deslocamento.

Fonte: https://www.brasil247.com/poder/lula-sera-recebido-pelo-papa-francisco-na-proxima-semana

Trump exibiu 'OVNI secreto' a Kim Jong-un, segundo ex-militar norte-americano


OVNI

© CC0 / Pixabay

Mundo insólito

07:14 04.02.2020(atualizado 13:21 04.02.2020) URL curta

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Apesar de considerar o ato de Trump "uma tolice", Mike Turber diz que isso comprova não só que o presidente dos EUA sabia da existência do OVNI, como teve um efeito dissuasor a curto prazo.

O presidente norte-americano, Donald Trump, pode ter usado um OVNI militar contra a Coreia do Norte, afirma Mike Turber, que trabalhou na inteligência da Força Aérea dos Estados Unidos.

Em declarações ao tabloide Daily Star, Turber afirmou que Trump não só sabia da existência do OVNI, como usou o veículo aéreo, denominado Nimitz, em novembro de 2017 com a intenção de impressionar o líder norte-coreano. Segundo o especialista, os detalhes são "altamente secretos", mas Kim Jong-un teria sido informado do surgimento da nave onde ele estaria localizado.

"Foi feito um telefonema da Casa Branca para a Coreia do Norte, então talvez ele [Kim Jong-un] recebeu um aviso antes do tempo", continuou Turber. "Dizendo 'Ei, olha pela sua janela, quero te mostrar uma coisa'."

"Se ele [Kim Jong-un] conseguiu ver ou não, eu não sei, nem qual foi a reação dele", relata Turber.

De acordo com Mike Turber, o incidente teve um efeito a curto prazo sobre Kim Jong-un, que decidiu interromper temporariamente os testes de mísseis, apesar de considerar o ato de Trump uma "tolice [...] para alguém que você não quer".

No período do alegado incidente relatado pelo ex-funcionário da inteligência da Força Aérea dos Estados Unidos, Kim Jong-un estava repetidamente conduzindo testes de mísseis, durante o auge das tensões EUA-Coreia do Norte.

Fonte: https://br.sputniknews.com/mundo_insolito/2020020415094797-trump-exibiu-ovni-secreto-a-kim-jong-un-segundo-ex-militar-norte-americano/

China começa a testar vacina russa contra coronavírus


Funcionário hospitalar protegido aplica medicamento em hospital em meio a surto do novo coronavírus em Wuhan, província de Hubei, China, 3 de fevereiro de 2020


© REUTERS / China Daily

Ásia e Oceania

07:04 04.02.2020(atualizado 08:44 04.02.2020) URL curta

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China testará um medicamento antiviral de ação direta Triazavirin, desenvolvido na Rússia, para combater o coronavírus (2019-nCoV), disse aos repórteres o vice-ministro da Saúde russo, Sergei Kraevoi.

Os médicos russos ainda não conseguiram isolar diretamente a cepa do vírus em pacientes infectados na Rússia para acelerar a criação da vacina, detalhou o vice-ministro russo.

"A China está comprando o medicamento antiviral russo Triazavirin para testar sua eficácia no combate ao coronavírus", segundo comunicado do Ministério da Saúde russo.

O medicamento antiviral foi desenvolvido por cientistas da Universidade Federal dos Urais, na Rússia.

De acordo com os últimos dados, o número de pessoas contaminadas no mundo ultrapassou 20,6 mil pacientes, sendo que 427 deles morreram.

Situação de emergência

No final de dezembro, as autoridades chinesas relataram um surto de pneumonia de origem desconhecida na cidade densamente povoada de Wuhan, província de Hubei. A causa da doença foi um novo tipo de coronavírus, o 2019-nCoV.

Médicos borrifam cidadãos indonésios com antisséptico após serem evacuados de cidade epicentro de surto de coronavírus na China, Wuhan

© REUTERS / Antara Foto

Médicos borrifam cidadãos indonésios com antisséptico após serem evacuados de cidade epicentro de surto de coronavírus na China, Wuhan

A Organização Mundial de Saúde (OMS) reconheceu o surto de 2019-nCoV como uma situação de emergência de importância internacional.

Fonte: https://br.sputniknews.com/asia_oceania/2020020415094661-china-comeca-a-testar-vacina-russa-contra-coronavirus/

Coronavírus: a culpa não é da sopa de morcego?


Morcego-de-peluche

© East News / UIG / Auscape

Ásia e Oceania

13:10 04.02.2020(atualizado 13:19 04.02.2020) URL curta

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Quando o novo coronavírus 2019-nCoV fez suas primeiras vítimas, informações amplamente divulgadas apontavam que a origens da doença estaria o mercado de frutos do mar da cidade de Wuhan e nos hábitos alimentares chineses. Por que a culpa não é da sopa de morcego?

Poucas semanas depois do início da crise relacionada à propagação do novo coronavírus, um vídeo viralizou nas redes sociais, mostrando uma garota comendo uma sopa de morcego. No vídeo, ela segura  o animal cozido, praticamente inteiro, com a ajuda de palitinhos.

@Dystopia - #HongKong is NOT China @Dystopia992

Respondendo a @Dystopia992

#ChinaPneumonia
TERRIFYING #bat-eating Chinese woman..
Back in 2003, the GLOBAL outbreak of #SARS killed more than 8,000 people. #Bat, civet cats are believed to be the origin of #virus .#WuhanCoronavirus #coronavirus #China #WuhanPneumonia

Vídeo incorporado

360

22:01 - 22 de jan de 2020

Informações e privacidade no Twitter Ads

Em 2003, a propagação global do SARS matou mais de 8.000 pessoas. Morcegos, civetas são apontados como a origem do vírus. ​

O vídeo levou milhares ao redor do mundo a culpar os hábitos alimentares chineses pela nova doença, retomando velhos preconceitos em relação à higiene de pessoas de origem asiática.

Mas o vídeo não foi filmado em Wuhan. Aliás, não foi filmado na China. Trata-se de uma garota chamada Wang Mengyun, que tem um programa de turismo, experimentando uma refeição típica da ilha de Palau, localizada no Oceano Pacífico.

No entanto, como acontece frequentemente, a notícia de que o vídeo era falso foi muito menos compartilhada nas redes sociais do que as postagens alarmantes, que associavam a cultura chinesa à origens obscuras do vírus 2019-cCoV.

Alguns dias mais tarde, um grupo de cientistas chineses demonstrou que o primeiro caso do coronavírus não estava relacionado com o mercado de frutos do mar.

Os cientistas ainda não foram capazes de detectar a fonte do vírus, mas ele pode, sim, estar ligado ao comércio de animais selvagens. Alguns mercados chineses abatem os animais no momento da venda, o que aumenta as dificuldades para manter a limpeza e higiene desses locais. Especialistas acreditam que é necessário reforçar os padrões sanitários e as inspeções nos abatedouros.

No entanto, o hábito de incluir na dieta animais não consumidos no Ocidente não deve ser considerado a causa da emergência do novo vírus. O vírus H1N1, por exemplo, foi originado em um abatedouro de suínos, um animal consumido em grande escala em países da Europa e das Américas.

A China é famosa pelos seus pratos exóticos e pela inclusão de insetos na dieta. O Brasil, por exemplo, exporta miúdos de boi que não são consumidos internamente para o país asiático em grandes volumes. Dentre os miúdos mais exportados, está o vergalho de boi, utilizado para cozinhar uma sopa rica em colágeno.

De acordo com jornalista James Palmer, em artigo publicado na Foreign Policy, os asiáticos também têm alguns preconceitos contra os hábitos alimentares ocidentais. Por exemplo, no país famoso por comer "tudo o que tem quatro pernas, menos a mesa, e tudo o que voa, menos o avião", a carne de cordeiro é considerada repulsiva.

Apesar da estigmatização contra a cultura chinesa ser infundada, o alerta do vídeo da sopa de morcego estava dado e milhões de chineses estão sendo alvo de racismo, em função da expansão do vírus. O Brasil não é exceção.

marie @mrkbysh

agr coisa séria:
ontem, no @metro_rio, essa mulher esperou eu me dirigir p porta do vagão para gritar "OLHA A CHINESA SAINDO, SUA CHINESA PORCA", "NOJENTA" e "FICA AÍ ESPALHANDO DOENÇA PARA TODOS NÓS". me ajudem a identificar essa racista para fazer um b.o decente :)

Vídeo incorporado

58,2 mil

20:12 - 1 de fev de 2020

​Este tipo de preconceito é condicionado principalmente pelo medo, acredita Palmer. Conforme o vírus se espalha, minorias chinesas podem se encontrar em situações cada vez mais delicadas, principalmente em países nos quais as relações com os locais já são turbulentas, como na Malásia e na Indonésia.

Na França, membros da comunidade asiática criaram a hashtag #JeNeSuisPasUnVirus ("eu não sou um vírus") para denunciar atos de racismo ligados à eclosão da doença.

TernenceHall

@HallTernence

Fear inside is sometimes more damaging than a virus.#JeNeSuisPasUnVirus #IoNonSonoUnVirus #ImNotAVirus #我不是病毒

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6:37 AM · Feb 4, 2020·Twitter Web App

​O medo pode ser mais danoso do que um vírus.

O governo chinês passou a reagir aos casos de racismo e pedir que os países evitem "semear o pânico", conforme declarou o porta-voz do ministério das Relações Exteriores do país, nesta segunda-feira (4). 

Em 30 de janeiro, a Organização Mundial da Saúde (OMS) decretou emergência internacional pela propagação do novo coronavírus, no entanto, não recomendou que países imponham restrições de viagens ou isolem o país asiático.

Fonte: https://br.sputniknews.com/asia_oceania/2020020415097359-coronavirus-a-culpa-nao-e-da-sopa-de-morcego/

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

“Bolsonaro não faz e tem raiva de quem faz”: parlamentares e internautas reagem à crítica ao Nordeste


A internet não perdoou o novo ataque de Jair Bolsonaro aos governadores do Nordeste no campo da educação, ao mesmo tempo em que elogiou a iniciativa do governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), em elevar o piso dos professores para R$ 6,3 mil, o mais alto do Brasil

3 de fevereiro de 2020, 18:32 h Atualizado em 3 de fevereiro de 2020, 18:37

Flávio Dino e Bolsonaro em inauguração da pedra fundamental do Colégio Militar de São Paulo Flávio Dino e Bolsonaro em inauguração da pedra fundamental do Colégio Militar de São Paulo (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil | Isac Nóbrega/PR)Por Nathalia Bignon, para o 247 - A internet não perdoou o novo ataque de Jair Bolsonaro aos governadores do Nordeste. Em crítica à decisão de oito dos nove governadores do Nordeste de não aderir ao projeto do Ministério da Educação (MEC) para a instalação de colégios cívico-militares, o presidente afirmou que a educação na região forma “militantes” e “desinforma”. O único Estado nordestino que aderiu ao projeto de construir escolas militares foi o Ceará, que é governado pelo petista Camilo Santana.

Nesta segunda-feira (3), o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), anunciou o novo piso salarial de R$ 6,3 mil para professores do Estado – em contraponto ao piso nacional, de R$ 2,8 mil –, o que parece ter enfurecido ainda mais o presidente.

“Foi só falar do êxito de Flávio Dino na educação para aparecerem comentários sobre a pobreza no Maranhão. Os minions não entendem é que isso só aumenta o mérito do governador. O Maranhão foi dirigido 50 anos pela oligarquia mais longeva do país. Dino começou a mudar essa realidade”, elogiou o ex-ministro do Esporte no governo Lula e ex-líder do PCdoB na Câmara, deputado Orlando Silva (SP).

"Bolsonaro mostra mais uma vez o seu total desconhecimento da educação pública no Brasil. Pernambuco tem a melhor política de ensino médio do país. O Maranhão tem a melhor política de remuneração dos profissionais da educação básica. Ao invés de aproveitar as experiências exitosas da educação no Nordeste, o Governo segue o caminho equivocado com acusações miúdas, rasteiras, como tem feito em todas as questões relacionadas à educação brasileira”, rebateu o ex-presidente da Comissão de Educação na Câmara dos Deputados, Danilo Cabral (PSB-PE).

Vice-líder do PCdoB, o deputado federal Márcio Jerry (MA) acusou Bolsonaro de tentar desviar o foco da população. “Enquanto o governador Flávio Dino investe fortemente na educação, Jair Bolsonaro fala bobagens e faz críticas infundadas para desviar a atenção do próprio descaso com a educação. Bolsonaro não faz e tem raiva de quem faz”, declarou.

Reginaldo Lopes, deputado federal eleito pelo PT-MG, preferiu ignorar a acusação do presidente e elogiar o anúncio de Dino. “Ótima e corajosa medida tomada no Maranhão! Por aqui, sigo na luta para fazer com que o teto do serviço público seja igual ao salário de professor doutor. É preciso dar o exemplo e valorizar a educação”, declarou.

Colega de sigla, Nilto Tatto (SP) também usou as redes para a parabenizar a gestão do maranhense.  “Parabéns ao estado do Maranhão e em especial ao governador Flávio Dino. Ainda que o projeto esteja em fase inicial de tramitação, mostra o cuidado e atenção com a carreira docente”.

Não faltaram comentários de profissionais da área e anônimos no Twitter. “Esse ‘comunismo’ do Maranhão parece que funciona direitinho, né? Aumento para professor, contas em dia, redução da balbúrdia nos presídios. E tudo sem autoritarismo, nem a bobageira do capitão e seus filhotes...”, alfinetou um internauta.

“O piso salarial do professor no Maranhão vai subir pra mais de R$ 6 mil, enquanto isso ‘BotSoulNazi’ corta gastos e mantém ministros que destroem a educação potencializando o estrago no Enem e no Sisu, aí finge que uma escola tá resolvendo alguma coisa. Patife...”, disse outro, recordando os recentes escândalos protagonizados pelo Ministério da Educação.

“Sou professor e tenho colegas que votaram no Bolsonaro. Muitos estão salivando nesse salário de 6k do Maranhão. É sempre divertido lembrar que um governador do PCdoB está pagando isso”, ironizou um perfil no Twitter.

Fonte: https://www.brasil247.com/regionais/nordeste/bolsonaro-nao-faz-e-tem-raiva-de-quem-faz-parlamentares-e-internautas-reagem-a-critica-de-bolsonaro-ao-nordeste

Centrais e movimentos sociais saem às ruas nesta segunda contra governo Bolsonaro


Trabalhadores aproveitam presença de Bolsonaro na Fiesp, em São Paulo, e protestam nesta segunda-feira (3) contra desmonte do setor e apresentam propostas para o desenvolvimento econômico do país

3 de fevereiro de 2020, 13:58 h

 

Rede Brasil Atual  - Na luta por criação de emprego com dignidade e contra as políticas de desmonte do Estado brasileiro promovidas pelo governo de Jair Bolsonaro (sem partido) e pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, centrais sindicais e movimentos sociais organizam nova manifestação nesta segunda-feira (3), a partir das 9h, no vão livre do Masp, na avenida Paulista, em São Paulo. Ao meio dia será realizado um ato político em frente à Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), também na Paulista.

A ideia é aproveitar a presença de Bolsonaro para um almoço com dirigentes do setor para protestar contra a política econômica do governo, que afeta diretamente o setor industrial do país, elevando os índices do desemprego e da informalidade, e apresentar as propostas da classe trabalhadora para o desenvolvimento econômico do país.

Participam da manifestação as centrais sindicais CUT, Força Sindical, UGT, CTB, CSB, NCST, CSP-Conlutas, CGTB e Intersindica. Entre os movimentos sociais, destaque para a participação das frentes Brasil Popular e Povo sem Medo, das entidades estudantis União Nacional dos Estudantes (Une) e União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), que se unem à manifestação em defesa da educação e exigindo a saída do ministro Abraham Weintraub.

Durante o ato, que também será em defesa da garantia dos direitos dos trabalhadores, será apresentado o documento “Ações para uma indústria capaz de alicerçar o desenvolvimento brasileiro”, elaborado pelas centrais sindicais. O texto destaca a importância e o papel fundamental da indústria na retomada do crescimento do país, com atenção para a criação de empregos de qualidade.

O protesto também fará a denúncia pública dos ataques do governo Bolsonaro ao setor industrial brasileiro e contra a política de entrega de empresas públicas a corporações estrangeiras – casos da Eletrobras e Petrobras, que já estão com seus processos de privatização iniciados – e a Embraer, recentemente entregue à Boeing.

“Não tem como o Brasil garantir padrão de vida para o seu povo, melhorar os serviços de educação, de saúde, se não tiver uma base industrial muito forte”, afirma o presidente nacional da CUT, Sérgio Nobre, convocando a população a aderir à manifestação desta segunda-feira. “A indústria brasileira está morrendo, vem caindo ao longo do tempo e é preciso botar essa agenda no centro do debate do País”, completa.

Para o presidente da Força Sindical,  Miguel Torres,  a jornada  é um importante instrumento para intensificar a luta de toda a população por mais direitos. “O país tem cerca de 13 milhões de desempregados, problemas graves na previdência e a falta de projeto de desenvolvimento e crescimento econômico”, diz o dirigente.

O presidente da CUT-SP, Douglas Izzo, reforça que o ato defenderá o setor industrial brasileiro. Segundo o dirigente, toda a sociedade será afetada com o processo de desnacionalização e desindustrialização promovidos pelo descaso do governo Bolsonaro com o setor.

“O ataque à indústria é um problema de toda a classe trabalhadora porque cada fábrica que fecha afeta a cadeia produtiva e causa impactos na economia e também na arrecadação de impostos pelo governo federal, o que prejudica investimentos em áreas sociais, como saúde e educação”, afirma.

Fiesp

Douglas Izzo lembra também que, além de não representar mais o setor industrial, a Fiesp foi uma das entidades que apoiou e financiou o golpe contra Dilma Rousseff e os ataques aos direitos como a reforma trabalhista e a reforma da Previdência.

“Ao invés de investir na modernização do parque industrial, empresários querem aumentar lucros retirando os direitos dos trabalhadores. Essa é a crítica que fazemos aos empresários e é contra isso que lutamos.”

Sérgio Nobre complementa, afirmando que a entidade que representa os empresários da indústria nacional não tem mais nenhuma pauta em favor da retomada do setor no Brasil porque está se alinhando a um governo fascista, de extrema direita e que desindustrializa o país. “Isso é grave, porque a indústria é estratégica para o desenvolvimento do Brasil.”

Fonte: https://www.brasil247.com/regionais/sudeste/centrais-e-movimentos-sociais-saem-as-ruas-nesta-segunda-contra-governo-bolsonaro

Presidenciável, Dino fixa piso salarial dos professores maranhenses em R$ 6,4 mil, o maior do Brasil


Valor é mais do que o dobro do piso nacional e o governador do Maranhão diz que "a essência da aprendizagem reside nos professores"

3 de fevereiro de 2020, 10:11 h

Flávio Dino Flávio Dino (Foto: Felipe Gonçalves)

247 - O governador do Maranhão, Flávio Dino, decidiu fixar o valor do piso salarial dos professores com 40 horas de dedicação em R$ 6.358,96, o maior valor do Brasil, mais de 120% acima do piso nacional. Confira os tweets de Dino, que pode vir a ser o candidato de uma frente ampla de esquerda à presidência da República em 2022:

Flávio Dino

@FlavioDino

Novo piso de remuneração para professores 40h no Maranhão deve passar para R$ 6.358,96. Proposta será enviada hoje para Assembleia Legislativa. Lembro que valor nacional é R$ 2.886,24.

22,4 mil

06:24 - 3 de fev de 2020

Flávio Dino

@FlavioDino

Tomei a decisão de repassar 100% dos valores do FUNDEB para a folha de salários, e complementar com recursos próprios do Estado. A essência da aprendizagem reside nos professores. Dessa decisão resulta reajuste de até 17,5% nas menores remunerações (piso).

4.136

06:33 - 3 de fev de 2020

Fonte: https://www.brasil247.com/regionais/nordeste/presidenciavel-dino-fixa-piso-salarial-dos-professores-maranhenses-em-r-6-4-mil-o-maior-do-brasil