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segunda-feira, 2 de maio de 2022

Mais de 1 milhão esperam na fila do INSS por perícia médica


Há diversos benefícios que precisam de perícia para serem liberados

2 de maio de 2022, 08:25 h Atualizado em 2 de maio de 2022, 08:29

www.brasil247.com - (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

247 - Mais de 1 milhão de segurados aguardam na fila de perícias médicas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), de acordo com dados do Ministério do Trabalho e Previdência.

O número inclui todos os tipos de benefícios que necessitam de avaliação pericial para serem concedidos, como auxílio-acidente, auxílio por incapacidade temporária - antigo auxílio-doença -, e aposentadoria por incapacidade permanente - antiga aposentadoria por invalidez -, pagos a quem tem alguma incapacidade para o trabalho.

BPC (Benefício de Prestação Continuada), aposentadoria da pessoa com deficiência e aposentadoria especial, entre outros, também requerem análise médica.

Há poucas semanas, havia 780 mil cidadãos na fila. A greve dos peritos, que já passa de um mês, porém, agravou o quadro.

Fonte: https://www.brasil247.com/brasil/mais-de-1-milhao-esperam-na-fila-do-inss-por-pericia-medica

sábado, 19 de fevereiro de 2022

Homem ganha na Justiça direito de tratar Covid-19 com ivermectina, toma o medicamento e morre nos EUA


A droga é proibida para o tratamento do coronavírus em hospitais nos Estados Unidos devido sua ineficácia e riscos comprovados

19 de fevereiro de 2022, 10:27 h Atualizado em 19 de fevereiro de 2022, 10:39

www.brasil247.com - Daria Smith e Keith Smith Daria Smith e Keith Smith (Foto: Reprodução

247 -  Um homem de 52 anos, morreu de Covid-19 no último domingo, na Pensilvânia, após sua esposa ter entrado na Justiça para conseguir o direito de tratar o homem com ivermectina. Keith Smith recebeu as duas doses do medicamento antes de sua condição piorar e o médico interromper o tratamento. A morte ocorreu sete dias após a primeira dose. A reportagem é do portal O Globo.

Keith Smith foi diagnosticado em 10 de novembro sendo internado na unidade de terapia intensiva do hospital em coma induzido 11 dias depois. Com o quadro de saúde piorando, sua esposa, Darla Smith, buscou na ivermectina uma "solução milagrosa'' para a cura do companheiro.

Segundo o jornal The Independent, a mulher foi incentivada por publicações nas redes sociais de grupos conservadores, impulsionados em parte por um serviço de telemedicina pró-Donald Trump que vende prescrições para ivermectina.

Entretanto, a droga é proibida para o tratamento do coronavírus em hospitais nos Estados Unidos devido sua ineficácia e riscos comprovados. A ivermectina é um medicamento antiparasitário, administrado principalmente a animais para tratar sarna e outras doenças.

Fonte: https://www.brasil247.com/mundo/homem-ganha-na-justica-direito-de-tratar-covid-19-com-ivermectina-toma-o-medicamento-e-morre-nos-eua

terça-feira, 8 de fevereiro de 2022

Brasil vive pandemia dos não vacinados: os que recusaram imunizantes são maioria dentre internados e mortos


Estados divulgaram dados que confirmam a efetividade das vacinas. Os vacinados têm muito menos chances de serem internados ou morrerem por Covid

8 de fevereiro de 2022, 11:05 h Atualizado em 8 de fevereiro de 2022, 11:08www.brasil247.com - (Foto: Odair Leal/Secom)

247 - Ainda que o Ministério da Saúde, comandado por Marcelo Queiroga, não tenha um estudo sobre o impacto das vacinas na pandemia no Brasil, secretarias estaduais de saúde confirmam: os não vacinados são a maioria das vítimas pela doença nesta atual fase da pandemia.

De acordo com o G1, Amazonas, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo divulgaram dados que confirmam a efetividade das vacinas.

Em Santa Catarina, o risco de morte por Covid para idosos não vacinados ou com vacinação incompleta é 47 vezes maior do para idosos totalmente imunizados, inclusive com a dose de reforço.

No Amazonas, que sofreu uma das piores crises no país com o avanço do coronavírus, é possível comparar os número pré e pós-vacinação: em janeiro de 2021, o estado havia perdido 3.556 pessoas para a Covid-19. Neste ano, até 3 de fevereiro, a Secretaria de Estado de Saúde aponta 152 mortes pela Covid-19. Dentre os óbitos registrados em 2022, 62,5% foram de não vacinados.

Em São Paulo, 82% das mortes por Covid-19 registradas no hospital Emilio Ribas foram de pessoas que não tinham recebido as três doses da vacina.

O Rio de Janeiro constatou que não vacinados ou os que não concluíram o ciclo vacinal têm 73% mais risco de serem internadas com Covid-19 do que os vacinados com duas doses.

No Rio Grande do Sul, estudo do governo local mostra que 68% das hospitalizações e 70% das mortes por Covid-19 entre dezembro e janeiro ocorreram em pessoas não vacinadas.

No Paraná, o risco de morte para pessoas de 12 a 59 anos que não se vacinaram é de 6,59 por 100 mil habitantes, enquanto para os vacinados o índice cai para 0,29/100 mil. A conclusão é de que vacinados têm uma chance 22 vezes menor de morrer pela doença.

Em Minas Gerais, o risco de internação para não vacinados é de 8,2 por 100 mil habitantes. O índice cai para 0,6 por 100 mil habitantes para os vacinados.

No Espírito Santo, a taxa de mortalidade em janeiro de 2022 é de 130 por 100 mil para não vacinados. Para quem está vacinado com duas doses ou com dose de reforço é de 2,4 para 100 mil.

Fonte: https://www.brasil247.com/coronavirus/brasil-vive-pandemia-dos-nao-vacinados-os-que-recusaram-imunizantes-sao-maioria-dentre-internados-e-mortos

sábado, 5 de fevereiro de 2022

Eurico Arruda: "90% das pessoas nas UTIs são negacionistas e antivacina"


Segundo o virologista, “a não vacinação é a grande causa da continuidade da pandemia”. Assista na TV 247

4 de fevereiro de 2022, 14:00 h Atualizado em 4 de fevereiro de 2022, 14:27

www.brasil247.com - (Foto: ABr | USP)

247 - O virologista Eurico Arruda, coordenador do Laboratório de Patogênese Viral da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto (FMRP-USP), disse à TV 247 que 90% dos internados em UTI com Covid–19 se recusaram a tomar a vacina.

“Das pessoas internadas com Covid no país hoje, 60% a 70% tomaram uma dose de vacina ou nenhuma. Nas UTIs, 90% não tomaram vacina, são negacionistas e antivacina. A situação ainda é grave, apesar do avanço da vacinação”, relata.

Segundo Arruda, “a não vacinação é a grande causa da continuidade da pandemia”. Se o cenário fosse o contrário - com 100% da população mundial vacinada - novas variantes do coronavírus não surgiriam e a vida normal já poderia até ter sido retomada. “Se toda a população do planeta tivesse tomado duas doses de vacina, a variante ômicron não teria se desenvolvido. Ela se desenvolveu porque uma boa parte do planeta não está vacinada. Enquanto em vários países já estamos na terceira dose, em outros, como na Etiópia, as pessoas não tomaram uma dose sequer. Enquanto for assim haverá novas variantes. A situação no Brasil, infelizmente, é ruim deste ponto de vista. Estima-se que 30% de brasileiros, 60 milhões de pessoas, não tomaram nenhuma ou apenas uma dose da vacina. Isso mantém o vírus circulando e desenvolvendo novas variantes”.

Fonte: https://www.brasil247.com/coronavirus/eurico-arruda-90-das-pessoas-nas-utis-sao-negacionistas-e-antivacina

sexta-feira, 28 de janeiro de 2022

Por unanimidade, Anvisa aprova uso de autotestes de Covid no Brasil


Liberação aconteceu na segunda reunião da agência para debater o uso dos produtos

28 de janeiro de 2022, 11:38 h Atualizado em 28 de janeiro de 2022, 12:15

www.brasil247.com - (Foto: Toby Melville/Reuters | ABr)

Por Rebeca Borges, Metrópoles - A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, por unanimidade, a distribuição, comercialização, registro e utilização de autotestes para detecção de Covid-19 no Brasil. A diretoria colegiada do órgão decidiu sobre o tema em reunião extraordinária nesta sexta-feira (28/1).

Esta foi a segunda reunião da agência para debater o uso dos produtos. Na última semana, o órgão adiou a decisão porque o Ministério da Saúde, que solicitou a autorização dos exames, não havia enviado dados suficientes para embasar o pedido.

Os diretores Cristiane Jourdan, Rômisson Rodrigues Mota e Alex Machado e Meiruze Freitas votaram a favor do uso dos produtos, formando decisão unânime.

Leia a íntegra no Metrópoles.

Fonte: https://www.brasil247.com/coronavirus/anvisa-forma-maioria-favoravel-aos-autotestes-de-covid-no-brasil-siga

quarta-feira, 1 de dezembro de 2021

Hoje é o Dia Mundial de Combate à Aids, que já matou cerca de 37 milhões de pessoas


O Dia Mundial de Combate à Aids é comemorado em 1º de dezembro. A data foi escolhida pela Organização Mundial de Saúde e é celebrada anualmente desde 1988 no Brasil

1 de dezembro de 2021, 04:16 h Atualizado em 1 de dezembro de 2021, 04:48

(Foto: OMS)

247 - Transcorre neste 1º de dezembro o Dia Mundial de Combate à Aids. A data foi escolhida pela Organização Mundial de Saúde e é celebrada anualmente desde 1988 no Brasil.

Doença causada pelo vírus HIV, geralmente por contato sexual desprotegido com pessoa contaminada, pode ser também transmitida por transfusão sanguínea e compartilhamento de objetos perfurocortantes.

A Aids é uma doença que não mata por si só. Por causar um grande impacto no sistema imunológico, o paciente fica sujeito a doenças oportunistas, como a pneumonia, que surgem no organismo nesse momento de fraqueza. Assim sendo, não se morre de Aids, morre-se das complicações geradas pelas doenças oportunistas.

Os primeiros casos de Aids foram descobertos nos Estados Unidos, Haiti e África Central em 1977 e 1978, mas só foram classificados como a síndrome em 1982, quando se compreendeu melhor a doença. No Brasil, o primeiro caso foi diagnosticado em São Paulo, em 1980.

Embora hoje seja uma doença cujo controle é possível e cujos infectados podem viver vidas saudáveis, foi responsável pela morte de cerca de 36,8 milhões de pessoas desde o início da epidemia, em 1981, segundo o Unaids (Programa para Aids da ONU, na sigla em inglês.

Estimativas do Unaids de 2020 apontam que cerca de 37,7 milhões de pessoas vivem com HIV no mundo—1,7 milhão de crianças e 53% mulheres e meninas. Especialistas alertam que, caso medidas educativas de prevenção não sejam implementadas, os casos podem voltar a subir, destaca reportagem da Folha de S.Paulo.

Fonte: https://www.brasil247.com/saude/hoje-e-o-dia-mundial-de-combate-a-aids-que-ja-matou-cerca-de-37-milhoes-de-pessoas

quinta-feira, 30 de setembro de 2021

1º da América Latina: Cuba vacina 80% da população contra Covid-19 com ao menos uma dose


Cerca de 51,3% da população já completou ciclo de imunização contra o vírus; país utiliza vacinas desenvolvidas e produzidas localmente

30 de setembro de 2021, 17:13 h Atualizado em 30 de setembro de 2021, 17:14

(Foto: Divulgação)

Opera Mundi - O governo de Cuba anunciou nesta quarta-feira (28/09) que vacinou 80% da sua população com ao menos uma dose de um dos três imunizantes desenvolvidos e produzidos pela ilha contra a covid-19: a Soberana 02, Soberana Plus e a Abdala. Com isso, o país se torna o primeiro da América Latina a atingir tal marca.

Segundo autoridades de saúde do país, em média, são mais de 200 mil doses aplicadas por dia em território cubano. De acordo com a diretora de Ciência e Inovação do Ministério da Saúde, Ileana Morales, houve dias em que Cuba atingiu a "média de mais de 350 mil” aplicações.

“Estamos entre os primeiros países do mundo a atingir esse indicador e temos feito isso com nossas próprias vacinas, que são únicas. Até o final de hoje, quando tivermos os dados, poderemos ter um percentual bem maior”, destacou Morales.

O objetivo é vacinar toda a população até o final do ano, mas a reabertura das fronteiras deve começar a partir de novembro. Segundo a pasta da Saúde, 64,3% da população já recebeu a segunda dose; 50,63% a terceira; e 51,3%, equivalente a 5,1 milhões de pessoas, quase metade da população, completaram o esquema de imunização.

Morales explicou que a estratégia de vacinação conta com três princípios “fundamentais”: caráter nacional, vacinas próprias, cobertura total e organizada por etapas.

“Pudemos implementar essa estratégia porque Cuba conta com suas fortalezas: o sistema de saúde e grande indústria farmacêutica", disse, acrescentando que “temos um compromisso com o povo cubano e temos conseguido o que dissemos”.

Os dados da imunização levantados pelo Our World in Data, da Universidade de Oxford, podem ser conferidos aqui.

Em outubro, a ilha caribenha retomará as aulas presenciais em todo o sistema público de educação. Nos últimos 20 dias, 1,6 milhão de crianças foram vacinadas, sendo que 900 mil têm idade de 2 a 11 anos.

Todas as fórmulas cubanas passaram por testes clínicos dentro e fora do país até ter seu uso emergencial aprovado pelo Centro para Controle Estatal de Medicamentos, Equipamentos e Dispositivos Médicos (Cecmed).

Desde o início da pandemia, Cuba acumula 872 mil contaminados e 7.378 vítimas da covid-19.

(*) Com Brasil de Fato.

Fonte: https://www.brasil247.com/mundo/1-da-america-latina-cuba-vacina-80-da-populacao-contra-covid-19-com-ao-menos-uma-dose

quinta-feira, 23 de setembro de 2021

Três irmãos que recusaram vacina contra a Covid morrem em intervalo de 8 dias em SC


Rejane, Valdir e Denilde, de 48, 51 e 53 anos, foram procurados pelas equipes de saúde diversas vezes para serem imunizados contra a doença

23 de setembro de 2021, 10:45 h Atualizado em 23 de setembro de 2021, 10:47

Valdir, Deneci e Denilde Carboni Pedro Valdir, Deneci e Denilde Carboni Pedro (Foto: Funerária Menino Deus/Divulgação)

247 - Três irmãos agricultores morreram por Covid-19 em um intervalo de oito dias em São João do Sul, no Sul catarinense. Eles não estavam imunizados contra a doença, segundo a prefeitura da cidade. Uma mulher de 53 anos, que era a mais velha, e um homem de 48, o mais novo do trio, morreram no dia 13 de setembro. Nesta terça-feira (21), a outra irmã, uma mulher de 51 anos faleceu. Os três foram sepultados no cemitério do município. A reportagem é do portal G1.

Segundo a secretária de saúde de São João do Sul, Rejane Elíbio de Borba, Valdir, Deneci e Denilde Carboni Pedro, de 48, 51 e 53 anos foram procurados pelas equipes de saúde diversas vezes para serem imunizados contra a doença.

"Em função disso eles foram contaminados. Os três acabaram internados e os sintomas não pararam de evoluir. Eles foram levados para a UTI e depois intubados. Dois deles morreram no mesmo dia", contou a secretária de saúde.

Na cidade, 17 pessoas morreram por complicações da doença até esta quarta-feira (22). Os dados são da Secretaria de Estado de Saúde (SES).

Fonte: https://www.brasil247.com/coronavirus/tres-irmaos-que-recusaram-vacina-contra-a-covid-morrem-em-intervalo-de-8-dias-em-sc

domingo, 20 de junho de 2021

China chega à marca de 1 bilhão de doses da vacina aplicadas


A marca aproxima o país da meta de vacinar 40% de sua população até o fim de junho

20 de junho de 2021, 09:10 h Atualizado em 20 de junho de 2021, 09:23

(Foto: Reprodução/Twitter)

247 - A China já administrou mais de 1 bilhão de doses da vacina contra a Covid-19, o que torna mais próxima a meta de imunizar 40% da população até o fim de junho, informou a Comissão Nacional de Saúde do país.

Como a maior parte das vacinas utilizadas pela China é de duas doses, não se sabe ao certo a porcentagem da população que está imunizada integralmente.

O programa de vacinação na China começou em julho do ano passado. A vacinação de grupos prioritários foi completada em fevereiro.

Segundo uma estimativa da AFP, 2,5 bilhões de doses foram aplicadas ao redor do mundo até o momento. Ou seja, a China é responsável por mais de um terço de todas as doses administradas no mundo.

O país asiático utiliza, em grande parte, as vacinas das farmacêuticas nacionais Sinopharm e Sinovac. Ambas estão aprovadas para serem aplicadas em crianças em adolescentes.(Com informações do Russia Today).

Fonte: https://www.brasil247.com/coronavirus/china-chega-a-marca-de-1-bilhao-de-doses-da-vacina-aplicadas

sábado, 5 de junho de 2021

Anvisa aprova importação excepcional da Sputnik V e Covaxin


Governadores do Nordeste fizeram o pedido para que uso da Sputnik V fosse autorizada

Por

Carlos Holanda

Foto de folheto divulgada pela Presidência da Argentina exibindo contêineres com parte de uma remessa da vacina russa Sputnik V COVID-19 na cabine de um avião da Aerolineas Argentinas ao chegar de Moscou, no aeroporto Internacional de Ezeiza, na província de Buenos Aires, Argentina, no dia 24 de maio, 2021 (Foto: ARIA EUGENIA CERUTTI / Presidência Argentina / AFP) Foto de folheto divulgada pela Presidência da Argentina exibindo contêineres com parte de uma remessa da vacina russa Sputnik V COVID-19 na cabine de um avião da Aerolineas Argentinas ao chegar de Moscou, no aeroporto Internacional de Ezeiza, na província de Buenos Aires, Argentina, no dia 24 de maio, 2021 (Foto: ARIA EUGENIA CERUTTI / Presidência Argentina / AFP)

Atualizada às 21h22min

Os cinco diretores da Anvisa aprovaram na noite desta sexta-feira, 4, a autorização excepcional e temporária para importação e distribuição da vacina Sputnik V, um pleito dos governadores do Nordeste, inclusive o do Ceará. A Anvisa também aprovou a Covaxin, vacina indiana solicitada pelo Governo Federal. O placar em ambas as votações foi de 4x1. Foram quase nove horas ininterruptas de votação, que terminou 21h21min.

Primeiro a votar, o relator Alexandre Machado Campos votou favoravelmente aos pedidos. Ele defendeu que uso do imunizante seja inicialmente restrito, de modo que haja "capacidade para atendimento a eventos adversos imediatos".

"Mesmo de forma excepcional e controlada, com ainda pequena quantidade de doses liberadas, a aprovação já representa um avanço para que tenhamos mais vacinas disponibilizadas à nossa população", disse o governador do Ceará, Camilo Santana (PT), em nota publicada nas redes.

Fonte: https://www.opovo.com.br/noticias/politica/2021/06/04/anvisa-autoriza-importacao-da-sputnik-v-por-estados-do-nordeste.html

quinta-feira, 20 de maio de 2021

De onda em onda, Brasil se afoga na pandemia

19.05.2021 | Fonte de informações:

Pravda.ru

De onda em onda, Brasil se afoga na pandemia. 35456.jpeg

Uma das maiores especialistas em políticas públicas de saúde no País, a médica sanitarista amazonense, Adele Schwartz Benzaken, conversou com o Instituto Socioambiental (ISA) sobre o atual momento da pandemia de Covid-19 no Amazonas e a iminência de uma terceira onda começando novamente por Manaus

Atual diretora médica do Programa Mundial da Aids Healthcare Foundation, organização que atua em 45 países no combate ao HIV/Aids, a médica sanitarista Adele Schwartz Benzaken está de volta a Manaus, sua terra natal. Após morar em Brasília, onde por cinco anos ocupou o cargo de diretora do Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle de ISTs (Infecções Sexualmente Transmissíveis), HIV e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Benzaken foi exonerada do cargo pelo presidente Bolsonaro, de quem escutou que "uma pessoa com HIV é uma despesa para todos no Brasil".


Epicentro das ondas da pandemia de Covid-19, Manaus tornou-se "um laboratório a céu aberto para a observação de como o vírus se comporta livremente", como disse o epidemiologista Jesem Orellana, da Fiocruz Amazônia, em entrevista ao ISA. No último dia 6 de maio, Orellana soltou um alerta epidemiológico sobre o aumento de casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) na capital amazonense. "O governador Wilson Lima e Bolsonaro apostaram na narrativa da imunidade de rebanho, deixando o vírus correr livremente. Estamos testando na verdade é a capacidade do vírus de causar desgraça e tragédia", criticou.

Esse aumento - verificado pelo sistema InfoGripe da Fiocruz - serve de alerta para uma terceira onda da pandemia ou do crescimento da própria segunda onda, que nunca chegou a ir embora. No Amazonas, segundo a Fundação de Vigilância em Saúde (FVS-AM), por meio do Boletim Diário de Covid-19 do dia 13 de maio, foram registrados 666 novos casos e a capital tem 390 pessoas internadas com Covid-19, das quais 197 em UTIs.

Esses números mostram que o vírus não está controlado e segue fazendo vítimas em um estado que possui 47% da população vivendo abaixo da linha de pobreza, segundo o IBGE. Com uma triste tendência à naturalização das mortes e a inércia das autoridades que deveriam agir no controle da pandemia, o Amazonas para muitos pensadores é na verdade um laboratório da necropolítica, conceito do filósofo camaronês Achille Mbembe, que faz referência ao uso do poder social e político para decretar como algumas pessoas podem viver e como outras devem morrer na distribuição desigual dos recursos e oportunidades no modelo político econômico atual.


Ritmo de tartaruga

Mais de 12 meses se passaram desde que Manaus sofreu com a primeira onda da pandemia e os 61 municípios do interior continuam sem ter leitos de UTI e com a vacinação bem aquém do necessário. As aulas presenciais do ensino público vão retornar no interior em 19 de maio, como anunciou em 14 de maio o governador Wilson Lima, mas a vacinação dos professores segue em ritmo lento, assim como de toda a população. Segundo o Consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, o Amazonas tem apenas 8,81% da população do estado imunizada com as duas doses da vacina e 15,27% com a primeira dose.

Apenas nesta sexta-feira (14/05), o Programa Nacional de Imunização (PNI) conseguiu enviar o seu maior lote de vacinas para o Estado do Amazonas. Esse 21º lote inclui 262.500 vacinas da AstraZeneca; e outras 30.400 da CoronaVac, totalizando 292.900 doses. Com a remessa, o Amazonas soma 2.007.300 doses recebidas desde o início da campanha de imunização. Antes desta, a maior quantidade de vacinas já recebidas pelo Amazonas havia sido no dia 18 de janeiro, quando o Ministério da Saúde enviou o primeiro lote para o início da campanha de imunização, com 282.320 doses.

Vacinação precisa ser acelerada



Na conversa a seguir, Dra. Adele Benzaken, formada em Medicina pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM) em 1978 e com doutorado em Saúde Pública pela Fiocruz, fala sobre a falta de gestão da pandemia no Brasil, sobre as preocupantes sequelas da Covid-19 na população e desta possível terceira onda, que pode vir a ser ainda mais trágica caso surjam variantes e a vacinação não avance a tempo de conter novos surtos da doença.

ISA - Como a sra. analisa o risco de haver uma terceira onda (ou seria o recrudescimento da segunda onda que não terminou) no Amazonas nos próximos meses?
Dra.Adele Benzaken - O que temos observado, tanto na primeira, como na segunda onda, é que aparentemente ocorre uma onda na Europa e depois, o primeiro estado brasileiro a ser atingido é o Amazonas. Não sabemos porque isso ocorre no Amazonas, já que epidemiologicamente não existe uma explicação. Aparentemente, nós não aprendemos a lição depois da primeira onda. O Amazonas, que sofreu tanto no ano passado em março e abril, ficou depois durante sete meses com um número de casos baixo. Entretanto, a segunda onda veio no final de dezembro de 2020 e em janeiro deste ano, explodiu com total colapso do sistema de saúde, com falta de oxigênio etc., como todos vimos pela mídia.

Dizer se vai ter ou não uma terceira onda depende de diversos fatores. Acho que o principal agora é a velocidade da vacinação. Se houver uma maior, provavelmente não teremos uma terceira onda tão expressiva. Os dados têm mostrado que houve uma redução nos óbitos de pessoas idosas e também de enfermeiros e técnicos de enfermagem devido à vacina. Obviamente se nós tivermos a ampliação do maior número de pessoas vacinadas, teremos então uma terceira onda um pouco mais suave do que foi a segunda onda. De qualquer forma depende também do nível de transmissibilidade em que isso vai se dar. O que acabamos de observar é que todas as vezes que temos uma taxa muito alta de transmissibilidade você tem então um aparecimento das variantes. Assim foi com África do Sul, Inglaterra, depois veio aqui mesmo no Amazonas e depois também na Índia. Entretanto, as mutações provocam algumas diferenças nas evoluções. Normalmente elas têm uma alta transmissibilidade, também atingem mais faixas etárias. Pelo menos a P1 e a sua variante P1.2, que surgiu no Rio de Janeiro, atingem pessoas mais jovens, justamente o grupo que não está vacinado. Então, se nós tivermos uma alta transmissibilidade da P1 ou da P1.2, possivelmente então teremos pessoas jovens sendo infectadas com maior velocidade.

A terceira onda depende muito desses fatores, e também do comportamento das pessoas, do nível de aglomeração que irão fazer. Toda vez que tivemos algum tipo de festividade, como foi o caso do Natal, Ano Novo etc., houve então esse aumento. Eu diria até que as pessoas, na verdade, no final do ano passado estavam já cansadas da quarentena e acabaram saindo e com isso houve uma alta transmissibilidade sem, claro, terem sido vacinadas.

ISA - Quais os riscos das enchentes agravarem ainda mais o quadro da pandemia de Covid-19 no Estado do Amazonas, assim como de outros surtos de doenças, como dengue e malária? A sra. poderia descrever um pouco essa situação sanitária bastante delicada do estado do Amazonas hoje?
Dra. Adele Benzaken - O Amazonas vive hoje o período chuvoso. Nós temos tido um volume de chuva bastante elevado e com isso os rios sobem. Esse fenômeno acontece anualmente em nosso estado e é óbvio que quando ele passa demais do seu volume de água a cidade sofre algumas inundações. Existe muito lixo, coisas insalubres que acabam invadindo algumas casas de pessoas que moram em palafitas nos arredores de Manaus. É claro que isso tudo aumenta a transmissibilidade de algumas doenças, mas não tem interferência em relação à Covid-19. Não podemos esquecer que a Covid é uma doença de transmissão aérea. Se as enchentes provocarem uma maior aglomeração de pessoas, aí sim pode provocar algum tipo de intervenção. Mas fora isso não vejo nenhuma correlação entre a enchente e a epidemia de Covid-19. De qualquer forma, vale à pena registrar que o Amazonas está à beira de um estado de calamidade pública, inclusive a cidade de Manaus, por conta do aumento do nível dos rios e os alagamentos.

ISA - Quais seriam as medidas prioritárias e urgentes para se evitar uma terceira onda?
Dra. Adele Benzaken - Na minha opinião o principal ponto a frisar é a aceleração da vacinação. Todas as outras medidas hoje eu não vejo assim como uma questão primordial. Todos os lockdowns (confinamentos com protocolos de isolamento) feitos até hoje no país foram feitos meia boca. Ninguém cumpriu o lockdown realmente. Então, é chover no molhado ficar falando que vai fazer lockdown sem fazer de fato. Acho que é fundamental dar informações corretas e fazer campanhas com a população no que diz respeito a usar máscaras. As máscaras precisam muito ser utilizadas. E a questão do transporte público, que é um problema que persiste gravemente. As pessoas estão indo trabalhar e acabam se aglomerando dentro dos ônibus e se contaminando. De qualquer forma é preciso ter campanhas nas quais os governantes se dispam de toda essa politicagem que vem acontecendo e passem uma mensagem mais correta para a população. O vírus não está controlado. Nós precisamos controlar esse vírus e a única forma são as medidas de prevenção já amplamente sabidas, mas que precisam ser cumpridas. E os governos, sobretudo os municipais, devem resolver o problema dos ônibus super lotados e dos demais transportes públicos.

ISA - Assim como a segunda onda trouxe uma nova variante, a P1, é possível pensarmos no surgimento de novas variantes nesta terceira onda?
Dra. Adele Benzaken - As variantes, como falei acima, acontecem no ambiente de grande transmissibilidade. E o que é grande transmissibilidade? Quando muitos casos ocorrem ao mesmo tempo. Vimos que houve uma nova onda na Europa causada pela cepa da Inglaterra, já na África do Sul foi provocada pela cepa subsaariana, depois veio a indiana e assim por diante. Nós tivemos aqui em Manaus também um momento de alta transmissibilidade e consequentemente o aumento da variante P1 com agravamento dos casos. E obviamente podem surgir a qualquer momento novas variantes. A vacinação também evita o aparecimento de novas variantes. Por isso insisto na importância de aumentar a velocidade da vacinação.

ISA - Como a sra. observa a questão das sequelas deixadas pela Covid-19? Quais são as principais e como o governo deve agir para tratar dessas pessoas?
Dra. Adele Benzaken - As sequelas são tão variadas! Uma coisa que tem que ficar clara é que a Covid-19 é uma doença sistêmica. Ela chega através das vias aéreas, logo ela entra dentro do sistema circulatório e vai para todos os órgãos. Ao chegar nesses órgãos ela provoca um processo inflamatório de grande monta, dependendo da gravidade da infecção. Então, observamos que as sequelas são tão variáveis e ao mesmo tempo muito específicas para cada especialidade médica. Por exemplo, temos desde queda de cabelo até transtornos cerebrais. Temos problemas de fadiga e cansaço crônico enão retorno do olfato e do paladar. Portanto, precisamos mesmo de um atendimento especializado para o pós-Covid. Um tratamento especializado durante a doença, mas também no pós. Porque dependendo do tipo de sequela, a pessoa precisará de um tratamento bastante especializado.

Eu acho que aqui cabe alertar também para outras questões não Covid-19 neste momento delicado da pandemia. O que se observa é um verdadeiro desmonte dos programas relacionados a outras doenças. As pessoas estão deixando de ser atendidas e de receber uma assistência adequada em programas já tão bem estabelecidos no Brasil. Isso nos leva a um quadro bastante preocupante porque nós vamos ter mais óbitos que poderiam ser evitados neste período de pandemia.

Alguns exemplos posso dar, sobretudo, no que diz respeito à saúde sexual e reprodutiva, ao uso de contraceptivos, ao pré-Natal tão essencial para que a gente tenha pequenos brasileiros sadios. Todos os programas estão sendo desmontados. O programa de HIV-Aids vem sofrendo uma redução absurda na testagem e com isso as pessoas que seriam detectadas positivas não estão entrando em tratamento. Existe também uma perda das pessoas em tratamento, porque elas acabam não indo nas unidades de saúde, seja por medo da Covid-19, ou por própria negligência na questão do cuidado do HIV. Os serviços de saúde não estão fazendo busca ativa dessas pessoas. Então, vamos ter um contingente elevado de pessoas vivendo com HIV. As estimativas que são dadas pela Unaids (Programa das Nações Unidas para o controle do HIV/Aids) é que vamos ter mais de 200 mil mortes além do que normalmente o HIV já ocasiona anualmente no mundo. Vejo esse como um exemplo que pode ser levado a todos os outros programas do Ministério da Saúde.

ISA - Quais são os principais gargalos da saúde pública no Estado do Amazonas?
Dra. Adele Benzaken - Um exemplo que normalmente usamos é que o Amazonas só tem UTI na capital Manaus e nenhum outro dos 61 municípios tem esse suporte de UTI. Então, uma doença como a Covid-19 que precisa de um bom apoio de terapia intensiva, encontra no Amazonas um verdadeiro vácuo. Os pacientes do interior são removidos para a capital, mas mesmo assim o número de leitos não é suficiente para atender a demanda na pandemia. No auge da contaminação, as pessoas morreram em casa, morreram na fila esperando um leito e todo esse quadro macabro que vocês sabem que ocorreu aqui em Manaus, principalmente no início deste ano. O que precisa ser feito? A gente tem um Sistema Único de Saúde (SUS). Se não fosse o SUS, imagina o que teria acontecido! Observo que apesar de sua importância, esse sistema continua negligenciado. É preciso fortalecer o SUS urgentemente. Ao fortalecê-lo podemos ter um direcionamento mais concreto das medidas. Uma das coisas que não foi utilizada durante a pandemia, por exemplo, é a atenção básica e o programa de saúde da família. Esses profissionais de saúde da atenção básica poderiam ter ajudado muito na questão da prevenção, do isolamento dos casos, na questão de busca das ocorrências. É uma estrutura que precisava ter sido utilizada desde o início da pandemia, mas que continuou fora do enfrentamento. É preciso que se amplie a testagem. Só testando é que se consegue fazer esse tipo de bloqueio. Tudo isso para afirmar que é preciso reforçar o SUS, não só no Amazonas, mas em todos os estados brasileiros. Reforçar o SUS é primordial para enfrentar as próximas epidemias que virão com certeza.


ISA
- Como a sra. observa a condução da crise sanitária no estado pelos governos federal e estadual?
Dra. Adele Benzaken - Acho bastante simples responder essa pergunta já que não houve nenhum tipo de condução da crise sanitária. As informações eram divergentes entre os governos estadual, federal e municipal. Cada um fez por si e todo esse processo resultou na tragédia que vimos. Então, não existiu e não existe ainda uma organização e um direcionamento que deveria ter ocorrido a partir do governo federal e que todos os estados e municípios cumprissem.

ISA - O Amazonas é o estado com o maior contingente de população indígena no País. Como a sra. observa os serviços de saúde prestados a essas comunidades na pandemia de Covid-19?
Dra. Adele Benzaken - As populações indígenas no Amazonas estão sofrendo terrivelmente com a pandemia. Estão desassistidas e com uma mortalidade bastante elevada. Nós estamos junto com alguns profissionais requerendo faz algum tempo, promover um bloqueio vacinal em algumas cidades do estado com grande número de indígenas. Vou dar o exemplo de São Gabriel da Cachoeira. Neste município, grande parte da população é indígena não aldeada. Daí, por serem indígenas não aldeados, a Sesai (Secretaria Especial de Saúde Indígena) não os reconhece e não lhes presta assistência. Mas, o que ocorre em São Gabriel? Os parentes, outros indígenas aldeados, vão para a cidade para fazer compra, receber pagamento etc. e acabam ficando na casa desses indígenas não aldeados. E aí a transmissão se dá. E esse indígena aldeado leva a doença para a comunidade. Então, o que chamamos de bloqueio vacinal é vacinar toda a cidade de São Gabriel da Cachoeira independentemente de comorbidade e faixa etária. A cidade inteira deveria ser vacinada rapidamente e assim teríamos um bloqueio vacinal. Isso impediria a transmissão do vírus para as aldeias dos parentes das pessoas que vivem na cidade, no Alto Rio Negro. E assim em outras cidades no Amazonas, como Tabatinga. Moradores da cidade tem contato quase diário com a população indígena do entorno. Então, são locais onde facilmente existe a transmissão entre as pessoas que estão na cidade para as aldeias indígenas. Esse bloqueio é fundamental e esse tipo de atitude deveria ter sido logo tomada para que pudéssemos prestar realmente um serviço às populações indígenas do Estado do Amazonas.

ISA - Qual mensagem a sra. deixa hoje para a população brasileira que vem enfrentando diariamente a tragédia e o luto?
Dra. Adele BenzakenBom, vou procurar não me emocionar. A pandemia tem levado muitos profissionais de saúde, muitos amigos e familiares. Às vezes fico pensando como estou triste e abalada de tirar nomes de pessoas que faleceram de Covid-19 do meu WhatsAPP. Muitas delas poderiam não ter morrido. Acho que a vacina deveria ter chegado no Brasil com bastante antecedência. E cada vez que se fala de Covid-19 tem que se falar dos profissionais de saúde que estão na linha de frente. Isso já se tornou um jargão, mas não deveria ser. Essas pessoas estão cansadas, estão trabalhando em turnos extras porque perderam colegas de trabalho para a doença, porque têm menos gente trabalhando. E muitas vezes é preciso dobrar plantão para que os pacientes não fiquem sem assistência. Essas pessoas estão cansadíssimas. Eu reverencio os profissionais de saúde com muito respeito e gratidão por tudo que eles têm feito na linha de frente.

Juliana Radler

ISA

https://www.socioambiental.org/pt-br/noticias-socioambientais/de-onda-em-onda-brasil-se-afoga-na-pandemia

Fonte: https://port.pravda.ru/news/desporto/19-05-2021/52863-brasil_pandemia-0/

quarta-feira, 28 de abril de 2021

Vacinas que matam mas são vendidas como " milagre"


Aumento de 6000% nas mortes por vacinas relatadas no primeiro trimestre de 2021 em comparação com o primeiro trimestre de 2020

Como pode ser esperado, quando novas "vacinas" experimentais que não são aprovadas pelo FDA recebem autorização de uso de emergência para combater uma "pandemia" que já tem mais de um ano, as mortes relatadas após as injeções dessas injeções agora dispararam nos EUA na população em mais de 6000% aqui no final do primeiro trimestre de 2021, em comparação com as mortes registradas após vacinas aprovadas pela FDA no final do primeiro trimestre de 2020.

Esses novos produtos, que muitos médicos e cientistas afirmam não atender à definição legal de uma "vacina", são descritos pelos próprios fabricantes como "sistemas operacionais" chamados de "software da vida", e antes do COVID eles nunca foram aprovados para uso em populações humanas.

Suas vozes são censuradas na mídia corporativa controlada por empresas farmacêuticas e pela Big Tech, então as pessoas que estão morrendo e sendo feridas por essas injeções são as pessoas pró-vacina que principalmente obtêm suas informações dessas fontes censuradas que são financiadas por bilionários corporativos de Wall Street , como Bill Gates.

Existem literalmente milhares de médicos e cientistas em todo o mundo que se manifestaram contra essas injeções experimentais, alguns até mesmo as chamando de “armas biológicas de destruição em massa”.

O Sistema de Notificação de Eventos Adversos de Vacinas do CDC (VAERS), um banco de dados financiado pelo governo dos EUA que rastreia lesões e mortes relatadas como causadas por vacinas, relatou apenas 36 mortes durante o primeiro trimestre de 2020 até 31 de março, e quase 50% dessas mortes foram bebês com menos de 3 anos de idade.

Source

Como hoje, dia em que este relatório está sendo escrito e publicado, é o último dia de março de 2021, ainda não temos estatísticas completas do VAERS sobre lesões e mortes após a vacinação. Mas aqui está o que sabemos com base no que o CDC publicou até ontem, 30 de março de 2021.

CDC: 3.005 mortes registradas em VAERS após "vacinas" experimentais COVID-19 - mais do que o total de mortes por vacinas nos últimos 13 anos ou mais

O último despejo de dados no VAERS foi publicado na semana passada em 26 de março de 2021, e listou 2.050 mortes após as injeções experimentais de COVID. Veja o relatório aqui.

No entanto, algumas dessas mortes após as injeções COVID ocorreram em dezembro de 2020, quando as vacinas Pfizer e Moderna foram emitidas pelo FDA.

Então, executamos o relatório para este ano de 2021, a partir do qual sabemos que os dados são atuais apenas até 19 de março de 2021, e ele mostrou 1.754 mortes após TODAS as vacinas, não apenas as injeções de COVID.

Source

Observe que 80% dessas mortes registradas ocorrem entre idosos com mais de 65 anos!

Como isso NÃO é uma tragédia nacional que deveria ser manchete em todos os lugares ??

Conforme observado acima, há 2.050 mortes registradas após as injeções de COVID em 19 de março, mas isso inclui algumas mortes em dezembro de 2020.

Ontem, o CDC informou que as mortes após as injeções de COVID são agora 2.509. (Fonte.)

Isso é um aumento de 459 mortes em relação ao que o CDC relatou por meio do VAERS até 19 de março. Portanto, 1.754 mais essas 459 mortes nos dão o total de mortes até agora até março de 2021, que é 2.213, embora após o próximo despejo de dados no VAERS na próxima sexta-feira, esse número aumentará ainda mais quando adicionarmos as mortes por vacinas não COVID também .

Isso é um aumento de mais de 6.000% em relação ao ano passado durante o mesmo período.

O aumento nas mortes relatadas está certamente relacionado às novas injeções experimentais de COVID, mas a posição do CDC e da FDA é que NENHUMA dessas mortes está relacionada às injeções de COVID.

Como já relatamos inúmeras vezes, o CDC e a FDA são organizações criminosas administradas por pessoas de dentro da Big Pharma controladas pelos bilionários e banqueiros de Wall Street. Seu principal interesse é proteger a Big Pharma e seus produtos, e não a saúde do público.

Uma revisão das informações clínicas disponíveis, incluindo atestados de óbito, autópsia e registros médicos, não revelou evidências de que a vacinação contribuiu para a morte de pacientes. (Ênfase deles - Fonte.)

Aqueles do público que continuam a confiar neles para aconselhamento médico preciso sofrerão caro, muitos com suas próprias vidas, como visto acontecendo agora no primeiro trimestre de 2021, com um aumento de 6.000% + nas mortes por injeção.

Mas uma vez que todas essas pessoas pró-vacina ansiosas para obter o "software da vida" da COVID tenham sido injetadas com este novo sistema operacional humano que precisará de atualizações constantes (tiros de reforço), os eugencistas irão voltar sua atenção para a "vacinação hesitante, ”E eles têm todos os seus patos alinhados agora.

Até agora, essas mortes trágicas estão entre os tolos que beberam COVID Kool Aid e não se preocuparam em pesquisar esses novos produtos médicos primeiro, confiando cegamente em “autoridades de saúde” como Anthony Fauci e Bill Gates, que são ASSASSINOS EM MASSA.

Eles controlam os meios de comunicação de massa corporativos, incluindo a Big Tech, e também controlam o sistema judicial americano. No topo, estamos lidando com psicopatas, a maioria deles pedófilos envolvidos com o ocultismo, e seus objetivos são controlar o sistema financeiro mundial, reduzir a população mundial e destruir a família e assumir o controle de criar filhos para seu próprio mal finalidades.

Isso foi escrito para um grupo diferente de pessoas em uma época e dias diferentes, mas seus princípios são eternos, e tão verdadeiros hoje quanto em qualquer outro ponto da história, se não mais hoje:

O tempo agora é curto, onde nenhuma pessoa neste planeta estará isenta de fazer escolhas muito difíceis que não serão mais opcionais.

Veja, eu coloco diante de você hoje vida e prosperidade, morte e destruição.

Pois hoje te ordeno que ames o Senhor teu Deus, andes nos seus caminhos e guardes os seus mandamentos, decretos e leis; então você viverá e crescerá, e o Senhor seu Deus o abençoará na terra que você está entrando para possuir.

Mas se o seu coração se afasta e você não é obediente, e se você se inclina para se curvar a outros deuses e adorá-los, eu declaro a você neste dia que você certamente será destruído. (Deuteronômio 30: 15-18)

Health Impact News

Fonte: https://undhorizontenews2.blogspot.com/

quarta-feira, 31 de março de 2021

Fora do grupo de risco, quase 900 bebês morreram por causa da covid no Brasil em 2020


Fora do grupo de risco, quase 900 bebês morreram por causa da covid no Brasil em 2020

31 de março de 2021, 08:30 h Atualizado em 31 de março de 2021, 08:33

Bebê recém-nascido Bebê recém-nascido (Foto: Reprodução)

247 - Ao menos 899 bebês com menos de 1 ano morreram ano passado no País vítimas de covid-19 – um dos maiores números do mundo nesta faixa etária, revela reportagem do jornal Estado de S.Paulo.

Segundo a reportagem,  o dado consta do Painel de Excesso de Mortalidade no Brasil e foi divulgado pela organização de saúde Vital Strategies. Como bebês não são grupo de risco da doença, especialistas acreditam que a falta de protocolos de atendimento para grávidas e recém- nascidos e fragilidades do sistema de saúde explicam a elevada quantidade de óbitos.

“O número de mortes entre bebês é absurdo, um massacre”, diz a epidemiologista Fátima Marinho, consultora da Vital Strategies e responsável pelo levantamento. “Não houve nenhum protocolo para atendimento de gestantes e recém-nascidos, não houve alerta para obstetras, pediatras, não se separou hospitais de referência para gestantes com covid-19, não houve nada para organizar e orientar os atendimentos”, afirma.

Fonte: https://www.brasil247.com/coronavirus/fora-do-grupo-de-risco-quase-900-bebes-morreram-por-causa-da-covid-no-brasil-em-2020-e1zjna6i

segunda-feira, 29 de março de 2021

Moscou e Pequim firmam acordo para produzir 60 milhões de doses da Sputnik V na China


Um frasco com a etiqueta da Sputnik V colocado sobre o logotipo da vacina russa em foto de 24 de março de 2021

© REUTERS / Dado Ruvic

Rússia

07:16 29.03.2021(atualizado 07:30 29.03.2021) URL curta

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COVID-19 no mundo no final de março de 2021 (74)

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O Fundo Russo de Investimentos Diretos (RFPI, na sigla em russo) e a empresa de biotecnologia chinesa, Shenzhen Yuanxing Gene-tech, firmaram um acordo para a produção de mais de 60 milhões de doses da vacina Sputnik V na China.

"A Sputnik V é uma das melhores vacinas do mundo contra o coronavírus. Já está aprovada para o uso em mais de 50 países. A cooperação com a Shenzhen Yuanxing Gene-tech nos permitirá produzir a Sputnik V na China, elevando assim as capacidades de fornecimento de quantidades adicionais à medida que vemos uma crescente demanda da vacina russa a nível mundial", declarou o diretor-geral do RFPI, Kirill Dmitriev.

​O RFPI e a Shenzhen Yuanxing Gene-tech, uma das empresas líder de biotecnologia na China, firmaram um acordo para produzir mais de 60 milhões de doses da vacina Sputnik V.

A quantidade acordada é suficiente para imunizar mais de 30 milhões de pessoas. De acordo com as estimativas, o processo de fabricação começar no próximo mês de maio.

Sputnik V foi aprovada em 56 países, com uma população combinada de mais de 1,5 bilhão de pessoas. O imunizante tem o segundo maior número de aprovações por reguladores estatais no mundo.

A vacina contra a COVID-19 foi registrada na Rússia no dia 11 de agosto de 2020 e consta de duas doses que são aplicadas em um intervalo de 21 dias.

Fonte: https://br.sputniknews.com/russia/2021032917225709-moscou-e-pequim-firmam-acordo-para-produzir-60-milhoes-de-doses-da-sputnik-v-na-china/

quarta-feira, 17 de março de 2021

Empresários de Cuiabá vão fretar avião para tomar Sputnik V em Cuba; R$ 30 mil por cabeça

Registro Geral
  • Presidente de Cuba, Raul Castro, deve autorizar vacinação de grupo de cuiabanos ao custo de R$ 1 milhão, que será doado ao sistema de saúde pública de Havana

    O desespero em busca do imunizante contra a Covid-19 levou um grupo formado por empresários, profissionais liberais e autônomos da Capital a planejar provável viagem a Cuba, orçada em R$ 3,6 milhões. Ao todo, devem embarcar rumo a ilha dos Castros, 120 pessoas, devidamente testadas (exames de PCR), e com mais de 18 anos, aptas a tomar a vacina russa, Sputnik V.  Cada passageiro vai desembolsar R$ 30 mil. Do valor total arrecadado, R$ 2 milhões vão custear o fretamento da companhia aérea e outro R$ 1 milhão será doado ao governo cubano, responsável pela disponibilidade e aplicação das vacinas. A menor parte, R$ 600 mil, será usada para pagamento de hospedagens e alimentação do grupo, em Havana. É a completa desmoralização do governo, Jair Bolsonaro.

    Fonte: https://odocumento.com.br/empresarios-de-cuiaba-vao-fretar-aviao-para-tomar-sputnik-v-em-cuba-r-30-mil-por-cabeca/

    sexta-feira, 12 de março de 2021

    Governadores do Nordeste compram vacina por preço menor que Ministério da Saúde

     

    Presidente do Consórcio Nordeste, o governador do Piauí, Wellington Dias, disse que o grupo pagará US$ 9,95 por cada uma das 39 milhões das doses negociadas. Já o Ministério da Saúde desembolsará US$ 13 dólares por unidade

    12 de março de 2021, 10:55 h Atualizado em 12 de março de 2021, 11:07

    (Foto: Divulgação)

     

    247 - Os governadores que integram o Consórcio Nordeste esperam fechar nesta sexta-feira (12) o contrato para a aquisição de 39 milhões de doses da Sputnik V, vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela Rússia, por um preço inferior ao que será pago pelo Ministério da Saúde. Segundo o presidente do consórcio, o governador do Piauí, Wellington Dias (PT), o Consórcio pagará US$ 9,95 por cada dose, adquirindo as 39 milhões de doses previstas, enquanto o Ministério da Saúde desembolsará US$ 13 dólares por unidade até limite de 10 milhões de doses. 

    Em entrevista à CNN Brasil, Dias destacou que o “desconto” foi possível pelo fato dos estados do Nordeste abrirem as negociações com o laboratório russo Gamaleya no ano passado. Já o governo federal teria demorado para tentar comprar as vacinas. Segundo ele, o cronograma de entrega das vacinas começam “a partir de março e abril, até junho, e chega a 26 milhões de doses. Em agosto, chega a 39 milhões, a US$ 9,95 [a dose] (cerca de R$ 55), um preço compatível”.

    “Hoje está tudo pronto entre o fórum dos governadores do Nordeste e o Fundo Soberano da Rússia, que tem para a entrega vacinas prontas, não mais aqueles 50 milhões que a gente tinha, mas 39 milhões, que é um bom número para a realidade brasileira”, disse Dias à CNN.

    “A partir daí, garante um cronograma que entrega vacina a partir de março e abril, até junho, e chega a 26 milhões de doses. Em agosto, chega a 39 milhões, a US$ 9,95 [a dose] (cerca de R$ 55), um preço compatível. Buscamos o ministro [Eduardo] Pazuello e colocamos que vamos fazer o contrato. E, se fizermos, quem está pagando são os estados", disse.

    "O ministério pode firmar um contrato nesta compra e [planejam] como essas vacinas venham para todo o plano nacional estratégico. E o ministro Pazuello prontamente assegurou o posicionamento para a compra das vacinas. E está previsto para hoje, junto com o fundo russo, o fechamento desta compra. O ministério comprando, ele paga. O ministério não comprando, nós firmamos o contrato e pagamos”, completou.

    A vacina Sputnik V ainda não foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), mas o laboratório Gamaleya busca a obtenção de autorização emergencial para o uso do imunizante no Brasil.

    Fonte: https://www.brasil247.com/coronavirus/governadores-do-nordeste-compram-vacina-por-preco-menor-que-ministerio-da-saude

    quinta-feira, 11 de março de 2021

    Já são nove os países que suspenderam aplicação da vacina da AstraZeneca contra Covid-19


    Depois de Dinamarca e Áustria, tomaram a mesma atitude Noruega, Islândia, Itália, Estônia, Lituânia, Letônia e Luxemburgo. O motivo é a possível formação de coágulos sanguíneos nos vacinados. O governo Bolsonaro apostou tudo na vacina do laboratório inglês e a situação pode agravar ainda mais a crise brasileira

    11 de março de 2021, 14:24 h Atualizado em 11 de março de 2021, 14:39

    (Foto: REUTERS/Dado Ruvic)

    247 - Alastra-se pela Europa a onda de suspensão da aplicação da vacina da AstraZeneca contra a Covid-19. Depois de Dinamarca e Áustria, tomaram a mesma atitude Noruega, Islândia, Itália, ,Estônia, Lituânia, Letônia e Luxemburgo. O motivo é a possível formação de coágulos sanguíneos nos vacinados.

    A informação pode afetar a já dramática situação do Brasil. O governo Bolsonaro, contrariando o que fizeram os demais governos do mundo, gastou R$ 2 bilhões em agosto de 2020 em uma única vacina, exatamente a da AstraZeneca.

    Segundo o governo dinamarquês, a medida é preventiva para que se avalia a relação com a formação de coágulos sanguíneos nos vacinados.

    A decisão na Dinamarca se deu após duas enfermeiras, de 49 e 35 anos, morreram depois de vacinadas com o imunizante da farmacêutica anglo-sueca. As vacinas faziam parte de um lote específico de 1 milhão de doses que foi distribuído a 17 países europeus.

    A imunização no país será suspensa durante 14 dias, apontaram as autoridades sanitárias. Não foi dito se casos semelhantes ocorreram na Dinamarca.

    As autoridades sanitárias norueguesas anunciaram a suspensão "cautelar" seguindo os passos da Dinamarca. "Na Noruega, estamos dando uma pausa na vacinação com a AstraZeneca. Estamos à espera de informações, para ver se há uma relação entre a vacinação e este caso de coágulos", disse um alto funcionário do Instituto Nacional de Saúde Pública, Geir Bukholm, em entrevista coletiva.

    A Agência Italiana de Medicamentos (Aifa) anunciou a suspensão do uso de um lote de vacinas (identificado como ABV2856) que já havia apresentado problemas na Áustria, em função da morte de uma enfermeira vacinada de 49 anos por "graves problemas de coagulação sanguínea".

    No entanto, a agência faz a ressalva de que, até o momento, "não foi estabelecido qualquer nexo de casualidade entre a administração da vacina e tais eventos". "A Aifa está efetuando todas as checagens do caso, adquirindo documentações clínicas em estreita colaboração com as autoridades competentes", acrescenta. O Instituto Superior da Saúde (ISS), órgão técnico-científico do governo italiano, vai analisar amostras do lote em questão.

    A AstraZeneca já é alvo de críticas na União Europeia por causa dos atrasos nas entregas de vacinas, porém tanto a empresa quanto a agência de medicamentos da UE asseguraram sobre a segurança do imunizante.

    A AstraZeneca defendeu a segurança de seu imunizante, testado em ensaios clínicos rigorosos: "A segurança da vacina foi extensivamente estudada em ensaios clínicos de Fase III e dados revisados ​​por pares confirmam que a vacina é geralmente bem tolerada", diz a nota da farmacêutica.

    O imunizante em questão foi amplamente escrutinado por países da União Europeia, confusos pela divulgação de dados dos testes que mostram resultados não tão bons. Áustria, Estônia, Lituânia, Luxemburgo e Letônia também suspenderam o uso do imunizante.

    Fonte: https://www.brasil247.com/mundo/ja-sao-nove-os-paises-que-suspenderam-aplicacao-da-vacina-da-astrazeneca-contra-covid-19-v3fyq3a2

    sábado, 31 de outubro de 2020

    Tratamento com cloroquina fracassa e Pazuello é internado com comprometimento do pulmão por causa da covid


    Publicado em 30 outubro, 2020 10:02 pm

    O general Pazuello, laranja do mandatário número 1 do país

    A cloroquina aparentemente não fez efeito no tratamento do general Eduardo Pazuello contra a covid-19.

    O ministro da Saúde, que há uma semana testou positivo e estava em casa, de quarentena, foi internado num hospital particular de Brasília na noite desta sexta, 30, com comprometimento em parte do pulmão.

    O governo não deu mais detalhes sobre o estado de Saúde de Pazuello, que, já doente, gravou um vídeo vexaminoso com Bolsonaro quando foi desautorizado pelo presidente sobre a participação do ministério da Saúde na parceria com o Instituto Butantan para a produção da vacina chinesa no país.

    As informações sobre a internação do general são da CNN Brasil.

    LEIA TAMBÉM: O VÍDEO vexaminoso em que Bolsonaro apresenta Pazuello como exemplo da eficácia da cloroquina

    PS do DCM: As 22h30 desta sexta, 30, o governo divulgou informação de que Eduardo Pazuello foi internado com quadro de desidratação, negando que o general tenha o pulmão comprometido.

    Como ele vinha se tratando da covid, e tomando cloroquina, a informação faz supor que o tratamento com a medicação pode ter consequências ainda mais graves, já que além da covid agora Pazuello padece de outra doença que o levou a ser internado às pressas.

    Fonte: https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/tratamento-com-cloroquina-fracassa-e-pazuello-e-internado-com-comprometimento-do-pulmao-por-causa-da-covid/

    quinta-feira, 22 de outubro de 2020

    Anvisa deu certificado de boas práticas à Sinovac, farmacêutica chinesa da vacina CoronaVac


    A empresa Sinovac, da China, ganhou da Anvisa o certificado de boas prática por conta de sua excelência no desenvolvimento para uma vacina de combate à Hepatite A. Na sequência, Anvisa concedeu outro certificado à farmacêutica chinesa, atacada por Bolsonaro

    22 de outubro de 2020, 08:35 h Atualizado em 22 de outubro de 2020, 09:45

    (Foto: ANVISA | Reuters)

    247 - A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu duas certificações à farmacèutica chinesa Sinovac atestando "Boas Práticas de Fabricação de Medicamentos". A está à frente da produção de uma das possíveis vacinas contra o coronavírus em fase de testes no território brasileiro e é a que está em etapa mais avançada no mundo.

    Em publicação no Diário Oficial da União do dia 1º de julho, o laboratório ganhou da agência o certificado por conta dos "insumos farmacêuticos de ativos biológicos para a vacina adsorvida Hepatite A (inativada)". Oito dias depois, o segundo foi concedido pelas soluções parenterais de pequeno volume com preparação asséptica.

    A informação foi publicada pelo site Metrópoles (DF) um dia depois de Jair Bolsonaro ter atacado a empresa e decidido que o governo não comprará as 46 milhões de doses da CoronaVac, vacina contra o coronavírus desenvolvida pela Sinovac Biotech em parceria com o Instituto Butantan, de São Paulo.

    De acordo com o site da Anvisa, o Certificado de Boas Práticas de Fabricação (CBPF) é um documento que atesta a qualidade do processo de produção e o cumprimento da legislação em vigor no Brasil. A agência verifica se as condições de fabricação seguem as normas em todas as suas etapas.

    Em nota, a agência disse que a certificação é um pré-requisito para fabricantes que almejam submeter processos de registro no Brasil. "A CBPF trata das condições de uma linha específica de produção para atender os requisitos necessários para fabricar um produto. Os certificados publicados referem-se a outros locais de fabricação e não estão relacionados à produção de vacina da Covid-19. O processo de certificação da Sinovac com foco na linha de produção de vacina da Covid-19 ainda está em andamento", afirmou.

    Fonte: https://www.brasil247.com/coronavirus/anvisa-deu-certificado-de-boas-praticas-a-sinovac-farmaceutica-chinesa-da-vacina-coronavac

    sábado, 1 de agosto de 2020

    Rússia vence a corrida contra o coronavírus e realizará a vacinação em massa de sua população já em outubro


    "A vacina contra a infecção pelo coronavírus, desenvolvida pelo instituto Gamalei, completou suas pesquisas clínicas", disse o ministro da Saúde Mikhail Murashko

    1 de agosto de 2020, 05:52 h Atualizado em 1 de agosto de 2020, 10:50

    (Foto: REUTERS / Dado Ruvic)

    Sputnik – O ministro da Saúde da Rússia declarou que os testes de vacina contra a pandemia foram completados, enquanto país deverá dar início à vacinação em massa já em outubro. Falando com a Sputnik, o ministro da Saúde russo Mikhail Murashko declarou: "A vacina contra a infecção pelo coronavírus, desenvolvida pelo instituto Gamalei, completou suas pesquisas clínicas."

    Na etapa atual, estão sendo colhidos os documentos necessários para o registro oficial da vacina, que precederá seu uso.

    Sobre o uso do medicamento, Murashko afirmou que "estamos nos preparando para que em outubro comece a vacinação em massa contra o coronavírus."

    Além disso, médicos e professores deverão ser os primeiros a ser vacinados.

    Contudo, ainda são esperadas pelo menos duas declarações oficiais sobre os testes clínicos de outras vacinas desenvolvidas na Rússia nos próximos 45 dias.

    Ainda no último dia 29, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, havia dito que a situação do coronavírus na Rússia havia se estabilizado, contudo, em algumas regiões a situação ainda é complicada.

    Mesmo assim, nos meses de junho e julho o número de infectados caiu pela metade, em comparação com os números recordes em maio, mas a situação ainda poderá se agravar.

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    Fonte: https://www.brasil247.com/saude/russia-vence-a-corrida-contra-o-coronavirus-e-realizara-a-vacinacao-em-massa-de-sua-populacao-ja-em-outubro