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quinta-feira, 9 de maio de 2019

'Bolsonaro não tem ideia do tamanho do problema que arrumou', diz Haddad


Ricardo Stuckert

Rede Brasil Atual - Em ato na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), em Vitória, pela agenda da caravana Lula Livre, em defesa da universidade e contra os cortes na educação, o ex-prefeito de São Paulo e ex-candidato à presidência Fernando Haddad exortou os estudantes do país a ocupar as ruas.

"O país está precisando de todo mundo, das universidades, dos Institutos Federais, da energia do campus universitário. Bolsonaro tem muitos problemas. Tem problemas psicológicos, sociológicos, filosóficos, psiquiátricos, mas não tem ideia do tamanho do problema que arrumou nas universidades e Institutos Federais. Não tem ideia da encrenca que vai arrumar nas ruas se mexer com a educação."

Segundo ele, o presidente da República está "fustigando quem quer construir uma nação, um Brasil sem racismo, sem miséria, sem misoginia. Um país que não quer se armar, quer ler, quer se instruir, quer trabalhar".

No discurso em frente à universidade, afirmou que ainda não viu Bolsonaro falar de emprego, de curar o doente ou fazer o remédio chegar às pessoas. "Tudo é futrica. Um presidente que passa a maior parte do dia no Twitter em vez de governar. Ele já foi mal recebido em três países, e não teve cara de ir ao Nordeste até agora."

Haddad mencionou um comentário irônico do escritor Luis Fernando Verissimo, segundo o qual é "um exagero" a frase de Lula dizendo que o Brasil é governado por um "bando de malucos". "É um exagero porque mesmo um bando tem alguma racionalidade."

O país está sendo desmontado, afirmou Haddad, começando pela economia, que não dá sinais de recuperação ou de que possa haver crescimento econômico. Segundo Haddad, a mobilização estudantil vai provocar a primeira derrota de Bolsonaro. "Para ele ver com que país ele está lidando. Enquanto ele não devolver o que tirou das universidades, não vamos sair da rua", prometeu.

Mais cedo, em conversa com jornalistas na Ufes, Haddad falou sobre o julgamento de Lula pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), de educação e economia.

Sobre o caso de Lula, afirmou que não há nenhum precedente de alguém ter sido condenado por corrupção por um "ato indeterminado", como o ex-presidente, e que a condenação de alguém por corrupção exige que se diga do que a pessoa é acusada concretamente.

"O STJ decidiu não discutir as provas. Ele não fez um julgamento do caso propriamente, se absteve de discutir as provas, que era um pedido da defesa, da qual eu faço parte."

O ex-prefeito destacou que centenas de juristas, inclusive estrangeiros, se debruçaram sobre o processo contra Lula. "Gente que está expondo sua reputação sem ganho nenhum." Ele citou o jurista italiano Luigi Ferrajoli, "um dos maiores juristas vivos, que disse que o processo não tem substância".

Sobre a perseguição do governo às universidades, afirmou que "a extrema-direita tem alergia à educação, sobretudo superior, porque ali a pessoa desenvolve senso crítico e ganha autonomia sobre as coisas, e autonomia não combina com a extrema-direita".

O ex-prefeito mencionou a PEC 95 (a emenda do teto de gastos) e disse que pouco se fala da medida, introduzida pelo governo de Michel Temer, que congela gastos em educação, saúde e outras áreas por 20 anos.

Lembrou ainda que o Brasil saiu do ranking de destinos seguros para o investimento estrangeiro, no qual o país sempre figurou entre os 25 países mais seguros. "E o governo prometeu retomar as obras. Mas não tem obra sendo retomada em parte nenhuma do país."

"De onde vai vir o crescimento?", questionou. "Não vai vir da reforma da Previdência, que inclusive é contracionista, no curto prazo." Segundo ele, o modelo de capitalização proposto pela reforma e por Paulo Guedes, o ministro da Economia, é diminuir o poder de compra das famílias, na medida em que as pessoas terão de poupar mais para participar do regime.

Para Haddad, a reforma mais importante a ser feita é a do sistema bancário do país. "Se a população paga menos juros sobra mais dinheiro no bolso. Em vez de ficar com o banqueiro, vai para o industrial, que vai contratar."

Fonte: https://www.brasil247.com/pt/247/sudeste/392904/'Bolsonaro-n%C3%A3o-tem-ideia-do-tamanho-do-problema-que-arrumou'-diz-Haddad.htm

Valente critica “mentira deslavada” de Bolsonaro

 

247 - O deputado federal Ivan Valente (PSOL-SP) criticou o presidente Jair Bolsonaro por causa do corte de verbas na Educação.

"Bolsonaro declarou recentemente que poucas Universidades fazem pesquisas, e das que fazem, a maioria são privadas. Uma mentira deslavada, própria de governo que corta investimentos sem saber o que está fazendo. 99% das pesquisas são feitas em Universidades Públicas", disse o parlamentar no Twitter.

O congressista também repudiou chantagem do ministro da Educação, Abraham Weintraub, que condicionou a derrubada dos cortes de verbas em universidades à aprovação da Reforma da Previdência.

"Weintraub fez chantagem no Senado, disse que se aprovar a reforma da previdência os cortes na educação serão revistos. É assim que eles tratam o ensino e a pesquisa no país, como moeda de troca para retirar direitos do povo brasileiro e favorecer os bancos", disse o parlamentar no Twitter.

Segundo o Valente o "corte generalizado de bolsas de pesquisa é mais uma bomba lançada pelo governo Bolsonaro na educação brasileira". "Atinge todas as áreas, inclusive programas com nota máxima de qualidade dada pela Capes. Isso sim é uma verdadeira balburdia, uma irresponsabilidade sem tamanho".

Fonte: https://www.brasil247.com/pt/247/sudeste/392839/Valente-critica-%E2%80%9Cmentira-deslavada%E2%80%9D-de-Bolsonaro.htm

STJ publica acórdão do caso Lula, que já pode pedir para ir para casa


STJ | Reuters

247 - O Superior Tribunal de Justiça (STJ) publicou o acórdão do julgamento da 5ª Turma do órgão sobre o recurso do ex-presidente Luzi Inácio Lula da Silva no processo do triplex em Guarujá (SP). Agora, ele já pode pedir para ir para casa, no caso de uma prisão domiciliar. O jornalista Kennedy Alencar havia entrevista o ex-presidente e informou no último dia 3, Lula anunciou a pretensão de pedir progressão de regime para deixar prisão fechada e ir para o semiaberto.

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Segundo o site Jota, com a publicação do acórdão, começa a correr na quinta-feira (9/5) o prazo para a defesa de Lula interpor recursos no próprio STJ ou ao Supremo Tribunal Federal (STF). O prazo é de dois dias corridos para a oposição de embargos de declaração contra a decisão proferida pelo STJ. Neste tipo de recurso, a defesa e o Ministério Público Federal podem pedir esclarecimentos ao colegiado e argumentar que o acórdão apresenta omissões, contradições ou obscuridades.

Advogados e o MPF também podem interpor embargos de divergência à 3ª Seção, colegiado que reúne as duas turmas da Corte que julgam questões penais. O prazo para interpor embargos de divergência é de 15 dias corridos, a partir de quinta-feira (9).

Também começa a contar na quinta-feira (9/5) o prazo de quinze dias corridos para as defesas e o MPF interporem recurso extraordinário para que o STF analise possíveis questões inconstitucionais na decisão do STJ.

O ex-presidente Lula foi acusado pelo MPF-PR de ter recebido um apartamento da empreiteira OAS como propina de R$ 3,7 milhões em troca de contratos na Petrobrás que firmados com a construtora. Mas o procurador Henrique Pozzobon admitiu a falta de "prova cabal" na denúncia. Lula também nunca dormiu nem tinha a chave do apartamento.

Outro detalhe que põe em dúvida a legalidade da detenção foi a ordem de prisão emitida em abril do ano passado pelo então juiz federal Sérgio Moro sem o esgotamento de todos os recursos judiciais.

Mesmo preso com uma sentença questionada por vários juristas, uma pesquisa Vox Pupuli-CUT divulgada no dia 10 do mês passado apontou que, depois de um ano preso, Lula é considerado o melhor presidente da história por 48%. O segundo colocado, com 18%, é "nenhum" (respostas espontâneas).

Fonte: https://www.brasil247.com/pt/247/brasil/392796/STJ-publica-ac%C3%B3rd%C3%A3o-do-caso-Lula-que-j%C3%A1-pode-pedir-para-ir-para-casa.htm

quarta-feira, 8 de maio de 2019

Reinaldo Azevedo: milícias são gratas a Bolsonaro e Moro


Reuters


247 - O jornalista Reinaldo Azevedo criticou a decisão do presidente Jair Bolsonaro (PSL) em flexibilizar as regras de transporte de armas para colecionadores, atiradores esportivos e caçadores. Em artigo publicado nesta quarta-feira (8), Azevedo disse que a decisão de Bolsonaro, chancelada pelo ministro da Justiça, Sérgio Moro, podem facilitar a vida das milícias do Rio de Janeiro.

"O faroeste de Jair Bolsonaro segue firme. O país, por enquanto, está afundando, mas ele segue firme na satisfação de sua clientela de fanáticos", escreveu o jornalista.

Ele lembra que, com a decisão do presidente, 250 mil pessoas poderão andar armadas pelas ruas do país, e que, segundo o Sou das Paz, os CACs compraram em 2018 mais munições do que as Forças Armadas. Os registros para essa categoria especial teriam crescido 879% nos últimos cinco anos.

"Ora vejam! As milícias, que já dominam 2 milhões de pessoas no Rio, já podem ter uma fachada legal para a sua atividade, não é mesmo? E para a importação de munição. Tudo dentro da lei e com a chancela do governo federal", finalizou.

Fonte: https://www.brasil247.com/pt/247/brasil/392758/Reinaldo-Azevedo-mil%C3%ADcias-s%C3%A3o-gratas-a-Bolsonaro-e-Moro.htm

No governo da vingança, Bolsonaro parte para cima de generais e universidades

Por Ricardo Kotscho, no Balaio do Kotscho e para o Jornalistas pela Democracia

Ao tomar posse, Bolsonaro não tinha um programa de governo, mas uma lista de vinganças, como escrevi aqui dias atrás.

Em sua ofensiva mais ousada e temerária até agora, na terça-feira o capitão reformado partiu para cima dos generais que o expulsaram do Exército, por atos de indisciplina, quando era um desconhecido tenente de 33 anos.

Numa só tacada, logo cedo o presidente se colocou claramente ao lado de Olavo de Carvalho, o autoproclamado “ideólogo” da família Bolsonaro e, na hora do almoço, no QG do Exército, comunicou aos generais que vai cortar 44% do orçamento das Forças Armadas.

Para combater o “marxismo cultural”, outro alvo do seu programa de vingança, cortou 30% das verbas das universidades e institutos federais.

Pelo seu temido Twitter e com a Bic presidencial na mão, orientado pelos seus filhos tuiteiros e o escatológico guru, Bolsonaro mira nas instituições nacionais, uma a uma, para criar o caos.

Depois de asfixiar o IBGE e detonar o censo de 2020, o capitão reformado resolveu no mesmo dia decretar o fim do Estatuto do Desarmamento, que tinha sido aprovado por plebiscito.

Agora até jornalistas, advogados e caminhoneiros poderão andar armados pelas ruas neste faroeste de terra sem lei agora legalizado.

Cercado de sorridentes cupinchas, fazendo arminha com os dedos no Palácio do Planalto, Bolsonaro reviveu os dias de glória da campanha eleitoral em que ameaçou “metralhar a petralhada” em comício no Acre.

Calou os generais, que agora respeitam obsequioso silencio, mas liberou o caçador de ursos da Virgínia para continuar ofendendo os militares em nome da “liberdade de expressão”.

(Conheça e apoie o projeto Jornalistas pela Democracia)

Se alguém ainda tinha dúvidas, Bolsonaro já deixou bem claro de que lado está, governando unicamente para os milicianos da internet.

Esta tropa de choque de seguidores fanáticos garantia-lhe 20% dos votos nas pesquisas presidenciais, antes da facada de Juiz de Fora e da cassação da candidatura de Lula pela “justiça da Lava Jato”, com o apoio do STF, do TSE e da mídia grande.

Se nada disso tivesse acontecido, Lula, que naquela altura tinha 40% nas pesquisas, poderia ter vencido no primeiro turno, e o país não passaria por tantos vexames e desatinos.

Nas próximas pesquisas de avaliação do governo, a seguir nesta marcha, Bolsonaro poderá voltar a ficar apenas com os mesmos 20% que o apoiavam antes da facada.

A aliança de ocasião com os mercadistas liberais de Paulo Guedes, que ajudou na eleição com recursos a granel, tem prazo de validade: a aprovação da reforma da Previdência.

A partir daí, sem a tutela dos generais e os compromissos com a turma de Guedes, o Brasil vai conhecer de fato o que é um governo alucinado de extrema direita, comandado por um ex-militar despreparado e tosco, que só quer se vingar de todo mundo, como aquele alemão enlouquecido de triste lembrança que botou fogo na civilizada Europa.

Da até pena de ver o jogral ensaiado pelos comentaristas globais e outros “especialistas” nos canais concorrentes da rede bolsonariana, tentando justificar os desvarios do capitão porque ele está apenas “cumprindo promessas de campanha”.

Esse é o problema: se ele cumprir todas as suas promessas, sem ninguém para impedi-lo, acaba o Brasil.

Qual será o próximo alvo da vingança? Depois de implodir a Educação e a Cultura, a Saúde e o Meio Ambiente, o emprego e a renda dos trabalhadores, o que falta ainda?

Se em pouco mais de quatro meses de governo, Bolsonaro já conseguiu esta proeza de autodestruição de um país, a Constituição que se cuide. Pode ser a próxima vítima.

Sem freios, nada impedirá o piloto do trem-fantasma de mandar Sergio Moro e outros notáveis juristas prepararem um novo texto constitucional para se adaptar aos seus desígnios.

Vida que segue.

Fonte: https://www.brasil247.com/pt/colunistas/ricardokotscho/392712/No-governo-da-vingan%C3%A7a-Bolsonaro-parte-para-cima-de-generais-e-universidades.htm

Como Rússia e China ameaçam a hegemonia do dólar


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Os analistas americanos entenderam finalmente por que é que a Rússia e a China estão comprando cada vez mais ouro: o objetivo de Moscou e Pequim é pôr fim à hegemonia do dólar. A Sputnik explica como a Rússia e a China podem estar preparando uma armadilha econômica para o Ocidente

8 de Maio de 2019 às 09:13

Sputnik - Os analistas americanos entenderam finalmente por que é que a Rússia e a China estão comprando cada vez mais ouro: o objetivo de Moscou e Pequim é mudar as regras na economia global e pôr fim à hegemonia do dólar. A Sputnik explica como a Rússia e a China podem estar preparando uma armadilha econômica para o Ocidente.

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Segundo os dados do Conselho Mundial do Ouro (WGC, na sigla em inglês), no ano passado os bancos centrais por todo o mundo compraram 651 toneladas de ouro, ou seja, 74% mais do que em 2017 – o maior volume desde 1971, quando os EUA abandonaram o padrão ouro. Metade desse volume foi comprado pelo Banco Central russo.

Hoje o Banco Central russo dispõe de 2.112 toneladas de ouro no valor de 87 bilhões de dólares (R$ 342 bilhões). Nos últimos dez anos, a cota-parte do ouro nas reservas russas aumentou de 3,5% para 18,6%, enquanto os investimentos em títulos do Tesouro dos EUA e dólares atingiram seu ponto mínimo. Como resultado, atualmente a Rússia ocupa o quinto lugar na lista dos países com maiores reservas de ouro.

O segundo lugar entre os maiores compradores de ouro pertence à China, que dispõe de 1.853 toneladas do ouro no valor de 76 bilhões de dólares (R$ 301 bilhões), tendo aumentado significativamente suas compras de ouro no fim de 2018. Um outro grande comprador de ouro é a Índia, cujas reservas deste metal precioso cresceram no ano passado em 42 toneladas.

Além disso, a incerteza política e econômica global levou os bancos centrais a diversificar suas reservas e a aumentar os investimentos em ativos seguros e de maior liquidez, informou o WGC.

"O ouro é a moeda mais forte do mundo, estando apenas sujeita a uma inflação natural mínima, sendo um bom seguro contra as flutuações do dólar. É um recurso altamente líquido, enquanto grandes reservas de ouro fortalecem a confiança dos investidores no rublo russo", indica o analista Ronald-Peter Stoferle ao jornal alemão Neue Zurcher Zeitung.

O ouro ganha cada vez mais importância como um seguro contra o possível calote dos EUA. Segundo o analista financeiro Bill Holter, a Rússia e a China entendem que será muito difícil para os EUA amortizar suas dívidas e, no fim de contas, a compra de títulos do Tesouro dos EUA não faz sentido.

Nesta situação, "como é que eles [a Rússia e a China] se defendem? Eles estão comprando ouro. O ouro e a prata são concorrentes diretos de qualquer papel-moeda", explica.

Os analistas estão certos de que, na situação atual, a compra de metais preciosos é a melhor estratégia tanto para os bancos centrais, como para os investidores privados.

"No mercado da dívida pública dos EUA está sendo formada a maior bolha na história. O ouro e prata estão muito subvalorizados. Por isso, agora é de apostar contra a dívida pública e comprar ativos fortes, como o ouro e a prata. Nenhum político ou chefe do Fed [banco central dos EUA] é capaz de mudar isso. Nada pode impedir o crescimento explosivo dos preços do ouro que iremos observar no futuro", explicou o corretor Gregory Mannarino.

Os maiores bancos de investimento apoiam essa previsão. Segundo o Goldman Sachs, a emissão incontrolada de dólares ameaça cada vez mais a estabilidade da economia global e levará ao aumento dos preços dos ativos reais, em primeiro lugar do ouro.

Mais um fator que contribuirá para o aumento drástico dos preços do ouro é a redução de sua produção. Segundo os especialistas da Newmont Goldcorp, a produção de ouro começará a cair nos próximos anos, atingindo em 2022 o nível do início do século XXI. Alguns cientistas avisam que as reservas de ouro na Terra estarão esgotadas até 2034.

Bill Holter está certo que, na véspera do colapso dos mercados da dívida, a Rússia e a China irão comprar tanto ouro quanto possível.

"O plano ambicioso de Moscou e da China visa esgotar as reservas de ouro do Ocidente. Quando surgirem problemas com o fornecimento desse metal, a Rússia e a China conseguirão derrubar a hegemonia do Tesouro dos EUA e do dólar como moeda de reserva e estabelecerão suas regras na economia global", concluiu Holter.

Fonte: https://www.brasil247.com/pt/247/mundo/392684/Como-R%C3%BAssia-e-China-amea%C3%A7am-a-hegemonia-do-d%C3%B3lar.htm

terça-feira, 7 de maio de 2019

Defesa antiaérea russa derrubou todos os mísseis lançados contra base de Hmeymim na Síria


Base militar russa de Hmeymim, Síria


© Sputnik / Dmitry Vinogradov

Oriente Médio e África

11:01 07.05.2019(atualizado 11:41 07.05.2019) URL curta

7480

Sistemas Pantsir-S1 e Tor-M1 derrubaram 27 foguetes lançados por militantes contra a base aérea russa de Hmeymim, na Síria, não permitindo que nenhum projétil atingisse as instalações militares, comunicou o Centro Russo de Reconciliação das partes em conflito.

As informações foram divulgadas pelo Centro Russo de Reconciliação através de um comunicado.

"Sistemas de mísseis russos Pantsir-S1 e Tor-M1 derrubaram 27 foguetes, nenhum dos projéteis caiu no território da base."

Obuseiro D-30 usado por um militar do Exército sírio

© Sputnik / Mikhail Voskresensky

VÍDEO mostra Exército sírio atacando terroristas na província de Hama

Ao mesmo tempo, o documento indica que os militantes atacaram a cidade síria de Jableh: "Nove foguetes explodiram nas ruas da cidade e nos arredores dela."

Anteriormente, o chefe do Centro Russo de Reconciliação, Viktor Kupchishin, declarou que a base aérea russa de Hmeymim, na Síria, foi atacada por duas vezes por grupos armados usando lançadores múltiplos de foguetes.

Entretanto, ele acrescentou que todos os locais de lançamento de foguetes dos terroristas foram detectados e destruídos pela aviação da Força Aeroespacial da Rússia, que atuou em conjunto com o Exército sírio.

"Os lançadores múltiplos de foguetes dos terroristas que realizaram sua ofensiva desde a povoação de Zavia, localizada dentro da zona de desescalada de Idlib, foram imediatamente detectados e eliminados pela aviação da Força Aérea da Rússia e pela artilharia das tropas governamentais sírias", confirma o comunicado.

O bombardeio começou na noite de 6 para 7 de maio e continuou na manhã de hoje (7). O ataque foi realizado a partir do leste, ou seja, dos territórios controlados pelos terroristas da Frente al-Nusra (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países).

Fonte: https://br.sputniknews.com/oriente_medio_africa/2019050713827038-defesa-atiaerea-derruba-missseis-base-hmeymim-siria/

Fantasma do Armagedom


Oficial superior de Trump foge de volta aos Estados Unidos depois que a Rússia adverte que "estamos preparados para o Armagedom, e você?"

Um novo relatório do ministério dos Negócios Estrangeiros (MoFA) que circula no Kremlin hoje afirma que imediatamente após o ministro das Relações Exteriores Sergei Lavrov ter advertido o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, contra a América começar mais guerras - com Lavrov avisando diretamente Pompeo Armageddon, é você? ”Ao saber que um ataque dos EUA à Venezuela poderia levar a uma guerra nuclear - este alto funcionário do presidente Trump fugiu de volta a Washington - e em cuja fuga o deputado Duma Leonid Slutsky avisou que John O “grito de guerra de Bolton mostra que os EUA também estão se preparando para um cenário militar no Irã” - deixando apenas uma semana, até 14 de maio, para Pompeoto dizer pessoalmente ao presidente Putin, pessoalmente durante seu encontro em Sochi, se os Estados Unidos querem paz ou guerra - uma escolha A China já espera o pior, conforme evidenciado pelo fato de terem colocado todo o seu exército em “alerta aguçado”. [Nota: Algumas palavras e / ou frases que aparecem entre aspas neste relatório são aproximações em inglês de palavras / frases em russo que não possuem uma correspondência exata.]

De acordo com este relatório, com a mais longa guerra na história dos EUA que custou mais de 2.400 vidas americanas, juntamente com trilhões de dólares de riqueza nacional perdida, a América foi derrotada no Afeganistão e é exatamente como aconteceu com o antigo Império Britânico. e a União Soviética - um fato grave que logicamente faria pensar que os Estados Unidos estariam agora cansados ​​de seus intermináveis ​​conflitos globais - um pensamento, no entanto, despencou ontem quando os meios de propaganda dominantes da guerra explodiram hiperbolicamente para seus cidadãos que um grupo de porta-aviões armados nucleares da Marinha dos EUA e bombardeiros nucleares da Força Aérea dos EUA foram repentinamente despachados para combater uma "ameaça iraniana" ainda não identificada.

Não sendo sinceramente dito ao povo americano pelo seu estabelecimento de imprensa de guerra, no entanto, este relatório observa, é o fato de que nenhuma força militar deste tipo está sempre “apressada” para fazer qualquer coisa, nem nunca é “subitamente” implantada - e Neste exato caso, o grupo Abraham Lincoln Carrier Strike partiu de Naval Station, Norfolk-Virginia, em 1º de abril, para sua missão no Oriente Médio - que foram seguidos quinze dias depois, em 15 de abril, pela Força Aérea dos Estados Unidos, pela primeira vez na história. o seu F-35 atinge bombardeiros no Oriente Médio também.

O verdadeiro fato do que os Estados Unidos estão fazendo com essas mobilizações militares, explica o relatório, começou no mês passado quando a Rússia e o Irã anunciaram que realizariam exercícios navais conjuntos no Golfo Pérsico - o que coincidiu com a Rússia e a China anunciarem que também estavam realizando exercícios navais conjuntos - ambos em preparação para a China anunciar ontem que vai desafiar as sanções dos EUA à compra de petróleo iraniano - e cujas remessas marítimas do Irã para a China agora são protegidas tanto por russos como por chineses. forças navais e aéreas.

Em resposta à China anunciar que vai desafiar as sanções dos EUA às compras e embarques de petróleo iranianos, continua o relatório, os Estados Unidos começaram a aumentar sua propaganda de guerra - mas com a falha em dizer a seus cidadãos que a verdadeira causa desse conflito se deve ao simples fato de que o petróleo produzido na América do Norte não pode competir no mercado global com petróleo de baixo custo de nações fora do controle militar dos EUA - que está levando rapidamente ao "colapso provável" da OPEP, por não conseguir equilibrar os mercados globais de petróleo. O primeiro acidente norte-americano é o Canadá, cujas empresas petrolíferas vão à falência aumentando a cada dia, com um de seus especialistas alertando agora que "vai ficar muito pior".

Empresas petrolíferas americanas olham para o abismo como o mundo não pode pagar o preço do seu petróleo



Com a produtora de petróleo americana Jones Energy, Inc. tendo acabado de declarar falência em mais de US $ 1 bilhão em dívidas, já que o mundo não pode mais pagar o petróleo norte-americano, que se une a outras grandes companhias petrolíferas americanas no ano passado, Não é de surpreender que os Estados Unidos agora estejam à beira de grandes nações produtoras de petróleo fora de seu controle militar - como Irã, Rússia, Síria e Venezuela - que agora vê a China se preparando para a guerra para proteger suas compras de petróleo iranianas. A Índia será rapidamente unida pela Índia depois que os Estados Unidos quebraram o acordo para manter o petróleo fluindo para ela quando terminaram suas compras de petróleo iraniano.


E, em uma tentativa de afastar a Rússia da possibilidade de proteger as remessas de petróleo do Irã, os EUA autorizaram que as forças terroristas sírias desencadeassem um ataque de foguete contra uma base aérea russa na Síria - que as forças aéreas russas responderam com massiva ataques aéreos contra esses terroristas apoiados pelos EUA - que as forças militares sírias de elite então seguiram com uma invasão em massa dessas cidades de terroristas apoiadas pelos EUA - e levaram os americanos a expressarem seus medos de que um "confronto final" tenha começado.

Empresas petrolíferas americanas olham para o abismo como o mundo não pode pagar o preço do seu petróleo

Com a produtora de petróleo americana Jones Energy, Inc. tendo acabado de declarar falência em mais de US $ 1 bilhão em dívidas, já que o mundo não pode mais pagar o petróleo norte-americano, que se une a outras grandes companhias petrolíferas americanas no ano passado, Não é de surpreender que os Estados Unidos agora estejam à beira de grandes nações produtoras de petróleo fora de seu controle militar - como Irã, Rússia, Síria e Venezuela - que agora vê a China se preparando para a guerra para proteger suas compras de petróleo iranianas. A Índia será rapidamente unida pela Índia depois que os Estados Unidos quebraram o acordo para manter o petróleo fluindo para ela quando terminaram suas compras de petróleo iraniano.

E, em uma tentativa de afastar a Rússia da possibilidade de proteger as remessas de petróleo do Irã, os EUA autorizaram que as forças terroristas sírias desencadeassem um ataque de foguete contra uma base aérea russa na Síria - que as forças aéreas russas responderam com massiva ataques aéreos contra esses terroristas apoiados pelos EUA - que as forças militares sírias de elite então seguiram com uma invasão em massa dessas cidades de terroristas apoiadas pelos EUA - e levaram os americanos a expressarem seus medos de que um "confronto final" tenha começado.

Exemplo típico (acima) de uma pessoa americana imbecil que assiste e acredita na CNN

WhatDoesItMean.Com.

Fonte: https://undhorizontenews2.blogspot.com/

Forças Armadas terão corte de 43% no orçamento

 

Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

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247 - A crise entre o presidente Jair Bolsonaro e a ala militar do seu governo deve se agravar nos próximos. As Forças Armadas sofrerão corte de 43% no seu orçamento.

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Segundo a jornalista Miriam Leitão, o anúncio foi feito pelo governo nesta terça-feira, 7, durante almoço dos comandantes militares em Brasília com o presidente Jair Bolsonaro e o general Augusto Heleno.

"Os comandantes saíram sem ter ideia de como pôr em prática um corte desta dimensão. Comentário de um dos generais presentes: “Nem no governo do PT aconteceu um corte desse tamanho'”, escreve Miriam Leitão.

]Fonte: https://www.brasil247.com/pt/247/brasilia/392607/For%C3%A7as-Armadas-ter%C3%A3o-corte-de-43-no-or%C3%A7amento.htm

Golpe destrói credibilidade do Brasil, que sai da lista dos países confiáveis para se investir


247 - Levantamento da consultoria americana A.T. Kearney aponta que o golpe parlamentar de 2016 contra a presidente Dilma Rousseff derrubou a confiança dos investidores internacionais e fez com que o Brasil, pela primeira vez, deixasse de estar entre os 25 países mais confiáveis para receber investimentos de grandes empresas multinacionais. Em 2018, ainda na esteira do golpe e com Michel Temer no poder, o Brasil ocupava a última posição no ranking e agora, com Jair Bolsonaro, não está nem mesmo entre os 25 principais destinos dos investidores internacionais. Com Dilma, o país esteve na terceira posição do ranking.

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Segundo o estudo do Índice Global de Confiança para Investimentos Estrangeiros (FDI Global Index), ao final do passado o Brasil havia caído em relação ao ano anterior, quando estava na 16ª posição. Em 2016, ano do golpe, o país era o 12º na referência dos investidores. Em 2012 e 2013, no governo Dilma, o Brasil ficou em terceiro lugar no ranking preferido para os chamados investimentos estrangeiros diretos (IED), por meio da compra de empresas e ativos, ampliações ou incremento de produtos.

"A grande incerteza com a política nos últimos anos, com impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, a própria eleição de outubro e as questões envolvendo a Operação Lava-Jato criaram, juntas, um ambiente negativo na percepção dos estrangeiros", disse Mark Essle, sócio da A.T. Kearney no Brasil ao jornal Valor Econômico.

Fonte: https://www.brasil247.com/pt/247/economia/392573/Golpe-destr%C3%B3i-credibilidade-do-Brasil-que-sai-da-lista-dos-pa%C3%ADses-confi%C3%A1veis-para-se-investir.htm