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sábado, 15 de outubro de 2022

Datafolha: Lula mantém 53% dos votos válidos e Bolsonaro tem 47%


A margem de erro foi de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Os dois presidenciáveis continuaram com os mesmo percentuais da pesquisa anterior

14 de outubro de 2022, 18:05 h Atualizado em 14 de outubro de 2022, 19:02

www.brasil247.com - Luiz Inácio Lula da Silva (à esq.) e Jair Bolsonaro Luiz Inácio Lula da Silva (à esq.) e Jair Bolsonaro (Foto: Reuters)

247 - A pesquisa Datafolha, divulgada nesta sexta-feira (14) e encomendada tanto pela Globo como pelo jornal Folha de S.Paulo, mostrou o candidato a presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em primeiro lugar, com 53% dos votos válidos, contra 47% de Jair Bolsonaro (PL) na disputa pelo segundo turno da eleição, marcado para o dia 30 de outubro.

O petista conseguiu 49% dos votos totais e o ocupante do Planalto, 44%. Brancos e nulos somaram 5% e não souberam responder, 1%.

Na pesquisa anterior, Lula tinha 53% dos  votos válidos e Bolsonaro, 47%. O ex-presidente estava com 49% dos votos totais, e Bolsonaro, 44%. Brancos e nulos somaram 6%, e indecisos, 2%.

No levantamento divulgado nesta sexta foram entrevistadas 2.898 pessoas, em 180 cidades, nos dias 13 e 14 de outubro. A margem de erro foi de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no  Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-01682/2022.

Mais estatísticas

Na pesquisa do Instituto Ipespe, divulgada nesta sexta-feira (14), Lula ficou em primeiro lugar contra Bolsonaro na disputa pelo segundo turno da eleição. Os dois farão o segundo turno no dia 30 de outubro.

No primeiro turno, o petista somou 48% dos votos válidos (57,2 milhões) no primeiro turno da eleição, e o atual ocupante do Planalto, 43% (51 milhões).

Fonte: https://www.brasil247.com/poder/datafolha-mostra-lula-com-49-e-bolsonaro-com-44-em-cenario-de-estabilidade

Datafolha mostra que 95% dos eleitores de Lula já têm plena certeza do voto


Pesquisa confirmou favoritismo do ex-presidente

15 de outubro de 2022, 05:14 h Atualizado em 15 de outubro de 2022, 05:15

www.brasil247.com - Luiz Inácio Lula da Silva discursa no Recife - 14.10.2022 Luiz Inácio Lula da Silva discursa no Recife - 14.10.2022 (Foto: Ricardo Stuckert)

BRASÍLIA (Reuters) - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue liderando o segundo turno da disputa pelo Palácio do Planalto com os mesmos 49% das intenções de voto, e o presidente Jair Bolsonaro (PL) manteve-se com 44%, mostrou pesquisa Datafolha nesta sexta-feira, apontando um cenário de estabilidade a duas semanas da votação definitiva.

Votos brancos e nulos somam 5%, contra 6% na pesquisa anterior, e os que responderam que não sabem ou que não quiseram responder são 1%, ante 2% no levantamento passado. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais.

Considerados os votos válidos, excluídos os brancos, nulos e indecisos, Lula tem 53% contra 47% de Bolsonaro, também os mesmos percentuais verificados pelo instituto há uma semana. No primeiro turno, Lula terminou à frente com 48,43% dos votos válidos, contra 43,20% de Bolsonaro.

A sondagem do Datafolha divulgada nesta sexta foi a campo em uma semana de intensificação das agendas dos dois candidatos em diferentes cidades pelo país, e pode já ter colhido possíveis efeitos da propaganda eleitoral em rádio e televisão, que foi retomada na última sexta-feira.

Os índices de rejeição dos candidatos também apresentaram estabilidade e registraram os mesmos percentuais já verificados em 7 de outubro: 51% dos entrevistas não votariam de jeito nenhum em Bolsonaro, e 46% não votariam de jeito nenhum em Lula.

A pesquisa apontou que grande maioria dos eleitores já está decidida de seu voto, 93%, mesmo percentual aferido há uma semana, enquanto o patamar dos que declaram que seu voto ainda pode mudar oscilou de 7% na semana passada para 6%, afunilando ainda mais o público alvo das campanhas nessas duas próximas semanas.

O nível de convicção de voto é ainda maior entre os que já declaram voto em um dos candidatos. Dentre os que votarão em Lula, 95% afirmam ter plena certeza do voto. Dos que declararam voto em Bolsonaro, 94% responderam estar totalmente decididos.

A pesquisa também captou movimento dos eleitores da senadora Simone Tebet (MDB), terceira colocada no primeiro turno com 4,16% dos votos válidos, que declarou apoio em Lula e tem tido intensa participação na campanha, inclusive em inserções da propaganda eleitoral de rádio e tevê. Entre os eleitores da ex-candidata, 41% votarão em Lula e 29% irão votar em Bolsonaro, enquanto 22% disseram que não votarão em ninguém.

No caso de eleitores de Ciro Gomes (PDT), quarto colocado no primeiro turno com 3,04% dos votos válidos, 40% afirmam que votarão em Lula e 31% em Bolsonaro, com 24% para nenhum deles.

Tanto Simone quanto Ciro declararam apoio a Lula neste segundo turno, mas a declaração de apoio do presidenciável do PDT foi muito menos enfática do que a da senadora. Ele afirmou em um vídeo, sem citar o nome de Lula, que iria acatar a decisão do PDT de apoiar o petista.

O Datafolha sondou ainda a avaliação de governo. A parcela dos que avaliam a gestão como ótima ou boa oscilou um ponto percentual para cima, indo para 38%, enquanto 39% avaliam como ruim ou péssima, contra 40% na sondagem anterior. Os que consideram o governo regular mantiveram-se no patamar de 22%.

O Datafolha ouviu 2.898 pessoas entre quinta e sexta-feira desta semana.

INVESTIGAÇÕES

Após os resultados oficiais do primeiro turno, os institutos de pesquisa foram alvo de críticas, especialmente por terem subestimado os números de Bolsonaro na primeira votação.

O ministro da Justiça, Anderson Torres, determinou a abertura do inquérito pela PF contra os institutos, e o presidente do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) determinou que a Superintendência-Geral da autarquia investigasse os institutos.

As investigações foram anuladas, no entanto, pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, sob o argumento de que estariam usurpando competência da Justiça Eleitoral de investigação e teriam a intenção de agradar Bolsonaro, o que poderia ainda configurar desvio de finalidade.

Houve também movimentação de parlamentares na intenção de criar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) e foram sugeridas propostas legislativas para regular a atividade dos institutos, uma delas apresentada pelo líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR).

Fonte: https://www.brasil247.com/poder/datafolha-mostra-que-95-dos-eleitores-de-lula-ja-tem-plena-certeza-do-voto

Datafolha: maioria dos eleitores de Ciro e Simone Tebet vota em Lula


Segundo os números, mais de 40% dos eleitores da emedebista afirma votar no candidato do PT ao Planalto

14 de outubro de 2022, 19:21 h Atualizado em 14 de outubro de 2022, 20:09

www.brasil247.com - Simone Tebet (MDB), Ciro Gomes (PDT) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) Simone Tebet (MDB), Ciro Gomes (PDT) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) (Foto: Reprodução/Facebook | Ricardo Stuckert)

247 - A pesquisa Datafolha, divulgada nesta sexta-feira (14) e encomendada tanto pela Globo como pelo jornal Folha de S.Paulo, mostrou que um total de 41% dos votos da senadora Simone Tebet (MDB-MS) foi para o candidato a presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e 29% para Jair Bolsonaro (PL). Brancos e nulos somariam 22%. A votação do segundo turno da eleição presidencial acontecerá no dia 30 de outubro. 

A parlamentar foi candidata nesta eleição e terminou o primeiro turno em terceiro lugar com 4% dos votos. Na semana passada, ela anunciou apoio ao ex-presidente Lula para o segundo turno.

De acordo com os números da pesquisa Datafolha, 40% dos eleitores do ex-ministro Ciro Gomes (PDT) afirmaram que votam no petista contra Bolsonaro e 31% votam no atual ocupante do Planalto. Brancos e nulos somariam 24%.

O pedetista acabou a eleição presidencial em quarto lugar, com 3% dos votos. Ciro afirmava que defende um programa de centro-esquerda, mas, antes e durante a campanha, atacou várias vezes o PT e o ex-presidente. O PDT está apoiando o petista no segundo turno.

Mais dados

O Datafolha apontou que Lula continua na primeira posição na disputa pelos votos no País. O ex-presidente aumentou o seu percentual na Região Nordeste, que tem o maior número de pessoas com baixa renda no Brasil.

Os números mostraram também que Bolsonaro tem 51% de rejeição.

Fonte: https://www.brasil247.com/poder/datafolha-maioria-dos-eleitores-de-ciro-e-simone-tebet-vota-em-lula

quinta-feira, 6 de outubro de 2022

Lula reúne 7 governadores e 16 senadores por apoio contra Bolsonaro


Em evento na capital paulista havia membros de dez partidos, incluindo legendas que não fizeram parte da aliança no primeiro turno com o candidato do PT ao Planalto

5 de outubro de 2022, 22:10 h Atualizado em 5 de outubro de 2022, 22:10

www.brasil247.com - Luiz Inácio Lula da Silva durante evento com lideranças políticas na capital paulista Luiz Inácio Lula da Silva durante evento com lideranças políticas na capital paulista (Foto: Ricardo Stuckert)

247 - O candidato à Presidência da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reuniu sete governadores e 16 senadores nesta quarta-feira (5) na cidade de São Paulo (SP), onde o ex-presidente garantiu mais apoio para o segundo turno da eleição presidencial, falou de propostas e criticou Jair Bolsonaro (PL), que enfrentará o petista no dia 30 de outubro.

Na reunião havia membros de dez partidos, incluindo legendas que não fizeram parte da aliança no primeiro turno, como PSD e MDB; que se mantiveram neutros; e o PP, que está com Bolsonaro. Havia ainda três governadores e cinco senadores eleitos no último domingo (2).

>>> Lula agradece FHC e diz que apoio de Simone Tebet é "programático"

O evento, Lula afirmou que o "povo não quer muito". "Só quer o que está na Constituição", disse. "Como pode um presidente passar quatro anos sem reajustar salário mínimo, merenda?", disse o ex-presidente ao criticar Bolsonaro.

De acordo com uma proposta enviada em agosto pelo governo federal ao Congresso Nacional, o salário mínimo não aumentará além da inflação em 2023, quarto ano seguido sem ganho real.

>>> Ipec: Lula tem 55% dos votos válidos contra 45% de Bolsonaro

O governo também decidiu não reajustar o valor destinado a merendas escolares no País. Prefeitos disseram que a falta de aumento dos investimentos no Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) tem feito os municípios gastarem mais. A inflação da cesta básica, que inclui feijão e verduras, teve alta de 26,75% de maio de 2021 a maio deste ano.

O ex-presidente criticou o problema da fome. "Às vezes as pessoas falam que eu tenho que fazer um discurso novo. Eu aprendo para falar coisas novas, mas o povo ainda está com fome. O povo ainda quer comida, quer casa. É por isso que nós vamos voltar a fazer o Minha Casa Minha Vida".

O número de pessoas passando fome no Brasil foi de 33,1 milhões entre o fim de 2021 e abril de 2022, de acordo com o segundo Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil, realizado pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Penssan) e divulgado em junho.

Primeiro turno

O ex-presidente ficou em primeiro lugar, com 48% dos votos válidos (57,2 milhões) no primeiro turno da eleição, contra 43% (51 milhões) de Bolsonaro, o primeiro ocupante do Planalto a perder a eleição em primeiro turno desde 1997, quando a reeleição foi aprovada.

A candidatura de Lula teve o apoio de mais nove partidos no primeiro turno - PT, PSB, PCdoB, Solidariedade, PSOL, Rede, Avante, Agir (antigo PTC) e PV.

Bolsonaro conseguiu o apoio de três legendas - PL, PP e Republicanos.

Fortalecimento

A reunião na capital paulista serviu fazer um balanço do primeiro turno e estabelecer estratégias para que Lula e Alckmin cheguem à vitória no dia 30 de outubro. Randolfe Rodrigues, senador pelo Amapá, aproveitou a oportunidade para saudar os que estão se incorporando à campanha, como Helder Barbalho, governador reeleito do Pará.

Clécio Luís, governador eleito no Amapá, foi outro que somou à luta pela defesa da democracia. Segundo ele, o povo que vive na Amazônia quer o desenvolvimento sustentável da floresta, e essa é uma pauta do plano de governo de Lula e Alckmin.

Já lideranças do Nordeste como Rafael Fonteles e Wellington Dias, respectivamente eleitos governador e senador pelo Piauí, lembraram que a região sempre votou com Lula por saberem do peso das políticas públicas para combater a desigualdade social, e defenderam o combate às notícias falsas.

“Faltou pouco para vencermos no primeiro turno. E agora, sem meias palavras, vamos completar a vitória. Temos o apoio do PDT, Ciro Gomes, MDB, Simone Tebet, lideranças do PSDB. É uma eleição bem diferente de outras eleições, é pelo Brasil. De hoje até o dia 30 vamos fazer os principais dias das nossas vidas, por democracia”, declarou Dias.

Fátima Bezerra, governadora reeleita no Rio Grande do Norte, disse que a primeira batalha foi vencida por Lula, mas que a luta começa para valer agora e que por isso assumiu a coordenação da campanha do ex-presidente em seu estado.

“Não é só diálogo com partidos, mas buscando também diversos seguimentos da sociedade. O Nordeste nunca faltou ao Brasil e nunca faltará de maneira alguma. Mais uma vez estamos dando lição de altivez e sabedoria. Todos temos claro o que está em discussão nesse momento, que é a defesa da democracia”, afirmou.

Senador pelo Rio Grande do Sul, Paulo Paim garantiu que a comunidade negra está com Lula e ajudará a elegê-lo presidente. “No seu tempo nós tínhamos um Ministério, a Fundação Palmares existia, nós tivemos a lei de cotas que mudou a cor da universidade”, recordou.

Alexandre Giordano, senador de São Paulo, e Kátia Abreu, senadora pelo estado de Goiás, defenderam um país harmonioso e unificado, em que as pessoas prezem pela paz e pela educação. “A gente não pode continuar confundindo pessoas corajosas com pessoas toscas, eu não suporto mais o meu Brasil armando as pessoas que se matam nas ruas, os nossos jovens chorando pelo fim das escolas, ver o presidente imitando e debochando de pessoas morrendo, envergonhando todo o povo brasileiro. Por tudo isso, o plano econômico desta hora é a democracia, por uma questão simplesmente civilizatória”, disse Kátia Abreu.

Agronegócio

Senador pelo estado de Rondônia, Acir Gurgacz foi outro que se somou à frente ampla. Ele, assim como o também senador do Mato Grosso Carlos Fávaro disseram que estão trabalhando para que as pessoas do agronegócio reconheçam que o grande avanço no campo aconteceu a partir de 2003, com Lula na Presidência.

“Venho de um estado rico. De que adianta tanta fartura, se existe tanta gente passando fome? Venho fazendo um resgate do que Lula e a Dilma fizeram pelo agronegócio. Essa é a mensagem que nós vamos levar para todo o agricultor e ao povo brasileiro”, disse Fávaro.

A polarização entre democracia e barbárie foi um ponto abordado pelo senador da Bahia Jaques Wagner. Segundo ele, a eleição de 2022 tem uma característica diferente, que é o embate entre democracia o autoritarismo.

Já o ex-governador do Maranhão e senador eleito Flávio Dino, apontou algumas questões para que Lula e Alckmin alcancem a vitória no segundo turno, como o caráter decisivo do Nordeste, que equilibrou a balança de votos durante a apuração. Outro ponto foi institucionalizar a questão do transporte público, para garantir que a população tenha o direito de votar, sobretudo moradores da zona rural.

Segundo Dino, ampliar a campanha no Norte e Nordeste será um dos vetores da vitória do campo progressista. “Eleição se ganha na rua. E militância vai pra rua quando o líder vai na rua. E isso tem um efeito psicológico na nossa militância que estava emparedada pela violência do fascismo. Quando a gente vai pra rua a galera assume, coloca bandeira na janela”, disse.

“Disputa de legado é quase tudo, porque pela primeira vez haverá um debate entre o adversário e o nosso campo. Em 2018 não houve, em 2022 também não, ele se escondeu, teve três chances de perguntar pro Lula e tremeu. A verdade é que Bolsonaro morre de medo do Lula”, completou.

Senadores e deputados

Também participaram do encontro a governadoras Regina Sousa (PT-PI) e as vice-governadoras Lígia Feliciano (PDT-PB) e Eliane Aquino (PT-SE), os governadores Carlos Brandão (PSB-MA), Paulo Câmara (PSB-PE), João Azevedo (PSB-PB), Paulo Dantas (MDB-AL), além do vice-governador Felipe Camarão (PT-MA).

Entre os senadores, marcaram presença Fabiano Contarato (PT-ES), Renan Calheiros (MDB-AL), Renan Filho (MDB-AL), Paulo Rocha (PT-PA), Jean Paul Prates (PT-RN), Veneziano Vital (MDB-PB), Jacques Wagner (PT-BA), Jader Barbalho (MDB-PA), Camilo Santana (PT-CE), Alexandre Silveira (PSD-MG), Marcelo Castro (MDB-PI) e José Amauri (Podemos-PI).

Deputados federais também estiveram presentes, como Rui Falcão (PT-SP), José Guimarães (PT-CE), Carlos Zaratini (PT-SP), Márcio Macedo (PT-SE) e Rejane Dias (PT-PI), bem como o deputado estadual Evandro Leitão (PDT-CE) e o distrital Leandro Grass (PV-DF).

Fonte: https://www.brasil247.com/poder/lula-reune-7-governadores-e-16-senadores-por-apoio-contra-bolsonaro

sábado, 1 de outubro de 2022

Bolsonaro é condenado a pagar R$ 20 mil por reunião com embaixadores


Decisão é do TSE (Tribunal Superior Eleitoral)

1 de outubro de 2022, 08:43 h Atualizado em 1 de outubro de 2022, 08:43

www.brasil247.com - Bolsonaro em encontro com embaixadores Bolsonaro em encontro com embaixadores (Foto: Clauber Cleber Caetano/PR)

247 - O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) condenou Jair Bolsonaro por unanimidade a pagar multa de R$ 20 mil por "prática de propaganda antecipada irregular", ao realizar no Palácio do Planalto, em julho, reunião com embaixadores.

A corte eleitoral considerou que o ataque ao órgão e ao sistema eletrônico de votos “são pautas da campanha eleitoral de Bolsonaro e, por isso, evidenciam o caráter eleitoral e a propaganda eleitoral antecipada”. Além disso, os ministros afirmaram que houve ofensa à resolução do TSE porque o candidato “promoveu a desinformação e desacreditou o sistema eletrônico de votação”. O julgamento foi realizado por meio do plenário virtual, informa o Metrópoles.

Fonte: https://www.brasil247.com/poder/bolsonaro-e-condenado-a-pagar-r-20-mil-por-reuniao-com-embaixadores

sexta-feira, 30 de setembro de 2022

Em reunião do Alto-Comando do Exército, generais pactuam respeito às urnas: 'quem ganhar leva'


As Forças Armadas não contestarão o resultado das eleições e Bolsonaro, se quiser, terá que fazê-lo por meio da Justiça, definiram os militares

30 de setembro de 2022, 11:57 h Atualizado em 30 de setembro de 2022, 12:02


www.brasil247.com - Lula e Bolsonaro Lula e Bolsonaro (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil | Ricardo Stuckert | Reuters)

247 - Pressionada por Jair Bolsonaro (PL) a se juntar a seus arroubos autoritários e golpistas, as Forças Armas respeitarão o resultado das eleições. É o que garante o Alto-Comando do Exército, segundo o Estado de S. Paulo. No Quartel-General, os militares de mais alta patente pactuaram o respeito às urnas eletrônicas.

"Os 16 oficiais-generais do grupo mais influente das Forças Armadas indicaram que a caserna vai seguir o rito de reconhecer o anúncio do vencedor pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). 'Quem ganhar leva', enfatizaram os militares. A frase começou a ser disseminada na tropa logo depois do encontro, realizado ao longo da primeira semana de agosto", relata a reportagem.

Após a decisão dos generais, os comandantes do Exército, da Marinha e da Aeronáutica reduziram sua exposição política e se distanciaram da auditoria das eleições.

O parecer sobre a auditoria que será feita por militares "deve se restringir a reportar o trabalho de fiscalização nas suas duas últimas fases: os testes de integridade das urnas e a checagem amostral do somatório por meio de boletins de votação".

O Alto Comando do Exército entende que eventuais contestações ao resultado do pleito devem ficar restritas a Bolsonaro e militares da reserva que ocupam cargos no governo. Se Bolsonaro quiser contestar os números, terá de fazê-lo por meios legais e jurídicos de sua campanha, dizem os generais. "Mesmo na caserna, a impressão é que a contestação de Bolsonaro se esgotaria e seria infrutífera, conforme um general, por causa do respaldo que o TSE tende a receber de órgãos externos".

Fonte: https://www.brasil247.com/poder/em-reuniao-do-alto-comando-do-exercito-generais-pactuam-respeito-as-urnas-quem-ganhar-leva

quarta-feira, 28 de setembro de 2022

Celso de Mello reforça onda Lula com apoio no primeiro turno


O ex-decano do STF emitiu nota de apoio à candidatura do ex-presidente Lula

28 de setembro de 2022, 03:49 h Atualizado em 28 de setembro de 2022, 10:40

www.brasil247.com - Lula e Celso de Mello Lula e Celso de Mello (Foto: Ricardo Stuckert | Carlos Moura/STF)

247 - O ex-decano do Supremo Tribunal Federal Celso de Mello é mais um ex-presidente da suprema corte a declarar voto em Lula no primeiro turno.

A declaração, divulgada pelo blog da jornalista Vera Magalhães, foi feita por escrito na noite desta terça-feira por Mello ao coordenador do grupo de juristas Prerrogativas, Marco Aurélio de Carvalho, que procurou Mello em busca de um vídeo similar ao de Barbosa.

O ex-ministro alegou razões de saúde para não gravar o vídeo, mas manifestou entusiasmo com a ideia de se somar a um grupo crescente de personalidades do meio jurídico e de outras áreas que têm declarado voto em Lula pela necessidade de derrotar o presidente Jair Bolsonaro.

Leia a seguir a íntegra da nota de Celso de Mello:

“A atuação de Bolsonaro na Presidência da República revelou a uma Nação estarrecida por seus atos e declarações a constrangedora figura de um político menor, sem estatura presidencial , de elevado coeficiente de mediocridade , destituído de respeitabilidade política, adepto de corrente ideológica de extrema-direita que perigosamente nega reverência à ordem democrática, ao primado da Constituição e aos princípios fundantes da República, e cujo comportamento vulgar, de todo incompatível com a seriedade do cargo que exerce , causou o efeito perverso de vergonhosamente degradar a dignidade do ofício presidencial ao plano menor de gestos patéticos e de claro ( e censurável ) desapreço ao regime em que se estrutura o Estado Democrático de Direito ! Em defesa da sacralidade da Constituição e das liberdades fundamentais, em prol da dignidade da função política e do decoro no exercício do mandato presidencial e em respeito à inviolabilidade do regime democrático , tenho uma certeza absoluta: NÃO votarei em Jair Bolsonaro!!! É por tais razões que o meu voto será dado em favor de Lula no primeiro turno.” (CELSO DE MELLO, Ministro aposentado e ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, biênio 1997-1999 )

Fonte: https://www.brasil247.com/poder/celso-de-mello-reforca-onda-lula-com-apoio-no-primeiro-turno

domingo, 25 de setembro de 2022

Se eleito, Lula deve indicar ao STF primeiro ministro negro desde 2003


O ministro Benedito Gonçalves, do Superior Tribunal de Justiça, é o favorito para a vaga de Ricardo Lewandowski

25 de setembro de 2022, 17:02 h Atualizado em 25 de setembro de 2022, 17:41

www.brasil247.com - Luiz Inácio Lula da Silva e Benedito Gonçalves Luiz Inácio Lula da Silva e Benedito Gonçalves (Foto: Ricardo Stuckert / Divulgação | Rafael Luz / STJ / Divulgação)

247 - Caso seja eleito presidente da República nas eleições de outubro, como indicam as pesquisas, Lula (PT) deve indicar o ministro Benedito Gonçalves, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), para a vaga de Ricardo Lewandowski, que se aposentará do Supremo Tribunal Federal (STF) em 2023. A informação é da coluna do Lauro Jardim no jornal O Globo.

Se a nomeação de Gonçalves se concretizar, ele será o primeiro negro indicado ao STF desde 2003, quando o próprio Lula nomeou Joaquim Barbosa para a Corte.

Fonte: https://www.brasil247.com/poder/se-eleito-lula-deve-indicar-ao-stf-primeiro-ministro-negro-desde-2003-vvdeyuso

sexta-feira, 23 de setembro de 2022

Lula condena ataque de Bolsonaro à liberdade de expressão: vai querer sigilo de 100 anos na matéria do Uol?


O candidato do PT ao Planalto destacou a falta de transparência do governo Jair Bolsonaro

23 de setembro de 2022, 15:38 h Atualizado em 23 de setembro de 2022, 15:52

www.brasil247.com - Luiz Inácio Lula da Silva Luiz Inácio Lula da Silva (Foto: RICARDO STUCKERT)

247 - O candidato do PT à Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva, criticou nesta sexta-feira (23) a falta de transparência dos gastos do governo Jair Bolsonaro (PL) após a Justiça do Distrito Federal determinar ao portal Uol que sejam retiradas matérias sobre a compra de imóveis de R$ 26 milhões em dinheiro pela família do atual ocupante do Planalto.

"Será que o Bolsonaro também vai querer colocar sigilo de 100 anos na matéria do UOL sobre compra de imóveis em dinheiro vivo?", escreveu Lula no Twitter.

A Associação Brasileira de Imprensa (ABI) afirmou nesta sexta que a decisão do Tribunal de Justiça do Distrito Federal é "inconstitucional".

Sigilos

O governo Bolsonaro colocou sigilo sobre o cartão de vacinação do ocupante do Planalto durante a pandemia de covid-19.

Também foi determinado sigilo de cem anos sobre informações dos crachás de acesso ao Palácio do Planalto emitidos em nome do vereador da cidade do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (PL) e do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-RJ), filhos do chefe do Executivo federal.

A Receita Federal impôs sigilo de cem anos no processo sobre a origem do caso das "rachadinhas", esquema em que salários de assessores do atual senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) eram desviados quando o parlamentar ocupava um cargo na Assembleia Legislativa do estado do Rio de Janeiro (Alerj).

O Exército impôs sigilo de cem anos no processo que investigou a ida do ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello a um protesto no Rio de Janeiro com Jair Bolsonaro (PL).

Lula 13

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Candidato à Presidência do Brasil

Será que o Bolsonaro também vai querer colocar sigilo de 100 anos na matéria do UOL sobre compra de imóveis em dinheiro vivo?

10:50 AM · 23 de set de 2022

46,5 mil

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terça-feira, 20 de setembro de 2022

Pesquisa Atlas/Arko: Lula lidera com 48,4% dos votos


Em segundo lugar, Jair Bolsonaro teve quase 10 pontos percentuais a menos que o ex-presidente

20 de setembro de 2022, 21:59 h Atualizado em 20 de setembro de 2022, 22:03

www.brasil247.com - Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (Foto: RICARDO STUCKERT)

247 - A pesquisa Atlas/Arko, divulgada nesta terça-feira (20), mostrou o candidato do PT à Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em primeiro lugar com 48,4% dos votos. Jair Bolsonaro (PL) ficou na segunda posição, com 38,6%. No levantamento anterior, em agosto, o ex-presidente tinha 47% e o atual ocupante do Planalto, 38%.

Em terceiro lugar, Ciro Gomes (PDT) tem 6,3% e Simone Tebet (MDB), 4%. As outras candidaturas tiveram menos de 1%. Brancos, nulos e indecisos somaram 1%.

O ex-presidente Lula teve 53,1% das intenções de voto, contra 41,4% de Bolsonaro. Brancos, nulos e indecisos somaram 5,5%.

Foram entrevistados 7.514 eleitores entre os dias 16 e 20 de setembro. A margem de erro foi de um ponto percentual, para mais ou para menos. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-01204/2022.

Fonte: https://www.brasil247.com/poder/pesquisa-atlas-arko-lula-lidera-com-48-4-dos-votos

terça-feira, 16 de agosto de 2022

'Petrobrás vai voltar a ser do povo brasileiro', diz Lula em evento com Haddad na USP


“Vamos recuperar esse país”, destacou o ex-presidente Lula em Aula Aberta na USP, com diversos ativistas e professores

15 de agosto de 2022, 20:34 h Atualizado em 15 de agosto de 2022, 21:03

www.brasil247.com - (Foto: Ricardo Stuckert)

247 - O ex-presidente Lula (PT), candidato a presidente, e o candidato petista ao governo de São Paulo, o ex-prefeito Fernando Haddad, participaram de Aula Aberta na USP nesta segunda-feira, 15, ao lado de ativistas e professores, como Marilena Chauí.

Lula destacou que no dia 2 de outubro, será preciso dizer “em alto e em bom som” se o Brasil vai querer um país que distribua livros ou coloque propaganda de armas.

“A gente vai ter que decidir o Brasil que a gente quer. Esse país já provou que pode ser bom.”, afirmou. “Está nas nossas mãos a responsabilidade de dizer que país a gente quer. Que futuro a gente quer, que educação a gente quer. Que trabalho merecemos, que política de desenvolvimento merecemos. Se nós nos omitirmos, o Brasil irá repetir o último resultado” , destacou.

“Não temos o direito de ficar quietos com a destruição que está em marcha nesse país, temos que gritar e protestar, e o voto tem que ser para tirar quem está aí”, disse.

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O ex-presidente destacou que com o atual governo Jair Bolsonaro (PL) “esse país retrocedeu”, lembrando que o Brasil chegou a ser a 6ª economia do mundo e virou a 13ª, e que era respeitado no mundo inteiro e virou paira, pois ninguém quer receber o presidente da República.

“Tudo piorou para quem está trabalhando. Agora 90% dos trabalhadores não recebem nem a inflação. Aumentávamos o salário mínimo todo ano de acordo com o aumento do PIB e hoje não se aumenta mais o salário mínimo”, lembrou.

Lula ainda denunciou quem o criticou por fazer políticas sociais quando era presidente, alegando que não havia dinheiro para bancar os programas.

“Nós temos que começar a perguntar quanto nos custou não fazer as coisas nesse país. Quanto custou não alfabetizar o povo na década de 30 ou 40? Quanto custou a esse país não fazer a reforma agrária quando já tinha sido feita no mundo inteiro?”

“Vamos recuperar esse país”

“A gente vai recuperar esse país, acabar com a inflação. Não vai ter mais mulher na fila do osso, vai comprar carne para comer. Não vai ter mais família comendo carcaça, vai comer frango. As pessoas não vão estar mais na rua pedindo comida, pedindo esmola. Criança dormindo na rua… a gente tinha acabado com isso”, afirmou.

“Vamos voltar e o pobre vai voltar aos aeroportos”, disse Lula, destacando que “não tem ninguém rico que não seja às custas do trabalho dos pobres”.

“Outra vez a classe trabalhadora vai recuperar esse país, a Petrobras vai voltar a ser do povo brasileiro, as universidades vão voltar a ser públicas, o Banco do Brasil vai voltar a ser um banco público, o BNDES vai voltar a emprestar dinheiro para micro e pequeno empreendedor”, afirmou.

Fonte: https://www.brasil247.com/poder/petrobras-vai-voltar-a-ser-do-povo-brasileiro-diz-lula-em-evento-com-haddad-na-usp

sábado, 13 de agosto de 2022

Lula e Janones: auxílio de Lula é permanente, enquanto o de Bolsonaro só existe na eleição


"Se ele (Bolsonaro) quisesse que o Auxílio Brasil não acabasse, não teria feito só até dezembro", disse Lula. Janones disse que é preciso "salvar a democracia"

13 de agosto de 2022, 11:38 h Atualizado em 13 de agosto de 2022, 12:14

www.brasil247.com - Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e André Janones Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e André Janones (Foto: Reprodução)

247 - Em uma live com o deputado federal André Janones (Avante-MG), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) destacou neste sábado (13) a necessidade de o povo brasileiro receber ajuda financeira de forma permanente.

"(Bolsonaro) Está apavorado. Se ele quisesse que o Auxílio Brasil não acabasse, não teria feito só até dezembro. Enquanto não acabar com a fome, não tem como acabar com o Auxílio Emergencial. Não tem explicação para ver mulher num açougue pegando osso. O pequeno e o médio produtor não estão recebendo dinheiro.

O ex-presidente também defendeu o programa Bolsa Família. "Não era só distribuir dinheirinho, era um programa para cuidar das pessoas. Tinha algumas condicionantes (para a família receber o dinheiro). Essa gente não tem amor pelo povo. Temos que tratar humildes com muito carinho, amor… Pessoas que produzem", disse.

"Imaginar que um presidente não teve uma única lágrima derramada com os mortos pela Covid, nunca visitou crianças que perderam pais por conta da Covid. O povo precisa ficar muito maduro. Essa gente que está destruindo o Brasil nunca mais precisa ser eleita".

Janones

O deputado André Janones falou sobre a importância do pronunciamento do ex-presidente. "A gente precisa que vocês levem essa mensagem adiante", afirmou. "Não existe autoridade maior para falar sobre povo no nosso país, enfrentar a miséria de frente. Ele tem autoridade para falar sobre como acabar com a miséria no País".

De acordo com o parlamentar, "do lado de lá tem muita maldade, tem a vontade de ferrar com os mais pobres e precisamos da força de vocês para fazer essa mensagem chegar às pessoas". "(É preciso) libertar o País do bolsonarismo, salvar a democracia, e matar a fome de quem tem fome. E está perto com o senhor assumindo a Presidência".

Fonte: https://www.brasil247.com/poder/lula-e-janones-auxilio-de-lula-e-permanente-enquanto-o-de-bolsonaro-so-existe-na-eleicao

sexta-feira, 5 de agosto de 2022

Moraes nega pedido da PGR de arquivamento de inquérito contra Bolsonaro por vazar dados sigilosos da PF


Chefe do Executivo havia revelado informações sigilosas sobre investigação da PF acerca de um ataque hacker ao TSE em 2018 para descredibilizar urnas eletrônicas

5 de agosto de 2022, 15:00 h Atualizado em 5 de agosto de 2022, 15:00

www.brasil247.com - (Foto: STF)

247 - O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido da vice-procuradora geral da República, Lindôra Araújo, para arquivar o inquérito contra Jair Bolsonaro (PL) relacionado a um suposto vazamento de dados sigilosos da Polícia Federal (PF) em 2021. A informação é do portal CNN Brasil.

A investigação sobre o vazamento teve início após Bolsonaro conceder uma entrevista, em 4 de agosto de 2021, onde fez uso das informações sigilosas de um inquérito da PF sobre um ataque hacker ao sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 2018. O chefe do Executivo levantou esse caso para, mais uma vez, fomentar uma narrativa golpista de ataque às urnas eletrônicas.

Recentemente, a vice-PGR havia pedido para arquivar o caso, mas, agora, com a decisão de Moraes, as investigações contra Bolsonaro seguem de pé.

Fonte: https://www.brasil247.com/poder/moraes-nega-pedido-da-pgr-de-arquivamento-de-inquerito-contra-bolsonaro-por-vazar-dados-sigilosos-da-pf

União Brasil oficializa candidatura de Soraya Thronicke para disputar a Presidência da República


Lançamento ocorreu durante a convenção nacional do partido, em São Paulo, nesta sexta-feira (5)

5 de agosto de 2022, 12:02 h Atualizado em 5 de agosto de 2022, 12:07

www.brasil247.com - Soraya Thronicke Soraya Thronicke (Foto: Reprodução/Facebook)

247 - O União Brasil lançou oficialmente candidatura da senadora Soraya Thronicke (MS) à Presidência da República. O lançamento ocorreu nesta sexta-feira (5) durante a convenção nacional do partido, em São Paulo.

Soraya foi anunciada como candidata ao Planalto na terça-feira (2), após o deputado federal Luciano Bivar (PE) desistir de disputar o cargo para disputar à reeleição a uma vaga na Câmara dos Deputados.

Fonte: https://www.brasil247.com/poder/uniao-brasil-oficializa-candidatura-de-soraya-thronicke-para-disputar-a-presidencia-da-republica

quarta-feira, 3 de agosto de 2022

Dilma assina carta pela democracia: Estado de Direito está "sob grave ameaça e constantes ataques" de Bolsonaro


Ex-presidente, vítima de um golpe em 2016, se juntou aos mais de 700 mil signatários do documento: "assino embaixo em defesa do Estado Democrático de Direito"

3 de agosto de 2022, 12:43 h Atualizado em 3 de agosto de 2022, 13:46

www.brasil247.com - Dilma Rousseff Dilma Rousseff (Foto: ricardo stuckert)

247 - A ex-presidente Dilma Rousseff (PT), vítima de um golpe institucional em 2016, assinou nesta quarta-feira (3) a “Carta aos Brasileiros e Brasileiras em Defesa do Estado Democrático de Direito”, que já reúne mais de 700 mil apoiadores e pode virar uma marcha pela democracia contra o golpismo de Jair Bolsonaro (PL).

Segundo Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, "a decisão da petista de se juntar aos mais de 700 mil signatários do documento se deu diante do momento do país, que considera grave".

"No momento em que a democracia está sob grave ameaça e sob constantes ataques do presidente da República, é hora da sociedade civil se mobilizar em defesa do sistema eleitoral e das urnas. Eu assino embaixo em defesa do Estado Democrático de Direito", afirma Dilma.

Fonte: https://www.brasil247.com/poder/dilma-adere-a-carta-pela-democracia-estado-de-direito-sob-grave-ameaca-e-constantes-ataques-de-bolsonaro

terça-feira, 2 de agosto de 2022

Perto da eleição, Câmara antecipa votação de projeto que reduz poder de governadores sobre a PM


Proposta é instituir lista tríplice como forma de escolha dos comandantes-gerais da PM, que também poderão elaborar proposta orçamentária das corporações

1 de agosto de 2022, 17:53 h Atualizado em 1 de agosto de 2022, 18:11

www.brasil247.com - Jair Bolsonaro e a Polícia Militar Jair Bolsonaro e a Polícia Militar (Foto: Câmara dos Deputados | ABR)

247 - Às vésperas da campanha eleitoral, a Câmara dos Deputados decidiu antecipar para esta terça-feira (2) a votação de um projeto de lei que reduz o poder de governadores sobre a Polícia Militar. A informação é do jornal O Estado de S. Paulo.

A proposta do PL 164/2019, que foi modificado pelos ex-PMs bolsonaristas Major Fabiana (PL-RJ) e o Cabo Junio Amaral (PL-MG), é instituir a lista tríplice como forma de escolha dos comandantes-gerais da PM. Além disso, os comandantes, que terão mandato de dois anos, passarão a poder elaborar a proposta orçamentária das corporações. Ainda de acordo com a reportagem do Estadão, "a tendência é de aprovação."

Atualmente, os governadores têm liberdade para escolher o comandante da PM dentro da corporação e, caso deseje, pode destituí-lo sem problemas. Agora, a montagem da lista tríplice será feita dentro da própria PM, de forma sigilosa, e o governador terá que selecionar um entre os três nomes previamente definidos. Além disso, se quiser destituir o comandante-geral, necessitará da aprovação da maioria dos deputados estaduais ou distritais.

O projeto é de interesse de Jair Bolsonaro (PL), que chegou a acompanhar todos os passos da preparação de uma lei orgânica para as polícias. Os defensores do atual projeto alegam que buscam diminuir a “ingerência política” e "influência partidária" dos governadores nas PMs. Contudo, segundo o Estadão, por trás das cortinas a intenção de Bolsonaro e seus aliados na Câmara é, cada vez mais, desvincular as PMs dos governadores.

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A entidade tem significativa adesão às ideias autoritárias do chefe do Executivo e há um temor de que possa ser usada em uma eventual revolta em caso de derrota nas eleições.

Fonte: https://www.brasil247.com/poder/perto-da-eleicao-camara-antecipa-votacao-de-projeto-que-reduz-poder-de-governadores-sobre-a-pm

sábado, 30 de julho de 2022

Cantanhêde: chapa Lula Alckmin amplia a campanha para além do PT e das esquerdas


“A improvável aliança Lula-Alckmin é o principal movimento político das eleições de 2022”, avalia

30 de julho de 2022, 08:45 h Atualizado em 30 de julho de 2022, 09:09

www.brasil247.com - (Foto: Divulgação)

247 - A jornalista Eliane Cantanhêde avalia em sua coluna publicada no jornal Estado de S.Paulo os desdobramentos políticos da formalização da chapa composta pelo ex-presidente Lula e Geraldo Alckmin.

“Se Lula foi Lula, Alckmin foi Alckmin: comedido, sem estridência, definiu a convenção como ‘a confraternização da esperança no futuro’ e bradou: ‘a esperança é Lula!’. Também descarregou as baterias contra o atual presidente, dizendo que ‘é hora de Bolsonaro ir embora para casa pelo mal que fez ao País’ e atribuindo a ele “barbaridades, erros, desastres, mentiras e um plano ardiloso contra a democracia, que fracassou”, avalia.

“A improvável aliança Lula-Alckmin é o principal movimento político das eleições de 2022 e consolida a determinação de Lula de ampliar sua campanha para além do PT e das esquerdas e assim garantir desde cedo um grande leque de forças políticas para ter governabilidade e estabilidade em seu eventual governo a partir de 2023”, acrescenta.

Ela ainda destaca que “se Ciro Gomes (PDT) é o mais duro na queda, os candidatos do Avante, André Janones, e do União Brasil, Luciano Bivar, estão com um pé no barco de Lula contra o presidente Jair Bolsonaro, que disputa a reeleição. Gilberto Kassab, manda-chuva do PSD, já está nesse barco desde o início, sem alardear, e Lula também tem sólidos apoios no PSDB e no MDB, o que pode deixar o Cidadania sem alternativa”.

Fonte: https://www.brasil247.com/poder/cantanhede-chapa-lula-alckmin-amplia-a-campanha-para-alem-do-pt-e-das-esquerdas

sexta-feira, 29 de julho de 2022

Lula: as Forças Armadas precisam ser tratadas com respeito, não como um objeto nas mãos do presidente


"Ele que não foi um bom soldado, ele que foi expulso do Exército ainda quando tenente", acrescentou o ex-presidente Lula em referência a Jair Bolsonaro (PL)

29 de julho de 2022, 17:29 h Atualizado em 29 de julho de 2022, 18:12

www.brasil247.com - Lula convenção PSB Lula convenção PSB (Foto: Reprodução/Youtube)

247 - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou nesta sexta-feira (29) a maneira como Jair Bolsonaro (PL) se relaciona com as Forças Armadas. De acordo com o petista, o Brasil não pode ter um "presidente que trata as Forças Armadas como se fosse um objeto na mão dele".

"O que nós precisamos é estabelecer uma relação de respeito. Uma relação de que cada um cumpre com a sua função. E não com um presidente que trata as Forças Armadas como se fosse um objeto na mão dele. Ele que não foi um bom soldado, ele que foi expulso do Exército ainda quando tenente", disse Lula na convenção que oficializou o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSB) como vice de Lula. 

>>> Luciano Bivar desiste de candidatura e deve declarar apoio a Lula

"Eu nunca tive nenhum problema com as Forças Armadas. Porque as Forças Armadas têm suas funções estabelecidas na Constituição. Elas nunca perguntam 'para quem', 'por que' da decisão de um presidente da República, eles cumprem", acrescentou. 

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Na última quarta-feira (27), o ex-presidente agradou militares após dizer que eles são mais responsáveis em comparação com Jair Bolsonaro.

Em seu discurso, Lula continuou suas críticas ao candidato do PL. "O Brasil hoje tem um presidente que nunca se reuniu com o movimento sindical, nunca recebeu reitores, movimentos sociais. Que ofendeu indígenas, quilombolas. Um país generoso como o Brasil não precisa disso".


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Lula e Alckmin na convenção do PSB em Brasília

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Lula e Alckmin na convenção do PSB em Brasília

3:06 PM · 29 de jul de 2022

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Declarações de Lula agradam militares da ativa


Alguns militares disseram ser verdadeira a afirmação de que o ex-presidente trabalhou para valorizar o Exército, a Marinha e a Aeronáutica

29 de julho de 2022, 16:20 h Atualizado em 29 de julho de 2022, 17:03

www.brasil247.com - Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e militares Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e militares (Foto: Ricardo Stuckert | ABR)

247 - As declarações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na última quarta-feira (27), de que os militares são mais responsáveis em comparação com Jair Bolsonaro (PL) foram bem recebidas por militares da ativa. Alguns militares disseram ser verdadeira a afirmação de que o ex-presidente trabalhou para valorizar o Exército, a Marinha e a Aeronáutica. A informação foi publicada nesta sexta-feira (29) pela coluna de Carla Araújo, no portal Uol.

O ex-presidente afirmou não acreditar que as "bobagens que Bolsonaro fala" tenham o apoio do Alto Comando. "Eu acho que nós temos que ter em conta que os militares são mais responsáveis do que o Bolsonaro", disse Lula. "Eu convivi com os militares. Eu posso te dizer que eu não tenho queixa do comportamento das Forças Armadas, nem da Marinha, do Exército e da Aeronáutica", complementou.

De acordo com um oficial de alta patente da ativa, Lula "sabe falar o que o público quer ouvir".

Intenções de voto

A pesquisa Datafolha, divulgada nessa quinta-feira (28), mostrou que o ex-presidente venceria a eleição no primeiro turno. Lula aumentou o percentual de votos entre eleitores homens e continuou com vantagem sobre Jair Bolsonaro no público feminino e entre as pessoas com renda de até dois salários mínimos.

Segundo a pesquisa, Lula conseguiu quase 40 pontos percentuais a mais que Bolsonaro na Região Nordeste, onde o candidato do PL tem o menor percentual de votos. No País, o atual chefe do Executivo tem uma rejeição acima de 50%.

Fonte: https://www.brasil247.com/poder/declaracoes-de-lula-agradam-militares-da-ativa

Alckmin: "não vamos nos render às manhas de um presidente que não quer voltar para casa"


Em discurso na convenção do PSB, candidato a vice ressalta que "quem alega fraude tem de provar e quem não prova tem de ser punido pela farsa de acusar"

29 de julho de 2022, 18:06 h Atualizado em 29 de julho de 2022, 18:12

www.brasil247.com - Geraldo Alckmin na convenção do PSB Geraldo Alckmin na convenção do PSB (Foto: Reprodução/Youtube)

247 - Vice do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na eleição de outubro, o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSB) criticou, nesta sexta-feira (29), as ameaças de golpe feitas por Jair Bolsonaro (PL). "Quem alega fraude tem de provar e quem não prova tem de ser punido pela farsa de acusar. Não vamos cair no jogo da mentira, não vamos nos render às manhas de um presidente que não quer voltar para casa", disse Alckmin na convenção do PSB que o oficializou como vice de Lula.

De acordo com o ex-governador, é necessário "livrar o Brasil do fanatismo político, da ruinosa política econômica que pôs o Brasil de volta no mapa da fome, que trouxe de novo a inflação, que empobreceu". "Já passou a hora de darmos um basta à incompetência e à irresponsabilidade de um governo que não sabe cuidar propriamente do povo, é incapaz de prever, prover e promover porque só improvisa, se omite e destrói", afirmou.

"Bolsonaro se vangloria de defender os valores da família, mas, de verdade, ninguém fez mais para arruinar a estabilidade da vida familiar neste país do que o seu próprio governo. Mas bolsonaro tem de ir embora, sobretudo porque é sem, sombra de dúvida, o mais irresponsável, imprudente e incompetente governo que o Brasil já teve. E, ao contrário do atual, o governo Lula, trará responsabilidade, planejamento, previsibilidade para dar de volta a confiança e a segurança", complementou.

Discurso de Lula

O ex-presidente criticou a maneira como Bolsonaro se relaciona com as Forças Armadas. Em seu pronunciamento, Lula também fez críticas às ameaças de golpe feitas pelo candidato do PL.

Fonte: https://www.brasil247.com/poder/alckmin-nao-vamos-nos-render-as-manhas-de-um-presidente-que-nao-quer-voltar-para-casa