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sábado, 24 de setembro de 2022

"Censura nunca mais", diz Juliana Dal Piva, após cair censura sobre mansões compradas com dinheiro ilegal pelo clã Bolsonaro


Família Bolsonaro comprou 51 imóveis em dinheiro vivo

24 de setembro de 2022, 06:02 h Atualizado em 24 de setembro de 2022, 06:36

www.brasil247.com - (Foto: Reprodução)

247 – "Quero agradecer ao trabalho da equipe de advogados do UOL e a todos os colegas jornalistas de diferentes veículos que hoje noticiaram e defenderam o nosso trabalho. Quem ganhou no fim desta sexta foi o jornalismo e a democracia do Brasil. Muito obrigada. Censura nunca mais!", escreveu a jornalista Juliana Dal Piva, após o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, derrubar a censura à reportagem sobre mansões compradas com dinheiro ilegal pelo clã Bolsonaro.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça derrubou a decisão da Justiça do Distrito Federal e liberou a reportagem do Uol sobre imóveis avaliados em R$ 26 milhões e comprados em dinheiro vivo pela família Bolsonaro. A medida vale até que a reclamação do portal Uol seja julgada pelo Supremo, de acordo com informações publicadas nesta sexta-feira (23) pelo portal G1.

Na decisão que está em sigilo, Mendonça disse que, no Estado Democrático de Direito, deve ser assegurado o amplo exercício da liberdade de expressão. Afirmou que a censura não encontra amparo na Constituição.

Fonte: https://www.brasil247.com/midia/censura-nunca-mais-diz-juliana-dal-piva-apos-cair-censura-sobre-mansoes-compradas-com-dinheiro-ilegal-do-cla-bolsonaro

Agregador de pesquisas do Estadão mostra pela primeira vez Lula com 52% dos votos, reforçando vitória no 1º turno


Petista já tem índice maior que o mínimo para vencer a eleição no primeiro turno

24 de setembro de 2022, 10:15 h Atualizado em 24 de setembro de 2022, 10:18

www.brasil247.com - Luiz Inácio Lula da Silva Luiz Inácio Lula da Silva (Foto: RICARDO STUCKERT)

247 - O agregador de pesquisas eleitorais do jornal O Estado de S. Paulo, que traça o desempenho geral dos candidatos à presidência com base em resultados de 14 institutos diferentes, foi atualizado neste sábado (24) e mostra que Lula (PT) aumentou suas intenções de votos válidos, isto é, quando se desconsidera os brancos e nulos, e já tem índice maior que o mínimo para vencer a eleição no primeiro turno, atingindo 52% dos votos válidos pela primeira vez.

Veja:

Lula: 52%

Jair Bolsonaro: 36%

Ciro Gomes: 7%

Simone Tebet: 5%

Para que um candidato vença a eleição já no primeiro turno, basta conseguir 50% e mais um voto.

Como funciona

De acordo com o jornal, o agregador de pesquisas não soma simplesmente os resultados e os divide pelo número de pesquisas. "O agregador controla diversos parâmetros e dá pesos diferentes aos levantamentos para impedir que números destoantes ou desatualizados puxem um dos concorrentes para cima ou para baixo".

"Nosso modelo considera que, na média, as pesquisas presenciais são mais precisas ao atribuir a taxa de intenção de votos de cada candidato. Por outro lado, as pesquisas telefônicas são feitas com maior frequência e podem captar melhor eventuais mudanças de tendência", explica ainda o periódico.

Fonte: https://www.brasil247.com/brasil/agregador-de-pesquisas-do-estadao-mostra-lula-com-52-dos-votos-e-indica-vitoria-no-primeiro-turno

sexta-feira, 23 de setembro de 2022

Lula condena ataque de Bolsonaro à liberdade de expressão: vai querer sigilo de 100 anos na matéria do Uol?


O candidato do PT ao Planalto destacou a falta de transparência do governo Jair Bolsonaro

23 de setembro de 2022, 15:38 h Atualizado em 23 de setembro de 2022, 15:52

www.brasil247.com - Luiz Inácio Lula da Silva Luiz Inácio Lula da Silva (Foto: RICARDO STUCKERT)

247 - O candidato do PT à Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva, criticou nesta sexta-feira (23) a falta de transparência dos gastos do governo Jair Bolsonaro (PL) após a Justiça do Distrito Federal determinar ao portal Uol que sejam retiradas matérias sobre a compra de imóveis de R$ 26 milhões em dinheiro pela família do atual ocupante do Planalto.

"Será que o Bolsonaro também vai querer colocar sigilo de 100 anos na matéria do UOL sobre compra de imóveis em dinheiro vivo?", escreveu Lula no Twitter.

A Associação Brasileira de Imprensa (ABI) afirmou nesta sexta que a decisão do Tribunal de Justiça do Distrito Federal é "inconstitucional".

Sigilos

O governo Bolsonaro colocou sigilo sobre o cartão de vacinação do ocupante do Planalto durante a pandemia de covid-19.

Também foi determinado sigilo de cem anos sobre informações dos crachás de acesso ao Palácio do Planalto emitidos em nome do vereador da cidade do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (PL) e do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-RJ), filhos do chefe do Executivo federal.

A Receita Federal impôs sigilo de cem anos no processo sobre a origem do caso das "rachadinhas", esquema em que salários de assessores do atual senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) eram desviados quando o parlamentar ocupava um cargo na Assembleia Legislativa do estado do Rio de Janeiro (Alerj).

O Exército impôs sigilo de cem anos no processo que investigou a ida do ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello a um protesto no Rio de Janeiro com Jair Bolsonaro (PL).

Lula 13

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Candidato à Presidência do Brasil

Será que o Bolsonaro também vai querer colocar sigilo de 100 anos na matéria do UOL sobre compra de imóveis em dinheiro vivo?

10:50 AM · 23 de set de 2022

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Fonte:

Quando Lula cresce nas pesquisas os combustíveis baixam de preço

Petrobrás reduz em 6% preços do gás de cozinha a partir de sexta-feira

Redução de 6% equivale a uma diminuição média de 3,15 reais para cada botijão de 13 kg

22 de setembro de 2022, 15:01 h Atualizado em 22 de setembro de 2022, 15:32

www.brasil247.com - Botijão de 13 quilos de gás de cozinha Botijão de 13 quilos de gás de cozinha (Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasi)

Reuters - A Petrobrás vai reduzir o preço do gás de cozinha (GLP) de 4,0265 reais para 3,7842 por quilo a partir de sexta-feira, segundo comunicado divulgado nesta quinta-feira.

A redução de 6% equivale a uma diminuição média de 3,15 reais para cada botijão de 13 kg, que passará a ser vendido às distribuidoras por 49,19 reais.

A petroleira informou, no comunicado, que a redução acompanha a evolução dos preços de referência e é coerente com a sua prática de preços.

Fonte: https://www.brasil247.com/economia/petrobras-reduz-em-6-precos-do-gas-de-cozinha-a-partir-de-sexta-feira

EUA criam 'massa financeira impagável' por privilégio de gastar sem ter que produzir, diz economista


A lenta recuperação global após a pandemia e a nova configuração geopolítica devido ao conflito na Ucrânia têm elevado as preocupações no Ocidente com relação à economia dos EUA

22 de setembro de 2022, 21:02 h Atualizado em 22 de setembro de 2022, 21:37

www.brasil247.com - Dívida pública dos EUA bate recorde e vai a mais de US$ 21 trilhões Dívida pública dos EUA bate recorde e vai a mais de US$ 21 trilhões (Foto: REUTERS/Jo Yong-Hak)

Sputnik - Com dívida pública que já supera os US$ 30 trilhões e crescente elevação da taxa de juros, EUA ainda conseguem se financiar devido à força do dólar no mercado mundial. Especialistas ouvidos pela Sputnik Brasil explicaram como funciona a cadeia monetária que beneficia Washington, cada vez mais questionada por outros atores econômicos.

A lenta recuperação global após a pandemia de COVID-19 e a nova configuração geopolítica devido ao conflito na Ucrânia têm elevado as preocupações no Ocidente com relação à economia dos Estados Unidos.

Isso porque Washington não tem demonstrado o mesmo fôlego de décadas passadas para ajudar a reativar a economia mundial, principalmente a de países dependentes do sucesso norte-americano.

Após queda de 3,5% em 2020 e a alta de 5,7% em 2021, o Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA acumula dois recuos trimestrais consecutivos neste ano, de 1,6% (de janeiro a março) e de 0,9% (de abril a junho), aumentando o risco de recessão no país.

Em outra ponta, a dívida pública norte-americana segue com viés de alta. Segundo dados do Departamento do Tesouro, a dívida total do país é de US$ 30,9 trilhões (R$ 158,50 trilhões) e caminha para atingir US$ 31 trilhões (R$ 159 trilhões) ainda no mês de setembro.

Com um PIB em valores absolutos estimado na casa dos US$ 24 trilhões (R$ 123 trilhões) em 2022, a relação dívida/PIB do país tem girado em torno de 130% desde meados de 2020.

E a tendência, ao menos por enquanto, é que a dívida norte-americana continue subindo, já que, para tentar conter a escalada na inflação, o Federal Reserve (Fed), o banco central do país, aumentou as taxas de juros em 0,75% na última quarta-feira (21). Com o reajuste, o intervalo passa de 2,25% a 2,5% para 3% a 3,25%.

Diante desse cenário negativo para os EUA, economistas consultados pela Sputnik Brasil avaliam que o trunfo que sustenta a economia norte-americana continua sendo o dólar. Embora venha perdendo força, a moeda ainda é o principal meio de troca em transações internacionais, mantendo a relevância dos títulos da dívida pública norte-americana.

Segundo o economista Fábio Sobral, professor da Universidade Federal do Ceará (UFC), os EUA "negligenciam o aumento da dívida" porque sabem que ainda possuem o controle do alto endividamento, por conta de um sistema que lhe dá privilégios.

O especialista explica que o dólar funciona como um "mecanismo de financiamento", desde 1961, quando a moeda deixou de ser lastreada em ouro. Assim, segundo ele, Washington consegue imprimir dólares sem grandes preocupações de gerar inflação.

"Os EUA quebraram a obrigatoriedade de trocar o dólar por ouro, então, a dívida americana pode crescer sem esse controle. Já as dívidas de outros países são reguladas a partir desse mecanismo financeiro dos EUA", afirmou.

O economista aponta que os EUA "têm o privilegio de deter a emissão da moeda" que serve como base para transações entre todos os países, mas alerta que novos polos econômicos, liderados por China e Rússia, ameaçam quebrar essa cadeia hegemônica.

"Há um movimento que busca a desdolarização. Isso complicará muito a vida do endividamento eterno e ilimitado dos EUA. O endividamento é um mecanismo de profundo descontrole e instabilidade econômica do próprio capitalismo. Esses países [China e Rússia] tentam se livrar da instabilidade provocada pelo crescimento da massa financeira impagável, que os EUA criam permanentemente para ter o privilégio exclusivo de comprar e gastar sem ter que produzir", avaliou Sobral.

Efeitos do aumento da taxa de juros pelo Fed no mundo

Em um cenário de curto e médio prazo, a economista e professora da Fundação Getulio Vargas (FGV) Carla Beni não vê risco de crédito global com o aumento da dívida norte-americana.

"As finanças americanas não estão fora de controle, porque é uma dívida que está sendo gerenciada, aprovada pelo Congresso", diz a especialista.

Ela aponta que, quando os EUA sobem a taxa de juros, provocam um "impacto muito grande para o resto do mundo", mas não internamente.

"Se o título soberano americano, que é considerado o papel de menor risco no cenário internacional, remunera um valor maior, passa a haver pressão sobre a taxa de juros de países emergentes. O impacto no resto do mundo sempre é muito relacionado à elevação da taxa de juros do Fed", afirmou.

Em dezembro do ano passado, o Congresso norte-americano aprovou a elevação do teto da dívida do governo federal de US$ 28,9 trilhões (R$ 147,8 trilhões) para US$ 31,4 trilhões (R$ 160,6 trilhões).

A economista da FGV destaca que, recorrentemente, o Congresso norte-americano se reúne para aprovar o aumento do limite da dívida, independentemente do partido à frente do governo federal.

"Há que se considerar que a economia dos EUA está há décadas em um processo de guerra, que custa muito caro. Então, quanto mais guerra, maior é a despesa. Por isso, a previsão orçamentária pode vir a ser alterada ao longo do ano justamente por essas questões", explicou.

Critérios para dívidas dos outros países 'não valem para os EUA'

O economista Fábio Sobral, da UFC, aponta que o dólar e os títulos do Tesouro são os dois "papéis" que norteiam a economia do país.

Segundo ele, devido a essa força da moeda — cada vez mais questionada internacionalmente —, os EUA ainda têm certo privilégio em termos de capacidade para injetar dinheiro na economia.

"Para não inundar o mercado de dólares, os EUA podem imprimir títulos públicos e trocar por dólares, papel por papel. O dólar acaba funcionando como título público", indica o especialista.

Sobral explica que os EUA contam com alguns mecanismos para evitar que o dólar seja desvalorizado em grande quantidade velozmente, tais como "a elevação da taxa de juros e a interferência do BC norte-americano junto a grandes bancos centrais".

Com isso, destaca o especialista, os EUA conseguem manter outros países dependentes de suas orientações, sabendo que uma paralisação da máquina estatal norte-americana por conta do crescimento da dívida só ocorrerá mediante uma crise que afete a todos.

"Por isso, os critérios técnicos, econômicos e políticos para as dívidas dos outros países não valem para os EUA", afirmou.

Fonte: https://www.brasil247.com/mundo/eua-criam-massa-financeira-impagavel-por-privilegio-de-gastar-sem-ter-que-produzir-diz-economista

Criança de 3 anos encontra pistola de pai colecionador de armas e atira na cabeça do irmão gêmeo


O caso aconteceu na Zona Norte de Macapá e, segundo as autoridades policiais, o homem era colecionador de armas.

23 de setembro de 2022, 07:58 h Atualizado em 23 de setembro de 2022, 08:45

www.brasil247.com - Revólver Revólver (Foto: Divulgação)

247 - Uma criança de 3 anos atirou acidentalmente na cabeça do irmão gêmeo depois de encontrar uma pistola do pai nesta quinta-feira (22). O caso aconteceu na Zona Norte de Macapá e, segundo as autoridades policiais, o homem era colecionador de armas. As informações são do portal G1.

De acordo com a Polícia Militar (PM), o pai das crianças guardava a arma junto a outra de uma coleção em um cofre. Na tarde desta quinta-feira ele tirou a pistola para ir ao clube de tiro, quando uma das crianças entrou na sala, encontrou o armamento e acabou atingido o irmão.

A criança baleada foi transferida para o Hospital de Emergência (HE), onde recebia atendimento médico até a publicação desta reportagem. Não há informação sobre seu estado de saúde.

Fonte: https://www.brasil247.com/brasil/crianca-de-3-anos-encontra-pistola-de-pai-colecionador-de-armas-e-atira-na-cabeca-do-irmao-gemeo

Jair e Flávio Bolsonaro visitaram Adriano da Nóbrega, chefe do Escritório do Crime, quando ele estava preso


Miliciano era também acusado de ser matador de aluguel e de estar envolvido na morte de Marielle Franco

23 de setembro de 2022, 05:56 h Atualizado em 23 de setembro de 2022, 05:56

www.brasil247.com - Adriano da Nóbrega e Bolsonaro Adriano da Nóbrega e Bolsonaro (Foto: Reprodução | ABr)

247 – A jornalista Juliana Piva, uma das maiores especialistas nos crimes da família Bolsonaro, publica uma revelação importante nesta sexta-feira. "O presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ) e seu filho mais velho, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), fizeram, ao menos, duas visitas ao ex-capitão do Bope Adriano Nóbrega entre 2004 e 2005. Nóbrega foi apontado pelo MP-RJ (Ministério Público do Rio), em 2019, como líder de um grupo de matadores de aluguel chamado de Escritório do Crime e também denunciado por participar de uma milícia em Rio das Pedras, na zona oeste do Rio", escreve ela, em reportagem publicada no Uol.

"Questionados sobre os dois episódios das visitas na cadeia, a assessoria do presidente e do senador disseram, por nota, que 'à época das homenagens era impossível prever que alguns desses policiais pudessem desonrar a farda'", prossegue Juliana.

Envolvido no assassinato de Marielle Franco, Adriano Nóbrega morreu em uma operação policial na Bahia, em fevereiro de 2020, após passar um ano como foragido da Justiça. Ele foi denunciado na Operação Intocáveis pelo MP-RJ (Ministério Público do Rio).

Fonte: https://www.brasil247.com/regionais/sudeste/jair-e-flavio-bolsonaro-visitaram-adriano-da-nobrega-chefe-do-escritorio-do-crime-quando-ele-estava-preso

Maioria dos brasileiros considera que há corrupção no governo Bolsonaro, segundo Datafolha


Percentual dos que consideram existência de corrupção no governo Bolsonaro é de 69%

23 de setembro de 2022, 04:28 h Atualizado em 23 de setembro de 2022, 06:57

www.brasil247.com - Os casos de corrupção praticados pelo clã Bolsonaro foram notórios durante o mandato Os casos de corrupção praticados pelo clã Bolsonaro foram notórios durante o mandato (Foto: Pixabay | Reprodução)

247 - Para 69% dos brasileiros, há corrupção no governo de Jair Bolsonaro (PL), segundo a mais recente pesquisa do Datafolha, feita de terça (20) a quinta (22). Em sua campanha pela reeleição, Bolsonaro tem intensificado acusações mentirosas a Lula.

Bolsonaro tem mentido de maneira recorrente quando se refere à corrupção. "Sempre que tem oportunidade, como no discurso de abertura da Assembleia-Geral da ONU nesta semana, Bolsonaro diz que 'extirpou a corrupção no país' e tenta associar as práticas aos anos do PT no poder", destaca reportagem da Folha de S.Paulo.

Mas os casos de corrupção envolvendo sua família e seu governo abundaram ao longo de seu mandato. No âmbito familiar, casos como o das "rachadinhas". No administrativo, traficâncias no Ministério da Saúde envolvendo vacinas e o escândalo dos pastores do MEC são alguns dos casos mais notórios.

A percepção de que há corrupção é, de forma natural, maior entre os 44% que consideram o governo ruim ou péssimo: neste segmento, 93% afirmam que há corrupção no governo de Bolsonaro.

A pesquisa do Datafolha foi contratada pela Folha e pela TV Globo, e seu registro no TSE tem o número BR-04180/2022.

Em programa eleitoral nesta quinta-feira (22), a campanha de Lula desmascarou as mentiras de Bolsonaro.

Fonte: https://www.brasil247.com/brasil/maioria-dos-brasileiros-considera-que-ha-corrupcao-no-governo-bolsonaro-segundo-datafolha

quinta-feira, 22 de setembro de 2022

Dilma explica por que a gasolina ficou tão cara com Jair Bolsonaro

Uma informação histórica sobre os valores dos combustíveis no Brasil

por Jacinto Pereira

No dia 12 de maio de 2016, quando a Dilma foi  tirada do governo, os preços dos combustíveis estavam assim:

A gasolina custava  $2.40, dois reais e quarenta centavos na bomba.

O óleo diesel $ 2.95, dois reis e noventa e cinco centavos.

O gás de cozinha $ 42,92, quarenta e dois reais e noventa e dois reais