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sábado, 8 de fevereiro de 2020

Mais de 80% de mortos por policiais no RJ em 2019 são negros e pardos


Agentes da Polícia Militar durante operação em Vigário Geral, Zona Norte do Rio de Janeiro (arquivo)

© Folhapress / Alexandre Campbell

Brasil

14:44 08.02.2020(atualizado 14:47 08.02.2020) URL curta

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Segunda a média estadual, 80,3% dos 885 mortos em ações da polícia no primeiro semestre de 2019 no estado do Rio de Janeiro eram negros ou pardos.

Os dados foram divulgados pelo Instituto de Segurança Pública (ISP), órgão do governo estadual e publicados pelo site do G1. Por outro lado, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 54% da população do estado do Rio se declara preta ou parda.

Além disso, segundo ISP, Rio tem menor número de homicídios dolosos desde 1991 e o recorde de mortes pela polícia em 21 anos.

O percentual de negros entre os mortos pela polícia no estado do Rio de Janeiro no primeiro semestre de 2019 é semelhante ao do país em 2018. Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, em 2018 os negros e pardos representavam 75,4% das vítimas mortas pela polícia no Brasil.

Segundo ISP, negros e pardos representam 711 dos 885 mortos, 80,3% dos casos. Nas estatísticas de homicídios (2.090 mortes no mesmo período), os negros e pardos representam 71%.

Os municípios com mais casos são: Rio de Janeiro (372), São Gonçalo (89), Niterói (70), Belford Roxo (61) e Duque de Caxias (56).

Os números parciais do ISP no mês de janeiro de 2020 indicam que, na comparação entre 2019 e 2020, o número de mortes por intervenção de agente do Estado caiu de 159 para 134, uma queda de 15%.

Fonte: https://br.sputniknews.com/brasil/2020020815197893-mais-de-80-de-mortos-por-policiais-no-rj-em-2019-sao-negros-e-pardos/

Ele responde por fraudes, diz Freixo após Guedes chamar servidores de parasitas


"Paulo Guedes é um banqueiro que responde por fraudes em fundos de pensão. Servidores públicos são professoras, enfermeiros, policiais, garis, pais e mães que trabalham duro todos os dias para sustentar suas famílias e atender a população. Quem é o verdadeiro parasita?", escreveu o deputado Marcelo Freixo (PSOL-RJ) no Twitter

8 de fevereiro de 2020, 10:02 h Atualizado em 8 de fevereiro de 2020, 10

(Foto: Agência Câmara)

 

247 - O deputado federal Marcelo Freixo (PSOL-RJ) respondeu a Paulo Guedes, após o ministro da Economia classificar o servidor públicos como 'parasita'.

"Paulo Guedes é um banqueiro que responde por fraudes em fundos de pensão. Servidores públicos são professoras, enfermeiros, policiais, garis, pais e mães que trabalham duro todos os dias para sustentar suas famílias e atender a população. Quem é o verdadeiro parasita?", escreveu o parlamentar no Twitter.

A Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal afirmou que Guedes "parece nutrir ódio crescente pelos agentes públicos".

Marcelo Freixo

@MarceloFreixo

Paulo Guedes é um banqueiro que responde por fraudes em fundos de pensão. Servidores públicos são professoras, enfermeiros, policiais, garis, pais e mães que trabalham duro todos os dias para sustentar suas famílias e atender a população. Quem é o verdadeiro parasita?

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18:55 - 7 de fev de 2020

Delegados da PF se revoltam com Paulo Guedes, que chamou servidores de parasitas


A Associação Nacional dos Delegados da PF afirma repudiar "a estratégia sistemática de apontar os servidores públicos brasileiros como culpados dos problemas nacionais, silenciando sobre as causas verdadeiras, bem como a de difundir notícias inverídicas a respeito". Guedes "parece nutrir ódio crescente pelos agentes públicos", diz

8 de fevereiro de 2020, 09:37 h


247 - A Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal criticou a declaração do ministro da Economia, Paulo Guedes, que comparou funcionários públicos a 'parasitas', durante evento no Rio de Janeiro. A entidade afirma repudiar "a estratégia sistemática de apontar os servidores públicos brasileiros como culpados dos problemas nacionais, silenciando sobre as causas verdadeiras, bem como a de difundir notícias inverídicas a respeito".

"Qualquer manual básico de gestão consideraria a declaração do Ministro como assediante e desestimuladora. Trata-se de uma verdadeira tragédia acompanhar reiterados ataques daquele que deveria estimular o bom funcionamento da máquina pública. Paulo Guedes, com suas falas, parece nutrir ódio crescente pelos agentes públicos. E com ódio nada se constrói", dizem os delegados.

Em palestra no seminário Pacto Federativo, promovido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), Guedes afirmou, nesta sexta-feira (7), que "o funcionalismo teve aumento de 50% acima da inflação, tem estabilidade de emprego, tem aposentadoria generosa, tem tudo". "O hospedeiro está morrendo. O cara (funcionário público) virou um parasita e o dinheiro não está chegando no povo", disse o titular da pasta.

Os delegados da PF rebatem. "Não bastasse a ofensa, o Ministro desinforma e confunde a sociedade ao afirmar que servidores públicos têm reajustes salariais automáticos e acima da inflação. A última negociação salarial para a maioria do serviço público federal se deu há mais de quatro anos e apenas repôs parte da inflação até então. No caso específico da Polícia Federal, há perdas inflacionárias desde o ano de 2016. Cada centavo de correção inflacionária decorre de extenuantes e prolongadas negociações com os governos, da mesma maneira que costuma ocorrer na iniciativa privada entre patrões e empregados". O relato foi publicado no blog do Fausto Macedo.

"Certamente os servidores da Polícia Federal, que em pesquisas recentes foi identificada como a instituição de maior confiabilidade no conceito dos brasileiros, assim como os demais honrados agentes públicos, merecem mais respeito e valorização. Não há Estado forte sem instituições fortes. Demonizar o servidor público é destruir as instituições e o próprio país. A quem interessa a desvalorização do serviço público?", questiona a entidade.

Fonte: https://www.brasil247.com/brasil/delegados-da-pf-se-revoltam-com-paulo-guedes-que-chamou-servidores-de-parasitas

Lula: "lava jato" deu prejuízo de R$ 142 bi e quase destruiu o Brasil


Ex-presidente Lula também afirma que o lavajatismo gosta de difundir que devolveu R$ 500 milhões à Petrobras, mas esconde que fez desaparecer mais de 2 milhões de empregos só na construção civil

8 de fevereiro de 2020, 14:35 h

(Foto: 247)

Conjur - O lavajatismo gosta de difundir que devolveu R$ 500 milhões à Petrobras, mas esconde que fez desaparecer mais de 2 milhões de empregos só na construção civil. Ou que desmontou a indústria da infraestrutura, causando prejuízos da ordem de R$ 142 bilhões ao país. Esse é o argumento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em entrevista exclusiva à TV ConJur.

Neste terceiro bloco, Lula diz que “essa molecada” do Ministério Público de Curitiba desafiou o Judiciário, o Congresso e o Supremo Tribunal Federal e quase destrói o país. Entre os resultados do consórcio, diz ele, está a eleição de Jair Bolsonaro, a negação da política e da democracia.

“A verdade demora”, afirma, quase repetindo Fernado Collor de Mello, que dizia ser “o tempo é o senhor da razão”. As revelações do Intercept seriam apenas a primeira fase do que ainda se vai saber sobre os bastidores da “operação”.

Lula discorda de que a “lava jato” seja filha direta da “satiagraha”, construída em seu governo. Para ele, a origem genética da trama que o enredou foi o caso do Banestado, que teve o mesmo protagonista, Alberto Youssef.

Para o ex-presidente, o doleiro de Londrina, vizinha de Maringá, cidade de Sérgio Moro, foi uma espécie de agente infiltrado do ex-juiz da 13ª Vara Federal de Curitiba, que atuou como facilitador do escândalo que envolveu a Petrobras e inúmeros casos que, na vida real, nada tinham a ver com a estatal.

Nos próximos dias, a ConJur apresentará novos trechos do contra-ataque do ex-presidente. 

Fonte: https://www.brasil247.com/brasil/lula-lava-jato-deu-prejuizo-de-r-142-bi-e-quase-destruiu-o-brasil

Procuradoria Militar denuncia três coronéis da FAB por rombo de R$ 10,4 milhões


A Procuradoria de Justiça Militar em Juiz de Fora (MG) denunciou três coronéis da reserva da Aeronáutica e um engenheiro civil por rombo de R$ 10,4 milhões, sem correção monetária, na construção da sede do Centro de Instrução e Adaptação da Aeronáutica (CIAAR)

8 de fevereiro de 2020, 15:15 h

 

247 - A Procuradoria de Justiça Militar em Juiz de Fora (MG) denunciou três coronéis da reserva da Aeronáutica e um engenheiro civil por rombo de R$ 10.462.455,92, sem correção monetária, na construção da sede do Centro de Instrução e Adaptação da Aeronáutica (CIAAR), transferido de Belo Horizonte para Lagoa Santa, entre novembro de 2010 e dezembro de 2011.

Os coronéis denunciados foram Marcelo Marques de Azevedo, Pedro Alcântara de Rezende Júnior e Silvio Antonio de Arruda, além do engenheiro civil Antonio Luiz Carneiro. A informação é do blog do Fausto Macedo.

De acordo com a denúncia, os militares falsificavam as notas fiscais ideologicamente falsas, que descreviam a execução de serviços não plenamente realizados. Os três são enquadrados por peculato e violação do dever funcional com o fim de lucro.

Fonte: https://www.brasil247.com/regionais/sudeste/procuradoria-militar-denuncia-tres-coroneis-da-fab-por-rombo-de-r-10-4-milhoes

Veja aponta que procuradores de Curitiba receberam dinheiro de doleiro


Procuradores do MPF-PR, órgão responsável pelas denúncias da Lava Jato em primeira instância, também receberam dinheiro de Dario Messer, conhecido como o "doleiro dos doleiros". Ele já havia pago propina ao procurador Januário Paludo, que inspirou o grupo no Telegram "filhos de Januário" e fez vários ataques ao ex-presidente Lula

8 de fevereiro de 2020, 13:48 h Atualizado em 8 de fevereiro de 2020, 13:49


247 - Procuradores do Ministério Público Federal do Paraná (MPF-PR), órgão responsável pelas denúncias da Lava Jato em primeira instância, também receberam dinheiro de Dario Messer, conhecido como o "doleiro dos doleiros". Ele já havia pago propina ao procurador Januário Paludo, que inspirou o grupo no Telegram "filhos de Januário" e fez vários ataques ao ex-presidente Lula. A informação é da coluna Radar. Memmbros do Rio de Janeiro (MP-RJ) estão constrangidos com o inquérito o pedido de propina.

Os diálogos de Dario sobre a propina ocorreram em 2018 e foram obtidos pela Polícia Federal do Rio de Janeiro durante as investigações que basearam a operação Patrón, última fase da Lava Jato do Rio.

Nas conversas obtidas pela PF, Messer fala a sua namorda, Myra, sobre o andamento dos processos que responde e diz que uma das testemunhas de acusação contra ele teria uma reunião com Paludo. Depois, afirma à namorada: "Sendo que esse Paludo é destinatário de pelo menos parte da propina paga pelos meninos todo mês."

De acordo com as investigações, os "meninos" são Claudio Fernando Barbosa de Souza, o Tony, e Vinicius Claret Vieira Barreto, o Juca. Os dois trabalharam com Messer em operações de lavagem de dinheiro investigadas pela Lava Jato do Rio.

Em depoimento prestados em 2018 à Lava Jato no MPF-RJ, Juca e Tony disseram ter pago US$ 50 mil (cerca de R$ 200 mil) por mês ao advogado Antonio Figueiredo Basto em troca de proteção a Messer na PF e no Ministério Público. Basto já advogou para o doleiro

Fonte: https://www.brasil247.com/midia/veja-aponta-que-procuradores-de-curitiba-receberam-dinheiro-de-doleiro

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

Foragido, miliciano ligado a Flávio Bolsonaro alugou mansão na Costa do Sauípe


Ex-capitão do Bope, Adriano da Nóbrega alugou casa ao custo de R$ 1 mil por dia. Operação invadiu o local, mas o miliciano conseguiu fugir. Investigadores fala em “rede de proteção”

05/02/2020 09h32

Revista Fórum

Miliciano ligado a Flávio Bolsonaro, Adriano usou documento falso para alugar casa na Costa

Leia mais

Foragido da Justiça há mais de um ano, o ex-capitão do Bope, Adriano Mendonça da Nóbrega, miliciano ligado a Flávio Bolsonaro que lidera o grupo de extermínio Escritório do Crime, alugou uma mansão em um condomínio de luxo na Costa do Sauípe, no litoral da Bahia, ao custo de R$ 1 mil por dia, onde fez sua festa de aniversário, no dia 14 de janeiro.

Segundo reportagem de Chico Otavio e Vera Araújo, na edição desta quarta-feira (5) do jornal O Globo, foi na mansão que a polícia realizou uma operação frustrada no último sábado para prender o miliciano, que teria fugido em meio à mata.

No local, os policiais encontraram um carteira de identidade falsa que está sendo usada pelo miliciano, que teve mãe e ex-esposa empregada no gabinete de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

No documento, Adriano adota o nome de Marco Antonio Linos Negreiros e aparece de barba na foto. Na identidade, emitida em 9 de junho de 2016 pela Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Ceará, o ex-Bope aparece como natural de Fortaleza. Ele preservou o primeiro nome da mãe, Raimunda, e do pai, José, alterando apenas o sobrenome de ambos.

Rede de proteção

Segundo investigadores, Adriano conta com uma “rede de proteção” para continuar foragido. Há a suspeita de que a carteira foi realmente emitida pela órgão de segurança cearense a partir de uma certidão de nascimento falsa.

Na fuga do resort baiano, Adriano deixou a atual esposa e duas filhas. O advogado de Adriano, Paulo Emílio Catta Preta, disse que está apurando com Júlia Motta, mulher de seu cliente, se houve abuso de autoridade por parte dos policiais que realizaram as buscas na Costa do Sauípe. Ele contou ter recebido a informação de que os agentes invadiram a mansão com fuzis, constrangendo mãe e filhas.

Por Revista Fórum

Fonte: https://pt.org.br/foragido-miliciano-ligado-a-flavio-bolsonaro-alugou-mansao-na-costa-do-sauipe/

Lula: 'há 40 anos dizendo que PT vai afundar, quem afundou foi Veja'


Ex-presidente Lula lembrou da derrocada econômica da revista Veja, cuja edição desta sexta-feira, 7, tenta vender a ideia de que as forças progressistas do país são reféns do ex-presidente. "A Veja quebrou por incompetência e foi vendida por menos que um apartamento do Minha Casa, Minha Vida"

7 de fevereiro de 2020, 15:31 h

(Foto: Reprodução | Brasil 247)


247 - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva reagiu nesta sexta-feira, 7, com ironia à capa da revista Veja que circula neste fim de semana, com novos ataques ao PT.

Pelo Twitter, Lula lembrou da derrocada financeira do grupo Abril, após décadas de perseguição política contra o ex-presidente e seu partido.

"Faz quase 40 anos que a Veja fala que o PT vai afundar e quem afundou foi a Veja... Quebrou por incompetência e foi vendida por menos que um apartamento do Minha Casa, Minha Vida", disse Lula.

Na edição desta sexta-feira, a Veja ifunde uma tese que se torna cada vez mais um mantra das forças de direita e de alguns rivais de Lula na centro-esquerda - a de que as forças progressistas do país são reféns do ex-presidente, pois este desagrega e impede a união (leia mais no Brasil 247).

Lula

@LulaOficial

Faz quase 40 anos que a Veja fala que o PT vai afundar e quem afundou foi a Veja... Quebrou por incompetência e foi vendida por menos que um apartamento do Minha Casa, Minha Vida.

Ver imagem no Twitter

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13:51 - 7 de fev de 2020

Haddad sobre Guedes: de que ele chamaria um servidor que ficou 28 anos sem trabalhar?


Em resposta à declaração do ministro da Economia, Paulo Guedes, que comparou servidores públicos a parasitas, o ex-ministro Fernando Haddad questionou do que Guedes chamaria alguém com o perfil de Jair Bolsonaro, que "ainda 'rachava' o salário dos funcionários do seu gabinete"

7 de fevereiro de 2020, 19:36 h Atualizado em 7 de fevereiro de 2020, 20:42


Fernando Haddad questionou do que Guedes chamaria alguém com o perfil de Jair Bolsonaro. Fernando Haddad questionou do que Guedes chamaria alguém com o perfil de Jair Bolsonaro. (Foto: Brasil247 | ABr)247 - Após o ministro da Economia, Paulo Guedes, comparar servidores públicos a "parasitas", o ex-ministro Fernando Haddad questionou como Bolsonaro seria chamado, já que, segundo Haddad, Bolsonaro enquanto servidor público permaneceu 28 anos sem trabalhar e ainda praticava rachadinha em seu gabinete.

"De que Guedes chamaria um servidor público que ficou 28 anos sem trabalhar e ainda 'rachava' o salário dos funcionários do seu gabinete?", escreveu Haddad.

Fernando Haddad

@Haddad_Fernando

De que Guedes chamaria um servidor público que ficou 28 anos sem trabalhar e ainda “rachava” o salário dos funcionários do seu gabinete?

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18:04 - 7 de fev de 2020

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

Políticas públicas dos governos do PT reparam dívidas históricas com Nordeste, mulheres e negros


Postado em 25 de outubro de 2018

10 min read


Foto: Ricardo Stuckert

Em artigo publicado na sua página da internet, o Instituto Lula ressalta a dívida histórica que o Brasil tem com o Nordeste, com a população negra e com as mulheres e destaca políticas públicas implementadas nos governos do PT para corrigir essas injustiças. Não existe “coitadismo”, existe uma dívida histórica que começou a ser paga nos anos Lula e Dilma”, diz o texto.

O Ligue 180, criado no governo Lula em 2005, e a Lei Maria da Penha, sancionada pelo então presidente Lula em 2006, são exemplos citados na luta contra a violência diária que a mulher sofre. Já os programas Bolsa Família, cisternas, Luz para Todos, Minha Casa, Minha Vida, fortaleceram as famílias do Nordeste e a região foi a que mais cresceu nos anos dos governos Lula e Dilma, registrando o índice de crescimento de 4,1% ao ano entre 2003 e 2013.

O editorial informa ainda que os governos progressistas triplicaram o número de negros nas universidades. De 10,2% em 2001 para 37,4% em 2012. “Com Lula e Dilma, a renda da população preta e parda cresceu 51,4%, enquanto a da população branca aumentou 27,8%, segundo o IBGE entre 2003 e 2013. Mesmo assim, a renda dos negros ainda corresponde a apenas 57,4% da dos brancos”.

Leia a integra do artigo:

Coitadismo? É o Brasil inteiro crescendo junto

Um país que mais mata mulheres, um país onde os negros da periferia ainda morrem por balas perdidas e são perseguidos, uma região do Brasil onde os sulistas apenas acham lindo e dão valor nas férias. Isso tudo é uma verdade. Uma triste verdade de nossa história solidificaram estas injustiças. Mas teve um momento de nossa linha do tempo que um presidente e uma presidenta fizeram de tudo para que isso começasse a mudar.

Não se muda centenas de anos em pouco mais de uma década. Mas grandes passos foram dados e ainda tem muitos a serem dados. Mas têm pessoas no país dispostas a colocar tudo a perder.

Não existe “coitadismo”, existe uma dívida histórica com o Nordeste, a população negra e as mulheres que começou a ser paga nos anos Lula e Dilma.

As mulheres tiveram nos anos de governos progressistas várias ações que buscaram amenizar a opressão.  Em 2006 Lula sancionou a Lei Maria da Penha. Um marco na luta contra a violência diária que a mulher sofre. Seja em casa, na rua ou onde for. Em 2005 foi criado o Ligue 180, um canal de denúncia fundamental para a mulher brasileira. Somente em seus 8 primeiros anos foram 3,6 milhões de ligações. Um número que é uma boa forma de entender a importância das políticas de ajuda, de 2012 para 2013 aumentou em 20% o número de ligações para denunciar violência logo no primeiro episódio.

Ainda poderíamos citar a organização dos serviços de coleta de vestígios de crimes sexuais, o Centro de Atendimento às Mulheres nas Fronteiras, as campanhas continuadas de conscientização, as unidades móveis para mulheres em situação de violência no campo, na floresta e nas regiões ribeirinhas e a Casa da Mulher Brasileira

Nordeste – A região do Brasil que mais cresceu nos anos dos governos Lula e Dilma. O Nordeste teve índice de crescimento de 4,1% ao ano entre 2003 e 2013, um índice de dar inveja a muito país desenvolvido. Uma região que viu a dignidade voltar, a fome sumir e sede evaporar e o trabalho e as perspectivas de vida melhorarem como nunca. Escolas técnicas, universidades deram uma guinada da vida da população jovem. Bolsa Família, cisternas, Luz para Todos, Minha Casa, Minha Vida, fortaleceram as famílias da região. Não só fortaleceram, mudaram radicalmente a vida dessas pessoas.

Temos uma dívida enorme com a população negra. Não é coitadismo, foram mais de 300 anos de escravidão, é a perseguição nas periferias, é o racismo dos dias de hoje. Que está sendo escancarado pelos tempos modernos, cheios de pensamentos antigos.

Os governos progressistas triplicaram o número de negros nas universidades. De 10,2% em 2001 para 37,4% em 2012. As cotas também no serviço público dando mais emprego.

Com Lula e Dilma, a renda da população preta e parda cresceu 51,4%, enquanto a da população branca aumentou 27,8%, segundo o IBGE entre 2003 e 2013. Mesmo assim, a renda dos negros ainda corresponde a apenas 57,4% da dos brancos.

As políticas de cotas não são mais do que uma forma de nossa sociedade pagar um pedaço desta dívida. Somente no último censo (2010) que 50,7% da população brasileira se declarou negra. À época declarou Jefferson Mariano, analista econômico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE): “Muitos que se autodeclaravam brancos agora se dizem pardos, e muitos que se classificavam como pardos agora se dizem pretos. Isso se deve a um processo de valorização da raça negra e ao aumento da autoestima dessa população”.

Não há novidade nos aventureiros, tão comum em terras brasileiras, cheios de demagogia, mas que nunca fizeram nada pelo país. O Brasil é maior do que o preconceito dos admiradores de fascistas. Um país mais justo se constrói com democracia, transparência e trabalho de verdade, não com discurso de ódio.

Instituto Lula

Fonte: https://ptnacamara.org.br/portal/2018/10/25/politicas-publicas-dos-governos-do-pt-reparam-dividas-historicas-com-nordeste-mulheres-e-negros/