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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Petrobras divulga nomes de diretores que renunciaram junto com Graça Foster

 

Cristina Índio do Brasil - Repórter da Agência Brasil Edição: Fábio Massalli

A Petrobras informou que a renúncia da presidenta da companhia, Graça Foster, e de cinco diretores da empresa, anunciada hoje (4), valerá a partir de sexta-feira (6), dia em que o Conselho de Administração vai se reunir para eleger os novos membros da diretoria. A informação foi transmitida à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) na noite de hoje (4) para esclarecimento sobre mudanças na administração.

O comunicado indica, ainda, que, além de Graça Foster, renunciaram o diretor Financeiro e de Relacionamento com Investidores, Almir Guilherme Barbassa; o diretor de Exploração e Produção, José Miranda Formigli; o diretor de Abastecimento, José Carlos Cosenza; o diretor de Gás e Energia, José Alcides Santoro; e o diretor de Engenharia, Tecnologia e Materiais, José Antônio de Figueiredo.

O comunicado foi assinado pelo diretor Almir Barbassa. A diretoria da Petrobras permanece com o ex-presidente da companhia de 2003 a 2005, José Eduardo Dutra, indicado para a diretoria Corporativa e de Serviços em 2012; e com o diretor de Governança, Risco e Conformidade, João Adalberto Elek Júnior, que tomou posse no dia 19 de janeiro de 2015. Os dois não estão incluídos na renúncia.

O Conselho de Administração da Petrobras tem na presidência o ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega, que foi eleito pelo governo acionista controlador. Também participam do órgão os conselheiros eleitos pelo governo federal: Graça Foster, Luciano Galvão Coutinho, Francisco Roberto de Albuquerque, Márcio Pereira Zimmermann, Sérgio Franklin Quintella e a ex-ministra do Planejamento, Miriam Belchior. Pelos acionistas preferencialistas, foi eleito conselheiro José Guimarães Monforte; pelos minoritários, Mauro Gentile Rodrigues da Cunha e pelos empregados, Sílvio Sinedino Pinheiro.

Agência Brasil

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Processo Judicial Eletrônico reduz pela metade tempo gasto na solução de conflitos trabalhistas

A solução de conflitos entre patrões e empregados por meio de processos judiciais eletrônicos consome menos da metade do tempo gasto com os processos em papel. Nos últimos dois anos, do ajuizamento da ação à publicação da sentença, a tramitação de processos em papel despendeu, em média, 205 dias nas varas do trabalho do Ceará. Nos processos eletrônicos, esse tipo de movimentação durou apenas 93 dias.
Os números fazem parte de relatório obtido no Sistema de Gerenciamento de Informações Administrativas e Judiciárias da Justiça do Trabalho (e-Gestão), com o objetivo de avaliar os três primeiros anos da nova ferramenta.
Para calcular a economia de tempo, foram considerados todos os processos recebidos pelas varas do trabalho cearenses entre 1º de janeiro de 2012 e 31 de dezembro do ano passado. Foram 110.026 novos processos. Destes, 95.774 são eletrônicos e 14.252 em papel.
"Foi uma radical mudança na forma de tramitação processual. Magistrados, servidores, advogados e partes logo constataram as vantagens do novo sistema", destaca o juiz do trabalho Hermano Queiroz, titular da primeira unidade judiciária do Judiciário Trabalhista no Nordeste a receber o PJe. A então única vara do trabalho de Caucaia foi a escolhida para ser piloto no Projeto, a partir de 16 de janeiro de 2012.
Na época da inauguração do sistema, o Tribunal Superior do Trabalho já estimava os possíveis impactos de mudanças em rotinas de trabalho e a automatização de tarefas burocráticas. O cálculo era de que poderia haver redução de até nove meses do tempo de tramitação dos processos eletrônicos que vão da primeira até a terceira instância.
Arquivamento: Quando analisados os prazos do ajuizamento até o arquivamento da ação, os números são ainda mais surpreendentes. Os processos em papel arquivados de janeiro de 2013 a dezembro de 2014 consumiram, em média, 1.152 dias de tramitação. Já com os processos eletrônicos foram gastos 190 dias. Houve uma redução de mais de 80% do tempo gasto.
"O processo judicial eletrônico é um caminho sem volta. Atualmente, é uma ferramenta fundamental para a entrega célere e eficiente da prestação jurisdicional a todas as pessoas que procuram os serviços da Justiça do Trabalho", destaca o juiz Hermano Queiroz.
Consumo de papel: Além de economia de tempo, o Processo Judicial Eletrônico também trouxe economia de papel e outros recursos materiais. Estima-se que a implantação do Processo Eletrônico em todas as instâncias da Justiça do Trabalho gere uma economia anual estimada de aproximadamente 2.000 toneladas de papel por ano, equivalentes a cerca de 50 mil árvores.
No TRT/CE, a economia de papel é de aproximadamente 25%. Em 2014, ano da chegada do novo sistema a todas as unidades judiciárias, magistrados e servidores gastaram 8.496 resmas de 500 folhas de papel A4. No ano anterior, o consumo foi de 11.433 resmas.
"É a tecnologia a favor da sustentabilidade", destaca a diretora da Divisão de Material e Patrimônio do TRT/CE, Deven Miller. Ela também lembra que a redução é ainda mais significativa do que parece, pois ocorreu mesmo havendo expansão do número de unidades, com a inauguração de cinco varas do trabalho entre 2013 e 2014.
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Divisão de Comunicação Social do TRT/CE
Telefones: (85) 3388-9426 / 3388-9227 / 3388-9428

Tijolaço: Youssef passou a perna no MP e no STF…

 

“A “crise de honestidade” do homem cujas palavras abalam a República “economizou” R$ 100 milhões e ainda conseguiu um prêmio em cima daquilo que for recuperado”

De Leila Loc, no twitter

O Conversa Afiada reproduz artigo de Fernando Brito, do Tijolaço:

Youssef passou a perna no MP e no STF…


O ex-sócio e “laranja do laranja” Alberto Youssef diz, na Folha de hoje, com todas as letras, aquilo que todos já desconfiavam: que o seu “arrependimento” não vai além de cerca de um terço do que roubou – nos negócios das empreiteiras e, provavelmente, nos negócios de evasão de divisas pelo qual já foi “perdoado” pelo juiz Sérgio Moro, no caso Banestado, ainda no governo FHC.
“Em entrevista à Folha, ( o empresário Leonardo) Meirelles disse que o doleiro teria de R$ 150 milhões a 200 milhões, e não cerca de R$ 50 milhões, como está no acordo”, informa o repórter Mario Cesar Carvalho.
Opa!
Então tem pelo menos R$ 100 milhões que não foram “confessados” por Youssef ou “encontrados” pelo Ministério Público e pela Polícia Federal.
A “crise de honestidade” do homem cujas palavras abalam a República “economizou” R$ 100 milhões e ainda conseguiu um prêmio em cima daquilo que for recuperado. (Aliás, o MP esclareceu, candidamente, que não há prêmio para ele, mas para as filhas, que ficam com bens comprados com dinheiro ilegal)
Para não pensar, claro, no impensável: que algo tenha ficado “de fora” da lista de bens e tenha virado prêmio para alguém, no caminho obscuro desta transação.
Afinal de contas, inimaginável, porque só um ser de muita imaginação iria inventar expedientes que nunca, jamais, em tempo algum, acontece nos labirintos policiais-judiciais ao tratar-se com criminoso.
Mas, com um acordo homologado na mais alta corte do País, uma coisa é possível dizer.
Fica tudo bacana, lavado, lavadíssimo, limpinho e cheiroso agora que Youssef virou o benfeitor geral da República.
Um homem, que já foi definido em sentença do próprio Dr. Moro como “bandido profissional”, que já rompeu um acordo de delação premiada que o livrou da cadeia, mereceu, sem mais nem menos, este tratamento.
Que, confirmada a informação de seu ex-cúmplice, vai, no mínimo, deixar o MP e a Justiça no papel de bobos, legitimando a soltura de quem vai ter tempo e dinheiro para gozar o melhor dos mundos.
E, no máximo, deixar todo mundo fazendo papel de bobo ao atribuir valor de verdade ao que alguém deste “tipinho” diz.
Da próxima vez que um guarda de trânsito pedir R$ 50 porque seu extintor de incêndio está vencido, em lugar de achar ruim, ache bom.
Afinal, é graças a ele que você se livrou de um perigo, não é?

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Dilma convoca ministros para recompor base

 

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Após vitória do deputado Eduardo Cunha (PMDB) na Câmara, Governo vai buscar um acordo pela governabilidade; presidente Dilma Rousseff vai avaliar novo cenário no Congresso em reunião com os ministros das Relações Institucionais, Pepe Vargas, das Comunicações, Ricardo Berzoini, da Secretaria-Geral da Presidência, Miguel Rossetto, e da Defesa, Jaques Wagner

2 de Fevereiro de 2015 às 05:14

Por Jeferson Ribeiro
BRASÍLIA (Reuters) - Após as eleições para as presidências na Câmara e no Senado, a presidente Dilma Rousseff convocou neste domingo seus principais ministros para traçar estratégias visando reaglutinar sua base parlamentar depois de uma disputa entre os dois maiores partidos governistas pelo comando dos deputados.

Desde sábado, percebendo que sofreria um revés na eleição da Câmara, ministros do governo já tentavam reconstruir as pontes que foram danificadas durante a disputa entre PT e PMDB pela presidência da Casa, relatou à Reuters um parlamentar petista, sob condição de anonimato.

"Não pode começar o dia amanhã (segunda-feira), quebrando tudo. Precisamos ter um acordo pela governabilidade", disse o petista.

Dilma convocou, no Palácio da Alvorada, os ministros das Relações Institucionais, Pepe Vargas, das Comunicações, Ricardo Berzoini, da Secretaria-Geral da Presidência, Miguel Rossetto, e da Defesa, Jaques Wagner, para analisar o resultado das eleições no Congresso.

O candidato do PMDB, deputado Eduardo Cunha (RJ), eleito no primeiro turno para a presidência, sempre foi considerado um desafeto político do governo e há temor de que ele tenha uma postura radical no comando da Casa.

Após eleito, Cunha afirmou que não será "submisso" ao governo, mas que não terá postura de oposição.

Segundo a fonte pestista, Wagner tem conversado com o vice-presidente Michel Temer, que preside o PMDB, para curar rapidamente as feridas deixadas pela disputa acirrada entre os dois partidos na Câmara.

Um auxiliar de Cunha disse à Reuters, na sexta-feira, sob condição de anonimato, que o peemedebista estava "muito irritado" com o governo e com a tentativa de interferência na disputa no Congresso.

E, apesar de Cunha ter negado que fará retaliações ao governo, um peemedebista disse que já é possível perceber que ele mira uma pauta que pode causar problemas para o governo.

"Ele defendeu (no discurso) mudanças no pacto federativo. E disse que os governos estaduais e os prefeitos passam por dificuldades e que o Orçamento está concentrado nas mãos da União. Ou seja, esse discurso indica que ele pode querer tirar receita do governo federal para ajudar os governos locais, o que é ruim para o Executivo", avaliou a fonte, pedindo para não ter seu nome revelado.

Esse peemedebista avaliou ainda que o governo mostrou sua desarticulação política nas eleições da Câmara e que a base está muito enfraquecida.

"Se a gente somar os votos do Cunha e os do (Júlio) Delgado (candidato do PSB à presidência da Câmara, que teve 100 votos), dá 367 votos. Ou seja, é uma maioria oposicionista", afirmou a fonte. Chinaglia teve apenas 136 votos.

"Mesmo com o governo dando ministérios importantes ao PR, ao PP, ao PSD e ao PTB", arrematou o peemedebista.

Se no Senado o governo viu, como queria, o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) reeleito, a situação também não é totalmente segura, na avaliação desse peemedebista.

"Lá os 31 votos do Luiz Henrique (da Silveira, peemedebista que concorreu contra Renan) são preocupantes, porque mostram que a oposição parte desse patamar", disse.

A articulação política foi uma das marcas negativas de Dilma no primeiro mandato, com reclamações constantes dos aliados. Apesar disso, o governo colheu poucas derrotas em votações importantes.

Brasil 247

Zezinho Albuquerque é reconduzido à Presidência da Assembleia Legislativa

 

Mesa Diretora também conta com Tin Gomes, Danniel Oliveira, Sérgio Aguiar, Manoel Duca, João Jaime e Joaquim Noronha.

Hermínia Vieira
jornalismo@cearanews7.com.br

O deputado Zezinho Albuquerque (Pros) foi reconduzido à presidência da Assembleia Legislativa do Ceará, assumindo o comando da Casa por mais dois anos. A eleição aconteceu na manhã deste domingo (01/02), logo após a posse dos deputados eleitos. O parlamentar encabeçou chapa única e vai presidir a Mesa Diretora no biênio 2015/2016. Seu nome, bem como dos demais membros da Mesa Diretora, foi referendado pelos parlamentares presentes em sessão preparatória realizada no Plenário 13 de Maio.
Cinco partidos foram contemplados com os sete cargos na Mesa Diretora. A vice-presidência ficou com deputado Tin Gomes (PHS), e a 2ª vice-presidência com o deputado Danniel Oliveira (PMDB). O deputado Sérgio Aguiar será o 1º secretário (Pros); Manoel Duca (Pros), o 2º secretário; João Jaime (DEM), o 3º secretário; e o deputado Joaquim Noronha (PP), o 4ª secretário. As vagas de suplentes ficaram com os deputados Ely Aguiar (PSDC), Aderlânia Noronha (SD) e Roberto Monteiro (Pros).
O presidente Zezinho Albuquerque pontuou que “o compromisso com a continuidade de um Parlamento forte e produtivo, atento e aberto será a marca desta legislatura”. O parlamentar afirmou ainda que a AL continuará atuando em sintonia com o Poder Executivo, no sentido de buscar soluções para questões que são recorrentes no Ceará, como a seca e as drogas. “Continuaremos buscando soluções que tenham como objetivo a economia e o uso responsável da água, evitando desperdícios, assim como continuaremos com a mobilização permanente para alertar os jovens sobre os perigos da droga”, disse.
Sobre a refinaria Premium II, Zezinho voltou a frisar que o projeto foi um compromisso firmado pela presidente Dilma Rousseff, e que a Petrobras não está respeitando o povo cearense. “Continuaremos firmes na nossa luta, não só por esse empreendimento, mas por outros que venham trazer desenvolvimento e justiça social para nosso Estado”, ressaltou.
Na condição de militante político e de parlamentar da Casa há 24 anos, Zezinho fez um registro especial “a dois grandes homens públicos com quem teve a honra de trabalhar em defesa do Estado: o ministro e ex-governador Cid Gomes, e o ex-ministro e ex-governador Ciro Gomes”. Ele manifestou também a convicção que governador Camilo Santana conduzirá o Estado, “aprofundando conquistas e desenvolvendo novos projetos que beneficiarão a todos os cearenses”.
Zezinho Albuquerque foi eleito pela primeira vez presidente da AL em 4 de dezembro de 2012, por unanimidade, após a renúncia do então presidente Roberto Cláudio (Pros), que assumiu a Prefeitura de Fortaleza.
* Com informações da AL/CE.

http://www.cearanews7.com.br/ver-noticia.asp?cod=24330

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Eduardo Cunha é eleito em primeiro turno presidente da Câmara com 267 votos

 

Da Agência BrasilEdição: Marcos Chagas

O deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ ) foi eleito para a Presidência da Câmara com 267 votos. O candidato Arlindo Chinaglia (PT-SP ) teve 136 votos, Júlio Delgado (PSB-MG) obteve100 votos e Chico Alencar (PSOL-RJ) conquitou 8 votos. Dois deputados votaram em Branco. Eduardo Cunha exercerá o comanda da Câmara nos dois próximos anos.

A eleição foi definida em primeiro turno porque Cunha obteve mais que a metade mais um dos votantes. Todos os 513 deputados votaram no pleito.

O deputado Eduardo Cunha prometeu atuar para que se tenha um Parlamento independente, altivo e que respeite os interesses da população brasileira. Ele criticou a submissão do Congresso em certas votações e afirmou que buscará sempre a independência da Casa. Ele defendeu uma Câmara que dialogue com todos os poderes, mas que não abra mão das pautas que considerar importantes. Segundo ele, independência não pode ser confundida com oposição. “A gente só quer que os poderes sejam independentes e harmônicos entre si”.

http://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2015-02/eduardo-cunha-e-eleito-em-primeiro-turno-presidente-da-camara-com-267-votos

Renan Calheiros é reeleito para o comando do Senado

 

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Reeleito para o comando do Senado, o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) afirmou que "teremos dias difíceis pela frente", numa alusão à Operação Lava Jato, mas afirmou que os parlamentares saberão superar a crise; ele defendeu ainda a reforma política e o combate ao financiamento privado de campanhas políticas; Renan teve 49 votos e venceu o adversário Luiz Henrique, que recebeu 31; ele presidirá o Congresso nos próximos dois anos

1 de Fevereiro de 2015 às 17:26

Da Agência Brasil - O senador Renan Calheiros (PMDB/AL) foi eleito para a Presidência do Senado por 49 votos. Luiz Henrique teve 31 votos e um foi nulo. Ele exercerá o cargo entre 2015 e 2016. Maior partido da Casa, a bancada peemedebista indicou Renan Calheiros (PMDB-AL) para o segundo mandato e Luiz Henrique (PMDB-SC) apresentou candidatura própria. O catarinense integra o grupo independente do PMDB. A partir de agora, os partidos indicarão os nomes para os demais cargos da Mesa Diretora. O tamanho das bancadas partidárias definirá a prioridade nas indicações.

Como segunda maior bancada no Senado, o PT tem direito a segunda indicação que deve ser a primeira vice-presidência.

Leia, abaixo, reportagem da Reuters:

BRASÍLIA (Reuters) - Eleito mais uma vez presidente do Senado Federal e do Congresso Nacional, Renan Calheiros (PMDB-AL) prometeu dedicação pessoal pela reforma política e agradeceu o apoio de seu partido, garantindo que a sigla trabalhará pela estabilidade econômica do país.

“Há muito a fazer, outros temas de considerável magnitude sobre os quais temos responsabilidades nos são cobrados. Refiro-me novamente à reforma política, pela qual me empenharei pessoalmente”, disse o senador alagoano neste domingo, após a proclamação do resultado da eleição da presidência.

Eleito pela quarta vez à presidência da Casa por 49 votos a 31, Renan defendeu que seu partido atua pelo equilíbrio de poder.

“O PMDB, que garante a estabilidade, também trabalhará pela estabilidade econômica. Como fiador do modelo democrático, o partido atua pelo equilíbrio de poder e repele qualquer pendor hegemônico onde quer que ele esteja camuflado.”

Ao dirigir-se a Luiz Henrique (PMDB-SC), candidato que o enfrentou na eleição deste domingo, Renan afirmou ainda que a disputa “é passado” e que “engrandeceu” a instituição.

No discurso antes da votação, em que pedia o voto dos colegas, Renan defendeu a criação de uma agenda com metas e prazos e disse ser “inadiável” a discussão de uma reforma tributária.

O senador retomou ainda o compromisso de conduzir a presidência do Legislativo de maneira “coletiva” com ênfase na transparência da tomada de decisões e de gastos de recursos públicos.

Renan foi o nome oficialmente indicado por sua bancada para concorrer ao posto, seguindo tradição do Senado, segundo a qual a maior bancada lança um nome a ser chancelado pelo plenário. O alagoano já fora eleito para o cargo em 2005, 2007 e 2013.

Luiz Henrique concorreu em candidatura avulsa, com o apoio de partidos da oposição e de alguns integrantes da base com postura mais independente.

(Por Maria Carolina Marcello)

Leia, abaixo, reportagem anterior do 247:

O senador Renan Calheiros (PMDB-AL) foi reeleito para mais um mandato de dois anos no Senado e fez uma alusão à Operação Lava Jato, em seu discurso. Ele teve 49 votos contra 31 do adversário Luiz Henrique.

"Teremos dias difíceis pela frente, todos sabemos, mas saberemos superá-los". Ele afirmou, ainda, que a crise embute uma oportunidade e defendeu a reforma política, com restrições ao financiamento privado de campanhas.

Seu adversário, Luiz Henrique (PMDB-SC), disse representar o sentimento de mudança. "Ou mudamos, ou seremos mudados", afirmou, citando Ulysses Guimarães.

Acompanhe aqui, ao vivo, a votação.

Em seu balanço sobre os dois anos de gestão, Renan apontou economias de R$ 500 milhões. Leia, abaixo, reportagem da Agência Senado:

Economia em diversas áreas permitiu ao Senado triplicar investimentos em dois anos

Ao mesmo tempo em que conseguiu economizar mais de R$ 500 milhões em dois anos, o Senado aumentou a capacidade de investimento. Entre 2013 e 2014, o montante aplicado na modernização da Casa saltou de R$ 22 milhões para R$ 67 milhões, o que se traduziu na compra de novos equipamentos, na atualização tecnológica das comissões e na reorganização do espaço dedicado à administração do Senado.

— Nosso desafio foi reduzir os gastos com custeio e triplicar o investimento. Foi isso que foi feito. Apesar de estar fazendo essa economia, conseguimos manter a qualidade do serviço — diz o diretor-geral do Senado, Luiz Fernando Bandeira.

Anos seguidos de baixos investimentos se refletiam em equipamentos obsoletos em diversas áreas do Senado, reduzindo a produtividade da Casa. No ano passado, a verba extra para investimentos permitiu a aquisição de equipamentos para a digitalização da TV Senado e para a modernização do Prodasen, a Secretaria de Tecnologia da Informação do Senado.

Parte desse aumento no investimento foi conseguida com receitas excepcionais, como a venda da folha de pagamento dos servidores do Senado ao Banco do Brasil e à Caixa Econômica Federal, o que rendeu R$ 100 milhões em recursos.

A verba maior para investir possibilitou uma redivisão dos espaços no conjunto arquitetônico do Senado. Parte dos gabinetes das lideranças de bancadas foi transferida para a área ocupada pela Consultoria Legislativa e o Anexo 1 (a torre do Senado) passou a abrigar gabinetes de senadores antes dispersos em diferentes alas. Essas medidas aproximam fisicamente do Plenário a estrutura de trabalho voltada diretamente para o apoio à atividade dos senadores.

Fonte: Brasil 247

PCdoB Promoveu encontro em Groaíras

Motinha Mota

Foto de Motinha na Vale.

 

PCdoB de Groaíras realizou na manhã deste domingo 15/06, o encontro de bases
do partido na "Seção Municipal Eleitoral Estadual - 2014" no momento da seção foi colocado em votação a escolha de dois nomes para serem delegados de bases para representar o partido de Groaíras na convenção estadual do PCdoB / CE, que será realizado no dia 28 de junho na cidade de Fortaleza. O presidente José Militão Lima e o Secretário Geral Denis Fernandes Matos e o Secretário de Finanças do partido Alexsandro Albuquerque Alves, deu por aberto a seção, em seguida o presidente Zezé Militão falou da importância da reunião para o crescimento do PCdoB de Groaíras, em seguida o Secretário Denis Matos leu a resolução do partido e para finalizar o Secretário Alexsandro Albuquerque fez o uso da palavra para explicar melhor o significado de delegados de bases, na seção de hoje foi eleito os seguintes camaradas José Militão Lima e Alexsandro Albuquerque Alves, esses vão representar o partido de Groaíras na convenção estadual do PCdoB do estado do Ceará, agradecemos a participação do prefeito de Groaíras Adail Melo Danúsio Melo,Chico Timóteo,Anastácio,secretários municipais e filiados ao partido Marcélia Melo, Francisco Nascimento, presidente do PV de Groaíras Rivas Magame, Sr. Manoel Bento e Adriana, Manoel da saúde e todos que participaram do evento em nome do partido nosso muito obrigado!

Do Face do Motinha

PT realizou plenária e apresentou novos filiados. .

Motinha Mota

Foto de Motinha na Vale.

"O PT de Groaíras tem uma trajetória de vitórias, de ética e de realizações no município, sempre pregando o respeito e trabalhando junto com a população". Esta avaliação marcou a posição do partido que ontem realizou sua plenária municipal para a avaliação das eleições e dos rumos para 2015.

Com a presença do Prefeito Adail Melo, e do vereador Bené Azevedo, que são filiados detentores de mandato, e do Presidente da sigla no município, Adhemar Albuquerque e o vice Paulo Moreira, militantes históricos, o Partido dos Trabalhadores realizou Plenária na noite deste sábado, 24 de janeiro, onde se comentou o sucesso nas eleições gerais, em que o partido elegeu o novo governador do estado, Camilo Santana, e conseguiu reeleger a presidente da república Dilma Rousseff, onde também se traçou rumos para o futuro

Para Adhemar, em 2014, o PT fez o dever de casa, venceu enormes pressões, reelegeu a presidente Dilma e vai sofrer todo tipo de campanha em 2015, que deve responder com unidade, coesão e ética.

Prefeito Adail reafirma compromissos com ética, unidade, desenvolvimento e humildade

O prefeito Adail Melo aproveitou a plenária do PT e comentou as dificuldades no mandato, mas ressaltou que tem feito um mandato transparente e limpo. "Desafio qualquer funcionário a ir na caixa econômica e puxar seu extrato de FGTS, e verá que o único mandato que não falhou no deposito do beneficio para os funcionários é a nossa gestão" também mencionou outras obrigações do município com INSS que não eram repassados devidamente. Assim como também falou das economias e corte de gastos que conseguiu fazer em outros setores, para organizar as contas públicas, deixadas por antecessores e conseguir trabalhar sem afetar os cofres em grande escala. Comentou sobre a dificuldade na liberação de emendas para obras por parte da Caixa Econômica Federal. Mas ressaltou que acredita que breve serão destravadas. Reafirmando seu compromisso com a Ética e a humildade, Adail disse que só fará o que é certo, pois escolheu Groaíras para morar, e não quer processos de improbidade para manchar seu nome.

O Professor Márcio Maciel, novo filiado do partido, e cotado como pré-candidato a vereança, comentou os resultados na educação do município, e do esforço da gestão para ampliar ainda mais esse nível. O Militante Peres Antônio, pediu oportunidade de fala e pediu aos demais militantes que ao ouvir criticas, não descessem ao mesmo nível dos críticos, que em sua maioria apenas criticam, não por estarem preocupados com município, mas sim preocupados com si mesmo, por não estarem recebendo benefícios próprios.O radialista Motinha Mota(PC do B), fazendo uso da palavra, comentou sobre as perseguições politicas que existiam em outros tempos, e agradeceu a atual gestão por dar oportunidades dele mostrar seu trabalho e talentos.Outro novo filiado, Naldinho "Fechadaço", outro cotado como pré-candidato, também se apresentou e afirmou que abraçará a bandeira do partido. Outros representantes de partidos como Charles Antônio do PMDB, Luís Carlos Rodrigues do PDT e Rivas Yamagami do PV e outros também estiveram presentes.

O Secretário Charles Antônio(PMDB), ao falar da corrupção no Brasil, disse uma frase apoiada por todos, "Em Brasília, tem muitos políticos de vários partidos que estão sujando a politica, mas não podemos generalizar por partido, Eu sou filiado em um, mas não voto em partido, voto em pessoas".

*Cooperou para essa matéria Artênio Mesquita

Motinha, no face book

Época: Governo do Ceará gasta R$2mi com estrada para beneficiar cervejaria de Cid Gomes

 

A edição desta semana da revista Época traz, como uma de suas matérias especiais, uma reportagem que apresenta indícios de favorecimento do ex-governador do Ceará e atual ministro da Educação, Cid Gomes, em contratos bancários e obras públicas na cidade de Sobral, onde ele possui um terreno, hoje alugado para a Cervejaria Petrópolis, dona da marca Itaipava.
Para que o negócio fosse fechado, Cid, por meio de sua empresa, Corte Oito Gestão e Empreendimento, recebeu R$ 1,3 milhão do Banco do Nordeste do Brasil (BNB), com condições de crédito diferenciadas, e o Governo do Estado investiu R$ 2 milhões para pavimentar os 2 quilômetros da estrada que leva aos galpões erguidos para garantir a tranquilidade da vida futura do líder político do grupo comandado pelos Ferreira Gomes.
Leia a reportagem na íntegra



A empresa do ministro da Educação recebeu tratamento privilegiado do Banco do Nordeste.


O ministro da Educação, Cid Gomes, conseguiu um empréstimo no BNB, com juros abaixo do valor de mercado, quando era governador do Ceará.
Em 18 de novembro de 2013, o então governador do Ceará e atual ministro da Educação, Cid Gomes, deixou Fortaleza rumo a Sobral para participar da inauguração da segunda agência do Banco do Nordeste, o BNB, em sua cidade natal. No palanque da foto acima, improvisado em frente à nova agência, Cid elogiou a política de juros baixos do banco. “Se a gente não tiver crédito e um crédito bom, um crédito barato, um crédito que estimule quem está começando, de nada vai adiantar o saber fazer ou a boa vontade. É aí que entra o Banco do Nordeste. É aí que entra essa segunda nova agência aqui em Sobral”, disse. Tão logo terminou a cerimônia, Cid comentou com alguns dirigentes do banco que ele poderia largar a política depois de deixar o governo estadual. Disse que queria se tornar um empreendedor. Precisava pensar no futuro. Sem delongas, Cid correu ao guichê da gerente do banco recém-inaugurado. Queria informações sobre linhas de crédito, taxas de juros e prazo de pagamento de empréstimos – e confirmar se tudo o que falara no discurso minutos antes era verdade mesmo. Começava ali a aventura de Cid rumo ao empreendedorismo.
Dois meses depois, Cid pediu ao BNB mais informações sobre as condições de empréstimos. Sem pestanejar, no dia 21 de janeiro, a gerente do banco em Sobral, a mesma que atendeu Cid solicitamente na cerimônia de inauguração da agência, transmitiu por e-mail ao superintendente do banco no Ceará, João Robério Messias, informações sobre um pedido de financiamento para a construção de galpões numa região remota de Sobral. A gerente cobrava celeridade do chefe para dar pronta resposta ao cliente. Messias logo mostrou a eficiência do BNB. No dia seguinte, encaminhou as informações do pedido a dois diretores do banco. Num e-mail, Messias fez questão de frisar: “Esse pleito é de empresa no nome do governador Cid Gomes, que iniciou negociação esta semana” (leia o e-mail). Não precisava dizer mais nada. O BNB, banco do governo federal voltado para financiar o desenvolvimento do Nordeste, estava pronto para financiar a empresa do governador Cid.

O governador ficou animado. Não estava fácil empreender em Sobral. Cid finalmente arranjara uma serventia para um terreno que comprara em 1996 – e estava abandonado. Em 2013, já mandara asfaltar uma estrada que dava acesso ao lote. Nada de buracos e curvas acentuadas. A estrada ficou um tapete, bem sinalizada. O dinheiro para a obra? Veio do governo do Estado, então administrado por Cid Gomes. Foram quase R$ 2 milhões para pavimentar os 2 quilômetros da estrada.
Tudo caminhava bem, mas Cid esbarrou num problema que pôs em risco seu sucesso no mundo dos negócios. Não havia previsão no zoneamento de Sobral para que seu terreno pudesse abrigar o empreendimento pretendido. Cid, então, teve de apelar ao Conselho Municipal do Plano Diretor, ligado à administração de Veveu Arruda, do PT, prefeito de Sobral e seu antigo aliado. Veveu, marido da atual vice-governadora, também comparecera à festa de inauguração da segunda agência de Sobral. A despeito da contestação de um integrante do conselho, que questionou a legalidade do projeto de Cid ser discutido por aquele órgão, o obstáculo do governador foi superado rapidamente. Poucos dias depois, Cid recebeu a licença para tocar o empreendimento.
No final de maio do ano passado, superadas as burocracias, Cid se tornou sócio do engenheiro Ricardo Sérgio Farias – amigo antigo dos tempos do colégio primário – na empresa Corte Oito Gestão e Empreendimento. No mês seguinte, a Corte Oito pediu oficialmente o empréstimo ao BNB. Em agosto, veio a boa notícia para Cid e seu sócio. O BNB aprovara um pedido de R$ 1,3 milhão para que a Corte Oito erguesse os galpões e os alugasse. E o melhor: juros de 6,5% ao ano, abaixo do valor de mercado – como é normal num banco de fomento. E com a primeira parcela de pagamento da dívida só em março de 2016. As parcelas também são a perder de vista. Se tudo correr bem, Cid só acabará de pagar o empréstimo em 2023. ÉPOCA perguntou ao presidente do BNB, Nelson de Souza, se ele considerava normal um governador pedir dinheiro emprestado a um banco público. Ele titubeou e disse: “Prefiro não responder a essa questão... Mas não é proibido”. O superintendente do BNB no Ceará, João Robério Messias, que estava na festa de inauguração da segunda agência em Sobral, é mais cordato com políticos. “Como se trata de uma operação do governador do Estado, eu acompanhei de perto até a sua concretização. Ele não teve privilégio. Eu acompanho todas as operações do banco. Mas você há de convir da representatividade da pessoa. É uma empresa do governador do Estado”, disse. “Não existe nenhum problema. É relacionamento.”
Chegara o momento de a empresa de Cid receber o dinheiro, aplicar no projeto e lucrar com o retorno do investimento. No caso, com o aluguel do galpão. Cid e seu sócio já tinham acertado o aluguel meses antes, em janeiro de 2014, para a Cervejaria Petrópolis, fabricante da cerveja Itaipava. A despeito de o terreno de Cid ficar numa área isolada e pouco urbanizada, a Itaipava preferiu alugar seu galpão a se instalar no distrito industrial, localidade atendida por infraestrutura de qualidade, onde outras grandes empresas ficam. A Itaipava ainda topou pagar R$ 36 mil todos os meses para a empresa de Cid.
Há cerca de 60 dias, a Itaipava assumiu o galpão e o pintou com as cores da cervejaria. Só não começou ainda a pagar o aluguel por reclamar de alguns problemas na obra, principalmente no acabamento.
Na edição da semana passada, ÉPOCA mostrou como a Cervejaria Petrópolis foi beneficiada pelo Banco do Nordeste, durante as eleições do ano passado. Após ter recebido o benefício, a cervejaria, pertencente ao empresário Walter Faria, fez doações de R$ 17,5 milhões à campanha da presidente Dilma Rousseff. Tornou-se, assim, o quarto maior doador da campanha petista. Um outro empréstimo, de R$ 472 milhões, destinado à construção de uma unidade da cervejaria em Pernambuco, também deverá dispensar a garantia da carta-
fiança. Após a publicação da reportagem, a Procuradoria da República no Estado do Ceará abriu uma investigação para apurar possíveis irregularidades na concessão dos dois empréstimos à cervejaria, que somaram quase R$ 830 milhões – e na operação que dispensou a fiança. Os procuradores também solicitaram à Polícia Federal a abertura de inquérito e ao Tribunal de Contas da União uma investigação aprofundada. O TCU já identificara anteriormente outras irregularidades no BNB.
Procurada pela reportagem, a Cervejaria Petrópolis afirmou, por meio de nota, que seu proprietário, o empresário Walter Faria, não conhece o ministro Cid Gomes. Confirmou ter uma revenda em Sobral alugada pela Corte Oito e que as negociações para a instalação do centro de distribuição foram feitas por uma equipe técnica.
O prefeito de Sobral, Veveu Arruda, afirma que Cid jamais pediu a ele que interferisse na mudança de destinação de seu terreno nem que incentivasse a Cervejaria Petrópolis a se instalar na cidade. Arruda disse que a ideia de asfaltar a estrada que dá acesso à cervejaria surgiu na prefeitura. “O trecho encurta em 40% o acesso a uma estrada estadual, beneficiando a população de algumas localidades e tornando o trânsito mais seguro.”
O presidente do Banco do Nordeste, Nelson de Souza, disse que jamais tratou do empréstimo com o ministro Cid Gomes e que ele foi aprovado dentro das regras do banco. O diretor Luiz Carlos Everton e o ex-diretor Fernando Passos, copiados no e-mail, negaram favorecimento no caso do pedido de Cid. Por duas semanas seguidas, a reportagem de ÉPOCA tentou entrevistar o ministro. Diante da negativa, encaminhou perguntas relativas ao empréstimo. O ministro afirmou que não iria se pronunciar e pediu que seu sócio, Ricardo Sérgio Farias, fosse procurado. Farias disse que conduziu o acerto do aluguel com a Itaipava e submeteu o pedido de empréstimo ao BNB. Afirmou que a operação é absolutamente regular.
Em entrevista ao jornal O Povo, em setembro do ano passado, Cid disse que estava pensando no futuro: “Tem um terreno que comprei quando era deputado estadual, peguei um financiamento do Banco do Nordeste, fiz uma estrutura e aluguei, e isso vai dar uma tranquilidade para minha vida futura”. Nada como ser amigo do gerente.
Fonte: Revista Época, Edição 869, 31/01/2015

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