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quarta-feira, 5 de março de 2014

CARNAVAL 2014: 30 CORPOS DERAM ENTRADA NO IML DE SOBRAL

 

O período carnavalesco movimentou o plantão do IML de Sobral, do dia 1º até 4 de março, 30 corpos deram entrada no instituto médico legal, sendo 28 oriundos de diversas cidades da região norte, e 2 cadáveres deram entrada em consequência de crimes de homicídios em nossa cidade.
A informação é do Emanuel Freire ( Repórter do O SOBRALENSE).

CEARÁ TEM O CARNAVAL MAIS VIOLENTO DOS ÚLTIMOS ANOS COM 70 HOMICÍDIOS

 

Por Junior Costa e Ulysses Sousa

 

O Carnaval no Ceará teve 70 homicídios no estado entre sexta (28 de fevereiro) e a noite desta terça-feira (4), segundo o site da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social. O Carnaval deste ano é o mais violento em número de homicídios pelo menos nos últimos 10 anos. Em 2013, foram registrados 55 homicídios até a manhã da Quarta-feira de Cinzas.

A Região Metropolitana de Fortaleza teve o maior número de mortes violentas, com 32 casos. Segundo a Secretaria de Segurança, 24 desses homicídios foram mortes à bala; os demais foram mortes com uso de arma branca (como facas), acidentes de trânsito e achados de cadáver.

Fonte: G1 CE

terça-feira, 4 de março de 2014

Furor democrático

 

Bruno Peron

Começo este texto com um sinal preocupante: ontem, ser ignorante significava estar por fora das letras; hoje, ser ignorante significa não estar por dentro da programação da televisão. Há, portanto, uma inversão de valores na qual uns se amparam, porém à qual outros se resignam e por vezes se desesperam. Em seguida, menciono uma esperança aos que se desesperam e armo algumas críticas.

A Lei da Mídia Democrática é um projeto de lei (ainda pendente de votação no Mamódromo Nacional) para regulamentar o funcionamento dos meios de comunicação no Brasil. Algumas de suas propostas são o fim do monopólio sobre a concessão dos meios de comunicação, a criação do Conselho Nacional de Políticas de Comunicação, e o uso de recursos públicos para financiar canais alternativos de rádio e televisão que tenham conteúdo cidadão, comunitário, educativo e universitário. Este projeto de lei debateu-se novamente em 21 de fevereiro de 2014 em São Paulo numa audiência pública no Ministério Público Federal.

Empresas privadas usam frequências e ondas concedidas pelo Estado para difundir seu conteúdo programático e seus valores através de uma multiplicidade de meios de comunicação. Portanto, se, de um lado, o Estado tem todo direito de regular a informação que percorre os caminhos públicos de comunicação, por outro, temos também o de virar a página do jornal quando discordarmos do conteúdo de uma notícia ou de mudar de canal quando um programa de televisão não satisfizer nossa necessidade. Ou senão, de maneira mais radical, evitaríamos ler periódicos de cuja linha editorial discordamos ou desligaríamos a televisão.

Há sempre uma audiência que demanda um canal de má qualidade através dos meios de comunicação, assim como há outra que reivindica conteúdo de boa qualidade. No entanto, aponto problemas de produção e não de consumo. Assim, reconheço que uma (e bastante pertinente) das motivações do movimento pela “democratização” dos meios de comunicação no Brasil é a dificuldade de grupos menos adinheirados e menos influentes expressar sua própria cultura.

Desta forma, o projeto da Lei da Mídia Democrática traz mudanças importantes que emendam esta desigualdade. Entretanto, há que ter precaução no uso do termo “democrático” devido à ambiguidade de suas conceituações. A participação em decisões e debates políticos muitas vezes se confunde com o nome que se atribui a um regime político (no Brasil, por exemplo, temos o regime político de democracia representativa e não direta). Então o termo “democrático” (projeto “democrático”, lei “democrática”, palpite “democrático”, etc.) adjetiva tudo quanto é proposta política que supostamente envolve a participação de um número grande de pessoas, ou funciona como sinônimo de “popular”.

Ouvimos apelos eloquentes de grupos sociais (que se dizem motivados por classes populares ou pela sociedade brasileira em geral) de regular o que sai na imprensa. Quando li que uma das propostas da Lei da Mídia Democrática barraria a participação de políticos e líderes religiosos em concessões de meios de comunicação, achei um pouco hilariante. Sabemos bem que, no Brasil, quem quiser algo consegue de algum jeito (nisso está o traço do “jeitinho brasileiro”). Aqueles que têm mania de controle e dirigismo o farão de qualquer jeito, por meio privado ou público, por empresa ou por Estado. Logo, o aumento da publicidade via Internet (através de cookies e janelas no navegador) é mais preocupante que um canal de televisão de má qualidade ao qual temos a opção de jamais assistir.

Contudo, creio que o problema está mais na produção de conteúdo que no consumo, como indiquei acima. Sendo assim, vejo que é necessário que haja um novo marco regulatório dos meios de comunicação no Brasil, que ainda segue normas pré-digitais de décadas atrás, e que a sociedade brasileira discuta amplamente as questões envolvidas. As reformas são, em realidade, urgentes.

Por fim, é importante que a Lei da Mídia Democrática considere também os limites da calúnia e da falsidade de ideias nos meios de comunicação, embora eu defenda ferrenhamente a liberdade de expressão e o intercâmbio da multiplicidade de opiniões que se produzem no Brasil. A luta segue e recrudesce através da vozearia de alguns grupos sociais neste furor “democrático”.

http://www.brunoperon.com.br

AS BIBLIOTECAS PROMETIDAS

 

Por Luiz Carlos Amorim – Escritor – Http://luizcarlosamorim.blogspot.com.br

Muitas promessas, leis até, já foram feitas, para que uma biblioteca em cada escola brasileira seja realidade, mas a verdade é que essa esperança de alunos e professores nunca se concretizou. Volta e meia, desde o governo Lula e quase que de ano em ano, o governo anuncia que vai zerar o déficit de bibliotecas nas escolas, que não haverá no Brasil escola sem biblioteca.

Na verdade, parece que não há muito interesse do poder público em investir em bibliotecas escolares e públicas, o que diminui o acesso à leitura da população que não tem recurso para adquirir livros. Um estudo feito pouco antes de iniciarem as aulas prova isso: em cada três escolas, duas não têm biblioteca, laboratório nem sala de informática.

Conforme divulgado pela mídia, a infraestrutura de mais de cento e cinquenta e sete mil escolas públicas foi avaliada, recentemente, por um estudo do Movimento Todos pela Educação: 62% das escolas municipais têm apenas os serviços essenciais como água, energia e saneamento. Apenas 34% das escolas analisadas têm infraestrutura avançada – com laboratórios, bibliotecas, áreas de lazer e acesso à internet.

Para cobrar o cumprimento de promessas feitas, o Instituto Ecofuturo está liderando a Campanha “Eu Quero Minha Biblioteca”, que busca a efetividade da Lei 12.244/2010, que diz que “até 2020 todas as instituições e ensino público brasileiras – e privadas – terão uma biblioteca. A campanha conta com o apoio da Academia Brasileira de Letras, Conselho Federal de Biblioteconomia, Fundação Nacional do Livro Infantil, Instituto de Corresponsabilidade pela Educação, Movimento por um Brasil Literário, Todos pela Educação e outras empresas.

Para uma promessa semelhante, que já havia sido feita há bastante tempo, prevendo que em 2006 não haveria mais cidade brasileira sem biblioteca pública, prometer de novo, com tão largo prazo, há que haver cobrança, mesmo, há que se unir a sociedade para exigir o seu cumprimento.

Até porque, apesar dessa lei 12.244 ter sido sancionada em 2010, no dia 10 de setembro de 2013, cinco meses atrás, foi noticiado na imprensa brasileira que “A Comissão de Educação do Senado confirmou a aprovação do projeto de lei que estabelece que todas as escolas públicas brasileiras que oferecem ensino básico, terão que criar e manter bibliotecas abertas para os alunos e professores. Uma das mudanças, feitas pelo relator da matéria, alterou o prazo para que as instituições se adaptem à nova regra, que passou a ser de três anos a partir da publicação da lei. Na sessão do dia 10, o colegiado decidiu acatar as mudanças que incluem também a previsão de contratação de bibliotecários para atuar nesses espaços e atender a alunos e profissionais de ensino. Como passou por alterações, o projeto, que já havia sido aprovado pelos deputados, voltará a ser analisado na Câmara para nova votação. Se aprovado, o texto segue para sanção do Executivo e passa a valer como lei.” O que não foi esclarecidoé com quais recursos essas bibliotecas seriam criadas.

Aparentemente, estariam trabalhando para aprovar uma lei que já existe, mas na verdade o governo está, com essas mudanças, tentando se eximir da responsabilidade. Isso é bem coisa de políticos incompetentes e de um país que não sabe e não quer resgatar a sua educação. Hoje não se fala mais no tal projeto de lei, será que foi aprovado? Esperemos que pelo menos a lei 12.244 seja cumprida, pois segundo o movimento Todos pela Educação, 33,7% das escolas públicas do país não têm bibliotecas. E precisamos de bibliotecas, precisamos de livros, precisamos incutir o hábito da leitura. E sem bibliotecas públicas e escolares, isso fica bem difícil, ainda mais com o sucateamento da educação que todos estamos vendo em nosso país

Falsidade

É lamentável que a cada dia precisemos tomar mais cuidado com as pessoas
que nos cercam. Isso porque confiamos e nos decepcionamos com velocidade
impressionante. Partilhamos nossos segredos, nossas intimidades, nossa
vida... crentes de que somos acolhidos, compreendidos, aceitos e
estimados. Mal viramos as costas e essa pessoa divide nossas
particularidades com outro alguém. Depois, fica difícil saber quem disse o
quê, mas o erro partiu daquele que abriu a boca primeiro. É por isso que
muitos preferem desabafar com profissionais de ajuda, alicerçados na
segurança que o sigilo pode lhes proporcionar. Pensamos que temos amigos,
mas na verdade...
Às vezes, a necessidade de fazer o outro igual a nós impulsiona a conduta
desonrosa. Denegrindo a imagem do outro pensamos aproximá-lo mais de nós,
principalmente se somos mal afamados ou inconsequentes. É mais fácil sujar
o lençol do vizinho que branquear o nosso, ainda mais se ele já está
encardido. Difícil encontrar quem deseje promover o próximo com elogios e
recomendações. É mais fácil depreciá-lo, pois assim temos a sensação de
enaltecimento próprio.
Tudo isso é muito feio e amplamente praticado em nosso meio. Valorizar as
qualidades do outro parece ser concordar com a diminuição de si mesmo.
Ledo engano. Apenas pessoas seguras e confiantes conseguem reconhecer a
grandeza do outro. Pessoas medíocres temem elogiar e invejam a postura de
pessoas sabidamente valorosas.
Um dia a casa cai e a pessoa inocente percebe que foi ludibriada,
enganada, iludida por falsas amizades. Quem perde mais é quem traiu a
confiança, pois perde um verdadeiro amigo e, sejamos francos, amigo
verdadeiro não se encontra em qualquer esquina. A pessoa vai sentir falta
da atenção, do tempo dispensado, do carinho...
Pra ser feliz nas amizades é preciso ser bom ouvinte e, acima de tudo,
saber guardar segredos. Intimidades espalhadas ao vento não são mais
segredos. A gente costuma pagar caro por ter a língua comprida e a mente
estreita. Inverte valores. Supervaloriza a fofoca e se descuida do
principal. Depois não adianta querer juntar cacos, pois mesmo colando, a
emenda vai sempre lembrar que houve a ruptura.
Cicatrizes podem servir para aprimorar relacionamentos, mas nem todas.
Algumas se prestam apenas para lembrar que não se deve mais deixar iludir.
É triste perder um amigo? É triste sim, e muito; mas mais triste é confiar
em quem não merece. A vida ensina. A vida mostra. A vida traz novos amigos
e leva aqueles que já não podem ser.
Não digo que é maldade. Por vezes, talvez seja apenas descuido, mas de
qualquer forma, tem as suas consequências. Deixar de valorizar quem nos
quer bem é um grande descuido, quase imperdoável, e pode ser claramente
sentido quando a pessoa se vai. A boca emudece. O olhar se apaga. Os
ouvidos se fecham. A falsidade é um dano e ponto.
Maria Regina Canhos (e.mail: contato@mariaregina.com.br) é escritora.
      Acesse e divulgue o site da autora: www.mariaregina.com.br.

Falsidade

É lamentável que a cada dia precisemos tomar mais cuidado com as pessoas
que nos cercam. Isso porque confiamos e nos decepcionamos com velocidade
impressionante. Partilhamos nossos segredos, nossas intimidades, nossa
vida... crentes de que somos acolhidos, compreendidos, aceitos e
estimados. Mal viramos as costas e essa pessoa divide nossas
particularidades com outro alguém. Depois, fica difícil saber quem disse o
quê, mas o erro partiu daquele que abriu a boca primeiro. É por isso que
muitos preferem desabafar com profissionais de ajuda, alicerçados na
segurança que o sigilo pode lhes proporcionar. Pensamos que temos amigos,
mas na verdade...
Às vezes, a necessidade de fazer o outro igual a nós impulsiona a conduta
desonrosa. Denegrindo a imagem do outro pensamos aproximá-lo mais de nós,
principalmente se somos mal afamados ou inconsequentes. É mais fácil sujar
o lençol do vizinho que branquear o nosso, ainda mais se ele já está
encardido. Difícil encontrar quem deseje promover o próximo com elogios e
recomendações. É mais fácil depreciá-lo, pois assim temos a sensação de
enaltecimento próprio.
Tudo isso é muito feio e amplamente praticado em nosso meio. Valorizar as
qualidades do outro parece ser concordar com a diminuição de si mesmo.
Ledo engano. Apenas pessoas seguras e confiantes conseguem reconhecer a
grandeza do outro. Pessoas medíocres temem elogiar e invejam a postura de
pessoas sabidamente valorosas.
Um dia a casa cai e a pessoa inocente percebe que foi ludibriada,
enganada, iludida por falsas amizades. Quem perde mais é quem traiu a
confiança, pois perde um verdadeiro amigo e, sejamos francos, amigo
verdadeiro não se encontra em qualquer esquina. A pessoa vai sentir falta
da atenção, do tempo dispensado, do carinho...
Pra ser feliz nas amizades é preciso ser bom ouvinte e, acima de tudo,
saber guardar segredos. Intimidades espalhadas ao vento não são mais
segredos. A gente costuma pagar caro por ter a língua comprida e a mente
estreita. Inverte valores. Supervaloriza a fofoca e se descuida do
principal. Depois não adianta querer juntar cacos, pois mesmo colando, a
emenda vai sempre lembrar que houve a ruptura.
Cicatrizes podem servir para aprimorar relacionamentos, mas nem todas.
Algumas se prestam apenas para lembrar que não se deve mais deixar iludir.
É triste perder um amigo? É triste sim, e muito; mas mais triste é confiar
em quem não merece. A vida ensina. A vida mostra. A vida traz novos amigos
e leva aqueles que já não podem ser.
Não digo que é maldade. Por vezes, talvez seja apenas descuido, mas de
qualquer forma, tem as suas consequências. Deixar de valorizar quem nos
quer bem é um grande descuido, quase imperdoável, e pode ser claramente
sentido quando a pessoa se vai. A boca emudece. O olhar se apaga. Os
ouvidos se fecham. A falsidade é um dano e ponto.
Maria Regina Canhos (e.mail: contato@mariaregina.com.br) é escritora.
      Acesse e divulgue o site da autora: www.mariaregina.com.br.

GROAÍRAS: No período de Carnaval, jovens evangélicos buscam se aproximar mais de Deus.

 

Um fim de semana de transformação. A juventude do Grupo Geração de Adoradores da Igreja Batista de Groaíras vive dias de renovo e de unção do Espírito Santo. O Acampamento Jovem 2014, está renovando as vidas dos jovens evangélicos batistas . Desde a recepção com o tema do acampamento até a festa no culto de que será realizado na terça a noite, o mover de Deus no meio da juventude é algo marcante.
São momentos de muita alegria: As brincadeiras, as refeições, os momentos de lazer, as gincanas, tudo contribui para um clima de alegria e de amor de Deus, marcas de todos os acampamentos realizados pela IBG. Esse período também traz dias de muito aprendizado. As palavras ministradas pelo pastor Eronildo e convidados vem de confronto a juventude sobre uma vida santa diante de Deus.
O acampamento iniciou no sábado(01) e se estenderá até terça-feira(04), onde se encerrará num abençoado culto anoite no templo da IBG na organização do grupo. O Grupo Geração de Adoradores tem a frente como líder a jovem Lays Paiva, e todo o acampamento está sendo acompanhado pelo Pastor da IBG, Eronildo Rodrigues. No sábado e domingo o grupo se concentrou na congregação de Córrego dos Matos, e nos próximos dias acontecerá no templo sede da 1ª Igreja Batista de Groaíras.
Confira algumas fotos do acampamento:

Postado por Artenio Mesquita

Pochmann: Brasil está em rota de ascensão

:

Para economista, país mostra crescimento mais 'qualificado', com base em investimentos, e deve se manter nessa trajetória, sem deixar de combater a desigualdade: "Brasil está se reposicionando no mundo", afirma o presidente da Fundação Perseu Abramo e ex-presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea); "Esse PIB dá resposta a várias questões"

Por Vitor Nuzzi, da Rede Brasil Atual
São Paulo – Ao se basear no investimento, que cresceu mais do que o consumo, o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) em 2013, duas vezes maior que o do ano anterior, aponta recuperação do nível de atividade de forma mais "qualificada", diz o economista Marcio Pochmann. "Estamos em rota de ascensão gradual. E o Brasil está se reposicionando no mundo", afirma o presidente da Fundação Perseu Abramo e ex-presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). "Esse PIB dá resposta a várias questões."

Uma delas, por exemplo: a recuperação brasileira não podia se dar apenas pelo consumo, que segue sendo um fator importante. Mas há um novo contexto mundial, em que a economia não vem sendo mais puxada pelos Brics (grupo que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), mas se encontra em um momento de "saída da crise" conduzido, principalmente, pelos Estados Unidos. E o Brasil cresceu nos últimos anos via consumo e exportações de commodities.

Além da necessidade de continuar buscando distribuição de renda, Pochmann identifica um novo padrão, que exige investimentos em infraestrutura. E, nesse sentido, avalia o resultado do PIB como "bastante animador", pelo crescimento nesse item. Os investimentos recuaram de 2010 para 2011, chegaram a ser negativos em 2012 e voltaram a subir no ano passado. Foi uma fase difícil de transição, acredita Pochmann, com decisões envolvendo o governo e o setor privado, em setores como estradas, aeroportos, portos, hidrelétrica e petróleo. "E a recuperação do investimento se dá em um período em que a taxa de juros estava subindo, o que é difícil de acontecer", observa.

O reflexo desses acordos entre o poder público e o setor privado deve ser visto pelos próximos três anos. "São investimentos de longa maturação." E também abre perspectivas melhores para o comércio internacional.

O economista também ressalta que essa transição acontece sem prejuízo aos mais pobres e aos trabalhadores. "O país continua combatendo a desigualdade." Em outros países, como na Europa, o ajuste teve alto custo social.

Fonte: http://www.brasil247.com/pt/247/economia/131886/Pochmann-Brasil-est%C3%A1-em-rota-de-ascens%C3%A3o.htm?fb_action_ids=701529453203686&fb_action_types=og.likes&fb_source=other_multiline&action_object_map=%5B265478090293982%5D&action_type_map=%5B%22og.likes%22%5D&action_ref_map=%5B%5D

Aécio Neves diz em programa que fumou maconha

 

foto patrícia calderon

O presidenciável tucano Aécio Neves gravou entrevista para o programa Diálogos, na TV Cidade Fortaleza, apresentado pela jornalista Patrícia Calderon. O presidenciável confirmou para Calderon que já fumou maconha e que era bastante chegado a uma boa “balada”.

Aécio Neves disse que a vida de farrista ficou para trás, depois do casamento.

O programa vai ao ar no domingo (9), a partir das 8 horas.

Vamos nós – De tão polêmicas as entrevistas, o programa poderia se chamar “Calderon da Patrícia”.

http://blog.opovo.com.br/blogdoeliomar

segunda-feira, 3 de março de 2014

Mulheres já ocupam metade dos empregos formais, afirma Dilma

 

Por Andreia Verdélio | Agência Brasil
  • Nos últimos três anos, 2,4 milhões de mulheres tiveram as carteiras assinadasArquivo/Agência Brasil

    Agência Brasil - Nos últimos três anos, 2,4 milhões de mulheres tiveram as carteiras assinadas Arquivo/Agência Brasil

A presidenta Dilma Rousseff homenageou nesta segunda-feira (3) as mulheres pelo Dia Internacional da Mulher, celebrado no próximo dia 8 de março, e ressaltou o avanço feminino no mercado de trabalho. No programa semanal Café com a Presidenta, Dilma disse que metade das vagas de emprego criadas nos últimos três anos foram ocupadas por mulheres.
“Foram 2,4 milhões de mulheres que tiveram suas carteiras assinadas. E isso é fantástico, mostra a força das mulheres brasileiras, que não deixam escapar uma oportunidade de trabalhar e melhorar de vida”, disse a presidenta.
Dilma lembra ainda que as mulheres também foram beneficiadas no acesso à terra, com 72% das propriedades da reforma agrária registradas no nome da mulher. “Se a gente considerar as mulheres chefes de família, a participação delas na posse das terras passou de 13% em 2003 para 23% em 2013. São mais mulheres ajudando a produzir alimentos, tomando decisões e conquistando cada vez mais autonomia.”
A presidenta ressaltou que o governo federal trabalha pelo protagonismo da mulher, que tem um papel central no cuidado com a família e com a casa. Por isso, 93% dos cartões do Programa Bolsa Família estão no nome das mulheres. No Programa Minha Casa Minha Vida, a mulher tem prioridade no registro do imóvel. Do total de 1,5 milhão de casas entregues até janeiro deste ano, 52% estão no nome delas.
Dilma explica que as mulheres também são maioria no acesso às bolsas do Programa Universidade para Todos (ProUni), que garante acesso às faculdades privadas e ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies)  e nos cursos de qualificação profissional que o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) oferece. Seis em cada dez alunos do Pronatec são mulheres.
“Muitas dessas mulheres estão no nosso Cadastro Único e elas recebem o Bolsa Família. Por isso, juntamos o Pronatec com o Brasil sem Miséria e aí oferecemos uma porta de entrada no mercado de trabalho”, disse Dilma, explicando que de 970 mil matrículas do Pronatec Brasil sem Miséria, mais de 650 mil foram feitas por mulheres.
A presidenta ressaltou ainda que todas essas ações, que dão mais oportunidades às mulheres são fundamentais para romper com o ciclo de violência que muitas delas vivem. “Mas para combater a violência não bastam estas ações. Nós temos um programa, o Mulher, Viver sem Violência, que integra vários serviços de apoio às vítimas. Uma ação importante do programa é a construção da Casa da Mulher Brasileira, que vai funcionar como um lugar de denúncia, de acolhimento e de proteção às vítimas da violência”, explicou a presidenta
Segundo ela, será construída uma Casa da Mulher Brasileira em cada capital e cada uma terá a Delegacia da Mulher, o Ministério Público, a Justiça Especializada, a Defensoria, a assistência social, o Sistema Nacional de Empregos (Sine) e o Sistema S. A presidenta contou que haverá também o serviço itinerante, com 54 ônibus levando o atendimento jurídico e psicológico às áreas rurais do país.