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segunda-feira, 25 de julho de 2022

Do que é capaz fuzil comprado por membro do PCC com aval do Exército?


Exército autorizou membro do PCC a comprar fuzil e outras armas - Divulgação / PF

Exército autorizou membro do PCC a comprar fuzil e outras armas Imagem: Divulgação / PF

Alexandre Santos

Colaboração para o UOL

25/07/2022 04h00

Um fuzil 5.56 T4, da marca Taurus, está entre os armamentos comprados por um membro da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital), que conseguiu obter um certificado de registro de CAC (caçador, atirador e colecionador) do Exército mesmo tendo uma ficha corrida com 16 processos criminais, incluindo cinco indiciamentos por crimes como homicídio qualificado e tráfico de drogas.

Segundo reportagem do jornal Folha de S.Paulo, o documento foi expedido em junho de 2021, já na gestão do presidente Jair Bolsonaro (PL). O governo federal, por meio de novas portarias e decretos, tem flexibilizado o acesso a armas e munições no país. Algumas normas publicadas são destinadas a beneficiar especialmente a categoria dos CACs.

Fonte: https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2022/07/25/do-que-e-capaz-fuzil-que-homem-do-pcc-comprou-com-autorizacao-do-exercito.htm

quinta-feira, 21 de julho de 2022

Operação policial no Complexo do Alemão, no Rio, deixa quatro mortos


Até o fechamento desta reportagem, a operação tinha feito quatro vítimas fatais: uma moradora, um PM e dois suspeitos.

21 de julho de 2022, 09:00 h Atualizado em 21 de julho de 2022, 09:02

www.brasil247.com - (Foto: Reprodução/TV Globo)

247 - As polícias Militar e Civil realizam nesta quinta-feira (21) uma operação conjunta no Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio de Janeiro, com o objetivo de combater o roubo de veículos, de carga e a bancos, de acordo com o G1.

Até a última atualização desta reportagem, a operação contabilizada quatro vítimas fatais: uma moradora, um PM e dois suspeitos.

Segundo relatos, há um intenso tiroteio na comunidade.
Um helicóptero foi alvo de rajadas.

Moradores relatam a violência da operação:

“É uma operação que se fazia necessária por conta das ações criminosas que os marginais dessa comunidade vêm desempenhando em diferentes pontos do Estado do Rio de Janeiro”, diz o tenente-coronel Ivan Blaz, porta-voz da PM.

Fonte: https://www.brasil247.com/regionais/sudeste/operacao-policial-no-complexo-do-alemao-no-rio-mata-quatro

segunda-feira, 18 de julho de 2022

Polícia encontra corpo de vigilante que tinha acesso às câmeras da festa de Arruda


Claudinei Coco seria o “responsável pelo fornecimento de senhas” das câmeras. Defesa de Arruda diz que ele poderia ter mostrado as imagens a Guaranho. Polícia confirma suicídio

18 de julho de 2022, 12:57 h Atualizado em 18 de julho de 2022, 13:20

www.brasil247.com - (Foto: Reprodução)

247 - Foi encontrado morto neste domingo (17) em Medianeira (PR) o vigilante Claudinei Coco Esquarcini, um dos diretores da Associação Recreativa Esportiva Segurança Física de Itaipu (Aresf), em Foz do Iguaçu (PR), onde o policial penal bolsonarista Jorge Guaranho assassinou o guarda municipal e tesoureiro do PT Marcelo Arruda no último dia 9.

A informação foi confirmada ao Metrópoles pela defesa da família de Arruda e pela Polícia Civil do Paraná. A policia confirma se tratar de suicídio.

>>> Bolsonarista soube da festa com temática do PT de Marcelo Arruda por alguém que tinha acesso às câmeras

Claudinei seria o “responsável pelo fornecimento de senhas” das câmeras de segurança na Aresf.

Segundo investigação da Polícia Civil, Guaranho ficou sabendo da festa de aniversário de Arruda com temática do PT justamente por meio das imagens das câmeras.

A defesa da família de Arruda diz que Claudinei poderia ter mostrado a Guaranho a imagem da festa que ocorria no clube. Reportagem da Globo do Paraná publicada na noite deste domingo (17) informa que o segurança que mostrou as imagens a Guaranho foi Márcio Jacob Muller Murback: "como sócio da Aresf, Murback tinha acesso às imagens das câmeras de segurança da Aresf. E, durante um churrasco em que os dois estavam presentes, na noite do crime Guaranho viu – pelo celular de Murback, por volta das 20h40 de sábado – que o tema da festa seria o PT", diz a reportagem.

Os advogados pedem nesta segunda-feira (18) à 3ª Vara Criminal de Foz do Iguaçu a quebra de sigilo do telefone celular de Claudinei. "Foi da reunião festiva entre estes [churrasco do qual Guaranho participava], no dia dos fatos, após visualização das câmeras, disponibilizada de uma forma ou outra por ambos, em conjunto ou isoladamente, com a participação ou não de Claudinei Coco Esquarcini ou de outros ainda não identificados, que o assassino partiu para matar Marcelo. Tais imagens estavam, disponíveis aos diretores da Aresf. Quem são? De que forma atuaram ou não? Partícipes ou não no fato criminoso? A quem Claudinei as disponibilizou? Quem tinhas as senhas de acesso?".

A defesa também quer que o presidente do clube onde o crime ocorreu, Aresf, Antonio Marcos de Souza, forneça a "relação completa dos membros da diretoria da Aresf, relacionando nome completo, RG, CPF e endereço, bem como número dos respectivos celulares".

Fonte: https://www.brasil247.com/regionais/sul/policia-encontra-corpo-do-vigilante-que-tinha-acesso-as-cameras-da-festa-de-arruda

sexta-feira, 15 de julho de 2022

Mais um policial bolsonarista comete crimes violentos


Policial militar mata oito pessoas no Paraná, sendo seis da própria família

Homem que usa suas redes para promover apoio a Bolsonaro matou seis familiares e dois transeuntes nas cidades de Céu Azul e Toledo

15 de julho de 2022, 10:35 h Atualizado em 15 de julho de 2022, 11:49

www.brasil247.com - Fabiano Garcia e família Fabiano Garcia e família (Foto: Reprodução)

247 - Uma chacina seguido de suícidio aconteceu no fim da noite de quinta-feira (14) e início de madrugada desta sexta-feira (15) em dois municípios da região oeste do Paraná. Conforme as informações, um policial militar lotado no 19º de Toledo, teria cometido o assassinato de seis familiares e outra pessoa que passava pela rua nas cidades de Céu Azul e Toledo.

Depois de deixar o batalhão, ele se dirigiu até uma chácara na cidade de Céu Azul, a cerca de 60 quilômetros, onde dois filhos, de 4 e 9 anos, passavam férias. Ele assassinou os dois a tiros e voltou para a cidade de Toledo, onde matou a filha mais velha, de 12 anos, de seu primeiro casamento.

Junto com a filha, o policial bolsonarista assassinou a mãe e o irmão.

No trajeto até a casa onde mora, Garcia matou outras duas pessoas na rua. Quando chegou na residência, assassinou a esposa e se matou em seguida.

O policial militar foi identificado como sendo Fabiano Junior Garcia e apoia Bolsonaro nas redes sociais. As primeiras informações dão conta de que o PM tirou a vida de dois dos seus filhos em uma localidade da área rural da cidade de Céu Azul. Em seguida, ele se dirigiu a Toledo, onde teria feito mais vítimas em pontos distintos da cidade.

Garcia era lotado no 19° Batalhão da Polícia Militar (BPM), na cidade de Toledo, e iniciou a chacina após deixar o plantão, na noite desta quinta-feira (14).

Fonte: https://www.brasil247.com/regionais/sul/policial-militar-mata-sete-pessoas-no-parana-sendo-seis-da-propria-familia

sábado, 2 de julho de 2022

PM é presa pelo marido após matar irmã durante briga em posto de combustíveis em São Gonçalo


Atendente do posto diz ter ouvido "muito, muito tiro" durante discussão das irmãs. Rhaillayne Oliveira de Mello foi presa e encaminhada à Delegacia de Homicídios de Niterói

2 de julho de 2022, 13:45 h Atualizado em 2 de julho de 2022, 13:45

www.brasil247.com - (Foto: Reprodução / TV Globo)

247 - A policial militar Rhaillayne Oliveira de Mello, 23, foi presa na manhã deste sábado (2) pelo próprio marido, que também é PM, após matar a irmã, Rayana Mello, a tiros durante briga em um posto de combustíveis de São Gonçalo-RJ. A informação é do portal G1.

Segundo a reportagem, as irmãs teriam saído de uma festa no bairro Barro Vermelho e já vieram discutindo ruas antes de chegarem ao posto. Josiane Silva, atendente do posto, afirmou que elas entraram em um banheiro e, após isso, foi possível ouvir "muito, muito tiro.”

Ao chegar no local, o marido de Rhaillayne deu voz de prisão à esposa, que foi encaminhada à Delegacia de Homicídios de Niterói.

Fonte: https://www.brasil247.com/regionais/sudeste/pm-e-presa-pelo-marido-apos-matar-irma-durante-briga-em-posto-de-combustiveis-em-sao-goncalo

segunda-feira, 20 de junho de 2022

Assassino narra os detalhes da perseguição que resultou na morte de indigenista e de jornalista britânico na Amazônia


Detalhes do crime foram relatados pelo pescador Amarildo da Costa Oliveira, conhecido como "Pelado", que está preso junto com outros dois suspeitos

20 de junho de 2022, 09:21 h Atualizado em 20 de junho de 2022, 11:24

www.brasil247.com - Amarildo da Costa de Oliveira, o Pelado Amarildo da Costa de Oliveira, o Pelado (Foto: Reprodução/TV Globo)

247 - O pescador Amarildo da Costa Oliveira, conhecido como “Pelado", que confessou ter participado dos assassinatos do indigenista Bruno Araújo Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips na região do Vale do Javari, na Amazônia, revelou os detalhes do crime que chocou o mundo e expôs o desmonte da política ambiental do governo Jair Bolsonaro.

De acordo com uma reportagem do programa Domingo Espetacular, exibido pela TV Record e que teve acesso ao vídeo da reconstituição do crime, Amarildo relatou que a perseguição à lancha na qual Bruno e Dom estavam durou cerca de 5 minutos. Jeferson da Silva Lima, vulgo “Pelado da Dinha”, teria disparado contra Bruno. Ele teria revidado aos disparos.

O indigenista, porém, foi ferido na troca de tiros e acabou perdendo o  controle da embarcação, que entrou na mata. Em seguida, Pelado e Jeferson teriam ido até a lancha e executado os dois.

Após o crime, os suspeitos teriam retirado os pertences pessoais das vítimas da embarcação e a afundaram. Ainda conforme o depoimento, os assassinos retornaram ao barco em que estavam e navegaram por cerca de duas horas levando os corpos das vítimas. Quando pararam, andaram cerca de 15 minutos no meio da floresta até chegarem ao local onde queimaram os corpos.

No dia seguinte, porém,  e Amarildo retornaram ao local, esquartejaram os corpos e os enterraram em um buracpo que escavaram nas imediações. De acordo com o Metrópoles, “o exame médico-legal, realizado pelos peritos da PF, indica que a morte de Dom Phillips foi causada por traumatismo toracoabdominal por disparo de arma de fogo com munição típica de caça. Foram identificados “múltiplos balins” (múltiplos projéteis de arma de fogo), ocasionando lesões na região abdominal e torácica. Ele foi atingido com um tiro.

Já a morte de Bruno Pereira foi causada, segundo os peritos, por traumatismo toracoabdominal e craniano por disparos de arma de fogo com munição utilizada para caça, “que ocasionaram lesões no tórax/abdômen (2 tiros) e face/crânio (1 tiro).”

Além de Jeferson da Silva Lima, os irmãos Amarildo da Costa Oliveira, conhecido como "Pelado" – que confessou o crime nesta quarta (15) –, e Oseney da Costa de Oliveira também estão presos. A polícia, porém, trabalha com a hipótese que mais cinco pessoas tenham participado do duplo homicídio.

Fonte: https://www.brasil247.com/brasil/assassino-narra-os-detalhes-da-perseguicao-que-resultou-na-morte-de-indigenista-e-de-jornalista-britanico-na-amazonia

quarta-feira, 15 de junho de 2022

Irmãos confessam assassinato de Bruno Pereira e Dom Phillips; corpos teriam sido decepados e incinerados


Segundo reportagem da Bandnews, Oseney da Costa contou à PF que o crime ocorreu no dia 5, dia do desaparecimento de Bruno e Dom. O motivo teria sido a pesca ilegal na região

15 de junho de 2022, 14:31 h Atualizado em 15 de junho de 2022, 15:39

www.brasil247.com - Polícia leva suspeito preso para rio onde jornalista e indigenista desapareceram na Amazônia 15/06/2022 Polícia leva suspeito preso para rio onde jornalista e indigenista desapareceram na Amazônia 15/06/2022 (Foto: REUTERS/Bruno Kelly)

247 - Oseney da Costa confessou para a Polícia Federal que ele e seu irmão, Amarildo dos Santos, o "Pelado", assassinaram o indigenista Bruno Pereira e o jornalista inglês Dom Philips. A informação foi divulgada em reportagem da Band News.

Segundo Oseney, o crime ocorreu no dia 5, dia do desaparecimento de Bruno e Dom. Ele contou à PF que os corpos teriam sido decepados e queimados na terra indígena do Vale do Javari, na Amazônia.

"O motivo do crime teria sido a pesca ilegal na região. Estavam pescando pirarucu, foram alertados por Bruno e Dom Phillips que estava fotografando. Eles foram rendidos e levados para uma vala, onde foram mortos e tiveram os corpos esquartejados e incendiados", diz a reportagem da Band.

Oseney foi levado no início da tarde desta quarta-feira pela PF para apontar o local do crime. A PF vai dar o caso como encerrado e indicar Oseney e Amarildo pelo assassinato. Também há a suspeita de participação de outras pessoas nas mortes de Dom Phillips e Bruno Araújo Pereira.

Fonte: https://www.brasil247.com/brasil/irmaos-confessam-assassinato-de-bruno-pereira-e-dom-phillips-corpos-teriam-sido-esquartejados-e-incinerados

Delegado Saraiva denuncia “máfia da Amazônia” do governo Bolsonaro e cita nomes


Delegado da PF Alexandre Saraiva citou integrantes do que ele chamou de “bancada de marginais, de bandidos”: Carla Zambelli, Telmário Motta, Jorginho Melo e outros

14 de junho de 2022, 17:36 h Atualizado em 14 de junho de 2022, 20:24

www.brasil247.com - (Foto: Divulgação)

247 - O delegado da Polícia Federal Alexandre Saraiva, ex-superintendente da PF no Amazonas, denunciou nesta terça-feira (14) uma série de parlamentares que fariam parte do que ele chamou de Bancada do Crime na Amazônia.

Durante participação de Saraiva no programa Estudio I, da Globonews, Saraiva foi perguntado se já havia sido ameaçado de morte e afirmou que "a maior parte dos políticos do Norte" trabalharia para o crime organizado: "deputados, senadores e governadores".

"Vou dizer nomes: Zequinha Marinho, Telmário Mota, Mecias de Jesus, Jorginho Melo (de Santa Catarina!), mandou ofício... Carla Zambelli foi lá também, defender madeireiro junto com Ricardo Salles. Nós temos uma bancada do crime. Na minha opinião, de marginais. São bandidos", afirmou Alexandre Saraiva.

Em 2021, Alexandre Saraiva foi transferido da Superintendência da PF no Amazonas após comandar a maior apreensão de madeira ilegal da história do Brasil e foi retirado do cargo um dia após apresentar ao STF uma notícia-crime contra Ricardo Salles. Saraiva acusava Salles de dificultar as investigações.

Assista:

Prof Sergio

@ProfSergioFS

Delegado da PF, Alexandre Saraiva, lista políticos ligados a Máfia da Amazônia, chamados de Banca de Marginais, entre eles: Carla Zambelli, Jorginho Melo, Mário Motta. O delegado também acusa o Centrão de Lira e Cia de ser financiado por essa Máfia.

3:49 PM · 14 de jun de 2022

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Leia também matéria do Brasil de Fato sobre o assunto:

Caso Bruno e Phillips escancara o perigo de defender a floresta no Brasil; veja casos recentes

Bruno Pereira aparece sentado no meio da mata da Terra Indígena (TI) do Vale do Javari, no Amazonas. Num vídeo antigo que viralizou nesta segunda-feira (13), o indigenista - desaparecido com o jornalista inglês Dom Phillips desde o último dia 5 – marca o ritmo com o pé ao entoar um canto indígena da região. Termina rindo junto com pessoas que não aparecem na imagem, dando em seguida dois tragos num cigarro.

O vídeo, que poderia ser só um registro bonito, ganha ares de comoção em contexto de informações desencontradas e pressão nacional e internacional para que os desaparecidos sejam encontrados.

Como um paradoxo trágico que se retroalimenta, quanto mais o Brasil precisa de defensores dos povos das florestas e seus territórios, mais perigoso é ser um deles. Segundo relatório da Comissão Pastoral da Terra (CPT) divulgado em abril, o número de mortes em conflitos nas zonas rurais do país aumentou 1.000% entre 2020 e 2021.  

A região amazônica, onde Bruno e Dom desapareceram, palco de casos emblemáticos de atuações e execuções de ativistas ambientais como Chico Mendes e Dorothy Stang, despontou no levantamento feito pela CPT. A Amazônia concentrou 52% de todos os conflitos por terra do país no ano passado. Nos nove estados que compõem a Amazônia Legal aconteceram 80% dos assassinatos daí decorrentes.

Nesta segunda-feira (13), enquanto equipes policiais e indígenas faziam mais um dia de busca no rio Itaquaí, centenas de pessoas protestavam em Atalaia do Norte (AM), onde o indigenista e o jornalista planejavam chegar.

Em roda, com cantos e gritos, indígenas dos sete povos representados pela União dos Povos do Vale do Javari (Univaja) denunciaram a falta de atuação contra os invasores de seus territórios, a indignação com o sumiço de Pereira e Phillips e a recorrência da violência contra indígenas e aliados. Relembre alguns casos recentes:

Sarapo Ka’apor 

No último dia 14 de maio, Sarapo Ka’apor, aos 45 anos de idade, comeu um peixe. Horas depois, morreu. Liderança da Guarda de Autodefesa dos Ka’apor na TI Alto Turiaçu, na Amazônia maranhense, Sarapo atuava no combate à invasão de madeireiros, garimpeiros e mineradores na área protegida.

Alvo de perseguição e ameaças, como uma tornada pública pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi) em janeiro, Sarapo estava incluído no programa estatal de proteção para pessoas ameaçadas. Não adiantou.  

"Tememos que pessoas influentes tenham encomendado serviço de matadores para envenenar Sarapo", escreveu em nota o Tuxa Ta Pame, Conselho de Gestão do povo Ka’apor. Por isso, os indígenas reivindicam a exumação do corpo da liderança e justiça. 

Zezico Rodrigues Guajajara

Também no Maranhão, a 476 km de São Luís, Zezico Rodrigues Guajajara foi alvejado próximo a Aldeia Zutiuá, na cidade de Arame, em 31 de março de 2020. 

Zezico era diretor do Centro de Educação Escolar Indígena Aruru e vinha denunciando a derrubada da floresta e o roubo de madeira da região. 

Foi nessa mesma TI Araribóia - área de 413 mil hectares onde vivem cerca de 12 mil indígenas - que o povo Guajajara já havia vivido, no ano anterior, a execução do jovem Paulino, outra de suas lideranças.

Paulo Paulino Guajajara

Apelidado de "Lobo mau" e "Guardião da floresta", Paulo Paulino Guajajara foi vítima de uma emboscada quando voltava de um dia de caça com um amigo, Laércio Guajajara, que conseguiu escapar ferido. Era 1 de novembro de 2019 e, atingido com tiros pelas costas, Paulino não sobreviveu.

Casado e com um filho pequeno, Paulino Guajajara também integrava o grupo indígena que atuava na preservação da mata e de seu povo, no combate à extração de madeira. Seu pai, líder espiritual, é um dos importantes cantadores tradicionais dos Guajajara.

Ari Uru-Eu-Wau-Wau

Parece a mesma história, mas é outra – com enredo repetido. Como Bruno Pereira, Sarapo Ka’arapo e Paulino Guajajara, Ari Uru-Eu-Wau-Wau também integrava um grupo auto-organizado de vigilância em defesa da floresta, registrando e denunciando extrações ilegais de madeira dentro de seu território, em Rondônia. 

Também já havia recebido ameaça de morte, antes dela se concretizar em 18 de abril de 2020. Ari foi morto aos 33 anos de idade na manhã de um sábado na estrada do município de Jaru (RO).

Fonte: https://www.brasil247.com/brasil/delegado-da-pf-denuncia-mafia-da-amazonia-do-governo-bolsonaro-e-cita-nomes

quarta-feira, 18 de maio de 2022

Dois policiais rodoviários federais são baleados e mortos em Fortaleza


Suspeito do crime foi morto a tiros por um agente da Polícia Rodoviária Estadual (PRE). Um segundo suspeito de envolvimento está sendo procurado pela polícia

18 de maio de 2022, 11:21 h Atualizado em 18 de maio de 2022, 11:32

www.brasil247.com - (Foto: Reprodução)

247 - Dois agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) foram baleados e mortos na BR-116, na manhã desta quarta-feira (18), nas imediações da Superintendência da PRF em Fortaleza. O suspeito do crime foi morto a tiros por um agente da Polícia Rodoviária Estadual (PRE) de folga, que passava pelo local. Um segundo suspeito de envolvimento está sendo procurado pela polícia.

De acordo com o policial rodoviário Márcio Moura, os dois agentes que foram alvejados - identificados como Márcio Hélio Almeida de Sousa e Raimundo Bonifácio do Nascimento Filho -estavam auxiliando um motorista que estava com o veículo enguiçado quando foram atacados. No vídeo é possível ouvir ao menos sete disparos de uma arma de fogo.

"Eles foram atacados por dois membros que tomaram as armas dele. Teve luta corporal, e um elemento também foi alvejado. Vamos encontrar também esse segundo elemento", disse Moura, de acordo com o G1.

Agentes da PRF, do Batalhão de Policiamento de Rondas e Ações Intensivas e Ostensivas (BPRaio), das Polícia Civil e Militar,estão participando das buscas pelo suspeito que teria conseguido fugir do local.

Fonte: https://www.brasil247.com/regionais/nordeste/dois-policiais-rodoviarios-federais-sao-baleados-e-mortos-em-fortaleza-video-imagens-fortes

quinta-feira, 5 de maio de 2022

Daniel Silveira se recusa a receber notificação de ordem do STF para uso de tornozeleira


Palamentar se recusou a assinar o mandado informando que não tem que usar tornozeleira eletrônica por ter recebido o perdão de pena de Bolsonaro

4 de maio de 2022, 15:35 h Atualizado em 4 de maio de 2022, 17:37

www.brasil247.com - Deputado Daniel Silveira Deputado Daniel Silveira (Foto: Agência Câmara)

247 - O deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ) se recusou, nesta quarta-feira (4), a receber a notificação do Supremo Tribunal Federal (STF) que o obriga a usar a tornozeleira eletrônica. A nova notificação pede que o parlamentar se apresente em 48h para colocar o equipamento.

De acordo com informações do G1, ao ser abordado pelo oficial na Câmara dos Deputados, Silveira se recusou a assinar o mandado informando que não tem que usar tornozeleira eletrônica por ter recebido o perdão de pena de Bolsonaro.

Daniel Silveira foi condenado em abril pelo STF a 8 anos e 9 meses de prisão, à perda do mandato e à perda dos direitos políticos. O deputado bolsonarista foi julgado por estímulo a atos antidemocráticos e ataques a ministros do Supremo e a instituições como o próprio STF.

Fonte: https://www.brasil247.com/poder/daniel-silveira-se-recusa-a-receber-notificacao-de-ordem-do-stf-para-uso-de-tornozeleira

quinta-feira, 7 de abril de 2022

Polícia encontra armas durante operação na casa do vereador Gabriel Monteiro; parlamentar foi conduzido para prestar depoimento


Monteiro é investigado pelo crime de disponibilizar registros que contenham cenas de sexo explícito ou pornografia envolvendo criança ou adolescente

7 de abril de 2022, 12:24 h Atualizado em 7 de abril de 2022, 13:13

www.brasil247.com - (Foto: Reprodução/Twitter)

247 - Investigadores da 42ª Delegacia de Polícia (DP) de Recreio dos Bandeirantes encontraram armas na casa do vereador do Rio, ex-PM e youtuber Gabriel Monteiro. Foram encontradas uma escopeta calibre 12, seis pistolas, sendo uma delas do político, e coletes à prova de balas. Monteiro é investigado pelo crime de disponibilizar registros que contenham cenas de sexo explícito ou pornografia envolvendo criança ou adolescente.

O vereador foi conduzido à delegacia para prestar depoimento e disse que não há "nada ilegal" no que foi encontrado pela polícia. “Eu vim prestar depoimento e lembrando que não encontraram nada ilegal na minha casa, tudo perfeito. Eu só vim depor. Todos os armamentos são legais e não tem nada irregular. Provavelmente, tudo será entregue agora”.

De acordo com reportagem de O Globo, também foram apreendidos todos os aparelhos telefônicos, inclusive os celulares usados por PMs que faziam a escolta de Monteiro. Além disso, um dos carros do político também foi apreendido.

Além da casa e do gabinete de Monteiro, a polícia cumpriu mandados de busca e apreensão em outros nove endereços ligados ao parlamentar.

De acordo com o delegado responsável pelo caso, o foco principal da operação são fotos e vídeos que seriam registros de cenas de sexo explícito ou pornografia envolvendo criança ou adolescente ao qual ex-funcionários dizem terem sido feitas por Gabriel Monteiro.

Fonte: https://www.brasil247.com/poder/policia-encontra-armas-durante-operacao-na-casa-do-vereador-gabriel-monteiro-parlamentar-foi-conduzido-para-prestar-depoimento

quarta-feira, 6 de abril de 2022

Irmã de Adriano da Nóbrega diz em escuta da polícia que Planalto ofereceu cargos em troca da morte do miliciano


"Já tinham dado cargos comissionados no Planalto pela vida dele, já. Fizeram uma reunião com o nome do Adriano no Planalto", diz a irmã do miliciano em uma escuta policial

6 de abril de 2022, 13:24 h Atualizado em 6 de abril de 2022, 13:35

www.brasil247.com - Adriano Magalhães da Nóbrega e Jair  Bolsonaro Adriano Magalhães da Nóbrega e Jair Bolsonaro (Foto: Reprodução | REUTERS/Adriano Machado)

247 - Uma escuta telefônica feita pela Polícia Civil do Rio de Janeiro mostra Daniela Magalhães da Nóbrega, irmã do ex-policial e miliciano  Adriano Magalhães da Nóbrega, morto durante uma suposto tiroteio em operação policial na Bahia, afirmando que o Palácio do Planalto teria oferecido cargos comissionados em troca da morte do ex-capitão da Polícia Militar. As escutas teriam sido gravadas há dois anos.

De acordo com os áudios divulgados pelo jornal Folha de S. Paulo, durante uma conversa com uma tia dois dias após a morte do miliciano, Daniela diz que Adriano teria ficado sabendo da existência de uma reunião “envolvendo seu nome no palácio e do desejo de que se tornasse um ‘arquivo morto’” apenas dois dias antes de sua morte.

"Ele já sabia da ordem que saiu para que ele fosse um arquivo morto. Ele já era um arquivo morto. Já tinham dado cargos comissionados no Planalto pela vida dele, já. Fizeram uma reunião com o nome do Adriano no Planalto. Entendeu, tia? Ele já sabia disso, já. Foi um complô mesmo", diz Daniela na gravação autorizada pela Justiça. "Ele falou para mim que não ia se entregar porque iam matar ele lá dentro. Iam matar ele lá dentro. Ele já estava pensando em se entregar. Quando pegaram ele, tia, ele desistiu da vida”, afirma ela em outro trecho da escuta.

Adriano da Nóbrega, que era ligado ao Clã Bolsonaro, foi morto em 9 de fevereiro de 2020 durante um cerco policial na Bahia. Ele também era suspeito de envolvimento no esquema da "rachadinha" no antigo gabinete do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

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Procurados, o Palácio do Planalto e a defesa de Daniela não se posicionaram sobre o conteúdo das escutas.

Leia matéria do Brasil de Fato que faz retrospectiva do caso do assassinato de Marielle, no qual Adriano da Nóbrega é citado:

Brasil de Fato - Nesta segunda-feira (14), a execução da vereadora Marielle Franco (PSOL) e de seu motorista, Anderson Gomes, completa quatro anos. Neste período, a apuração do crime ainda não deu conta de encontrar o mandante do assassinato. No mapa da investigação, porém, milicianos, ex-policiais e políticos do Rio de Janeiro figuram como suspeitos.

O presidente Jair Bolsonaro (PL) já negou, por diversas vezes, que tenha ligação com milicianos. “Sou ex-capitão do Exército brasileiro e muitos policiais militares do Rio de Janeiro são bons amigos meus. Por coincidência um desses supostos assassinos de Marielle morava do lado oposto da minha rua", disse, em março de 2019, à emissora Fox News.

Em fevereiro de 2020, voltou a ser questionado sobre o assunto e respondeu: “Eu não conheço a milícia do Rio de Janeiro, não existe nenhuma ligação minha com a milícia do Rio de Janeiro, não existe nenhuma ligação minha com milícia no Rio de Janeiro, zero, zero”.

Nesta reportagem, o Brasil de Fato mostra qual a relação dos citados no caso da morte de Marielle Franco e Anderson Gomes com a família Bolsonaro.

Um dos acusados do assassinato de Marielle é vizinho do presidente

No decorrer das investigações do assassinato de Marielle Franco ficou constatado que o policial reformado Ronnie Lessa, acusado de ser o autor dos disparos que mataram a vereadora do Psol, era vizinho de Bolsonaro. Ambos moravam no condomínio Vivendas da Barra, na mesma rua, no Rio de Janeiro. “Não lembro desse cara. Meu condomínio tem 150 casas”, disse o presidente segundo a Folha de S.Paulo, em café da manhã com alguns jornalistas.

Namoro de filha de acusado do assassinato com Jair Renan Bolsonaro

Em 2019, o delegado Giniton Lages, titular da Delegacia de Homicídios do Rio de Janeiro e um dos responsáveis pelas investigações da execução de Marielle Franco, confirmou que a filha de Ronie Lessa, preso sob acusação de ser um dos autores do homicídio, namorou um dos filhos do presidente Jair Bolsonaro, o caçula Jair Renan Bolsonaro.

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Foto de Elcio Queiroz com o então candidato Jair Bolsonaro

Após a prisão, foi revelado que o cúmplice de Lessa na execução, o ex-PM Elcio de Vieira Queiroz, publicou uma imagem em que aparece lado a lado com Bolsonaro em 4 de outubro de 2018, às vésperas do primeiro turno da eleição presidencial. Dias antes, em 25 de setembro, o mesmo perfil postou uma gravação de um show de Paulo Ricardo com a legenda "Homenagem de Paulo Ricardo (RPM) ao Capitão Bolsonaro!"

Passaporte diplomático para família Brazão

João Vitor Moraes Brazão e Dalila Maria de Moraes Brazão, filho e esposa do deputado federal Chiquinho Brazão (Avante-RJ), receberam do Itamaraty o passaporte diplomático em 9 de julho deste ano. O parlamentar, que também possui o documento, é irmão de Domingos Inácio Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) acusado de obstruir as investigações sobre o assassinato da vereadora Marielle Franco, ocorrido em março de 2018, e suspeito de ser um dos mandantes do crime. Os integrantes da família Brazão estão em uma lista com os 1694 passaportes diplomáticos emitidos pelo governo Jair Bolsonaro (PSL), a qual o Brasil de Fato teve acesso por meio da Lei de Acesso à Informação.

Adriano da Nóbrega: morte suspeita

O miliciano Adriano da Nóbrega, ex-oficial do Bope, é apontado como chefe da organização criminosa Escritório do Crime. Assassinado no dia 9 de fevereiro de 2020, após uma operação policial que tentava capturá-lo na Bahia, depois de um ano foragido, ele é figura-chave para compreender diversos crimes, mas também para entender a relação do clã Bolsonaro com as milícias cariocas.

Flávio empregou mãe e esposa de miliciano

No mandato do então deputado estadual Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), trabalharam a ex-esposa e a mãe de Nóbrega, Danielle Mendonça da Costa e Raimunda Veras Magalhães, respectivamente. Elas receberam um total de R$ 1.029.042,48 em salários e repassaram R$ 203 mil para Fabrício Queiroz, respeitando o esquema estabelecido no gabinete para beneficiar o parlamentar, de acordo com a denúncia do MPE.

Homenagem de Flávio e amizade com Queiroz

A amizade também é a natureza da relação entre Adriano da Nóbrega e Queiroz, que se conhecem desde 2003, quando serviram juntos no 18º Batalhão da Polícia Militar do Rio de Janeiro (PMRJ). Justamente neste ano, Nóbrega recebeu a primeira homenagem de Flávio Bolsonaro na Alerj. A segunda viria em 2005, ano em que o ex-agente do Bope foi julgado e condenado por um júri popular, por conta de um homicídio.

Apoio de Jair Bolsonaro na Câmara dos Deputados

Durante o seu julgamento, Nóbrega recebeu um apoio importante, do então deputado federal Jair Bolsonaro. Após a audiência que culminou na condenação do miliciano, o atual presidente da República foi até a tribuna da Câmara dos Deputados e defendeu o militar. “Ele sempre foi um brilhante oficial”.

Vereador citado no caso é autor de PL que favoreceu Michelle e Jair

Em maio de 2021, o vereador Marcello Siciliano foi mencionado por uma testemunha, por suposto envolvimento na morte de Marielle. Siciliano chegou a ser preso, mas pouco tempo depois seu envolvimento foi descartado. Empresário da construção civil e cumprindo seu primeiro mandato na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, Marcello Siciliano se elegeu em 2016, com votação expressiva na zona oeste do município, em regiões controladas pelas milícias, como Rio das Pedras.

Em dezembro de 2018, a Câmara Municipal aprovou um projeto de Marcello Siciliano, em parceria com os vereadores Felipe Michel (PSDB) e Inaldo Silva (PRB), que autorizava a Igreja Batista Atitude, na Barra da Tijuca, a construir uma templo novo e maior, que já foi inaugurado. A igreja é frequentada por Michelle Bolsonaro e Jair Bolsonaro, que receberam, inclusive, uma festa de despedida dos fieis quando foram morar em Brasília.

Citado também foi homenageado por Flávio Bolsonaro

Outro importante personagem do Escritório do Crime, o major Ronald Paulo Alves, apontado por uma testeminha como responsável por organizar o grupo de assassinos que executariam Marielle Franco e Anderson Gomes, também foi homenageado por Flávio Bolsonaro na Alerj. Em 2004, o filho do presidente celebrou uma ação comandada por Alves que terminou com três mortes. Um ano antes, em 2003, o major teria participado da chacina de cinco jovens dentro da boate Via Show, em São João de Meriti. Quatro policiais já foram condenados pelo caso e somente o agente condecorado por Flávio Bolsonaro ainda não foi julgado.

Fonte: https://www.brasil247.com/brasil/planalto-ofereceu-cargos-em-troca-da-morte-de-adriano-da-nobrega-miliciano-que-ligava-o-cla-bolsonaro-a-marielle

sexta-feira, 25 de março de 2022

PM aborda carro de irmão de Davi Alcolumbre e encontra R$ 500 mil em espécie


Alberto Alcolumbre afirmou que a quantia lhe pertence, alegando que o dinheiro pagaria um estudo jurídico que ele havia contratado

25 de março de 2022, 13:02 h Atualizado em 25 de março de 2022, 13:18

www.brasil247.com - Alberto Alcolumbre Alberto Alcolumbre (Foto: Reprodução)

247 - Durante uma abordagem na madrugada desta sexta-feira (25) em São Paulo a um Ford Fusion preto com ‘atividade suspeita’, a Polícia Militar verificou que dentro do carro estava o advogado Alberto Samuel Alcolumbre Tobelem, irmão do senador Davi Alcolumbre (UB-AP), e encontrou com ele R$ 499.970,00 em espécie.

A abordagem aconteceu na Av. Olavo Fontoura, próximo ao Sambódromo do Anhembi, na zona norte da capital paulista.

Alberto Alclolumbre e um outro homem, identificado como Sergio Barbosa Arruda, foram conduzidos à Delegacia de Polícia. Foi lavrado um boletim de ocorrência sobre ‘averiguação de atividade suspeita’. A quantia foi apreendida e ambos foram liberados.

De acordo com a polícia, durante uma operação de bloqueio, o carro de Alberto Alcolumbre, ao avistar as viaturas policiais, parou e deu marcha ré. Os policiais fizeram a abordagem e encontraram o dinheiro em duas malas dentro do carro.

À Polícia, o irmão de Davi Alcolumbre disse que a quantia lhe pertence, alegando que o dinheiro pagaria um estudo jurídico que ele havia contratado. Alberto Alcolumbre afirmou que a quantia é ‘fruto de seu trabalho como advogado’, bem como de ‘transações comerciais particulares que realiza, dentre elas, a compra e venda de automóveis’.

Ele disse que tem como comprovar a procedência do dinheiro e o fará por meio de seu advogado ainda nesta sexta-feira.

Fonte: https://www.brasil247.com/regionais/sudeste/pm-aborda-carro-de-irmao-de-davi-alcolumbre-e-encontra-r-500-mil-em-especie

terça-feira, 22 de fevereiro de 2022

Sob estímulo de Bolsonaro, registro de armas de fogo por civis cresce 300% em um ano


Polícia Federal registrou 204,3 mil novas armas de fogo em poder de civis em 2021

22 de fevereiro de 2022, 09:07 h Atualizado em 22 de fevereiro de 2022, 09:25

www.brasil247.com - (Foto: © Reuters/Pilar Olivares/Direitos Reservados)

247 - A flexibilização promovida pelo governo Jair Bolsonaro para que civis tenham acesso facilitado à armas de fogo resultou em uma alta de 300% no registro destes artefatos ao longo do ano passado. De acordo com o jornal O Globo, a Polícia Federal registrou 204,3 mil novas armas de fogo em poder de civis em 2021.

O número de registros já havia crescido nos anos anteriores. Em 2019, foram registradas 94.064 novas armas registradas e em 2020 o volume chegou a 177.782. Ainda conforme a reportagem, o volume licenciado em 2021 corresponde a 13,5% das 1,5 milhão de armas de fogo com registro ativo na Polícia Federal. Em 2021,  das 204,3 mil novas armas registradas, 76% (ou 155,2 mil) foram para cidadãos comuns.

Para Daniel Cerqueira, do Fórum de Segurança Pública, o aumento da circulação de armas de fogo por cidadãos comuns é um risco para a segurança pública. “Há um consenso na literatura científica empírica internacional e nacional de que quanto maior a circulação de armas, mais homicídios, feminicídios, suicídios”, afirma.

Cerqueira foi autor de um estudo que apontou que a cada 1% de armas a mais em uma determinada localidade, a taxa de homicídios cresce 2%.

Fonte: https://www.brasil247.com/brasil/sob-estimulo-de-bolsonaro-registro-de-armas-de-fogo-por-civis-cresce-300-em-um-ano

PF faz operação para apurar suspeita de superfaturamento na compra de ventiladores pulmonares pela gestão Doria


Suspeita é que superfaturamento tenha chegado a R$ 63,3 milhões

22 de fevereiro de 2022, 08:53 h Atualizado em 22 de fevereiro de 2022, 09:25

www.brasil247.com - Policial federal carrega uma bolsa ao chegar à sede da Polícia Federal em São Paulo Policial federal carrega uma bolsa ao chegar à sede da Polícia Federal em São Paulo (Foto: REUTERS/Nacho Doce)

247 - A Polícia Federal deflagrou uma operação na manhã desta terça-feira (22) para apurar supostos indícios de  superfaturamento na compra de ventiladores pulmonares utilizados no tratamento de pacientes com Covid-19  pela gestão do governador de São Paulo, João Doria (PSDB). De acordo com o jornal O Globo, estão sendo cumpridos sete mandados de busca e apreensão na capital paulista. O sobrepreço foi estimado em R$ 63,3 milhões.

Ainda conforme a reportagem, as irregularidades teriam acontecido em contratos referentes a compra de 1.280 equipamentos fabricados na China, por meio de uma empresa estrangeira com sócios brasileiros. O custo total teria chegado a R$ 242,3 milhões. Os equipamentos teriam sido comprados sem licitação em função do estado de emergência sanitária resultante do avanço da pandemia.

Os mandados para apurar os  possíveis crimes de associação criminosa, corrupção passiva e corrupção ativa foram expedidos pela 10ª Vara Criminal Federal de São Paulo.

Fonte: https://www.brasil247.com/regionais/sudeste/pf-faz-operacao-para-apurar-suspeita-de-superfaturamento-na-compra-de-ventiladores-pulmonares-pela-gestao-doria

sábado, 20 de novembro de 2021

Bomba: governo Bolsonaro ajudou Olavo de Carvalho a fugir do Brasil com avião da FAB


Revelação de que o governo facilitou a fuga do guru da extrema direita, que deveria prestar informações à Polícia Federal, foi feita pela escritora Daniela Abade; confira

20 de novembro de 2021, 14:34 h Atualizado em 20 de novembro de 2021, 14:34Olavo de Carvalho Olavo de Carvalho (Foto: Reprodução)

247 – A escritora Daniela Abade publicou uma revelação bombástica em seu twitter: a de que Olavo de Carvalho, que estava internado e deveria prestar explicações à Polícia Federal, fugiu do Brasil utilizando um avião da FAB, que depois foi utilizado pelo ministro das Comunicações, Fábio Faria. Na prática, o governo facilitou a fuga de um personagem que deveria prestar contas à PF. Siga o fio:

Daniela Abade

@_danielaabade

Vou soltar aqui a thread com tudo o que descobri do Olavo e como foi essa história, ok? Então segura, porque tem coisa demais.

1:31 PM · 20 de nov de 2021

5,3 mil

203

Copiar link para o Tweet

Fonte: https://www.brasil247.com/brasil/bomba-governo-bolsonaro-ajudou-olavo-de-carvalho-a-fugir-do-brasil-com-aviao-da-fab

Não deixe conferir na Fonte citada:https://www.brasil247.com/

quarta-feira, 27 de outubro de 2021

Exclusivo: traficantes da FAB combinaram assassinato de testemunhas

Os investigados se encontraram na casa de Marcos Daniel, o Chico Bomba. A mansão é avaliada em R$ 4 milhões

Mirelle Pinheiro

Carlos Carone

27/10/2021 5:45,atualizado 27/10/2021 9:05

Mansão

Uma mansão localizada no Lago Sul (foto principal), região nobre de Brasília, serviu de palco para uma reunião macabra de narcotraficantes da capital federal. Os suspeitos, também apontados como financiadores do tráfico internacional de cocaína por meio de aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB), se encontraram, em fevereiro deste ano, com o intuito de planejar o assassinato de duas testemunhas que teriam delatado os criminosos à Polícia Federal.

A reunião foi convocada após quatro homens serem alvo da Operação Quinta Coluna, deflagrada em 2 de fevereiro pela PF. São eles: o filho de um diplomata italiano, Michelle Tocci, conhecido como Barão do Ecstasy; Marcos Daniel Penna Borja Rodrigues Gama, o Chico Bomba; Augusto César de Almeida Lawal, o Guto; e Márcio Moufarrege, vulgo Macaco.

Os investigados teriam marcado o encontro na casa de Marcos Daniel, um imóvel de luxo avaliado em R$ 4 milhões. A “conferência” do crime ainda contou com a participação de Alexandre Fuão, um amigo do grupo. Na ocasião, os homens debateram o tema e chegaram à conclusão de que ao menos duas pessoas poderiam ter feito denúncias anônimas à corporação federal.

Márcio Moufarrege é o personal trainer alvo de mandado de busca e apreensão cumprido pela PF

Marcos Daniel Penna Borja Rodrigues Gama, conhecido como “Chico Bomba”

Marcos Daniel Penna Borja Rodrigues Gama, conhecido como Chico BombaReprodução redes sociais

Mansão

Mansão no Lago Sul

Márcio Moufarrege é o personal trainer alvo de mandado de busca e apreensão cumprido pela PF

Marcos Daniel Penna Borja Rodrigues Gama, conhecido como “Chico Bomba”

Marcos Daniel Penna Borja Rodrigues Gama, conhecido como Chico BombaReprodução redes sociais

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Os nomes dos dois supostos delatores foram colocados na mesa, e o quinteto decidiu “passar” (matar) ambos. O grupo chegou a garantir que a informação sobre a identidade dos denunciantes era fidedigna, pois “uma fonte, um policial civil,” havia confirmado. Esse mesmo servidor ainda teria alertado um advogado do bando sobre denúncias recebidas por outra corporação.

Apesar da mobilização da rede criminosa, os homicídios não chegaram a ocorrer.

Mais sobre o assunto
Prisão

Conforme o Metrópoles revelou, em 18 de outubro deste ano, as investigações da PF resultaram na prisão de Chico Bomba. Agentes e delegados colheram provas de que Marcos Daniel estava ameaçando testemunhas. Ele pode responder pelos delitos de tráfico internacional de drogas e associação para o tráfico, com penas que chegam a 30 anos de prisão.

Em fevereiro de 2021, a reportagem teve acesso a trechos do inquérito que culminou na Operação Quinta Coluna. Os documentos detalham como os criminosos se associaram a militares com o objetivo de transportar entorpecentes à Europa.

Chico Bomba seria o chefe da quadrilha especializada em tráfico internacional, que contou com integrantes da FAB para levar cocaína a outros países.

Gama é apontado como um dos donos da droga encontrada na mala do sargento Manoel Silva Rodrigues, em 2019. O flagrante foi realizado durante uma escala em Sevilha, na Espanha. O militar estava a bordo de uma aeronave de apoio à comitiva do presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), que viajava ao Japão para reunião da cúpula do G20.

Lavagem de dinheiro

O narcotraficante também tem negócios que, de acordo com a Polícia Federal, serviriam para lavagem de dinheiro. É sócio da Premier Academia Ltda., localizada na Asa Sul; da Belix Incorporações, na Asa Norte; e da PCL Serviços Administrativos, em Santa Catarina. As empresas foram alvo da PF.

Segundo informações da Receita Federal do Brasil, há duas propriedades milionárias no nome de Chico Bomba, uma de R$ 1,6 milhão e outra avaliada em R$ 2,3 milhões.

O outro lado
Michele Tocci, por meio do advogado Frederico Donati Barbosa, explicou que não ameaçou – direta ou indiretamente, por si ou ou por intermédio de terceiros – qualquer pessoa. “No ponto, é importante rememorar que o depoimento anônimo juntado aos autos textualmente indica desconhecimento sobre a participação de Michele Tocci em episódios envolvendo aviões da FAB, ainda que a título de financiamento. Limita-se, quando muito, a vinculá-lo a evento que teria ocorrido – no aeroporto de Brasília – há mais de 15 anos. Ocorre, no entanto, que Michele Tocci – quanto a essa exata suspeita – foi absolvido pelo mérito em sentença já transitada em julgado”, diz a nota.

O advogado segue reforçando que “Michele Tocci já prestou depoimento para os investigadores, respondendo absolutamente todos os questionamentos realizados”. A reportagem não conseguiu localizar a defesa dos demais suspeitos. O espaço segue aberto para manifestação.

Fonte: https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/exclusivo-traficantes-da-fab-combinaram-assassinato-de-testemunhas

terça-feira, 19 de outubro de 2021

Ex-ministros recorrem ao Supremo para Bolsonaro explicar acusação de que incentivavam a pedofilia


Ministros que integraram os governos FHC, Lula e Dilma pediram ao STF que interpele Jair Bolsonaro para ele explicar as acusações de pedofilia contra ex-titulares dos Direitos Humanos. Disseram que, "numa só tacada", atingiu a honra e a reputação de todos eles ao imputar "conivência e estímulo a comportamento [a pedofilia] dotado de relevante reprovação social"

19 de outubro de 2021, 07:46 h Atualizado em 19 de outubro de 2021, 08:19

Jair Bolsonaro e o STF mais uma criança Jair Bolsonaro e o STF mais uma criança (Foto: Alan Santos/PR | Dorivan Marinho/SCO/STF | Reprodução)

247 - Dez ex-ministros e ex-secretários dos Direitos Humanos apresentaram uma interpelação criminal ao Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo que Jair Bolsonaro explique declarações associando à pedofilia. Entre eles há integrantes dos governos Fernando Henrique Cardoso, Lula e Dilma Rousseff. A informação foi publicada pela coluna de Mônica Bergamo, no jornal Folha de S.Paulo.

Bolsonaro fez a acusação em um evento chamado "Simpósio da Cidadania Cristã", na Igreja Batista Central de Brasília, no começo deste mês. "Quem lembra o que era o Ministério dos Direitos Humanos? Quem eram as pessoas que já ocuparam aquele ministério? Como uma, por exemplo, que tinha lá um site chamado 'Humaniza Redes', que era... que incentivava a pedofilia. Dizia que o pedófilo era um doente, [que] devia ser entregue para um hospital, e não ser levado a uma delegacia", disse.

Na interpelação, assinada pelos advogados Antonio Claudio Mariz de Oliveira, Tarso Genro e Soraia da Rosa Mendes, os ex-ministros afirmaram que Bolsonaro costuma usar o microfone para "promover ofensas e ataques à honra alheia". Também disseram que, "numa só tacada", atingiu a honra e a reputação de todos eles ao imputar "conivência e estímulo a comportamento [a pedofilia] dotado de relevante reprovação social".

Os ex-ministros querem que Bolsonaro "cite fatos concretos" depois de fazer as acusações e informe se algum dos ex-ministros foi processado ou investigado "sob acusação de prática de pedofilia".

Os ex-ministros que acionaram o STF são Gilberto Vargas, Maria do Rosário, Ideli Salvatti, Nilmário Miranda, José Gregori, Mário Mamede, Paulo Vannuchi, Nilma Lino Gomes, Paulo Sérgio Pinheiro e Rogerio Sottili.

Fonte: https://www.brasil247.com/brasil/ex-ministros-recorrem-ao-supremo-para-bolsonaro-explicar-acusacao-de-que-incentivavam-a-pedofilia

quinta-feira, 2 de setembro de 2021

Assessor de Marcos Rogério é preso pela PF em operação contra tráfico de drogas


Marcelo Guimarães Cortez Leite é apontado como parte de um grupo que transporta drogas entre Rondônia e o Ceará e que teria movimentado uma tonelada de cocaína em 15 dias

2 de setembro de 2021, 17:50 h Atualizado em 2 de setembro de 2021, 17:50

Marcos Rogério Marcos Rogério (Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado)

247 - Em uma operação contra o tráfico de drogas, a Polícia Federal prendeu nesta quarta-feira (1), segundo Juliana Dal Piva, do UOL, o assessor do senador governista Marcos Rogério (DEM-RO) Marcelo Guimarães Cortez Leite.

Marcos Rogério é um dos mais ferrenhos defensores do governo Jair Bolsonaro na CPI da Covid. Após a prisão, o senador exonerou o assessor.

A casa de Leite foi alvo de um mandado de busca e apreensão e a prisão preventiva decretada pelo juiz Luís Antônio Sanada Rocha, da 1ª Vara de Tóxicos e Delitos de Porto Velho, no âmbito da Operação Alcance.

Segundo a PF, o grupo, que transporta drogas entre Rondônia e Fortaleza, no Ceará, movimentou uma tonelada de cocaína e chegou a receber R$ 1,5 milhão em 15 dias. A verba seria lavada em Porto Velho, capital de Rondônia.

Em nota, a assessoria de Marcos Rogério diz que ele foi "surpreendido com a notícia de busca e apreensão na casa de um dos meus assessores, lotado no escritório de apoio parlamentar de Porto Velho, RO. Não tenho informações se existe ou não envolvimento na prática de algum ilícito, mas em decorrência das investigações em curso decidi exonerá-lo, aguardando maiores esclarecimentos dos fatos".

Fonte: https://www.brasil247.com/brasil/assessor-de-marcos-rogerio-e-preso-pela-pf-em-operacao-contra-trafico-de-drogas

quarta-feira, 1 de setembro de 2021

PF prende no aeroporto de Congonhas prefeito gaúcho com R$ 505 mil para financiar atos pró-golpe de 7 de setembro


A PF flagrou o prefeito de Cerro Grande do Sul (RS), Gilmar João Alba (PSL), com R$ 505 mil em Congonhas (SP). O dinheiro seria para financiar os atos pró-golpe do dia 7 de setembro, segundo denúncia enviada ao senador Humberto Costa (PT-PE), membro da CPI da Covid. Senadores pediram à comissão para encaminhar a denúncia ao ministro Alexandre de Moraes, do STF

1 de setembro de 2021, 11:32 h Atualizado em 1 de setembro de 2021, 11:43

Prefeito de Cerro Grande do Sul (RS), Gilmar João Alba Prefeito de Cerro Grande do Sul (RS), Gilmar João Alba (Foto: Prefeitura de Cerro Grande do Sul/Divulgação)\

247 - A Polícia Federal (PF) flagrou na última quinta-feira (26) prefeito de Cerro Grande do Sul (RS), Gilmar João Alba (PSL), com R$ 505 mil no aeroporto de Congonhas, em São Paulo. O dinheiro foi encontrado armazenado em caixas de papelão durante a inspeção por raio-x. A PF disse que, ao ser abordado, o prefeito, conhecido como "Gringo", afirmou não saber o valor total transportado. Na sequência, teria dito que carregava R$ 1,4 milhão. A informação foi publicada pelo blog do Fausto Macedo.

"Em virtude da dúvida sobre a origem lícita do numerário, o montante foi apreendido pela Polícia Federal, todavia, durante a contagem, foi constatado que a soma era de R$ 505.000,00 (quinhentos e cinco mil reais), contrariando as versões do passageiro", informou a corporação em nota.

A notícia ganhou repercussão na CPI da Covid, nesta quarta-feira (1). "Esse prefeito viria num avião fretado, imaginando que não houvesse controle da Polícia Federal", destacou o senador Humberto Costa (PT-PE). "Os indícios são de que os recursos viriam para financiar o ato contra a democracia o dia 7 de setembro", afirmou o parlamentar, que pediu ao presidente da CPI da Covid, Omar Aziz (PSD-AM), um encaminhamento da denúncia ao Supremo Tribunal Federal (STF).

"Gostaria de pedir a Vossa Excelência que pudesse enviar ao ministro Alexandre de Moraes (do STF), para que ele possa tomar as medidas cabíveis", continuou.

O vice-presidente da CPI, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), endossou o petista. "Essa informação dá conta do financiamento de crimes contra a ordem democrática, contra o Estado democrático de direito que deve acontecer nos próximos dias. É urgente um encaminhamento que a presidência da CPI encaminhe aos cuidados do ministro para a tomada de todas as providências. Essa denúncia pode dar conta de um esquema criminoso, de financiamento contra a democracia".

Fonte: https://www.brasil247.com/brasil/pf-apreende-com-prefeito-gaucho-r-505-mil-para-financiar-atos-pro-golpe-no-aeroporto-de-congonhas