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terça-feira, 22 de março de 2022

Escassez de fertilizantes, outro impacto do conflito na Ucrânia na América Latina


Países como México, Argentina e Brasil alertam sobre os problemas para produzir e o impacto que terá na segurança alimentar da região

22 de março de 2022, 17:35 h Atualizado em 22 de março de 2022, 17:49

www.brasil247.com - (Foto: Divulgação)

Sputnik - O conflito na Ucrânia e as sanções econômicas contra a Rússia comprometem a disponibilidade dos fertilizantes mais utilizados para produzir alimentos na América Latina.

Países como México, Argentina e Brasil alertam sobre os problemas para produzir e o impacto que terá na segurança alimentar da região.

A segurança alimentar pode ser seriamente afetada em todo o mundo durante 2022, especialmente na América Latina — uma região global exportadora de alimentos —, devido à escassez de fertilizantes no mercado de insumos agrícolas em escala global, alertaram em março da reunião de ministros da Agricultura das Américas.

Junto com a instabilidade na produção de energia e a forte relação entre hidrocarbonetos e produção de fertilizantes, as sanções econômicas impostas pelos EUA e União Europeia à Rússia — o maior produtor mundial de fertilizantes depois da China —, aumentaram após o início da operação militar especial russa na Ucrânia e só acentuou a escassez de alimentos e a escalada dos preços.

Note-se que a Rússia extrai e comercializa cerca de 20% do gás natural em todo o mundo, sendo o gás — através da extração de amônia e nitrogênio —, principal insumo — juntamente com o petróleo —, de uréia, os grânulos sólidos de nitrogênio mais utilizados mundialmente como um fertilizante.

E os fertilizantes na América Latina?

Os produtores latino-americanos começam a enfrentar dificuldades no acesso aos fertilizantes, já que a Rússia representa cerca de 15% do comércio mundial de fertilizantes nitrogenados e 17% de fertilizantes potássicos.

A ministra da Agricultura do Brasil, Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias, assumiu complicações para o setor agrícola de seu país ao reconhecer que o Brasil importa até 85% dos insumos para a produção de fertilizantes da Rússia, pelos quais será afetado em em última análise, o acesso a produtos alimentares básicos, como farinha de trigo e outros cereais.

"A volatilidade atingiu o mundo inteiro em decorrência da crise na Europa. Disponibilidade e preço serão incertos no curto e médio prazo. Se posicionar e adquirir o produto com antecedência será essencial para garantir o fornecimento dos insumos que os produtores precisam”, disse Miguel Cané, presidente da Associação de Produtores de Trigo da Argentina (ARGENTRIGO), à mídia argentina.

O ministro argentino da Agricultura, Pecuária e Pesca, Julián Domínguez, procurou trazer tranquilidade ao garantir à mídia local que "os produtores de trigo e cevada terão os fertilizantes e produtos fitossanitários de que precisam". Em todo o caso, insistiu na necessidade de “arbitrar os mecanismos necessários para ter pleno acesso aos principais insumos para a produção, evitar a escassez de alimentos e mitigar a aceleração dos preços”.

O México está em situação semelhante. O país norte-americano enfrenta aumentos de até 79% no preço dos insumos importados para a produção de fertilizantes, segundo fontes do Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural, situação que ameaça a produção agrícola local.

"A escassez de gás natural está reduzindo a produção mundial desses produtos e sua disponibilidade, que somada ao aumento acelerado do valor dos insumos derivados de hidrocarbonetos, aumentou ainda mais seu preço", disse Juan Carlos Anaya, diretor do Grupo Consultor de Mercados Agrícolas (GCMA), à mídia mexicana .

Em média, o aumento dos preços de fertilizantes e insumos para sua produção em todo o mundo registrou um aumento anual de 89% segundo a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), devido ao aumento do preço do gás natural, transporte custos e o efeito das sanções econômicas sobre a Rússia.

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"O impacto será principalmente na uréia, já que 29% do que compramos vem da Rússia, que há poucos dias anunciou que não vai mais exportar. No México, 60% de suas necessidades são importadas", comentou Anaya.

Por sua vez, o vice-presidente do Conselho Nacional de Agricultura do México (CNA), Rogelio García, destacou que, durante o ano de 2021, o México “importou 62% de suas necessidades de fertilizantes e a Rússia representou 29% do produto importado, portanto o aumento de seu preço pode limitar a produção do ciclo primavera-verão”.

Fonte: https://www.brasil247.com/americalatina/escassez-de-fertilizantes-outro-impacto-do-conflito-na-ucrania-na-america-latina

segunda-feira, 17 de maio de 2021

Espaçonave chinesa Chang'e-5 tira FOTOS formidáveis do espaço profundo


A Terra e a Lua (visão artística)

© CC0 / Pixabay

Ciência e tecnologia

12:20 17.05.2021URL curta

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A nave espacial chinesa Chang'e-5 realizou no fim do ano passado uma entrega histórica de rochas lunares à Terra, porém, sua missão ainda continua com vários experimentos no espaço profundo.

Em dezembro de 2020, a espaçonave Chang'e-5 descarregou na Terra uma cápsula com cerca de dois quilogramas de material lunar, avança portal Space.

Depois desta missão, o módulo do orbitador acionou seus motores para ir a um lugar no espaço chamado os Pontos de Lagrange, que se localizam a cerca de 1,5 milhões de quilômetros da Terra na direção do Sol.

Da órbita em torno desta área gravitacionalmente equilibrada, Chang'e-5 tirou uma imagem incrível da Terra junto à Lua.

Agora, a nave espacial está realizando uma série de testes relacionados ao controle da órbita e observações da Terra e do Sol que ajudariam a fornecer informações importantes a futuras missões.

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© Foto / CNSA / CLEP

Painéis solares das câmeras de monitoramento

As contínuas operações da Chang'e-5 são um trabalho extra de uma missão já bem-sucedida, por isso, suas imagens não são aperfeiçoadas ao máximo para observações detalhas do espaço profundo.

A Chang'e-5 foi lançada em 24 de novembro. A missão pousou no lado mais próximo da Lua em 1º de dezembro, coletou amostras durante dois dias e voltou à Terra, pousando na região da Mongólia Interior, na China, em 16 de dezembro.

A China se tornou o terceiro país na história, depois dos Estados Unidos e da União Soviética, a realizar com sucesso uma missão de retorno de amostras do solo lunar.

Fonte: https://br.sputniknews.com/ciencia_tecnologia/2021051717534713-espaconave-chinesa-change-5-tira-fotos-formidaveis-do-espaco-profundo/

sexta-feira, 27 de dezembro de 2019

EUA e Rússia se movem contra ameaças de asteróides


O que eles sabem? EUA e Rússia desenvolvem planos para lidar com asteróides vindouros

    Michael Snyder
    End Of The American Dream

    27 de dezembro de 2019

    Quando os russos tomam uma ação decisiva, geralmente é por uma razão.

    Como você verá abaixo, os russos decidiram repentinamente que agora é a hora de criar uma organização encarregada de detectar, rastrear e potencialmente destruir asteróides que chegam.

    Eles estão fazendo isso agora porque finalmente decidiram que é uma boa ideia ou algo chamou sua atenção?

    É claro que eles provavelmente não admitirão publicamente se chegaram à conclusão de que uma gigantesca rocha espacial está se dirigindo diretamente para nós.

    Assim como o governo dos EUA, o governo russo está muito interessado em manter a ordem social e, portanto, provavelmente adiaria a divulgação ao público sobre um potencial impacto de asteróide pelo maior tempo possível.

    Na vida, o que as pessoas fazem é muito mais importante do que dizem, e o novo centro que os russos acabaram de criar não estará apenas observando rochas espaciais gigantes. De acordo com o futurismo, esta nova organização será responsável por garantir que "eles não colidam com a Terra" ...

    A agência espacial russa Roscosmos está criando um centro dedicado ao monitoramento de meteoros, cometas e asteróides para garantir que eles não colidam com a Terra - mesmo que seja necessário explodi-los no espaço.

    “Como parte da criação de um sistema de monitoramento e suporte de informações para a segurança de atividades espaciais no espaço próximo à Terra, planejamos lançar o Centro Russo para Pequenos Corpos Celestes, cuja principal tarefa será detectar e rastrear corpos celestes que se aproximam da Terra. , ”Igor Bakaras, funcionário sênior da TsNIIMash, subsidiária da Roscosmos, disse à agência de notícias russa Sputnik.

    Certamente ninguém pode culpar os russos por alocarem recursos para esse fim.

    Nosso sistema solar está cheio de rochas espaciais gigantes potencialmente perigosas e um impacto suficientemente grande pode literalmente acabar com nossa civilização.

    Mas por que agora?

    Segundo uma fonte de notícias britânica, esta nova organização avaliará se é melhor “destruir objetos celestes ou levá-los a novas trajetórias e longe da Terra”…

    Roscosmos, o equivalente russo da Nasa, quer descobrir se é possível destruir objetos celestes ou levá-los a novas trajetórias e para longe da Terra.

    Isso pode envolver bater uma nave de 'impactador cinético' na rocha ou usar um satélite para arrastá-la para um novo percurso. As armas nucleares também podem ser enviadas para o espaço para explodir as rochas.

    Um novo departamento em Roscosmos, chamado Centro Russo de Corpos Celestes, terá a tarefa de procurar no espaço a procura de cometas e asteróides que se aproximam da Terra.

    Mais uma vez, ninguém pode argumentar com o valor de um projeto tão importante, mas a NASA já não está fazendo tudo isso?

    Os russos não poderiam simplesmente sentar e deixar que nós, americanos, fizéssemos todo o trabalho?

    Eu gostaria que alguém fizesse essa pergunta a Vladimir Putin.

    E esse movimento repentino dos russos ocorre apenas um ano depois que os EUA emitiram uma "Estratégia e Plano de Ação Nacional para a Preparação de Objetos Próximo à Terra" ...

    Em 2018, o Escritório de Política Científica e Tecnológica da Casa Branca lançou um novo relatório intitulado "Estratégia e Plano de Ação Nacional para a Preparação de Objetos Próximo à Terra".

    O documento de 18 páginas descreve as etapas que a NASA e a Agência Federal de Gerenciamento de Emergências (FEMA) tomarão nos próximos 10 anos para impedir que asteróides perigosos atinjam a Terra e preparar o país para as possíveis consequências de um evento desse tipo.

    Talvez as autoridades americanas tenham subitamente decidido no ano passado que ter um plano para as rochas espaciais gigantes recebidas fosse uma ótima idéia, e talvez os russos tenham decidido que era uma ótima idéia que eles deveriam nos copiar.

    Ou talvez os dois governos saibam algo que ainda não estão nos dizendo.

    Claro que a verdade é que a NASA nem sequer identificou a maioria das rochas espaciais gigantes que estão flutuando por aí. Por exemplo, em julho, um asteróide muito grande chegou perto de nos atingir…

    Um asteróide de 427 pés de largura zuniu a 45.000 milhas da Terra na quinta-feira.

    Embora isso possa parecer distante, 45.000 milhas é o que os astrônomos consideram um barbear rente: é menos de 20% da distância entre a Terra e a lua. Foi o mais próximo que chegamos a um cenário semelhante ao "Armageddon" em pelo menos alguns anos.

    Se esse asteróide tivesse realmente atingido nosso planeta, teria sido o pior desastre que algum de nós já viu por uma margem muito ampla.

    E, de acordo com os e-mails vazados, os funcionários da NASA só sabiam disso um dia antes de zunir por nós ...

    Viajando a 55.000 km / h e medindo 426 pés por 187 pés (130m x 57m), a NASA só percebeu que 2019 OK estava chegando 24 horas antes de passar.

    Especialistas dizem que, se atingisse, teria devastado uma cidade inteira como Londres, com mais de 30 vezes a energia da explosão atômica em Hiroshima.

    Portanto, a verdade é que poderíamos ser atingidos por uma rocha espacial gigante a qualquer momento, e nenhum de nós pode ter alguma idéia de que ela esteja chegando.

    Com isso dito, existem alguns asteróides enormes que os cientistas sabem que podem ser grandes problemas na próxima década.

    O primeiro que eu quero discutir é o 2007 FT3. Esse não é um nome sofisticado, e pouco se sabe sobre o asteróide, mas aparentemente há uma chance de que "possa atingir o planeta em 2 de outubro de 2024" ...

    No caso do FT3 de 2007, o Sentry informou que o asteróide poderia atingir a Terra entre os anos de 2024 e 2116. Durante esses anos, o Sentry registrou um total de 164 impactos potenciais na Terra causados ​​pelo asteróide. Conforme observado pelo sistema de monitoramento, há uma chance de o FT3 de 2007 atingir o planeta em 2 de outubro de 2024.

    A propósito, Rosh Hashaná começa na noite de 2 de outubro de 2024. Não sei se isso é importante, mas pensei em lançar isso lá fora.

    De acordo com a NASA, este asteróide atingiria uma velocidade de aproximadamente 46.000 milhas por hora e "criaria uma cratera de vários quilômetros" ...

    Com base nos dados coletados pela Sentry, o asteróide tem um diâmetro estimado de 1.115 pés, o que o torna quase tão alto quanto o Empire State Building. O sistema de monitoramento observou que poderia romper a atmosfera da Terra e atingir o planeta a uma velocidade de cerca de 46.000 milhas por hora.

    Dada a velocidade e o tamanho do asteróide, certamente é capaz de causar altos níveis de destruição se acabar colidindo com a Terra. Com o impacto, criaria uma cratera de vários quilômetros de comprimento. A energia que será liberada da explosão do asteróide seria poderosa o suficiente para nivelar uma cidade inteira, bem como suas áreas vizinhas.

    O FT3 de 2007 não está recebendo muita publicidade, mas um asteróide um pouco maior que poderia nos atingir em 2029 está recebendo muito mais atenção.

    Em 13 de abril de 2029, está sendo projetado que Apophis passará pelo nosso planeta a uma distância que é "dez vezes mais perto que a lua". O seguinte vem da Wikipedia…

    A abordagem mais próxima conhecida de Apophis ocorre em 13 de abril de 2029, quando o asteróide fica a uma distância de cerca de 31.000 quilômetros da superfície da Terra. A distância, a amplitude de um cabelo em termos astronômicos, é dez vezes mais próxima que a lua e ainda mais próxima que alguns satélites feitos pelo homem. [23] Será o asteróide mais próximo de seu tamanho na história registrada. Nessa data, ficará tão brilhante quanto a magnitude 3,1 [22] (visível a olho nu nas áreas rurais e nas áreas suburbanas mais escuras, visível com binóculos na maioria dos locais). [24] A abordagem mais próxima será visível na Europa, África e Ásia Ocidental. Durante a abordagem, a Terra perturbará Apophis de uma órbita da classe Aten com um eixo semi-maior de 0,92 UA para uma órbita da classe Apollo com um eixo semi-principal de 1,1 AU.

    A NASA insiste que não vai nos atingir, mas outros pesquisadores independentes são céticos.

    E se Apophis não nos atingir, a NASA listou outras dez datas futuras quando potencialmente poderia ...

    12 de abril de 2060

    11 de abril de 2065

    12 de abril de 2068

    10 de outubro de 2068

    13 de abril de 2076

    13 de abril de 2077

    13 de abril de 2078

    10 de outubro de 2089

    13 de abril de 2091

    14 de abril de 2103

    Na Rússia, eles estão tão preocupados com esse asteróide que “desenvolveram mísseis balísticos intercontinentais que visam destruir o asteróide Apophis”…

    No que parece um passo de elevador para uma sequência do Armageddon, os cientistas russos anunciaram que desenvolveram mísseis balísticos intercontinentais que visam destruir o asteróide Apophis, que vai balançar pela Terra em 2036.

    Também conhecido como 99942 Apophis, mede 210-330 metros (690-1080 pés) de diâmetro. De acordo com um artigo da Slate do astrônomo Phil Plait, um encontro com a Terra significaria momentos não tão divertidos para o nosso planeta; "Liberaria a energia equivalente a mais de 1 bilhão de toneladas de TNT explodindo, pelo menos 20 vezes mais do que a maior bomba nuclear já detonada!"

    Os cientistas russos também alertaram que Apophis poderia ter "centenas de oportunidades para atingir a Terra ao longo do próximo século".

    Mas, por enquanto, cientistas americanos e russos estão nos assegurando que está tudo bem e que não há motivo para entrar em pânico.

    Você acredita neles?

    Talvez eles estejam nos dizendo a verdade.

    Talvez não haja nada com o que se preocupar.

    Mas é claro que ambos os governos têm um longo histórico de estarem soltos com a verdade, e não seria uma grande surpresa se eles não estivessem exatamente sendo sinceros conosco.

    Fonte: https://undhorizontenews2.blogspot.com/

    quarta-feira, 20 de março de 2013

    Sol continua no centro das preocupações

    Cientistas alertam novamente para grave ameaça solar em 2013


    NASA

    Cientistas dos EUA alertam para um pico de atividade solar em 2013. Isso pode levar à formação de manchas solares de grande porte, aumentando o risco de tempestades severas que ameaçam Sol até a Terra, advertem."Eu acho que eu posso dizer com grande confiança de que haverá um pico de atividade solar, no outono de 2013", disse Douglas Biesecker, um físico do Centro de Clima Espacial da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) dos Estados Unidos e presidente do painel emissão de previsões sobre o ciclo solar. 's manchas solares causam mudanças magnéticas na superfície do sol, que podem chegar a Terra. Se uma ejeção de grande parcela, como ocorreu em 1859, repetido no século XXI, l como consequências poderiam ser devastadoras, de acordo com alguns especialistas advertem.



    Os acidentes aéreos e de tráfego aumentariam, em podem acontecer muitas falhas em uma série de rotas do sistema, no desembarque, semáforos e sinais.
    Sistemas elétricos podem sofrer um colapso total, deixando as casas, indústrias, refinarias, fábricas de produtos químicos ou hospitais sem energia. Os elevadores, assim, tornar-se outro ponto preto, complicando evacuações e deixando milhares de pessoas presas.
    Continentes inteiros podem ser mergulhados na escuridão por meses e uma "crônica escassez de energia seria possível", o Conselho Nacional de Pesquisa, os EUA. Em janeiro de 2013, o Solar Dynamics Observatory da NASA alertou sobre a formação de uma grande mancha, que cobriria "Seis Terras ao todo", e que cresceu em proporções colossais provocando novas e poderosas tempestades solares.

    http://actualidad.rt.com/actualidad/view/89392-tormentas-sol-amenazan-tierra

    Nota: Olha ai amigos, mais uma vez o alerta está sendo dado, sinais no céu e no sol, as informações vão chegando a conta gotas.
    Já falamos muito aqui sobre esse assunto, inclusive sobre os enormes UFOS que andam a rodear o sol.


    Imagens recentes do sol, mostram como as manchas tem aumentado em número e tamanho.

    Obrigado Paty pelo link.

    http://celiosiqueira.blogspot.com.br

    Do Blog  Um Novo Despertar

    terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

    'Mancha' se desloca no céu do RJ; astrônomo descarta meteoro

    Quase 20 leitores do G1 enviaram seus registros da passagem do objeto.
    Instituto de Pesquisas Espaciais diz que não pode afirmar do que se trata.

    Entre o final da tarde e o começo da noite de domingo (17), a visão de uma "mancha" que se deslocava pelos céus da Região Metropolitana do Rio de Janeiro e deixava um rastro por onde passava fez com que quase 20 leitores do G1 encaminhassem seus vídeos e fotos com o registro do objeto.

    O funcionário público Raphael Dias, de 25 anos, filmou o fenômeno de sua casa, em Realengo, por volta das 17h30: “Avião deixa rastro de fumaça. Mas isso que eu filmei o rastro ia apagando. No final, desapareceu”.

    O leitor Carlos Sidney Ferreira Dutrain, que mora em Nova Iguaçu, na região metropolitana do RJ, também filmou o fenômeno por volta das 17h do domingo (18). "Estávamos eu, minha esposa e minha filha no quintal de casa quando minha mulher avistou a situação", relata.

    O leitor Andrei Martins Soncin Santos, de 18 anos, fotografou “uma luz incandescente” que “apareceu no céu” em São João de Meriti por volta das 18h30. “Era visível a olho nu”, lembra ele. O internauta afirma que ficou surpreso, e começou a filmar “para saber se, com o zoom da câmera, dava para ver o que era”. No entanto, ele não conseguiu identificar o objeto.

    Leitor fotografou “uma luz incandescente” que “apareceu no céu” em São João de Meriti, na Região Metropolitana do RJ  (Foto: Andrei Martins Soncin Santos/VC no G1)Leitor fotografou “uma luz incandescente” que “apareceu no céu” em São João de Meriti, na Região Metropolitana do RJ (Foto: Andrei Martins Soncin Santos/VC no G1)

    O Instituto Nacional de Pesquisas Nacionais não quis levantar hipóteses sobre qual seria o objeto visto. Mas, segundo a assessoria de imprensa do órgão, "uma das pesquisadoras chegou a considerar que, pela foto, até parece um meteoro, porém ela mesma ressaltou que no vídeo a passagem parece ser muito lenta. Os meteoros costumam ser muito mais rápidos do que aparece no vídeo. O próprio exemplo do meteoro da Rússia mostra isso".

    Objeto visto no bairro de Campo Grande, no Rio (Foto: Jéssica Alves de Medeiros/VC no G1)Objeto visto no bairro de Campo Grande, no Rio (Foto: Jéssica Alves de Medeiros/VC no G1)

    O astrônomo Fernando Roig, pesquisador do Observatório Nacional, acredita na possibilidade de um avião e descarta a ideia de o objeto ser um meteoro. "Se durou de 5 a 10 minutos como relatado, não foi um meteoro. Pela hora do dia, com o sol já baixo, a coloração avermelhada do traço é devida ao reflexo do sol. Então, a explicação mais plausível é que foi um avião. O fato de ver ele 'caindo' é apenas um efeito visual, devido a que a trajetória do avião segue a curvatura da Terra e, portanto, em algum momento ele deve sumir abaixo do horizonte."

    Ele complementa dizendo que "quando o avião voa à uma altura em que em que o ar é muito seco e frio, o ar quente e úmido que sai da turbina se condensa rapidamente e forma o rastro de nuvens ou de 'fumaça' que é observado. É o mesmo efeito que faz com que quando você está num lugar muito frio, você consiga ver o vapor da sua respiração. As nuvens de vapor se dissipam logo em seguida, e o efeito passa rapidamente".

    A professora Jéssica Alves de Medeiros percebeu que havia algo diferente no céu e achou que fosse uma estrela cadente. No entanto, o namorado da leitora, Vinícius Abreu Áreas, alegou que a velocidade estava muito lenta para ser uma estrela cadente. Foi quando o casal decidiu começar a fotografar. “Demorou uns dez minutos”, diz Jéssica, que mora em Campo Grande. “Eu achei legal. Queria saber o que era.”

    Para ler mais notícias do VC no G1, clique em g1.globo.com/vcnog1. Siga também o VC no G1 no Twitter e por RSS.

    sábado, 16 de fevereiro de 2013

    Moradores relatam explosão de corpo celeste em província cubana

     

    A informação foi divulgada após a queda de meteorito ter deixado ao menos 950 feridos na Rússia nesta sexta-feira

    Meteorito caiu na Rússia deixando centenas de feridos Foto: Oleg Kargopolov / AFP Meteorito caiu na Rússia deixando centenas de feridos Foto: Oleg Kargopolov / AFP

    Após a queda de meteorito ter causado pânico e deixado ao menos 950 feridos na Rússia nesta sexta-feira, moradores da cidade de Rodas, província de Cienfuegos, em Cuba, disseram ter presenciado a queda e a explosão de um corpo celeste na noite de quarta-feira.

    Segundo informações de uma emissora local, os cubanos afirmam que o corpo celeste explodiu no céu, provocando uma luz intensa e fazendo as casas do município tremerem. O feixe de luz teria o tamanho de um ônibus.
    Um morador de Rodas disse que, "por volta das 20h locais de quarta-feira, uma luz se movia no céu e se converteu em uma chama muito grande". Depois de três minutos, segundo ele, pode-se ouvir uma explosão.
    Especialistas cubanos acreditam que o fenômeno tenha sido causado por fragmentos de pedras e metais que ingressam na atmosfera em alta velocidade. Eles procuram restos dos fragmentos no solo.

    Meteorito na Rússia

    Explosões no céu da região dos Montes Urais, na Rússia, geradas pela queda de um meteorito, causaram pânico e danos em ao menos seis cidades e deixaram ao menos 950 pessoas feridas. Testemunhas disseram que casas estremeceram, janelas explodiram, a energia elétrica caiu em alguns locais e celulares pararam de funcionar.

    O fenômeno atmosférico gerou consequências nas cidades de Chelyabinsk, Yekaterinburg e Tyumen, entre outros. A Agência Espacial Europeia (ESA na sigla em inglês) confirmou que o evento não tem relação com o asteroide 2012 DA14, que deve passar próximo à Terra nesta sexta-feira.

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    Polícia russa examina buraco de cerca de 8 metros onde, supostamente, o meteorito caiu

    Foto: EFE

    Informações da agência Ansa

    Terra

    Funceme prevê mais chuva neste fim de semana

     

    Publicado: 15 de fevereiro de 2013  | Autor: Eliomar de Lima |

    funceme 130215

    A atuação da Zona de Convergência Intertropical, responsável pela forte chuva no fim da manhã desta sexta-feira (15) deverá permanecer este fim de semana, segundo a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme).

    Da noite dessa quinta-feira (14) à manhã desta sexta-feira, Fortaleza registrou 19,6 milímetros de chuva. No Estado, a maior precipitação ocorreu em Tamboril, com 61 milímetros.

    terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

    Brasil quer lançar satélite com foguete nacional até 2021

    Assistir à televisão, conferir a previsão do tempo, falar ao telefone e até receber alertas por causa de chuva são atividades comuns que se tornaram possíveis graças aos satélites. Os três últimos colocados em órbita pelo Brasil – chamados Cbers, Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres, do inglês China-Brazil Earth-Resources Satellite – foram lançados de base chinesa.

    No ano em que o acidente na Base de Alcântara completa 10 anos, o país divulga o seu quarto programa espacial. O desafio é lançar até 2021 um satélite desenvolvido no Brasil, acoplado a um foguete nacional, a partir de um centro de lançamento próprio.

    Enquanto o plano ainda não for possível, o Brasil se prepara para colocar em órbita mais um satélite de uma base chinesa, o Cbers-3. O lançamento estava programado para o fim do ano passado, mas foi adiado para o primeiro semestre deste ano porque conversores comprados nos Estados Unidos apresentaram falhas nos testes finais.

    O Cbers-3 será o primeiro da família de satélites sino-brasileiros a integrar uma câmera para satélite 100% desenvolvida e produzida no Brasil. A câmera vai registrar imagens para o monitoramento de recursos terrestres. Já foram lançados os Cbers 1, 2 e 2-B.

    Brasil e China são parceiros na área espacial desde 1988, quando iniciaram a cooperação para o desenvolvimento do Programa Cbers. O objetivo é implantar um sistema completo de sensoriamento remoto de nível internacional, no qual satélites sejam responsáveis pelo monitoramento de desmatamentos, da expansão urbana e da agropecuária.

    Para fortalecer o Programa Espacial Brasileiro, em 2013, haverá mais ações voltadas para a formação de pessoas na área aeroespacial, entre elas, enviar estudantes brasileiros, por meio do Programa Ciência sem Fronteiras, para se especializarem em países já desenvolvidos na área espacial e, também, trazer especialistas desses países para o Brasil.

    “Dessa forma, um dos grandes gargalos de nosso programa espacial, a falta de mão de obra especializada, começará a ser sanado”, explicou o presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), José Raimundo Coelho.

    (Agência Brasil)

    quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

    EUA: Autoridades se Preparam para Grande Tempestade Solar

     

     

    Author: Valter Amorim

    Em 1859, uma das mais poderosas tempestades solares atingiu a Terra,induzindo correntes elétricas que incendiaram postos telegráficos e produziram auroras em locais de latitudes tão baixas quanto Cuba e Havaí. Agora, pesquisadores americanos estão alertando diversos órgãos e instituições para saber como agir em caso de uma possível tempestade solar dessa magnitude.

    O motivo do alerta é que em setembro de 1859 a atividade solar estava abaixo da média do ciclo, em condições muito semelhantes às que se encontra hoje. Mesmo com atividade abaixo da média, a explosão registrada daquela época produziu o maior bombardeio de prótons já ocorrido em nossa atmosfera. De tão intenso, até hoje os cientistas não sabem como classificar o fenômeno, batizado "evento Carrington".

    segunda-feira, 20 de agosto de 2012

    Estudo mostra que o Sol é esfera mais perfeita da natureza

     


    Que o Sol é uma bola redonda, todo mundo sabe. No entanto, por girar muito rápido deveria ter o diâmetro equatorial maior que o polar, mas um novo estudo mostra que isso não acontece, tornando nosso Sol o objeto mais esférico já observado na natureza.

    Por ser uma bola de gás em movimento de rotação muito forte, a região mais próxima do equador solar deveria ser mais alongada que nos polos, similar ao que acontece em Júpiter onde a alta taxa rotação (uma a cada 10 horas) faz o gigante gasoso ser quase 7% maior no equador do que nos polos.

    Agora, após diversos anos realizando medições do disco solar uma equipe de pesquisadores estadunidenses anunciou a primeira medição precisa da suposta protuberância equatorial e os resultados foram inesperados. De acordo com os resultados, o Sol não gera a protuberância esperada e a diferença entre o diâmetro polar e equatorial é de apenas 10 km.

    Nossa estrela tem 1.4 milhões de quilômetros de diâmetro e se redimensionarmos suas medidas para o tamanho de uma bola de praia essa diferença não chegaria nem à largura de um fio de cabelo humano. "Nós ficamos chocados", disse o astrofísico Jeffrey Kuhn, ligado à Universidade do Havaí e autor do estudo publicado na revista Science.

    Para termos uma ideia do que isso significa, apenas uma esfera artificial de silicone criada especialmente como padrão de pesos é conhecido por ser mais perfeita.

    Anos de tentativas
    Os resultados do trabalho é a culminação de mais de 50 anos de tentativas de medir o Sol com precisão, quase sempre prejudicadas pela presença da atmosfera da Terra, que distorcia as imagens. "Finalmente, conseguimos fazê-lo a partir do espaço", diz Kuhn.

    Para realizar as medições a equipe de utilizou dados do satélite SDO, Laboratório de Dinâmica Solar, da NASA, que precisou ser reorientado diversas vezes para registrar as mínimas variações da superfície da estrela.

    As observações são fundamentais para a compreensão do interior do sol, que gira em velocidades diferentes da mesma forma que o tráfego em uma autoestrada. Esta distribuição assíncrona de velocidade pode ser inferida a partir das medições do formato da estrela e também do modo como ela oscila. A nova medição mostra que as camadas exteriores do Sol se movem mais lentamente do que o esperado, o que segundo Kuhn pode ser causado pela turbulência abaixo da superfície.

    A equipe também procurou por mudanças na largura do Sol ao longo de um período de dois e que pudesse estar relacionada ao ciclo solar de 11 anos, mas descobriram que se essas variações estão lá, são muito pequenas para serem detectadas.

    Kuhn avisa que novas surpresas podem estar escondidas, já que Sol muitas vezes confunde aqueles que tentam prever o seu comportamento. "Cada vez que observamos o Sol sentimos que fomos enganados. E isso é maravilhoso!", afirma Kuhn.

    Foto: Imagem mostra o Sol em momento de uma forte tempestade ejetando ao espaço milhões de toneladas de gás. Crédito: NASA-ESA/SOHO, Apolo11.com

    Do Portal dos Anjos

    domingo, 10 de junho de 2012

    Vênus na borda

     

    Quando seu trânsito (eclipse) de 6 de junho de 2012 começou, o planeta irmão da Terra cruzou a borda do Sol nesta deslumbrante imagem da espaçonave Hinode.
    O tempo de cruzamento das bordas durante os raros trânsitos foi utilizado historicamente para triangular a distância até Vênus e determinar um valor para distância Terra-Sol chamado unidade astronômica.
    Também, visões modernas baseadas no espaço como esta mostram o acontecimento contra um evocativo plano de fundo da turbulenta superfície solar com proeminências atiradas acima da borda do Sol por campos magnéticos oscilantes.
    Notavelmente, o fino anel de luz visto ao redor da silhueta escura do planeta é luz solar refratada pela espessa atmosfera de vênus.

    Do Blog DE TUDO UM POUCO

    domingo, 13 de maio de 2012

    A confusão das verdades

     

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    O Planetário de Sobral

    Após minha visita ao mercado para comprar frutas e tapioca, sempre dou uma caminhada pelo centro. Ontem fui até a antiga estação de trem (que já devia ter saído do centro da cidade a muito tempo) passando pela oficina “ O Ferreira” que pertencia a um amigo, Seu Manoel Canafístula. Na volta parei na praça da Igreja do Patrocínio, onde minha curiosidade me fez parar para observar as obras do planetário que parece um ovo enterrado até  a metade ou a cúpula de uma mesquita muçulmana. De um lado fica o observatório e o Museu do Eclipse e do outro uma igreja. O planetário mostra estrelas e outros corpos celestes se movem num espaço cósmico em que a terra não passa de  um minúsculo planetinha, dos mais pequenos que circulam em torno de uma pequena estrela de cor amarela e de quinta grandeza (classificação feita por um grego chamado Hiparco a  2141 anos e a olho nu, mas que é aceita como a mais verdadeira apesar de toda parafernália tecnológica de nosso tempo) que chamamos Sol, mas que tem luz própria. Aliás, neste local em que está o Museu do Eclipse foi comprovado em 1919 que luz faz curva. Já a igreja defende em seu livro de referência, a Bíblia, que a Terra é o centro do Universo e que o Sol não passa de um luzeiro feito por Deus para clarear os dias, enquanto a Lua (um ínfimo asteroide que segue a Terra) teria a função de clarear as noites. O engraçado é que a bíblia é verdadeira, pois é a Palavra de Deus, enquanto a Ciência diz o contrário e  também é verdade. Pode? Duas verdades que se contrapõem?

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    Observatório do Museu do Eclipse

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