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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Isso é o poder dos traficantes de cocaína

A DROGA SUMIU, O HELICOCA A JUSTIÇA MANDOU ENTREGAR AO DONO, NÃO TEM NENHUM TRAFICANTE PRESO, QUE O PROCESSO SEQUER EXISTE. RAZÃO DA CENSURA: QUE O POVO ESQUEÇA

Publicado: fevereiro 13, 2015 em Brasil, Copa do Mundo, Corrupção, Justiça
Tags:aeroporto, arquivo morto, cocaína, delação premiada, família Perrella, golpe a jato, Gustavo Perrela, helicóptero do pó, juíza Mônica de Cassia Thomaz Perez Reis Lobo, omertà máfia, PM-ES, Polícia Federal, TJ-ES, TJ-RJ, tráfico de drogas

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Eta Brasil sem liberdade de imprensa!

O portal Diário do Centro do Mundo recebeu ordem judicial para retirar do ar suas reportagens investigativas sobre a apreensão de 445 quilos de cocaína transportados em um helicóptero da família do senador Zezé Perrella, aliado de Aécio Neves.

Redação Portal Forum

Por conta de uma liminar da juíza Mônica de Cassia Thomaz Perez Reis Lobo, o DCM foi notificado a “suspender a publicidade das notícias veiculadas no site” sob pena de pagar mil reais de multa por dia. O hotel-fazenda Parque D’Anape, no interior de São Paulo, entrou com um processo por ter sido citado em três reportagens sobre o caso do helicóptero da família do senador Zezé Perrella (PDT-MG) – aliado histórico do presidenciável tucano Aécio Neves -, apreendido com 445 quilos de cocaína no Espírito Santo, em novembro de 2013.

As três matérias, ‘Tenho Medo de Morrer’: o piloto do helicóptero dos Perrellas fala ao DCM”; “O helicóptero dos Perrellas pousou em hotel de São Paulo”; e “O fracasso da guerra às drogas e o helicóptero dos Perrellas” deram base para o documentário investigativo “Helicoca: o helicóptero de 50 milhões de reais”, realizado pelo jornalista Joaquim de Carvalho.

De acordo com texto publicado, Kiko Nogueira, diretor-adjunto do DCM, o portal não foi ouvido e nem teve a oportunidade de apresentar qualquer defesa. “Mesmo determinando a retirada das reportagens, a juíza Mônica afirma que isso não significa ‘prejuízo do direito de livre expressão e crítica’”, escreveu Nogueira.

O documentário pode ser visto aqui, enquanto não for retirado do ar.

[Veja os links: A Polícia Federal, a Polícia Estadual do Espírito Santo, o Tribunal de Justiça do Espírito Santo, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro são os principais poderes que deram sumiço no processo e na droga. O helicoca já foi entregue ao dono, talvez com pedido de desculpa.

A única justiça que pode acontecer: a da omertà (a lei do silêncio) imposta pelos mafiosos. E a dos justiceiros: transformar testemunhas e empregados dos traficantes em arquivo morto.

A justiça tão generosa no golpe a jato, jamais concederá delação premiada aos pilotos do helicóptero dos Perrella. Jamais]

Leia reportagem de Cíntia Alves: “O aeroporto de Cláudio, o helicóptero e a rota do tráfico de drogas”. Aqui

O helicóptero do deputado Gustavo Perrella

O helicóptero do deputado Gustavo Perrella

O Globo mente em manchete para sacralizar Moro

 

A manchete da página três de O Globo desta quinta-feira (19), "Moro denuncia ‘interferência’ ", é mentirosa. Para desmascará-la não é preciso muito esforço: basta ler a própria matéria. Os demais jornalões e veículos da mídia hegemônica, com poucas nuances, repetem a mesma mentira.


A manchete de O Globo diz que Moro “denuncia interferência”. A interferência em questão seria a reunião de advogados de presos na operação Lava a Jato com o Ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso. Mas a própria matéria informa que o juiz Moro declarou que a reunião foi, em sua opinião, “uma indevida, embora malsucedida, tentativa dos acusados e das empreiteiras de obter uma interferência política em seu favor”. Ou seja, o que Moro denunciou foi o que ele considera “uma tentativa de interferência”, que ele mesmo confessa ter sido malsucedida. Aí cabem duas indagações. O que leva um juiz a se queixar publicamente de uma interferência que não existiu, usando para isso um despacho que, em tese, só deveria tratar de assuntos ligados diretamente ao processo? A segunda indagação é: qual o objetivo de O Globo e da mídia hegemônica ao repercutir uma notícia tão destituída de conteúdo?
Ação combinada
Fica clara a existência de uma ação combinada. Talvez não explicitamente, mas tacitamente. O juiz divulga um documento onde aborda, no despacho de um processo (!), temas da conjuntura política, citando inclusive as declarações do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa contra o Ministro Cardoso. A mídia hegemônica repercute dando a falsa impressão ao público de que o juiz Sérgio Moro é um paladino da justiça, que resiste às pressões do “poder”. Está construída uma armadura emocional em torno do juiz, indubitavelmente no papel de um super-herói, e super-heróis não erram. A ação combinada para a construção do mito é um (mau) sinal de que os rumos da Operação Lava a Jato parecem estar traçados a priori, independente de detalhes como a verdade e a justiça. Detalhes que podem ser ignorados por quem tem superpoderes. Defender a democracia é fundamental neste momento, pois golpe não se faz apenas com tanques. Membros do poder público, representando interesses reacionários em postos chaves do estado, em determinados momentos históricos, são instrumentos mais eficazes. E ficam extremamente envaidecidos por fotos coloridas em páginas nobres de jornais convenientes.
Mídia hegemônica quer a volta da ALCA
Como a nossa mídia hegemônica é monolítica, não é coincidência o fogo cerrado que tem sido feito tentando pressionar o governo Dilma a renunciar a uma política externa soberana. Para os capachos de sempre é fundamental, por exemplo, ressuscitar a ALCA, o que já é proposto abertamente. Em editorial desta quarta-feira (18) o jornal O Estado de S. Paulo é explícito. Para o veículo, é preciso negar o “terceiro-mundismo instalado no governo em 2003, início do mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva”. O Estadão usa, principalmente, argumentos no campo econômico para justificar sua posição: “Chile, Colômbia e México, assim como o Canadá, têm acordos de livre-comércio com os Estados Unidos, a maior economia do mundo”. Segue o mantra: “O Brasil continua fora desse clube. A decisão foi tomada pelo presidente Lula, quando resolveu, com o colega Néstor Kirchner, impedir a formação da Área de Livre-Comércio das Américas (Alca)”. O jornal gasta longas 125 linhas para defender o “abandono do legado diplomático” do presidente Lula. O professor Marcelo Pereira Fernandes, doutor em economia pela UFF e professor da UFRRJ, precisou de apenas vinte para humilhar o Estadão, em contribuição exclusiva ao Notas Vermelhas.
Marcelo reduz a pó argumentos do Estadão
Com a palavra o professor Marcelo Fernandes: “em 1994, quando a ALCA foi anunciada, a hegemonia dos Estados Unidos era avassaladora. A abertura comercial e financeira dos países entrava no rol das políticas neoliberais que estavam sendo executadas com afinco na América Latina. Em 2005, quando a ALCA foi enterrada, a conjuntura política e econômica era outra. Os Estados Unidos já não desfrutavam de tamanha hegemonia, o neoliberalismo fracassara como modelo de desenvolvimento e as duas principais economias latino-americanas, Brasil e Argentina, já não eram governadas por autoridades subservientes como nos anos 1990. Vale lembrar que no governo Fernando Henrique foi registrada uma das maiores humilhações da diplomacia brasileira quando em 2002 o ministro das relações exteriores, Celso Lafer, foi obrigado a tirar os sapatos em aeroportos norte-americanos em três ocasiões, em uma delas justamente quando buscava resolver um conflito comercial sobre exportações siderúrgicas. Evidentemente, a não concretização da ALCA não teve qualquer efeito negativo sobre o Brasil que tanto a mídia alardeava. Por outro lado, durante o governo Lula o Brasil buscou diversificar seu comércio externo melhorando suas relações na África e Ásia e fortalecendo seus laços na América Latina. Esta política foi importante para mitigar os efeitos da crise financeira de 2008. De fato, o Brasil saiu-se razoavelmente bem da crise. O México, incrivelmente citado como exemplo pelo Estadão, no auge da crise em 2009 viu seu PIB retrair 4,7%. No Brasil o recuo foi de 0,3%. Em 2012 o Investimento Externo Direto no Brasil foi de US$ 76 bi. E no México??? US$ 15,5 bi! O México vive uma crise estrutural, econômica e social sem paralelo com o Brasil. Quando o Estadão usa o México como exemplo, só nos dá uma amostra do que tem em mente como projeto de nação”.

http://www.vermelho.org.br/noticia/259217-367

Comprador da Vale do Rio doce no governo FHC é um dos 8 mil sonegadores da HSBC

 


Um vazamento de informações no braço suíço do HSBC revelou que o banco ajudou mais de 100 mil clientes a abrirem contras secretas na Suíça. Os documentos trazem informações sobre a movimentação de contas bancárias entre 1988 e 2007, que somam mais de US$ 100 bilhões em depósitos.

Por redação, com informações do Jornal i9

O Brasil aparece em quarto lugar entre os países com maior número de clientes com contas secretas no banco, registradas desde a década de 1970 até o ano de 2006. Mais de 8,7 mil brasileiros depositaram US$ 7 bilhões no período.
Dois bilionários brasileiros já foram identificados, Edmond Safra e membros da família Steinbruch.
Diversos membros da família Steinbruch, fundadores do conglomerado Vicunha, também foram identificados. O grupo detém indústrias de tecidos, a Vicunha Têxtil, e de aço, Vale do Rio Doce e a Vicunha Siderurgia, que controla a Cia. Siderúrgica Nacional (CSN) e o banco Fibra.
Os dois irmãos herdeiros do império, Mendel e Eliezer, eram clientes do HSBC. Mendel era beneficiário de seis contas e foi conectado a outras cinco. Os dois irmãos faleceram em 1994 e 2008, respectivamente.
A esposa de Mendel, Dorothea Steinbruch, controlava parte do conglomerado e também era cliente do banco. Ela foi ligada a doze contas diferentes. Todos os seus filhos também são clientes do banco, segundo a ICIJ.
Dentre os filhos está Benjamin Steinbruch, Filho de Mendel Steinbruch e Dorothea Steinbruch, foi incumbido de procurar novos negócios para o grupo no governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB) em 1999. Entrou nas privatizações liderando os consórcios que compraram a Companhia Siderúrgica Nacional e a Companhia Vale do Rio Doce, entre outras. Acabou por abrir mão de suas ações na Vale para aumentar sua participação na CSN, empresa da qual atualmente é o principal acionista. Ocupou também a posição de gestor executivo no Banco Safra, na gestão 2008-2011. Durante sua gestão faturou equivalente a 200 milhões de reais.
Os irmãos de Benjamin
Clarice, Leo e Fabio listados nesta em outra investigação da ICIJ. Em 2013, o consórcio de jornalismo investigativo divulgou, em parceria com 38 veículos, uma lista de milionários com contas secretas nas Ilhas Virgens Britânicas, outro paraíso fiscal. Eles aparecem como acionistas e diretores da empresa Peak Management Inc.
Foi apontado pela Folha de São Paulo como o Primeiro Bilionário da "Era Tucana"

O ex-funcionário do HSBC em Genebra, Herve Falciani, é o homem por trás do maior vazamento de dados na história dos bancos. As informações obtidas por ele em 2007 mostravam que a filial suíça do segundo maior banco do mundo “ajudou” clientes ricos a driblar o pagamento de milhões de dólares em impostos.
Oito anos depois, ele disse, em entrevista à BBC, que se sente “vingado” e “aliviado”, já que os dados revelados por ele finalmente vieram à tona e o escândalo vem sendo investigado em várias partes do mundo.
Segundo Falciani, estamos longe do fim da história, já que ainda há muitas informações sobre o esquema do HSBC.
Aliás, para ser bem preciso, há um milhão de bits em dados, afirma o ex-funcionário.

http://www.portalmetropole.com/2015/02/comprador-da-vale-do-rio-doce-no.html#ixzz3S9LdWBk6

Governo anuncia corte de verbas á Editora Abril e a Rede Globo

 


Após um 2014 repleto de lutas, a presidente Dilma anunciou o corte de verbas á editora Abril responsável pela revista VEJA e a Rede Globo com o Jornal Nacional, agora elas deixaram de receber mais de 6,1 milhões reais, economia para os cofres públicos
Por Redação
Parece que o governo não se esqueceu da matéria da Revista Veja baseada em fofocas e tem cortado o mal pelas pontas. Anúncios da Petrobrás, Caixa Econômica e Banco do Brasil serão cancelados com a representante-mor do golpismo midiático brasileiro. Só com a petrolífera, a revista da “suposta matéria baseada em fofoca de WhatsApp” vai deixar de arrecadar 6.1 milhões de reais. E parece que não para por aí, os cortes vão se estender à revista Época, que hoje em dia, mais parece uma área de lazer tucana.
Não compactuamos com mentirosos, disse a presidente Dilma.
A guerra política está chegando ao cool financeiro. Cortes dessa magnitude (nessas revistas que estão sendo usadas como marionetes da direita) podem ser um tiro certeiro naquilo que chamamos hoje em dia de “mídia golpista”.
A editora Abril e a Globo vão começar a se preocupar com outros meios de comunicação do grupo, que podem ser atingidos com essa restrição de anúncios. O Partido dos Trabalhadores já deixou bem claro que a revolta não é pelas denuncias, mas sim por divulgá-las sem aval da Policia Federal e sem provas concretas.
Três grandes estatais colocaram mais de 250 milhões de reais inserções na Globosat no ano de 2013. Se o governo federal cortar “por ai” , a oposição midiática vai perceber que essa historia de malhar a Dilma Rousseff é um horrendo e amargo negócio. Ops, ainda falta os Correios…esse vai fazer falta no caixa da Platinada…

http://www.portalmetropole.com/2014/12/governo-anuncia-corte-de-verbas-editora.html#ixzz3SCIWGLmW

Nomes de doador de Aécio e assessor de FHC são flagrados em lista do HSBC

 

Fabiano Portilho

A blogosfera está quebrando o silêncio imposto pela grande mídia sobre o escândalo das contas secretas de brasileiros no banco HSBC em paraísos fiscais. Nesta quarta-feira (18), o blog Megacidadania revelou que o ex-assessor do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), Saul Sabbá, integra a lista de correntistas que utilizaram o esquema ilegal para sonegar impostos.

Em 1994, Sabbá auxiliou o governo do FHC no Programa Nacional de Desestatização (PND), iniciativa que ficou conhecida como ‘’privataria tucana’’. Neste período, o ex-assessor auxiliou no leilão da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), da Vale e de outras empresas do setor elétrico brasileiro.

Suíça: Comprador da Vale e CSN no governo do PSDB tem contas secretas no HSBC

Outro nome revelado é da família Queiroz Galvão, que controla as empreiteiras Queiroz Galvão e Galvão Engenharia, também estão relacionados na lista de correntistas do HSBC. Tanto a Queiroz Galvão quanto a Galvão Engenharia são investigadas por suspeitas de envolvimento com o esquema investigado pela Operação Lava Jato. A Queiroz Galvão foi uma das maiores financiadoras de Aécio Neves em 2014, acompanhe:

http://www.jornali9.com/noticias/denuncia/nomes-de-doador-de-aecio-e-assessor-de-fhc-sao-flagrados-em-lista-do-hsbc#.VOZDsVTNN6A.facebook

Em 2011, Rede Globo invadiu terreno de 11 bilhões com aval de José Serra

 

José Serra Politica PSDB Rede Globo


De acordo com a denúncia levantada pela Rede Record, a emissora da família Marinho anexou a sua sede um terreno de quase 12 mil metros quadrados pertencente ao governo do estado. O governo do PSDB não só autorizou a invasão como agora irá financiar uma escola no local

Por redação, com informações de agências

A Rede Record voltou a denunciar a invasão de um terreno público feito pela Rede Globo. O anúncio trouxe a tona o acordo criminoso entre a emissora e o governo de José Serra (PSDB).
O terreno, localizada no Brooklin, em uma das regiões mais valorizadas em São Paulo, fica ao lado da sede da Rede Globo na zona Sul da capital. A emissora, sem nenhuma licitação ou autorização, simplesmente anexou o terreno que pertencia ao governo sob a desculpa de que estava “conservando a área”. A desculpa é mais um descaramento da emissora. É óbvio que não se tratava de preservar a área, mas de tomá-la para uso privado, tanto é assim que o terreno foi cercado e a população impedida de entrar no local que antes era uma pracinha de uso público.
De acordo com as denúncias, “[O] terreno de 11.618 metros quadrados, anexo a sede da Rede Globo na zona Sul de São Paulo, foi ocupado ilegalmente pela emissora (Globo) durante 11 anos. O local onde se localizava o terreno era em uma praça avaliada em mais de R$ 11 milhões de reais. O local funcionava como pista de cooper para os funcionários da emissora. A área estava cercada como propriedade particular, onde ninguém podia entrar. O terreno que foi ocupado ilegalmente pela emissora pertence ao Governo do Estado de São Paulo, (especificamente a secretaria de Planejamento e Economia) e não a Globo”
A invasão ocorreu com o total apoio do governo, que em nenhum momento, em 11 anos de posse ilegal, procurou rever o terreno, uma prática corriqueira quando se trata de ocupações realizas pela população, a exemplo das ocupações realizado pelos sem-terra, onde a burguesia não só determina a reintegração de pose, como a faz com uma violência brutal. O cinismo do governo do PSDB é tamanho que diante da denúncia, o governo ao invés de rever a posse do terreno, anunciou que irá fechar uma parceria com a Globo para a construção de uma Escola Técnica Estadual (Etec), que não por acaso ter´um curso de áudiovisual e terá o nome de “Escola Roberto Marinho”. Ou seja, o governo não só autorizou a invasão como agora irá financiar uma escola para a Rede Globo.
Essa não é a primeira vez que os empresários tomam posse de forma ilegal das terras do Estado, pelo contrário. Essas invasões são corriqueiras e ocorrem com o total aval dos governos e da Justiça burguesa. Um exemplo emblemático é o da Curtale, uma das maiores empresas produtoras de suco de laranja do mundo possuindo 30% do mercado mundial. A empresa se apossou de mais de 2,7 mil hectares pertencentes à União. O que chamou a atenção nesse caso foi a enorme campanha da burguesia contra os sem-terra que organizaram uma ocupação na fazenda tomada pela empresa. Os jornais burgueses publicaram dezenas de matérias para incriminar a ocupação realizada pelos trabalhadores, acusando-os de “Vandalismo sem limites”. Ou seja, quando se trata de uma ocupação realizada pelos sem-terra, o que se vê é toda uma ofensiva da direita contra os trabalhadores do campo, entretanto quando os invasores são a Rede Globo ou a Cutrale, a medida é não apenas justificada como apoiada pelos governos e imprensa capitalistas.

http://www.portalmetropole.com/2015/02/em-2011-rede-globo-invadiu-terreno-de.html

Calmon: Juiz do caso Eike desmoraliza o Judiciário

 

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Para a ex-corregedora Eliana Calmon, que denunciou a existência de "bandidos de toga" em 2011, o flagrante do juiz federal Flávio Roberto de Souza ao volante do Porsche de Eike Batista mancha o Judiciário: "Isso deixa o juiz em situação de suspeição e atenta contra a credibilidade da Justiça, que deve ser preservada"; o colunista Bernardo Mello Franco também diz que caso demonstra que há algo errado quando um juiz aparenta invejar o padrão de vida de um réu rico e famoso

25 de Fevereiro de 2015 às 05:22

247 - Para a ex-corregedora Eliana Calmon, o flagrante do juiz Flávio Roberto de Souza, da 3ª Vara Federal Criminal do Rio, ao volante do Porsche de Eike Batista desmoraliza o Poder Judiciário: "Isso deixa o juiz em situação de suspeição e atenta contra a credibilidade da Justiça, que deve ser preservada."

Para ela, que sacudiu a magistratura ao denunciar a existência de "bandidos de toga" em 2011, o uso privado dos veículos afronta as regras do Conselho Nacional de Justiça para a manutenção de bens apreendidos.

Segundo o colunista Bernardo Mello Franco, mais do que isso, caso demonstra que há algo errado quando um juiz aparenta invejar o padrão de vida de um réu rico e famoso. “O salário-base da carreira é de R$ 27,5 mil, segundo tabela do Conselho da Justiça Federal. É o suficiente para viver com conforto e julgar com independência, mesmo sem pilotar um Porsche”, diz (leia aqui).

http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/171113/Calmon-Juiz-do-caso-Eike-desmoraliza-o-Judiciário.htm

Lula: 'se querem guerra, eu sei lutar também'

 

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O ex-presidente Lula disse, nesta terça-feira (24), que está pronto para ir para as ruas "defender a Petrobras, defender a reforma política e a democracia"; segundo ele, "começamos uma luta e essa luta vai demorar"; discurso foi feito durante ato em defesa da Petrobras, que ocorreu na sede da ABI, no Rio de Janeiro; "O mais importante legado que minha mãe deixou foi o direito de eu andar de cabeça erguida e ninguém vai fazer eu baixar a cabeça neste país. Honestidade não é mérito, é obrigação. Eu quero paz e democracia, mas se eles querem guerra, eu sei lutar também", desafiou; o ex-presidente também defendeu que a presidente Dilma Rousseff "não dê trela" para as polêmicas; "A Dilma tem que lembrar que ganhou eleição, levantar a cabeça e cuidar do país", afirmou; antes do início do ato, houve briga entre petroleiros e manifestantes que protestavam contra corrupção na estatal

24 de Fevereiro de 2015 às 21:21

247 - O ex-presidente Lula disse, nesta terça-feira (24), que está pronto para ir para as ruas "defender a Petrobras, defender a reforma política e a democracia". Segundo ele, "começamos uma luta e essa luta vai demorar". O ex-presidente participou do ato em defesa da Petrobras, que ocorreu na sede da ABI, no Rio de Janeiro.

"Sou filho de uma mulher analfabeta. de um pai analfabeto. E o mais importante legado que minha mãe deixou foi o direito de eu andar de cabeça erguida e ninguém vai fazer eu baixar a cabeça neste país. Honestidade não é mérito, é obrigação. Eu quero paz e democracia, mas se eles querem guerra, eu sei lutar também", desafiou.

Durante o ato, Lula comparou o atual momento político pelo qual passa o país com o período imediatamente posterior à instalação da ditadura militar no Brasil, em 1964.

"Percebo que eles continuam fazendo hoje o que sempre fizeram antes. A ideia básica é criminalizar antes, tornar bandido antes, antes de ser investigado e julgado. É criminalizado pela imprensa e começa o processo pela sentença. O problema sério é que se eu conto uma inverdade muitas vezes, ela vira verdade para milhões de pessoas. A tal da teoria do domínio do fato, eu não tenho que saber se você cometeu um crime, mas se você é o chefe, então você cometeu. É um pressuposto", afirmou. "No caso da Petrobras, se parte do pressuposto de que tem que acabar com a Petrobras e criminalizar a política", disse.

"Tem algo acontecendo neste país. Acabamos de ver a famosa Primavera Árabe, ver o ex-presidente do Egito ser derrubado, depois eleger alguém, depois derrubar e agora os militares estão lá. Sabemos o que aconteceu na Líbia. O Iraque está afundado em violência. E estamos vendo no Brasil a criminalização da ascensão social de uma camada da população brasileira. A elite não se conforma com a ascensão dos mais pobres", afirmou.

"Eu fui o presidente que mais visitei a Petrobras, sou o presidente que tenho orgulho de em 2002 ter feito minha campanha defendendo a Petrobras, a indústria naval brasileira e o conteúdo nacional. Talvez tenha sido o presidente que mais inaugurou plataformas. Tenho orgulho de ter participado do centro de estudos da Petrobras", afirmou. "Tenho orgulho da maior capitalização do capitalismo mundial, que foi a capitalização da Petrobras, que se tornou uma das empresas mais importantes do mundo. Que vergonha eu posso ter se no meio de uma família de 86 mil pessoas, se uma pessoa comete um erro, uma 'caca". Não podemos jogar a Petrobras fora por causa de meia dúzia de pessoas ou 50 pessoas", ressalvou. Em seu discurso, Lula também defendeu a política de conteúdo nacional e o modelo de partilha.

"Nossa companheira Dilma tem que deixar a Petrobras para a Petrobras, as investigações para o ministro da Justiça. A Dilma tem que lembrar que ganhou eleição, levantar a cabeça e cuidar do país. Ela não pode dar trela. Nós ganhamos as eleições e parece que temos vergonha de ter ganhado", afirmou. "Vamos defender a Petrobras, que significa defender a democracia", disse.

O ex-presidente também fez críticas à imprensa. "Quero dizer a imprensa que cheguei duas vezes à Presidência sem ela. A imprensa só tem um papel que é de informar corretamente", afirmou. O ato foi organizado pela CUT e pela FUP (Federação Única dos Petroleiros), com a presença de representantes do movimento sindical, advogados, jornalistas e intelectuais.

Na parte externa do prédio da ABI, antes do evento começar, houve confusão entre manifestantes. Abaixo matéria da Agência Brasil:

Polícia intervém para conter violência entre manifestantes no centro do Rio

Policiais militares precisaram intervir para conter a violência entre manifestantes em um ato em defesa da Petrobras, no centro do Rio. A confusão começou quando sindicalistas usando camisetas da Central Única dos Trabalhadores (CUT) rechaçaram com agressividade outro grupo de ativistas que protestavam contra a corrupção na estatal.

Sindicalistas e petroleiros que participavam de ato em defesa da Petrobras na Associação Brasileira de Imprensa entram em confronto com manifestantes que protestavam contra a corrupção na estatal.

O confronto aconteceu em frente à sede da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), onde foi marcado um ato em defesa da Petrobras, com as presenças de acadêmicos, artistas e lideranças políticas, incluindo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Por causa da confusão, a Rua Araújo Porto Alegre teve de ser interditada, causando um grande engarrafamento no trânsito naquela região do centro da cidade.

Os policiais militares formaram um cordão de isolamento entre o grupo de sindicalistas e o de ativistas contrários, e que tiveram suas faixas retiradas à força. Várias brigas foram registradas, e até profissionais de imprensa foram hostilizados pelos sindicalistas, que, inclusive, arrancaram o crachá de um cinegrafista da TV Brasil.

http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/171105/Lula-'se-querem-guerra-eu-sei-lutar-também'.htm

Intolerância política pode atirar o Brasil no abismo

 

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Nos três principais jornais do País, Globo, Folha e Estado de S. Paulo, a imagem de destaque é a briga entre militantes do PT e um simpatizante do impeachment; tumulto ocorreu no Rio de Janeiro, antes do ato em defesa da Petrobras e do modelo de partilha no pré-sal; no mesmo dia, foi divulgado o vídeo dos insultos ao ex-ministro Guido Mantega, que foi expulso do hospital Albert Einstein; clima de radicalização política, com a criminalização do PT estimulada por meios de comunicação, intoxica o ambiente e cria condições para novas agressões; dia 15 de março, data em que estão agendados protestos pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff, promete mais violência

25 de Fevereiro de 2015 às 06:10

247 - Nos três principais jornais do País, Folha de S. Paulo, Globo e Estado de S. Paulo, a cena de destaque é a mesma: o confronto, ocorrido na tarde de ontem, entre militantes do PT e simpatizantes do impeachment da presidente Dilma Rousseff.

O episódio ocorreu no Rio de Janeiro, pouco antes do ato em defesa da Petrobras e do modelo de partilha do pré-sal, em que o ex-presidente Lula afirmou: "Eu quero paz e democracia, mas se eles querem guerra, eu sei lutar também" (saiba mais aqui).

As imagens estampadas nos três jornais prometem acirrar ainda mais os ânimos.

Eis a legenda da Folha: BRUTALIDADE - Em ato da CUT e do PT em defesa da Petrobras perto da Associação Brasileira de Imprensa, no Rio, petista agride homem que pedia o impeachment de Dilma.

Legenda do Estado: Pancadaria no Rio - Em ato de petroleiros no Rio, que teve agressões entre manifestantes, o ex-presidente Lula disse que Dilma Rousseff 'não pode ficar dando trela' sobre as investigações na Petrobras e 'tem de levantar a cabeça'.

Legenda do Globo: Intolerância - Homens com camisa do PT partem para a briga com manifestantes que pedem a saída de Dilma em frente à ABI, no Rio, onde aliados do governo fizeram ato.

A intolerância denunciada pelo Globo tem sido estimulada pela política de criminalização do PT, estimulada pelos meios de comunicação – em especial pelos veículos da família Marinho.

Resultado disso foi a agressão sofrida pelo ministro Guido Mantega, no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, de onde foi expulso aos gritos de 'vai pra Cuba' e 'filho da puta' (leia mais aqui).

Aonde isso vai parar, ninguém sabe. Mas as imagens de ontem, estampadas nos jornais de hoje, certamente elevarão a temperatura do dia 15 de março, dia em que estão previstos protestos pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff.

"É como se vivêssemos numa sociedade completamente polarizada, na Espanha da Guerra Civil", avalia Milton Lahuerta, professor da Unesp, em declaração ao jornal Estado de S. Paulo. "Estamos vivendo um momento de acirramento do debate político, decorrente de um processo eleitoral que terminou mas parece continuar", afirmou Marco Antonio Teixeira, professor da FGV.

http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/171118/Intolerância-política-pode-atirar-o-Brasil-no-abismo.htm

CPI da Petrobras reaproxima PT e PMDB

 

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Passado o furor provocado pela disputa quanto a presidência da Câmara, o PMDB começa a dar sinais de realinhamento com o PT; para a colunista do 247 Tereza Cruvinel, o maior exemplo desta reaproximação está na CPI da Petrobras, onde um acordo entre os partidos colocou o deputado Hugo Motta (PMDB/PB) na presidência e o ex-ministro Luiz Sergio (PT-RJ) como relator do processo; juntos, PT e PMDB devem lutar para evitar que o a CPI acabe em um linchamento político que favoreça um eventual processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff

24 de Fevereiro de 2015 às 15:05

Por Tereza Cruvinel

A CPI da Petrobrás, que será instalada na quinta-feira, dia 26, será presidida pelo deputado Hugo Motta (PMDB/PB) e o relator será o deputado e ex-ministro Luiz Sergio (PT-RJ), em novo sinal de que, passada a disputa pela presidência da Câmara, o PMDB vai se realinhando com o governo. A relatoria foi cedida ao PT por acordo com o PMDB.

A CPI terá seu foco principal voltado para os chamados "agentes políticos" envolvidos na Operação Lava Jato, admitem políticos governistas e da oposição. Estes últimos, mirando a descoberta de elementos que criminalizem o PT e, se possível, garantam suporte jurídico a um processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. Esta orientação dos trabalhos será favorecida pela denúncia ao STF contra os políticos envolvidos na Lava Jato, que o procurador-geral da República promete apresentar até sexta-feira, contendo cerca de 42 nomes.

A denúncia de Janot está pronta e sendo revisada por um grupo de procuradores, contendo inicialmente cerca de 42 nomes que hoje teriam foro privilegiado: ministros, senadores e deputados. Ficaram de fora os que, mesmo tendo mandatos eletivos à época dos fatos investigados, não se reelegeram em 2014 e responderão a inquéritos na Justiça comum.

O PT indicou ainda para compor a CPI os deputados Walmir Prascideli (SP) e Afonso Florence (BA). Maria do Rosario será suplente O PSDB também tem praticamente fechadas suas indicações: Antonio Imbassahy, Isalci e Otávio Leite, com Bruno Covas de suplente.

PMDB: Uma no cravo, outra na ferradura

Na jantar de ontem com os ministros da área econômica, promovido pelo vice-presidente Michel Temer, a alta cúpula do PMDB prometeu apoiar a aprovação das medidas de ajuste fiscal que tramitam no Congresso. Foi o que garantiram, entre outros participantes, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, e a ministra da Agricultura, Katia Abreu, com a ressalva de podem haver “ajustes de forma”. Vale dizer, a aprovação de emendas modificativs.

Mas fiel a seu estilo ambivalente, o PMDB está indicando para a presidência da CPI da Petrobrás o jovem deputado de segundo mandato Hugo Motta, da Paraíba, ligadíssimo ao novo líder da bancada, Leonardo Picciani, um duro crítico do PT e do Governo.

PT volta a questionar PF

Os advogados do PT apresentam hoje à corregedoria a Policia Federal nova queixa contra os vazamentos seletivos e outras ações com viés político da Polícia Federal. Darão ciência disso ao ministro da Justiça. Na semana passada o partido questionou o ministro José Eduardo Cardoso sobre o fato de PF ter ignorado as declarações do delator e ex-gerente da Petrobrás Pedro Barusco, de que recebia propinas já em 1997. O ministro encaminhou a queixa para a PF, que ainda não apresentou resposta.

O PT dá início esta semana também aos processos contra Barusco, por conta das afirmações de que o secretário de Finanças do PT, João Vaccari Neto, arrecadava recursos do esquema de propinas na estatal para o partido.

http://www.brasil247.com/pt/247/poder/171062/CPI-da-Petrobras-reaproxima-PT-e-PMDB.htm