quinta-feira, 25 de agosto de 2022
Importantes realizações são divulgadas na Conferência de Redes do Futuro realizada no leste da China
2022-08-25 19:26:15丨portuguese.xinhuanet.com

Tecnologia de aplicação da rede determinística na condução autônoma foi mostrada na 5ª Conferência de Desenvolvimento de Redes do Futuro, realizada em Nanjing, capital da Província de Jiangsu, leste da China, em 17 de junho de 2021. (Xinhua/Ji Chunpeng)
Nanjing, 25 ago (Xinhua) -- Uma série das mais recentes realizações de pesquisas científicas nas áreas como rede determinística e 6G foi divulgada nesta quarta-feira em Nanjing, capital da Província de Jiangsu, leste da China.
Os Laboratórios Purple Mountain, uma importante plataforma de inovação em redes e comunicações, anunciou um grande avanço em sistemas de rede determinística de área ampla na 6ª Conferência de Desenvolvimento de Redes do Futuro, que começou no mesmo dia.
O sistema de rede determinística de área ampla que cobre 35 cidades chinesas, incluindo Beijing, Shanghai e Nanjing, simula o sistema ferroviário de alta velocidade da China e pode atingir zero perda de pacotes de dados e baixa latência.
Espera-se que o sistema ajude a capacitar a aplicação de economia digital, como telemedicina e veículos inteligentes e conectados, explicou na conferência Liu Yunjie, pesquisador da Academia Chinesa de Engenharia.
Um sistema operacional de rede de computação e uma plataforma de teste de transmissão sem fio 6G também foram apresentados durante a conferência. A plataforma 6G pode melhorar muito as capacidades tecnológicas de transmissão sem fio em comparação com o 5G.
Apresentando tecnologias de rede atualizadas, a conferência de dois dias realizada online e offline atraiu mais de mil participantes, incluindo especialistas e representantes empresariais da China Mobile, China Telecom e Huawei.
Fonte: https://portuguese.news.cn/20220825/ab43520c73e54c86a8c3b726d9865fb6/c.html
Comitiva do governo da Colômbia é alvo de atentado
Os veículos oficiais atacados se dirigiam a El Tarra, para se juntar à caravana de Gustavo Petro
25 de agosto de 2022, 08:30 h Atualizado em 25 de agosto de 2022, 09:17
Gustavo Petro (Foto: Presidencia Colombia)
ARN - Veículos oficiais do governo de Gustavo Petro foram atacados a balas nesta quarta-feira (24) por "pelo menos seis" homens na região de Santander, enquanto se dirigiam ao município de El Tarra para se juntar à caravana do presidente, que iria participar de um evento lá .
Conforme detalhado pela Presidência do país em comunicado, o ataque foi realizado com armas de fogo de longo alcance contra os veículos. “O evento foi registrado no setor de San Pablo (El Tarra), quando pelo menos seis sujeitos teriam instalado um posto de controle ilegal. A caravana ignorou a 'parada', razão pela qual foram atingidos com armas de fogo", refere a carta.
A esse respeito, o governo colombiano indicou que um dos veículos não conseguiu passar pelo posto de controle que havia sido montado, enquanto o outro "permaneceu furado". Estes dois veículos foram detidos, bem como um condutor da Unidade Nacional de Protecção, que foi posteriormente libertado.
“Os outros veículos e sua tripulação conseguiram passar pelo posto de controle. As pessoas estão sob a proteção das autoridades", disse.
A área da sub-região de Catatumbo, onde ocorreram os fatos, faz fronteira com a Venezuela e ali se concentra grande parte do conflito armado. Os veículos fizeram aquela viagem para avaliar a possibilidade de Petro ter comparecido a este local.
Fonte: https://www.brasil247.com/americalatina/comitiva-do-governo-da-colombia-e-alvo-de-atentado
"É hora de paz", diz Gustavo Petro sobre atentado à sua comitiva
Delegação presidencial foi atacada a tiros enquanto revisava aspectos de segurança e logística antes da visita de Petro a uma região na fronteira com a Venezuela
25 de agosto de 2022, 08:35 h Atualizado em 25 de agosto de 2022, 09:16
(Foto: Reuters)
ARN - "Isso é o que deve acabar no país. Chega de violência. Embora apenas coisas tenham sido afetadas e seres humanos tenham sido salvos, o trabalho do governo continuará determinando que é hora de paz", escreveu o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, após um tiroteio registrado nesta quarta-feira (24) contra veículos oficiais no departamento de Norte de Santander, na fronteira com a Venezuela.
Pelo menos seis sujeitos atacaram a delegação presidencial enquanto ela se dirigia ao município de El Tarra para revisar aspectos de segurança e logística antes de uma visita do presidente Petro, prevista para esta sexta-feira.
Conforme detalhado pela Presidência colombiana em comunicado, o ataque foi realizado com armas de fogo de longo alcance contra os veículos.
A esse respeito, o governo colombiano indicou que um dos veículos não conseguiu passar pelo posto de controle que havia sido montado, enquanto o outro "permaneceu furado". Estes dois veículos foram detidos, bem como um condutor da Unidade Nacional de Protecção, que foi posteriormente libertado.
“Os outros veículos e sua tripulação conseguiram passar pelo posto de controle. As pessoas estão sob a proteção das autoridades", disse. Conforme relatado na quinta-feira pelo jornal El Tiempo, os agressores estavam todos vestidos com roupas civis e usavam rifles e pistolas.
A área da sub-região de Catatumbo, onde ocorreram os fatos, faz fronteira com a Venezuela e ali se concentra grande parte do conflito armado.
Proposta dos militares para mudar teste das urnas ameaça o sigilo do voto
Forças Armadas querem aferir aparelhos em seções eleitorais aleatórias, o que traz uma série de riscos
25 de agosto de 2022, 04:43 h Atualizado em 25 de agosto de 2022, 05:27
Fachada do TSE, exército e urna eletrônica (Foto: Roque de Sá/Agência Senado | Valter Campanato/Agência Brasil | Fernando Frazão/Agência Brasil)
247 - A um mês e meio da realização do primeiro turno das eleições, as Forças Armadas ainda tentam convencer o TSE a mudar a forma como hoje é feito o Teste de Integridade, considerado uma das principais etapas de auditoria do processo eleitoral brasileiro, informa a jornalista Malu Gaspar em sua coluna no Globo.
Segundo a jornalista, integrantes do TSE são frontalmente contrários à proposta, apontando uma série de riscos porque o teste pode ameaçar o sigilo do voto, uma garantia protegida pela Constituição.
O teste consiste em uma votação paralela à oficial, feita com cédulas de papel no dia da própria eleição. Geralmente ele é feito na sede de Tribunais Regionais Eleitorais (TREs), como simulação de uma votação normal: os participantes recebem cédulas já previamente preenchidas, mostram o nome escrito no papel para câmeras que filmam todo o processo e depois esse voto é computado em uma urna eletrônica.Todo o procedimento é filmado, para eventuais conferências posteriores.
O objetivo do teste é checar se o voto em papel é o mesmo que foi registrado pelo aparelho. Uma empresa de auditoria é contratada pela Justiça Eleitoral para fiscalizar todo o processo – e muitos TREs transmitem o Teste de Integridade ao vivo em seus canais do YouTube.
Segundo a jornalista, os militares insistem em que o Teste de Integridade seja feito não mais no ambiente controlado dos TREs, mas em seções eleitorais de verdade, escolhidas aleatoriamente, com o uso da biometria para identificar os eleitores. Dizem que seria uma simulação o mais próximo possível da votação real.
No entanto, dentro do TSE há forte resistência a modificar o procedimento tão em cima da hora da eleição. Técnicos avaliam que, além dos impactos em termos logísticos e da confusão que pode provocar no eleitorado, ficaria mais difícil proteger o sigilo do voto.
Orçamento secreto vai capturar R$ 10 bilhões da verba federal para a área de saúde em 2023
Falta de critérios técnicos no repasse das emendas do orçamento secreto tende a agravar a situação de dificuldades do Sistema Único de Saúde (SUS)
25 de agosto de 2022, 08:12 h Atualizado em 25 de agosto de 2022, 08:12
(Foto: Agência Brasil)
247 - O chamado orçamento secreto, utilizado pelo governo Jair Bolsonaro (PL) para cooptar o apoio de parlamentares no Congresso Nacional, deverá capturar cerca de R$ 10 bilhões do valor previsto para ações e serviços públicos de saúde no projeto de Orçamento de 2023. De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, “o valor é o mínimo que o governo tem, por obrigação constitucional, que destinar à área no Orçamento”.
Ainda segundo a reportagem, o Orçamento de 2022 estabeleceu R$ 139,8 bilhões como o valor mínimo obrigatório para a área de saúde. O volume, porém, subiu para R$ 150,5 bilhões com o acréscimo das emendas de relator, que compõem o orçamento secreto, e outros valores que foram incorporados posteriormente. O Orçamento do próximo ano, contudo, prevê que o valor para o setor de saúde fique em R$ 149,3 bilhões, já contando com os R$ 10 bilhões das emendas de relator.
A falta de critérios técnicos no repasse das emendas do orçamento secreto tende a agravar a situação de dificuldades do Sistema Único de Saúde (SUS). “Com o quadro atual, a situação do SUS tende a se agravar em 2023: as pressões são crescentes, por exemplo, com aumento da fila para cirurgias, enquanto os recursos podem cair e ainda tendem a ser capturados pelo orçamento secreto”, disse Bruno Moretti, assessor legislativo no Senado e especialista em orçamento público.
A medida que transfere parte dos recursos do Orçamento para as emendas de relator foi mantida por Jair Bolsonaro após o Congresso aprovar a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2023 com a diretriz de que os valores destas emendas já estariam previstas na reserva de contingência do projeto de Orçamento, no montante resultante da soma das emendas individuais e de bancada impositivas.
“Ao mesmo tempo, Bolsonaro vetou artigo que fixava que no máximo metade da reserva para as emendas de relator poderia ser usada para cumprir mínimos constitucionais, como o de saúde. O valor geral das emendas de relator deve ficar entre R$ 18 bilhões e R$ 19 bilhões em 2023”, ressalta o periódico.
Candidatos militares atacam sistema eleitoral nas redes e violam lei ao usar patente em campanha
Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram que concorrem às eleições deste ano ao menos 329 candidatos militares
25 de agosto de 2022, 05:27 h Atualizado em 25 de agosto de 2022, 05:27
(Foto: Agência Brasil)
247 - Candidatos ligados às Forças Armadas vêm usando as redes sociais para atacar e disseminar notícias falsas sobre o sistema eleitoral brasileiro.
Muitos desses candidatos usam suas patentes do Exército como nome de urna, o que é proibido pelo Estatuto dos Militares. Dentre os candidatos militares, 148 usam a designação hierárquica para pedir votos.
Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram que concorrem às eleições deste ano ao menos 329 candidatos militares.
De acordo com reportagem do jornal O Globo, em perfis nas redes sociais, a desinformação sobre as urnas eletrônicas e o TSE é a tônica. Em sintonia com as investidas de Jair Bolsonaro (PL) contra o processo eleitoral, os candidatos usam desse discurso como mote de campanha nas plataformas digitais.
Grupo de Puebla manifesta preocupação com perseguição judicial a Cristina Fernández de Kirchner
Pronunciamento foi feito a partir de parecer do Clajud - Conselho Latino-americano de Justiça e Democracia
25 de agosto de 2022, 06:35 h Atualizado em 25 de agosto de 2022, 07:12
Vice-presidente da Argentina, Cristina Kirchner 23/08/2022 (Foto: REUTERS/Agustin Marcarian)
247 - O Grupo de Puebla, que reúne lideranças políticas e intelectuais, protesta contra a perseguição judicial à vice-presidente da Argentina, Cristina Fernández de Kirchner.
"No período entre 2015 e 2019, ela foi processada repetidamente, chegando a mais de uma de uma dúzia de processos, em quase todos os casos promovidos pelos mesmos juízes, promotores e outros membros do Judiciário que tinham vínculos com o então presidente Mauricio Macri. Ao mesmo tempo, há indícios de que o Poder Executivo planejou operações de vigilância e inteligência contra Cristina Fernández de Kirchner e seus aliados. Há vazamentos de escuta ilegal em vários programas de televisão, rádio e jornais", diz documento publicado nesta quarta-feira (24), a partir de parecer do Clajud - Conselho Latino-americano de Justiça e Democracia.
Comandantes das PMs garantem a Moraes: “tropas estão sob controle”
Presidente do TSE se reuniu com chefes das polícias militares dos 27 estados e distrito Federal
24 de agosto de 2022, 20:32 h Atualizado em 24 de agosto de 2022, 21:19
Presidente do TSE, Alexandre de Moraes convocou os 27 comandantes das polícias militares para discutir sobre segurança e disciplina durante as eleições (Foto: Alejandro Zambrana/Secom/TSE)
247 - Os 27 comandantes das polícias militares afirmaram ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, que as tropas estão "sob controle" e preparadas para garantir a realização das eleições deste anos. Moraes se reuniu nesta quarta-feira (24) com chefes das polícias de todos os estados e do Distrito Federal.
O comandante da PM de Rondônia, coronel James Padilha, disse em entrevista que os comandantes da polícias tranquilizaram Moraes e reforçaram estar tudo sob controle. “Cada um dos comandantes foi enfático, em uníssono, em externar que as tropas estão sob controle. Nós temos tropas disciplinadas”, afirmou.
“Somos instituições do Estado. E não poderia ser diferente. Em relação ao momento, nós temos total isenção, imparcialidade e tranquilidade para dizer a todos que estamos em condição de proporcionar toda segurança e tranquilidade que a população precisa para poder exercer livremente o direito ao voto”, garantiu o comandante.
Fonte: https://www.brasil247.com/brasil/comandantes-das-pms-garantem-a-moraes-tropas-estao-sob-controle
quarta-feira, 24 de agosto de 2022
Fidelidade aos interesses israelenses e judeus é o novo normal
Por Philip Giraldi

Devo confessar um certo gosto pelo presidente russo Vladimir Putin . Não, não se trata de suas ações na Ucrânia, nem de suas tendências autoritárias internamente. Isso se deve ao fato de que ele às vezes articula a hipocrisia de países e líderes estrangeiros de maneira concisa e sem prisioneiros.
Ultimamente, ele tem sido corajoso o suficiente para comparar e contrastar o que os militares russos foram acusados na Ucrânia com o que Israel tem feito a Gaza.
Ele fez isso fazendo uma série de perguntas que juntas demonstram a hipocrisia de Washington e de alguns europeus sobre o que constitui crimes de guerra ou crimes contra a humanidade.
As perguntas eram:
“Primeiro, existem sanções contra Israel pelo assassinato e destruição de mulheres e crianças palestinas inocentes? Segundo, existem sanções contra os Estados Unidos por matar e destruir vidas de mulheres e crianças inocentes no Iraque, Síria, Afeganistão, Cuba, Vietnã e até mesmo roubar seus diamantes e ouro? E terceiro, houve alguma sanção contra os EUA e a França pelo assassinato de Muammar Gaddafi e a destruição da Líbia?”
A Rússia, é claro, tem sido alvo de sanções e boicotes e até mesmo roubo oficial do dinheiro que tinha em bancos americanos e europeus. Também teve de lidar com o apoio militar fornecido pela OTAN ao regime de Volodymyr Zelensky na Ucrânia. No mês passado, o Senado dos EUA aprovou por unanimidadeuma ridícula resolução não vinculativa declarando a Rússia como um “Estado patrocinador do terrorismo”, que, se endossado pela Casa Branca, inevitavelmente levaria a ainda mais sanções e aumento da ajuda a Zelensky e seus comparsas corruptos em uma tentativa abertamente declarada de enfraquecer a Rússia e derrubar Putin. Também significaria que uma futura relação diplomática funcional entre Moscou e Washington se tornaria impossível. Implícita nas perguntas de Putin está a clara acusação de que há um padrão duplo sobre o que constitui a segurança nacional. O Ocidente apóia a resistência militar da Ucrânia contra a Rússia, mas não apóia o direito dos palestinos de se defenderem quando atacados por Israel, como ocorreu em 5 de agosto , um ataque não provocado que matou , entre outros,17 crianças palestinas.
O Ministério das Relações Exteriores da Rússia seguiu com uma declaração publicada pela primeira vez em suas contas de mídia social da Embaixada do Egito. A declaração incluiu uma captura de tela de um tweet que o primeiro-ministro israelense Yair Lapid postou em 3 de abril.sobre a alegada morte de civis na cidade ucraniana de Bucha, atribuída por Lapid e pelos meios de comunicação ocidentais às forças russas. Lapid declarou: “É impossível ficar indiferente diante das imagens horríveis da cidade de Bucha, perto de Kiev, depois da partida do exército russo. Prejudicar intencionalmente uma população civil é um crime de guerra e eu o condeno veementemente”. O post russo observou como se pode “comparar as mentiras de Yair Lapid sobre [a Ucrânia] em abril e as tentativas de culpar e responsabilizar [a Rússia] pelas mortes de pessoas em Bucha brutalmente assassinadas pelos nazistas com seus apelos em agosto por bombardeios e ataques em terras [palestinas] na Faixa de Gaza. Isso não é um padrão duplo, total desrespeito e desprezo pela vida dos palestinos?”
O ponto sobre um padrão duplo é particularmente relevante, pois a Ucrânia, que afirma estar enfrentando um brutal ataque russo repleto de crimes de guerra, endossou abertamente o bombardeio e tiroteio de Israel contra palestinos desarmados. Há duas semanas, o embaixador ucraniano em Israel, Yevgen Korniychuk, expressou seu total apoio a Tel Aviv, dizendo: “Como um ucraniano cujo país está sob um ataque muito brutal de seu vizinho, sinto grande simpatia pelo público israelense. Os ataques a mulheres e crianças são repreensíveis. Terrorismo e ataques maliciosos contra civis são a realidade diária de israelenses e ucranianos e essa terrível ameaça deve ser interrompida imediatamente”.
O comentário estranho e manifestamente falso de Korniychuk pega a realidade e a vira de cabeça para baixo. Mas, no entanto, com certeza, o recente ataque sangrento de Israel a Gaza não ganhou muito favor de uma audiência global que se cansou da beligerância do estado judeu e da enxurrada de desinformação em benefício próprio. Várias organizações de direitos humanos e até algumas igrejas responderam declarando que Israel é um “estado de apartheid”. Alguns críticos dos israelenses também ficaram satisfeitos ao observar que os eleitores comuns no Partido Democrata dos EUA, em particular, se afastaram do apoio instintivo a Israel e aceitaram que ele é racista e antidemocrático. Mesmo um número considerável de jovens judeus, muitos dos quais protestaram contra o recurso automático israelense a tiros e bombas para reprimir os palestinos,
Israel está longe de ser derrotado, no entanto, e revidou da maneira consagrada pelo tempo, usando a diáspora judaica e sua vasta riqueza para comprar ou alavancar a mídia, corromper políticos em todos os níveis e propagar uma narrativa que sempre retrata os judeus com simpatia como vítimas perpétuas. Essa narrativa se baseia no chamado holocausto e no slogan “nunca mais” para gerar a autoridade moral e a indignação que fazem toda a impostura, de outra forma insustentável, funcionar.
O que pode ser plausivelmente descrito como uma Conspiração Judaica Internacional dirigida pelo Ministério de Assuntos Estratégicos do governo israelense e pelos think tanks, bancos e casas de investimento em Wall Street e K Street está trabalhando duro para tornar ilegal criticar Israel e está desfrutando de um sucesso considerável . O massacre recente e contínuo de moradores de Gaza e Cisjordânia por Israel não induziu os governos completamente controlados e os meios de comunicação que o estado judeu domina que há algo seriamente errado acontecendo entre israelenses e palestinos, apenas negócios como de costume.
Israel parece estar vencendo sua guerra contra os palestinos (e não vamos esquecer os iranianos) onde mais importa, entre os poderosos nos EUA e em outros lugares. Testemunhe, por exemplo, a reação do governo dos EUA ao assassinato dos habitantes de Gaza. O presidente Joe Biden declarou que Israel tem o “direito de se defender”, a linha padrão também repetida pela presidente da Câmara dos Deputados , Nancy Pelosi . Trinta e quatro congressistas, entretanto, assinaram uma carta pedindo às Nações Unidas para dissolver uma Comissão de Inquérito da ONU (COI) em Israel após recentes comentários controversos de um dos membros da comissão. O COI foi criado para investigar possíveis crimes de guerra israelenses e crimes contra a humanidade nos territórios ocupados e em Gaza.
Os signatários se opuseram particularmente ao que a sempre vigilante Liga Antidifamação descreveu como declarações antissemitas do membro do COI Miloon Kothari, um especialista e investigador indiano em direitos humanos. Em um podcast, Kothari observou que Israel rotineiramente “praticava o apartheid e o colonialismo de colonos contra os palestinos”, antes de rejeitar as críticas à sua comissão como sendo o trabalho do lobby judaico que controla a mídia, dizendo: “Estamos muito desanimados com a mídia social que é controlada em grande parte pelo lobby judeu ou ONGs específicas”, acrescentando que “muito dinheiro está sendo jogado na tentativa de desacreditar o trabalho da comissão”.
O poder judaico, particularmente no mundo anglófono, também esteve em exibição recentemente no Canadá. O dolorosamente politicamente correto regime de Justin Trudeau sucumbiu ao exemplo dado pela Alemanha e vários outros estados europeus ao consagrar a narrativa de vítima perpétua das organizações judaicas oficiais no Código Penal Canadense, s. 319 . Daqui em diante
(2.1) Todo aquele que, ao comunicar declarações, exceto em conversas privadas, promova deliberadamente o antissemitismo tolerando, negando ou minimizando o Holocausto
- (a) é culpado de um crime punível e passível de prisão por um período não superior a dois anos; ou
- (b) é culpado de um crime punível com condenação sumária.
Então, a partir de agora no Canadá, se você questionar os fatos alegados em torno da chamada narrativa do holocausto aprovado, você pode ser enviado para a prisão por dois anos. Tanto para a liberdade de expressão ou o direito de desafiar a desinformação.
Finalmente, na Grã-Bretanha, os dois candidatos ao cargo de primeiro-ministro substituindo o desgraçado Boris Johnson, Liz Truss, o secretário de Relações Exteriores, e Rishi Sunak, o chanceler, estavam se gabando desuas credenciais pró-Israel no mesmo fim de semana, quando Israel estava matando mais de cinqüenta palestinos, incluindo 17 crianças, enquanto feriu dezenas de outros. Truss e Sunak jogaram a carta Israel/judeu em grande estilo, com Truss afirmando que “O Reino Unido deve ficar lado a lado com Israel, agora e no futuro. Como primeiro-ministro, eu estaria na vanguarda desta missão”. Truss também deu a entender que seguiria a liderança do fantoche sionista Donald Trump ao transferir a embaixada britânica para Jerusalém e apoiou um acordo de livre comércio entre o Reino Unido e Israel, que beneficiaria principalmente os israelenses. Ela também declarou que qualquer crítica a Israel está enraizada no anti-semitismo, uma linha popular que também está sendo amplamente promovida nos Estados Unidos.
Os dois partidos dominantes no sistema parlamentar do Reino Unido são os conservadores (conservadores) e trabalhistas. Ambos os partidos organizaram grupos “Amigos de Israel” que têm como membros uma maioria de parlamentares, incluindo mais de quatro em cada cinco conservadores, que atualmente formam o governo. Recentemente, o Partido Trabalhista derrubou o líder Jeremy Corbyn porque ele ousou expressar simpatia pelos palestinos e o substituiu por Keir Starmer,quem é tão próximo de Israel e da poderosa comunidade judaica britânica quanto, bem... escolha sua metáfora. Se vale a pena, Truss, Sunak e Starmer apoiam uma linha dura contra a Rússia na Ucrânia e também defendem a pressão extrema sobre o Irã, inimigo regional declarado de Israel. Todos também apoiam o uso do veto britânico nas Nações Unidas para proteger o Estado judeu contra os críticos.
Em 2001, o primeiro-ministro israelense Ariel Sharon advertiu com raiva seu colega Shimon Peres, que estava argumentando que Israel deveria atender aos pedidos dos EUA por um cessar-fogo, dizendo: “Quero dizer uma coisa muito clara, não se preocupe com a pressão americana sobre Israel. Nós, o povo judeu, controlamos a América, e os americanos sabem disso”. Parece agora que os EUA, Canadá e Grã-Bretanha, juntamente com outros estados anglófonos como Austrália e Nova Zelândia, estão andando no mesmo cavalo quando se trata de sacrificar interesses nacionais reais para agradar a uma nação estrangeira que pode ser corretamente considerada como um criminoso de guerra habitual e manifestamente racista. Os políticos britânicos e canadenses de ambos os lados do corredor agora se tornaram como seus colegas americanos ao se deixar corromper pelo dinheiro e pela influência da mídia, tornando um compromisso acrítico e quase total com Israel a questão definidora em qualquer campanha política para altos cargos.
O poder judaico moderno como um fenômeno global é um câncer que, em certo sentido, foi criado na América e se espalhou pelo mundo. Mas, felizmente, a difamação dos críticos como antissemitas está começando a se desgastar. Como Chris Hedges observou em março de 2019, “a compra do Lobby de Israel de quase todos os políticos seniores nos Estados Unidos, facilitada por nosso sistema de suborno legalizado, não é um tropo antissemita. É um fato. A campanha do lobby de assassinato de caráter vicioso, difamação e lista negra contra aqueles que defendem os direitos palestinos... não é um tropo anti-semita. É um fato. Vinte e quatro governos estaduais aprovaram uma legislação apoiada pelo Lobby de Israel exigindo que seus trabalhadores e contratados, sob ameaça de demissão, assinem um juramento pró-Israel e prometam não apoiar oO movimento de Boicote, Desinvestimento e Sanções não é um tropo anti-semita. É um fato."
Também deveria ser um fato que os americanos estão começando a protestar contra seu governo sendo manipulado por agentes insidiosos não registrados de um governo estrangeiro, mas isso terá que esperar, presumivelmente. No momento, Israel e sua quinta coluna têm elementos-chave tanto no governo quanto no espaço público em suas garras de ferro. Pode exigir algo como uma revolução para afrouxar isso.
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Philip M. Giraldi , Ph.D., é Diretor Executivo do Conselho para o Interesse Nacional, uma fundação educacional dedutível de impostos 501(c)3 (número de identificação federal nº 52-1739023) que busca uma política externa dos EUA mais baseada em interesses no Oriente Médio. O site é Councilforthenationalinterest.org, o endereço é PO Box 2157, Purcellville VA 20134 e seu e-mail é inform@cnionline.org . Ele é um colaborador regular da Global Research.
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