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quinta-feira, 27 de novembro de 2025

Brasil247: Em derrota para o governo, Congresso rejeita 56 vetos dos 63 vetos de Lula ao PL da Devastação

 

Governo conseguiu acordo para adiar a votação de parte dos vetos

Plenário do Senado Federal (Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado)
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Lucas Pordeus León, repórter da Agência Brasil - O Congresso Nacional derrubou, nesta quinta-feira (27), 56 dos 63 vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto de lei (PL) que elimina ou flexibiliza regras para o licenciamento ambiental no Brasil. O texto foi apelidado pelos críticos de “PL da Devastação”.

Os parlamentares apreciaram ainda 28 destaques apresentados pelo PT e PSOL, como forma de tentar manter os vetos presidenciais. Na Câmara dos Deputados, os destaques foram rejeitados por 295 votos a 167. No Senado, ainda estão em votação.

O governo conseguiu, por outro lado, adiar a análise de sete dos vetos referentes ao Licenciamento Ambiental Especial (LAE), nova modalidade criada que previa o licenciamento de forma simplificada e com “fase única” para obras consideradas “estratégicas”.

Ao vetar o dispositivo da LAE, o Executivo editou a Medida Provisória (MP) 1308 de 2025, mantendo a previsão desse instrumento ambiental. Porém, em vez de licenciamento em fase única, a MP editada pelo governo prevê equipes exclusivas destinadas para dar celeridade aos licenciamentos de obras consideradas estratégicas, mantendo todas as fases hoje previstas para liberação de empreendimentos.

O relator da MP 1308 na Câmara é o deputado Zé Vitor (PL-MG). A medida precisa ser analisada até o dia 5 de dezembro para não perder a validade. A comissão que analisa a MP é presidida pela senadora Tereza Cristina (PP-MS), importante liderança da bancada ruralista no Parlamento.

Apoiado pelo agronegócio e setores empresariais, o PL do Licenciamento Ambiental vem sendo denunciado como grave retrocesso por organizações ambientalistas e pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA).

Com a derrubada dos vetos, são retomados dispositivos como o que autoriza o autolicenciamento para obras de porte médio, chamado de Licença por Adesão e Compromisso (LAC). Essa modalidade requer apenas um compromisso dos empreendedores para liberação das obras, sem os estudos ambientais exigidos atualmente.

A derrubada dos vetos permite ainda transferir a definição dos parâmetros ambientais do licenciamento da União para estados e Distrito Federal (DF); retira atribuições de órgãos ambientais como Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente) e limita a consulta aos povos indígenas e comunidades quilombolas afetadas pelos empreendimentos.

O Legislativo ainda derrubou o veto do governo que impediu retirar a Mata Atlântica do regime de proteção especial para supressão de floresta nativa. A derrubada do veto reduz as exigências para desmatar o bioma que mantém atualmente cerca de 24% da vegetação original.

O Observatório do Clima, que reúne 161 organizações sociais e ambientais, afirma que a derrubada desses vetos é o maior retrocesso ambiental da história do país, e logo após a Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP30), em Belém (PA).

"Manter os vetos de Lula é crucial para impedir o esvaziamento do licenciamento ambiental, o principal instrumento de prevenção de danos ambientais do país, criado há mais de quatro décadas pela Política Nacional do Meio Ambiente, de 1981", disse o Observatório, em nota.

Alcolumbre pauta tema após COP30

Deputados e senadores favoráveis aos vetos do presidente Lula criticaram o presidente do Congresso, o senador Davi Alcolumbre (União-AP), por pautar o tema após a COP30, enquanto há muitos outros vetos na fila para serem apreciados.

Alcolumbre argumentou que a votação do licenciamento ambiental era necessária para destravar o processo legislativo.

“Há regiões inteiras aguardando que o Congresso finalize essa discussão para que grandes projetos saiam do papel, gerando empregos, renda e crescimento econômico — sempre com responsabilidade ambiental”, disse o presidente do Senado.

O deputado federal Nilto Tatto (PT-SP), falando como líder do PT, destacou que a votação do tema após a COP30 reflete uma decisão política de setores privados que querem flexibilizar as regras ambientais no Brasil.

“O momento em que se está trazendo para votar, logo depois da Conferência do Clima, tem uma posição política de setores que desnortearam o debate do licenciamento ambiental para defender interesses menores e não interesses do país, não interesses da sociedade brasileira”, disse.

Debate

A senadora Eliziane Gama (PSD-MA) avaliou que a derrubada dos vetos vai aumentar o desmatamento ao transferir para os estados e o Distrito Federal a responsabilidade por definir parâmetros e critérios para o licenciamento ambiental.

“Vai se criar uma verdadeira guerra ambiental na tentativa de levar algum tipo de empreendimento sem o devido rigor e, portanto, [sem] a proteção dos nossos biomas e do nosso meio ambiente”, afirmou.

O deputado José Vitor (PL-MG) argumentou, por outro lado, que o projeto aprovado respeita o meio ambiente e que o atual modelo de licenciamento no Brasil impede a realização de obras. Ele ainda defendeu a exclusão do Ibama dos processos de liberação de obras.

“Nenhum de nós aqui está abrindo mão para qualquer flexibilização ou qualquer ponto que coloque em risco o meio ambiente. Depois de um órgão ambiental, como uma secretaria de estado de meio ambiente, fazer toda a análise técnica e conceder uma autorização, que, mesmo assim, precisava do carimbo do Ibama, um carimbo que, de fato, não protege nada”, afirmou.

O líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), defendeu que o Brasil explore suas riquezas.

“[O governo] quer colocar travas no agronegócio, que é a única coisa que ainda está dando certo, economicamente, no Brasil. Aí querem colocar aqui o veto no licenciamento ambiental votado por essas duas Casas. O verdadeiro Brasil que nós temos é o Brasil que explora as suas riquezas do agro”, afirmou.

Por sua vez, o deputado federal Túlio Gadêlha (Rede-PE) argumentou que os atrasos que, eventualmente ocorrem, no processo de licenciamento ambiental são resultado do desmonte praticado contra os órgãos ambientais ao longo dos anos.

“Se existe morosidade hoje é por conta do desmantelamento do governo anterior com relação à pauta ambiental, que retirou salários, diárias, combustível e instrumentos para que esses servidores pudessem agir”, comentou.

Gadêlha também criticou que órgãos ambientais como Ibama, Funai, Iphan e outros passam a ter um caráter de “observador” sem que os seus pareceres tenham “caráter vinculante” nos processos de licenciamento.

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Brasil247: Com Lula, Brasil cria 1,8 milhão de empregos formais em 10 meses

 

Geração de empregos com carteira assinada avança no país e atinge 48,99 milhões de vínculos ativos

Lula e Luiz Marinho. Presidente disse em outubro que o Brasil poderia fechar o ano com criação de 2 milhões de empregos formais (Foto: Ricardo Stuckert/PR | Ana Volpe/Agência Senado | REUTERS/Amanda Perobelli)

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O mercado de trabalho brasileiro registrou forte expansão em 2025, somando 1,8 milhão de novos empregos com carteira assinada entre janeiro e outubro. As informações fazem parte do Novo Caged e foram divulgadas nesta quinta-feira (27) pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

Segundo dados apresentados pelo Governo do Brasil, todas as 27 unidades da Federação encerraram os primeiros dez meses do ano com saldos positivos. Com isso, o número total de vínculos formais ativos chegou ao recorde de 48,99 milhões. Desde janeiro de 2023, início da atual gestão federal, já foram criadas 4,9 milhões de vagas.

Em outubro, o país registrou saldo positivo de 85.147 postos, resultado de 2.271.460 admissões e 2.186.313 desligamentos. O salário médio de admissão no mês alcançou R$ 2.304,31, o que representa alta de 0,8% em comparação com setembro.

Serviços lideram contratações no país

Entre os setores econômicos, Serviços foi novamente o motor da geração de empregos, com 82.436 novas vagas em outubro. O Comércio aparece na sequência, com 25.592 postos.

Já a Construção (-2.875), a Agropecuária (-9.917) e a Indústria (-10.092) registraram retração no mês.

No acumulado do ano, todos os setores apresentam resultados positivos: Serviços lidera com 961.016 novos postos, seguido por Indústria (305.641), Comércio (218.098), Construção (214.717) e Agropecuária (101.188).

Jovens e mulheres têm saldos mais positivos

O recorte populacional mostra vantagem das mulheres, que ocuparam 65.913 vagas em outubro, enquanto os homens preencheram 19.234.

A juventude também teve forte impacto no saldo mensal. Pessoas entre 18 e 24 anos assumiram 80.365 vagas, enquanto adolescentes de até 17 anos preencheram 23.586. Somadas, essas faixas etárias responderam por 122% do saldo total do período.

Escolaridade e raça mostram tendências do mercado

O nível médio completo predominou entre os contratados em outubro, com 78.633 vagas, seguido pelo nível médio incompleto, com 12.048.

Na divisão por raça, os pardos lideraram a ocupação de postos formais, com 75.059 vínculos. Em seguida aparecem pretos (15.698), indígenas (8.900) e brancos (2.010). A população com deficiência registrou saldo positivo de 454 vagas.

Regiões e estados impulsionam o resultado nacional

São Paulo teve o melhor desempenho em números absolutos, com 18.456 vagas abertas em outubro. Depois vêm Distrito Federal (15.467) e Pernambuco (10.596). No critério proporcional, os destaques foram Distrito Federal (+1,47%), Alagoas (+1%), Amapá (+0,72%) e Piauí (+0,70%). No acumulado de janeiro a outubro, São Paulo soma 502.683 novos postos formais, seguido por Minas Gerais (159.601) e Paraná (129.361).

Entre as regiões, o Nordeste liderou a abertura de vagas em outubro, com 33.831 novos postos, seguido por Sudeste (20.795), Sul (13.847), Centro-Oeste (12.169) e Norte (4.486).

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Fonte: https://www.brasil247.com/economia/com-lula-brasil-cria-1-8-milhao-de-empregos-formais-em-10-meses

quarta-feira, 26 de novembro de 2025

Sputnik Brasil: Marinha do Brasil lança ao mar submarino Almirante Karam


Submarino Almirante Karam (S43), é lançado ao mar pela Marinha do Brasil, em 26 de novembro de 2025 - Sputnik Brasil, 1920, 26.11.2025

Embarcação é a quarta da cooperação militar entre Brasil e França, que ainda deve proporcionar um quinto submarino, este de propulsão nuclear, colocando o Brasil em uma lista seleta no campo naval.
A Marinha do Brasil realizou nesta quarta-feira (26) o lançamento do Almirante Karam (S43), quarto submarino convencional com propulsão diesel-elétrica do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub), em Itaguaí, no Rio de Janeiro.
Além do lançamento do S43, a Marinha também fez a mostra de armamento do Submarino Tonelero (S42), em ato que oficializa a transferência da embarcação para o setor operativo da Força Naval após mais de um ano de testes.
Militar vigiando a Amazônia Azul, em 12 de janeiro de 2019 - Sputnik Brasil, 1920, 16.11.2024
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Amazônia Azul: é preciso mudar pensamento social de que o Brasil não tem ameaças, diz historiadora
A magistrada, inclusive, foi a madrinha do submarino Almirante Karam e teve a honra de realizar a tradicional quebra da garrafa de champanhe no casco da embarcação. Durante a cerimônia, Cármen Lúcia destacou a importância do pleno funcionamento das instituições para o "sossego" da sociedade.
 
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"Nós vivemos um tempo de muitos desassossegos, não apenas nas Américas, mas em todo o mundo. E eu tenho dito cada vez mais que todos nós temos direito, como seres humanos, a um pouco de sossego. E quem garante o sossego, verdadeiramente, de cada um poder dormir com tranquilidade, são as instituições, ao cumprir as suas funções, as suas missões, na forma estipulada constitucionalmente."
O ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, também falou durante o evento e ressaltou as cifras relacionadas às exportações brasileiras em materiais de defesa, que ultrapassaram os US$ 3 bilhões.
"Podemos observar que nossa indústria de defesa obteve neste ano um bom recorde, ultrapassando os US$ 3 bilhões de exportações autorizadas em produtos de defesa. Esforço conjunto do Ministério e da indústria nacional, com ampla participação da Marinha, do Exército e da Força Aérea Brasileira."
 
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O comandante da Marinha, almirante de esquadra Marcos Sampaio Olsen, enfatizou que dominar mares é fator determinante para a estatura de Estados, seja ao longo da história ou atualmente. Na visão do militar, no controle dos mares reside "parcela essencial de soberania".
"Para a pátria amada, detetora de extenso litoral e guardiã de incomensuráveis riquezas inseridas em águas jurisdicionais, a presença firme e constante do poder naval não figura predileção. É dever de Estado, em condição sine qua non, de existência na conjuntura contemporânea em constante evolução."
O Prosub é uma cooperação militar entre Brasil e França que resultará na construção de um total de quatro submarinos convencionais — dos quais o Almirante Karam é o quarto — e um de propulsão nuclear.

Conheça melhor o submarino Almirante Karam

O submarino Almirante Karam tem 72 metros de largura e 6 metros de comprimento. Com aproximadamente 1.800 toneladas, o S43 é capaz de se deslocar a cerca de 40 km/h.
O Almirante Karam pode navegar a 300 metros de profundidade com uma tripulação de mais de 40 militares por até 70 dias no mar.
 
© telegram SputnikBrasil
O submarino Almirante Karam integra a Classe Riachuelo, formada pelo próprio Riachuelo (S40), Humaitá (S41) e Tonelero (S42), todos com propulsão diesel-elétrica.
Segundo a Marinha, o S43 é "dotado de um sofisticado sistema de combate capaz de integrar e gerenciar arranjo abrangente de sensores", entre eles acústicos, radar, guerra eletrônica, eletro-ópticos e ópticos, além de armas, como torpedos, mísseis antinavio e minas.

O futuro é nuclear

O próximo passo do Prosub é a construção e lançamento do submarino nuclear convencionalmente armado Álvaro Alberto, que tem previsão de lançamento ao mar no início da próxima década.
Quando pronta, a embarcação colocará o Brasil em uma seleta lista de países que constroem e operam submarinos nucleares ao lado da Rússia, China, Estados Unidos, França e Reino Unido.
 
Fonte:  https://noticiabrasil.net.br/20251126/marinha-do-brasil-lanca-ao-mar-submarino-almirante-karam-45539382.html

Brasil247: Isenção do IR é ‘uma das mais importantes vitórias de Lula’, diz Gleisi

Leonardo Sobreira

Ministra comemora “vitória do povo brasileiro” e diz que a nova lei “mexe na chaga da desigualdade”

A ministra Gleisi Hoffmann (SRI)
A ministra Gleisi Hoffmann (SRI) (Foto: Brito Junior/SRI-PR)

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247 - A ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda foi celebrada nesta quarta-feira (26) durante o evento de sanção da nova lei, que libera do pagamento do IR contribuintes que recebem até R$ 5 mil mensais. A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT), participou da cerimônia e destacou o impacto social da medida.

As declarações foram feitas em discurso no ato oficial que marcou a sanção presidencial, em que a ministra reconheceu publicamente o avanço representado pela proposta e reforçou que a iniciativa cumpre um compromisso assumido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Em sua fala, Gleisi lembrou que “a lei que está sendo sancionada hoje, aprovada por unanimidade na Câmara e no Senado, é um resgate do compromisso do presidente Lula com o povo brasileiro”. Ela recordou que, ainda na campanha de 2022, o então candidato afirmou que reajustaria a tabela do Imposto de Renda e isentaria quem ganha até R$ 5 mil por mês. A ministra afirmou que o anúncio foi recebido com forte apoio pelos trabalhadores, destacando que o congelamento da tabela por governos anteriores durou seis anos.

Segundo ela, esse congelamento resultou em “um aumento do imposto pago pela classe trabalhadora em 31%”, o que classificou como “um confisco (…) de R$ 63 bilhões tomados dos trabalhadores e demais contribuintes”. No discurso, Gleisi enfatizou que o presidente “não apenas reajustou a tabela em seu primeiro ano, isentando quem recebe até dois salários mínimos, mas também está cumprindo completamente o compromisso firmado”.

A ministra explicou que, além da isenção até R$ 5 mil, a nova legislação reduz o imposto retido na fonte para quem ganha até R$ 7.350. Para ela, o avanço representa mais do que corrigir distorções acumuladas: “estamos dando um primeiro e importante passo para corrigir a enorme injustiça tributária em nosso país, que perpetua a imensa e repugnante diferença da renda no Brasil”.

Gleisi também criticou a cobrança de 27,5% sobre salários modestos enquanto rendimentos elevados pagavam proporcionalmente menos. “Nunca foi justo cobrar 27,5% do salário de uma professora ou de um enfermeiro, cobrando menos de quem tem rendimentos acima de R$ 50 mil e isentando os lucros e dividendos recebidos por uma minoria com alta concentração de renda”, afirmou. Ela destacou ainda que cerca de 40 mil contribuintes mais ricos passarão a recolher valores adicionais, contribuindo para tornar o sistema mais equilibrado.

A ministra classificou como fundamental a mudança que permite tributar os “muito ricos”, ação que ela atribuiu ao trabalho da equipe econômica comandada pelo ministro Fernando Haddad. Em tom de reconhecimento ao presidente, declarou: “a grande verdade, senhor presidente, é que o senhor entra novamente para a história como quem mais isentou de imposto o povo brasileiro”.

Durante o evento, Gleisi agradeceu parlamentares e as direções das duas Casas legislativas — Hugo Motta, da Câmara, e Davi Alcolumbre, do Senado — pela aprovação unânime da proposta. Para ela, a iniciativa “é, acima de tudo, uma vitória do Brasil e do povo brasileiro” e representa “uma das mais importantes desse mandato do presidente Lula, porque inicia o processo de mexer na chaga da desigualdade histórica que temos no Brasil”.

A sanção presidencial consolida uma das principais promessas econômicas do atual governo. A nova regra de isenção até R$ 5 mil e a redução do imposto para rendas até R$ 7.350 passam a valer já na próxima declaração, ajustando a cobrança para milhões de trabalhadores e abrindo espaço para um debate mais amplo sobre justiça tributária no país.

Fonte: https://www.brasil247.com/brasil/isencao-do-ir-e-uma-das-mais-importantes-vitorias-de-lula-diz-gleisi

Brasil247: Lula prometeu e cumpriu: pobre no orçamento e rico no Imposto de Renda

 

O que parecia impossível se torna realidade nesta quarta-feira 26

Lula (Foto: Ricardo Stuckert)

Na primeira metade do terceiro mandato do presidente Lula, o Brasil voltou a colocar os mais pobres no centro das políticas públicas. E não foi apenas retórica – os números apresentados pelo Ipea nesta terça-feira (25) apontam que o Brasil alcançou, em 2024, os melhores indicadores de renda, desigualdade e pobreza desde o início da série histórica, em 1995. Segundo o estudo conduzido pelos pesquisadores Pedro Herculano Souza e Marcos Dantas Hecksher, a renda domiciliar per capita cresceu cerca de 70% em três décadas, a desigualdade caiu quase 18% e a extrema pobreza despencou de 25% para menos de 5% da população.

Os dados mostram que o avanço recente tem origem clara: a combinação entre fortalecimento dos programas sociais – marca dos três governos Lula e dos dois governos Dilma – e um mercado de trabalho aquecido, com mais empregos e salários mais altos. Entre 2021 e 2024, a renda média real cresceu mais de 25%, com redução simultânea da pobreza e da desigualdade. Não é pouca coisa num país que enfrentou recessão, crise política, pandemia e um ciclo prolongado de austeridade – sobretudo após o golpe de estado de 2016, contra a ex-presidenta Dilma Rousseff.

Se Lula prometeu colocar o pobre no orçamento, a primeira parte dessa promessa está cumprida. Agora começa a segunda: colocar o rico no Imposto de Renda.

Nesta quarta-feira (26), às 10h30, o presidente sanciona a lei que promove a mais significativa mudança no Imposto de Renda Pessoa Física em décadas. A faixa de isenção sobe para R$ 5 mil mensais, atendendo a uma demanda reprimida da classe média. Quem ganha até R$ 7.350 também terá direito a descontos simplificados. Cerca de 15 milhões de brasileiros deixarão de pagar Imposto de Renda imediatamente. É um alívio concreto para quem foi esmagado pela defasagem acumulada da tabela.

Ao mesmo tempo, o compromisso de justiça fiscal se materializa com a taxação adicional sobre rendimentos acima de R$ 600 mil anuais em dividendos. É o início da aplicação do conceito de progressividade tributária: quem ganha mais, também paga.

O movimento do governo brasileiro acompanha uma tendência internacional. Países desenvolvidos voltaram a discutir e implementar taxações mais robustas sobre altos patrimônios e grandes rendas. Não há Estado forte sem financiamento adequado, e não há financiamento justo quando o peso recai sobre os trabalhadores, enquanto os rendimentos financeiros ficam praticamente intocados.

Ao tentar restabelecer um equilíbrio mínimo da tributação, Lula resgata o espírito que marcou seus governos anteriores: elevar o padrão de vida das maiorias, reduzir desigualdades e fazer com que os mais favorecidos contribuam proporcionalmente para o financiamento das políticas públicas.

A nova lei é, portanto, mais do que uma mudança técnica. Trata-se de um gesto político que sintetiza um projeto de país – um país em que crescimento econômico e combate à desigualdade caminham juntos.

O estudo do Ipea reforça que a redução atual da pobreza e da desigualdade não é acidental. Ela decorre de duas forças equivalentes: um mercado de trabalho aquecido, gerando mais empregos e melhores salários, e o fortalecimento dos programas sociais, como o Bolsa Família.

De acordo com o estudo do Ipea, ainda há 4,8% da população em extrema pobreza e 26,8% abaixo da linha de pobreza. O mérito do governo está justamente em apontar o caminho para reduzir ainda mais esses números com medidas estruturais – e não com atalhos improvisados.

No dia de hoje, começa a ser cumprida a promessa fiscal do governo Lula 3: tornar o sistema tributário mais justo, aliviar a classe média e fazer com que os muito ricos também contribuam. O que antes parecia impossível tornou-se realidade neste 26 de novembro. Quanto à grande notícia de ontem, sobre o início do cumprimento da pena do inominável e dos militares golpistas, que seja página virada na história do Brasil, que finalmente começa a construir um novo tempo.

* Este é um artigo de opinião, de responsabilidade do autor, e não reflete a opinião do Brasil 247.

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Fonte: https://www.brasil247.com/blog/lula-prometeu-e-cumpriu-pobre-no-orcamento-e-rico-no-imposto-de-renda

Brasil247: "Esse país deu uma lição de democracia ao mundo", diz Lula sobre golpistas presos

 

Presidente Lula reforçou que o julgamento da trama golpista não sofreu com interferências políticas

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (Foto: REUTERS/Adriano Machado)
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247 - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quarta-feira (26) que a democracia brasileira saiu fortalecida após a prisão do núcleo central da trama golpista, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro e militares do alto escalão do governo anterior. 

Lula reforçou que o julgamento não sofreu com interferências políticas, afirmou que a "democracia vale para todos" e relatou estar "feliz" pela maturidade do sistema democrático brasileiro, que se mostrou resiliente mesmo diante de ameaças externas sem precedentes, principalmente dos Estados Unidos. 

"Sem nenhum alarde a justiça brasileira mostrou sua força, não se amedrontou com as ameaças de fora e fez um julgamento primoroso, sem acusação da oposição, e sim da própria quadrilha. Pela primeira vez, tem alguém preso por tentativa de golpe, um ex-presidente e generais estrelados, numa demonstração de que a democracia vale para todos e não é privilégio de ninguém. É um direito de 215 milhões de brasileiros. Estou feliz porque esse país mostrou estar maduro para exercer sua democracia na mais alta plenitude", disse Lula na cerimônia de sanção do projeto que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda para quem ganha R$ 5 mil por mês, realizada no Palácio do Planalto, em Brasília-DF. 

"Esse país ontem deu uma lição de democracia ao mundo", afirmou Lula no evento. 

O Supremo Tribunal Federal (STF) decretou na terça-feira (25) o trânsito em julgado da ação penal contra Bolsonaro, na qual ele foi condenado a mais de 27 anos por liderar a trama golpista após as eleições de 2022. No mesmo dia, o ex-presidente passou a cumprir sua pena na Superintendência da Polícia Federal em Brasília, onde já estava em prisão preventiva. 

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Fonte: https://www.brasil247.com/poder/esse-pais-deu-uma-licao-de-democracia-ao-mundo-diz-lula-sobre-golpistas-presos

Brasil247: Lula celebra queda histórica da desigualdade e isenção do IR: "mais um passo rumo à justiça social"


Presidente Lula sanciona nesta quarta-feira (26) a lei que amplia a isenção de Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil por mês

Luiz Inácio Lula da Silva (Foto: Ricardo Stuckert/PR)
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247 - O presidente Lula (PT) destacou, nesta quarta-feira (26), a nova etapa da política tributária do governo, celebrando a redução histórica da pobreza e da desigualdade divulgada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). 

Lula afirmou que o país vive um avanço significativo tanto na renda média da população quanto no combate às desigualdades sociais. Ele atribuiu os resultados à combinação entre crescimento econômico e retomada de políticas públicas voltadas para a proteção social.

De acordo com o estudo apresentado pelo Ipea na terça-feira (25), pobreza, extrema pobreza e desigualdade atingiram, em 2024, os menores níveis desde o início da série histórica, em 1995. A renda média mensal por pessoa chegou a R$ 2.015, o maior patamar em três décadas, representando alta de quase 70% em relação aos R$ 1.191 registrados em 1995. O coeficiente de Gini recuou de 61,5 para 50,4 — queda de quase 18% — e a taxa de pobreza extrema caiu de 25% para menos de 5%.

Ao comentar os dados, Lula reforçou que o cenário atual reflete o esforço de reconstrução iniciado em 2023. “Em 2024, o Brasil atingiu o maior nível de renda de sua história, com queda da desigualdade. Fruto de trabalho sério, que fortaleceu a nossa economia, e da retomada das políticas sociais. Com a Lei que sanciono hoje, que isenta do Imposto de Renda quem recebe até R$ 5 mil e garante desconto para quem ganha até R$ 7.350, damos mais um passo firme e decisivo rumo à justiça social e ao combate à desigualdade em nosso país”, escreveu.

 

A lei a ser sancionada nesta quarta-feira promove a maior mudança recente no Imposto de Renda Pessoa Física. A ampliação da faixa de isenção para quem recebe até R$ 5 mil mensais deve retirar cerca de 15 milhões de brasileiros da cobrança do tributo. Também foram estabelecidos descontos para rendas de até R$ 7.350, ao mesmo tempo em que a taxação sobre rendimentos mais elevados será ampliada, incidindo sobre quem recebe acima de R$ 600 mil por ano.

Com a atualização, o governo argumenta que o novo modelo busca equilibrar a carga tributária, aliviando o peso sobre os trabalhadores e reforçando a contribuição dos mais ricos. As mudanças integram o conjunto de ações voltadas à redistribuição de renda e ao enfrentamento das desigualdades que, segundo o Executivo, continuarão guiando a agenda social e econômica do país.

Fonte:  https://www.brasil247.com/economia/lula-celebra-queda-historica-da-desigualdade-e-isencao-do-ir-mais-um-passo-rumo-a-justica-social

terça-feira, 25 de novembro de 2025

Brasil247: STF determina que Bolsonaro cumpra início da pena de 27 anos na carceragem da PF

 

Ex-mandatário cumprirá o início da pena imposta pelo STF por tramar um golpe de Estado na carceragem da PF em Brasília

Jair Bolsonaro, em prisão domiciliar, em Brasília - 14/08/2025 (Foto: REUTERS/Adriano Machado)
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247 - O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira (25) que Jair Bolsonaro (PL) permanecerá custodiado na Superintendência da Polícia Federal (PF) em Brasília, onde já estava detido desde a prisão preventiva. O STF reconheceu o encerramento do processo da trama golpista e consolidou a execução da condenação, fixada em 27 anos e três meses. Antes de ser levado à PF, Bolsonaro cumpria prisão domiciliar preventiva em um condomínio no Jardim Botânico, na capital federal. As informações são do jornal O Globo

Corte rejeita transferência e mantém local de custódia

As especulações sobre uma possível transferência para o Complexo Penitenciário da Papuda foram descartadas. Aliados chegaram a levantar essa possibilidade, mas o Supremo optou por preservar o regime atual devido às prerrogativas legais destinadas a ex-presidentes da República.

Estrutura da cela e condições especiais

O espaço onde Bolsonaro permanece detido passou por reforma recente. A sala tem 12 metros quadrados e segue o padrão de sala de Estado-Maior, previsto na legislação para garantir segurança e integridade de autoridades com prerrogativa de função.

O ambiente inclui banheiro privativo, cama, escrivaninha, armário, ar-condicionado, televisão, frigobar e cadeira. O padrão é semelhante ao da sala onde o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) esteve preso na Superintendência da PF em Curitiba, em período cuja condenação foi posteriormente anulada pelo próprio STF. Michel Temer também chegou a ficar detido em uma unidade da PF no Rio de Janeiro por quatro dias, após ser preso na Operação Descontaminação, desdobramento da Lava-Jato.

Prerrogativas previstas pela legislação brasileira

A lei estipula que ex-presidentes têm direito a instalações compatíveis com sua função anterior, assegurando condições diferenciadas e proteção física. A permanência de Bolsonaro na sede da Polícia Federal cumpre esse dispositivo, evitando sua ida para unidades do sistema penitenciário comum.

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Fonte: https://www.brasil247.com/brasil/stf-determina-que-bolsonaro-cumpra-pena-na-carceragem-da-pf

Brasi247: Moraes determina perda de mandato de Ramagem e STF avalia rito para cassação

 

Ministro ordena execução imediata da condenação por tentativa de golpe de Estado

Alexandre Ramagem (Foto: Fellipe Sampaio/STF)

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247 – O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a perda do mandato do deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ), condenado por participação na tentativa de golpe de Estado. A informação foi publicada pelo G1, que também detalhou os fundamentos adotados pelo ministro.

Segundo o G1, Moraes considerou que a condenação definitiva — que inclui 16 anos de prisão em regime fechado e perda dos direitos políticos — impede o exercício da função parlamentar. O ministro também ordenou a prisão dos demais envolvidos no núcleo central da trama golpista, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Ramagem havia deixado o Brasil antes da conclusão do julgamento, deslocando-se para os Estados Unidos na segunda semana de setembro. A ordem emitida por Moraes será submetida à Primeira Turma do STF, que deverá referendar a decisão.

Debate sobre o rito na Câmara dos Deputados

Embora a determinação do ministro preveja que a Mesa Diretora da Câmara declare a perda do mandato de ofício, o rito ainda não está definido. Técnicos da Casa afirmam que duas interpretações são possíveis:

  •  Rito direto, como defende Moraes, em que a Mesa declara a cassação automaticamente;
  •  Rito político, como ocorreu no caso da deputada Carla Zambelli (PL-SP), no qual a decisão foi encaminhada à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e depois ao plenário.

A definição caberá ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que já havia optado pelo segundo caminho quando a Corte determinou a perda do mandato de Zambelli. A parlamentar também havia deixado o país e hoje pode ser extraditada da Itália.

Fuga do Brasil e uso de atestados médicos

Antes da condenação, Ramagem viajou clandestinamente para fora do país, segundo avaliação da Polícia Federal. Ele teria seguido para Boa Vista (RR) e, de lá, embarcado para os Estados Unidos por um país da América Latina, no mesmo período em que o STF concluía o julgamento.

Desde então, apresentou atestados médicos para continuar registrando presença e participando de votações de forma remota, sem informar oficialmente que estava no exterior. Técnicos da Câmara afirmam que o deputado pode ter burlado regras internas, já que o voto remoto só é permitido para parlamentares que protocolam pedido formal de licença médica.

A Câmara aponta que o primeiro atestado foi entregue em 9 de setembro, quando Ramagem foi atendido por uma psiquiatra no Rio de Janeiro e diagnosticado com “ansiedade generalizada”. O documento, anexado por sua esposa em um processo judicial no Rio de Janeiro, indicava necessidade de 30 dias de afastamento. Outro atestado cobriu o período de 13 de outubro a 12 de dezembro.

A Casa ainda não explicou por que o parlamentar pôde votar remotamente sem ter oficializado o pedido de licença. Também confirmou que ele não comunicou viagem ao exterior, como exigem as normas internas.

Reação interna e possíveis consequências administrativas

Líderes partidários aliados ao presidente da Câmara afirmam que Hugo Motta foi surpreendido pela revelação de que Ramagem estava fora do país enquanto mantinha a rotina parlamentar. Mensagens enviadas pelo deputado a colegas davam a entender que ele seguia no Brasil.

Técnicos consultados pelo G1 avaliam que houve registro indevido de presença, o que pode resultar em responsabilização administrativa e cobrança dos dias contabilizados irregularmente.

Ramagem confirma saída do país

Após dias de silêncio, Alexandre Ramagem publicou um vídeo nas redes sociais confirmando que está nos Estados Unidos. Ele afirmou que viajou para garantir a “proteção” de sua família.

A Câmara e o STF agora avaliam simultaneamente os próximos passos: a Casa deve decidir qual rito adotará para formalizar a cassação, enquanto a Primeira Turma do Supremo analisa o referendo da decisão de Moraes.

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Fonte: https://www.brasil247.com/regionais/brasilia/moraes-determina-perda-de-mandato-de-ramagem-e-stf-avalia-rito-para-cassacao

Brasil247: Heleno e Paulo Sérgio Nogueira são presos após condenação pela tentativa de golpe

 

Heleno foi condenado a 21 anos e Paulo Sérgio Nogueira a 19 anos no caso da trama golpista

Augusto Heleno (Foto: Ton Molina/STF)
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247 - Os ex-ministros do governo anterior Augusto Heleno e Paulo Sérgio Nogueira foram levados para o Comando Militar do Planalto, informou a CNN Brasil na tarde desta terça-feira (25). 

Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), foi condenado a 21 anos no caso da trama golpista. Nogueira, ex-ministro da Defesa, recebeu uma pena de 19 anos. 

As condenações envolvem os crimes de tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, participação em organização criminosa armada, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.

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Fonte: https://www.brasil247.com/regionais/brasilia/condenados-heleno-e-paulo-sergio-nogueira-sao-levados-para-comando-militar-do-planalto