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segunda-feira, 10 de junho de 2024
Vejo o projeto de redução da Humanidade nas ações da extrema direita no mundo
Por Jacinto Pereira
Grifo meu: Não é de hoje que eu me preocupo com esse assunto de redução da População Humana na Terra. Venho procurando respostas do porquê desse objetivo de selecionar os habitantes desse planeta em favor de uma suposta raça mais inteligente e mais pura. Isto em detrimento das camadas mais pobres, supostamente inferiores e impuras. Para isso já pesquisei em publicações de algumas ordens iniciáticas e em documentos já traduzidos deixados por povos mais antigos de nossa história, como os egípcios, indianos e sumérios. Cada vez mais tenho a impressão de que esse projeto não é obra só dos gananciosos supremacistas de nossa sociedade. Desconfio que alguém mais está envolvido nisso com a intenção de preparar nosso planeta para deixá-lo nas condições adequadas para alguém que está chegando de outros orbes.

Foto de perfil de Bruna Frascolla
Monumento ambientalista.
As pedras da Geórgia, em Elbert, Geórgia (EUA). Foto de 2011.| Foto: Bigstock
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Copyright © 2024, Gazeta do Povo. Todos os direitos reservados.As pedras da Geórgia simbolizam um combate perpétuo ao humano
Por Bruna Frascolla
08/08/2022 14:54
Mês passado, os confins mais obscuros do Twitter e do Telegram estavam falando da queda das pedras da Geórgia, com imagens de um mini Stonehenge. Eu pensei que se tratava de algum monumento ancestral do Leste europeu, mas não: é a Geórgia dos Estados Unidos, e o monumento foi inaugurado em 22 de março de 1980. As partes mais vistosas que compõem o monumento são as quatro tábuas gigantes com dez mandamentos escritos em oito línguas. Eis os dez mandamentos, escritos em inglês, espanhol, suaíli, indiano, hebraico, árabe, chinês e russo:
Manter a humanidade abaixo dos 500.000.000, em perpétuo equilíbrio com a natureza.
Guiar a reprodução com sabedoria – aprimorando a adequação (fitness) e diversidade.
Unir a humanidade com uma nova língua viva.
Governar a paixão – a fé – a tradição – e todas as coisas com a razão temperada.
Proteger os povos e nações com leis e cortes justas.
Deixar todas as nações governarem internamente, legando disputas externas a uma corte mundial.
Evitar leis mesquinhas e burocratas inúteis.
Equilibrar direitos individuais com deveres sociais.
Premiar a verdade – a beleza – o amor – buscando harmonia com o infinito.
Não ser um câncer na Terra – Deixar espaço para a natureza – Deixar espaço para a natureza.
Traduzi do inglês, mantendo a pontuação idiossincrática. O monumento tem mais umas inscrições em línguas mortas, orifícios para marcar eventos astronômicos, instruções incompletas para abrir uma cápsula do tempo… Quanto à sua autoria e financiamento, informa: quem fez foi “R. C. Christian (um pseudônimo)”, e quem bancou foi “um pequeno grupo de americanos que buscam a Idade da Razão”.
Sem dúvidas, o monumento foi financiado por um bando de malucos pretensiosos. Malucos pretensiosos não raro causam estrago – os nazistas eram malucos pretensiosos, os comunistas eram malucos pretensiosos. Mas se os nazistas e os comunistas diziam que queriam acabar com uma parcela da humanidade, é muito duvidoso que quisessem acabar com uma parcela tão grande e manter o resto sob coação. Os marxistas queriam que o proletariado reinasse, e o proletariado é numeroso. Os nazistas, mesmo que porventura quisessem matar todo não-alemão (o que não é verdade), pretendiam usar os terrenos da Rússia como Espaço Vital a ser ocupado pela raça ariana, que se multiplicaria ali indefinidamente. Não é exagero, portanto, dizer que as pedras da Geórgia pregam algo que vai além do genocídio: é um combate perpétuo ao humano, independentemente de considerações morais, raciais e econômicas.
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Quem fez?
O número mágico de meio bilhão de habitantes é coisa de ambientalista. Em seu breve resumo histórico do ambientalismo malthusiano, intitulado O Reich Verde: Do aquecimento global à tirania verde (Armada, 2021), Drieu Godefridi atribui à obra The Population Bomb (1968), de Paul Ehrlich, o número mágico. Segundo ele, “podemos encontrar seu desenfreado antihumanismo no ambientalismo contemporâneo, que tem vontade de reduzir a população humana a uma pequena fração do que é [Ehrlich falava em 500 milhões], uma redução drástica que seria a solução final para o problema ecológico e até mesmo a ideia de instituir um Imposto Internacional de Sobrevivência, pago por países desenvolvidos e recolhido pelas Nações Unidas, porque ‘homens e nações aprenderam como somos dependentes uns dos outros e da saúde da nossa pequena espaçonave chamada Terra’” (p. 32).
De fato, não há surpresas portanto quanto ao fato de os mandamentos serem voltados à preservação da natureza – natureza esta que curiosamente exclui o homem.
Se alguém pichasse uma suástica, sem dúvidas haveria esforços para descobrir o autor da pichação. Já a autoria desse monumento apologista de genocídio permaneceu um mistério por décadas.
Em 2015, o diretor Christian Pinto fez um documentário intitulado Dark Clouds over Elberton com a finalidade de descobrir a autoria do monumento. No fim das contas, a única pessoa que interagira de maneira mais próxima com R. C. Christian era o banqueiro encarregado de fazer as transações entre os artesãos e os pagadores. O banqueiro, já velhinho, gostava muito de R. C. Christian, jurava que era um cristão e alguém desejável em qualquer comunidade – e não um satanista, como diziam os moradores locais. Por isso, estava comprometido a levar o segredo de sua identidade para o túmulo. No entanto, mediante as insistências do documentarista, ele aceitara fazer uma pequena concessão: apenas abrir a caixa de papéis referentes à construção do monumento, sem se comprometer a abrir envelope nenhum. O velhinho despejou os envelopes no chão, o documentarista filmou o ato e investigou os endereços.
Outra fonte para pistas foi o livro que R. C. Christian publicou em 1986, para dar esclarecimentos relativos aos seus mandamentos. No mais, a empreiteira manteve papéis da época da construção do monumento e à compra do terreno, o que inclui cartas de R. C. Christian.
Somando-se tudo, o documentarista chegou às pessoas de Robert Merryman – que publicou o livro – e Herbert H. Kersten. Este último seria o R. C. Christian que visitara a cidade e tratara pessoalmente da construção do monumento. Kersten em alguma língua nórdica antiga significaria cristão (em inglês, Christian), e o pseudônimo acaba sendo a fusão do nome da dupla de amigos.
Kersten era médico e inventor, mas fez constar em sua lápide duas qualificações: médico e conservacionista, ou seja, ambientalista.
Mais americanos
De posse da identidade de Kersten, o documentarista pôde ir à cidade natal do inventor, Fort Dodge, procurar maiores informações na biblioteca local, bem como conversar com historiadores e conhecidos. A cidade tem hoje menos de 30 mil habitantes, o que quer dizer que todo o mundo se conhece. Logo souberam ainda que Kersten se considerava um arquiteto; além disso, encontraram um artigo em que o médico defendia que controle populacional era então o “problema de saúde” mais urgente, já que a população em breve levaria à exaustão de recursos naturais e estava poluindo demais. O problema seria resolvido com “educação” e contraceptivos. Paradoxalmente, Kersten era católico e deixou uma grande herança para a Igreja após a sua morte.
Na verdade, Kersten era um paradoxo ambulante, pois todos sabiam de sua concomitante adesão à Igreja e à contracepção, bem como por sua admiração pessoal por Shockley, um cientista que ganhou o Nobel, praticamente fundou o Vale do Silício, acreditava na superioridade ariana e defendia a redução populacional por meio da esterilização remunerada de quem tivesse um QI inferior a 100. Além disso, segundo o próprio Kersten contara, Shockley acreditava que ele conseguiria provar que os europeus nórdicos são a raça superior. Também nisso, é claro, estava em contradição com a Igreja.
No mais, Kersten era um notório supremacista branco. Chegou a enviar carta para jornal de outro estado defendendo David Duke, um ex-líder do Ku Klux Klan. O colunista criticado por ele respondera em público, e a alegação do médico era que David Duke era um dos poucos que conheciam o verdadeiro interesse dos EUA, e dá voz às crenças dos americanos racionais (reasonable). E David Duke, a seu turno, tem um livro autobiográfico no qual revela que Shockley era seu amigo.
É possível, portanto, que os ambientalistas que construíram o monumento da Geórgia sejam um círculo supremacista branco em cujo centro está William Shockley, o inventor do semicondutor, o cientista e engenheiro elétrico que deu origem à indústria tecnológica do Vale do Silício.
Dúvida que fica
Não há mistério quanto à escolha do local para a construção do monumento. Elberton, da Geórgia, é um local famoso pela qualidade do seu granito e da perícia dos artesãos em trabalhar a pedra. Convenhamos que é muito mais difícil contratar um empreiteiro numa cidadezinha para fazer uma obra excêntrica e cara anonimamente do que pichar uma suástica no meio da rua. As pedras da Geórgia atiçam a curiosidade de teóricos da conspiração há décadas e, é bom frisar, defendem a redução da humanidade a uma fração daquilo que era já na década de 80. Como foi preciso esperar 35 anos para um documentarista descobrir essas coisas? O mínimo necessário para tal coisa é a aceitabilidade social do genocídio, desde que se apresente sob a capa do ambientalismo ou da ciência. No mínimo é isso; no máximo – falemos enquanto ninguém criminaliza “teorias conspiratórias” – a elite do Vale do Silício, essa mesma que empurra o identitarismo e ambientalismo neomalthusiano goela abaixo, continua apitando até hoje, com o mesmo ideário de Shockley e seus pupilos.
De todo modo, a aceitabilidade do genocídio é um fato. O fatídico número de meio bilhão apareceu outra vez este ano, no Fórum Econômico Mundial, tratando do mesmo assunto do crescimento populacional, como mencionou Paula Schmitt aqui. É preciso abrir o olho para esse monte de aspirante a genocida que faz cara de paisagem.
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Marcador: Artigo de opinião
sábado, 8 de junho de 2024
Governo Lula faz o possível para garantir arroz a baixo preço para o povo brasileiro
Após fome se alastrar com Bolsonaro, Conab volta a garantir segurança alimentar
Companhia responsável pelo armazenamento e distribuição de alimentos retoma protagonismo com as políticas públicas do governo Lula
Publicado em
O empenho do presidente Lula para devolver o Brasil aos brasileiros tem entre os seus principais focos a segurança alimentar, após o abandono de importantes políticas públicas do setor durante o governo Bolsonaro, cujo legado de destruição inclui o retorno do país ao Mapa da Fome da ONU, com 33 milhões de brasileiros sem ter o que comer em 2022.
O desmantelamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), definida logo no início do governo passado, empurrou o Brasil para vergonhosos indicadores de fome e miséria, uma situação nada condizente para um país que é um dos maiores produtores de alimentos do mundo e que já havia saído do Mapa da Fome em 2014, após 10 anos de governos Lula e Dilma.
Essencial para a manutenção de estoques reguladores de alimentos e garantia de preços mais baixos à população de baixa renda, a Conab, que deveria ter passado por processo de expansão, foi alvo de violenta ação de desmonte de suas 27 unidades armazenadoras em todo o país. Uma “política suicida”, conforme artigo da engenheira Maria Antunes, publicado no site Brasil de Fato dia 16/09/2020.
Resgatada das cinzas do bolsonarismo por Lula, a Conab volta a ter papel central no armazenamento e distribuição de alimentos no país, com atuação prioritária em políticas destinadas a tirar mais uma vez o Brasil do Mapa da Fome. Por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), por exemplo, a companhia compra os produtos da agricultura familiar, contribuindo para o escoamento da produção, e os destina a pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional.
A companhia também é responsável por adquirir, armazenar e distribuir as 260 mil toneladas do arroz que está sendo importado pelo governo federal via leilão para evitar desabastecimento e aumento de preços após a tragédia climática no Rio Grande do Sul, responsável por 70% da produção nacional do alimento.
Mais uma mentira desmascarada
Aliás, essa compra tem sido demonizada por bolsonaristas que se esquecem que o próprio Bolsonaro, em 2020, devido ao desmonte que ele próprio promoveu na Conab, efetivou a compra de 400 mil toneladas de arroz importado.
“Mas o mais inacreditável vem do chefe da turma, Jair Bolsonaro. O que ele fala mal de importar arroz, foi solenemente ignorado quando esteve na presidência. Felizmente a internet não perdoa e Bolsonaro, acompanhado da sua ex-ministra da Agricultura, Teresa Cristina, estão sendo desmascarados”, diz o vídeo publicado pelo canal Cortes 247 nesta quinta-feira (6).
Veja o vídeo: https://youtu.be/PIJt6YmI-bU
Arroz subiu 30% em 2023 por obra de Bolsonaro
Setores ligados ao bolsonarismo têm feito um grande esforço na tentativa de frustrar o esforço do governo Lula para garantir arroz a preços baixos para a população. A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) e o partido Novo, por exemplo, tentaram na Justiça, sem sucesso, impedir o governo federal de fazer a importação do alimento.
Ao classificar como “deploráveis” as ações judiciais da CNA e do partido Novo, a presidenta do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann (PR), destacou as obrigações de um governo comprometido com o povo, em postagem na rede social X.
“Manter estoques reguladores de alimentos é medida básica de segurança alimentar e combate à carestia. Foi a destruição dos estoques no governo do inelegível que fez o preço do arroz subir 30% no ano passado. E agora os especuladores nem esperaram os efeitos da tragédia no Rio Grande do Sul pra fazer disparar de novo o preço do arroz”, apontou Gleisi, ao relatar que o quilo do produto chegou a R$ 10 em Brasília.
Gleisi parabenizou o presidente Lula pelo leilão realizado nesta quinta-feira (6), que possibilitará a venda do arroz por R$ 4 o quilo, e apontou a postura vergonhosa da CNA e do Novo, “partido dos ricos. Gente gananciosa que quer lucrar em cima da tragédia, num momento em que a solidariedade deveria falar mais alto”.
“Manga” e fila do osso
A lista de afrontas de integrantes do governo anterior sobre a fome dos brasileiros é grande. Vai desde a ministra da Agricultura, Teresa Cristina, que disse, em abril de 2019, que os brasileiros não passam muita fome porque têm “manga nas cidades”; o ministro-banqueiro Paulo Guedes sugerindo que os restaurantes doassem resto de comida para a população até a indigna fila do osso na porta dos açougues e as disputas por restos de alimentos nos caminhões de lixo.
E o próprio Bolsonaro deixou registrado na história do Brasil frases repugnantes como “falar que se passa fome no Brasil é uma grande mentira”, dita em 19 de julho de 2019, durante café da manhã com jornalistas, quando afirmou também que “não vê pessoas nas ruas ‘com físico esquelético’”.
Já no final de seu governo desastroso, mesmo diante do levantamento da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional, divulgado em junho de 2022, que confirmou as 33,1 milhões de pessoas sem ter o que comer diariamente, Bolsonaro negou, por duas vezes, a escalada da fome no Brasil, conforme matéria do site G1 de 26 de agosto de 2022.
Não foi falta de aviso
Em entrevista ao site Brasil de Fato, o ex-diretor da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) José Graziano já alertava, em maio de 2020, para o desmonte das políticas de segurança alimentar iniciado na gestão Temer e aprofundado durante os anos Bolsonaro, o que trouxe a fome de volta ao país.
Em artigo no mesmo site, com o título “O desmonte da Conab e a política agrícola suicida do governo Bolsonaro”, a engenheira Maria Antunes detalhou o atentado que foi cometido contra a segurança nacional, na contramão de vários países. Ela alertou para o retrocesso de 40 anos nas políticas públicas de segurança alimentar, atingindo drasticamente o meio ambiente, a agricultura familiar e o abastecimento dos produtos básicos da população de baixa renda, prejudicando até o agronegócio.
“Só pode existir uma explicação para tais insanidades: Bolsonaro aposta na desagregação e no colapso do Estado e da economia popular”, escreveu a engenheira.
Felizmente, essa tragédia está sendo revertida, graças ao compromisso do governo Lula em garantir dignidade ao povo brasileiro. Conforme dados oficiais, 24,4 milhões de pessoas deixaram de passar fome no país em 2023.
Leilão do governo garante quilo do arroz por R$ 4
A Conab fez nesta quinta-feira (6) leilão público e adquiriu 263 mil toneladas de arroz importado, safra 2023/2024. O produto deverá ser entregue até o próximo dia 8 de setembro, conforme edital publicado pela companhia. O arroz será vendido em pacotes de cinco quilos por R$ 20,00.
No mesmo dia, o governo anunciou outro leilão, para a compra de 36,63 mil toneladas de arroz importado e beneficiado. O pregão será eletrônico será na próxima quinta-feira (13).
Da Redação
Fonte: https://pt.org.br/apos-fome-se-alastrar-com-bolsonaro-conab-volta-a-garantir-seguranca-alimentar/
sexta-feira, 7 de junho de 2024
Total falta de escrúpulos dos bolsonaristas na hora de criticar ações do Governo Federal em formas de fake news
Por Jacinto Pereira, radialista e blogueiro
Na certeza de que ficarão impunes os extremistas de direita produzem uma infinidade de fake news no Parlamento, nas redes sociais e em qualquer veículo de comunicação.
Empresários bolsonaristas, usando de má fé, esconderam o arroz teria se perdido nas enchentes e ia faltar o produto e em seguida esconderam os estoques para fazer o preço subir. Foi só o Lula autorizar a importação de arroz para garantir o abastecimento e livrar os mais pobres da especulação financeira por partes dos empresários, começou a chiadeira dos empresários, dizendo que a safra já tinha cido quase toda colhida e que tinha arroz em estoque que daria para abastecer a demanda interna para aproximadamente oito meses. A essa altura eles já estavam vendendo o pacote de cinco quilos por valores próximos de quarenta reais. O arroz que o governo está importando vai custar cinco reais para o consumidor, tirando portanto a oportunidade desse empresários desumanos de venderem seu arroz pelo dobro do preço do arroz importado. Agora aprece nas redes sociais uma campanha para que comprem o arroz produzido no Rio Grande do Sul e outra dizendo que o governo está importando arroz de plástico da China, portanto não devem comprar esse arroz de quatro reais o quilo, que está sendo importado pelo Governo Federal.
Isso é apenas parte dos ataques que os bolsonaristas estão fazendo para desacreditar o Governo Lula.
Agora dê uma olhada nas matérias abaixo, para ter a dimensão do que esses criminosos estão fazendo. Não só com o Governo Federal, mas contra o povo brasileiro. Ainda bem que o Brasil tem um governo democrático e progressista que cuida dos interesses dos mais vulneráveis da nossa Sociedade.
Oportunismo de influencrs e bolsonaristas nas redes não poupa nem a catástrofe no RS... Veja mais em https://www.intercept.com.br/2024/05/11/durante-as-enchentes-fake-news-podem-matar/
Crise no RS: governo federal passa a semana desmentindo fake news... Veja mais em https://www.correiobraziliense.com.br/politica/2024/05/6855539-crise-no-rs-governo-federal-passa-a-semana-desmentindo-fake-news.html
Extrema direita mente sobre RS para atacar governos e exaltar empresários… - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/confere/ultimas-noticias/2024/05/18/o-que-esta-por-tras-fake-news-enchentes-rio-grande-do-sul.htm?cmpid=copiaecola
Deputados espalham fake news sobre RS no plenário da Câmara… - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/confere/ultimas-noticias/2024/05/11/deputados-reproduzem-desinformacoes-sobre-rs-no-plenario-da-camara.htm?cmpid=copiaecola
Desperta ICL - 07/06/2024
quarta-feira, 5 de junho de 2024
Sputnik destaca o crescimento da indústria brasileira
Produção industrial brasileira acumula aumento de 3,5% nos 4 primeiros meses de 2023

© Folhapress / JC Imagem
O setor industrial cresceu 3,5% nos quatro primeiros meses deste ano, de acordo com os dados da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), relativos ao mês de abril, divulgados nesta quarta-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Na comparação com abril de 2023, o crescimento foi 8,4% e em 12 meses, a expansão da indústria foi de 1,5%, segundo a pesquisa. Já em relação ao mês imediatamente anterior, a produção industrial em abril deste ano recuou 0,5%, interrompendo dois meses consecutivos de crescimento, período em que acumulou expansão de 1%.
O IBGE destaca que o setor ainda se encontra 0,1% abaixo do patamar pré-pandemia (fevereiro de 2020) e 16,8% abaixo do nível recorde alcançado em maio de 2011.
Entretanto, o estudo aponta que resultados positivos predominam em três das quatro categorias econômicas e 18 dos de 25 ramos industriais mostrando expansão na produção.
Por que o setor de máquinas e equipamentos cresceu em meio ao arrefecimento industrial?
1 de abril 2021, 19:01
Indústria automobilística se destaca
O segmento automobilístico, à exceção do mês anterior, quando recuou 4,6% teve alta de 4,4% em janeiro e 3,5% em fevereiro, tendo crescido 13,2% em abril.
O movimento está relacionado ao mercado doméstico, influenciado pelo comportamento positivo do mercado de trabalho, sugere o estudo, com o aumento de pessoas ocupadas e da massa de rendimentos. Outro fator é a flexibilização da política monetária com redução da taxa de juros e queda da inadimplência. Entretanto, o setor segue abaixo do patamar pré-pandemia.
Entre os segmentos que mostram recuo na produção, valem destaque o setor extrativo, que recuou 3,4% no período levantado, devido à queda na produção tanto do minério de ferro como do petróleo; além do setor de alimentos, que também teve queda de 0,6% em abril. Esses dois setores representam cerca de 30% da estrutura industrial.
Indústria avança 8,4% frente a abril de 2023
Na comparação com o mesmo período de 2023, setor industrial cresceu 8,4% em abril de 2024, com resultados positivos em quatro das quatro grandes categorias econômicas, 22 dos 25 ramos, 68 dos 80 grupos e 70,3% dos 789 produtos pesquisados.
No fechamento do primeiro quadrimestre, o setor industrial avançou 3,5%, ante queda de 1% em igual período de 2023.
O último quadrimestre de 2023 havia crescido 1%, com aceleração do movimento de crescimento em: bens de capital, associado a investimentos; bens consumos avançando; bens intermediários, que concentra a matéria prima, também mostrando taxa positiva.

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