Ministro da Justiça determina que PF ajude nas investigações.
"Terrível crime cometido contra a policial Vaneza Leão", disse Flávio
Dino
Vaneza Lobão (Foto: Reprodução)
247 - A
Policial Militar Vaneza Lobão, de 31 anos, foi morta na porta de casa na
noite desta sexta-feira (24), na Rua Passo da Pátria, em Santa Cruz,
Zona Oeste da Cidade do Rio.
Vaneza era lotada na 8ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar
(DPJM) e trabalhava no setor de inteligência da delegacia, dedicada à
investigação de milicianos e contraventores. A unidade é subordinada à
Corregedoria-Geral da Polícia Militar.
De acordo com informações preliminares, os assassinos já aguardavam a
policial no momento em que ela abria a garagem para entrar com seu
carro, segundo informa o G1.
De acordo com o relato da PM, criminosos armados atiraram contra a
policial na porta da casa dela e fugiram. Ela foi morta com tiros de
fuzil disparados por bandidos encapuzados, que estavam em um carro
preto.
O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, lamentou a morte e afirmou que a resposta deve ser rápida e dura.
"Há indícios que sejam milicianos que ela investigava. Ela fazia parte da nossa Corregedoria", comentou o governador.
No início da tarde deste sábado, o ministro da Justiça e Segurança
Pública, Flávio Dino, lamentou a morte da policial e disse que a Polícia
Federal vai ajudar no caso.
"Lamentamos o terrível crime cometido contra a policial Vaneza Leão,
no Rio de Janeiro. Minha solidariedade à família e aos colegas da
corporação. Orientei a Polícia Federal a ajudar nas investigações, de
competência das autoridades estaduais", afirmou o ministro.
Nas redes sociais, a irmã mais velha de Vaneza se manifestou.
"Eu morri, morri quando me disseram que você se foi! Você sempre será
o amor da minha vida, minha filha, minha melhor amiga, a sua lealdade
com os seus jamais será esquecida. Covardia, revolta, é o que meu
coração sangra. Daria minha vida para você viver em meu lugar", disse a
nutricionista Andreza Lobão.
O Disque Denúncia oferece recompensa de R$ 5 mil por informações que ajudem a identificar os suspeitos do crime.
A Delegacia de Homicídios e a 2ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM) foram acionadas.
Desde o início do ano, 52 agentes de segurança foram mortos no Rio de
Janeiro. De acordo com o Disque Denúncia, entre os mortos, 46 eram
policiais militares.
Na madrugada deste sábado (25), durante diligências para tentar
localizar os suspeitos do crime, a PM prendeu um miliciano no loteamento
Madean, em Santa Cruz. Uma arma foi apreendida com o criminoso, mas a
polícia diz que ainda não é possível confirmar se ele participou do
assassinato de Vaneza.
O decreto trata da transparência e igualdade salarial entre mulheres e homens que exercem trabalho de igual valor
Presidente Lula e a ministra das Mulheres, Cida Gonçalves (Foto: Ricardo Stuckert/PR)
247 - O
Governo Federal publicou em edição extra do Diário Oficial da União
(DOU), nesta quinta-feira (23), o decreto que regulamenta a lei
sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em julho deste ano
estabelecendo a obrigatoriedade de igualdade salarial entre mulheres e
homens.
O decreto trata da transparência e igualdade salarial, além de
critérios remuneratórios entre mulheres e homens que exercem trabalho de
igual valor ou atuam na mesma função. As medidas se aplicam às empresas
com 100 ou mais empregados e que tenham sede, filial ou representação
no Brasil.
A regulamentação prevê que as empresas divulguem em suas páginas na
internet e redes sociais um Relatório de Transparência Salarial e de
Critérios Remuneratórios – que deverá ser disponibilizado para seus
empregados, colaboradores e público em geral.
Caso o Ministério do Trabalho e Emprego identifique alguma
desigualdade salarial e de critérios remuneratórios entre homens e
mulheres, as empresas deverão elaborar e implementar o Plano de Ação
para Mitigação da Desigualdade Salarial e de Critérios Remuneratórios
entre Mulheres e Homens.
Na cerimônia de sanção da lei, em junho, o presidente Lula disse que
no mandato dele as leis serão cumpridas. “O nosso governo vai fazer
cumprir a lei, porque nós temos fiscalização, nós temos Ministério do
Trabalho, Ministério da Mulher, e tudo isso tem que funcionar em
benefício do cumprimento da Lei".
Na essência, a lei trata de estrutura, organização, competências específicas e funcionamento de unidades
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (Foto: Joédson Alves/Agência Brasil)
247 - O
presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o projeto de lei que
institui a Lei Orgânica Nacional das Polícias Civis. O texto, publicado
em edição extra do Diário Oficial da União de quinta-feira (23),
estabelece diretrizes gerais para a corporação no país e garante sua
integração com o Sistema Único de Segurança Pública (Susp).
O presidente decidiu vetar, por inconstitucionalidade e contrariedade
ao interesse público, alguns dispositivos que permitiam interferência
na organização político-administrativa dos estados. Também vetou ações
que restringiam a autonomia dos entes federativos e que previam
contratação em unidades de saúde por mero processo seletivo sem
aprovação prévia em concurso público.
Na essência, a lei trata de estrutura, organização, competências
específicas e funcionamento de unidades. Aborda requisitos para acesso a
cada cargo, com as devidas promoções e progressões, além das
atribuições funcionais, com direitos, prerrogativas, garantias, deveres e
proibições A lei também traz regras para concurso e uma lista de
benefícios para integrantes da ativa e aposentados.
Plano prevê aquisição de ônibus escolar adaptados, promoção de
120 mil contratos de trabalho, além de serviço 24 horas de tradução de
Libras
Lula no lançamento do Novo Viver Sem Limite (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)
Por Sabrina Craide, repórter da Agência Brasil -
O governo federal deverá investir cerca de R$ 6,5 bilhões em 95 ações
que integram o Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência,
chamado de Novo Viver Sem Limite, que foi lançado nesta quinta-feira
(23). O objetivo é garantir dignidade, promover direitos e ampliar
acessos das pessoas com deficiência no país.
As ações serão desenvolvidas a partir de quatro eixos: gestão e
participação social; enfrentamento ao capacitismo e à violência;
acessibilidade e tecnologia assistiva; e promoção do direito à educação,
à assistência social, à saúde e aos demais direitos econômicos,
sociais, culturais e ambientais. O plano terá a duração de quatro anos e
será revisto a cada ano.
A elaboração da segunda fase do Plano Viver Sem Limite contou com a
participação da sociedade civil, por meio do Conselho Nacional dos
Direitos das Pessoas com Deficiência (Conade), além de 27 ministérios e
órgãos públicos. Foram realizadas reuniões em 12 capitais nas cinco
regiões, além de duas consultas públicas com mais de 2,5 mil
contribuições recebidas.
Na cerimônia de lançamento do Plano, o presidente Luiz Inácio Lula da
Silva disse que a ação simboliza e reforça o compromisso do governo de
não deixar ninguém para trás. “Sabemos que as pessoas com deficiência e
também as suas famílias encontram barreiras de várias dimensões para
terem a cidadania plena”, destacou Lula.
“Queremos viver sem limite, coletiva e solidariamente, sem
segregação, como uma comunidade interdependente em que todos se apoiam”,
disse a secretária nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência do
Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, Anna Paula Feminella,
destacando que o Plano pode ser considerado o mais abrangente e
ambicioso conjunto interinstitucional de políticas públicas para
garantir direitos às pessoas com deficiência no país.
O ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania, Silvio Almeida, disse
que outras ações serão apresentadas nos próximos meses. "Mais do que
medidas, o que se consagra aqui hoje é um processo, que não se inicia
nem termina hoje".
A primeira versão do Viver Sem Limite foi lançada em 2011. A
população com deficiência no Brasil é estimada em 18,6 milhões de
pessoas de dois anos ou mais, o que corresponde a 8,9% da população
dessa faixa etária. Os dados são do módulo Pessoas com deficiência, da
Pnad Contínua 2022, do IBGE.
AÇÕES - Entre as ações previstas no plano está a instituição
do Sistema Nacional de Avaliação Unificada da Deficiência e a
implantação da Central Nacional de Interpretação da Língua Brasileira de
Sinais, que irá oferecer serviço 24 horas de tradução e interpretação
de Libras.
Também está prevista a aquisição de ônibus de transporte escolar
acessíveis, a instalação de novas policlínicas equipadas com mesas
ginecológicas e mamógrafos acessíveis e o atendimento de escolas com
salas de recursos multifuncionais.
O plano também terá capacitação de profissionais de várias áreas para
atuar na educação e na defesa dos direitos das pessoas com deficiência.
Está prevista a formação de professores e gestores em educação especial
na perspectiva inclusiva e de conselheiros tutelares na temática da
promoção de direitos da criança e do adolescente com deficiência, além
de lideranças para atuação na defesa de direitos humanos das pessoas com
deficiência.
Outra meta do Plano é promover 120 mil novos contratos de trabalho de
pessoas com deficiência em empresas obrigadas a cumprir a Lei de Cotas.
Percentual dos que aprovam o governo vai a 53%, contra 38% que desaprovam
Lula com trabalhadores (Foto: Ricardo Stuckert)
247 – Uma
nova pesquisa de opinião realizada em todo o Brasil pelo instituto
IPRI/FSB (Instituto de Pesquisa em Reputação e Imagem) revelou dados
positivos sobre a avaliação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da
Silva. Com uma amostra representativa de 2.000 entrevistas domiciliares
e uma margem de erro de 2 pontos percentuais, a pesquisa fornece uma
visão detalhada das percepções dos brasileiros em relação ao atual
governo.
A avaliação do governo Lula mostra uma mudança notável, indo de
estabilidade para uma melhora percebida pelos entrevistados. A categoria
"ótimo/bom" apresentou uma oscilação mínima, dentro da margem de erro
de 2 pontos percentuais, diminuindo 2 pontos percentuais em comparação
com a pesquisa anterior realizada em 29 de outubro. No entanto, a
categoria "ruim/péssimo" registrou uma queda significativa de 5 pontos
percentuais, aparentemente migrando para a classificação "regular", que
experimentou um aumento correspondente de 5 pontos percentuais.
Os números revelam a seguinte distribuição na avaliação de governo:
38% de ótimo/bom (40% em 29/out)
29% de regular (24% em 29/out)
28% de ruim/péssimo (33% em 29/out)
4% NS/NR (3% em 29/out)
Além disso, a pesquisa examinou a aprovação do governo, revelando que
a taxa de desaprovação também encolheu 5 pontos percentuais, passando
de 43% para 38%.
53% aprovam (51% em 29/out)
38% desaprovam (43% em 29/out)
7% NS/NR (6% em 29/out)
Os resultados da pesquisa também incluem uma análise sobre a
expectativa versus a realidade. A maioria dos entrevistados expressou
uma visão mais otimista em relação ao governo do que inicialmente
esperavam.
42% consideram melhor do que esperavam (35% em 29/out)
23% consideram igual ao que esperavam (27% em 29/out)
32% consideram pior do que esperavam (35% em 29/out)
3% NS/NR (2% em 29/out)
Quando questionados sobre as expectativas para os próximos 6 meses,
uma maioria significativa dos entrevistados acredita em uma melhora na
situação.
52% acreditam que vai melhorar (49% em 29/out)
21% acreditam que vai ficar igual (19% em 29/out)
22% acreditam que vai piorar (28% em 29/out)
4% NS/NR (3% em 29/out)
Esses resultados refletem uma mudança positiva na percepção pública
em relação ao governo Lula, indicando uma tendência favorável que pode
ter impactos significativos no cenário político brasileiro nos próximos
meses.
Programa terá R$ 2 bilhões para engajar 200 mil micro, pequenas e
médias indústrias e é coordenado pelo MDIC, em parceria com ABDI,
BNDES, Finep, Embrapii, SENAI e Sebrae
Ricardo Alban (Foto: Gilberto Sousa/CNI)
Agência CNI - A indústria brasileira
enfrenta, há décadas, desafios de produtividade que impactam a
participação do setor no Produto Interno Bruto (PIB) e a competitividade
do país, problema que exige a adoção de novas tecnologias nos processos
produtivos e a qualificação dos trabalhadores. “Aumentar a
produtividade e acelerar a transformação digital nas nossas indústrias
são medidas essenciais para o sucesso da política de
neoindustrialização. O novo Brasil Mais Produtivo representará o início
de uma era de aumento da competitividade das micro, pequenas e médias
indústrias brasileiras”, disse Ricardo Alban, presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), onde ocorreu o lançamento do programa, nesta quinta-feira (16).
No evento, Alban lembrou que as MPMEs industriais representam 81% do
total das empresas e é responsável por 39% dos empregos formais no país,
o que justifica a importância de estimular a produtividade, a
eficiência energética e a transformação digital nesse segmento.
“Sabemos como é difícil chegar em uma pequena indústria, com tantos
desafios. Precisamos fazer da indústria algo ainda melhor para
colocarmos o Brasil em um novo patamar. O apoio à melhoria da gestão e à
adoção de tecnologias digitas e processos produtivos eficientes nas
empresas de menor porte ajudará o país a construir uma indústria mais
dinâmica e inovadora e uma economia pujante, que ofereça melhores
oportunidades de emprego e renda para a população”, disse.
Para o presidente da CNI, investir na produtividade e na
digitalização das atividades industriais vai além de representar um
caminho importante para ampliar a participação do Brasil nas cadeias
globais de suprimentos. “As tecnologias digitais também facilitam o
desenvolvimento de soluções que diminuem o impacto ambiental dos
processos produtivos, como a racionalização do consumo de energia e
outros insumos naturais, contribuindo para o combate ao aquecimento
global”.
Parceiros focados no aumento da produtividade das MPMEs
“O SENAI, que sempre contribuiu para a elevação da produtividade e da
competividade da indústria, é um importante aliado do programa.
Atuaremos em conjunto com o Sebrae no suporte às empresas na aplicação
de técnicas consagradas”, disse Alban.
O programa
A nova fase do Brasil Mais Produtivo destinará R$ 2,037 bilhões para o
engajamento digital de 200 mil indústrias, com atendimento direto a R$
93,1 mil empresas até 2027. Para isso, o SENAI desenvolveu uma
plataforma com acesso virtual a materiais, cursos e ferramentas sobre
produtividade e transformação digital para promover o aprendizado e a
aplicação contínua por parte das empresas.
SENAI e Sebrae vão atuar de forma conjunta para identificar as
metodologias mais adequadas para as empresas atendidas. As empresas
farão parte de uma jornada com um ciclo completo de acesso ao
conhecimento, que inclui planejamento de gestão e adoção de melhores
práticas de produtividade e digitalização da gestão do negócio,
realização de consultorias lean manufacturing (manufatura enxuta)
e eficiência energética, combinadas com o aperfeiçoamento da força de
trabalho e requalificação, além de transformação digital e projetos smart factories (fábricas inteligentes).
Nas modalidades de transformação digital, será feito inicialmente
diagnóstico da maturidade das empresas para a adoção de tecnologias
industriais inteligentes. Na sequência, elaboração de projeto
customizado, solução de financiamento e acompanhamento da implantação.
Todas essas iniciativas estarão disponíveis a partir de janeiro de
2024. As empresas interessadas em participar dessa jornada de
transformação digital poderão participar do novo Brasil Mais Produtivo
por meio do site do MDIC, onde serão direcionadas para as modalidades do programa.
Quatro modalidades até 2027
A nova fase do Brasil Mais Produtivo contará com quatro modalidades de atendimento:
1. Plataforma de produtividade
- Até 200 mil micro, pequenas e médias empresas terão acesso a
cursos, materiais e ferramentas sobre produtividade e transformação
digital.
2. Diagnóstico e melhoria de gestão
- Até 50 mil micro e pequenas empresas receberão orientação e
acompanhamento contínuo de Agentes Locais de Inovação e outros
instrumentos do Sebrae para aumento da produtividade, além de projetos
setoriais do Sebrae que também serão oferecidos.
3. Otimização de processos industriais – consultoria mais educação profissional
- Até 30 mil micro e pequenas empresas serão atendidas por consultoria em Lean Manufacturing ou Eficiência Energética e aperfeiçoamento profissional do SENAI.
- Até 3 mil médias indústrias serão atendidas por consultoria em Lean Manufacturing ou Eficiência Energética e aperfeiçoamento profissional do SENAI.
4. Transformação Digital
- 360 empresas apoiadas com desenvolvimento de tecnologias 4.0.
- 8,4 mil MPMEs serão beneficiadas com soluções desenvolvidas por empresas provedoras de tecnologias 4.0, via chamadas Smart Factory, além da possibilidade de contratação de pós-graduação em Smart Factory do SENAI com desconto.
- Até 1,2 mil médias empresas serão contempladas com um plano
completo de transformação digital, da elaboração do projeto de
investimento ao acompanhamento.
Lula é mais bem avaliado entre as mulheres, os jovens com idade
de 16 a 24 anos, e entre os que se identificam como agnósticos ou ateus
Lula participa de evento no Palácio do Planalto 13/01/2023 (Foto: REUTERS/Adriano Machado)
(Reuters) - A
aprovação do desempenho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva atingiu
50% após registrar queda de dois pontos percentuais, mostrou pesquisa
AtlasIntel divulgada nesta terça-feira (21).
Dentre as áreas do governo Lula mais bem avaliadas, estão a política
internacional do governo, os direitos humanos e igualdade racial e a
redução da pobreza e políticas sociais.
Lula é mais bem avaliado entre as mulheres, os jovens com idade de 16
a 24 anos, e entre os que se identificam como agnósticos ou ateus.
A pesquisa também apontou um patamar de 47% de desaprovação, um ponto a mais que na pesquisa anterior.
Em setembro, quando foi realizada a rodada anterior do levantamento, o
presidente contava com 52% de aprovação e 46% de desaprovação. Os que
não souberam responder permaneceram em 3%. A margem de erro da sondagem é
de 1 ponto percentual para mais ou para menos.
Ainda de acordo com a pesquisa, o grupo dos que consideram o governo
do petista ruim ou péssimo soma 45%, ante 42% na pesquisa de setembro.
Os que avaliam a gestão como ótima ou boa são 43%, ante 44%. Para 11% --
ante 13% em setembro --, o governo é regular.
A sondagem também pediu aos entrevistados que apontassem os maiores
problemas do Brasil atualmente. A criminalidade e o tráfico de drogas
foram apontados por 60,8%, seguidos da corrupção, citada por 50,2% e da
questão social -- pobreza, desemprego e desigualdade social -- foi
levantada por 23,6%.
A pesquisa apontou ainda que para os entrevistados, o governo Lula se
sai melhor do que o de seu antecessor, Jair Bolsonaro, no campo das
relações internacionais, nas áreas de turismo, cultura e eventos e na
agricultura, entre outros.
A gestão anterior tem desempenho considerado melhor do que a atual na área da responsabilidade fiscal.
Quando o assunto é economia, 29% avaliam a atual situação do Brasil
como boa, 29% a consideram normal e 43% responderam que está ruim.
Já em relação à expectativa para a situação econômica do Brasil daqui
a seis meses, 54% responderam que vai melhorar, 15% avaliaram que
ficará igual e 31% disseram que vai piorar.
A pesquisa foi realizada por meio de questionário online com 5.211
pessoas entre os dias 17 e 20 de novembro. A margem de erro é de um
ponto percentual para mais ou para menos.
A análise por estado revela que as maiores taxas de informalidade
foram registradas no Maranhão (57,3%), Pará (57,1%) e Amazonas (55,0%)
(Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil)
247 - O
contingente de trabalhadores informais no Brasil permanece elevado, com
aproximadamente 39% da população ocupada nessa condição, aponta a
Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Trimestral,
divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)
nesta quarta-feira (22). As regiões Norte (52,8%) e Nordeste (51,8%)
lideram nesse cenário.
A análise por estado revela que as maiores taxas de informalidade
foram registradas no Maranhão (57,3%), Pará (57,1%) e Amazonas (55,0%),
enquanto Santa Catarina (26,8%), Distrito Federal (30,6%) e São Paulo
(31,3%) apresentam as taxas mais baixas.
O trabalho informal é caracterizado pela realização de atividades
remuneradas sem a existência de um contrato formal de emprego, sendo
assim, o trabalhador atua de maneira autônoma.
Presidente Lula afirmou que o planeta está ficando cada vez mais desumano ao comentar a guerra em Gaza
Lula e os conflitos na Palestina (Foto: Reuters)
247 - O
presidente Lula fez fortes críticas a Israel e à Resistência Palestina
por conta da guerra em curso na Faixa de Gaza, lamentando que somente
após a morte de milhares de pessoas as partes tenham chegado a um acordo
de trégua limitado a apenas quatro dias.
Enfurecido, ele reclamou que só depois de 6 mil mortes de crianças,
os "insanos" envolvidos na guerra decidam fazer um acordo. "Precisava
matar 6 mil crianças? Fazer reféns? Estamos ficando desumanos, sem
sentimento, fraternidade e solidariedade. nascemos para viver em
comunidade", disse Lula durante a cerimônia de anúncio da primeira
seleção de propostas do Novo Minha Casa, Minha Vida, em Brasília, nesta
quarta-feira (22).
Dezenas de mulheres e adolescentes palestinos
mantidos como prisioneiros políticos pelo regime de Israel por períodos
que vão de alguns meses a vários anos vão conquistar a liberdade com o
acordo desta quarta-feira (22) para a libertação de 50 reféns
israelenses mantidos em Gaza pelo grupo militante Hamas.