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sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

DEPOIS DA CITAÇÃO A FHC, PSDB BAIXA O TOM SOBRE LULA

247 – Diante da acusação do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró de propina de R$ 100 milhões no governo FHC, o PSDB adotou um tom ameno sobre a menção de Lula na Lava Jato. Para o líder tucano no Senado, Cassio Cunha Lima, “não se faz politicagem com isso”, segundo o colunista Ilimar Franco. Cerveró apontou propina de R$ 100 milhões ao governo FHC na compra da empresa argentina PeCom pela estatal brasileira, em 200 http://www.brasil247.com/pt/247/poder/213072/Depois-da-cita%C3%A7%C3%A3o-a-FHC-PSDB-baixa-o-tom-sobre-Lula.htm

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

O fim da Arábia Saudita?

RAS- Reino da Arábia Saudita ou no inglês Kingdow Saudi Arabia-KSA

Por Mike Konrad
Um regime mais detestável do que a Arábia Saudita não pôde ser encontrado. Indiscutivelmente o regime mais repressivo na terra. Uma monarquia absoluta. Um pesadelo teocrático wahhabista que ISIS apóia. Apenas a Coréia do Norte pode ser pior, e que a Coréia do Norte não coloca as mulheres em burcas ou ter todas as áreas onde a mutilação genital feminina (MGF) é praticada. É um triz. Pelo menos a Coréia do Norte não proíbe o álcool.
Não se enganem sobre isso: xiita Irã, tão mau como ele é, está longe de ser tão opressivo como o Reino da Arábia Saudita (KSA). Há igrejas no Irã, embora perseguidas. Não há nenhum no RAS. Nem mesmo uma fachada de tolerância. Se o Irã e o Hezb'allah liderados pelos xiitas são principais exportadores do mundo de terror, é porque eles são mais competentes do que os sunitas, não porque sua tirania é mais escura do que o wahhabismo do RAS .
A família Saud veio do interior da Arábia (o Najd) para invadir a costa oeste da península (Hejaz - o centro histórico do Islã) em 1925. O Najd tinha sobrevivido principalmente imune a expansão imperial, basicamente, porque ele era um deserto inútil que ninguém pensou valer a conquista, uma honra única que compartilha apenas com Antártica.
O colapso do Império Otomano, seguido de intromissão britânica, eventualmente levou à aquisição saudita de toda a área de sua principal rival, os Hussein de Meca.
O presente depressão mundial - vamos chamá-lo o que é, não uma recessão - é em parte o resultado direto de manipulações sauditas.
Fracking, particularmente nos Estados Unidos, estava à beira de tornar os EUA independentes do petróleo importado. Europa, América Latina, Oceania e China foram todos começando a frackear. Como a tecnologia ficou mais barato, Arábia Saudita sabia que, não for controlada, um dia o mundo iria ficar livre de extorsão do petróleo muçulmano, e sua vaca de dinheiro seria morta. ORAS, que produz pouco mais, estaria de volta a vender areia, e o Quranically aprovaria urina camelo como saudável - mas desde dromedários não são exclusivos para a península, mesmo que o mercado estaria perdido para eles.
Os sauditas foram neste jogo de manipulação dos preços do petróleo há mais de 40 anos.
Os países da Opep, liderados pelo Reino da A.Saudita-RSA, criou uma recessão mundial com o embargo do petróleo em 1973, para protestar contra a vitória de Israel na Guerra do Yom Kippur. Depois disso, o preço do petróleo seria o dobro. Nações que estavam à beira de um avanço de classe média, como o Brasil, foram estrangulados de volta para a pobreza depois do enorme manipulação de preços. Os EUA ficaram congelados como uma nação importadora líquida. Este conjunto de volta a ocidentalização, e a Revolução Industrial, há décadas no mundo emergente.
Inicialmente, a manter os preços do petróleo elevados, os sauditas deixariam cair a produção em 75%.
No entanto, o alto custo artificialmente do óleo conduziu à exploração massiva. Petróleo do Mar do Norte veio online. Os sauditas estavam começando a ter déficits orçamentários, e piscariam. Eles decidiram baixar os preços e vender mais petróleo para quebrar a concorrência.
A queda de preço nos '80s esmagou a indústria nascente de xisto há décadas aqui nos EUA. Independência energética americana foi antecipada, como os sauditas queriam.
O baixo preço do petróleo, eventualmente, deu lugar a aumentos de preços como a industrialização chinesa veio em linha com a demanda maciça. Em 2008, o petróleo estava a US $ 145 por barril. Claro, o acidente 2008 trouxe algum alívio para isso.
Ao mesmo tempo, fracking estava assumindo e competindo com petro saudita. Houve conversa séria dos EUA a tornarem-se independentes do petróleo. O RAS estava em correção real, e todos sabiam disso. Nações pequenas, como a Irlanda, foram ponderando se tornar rico em petróleo. Ojalá! Mesmo os judeus detestavam foram em natação em óleo.
Em 2014, os sauditas decidiram despejar petróleo no mercado a preços baixos novamente a fim de conduzir os concorrentes estrangeiros fora do negócio, uma vez que tinha na década de 1980. Uma vez que os frackers americanos foram à falência, uma vez que o custo de perfuração de Israel tornou-se proibitivo, e depois toda a gente foi fechado, os sauditas poderiam inflar o preço de tudo de novo. Isso também teria a vantagem de destruir os mullahs xiitas odiados do Irã, com seu programa nuclear que ameaça o reino sunita. Um Irã mais pobre significaria com nenhumas armas nucleares iranianas com que se preocupar. Sem patrocínio iraniano de Assad na Síria.
De fixação de preços no seu pior momento. Foram este feito dentro de um país, seria ilegal. Os sauditas fugiram com ela porque eles são independentes.
A queda dos preços teve um efeito enorme no mercado. Alguns frackers dos EUA foram à falência. Petrobras do Brasil está falindo e vendendo ativos em uma venda de fogo. Grande parte das economias do Brasil e da China entrando em colapso. As empresas petrolíferas chinesas tiveram um enorme sucesso.
A devastação econômica que você vê ao redor, com os mercados em colapso, é devido em grande parte às manipulações do RAS - manipulações que foram estranguladas em progresso ao longo de décadas.
No entanto, os sauditas têm feito um grande erro desta vez. Tecnologia ainda está fazendo fracking mais barato. Assim, um número considerável de frackers estão esperando a tempestade passar. Uma vez que os sauditas aumentarem os preços, exploração americana estará de volta online rapidamente. O RAS está lutando uma batalha perdida.
Pior ainda, qualquer aumento de preços também irá ajudar o orçamento do Irã. Parece que o RAS está preso na parte inferior do gráfico de preços, condenado não importa o que seu monarca faz.
Em cinco anos, as reservas externas do RAS são esperados para ser escoadas. Já, o RAS está caindo subsídios internos sobre eletricidade e gasolina doméstica. As pessoas locais estão ficando irritadas chateadas. Muçulmanos com raiva significa uma revolução violenta.
Por mais de 40 anos, este flagelo de uma tribo causou recessões, causou depressões, e danificou a economia do planeta. Eles enriqueceram por re-empobrecendo um terceiro mundo emergente, começando com a criada artificialmente crise do petróleo de 1973. Eles usaram sua riqueza em petróleo para patrocinar o terrorismo (como tem Irã). Ao invés de investir sabiamente na indústria para pegar folga de mercado para se tornar uma economia diversificada moderna, eles têm investido em vez de subsidiar mullahs, armar extremistas salafistas na Síria, e exportar o Islã em todo o mundo.
Agora eles não têm opções. Qualquer aumento de preços irá reiniciar frackers americanos, europeus, chineses . A incapacidade de elevar os preços vão arruiná-los. Como mais uma bênção, nós, americanos, já não teremos de ouvir as idiotices de ambientalistas fanáticos fracos e gritando sobre "pico do petróleo".
O que os EUA podem fazer é proteger a sua indústria fracking taxando severamente quaisquer importações de petróleo abaixo de US $ 50 o barril. Isto pode perturbar alguns comerciantes livres, mas o preço do petróleo é manipulado. Nós devemos ajustar-lo a nosso favor, e nos isolar das manipulações sauditas.
Boa viagem ao RAS -, um regime corrupto vicioso! Que o seu próximo principal produto de exportação seja a urina de camelo engarrafada. Eu desejo que a América nunca se envolva mais com eles.
Mike Konrad é o pseudônimo de um não norte-americano que não é nem judeu,nem Latino, nem árabe, nem europeu. Ele mantém um site, http://latinarabia.com, onde ele discute a subcultura dos árabes na América Latina. Ele deseja que seu espanhol fosse o dos melhores.http://www.americanthinker.com/articles/2016/01/the_end_of_saudi_arabia.html#ixzz3xo8Fa6jX
http://www.americanthinker.com
http://undhorizontenews2.blogspot.com.br/

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

PSDB achincalha Petrobras, mas se esquece da Vale

: 20 de Janeiro de 2016 às 08:05
247 – Na noite de ontem, o deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP) postou o seguinte texto em suas redes sociais, acoplado a uma imagem em que o ex-presidente Lula e a presidente Dilma Rousseff estão vestidos com macacões da Petrobras:
Amigos, olha no que deu a roubalheira dos governos do PT! Eles conseguiram quebrar a Petrobras. A estatal brasileira perdeu 85% do seu valor de mercado, ou seja, R$ 436 bilhões, desde 2008! Mas não é só! Se não bastasse tal constatação, hoje a Petrobras é uma das empresas mais endividadas do mundo!!! A matéria no link abaixo mostra a bandalheira desse governo corrupto e mentiroso!!!
A partir de um estudo da consultoria Economática, Sampaio atribui a queda de 85% no valor das ações da Petrobras à "roubalheira do PT". Ocorre que a retração da Petrobras foi inferior ao tombo da Vale.
O gráfico abaixo revela que a Vale voltou aos níveis de 2003 e recuou 88% desde o pico alcançado em 2008:
(GRAFICO 1)

O gráfico da Petrobras é parecido. A empresa também recuou a 2003 e apresenta queda de 85% em relação ao ponto mais alto, também em 2008:
(GRAFICO 2)

Isso demonstra que o que puxou o valor das ações, ocorrido durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi o extraordinário ciclo de valorização das commodities minerais, puxado pela China, que parece estar chegando ao fim. O PSDB, no entanto, tenta criar confusão ao usar a queda das ações como instrumento da guerra política. Talvez até com o objetivo de vir a propor a privatização da Petrobras, na bacia das almas, como ocorreu com a Vale.

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Escândalo: Senador Álvaro Dias lucrou R$ 37 milhões com propina da CPI da Petrobras


O falecido, ex-presidente do PSDB, Sérgio Guerra e o Senador Londrinense (PR), Álvaro Dias
Segundo informações vazadas por fontes próximas a procuradores que conduzem a Operação Lava Jato, o senador Álvaro Dias está sendo investigado, pela compra de uma área no Rio de Janeiro por R$ 3 milhões e, meses depois, vendeu à Petrobrás pelo incrível valor de R$ 40 milhões. O Fato está sendo investigado em segredo de justiça, pelo fato do parlamentar ter foro especial por prerrogativa de função — conhecido coloquialmente como foro privilegiado.
Segundo o que foi repassado o falecido deputado federal Sérgio Guerra (PE), ex-presidente do PSDB, e "um tucano de Londrina" enterraram a CPI do Senado sobre a estatal em 2009, em troca da propina de R$ 10 milhões de reais. Ambos deixaram a CPI de forma surpreendente, em protesto contra o que seria um "jogo de cartas marcadas". Sem a presença deles, a CPI não foi adiante.
Dinheiro da Propina
Com os R$ 10 milhões a dupla "racharam" a propina, e segundo informações, dos R$ 5 milhões repassados ao Senador Álvaro Dias, R$ 3 milhões foram aplicados em uma área no Rio de Janeiro que esta sendo investigado pelo MPF. Segundo que foi levantado o preço foi superfaturado em 33 vezes, e vendido a Petrobrás na época que o diretor de abastecimento da estatal era Paulo Roberto Costa, pivô da Operação Lava Jato.
Espólio do ex-presidente do PSDB
O espólio de Sérgio Guerra deve entrar no alvo de investigação do a atuação do Ministério Público e da Polícia Federal. A confirmação do recebimento de propina já leva a direção da Petrobras a estudar um pedido de bloqueio de bens como forma de ser ressarcida.
Um dos mais ricos haras do país, o haras Pedra Verde, em Limoeiro (PE), é um dos bens deixados pelo tucano, com mais de 200 cavalos de raça, inclusive campeões nacionais da racha Manga-Larga Marchador. Veterinários, geneticistas e 40 outros funcionários trabalham no Haras Pedra Verde. Para os investigadores da Lava Jato, o Pedra Verde também seria uma sofisticada lavanderia de comissões, inclusive por meio de vultosas transações de exportação e importação de cavalos.
Palco de refinadas apresentações de produtos premiados e de leilões milionários, o Haras Pedra Verde valeria perto de R$ 200 milhões (cavalos, laboratório, instalações e fazenda), mas foi omitido da declaração de Imposto de Renda de Sérgio Guerra ao eleger-se senador, em 2002, atribuindo à Pedra Verde um valor irrisório de R$ 22 mil, além de declará-la como "terra nua", ou seja, sem qualquer tipo de benfeitorias ou construções.
A coleção de arte contemporânea do falecido presidente do PSDB também chamou atenção do MPF e da PF. Alí estão obras de Cícero Dias, Cândido Portinari, Vicente do Rêgo Monteiro, Di Cavalcanti, Gilvan Samico, Carybé, Manabu Mabe, Djanira e Tarsila do Amaral, em valores que chegariam à casa dos R$ 20 milhões e que teriam sido, na maioria das vezes, compradas em galerias do Rio de Janeiro, São Paulo e Recife. Haveria pelo menos um caso, em que uma tela de Ismael Nery, orçada em quase R$ 2 milhões, teria sido adquirida por uma empreiteira baiana para adornar as paredes do apartamento de cobertura da família Guerra na orla do Recife.
Há, também, dezenas de imóveis, uma frota de automóveis de luxo, entre eles vários modelos BMW, além de jóias, aplicações financeiras em bancos e prováveis contas já sendo rastreadas em paraísos fiscais, como Liechtenstein e Suíça. Com a morte de Guerra, seus herdeiros deverão enfrentar a ação indenizatória da União movida pelo Ministério Público Federal.
Falecido em 6 de março deste ano, o ex-presidente do PSDB foi um dos mais radicais opositores dos governos Lula e Dilma. Nos anos 1980, Guerra, porém, foi apontado como um dos integrantes da quadrilha que desviava recursos públicos e beneficiava empreiteiras, na Comissão do Orçamento do Congresso Nacional. Relator do Orçamento da União também no final dos anos 80, Sérgio Guerra chegou a viajar num jato Dassault Falcon da Construtora Camargo Correia para Londres, onde teria se hospedado em uma luxuosa propriedade do falecido empreiteiro Sebastião Camargo. Ele estava acompanhado de toda família e por duas semanas teria frequentado restaurantes e lojas de grifes de luxo na capital inglesa. Guerra foi o único parlamentar a escapar da guilhotina que vitimou parlamentares influentes como Genebaldo Correia, Manoel Moreira, Cid Carvalho e Pinheiro Landim, além do líder do grupo, João Alves.
Dias segurando seu cão da raça
Dias segurando seu cão da raça "Poodle".
Álvaro Dias
O tucano Álvaro Dias do Paraná foi escolhido por José Serra (PSDB) em 2010 para ser o vice na chapa para presidência. Detalhe: Álvaro Dias está sendo processado por usar cavalaria da PM contra professores e ainda é acusado de crime contra a administração pública. Conheça um pouco a ficha do senador:
O senador Álvaro Dias está sendo processado por uso da cavalaria da PM contra professores. Também é acusado de crime contra a administração pública, movidas pelo Supremo Tribunal Federal. (Veja a petição: Pet/4316 — Veja no STF. Situação atual: 09/02/2009 — Baixa dos autos em diligência, Guia nº 276/2009, Ofício nº 215/SEJ, à Superintendência Regional do Departamento de Policia Federal no Distrito Federal.
A operação Castelo de Areia tem documento em que mostra que, as construtoras Camargo Corrêa e a Norberto Odebrecht doou R$50 mil para o tucano Álvaro Dias (PSDB-PR).
Álvaro Dias (PSDB-PR) não declarou R$ 6 milhões à Justiça Eleitoral... Já prestou contas?
A revista Época mostrou que o senador Álvaro Dias (PSDB-PR) omitiu de sua declaração de bens à Justiça Eleitoral R$ 6 milhões em aplicações financeiras.
Em 2006, Dias informou que tinha um patrimônio de R$ 1,9 milhão dividido em 15 imóveis: apartamentos, fazendas e lotes em Brasília e no Paraná. O patrimônio dele, porém, era pelo menos quatro vezes maior.
A omissão desses dados à Justiça Eleitoral é questionável, mas não é ilegal. A lei determina apenas que o candidato declare "bens". Na interpretação conveniente, a lei não exige que o candidato declare "direitos", como contas bancárias e aplicações em fundos de investimento.
Álvaro Dias diz que o dinheiro não consta em sua declaração porque queria se preservar. "Não houve má intenção", afirma.
O dinheiro não declarado seria fruto da venda de uma fazenda de 36 hectares em Maringá (PR) por R$ 5,3 milhões. As terras, presente de seu pai, foram vendidas em 2002. O dinheiro rendeu em aplicações, até que, em 2007, Álvaro Dias comprou um terreno no Setor de Mansões Dom Bosco, em Brasília, uma das áreas mais valorizadas da capital. No local, estão sendo construídas cinco casas, cada uma avaliada em cerca de R$ 3 milhões.
Quem se lembra do assessor de Álvaro Dias, André Eduardo da Silva Fernandes?
Foi o receptador de informações furtadas da Casa Civil da Presidência da República, entregue à revista Veja, para forjar um falso dossiê de despesas de FHC, com o objetivo de derrubar a ministra Dilma Rousseff.
Pois André Fernandes, além de assessorar Álvaro Dias, também servia ao Governo de José Roberto Arruda (ex-DEM/DF). Em 2007, foi nomeado pelo Governo do Distrito Federal, membro do conselho fiscal da CEB (Companhia Energética de Brasília), estatal do Governo do Distrito Federal. Álvaro Dias, igual a José Serra: Mandam bater em professores.
http://www.contextolivre.com.br/2014/12/escandalo-senador-alvaro-dias-lucrou-r.html

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Primeira Reunião Plenária Ufológica de Sobral em 2016

Centro Sobralense de Pesquisa Ufológica
Reunindo-se toda última sexta-feira de cada mês
Fone 99921 0172
E-mail: cspusobral@gmail.com
Cspu.blogspot.com.br
Próxima Reunião do CSPU 29/01/2016
Pauta: Análise da ufológica Casuística
Abertura: 19hs Abertura com Jacinto Pereira
Informes e depoimentos: Com palavra facultada a todos;
Palestra: Os Annunakis, extraterrestres que são considerado deuses pelos antigos. Dentre esses povos estão: Sumérios,Egípcios, Indianos, Gregos e outro Egipcios, Indianos, Gregos e outros.Resultado de imagem para annunakis
Palestrante: Jacinto Pereira
O local será no VCilimitado.com , onde funciona também o Espaço de Vida Saudável do Dennis Pereira, na Rua Coronel Diogo Gomes 998 Centro, Sobral – CE. Fica quase em frente à Lanchonete Canguru. A reunião começará as 19 horas é aberta ao público e você está convidado.
Lá você poderá encontrar pessoas que gostam de Ufologia. Dentre eles: Denilson Pereira, Danúsio Melo, Daniel Alves, Claudio Dias, Jander Magalhães, David Mendes Manoel Segismundo, Elenilton Roratto, Lindelaine; Célio Cavalcante, Hermínio Siqueira, Charles Miller, Edilson Siridó, Mendonça Rodrigues, Romão Silva, Edvar Moura, Franklim, Marcelo, Gilberto; Lindelano Faustino e tantos outros.

Um abraço a todos
Jacinto Pereira

Governo FHC recebeu US$ 100 milhões de propina da Petrobras, diz Cerveró

O vazamento só ocorre após busca em gabinete do senador petista Delcídio Amaral, onde documentos citando o ex-presidente tucano foram apreendidos. Cerveró ainda cita o envolvimento do ex-presidente argentino Carlos Menem

Jornal GGN - O ex-diretor da área Internacional da Petrobras e um dos primeiros delatores da Operação Lava Jato, Nestor Cerveró, disse que uma das negociações envolveu uma propina de US$ 100 milhões ao governo tucano de Fernando Henrique Cardoso (1995-2003), ou 650 milhões em reais atualizados. As informações são parte de um resumo do depoimento que Cerveró prestou ao MPF antes de fechar seu acordo de delação premiada. Só vieram à tona com o mandado de busca e apreensão no gabinete do senador Delcídio Amaral (PT-MS), no dia 25 de novembro - entre os documentos, estava esse resumo.
O acordo de delação premiada de Cerveró com os procuradores foi acertado no dia 18 de novembro, a nível de última instância, nas investigações que tramitam no Supremo Tribunal Federal (STF) para os detentores de foro privilegiado, e não com a equipe do juiz de primeira instância do Paraná, Sergio Moro.
O vazamento de que a venda da petrolífera Pérez Companc envolveu propina ao governo FHC de US$ 100 milhões, ocorreu somente após a apreensão de investigadores no gabinete do senador petista Delcídio Amaral, ex-líder do governo no Senado. Á época, suspeitava-se que o parlamentar estava tentando impedir o acordo de Cerveró, obstruindo investigações e com o oferecimento de dinheiro para a família do ex-diretor da estatal. Delcídio continua detido em Brasília.
O documento ainda inclui o envolvimento de Oscar Vicente, principal operador do ex-presidente argentino Carlos Menem (1989-1999), que teria se beneficiado com US$ 6 milhões.
"A venda da Pérez Companc envolveu uma propina ao Governo FHC de US$ 100 milhões, conforme informações dos diretores da Pérez Companc e de Oscar Vicente, principal operador de Menem e, durante os primeiros anos de nossa gestão, permaneceu como diretor da Petrobrás na Argentina", disse Cerveró.
"Cada diretor da Perez Compancq recebeu 1 milhão de dólares como prêmio pela venda da empresa e Oscar Vicente 6 milhões. Nos juntamos a Perez Compancq com a Petrobras Argentina e criamos a PESA (Petrobras Energia S/A) na Argentina", contou o ex-diretor já condenado na Lava Jato.
De fato, a estatal sob o comando do presidente Francisco Gros comprou 58,62% das ações da Pérez Companc e 47,1% da Fundação Pérez Companc, em outubro de 2002, representando um total de US$ 1,027 bilhão de remessa para a então maior empresa petrolífera independente da América Latina.
Em fevereiro do último ano, Fernando Henrique Cardoso disse que a corrupção da Petrobras começou com o PT. "Trata-se de um processo sistemático que envolve os governos da presidente Dilma (que ademais foi presidente do Conselho de Administração da empresa e ministra de Minas e Energia) e do ex-presidente Lula. Foram eles ou seus representantes na Petrobras que nomearam os diretores da empresa ora acusados de, em conluio com empreiteiras e, no caso do PT, com o tesoureiro do partido, de desviar recursos em benefício próprio ou para cofres partidários", havia afirmado.
Agora, FHC defendeu que declarações "vagas como essa, que se referem genericamente a um período no qual eu era presidente e a um ex-presidente da Petrobrás já falecido (Francisco Gros), sem especificar pessoas envolvidas, servem apenas para confundir e não trazem elementos que permitam verificação".
http://jornalggn.com.br/noticia/atualizado-governo-fhc-recebeu-r-1-bilhao-de-propina-da-petrobras-diz-cervero#.VpPDidNXpGh

'Combate à corrupção será um dos legados de Dilma'

Dulci: Oposição sabota os esforços que país faz para superar a crise

Cada dia fica mais evidente que a instabilidade política é o principal obstáculo para que o Brasil enfrente com sucesso a crise econômica. É verdade que a situação da economia mundial piorou sensivelmente nos últimos meses, inclusive pelas dificuldades da China, com impacto negativo no Brasil e em todos os emergentes.
Por Luiz Dulci*, no site do PT


Mas não é menos verdade que um país grande e sólido como o Brasil, dispondo de ótimas perspectivas de médio e longo prazo, que todos os agentes econômicos reconhecem, tem plenas condições de superar a crise atual, como já superou outras bem maiores no passado.
O país pode perfeitamente resolver os seus problemas econômicos –e até com bastante rapidez– se tiver o ambiente político minimamente necessário para isso. O grande esforço fiscal realizado até agora já teria produzido resultados mais favoráveis se não fossem os efeitos danosos da instabilidade política.
Não há dúvidas de que é possível, com uma agenda adequada, continuar combatendo a inflação (os primeiros resultados nesse sentido já estão aparecendo), manter com firmeza o rigor fiscal e, ao mesmo tempo, tomar as medidas necessárias para sustentar o nível da atividade econômica–principalmente daquela voltada para o mercado interno, já que a depreciação do real está beneficiando naturalmente as exportações.
Nota-se, aliás, uma crescente convergência entre lideranças empresariais e de trabalhadores na defesa de uma agenda que, sem afetar o forte empenho do governo para reequilibrar as contas públicas, impeça o agravamento da recessão e estimule a gradativa retomada dos investimentos e da geração de empregos.
Iniciativas importantes que o governo tomou recentemente –como o lançamento do plano de concessões de infraestrutura e logística e do plano de investimentos em energia elétrica, além da ampliação do programa de financiamento do agronegócio e da agricultura familiar– podem seguramente contribuir para a superação da crise, desde que não sejam inviabilizadas pelo clima artificial de impasse político vigente no país.
Mais do que qualquer outro fator, é o prolongamento da instabilidade política e a tentativa cotidiana de transformá-la arbitrariamente em uma crise institucional que estão contaminando o ambiente de negócios, deixando inseguros produtores e consumidores e, na prática, constrangendo as decisões de investimento.
Se o Brasil quer efetivamente enfrentar e vencer a crise econômica, é preciso destravar esse processo. É imprescindível normalizar a vida política, garantindo que o governo e a iniciativa privada possam contar com um mínimo de tranquilidade e previsibilidade.
Terceiro turno – E devemos dizer com toda a clareza que isso exige uma mudança de atitude tanto da oposição como do governo. Uma atitude que a sociedade brasileira –a maior interessada no fim da crise– pode e deve cobrar de ambas as partes e de todas as demais instituições.
Por um lado, a oposição precisa, urgentemente, colocar um ponto final no insensato e danoso “terceiro turno” das eleições presidenciais. Recusando-se a aceitar o resultado inquestionável das urnas, que já transitou em julgado em todas as instâncias competentes, e colocando permanentemente em xeque a própria legitimidade do mandato presidencial, a oposição desrespeita a democracia e prejudica os esforços do país para recuperar sua economia.
O fato de que um partido como o PSDB, que já foi governo e não pode alegar ignorância na matéria, tenha votado na Câmara dos Deputados a favor da chamada “pauta bomba”, flagrantemente nociva ao país, é o maior exemplo dessa perda de sentido de responsabilidade que tem caracterizado a conduta da oposição depois da derrota eleitoral de 2014.
É óbvio que a oposição tem todo o direito de criticar o governo, opondo-se democraticamente a suas iniciativas e tentando credenciar-se pelo debate político para governar o país a partir das próximas eleições. Mas não tem o direito de subverter a democracia e muito menos o de sabotar o sacrifício que o país está fazendo para superar a crise.
Por outro lado, e com o mesmo sentido de urgência, o governo tem a obrigação intransferível de recompor a sua base de apoio no Parlamento, coesionando os partidos aliados em torno de uma agenda clara de superação da crise e de retomada do desenvolvimento. O governo pode ter todas as explicações do mundo para a desagregação da sua base política e parlamentar.
O que ele não tem é o direito de conformar-se com esse estado de coisas. Não pode de modo algum considerá-la natural e muito menos inevitável. Faz parte do mandato recebido construir e assegurar a governabilidade e para isso deve rever o que for necessário na estratégia seguida até agora, fazendo tudo o que estiver dentro de suas atribuições para consolidar a base aliada.
Se o governo não o fizer, ninguém fará por ele. E não vale alegar que o nosso sistema partidário é excessivamente pulverizado e fisiológico, o que é verdade mas só será resolvido com uma verdadeira reforma política que, entre outras coisas, elimine o financiamento privado das campanhas eleitorais.
Enquanto isso, compete ao governo, consciente da importância da governabilidade política para resolver os problemas práticos do país, fazer o máximo esforço para assegurá-la, o que não é apenas um direito, mas um dever.
Que ninguém se iluda: na crise atual tanto o governo quanto a oposição estão sendo testados pela sociedade. Engana-se quem supõe que somente o governo é avaliado e julgado pela população. A oposição, apesar de toda a sua blindagem midiática, também está submetida ao crivo da sociedade. E não necessariamente o desgaste de um fortalece a outra.
A tática absurda do “quanto pior, melhor” pode resultar em uma desmoralização do conjunto do sistema político. Para as pessoas comuns, o que interessa não é a disputa de poder, mas a situação do país e a sua própria condição de vida e trabalho.
A maioria do povo – especialmente as classes populares– nunca aposta no impasse e no agravamento da crise. Ela quer defender os seus direitos e, se possível, ampliá-los. Por isso, cobra de todos os atores a mesma responsabilidade com os destinos do país.
*Luiz Dulci é diretor do Instituto Lula e ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República (2003-2010)
http://www.m.vermelho.org.br/noticia/270190-1#.VhrmXFI6f_8.facebook

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

TEORI DEVE UNIR DENÚNCIA E AFASTAMENTO CONTRA CUNHA

:
13 DE JANEIRO DE 2016 ÀS 13:48
Brasil 247 – O ministro do Supremo Tribunal Federal Teori Zavascki, relator dos processos da Lava Jato na corte, deverá juntar duas ações contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), quando voltar a analisar o caso do deputado após o recesso do Judiciário, em fevereiro.
Essa é a avaliação de colegas do magistrado no STF, segundo a colunista Vera Magalhães, do Radar Online. Os ministros acreditam que ele unirá o pedido de afastamento de Cunha, feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, com a análise da primeira denúncia contra o peemedebista na Lava Jato.
A análise sobre o envolvimento de Cunha no esquema de corrupção da Petrobras já foi iniciada pelo plenário em 2015. O presidente da Câmara é acusado por corrupção e lavagem de dinheiro. Segundo delatores, ele recebeu US$ 5 milhões em propina por ter facilitado uma negociação na Petrobras. Ele nega as acusações.
Na interpretação dos ministros, se os dois casos foram analisados separadamente, o pedido de afastamento tem poucas chances de ser aceito, pela falta de prova de que o deputado usou seu cargo para obstruir investigações contra ele na Câmara. Já se o STF transformar cunha em réu na Lava Jato, o afastamento seria "robustecido", na opinião da maioria da corte, de acordo com a jornalista.
No fim de novembro, ao comentar a denúncia contra Cunha, o ministro Gilmar Mendes afirmou que não havia precedente de afastamento pela Justiça a partir do momento em que se torna réu no Supremo. E que a questão deveria ser analisada pela Câmara. A avaliação agora é de que, com o pedido formal de afastamento por Janot, o caso mude.

A corrupção do PSDB não pode ser abafada

:
Um fato de alta significação política e judicial foi guardado em segredo pelo Ministério Público Federal [MP].
Nestor Cerveró, um dos ex-diretores corruptos da Petrobrás, em depoimento prestado ao MP em outubro de 2015, revelou que o governo FHC recebeu 100 milhões de dólares de propina por negócios feitos na Argentina em 2002.
É perturbador lembrar que este mesmo depoimento do Cerveró, quando vazou naquela época, selecionou a parte que incriminava o governo Dilma, mas ocultou a revelação do esquema de corrupção implantado na Petrobrás pelo governo do PSDB. Isto deixa clara a partidarização e a seletividade do vazamento.
Esta nova denúncia de propina no período dos governos tucanos foi desvendada de maneira acidental. A descoberta só foi possível porque cópia do depoimento de Cerveró ao MP, que teoricamente seria protegido por segredo de justiça, foi encontrada junto com os documentos apreendidos no escritório do senador Delcídio Amaral. É difícil saber se, não fosse esta circunstância acidental, algum dia o assunto viria à tona.
Como Delcídio conseguiu obter o depoimento de Cerveró é uma incógnita, e merece rigorosa apuração. E por que o senador, que foi diretor da Petrobrás nomeado por FHC no governo tucano, não denunciou as propinas pagas ao governo tucano, está longe de ser um mistério.
Ocultar um crime pode ser considerada uma ação tão grave quanto o crime cometido. É difícil acreditar que autoridades que dizem conduzir as investigações da Lava Jato com diligência e preciosismo processual, tenham prevaricado. O MP, a PF e os juízes coordenados por Sérgio Moro certamente dissiparão qualquer dúvida de que não agem com parcialidade e seletividade para incriminar os governos do PT.
É uma exigência democrática – e não só jurídica – que este crime não seja abafado pelo condomínio policial-jurídico-midiático de oposição, como foram abafadas todas as denúncias anteriores que revelaram a origem da corrupção na Petrobrás nos governos do FHC e do PSDB.
Faria bem à democracia brasileira se nossa sociedade recebesse sinais claros das "autoridades justiceiras" que coordenam a Lava Jato – os procuradores do MP, os policiais da PF e os juízes do Judiciário – de que serão instalados inquéritos para apurar toda a corrupção do país, e não só a parte que convém politicamente apurar – justamente aquela que ataca adversários ideológicos.
Quando a Ordem Jurídica de um país é quebrada pelo casuísmo processual unicamente para perseguir inimigos, a República é derrotada, e então cede lugar a um "Regime". Na Alemanha dos anos 1920 e 1930, o nacional-socialismo magnetizou a sociedade alemã com o Regime defensor dos ideais da raça pura, intolerante, odiosa, de olhos azuis, domiciliada em Higienópolis e adestrada na USP.
O Brasil, afinal, chegou ao século 21. Seria penoso regressarmos àqueles tempos arcaicos em que existia um Engavetador-Geral da República obediente ao Príncipe e sua corja; em que a Polícia Federal era desmantelada e adestrada para não investigar. Naqueles tempos, enfim, em que a Suprema Corte tinha a representação de um líder do governo do Príncipe.
Artigo publicado originalmente pela Carta Maior
http://www.brasil247.com/pt/colunistas/jefersonmiola/213047/A-corrup%C3%A7%C3%A3o-do-PSDB-n%C3%A3o-pode-ser-abafada.htm