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segunda-feira, 29 de agosto de 2011

MÍDIA NÃO É SANTA, MAS FAZ MILAGRE ACONTECER

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Cruz – que a mídia tem grande poder de influenciar na hora de se tomar decisões ou fazer mudar seu rumo, disto ninguém tem nenhuma dúvida a este respeito. Corruptos são demitidos, bandidos são presos, falcatruas vão à tona e malfeitores são anarquizados. Graças a este poderoso meio de comunicação e informação, a população tem obtido suas conquistas. Poderosos têm sido destronados e escândalos são levados ao conhecimento da população. Quando um ato de descaso é descoberto pela mídia e repassado para o conhecimento da população, logo aparecem as soluções em um passe de mágica.  Ai de nós se não fosse a mídia. Políticos são depostos, corruptos vão para a cadeia e problemas são resolvidos.

Dia 12 de agosto, este blog divulgou uma matéria com o título: OS DEZ DESMANDAMENTOS DA PRAIA DO PREÁ. Dia 15 de agosto, outra matéria com o título: OS DEZ ENCANTOS DA PRAIA DO PREÁ fazia justiça às suas belezas naturais e ao bem está de nossa população, pois, aqui, nem tudo é ruim. Esta matéria foi publicada nos blogs de Roraima, Sobral e Mossoró. A repercussão foi muito grande. Na comunidade do Preá, todos queriam ver esta matéria.

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O milagre aconteceu. Um dos dez desencantamentos da Praia do Preá está sendo resolvido. A Prefeitura está varrendo o calçamento, retirando a terra, recuperando o que está danificado e pintando o meio fio. É como diz o velho ditado popular - “por falta de um grito se perde uma boiada”. A população agradece à Prefeitura pela atenção e a Santa pelo milagre, ou seja, dez por cento dos desmandamentos estão sendo resolvidos, mas estamos a espera de outros milagres para que os noventa por centos restantes também sejam resolvidos.

Estamos no século da informação e comunicação, pois sem as quais seria muito difícil a interação entre as pessoas e a realização de negócios em tempo hábil e compatíveis com os padrões da modernidade.

Dr. Lima

Cid Gomes: Hora de abrir as contas e dizer por que não dá o piso dos professores

 

O professor e médico Antonio Mourão Cavalcante aborda, em artigo publicado no O POVO deste sábado, a greve dos docentes estaduais. Ele cobra do governador Cid Gomes ouvir os professores e falar, abertamente, se o Estado tem ou não condições de pagar o piso salarial que a categoria reivindica. Confira:
Os professores do Ceará estão em greve desde o início de agosto. Lutam pela implantação do piso salarial, uma lei federal que determina: nenhum professor da rede pública, com formação de nível médio e carga horária de 40 horas semanais, pode ganhar menos de R$ 950 por mês, com correção, este ano, passou para R$ 1.187.
Quando esta lei foi aprovada, cinco governadores entraram no Supremo Tribunal Federal (STF) – do Ceará, inclusive – questionando a constitucionalidade do piso. Essa semana, dia 24, o STF reconheceu a validade da lei. Os professores vêm procurando negociar. Sem êxito. Daí a greve. Até agora os canais estão bloqueados. Não conseguiram uma negociação direta com o governador Cid Gomes.
Essa postura do governador precisa urgentemente ser revista. Escutar não significa capitular. Ouvir não significa ceder, mas sim estabelecer a possibilidade de diálogo. Não deve temer. Ele não vai conversar com guerrilheiros enfurecidos, vindos da Líbia ou representantes do Al Queda… Eles são os mestres de nossos filhos. Aqueles que com toda alegria e reconhecimento deveriam estar em sala de aula passando conhecimentos – de saber e de vida – à nossa juventude.
Não podem ser hostilizados. Não podem ser desrespeitados. Não podem ser tratados de forma leviana, abusada. Merecem total deferência pelo papel que exercem na sociedade. Se, eventualmente, os cofres estaduais não suportam estes gastos, explique à categoria.
Seja transparente. Abra as contas do Estado. Um governante não pode ter medo da transparência. Defenda quais são as prioridades de seu Governo, mas nunca deixe de ouvir um professor. Ninguém escolhe ser professor para ficar rico. Mas por convicção e vocação. Por isso merece um salário digno pela tarefa que desempenha.
Como construir um Estado forte, desenvolvido, sem ter os professores partilhando destes sonhos? Não tenha medo governador. O Ceará espera gestos de conciliação e de solidariedade. A grandeza não está na afronta, mas na mão estendida ao diálogo.
* Antônio Mourão Cavalcante
a_mourao@hotmail.com
Médico, antropólogo e professor universitário

Justiça condena Ciro por chamar Collor de 'playboy cheirador'

 

A Justiça de São Paulo condenou o ex-governador do Ceará e ex-ministro da Fazenda Ciro Gomes (PSB-CE) a pagar R$ 100 mil de indenização por danos morais ao senado Fernando Collor (PTB-AL). O processo se refere a uma entrevista concedida por Ciro em 1999, na qual ele afirma que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deveria ter chamado Collor de "playboy safado" e "cheirador de cocaína" durante a campanha eleitoral de 1989.

A decisão foi tomada no dia 8 de agosto pelo juiz Marcos Roberto de Souza Bernicchi, da 5ª Vara Cível de São Paulo. Ciro ainda pode recorrer ao Tribunal de Justiça (TJ-SP).
"Não existe qualquer dúvida de que tais expressões tenham sido proferidas com intenção clara de ofender o autor (Collor), mesmo porque escapam plenamente a qualquer campo do debate político e ingressam em seara pessoal que jamais deve ser exposta. O autor foi ferido em sua honra objetiva e subjetiva, atingido social e individualmente", diz o juiz na sentença.
"A ideia de chamar o autor de cheirador de cocaína e safado partiu do réu (Ciro), ainda que tenha ele externado apenas o que seria seu pensamento em eventual defesa, caso estivesse no lugar de Luiz Inácio da Silva. Mas não estava e, como ausente que era, caberia ter reservado sua opinião", conclui o magistrado. (Terra.com).

domingo, 28 de agosto de 2011

Olha onde eu fui tomar banho hoje

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Isto é a Lagoa do Paraiso, na Jijoca de Jericoacoara.

Talvez um dia você resolva fazer uma visitinha nesse paraíso, onde estive hoje com minha esposa e meus filhos

Jacinto Pereira

Acabou o congresso, já estou em Sobral

 


Já estamos em solo sobralense. Depois de passar cinco dias acompanhando os vereadores de Sobral, que foram a cidade de Natal participar de um congresso, chagamos para dar continuidade a nossa missão. Ficou registrado durante esse período, que os congressos são mesmo importantes. E que a maioria dos vereadores participa pra valer desses encontros. Não podemos negar que sobra tempo para o turismo, pois o período noturno é livre, ou seja, não acontece nada.
Nesses horários, após o jantar, aproveitei para conhecer um pouco da vida noturna da cidade espacial. O único comentário que posso fazer neste momento é que não se compara com a agitação da Capital Fortaleza. O cearense é muito mais festeiro.
A imagem postada é para recordar a orla marítima de Natal, que não tem vida noturna como as tradicionais barracas de Fortaleza. Aliás, na Praia de Ponta Negra a mais famosa da cidade não existe barraca na praia. Os guardas-sol são montados no decorrer do dia, e ao final são retirados.

Postado por WILSON GOMES

CEARÁ FAZ 3 A 0 NO BAHIA E VENCE CLÁSSICO DO NORDESTE.

Postado por BENÉ FERNANDES

 

O Ceará não tomou conhecimento do Bahia e aplicou 3 a 0, nesta tarde de domingo, no estádio Presidente Vargas, no clássico nordestino desta 19.ª rodada do Brasileirão. O veterano Edmilson fez um golaço de falta para o time alvinegro. Thiago Humberto e Felipe Azevedo também marcaram. O goleiro Diego, porém, é quem foi o grande nome da partida.

O Ceará fecha o primeiro turno do Campeonato Brasileiro com 25 pontos, a sete da zona de rebaixamento. Já o Bahia, que não vence há quatro rodadas, é o primeiro acima das quatro últimas posições, com 21 pontos.

Análise do pedestal sob o discurso do ceticismo radical

 

Por que, afinal, a comunidade acadêmica ainda rejeita tantas e tão claras evidências do Fenômeno UFO?

 

 

Foi adotando esses dogmas como leis científicas, ou inspirando-se neles, que os céticos formularam e difundiram uma série de diagnósticos sobre Ufologia e parapsicologia. Crédito: hallinvestigations

Temos assistido nos últimos anos ao crescimento de proposições extremistas em quase todos os setores da atividade humana. Na Ufologia, marcadamente, pelo seu próprio caráter multifacetado, interdisciplinar e indefinido, isso vem se multiplicando cada vez mais. De um lado, os crentes que em tudo acreditam sem nada questionar, de outro, os céticos que em nada acreditam e tudo criticam e questionam.
O embate radicalizou-se sobremaneira em grande parte devido a estes últimos que, sem poupar ataques e empregando o máximo de suas energias, propõem a desconstrução e até a extinção do fazer e pensar ufológico. Como venho dedicando-me ao estudo da historicidade ufológica e sua dimensão no campo das ciências sociais, pretendo neste ensaio entabular uma análise crítica da postura cética.
Tal empreendimento justifica-se, primeiro, porque os ufólogos têm sido sistematicamente detratados sem que houvesse uma contrapartida que atingisse o fulcro das práticas discursivas dos céticos. Cabe dizer ainda que a presente desconstrução discursiva será operada por meio da crítica filosófica, assentada na perspectiva dialética. Sem querer ferir suscetibilidades, longe disso, devemos reconhecer, com justiça, que na fileira dos céticos há uma nova geração de intelectuais brilhantes, familiarizados com a rigorosidade e a vanguarda do pensamento científico e que faz uso pertinente de suas teorias e métodos para chegarem aos resultados colimados.
Entendo que os pressupostos capitaneados pelos céticos são de grande serventia para o avanço da própria Ufologia, à medida que obrigam os ufólogos a sobrelevarem-se a um nível congruente, porém, discordo inteiramente dos limites absolutos e dos preconceitos que pretendem impor. Para os céticos, as coisas existem ou não existem, se bem que a melhor filosofia para eles é não acreditar em nada.
Dogmas e preconceitos
A ciência é que se encarregaria de mostrar toda a verdade. Assim, a postura que adotam é deveras cômoda: crêem e aceitam como verdade apenas aquilo que foi efetivamente comprovado e homologado pela ciência oficial, desprezando tudo aquilo que vai contra o "credo" científico, pois, assim, podem falar em voz alta sem medo de serem vistos como "crédulos" e "ingênuos". Seguem ao pé da letra o que foi enunciado pelo filósofo e matemático inglês Bertrand Russell (1872-1970) em seu livro Sceptical Essays [1928]: "Não é aconselhável acreditar em uma proposição enquanto não há qualquer motivo para supô-la verdadeira".
Trata-se, sem dúvida, de um comportamento restrito que não pode ser generalizado a todo o conjunto dos céticos, subdivididos, como em qualquer outro setor, em correntes mais ou menos ortodoxas. Não obstante, é típico de uma significativa parcela da comunidade cética, sintomaticamente composta, em sua maioria, por indivíduos com formação educacional elevada, muitos deles seguindo carreiras acadêmicas de prestígio em renomadas instituições universitárias.
No fundo, acreditam desacreditando, ou seja, querendo que se comprove cientificamente, pois, assim, as questões da crença poderão deixar de ter necessidade de fé. Bastaria, assim, a comprovação científica. O ceticismo é definido como o sistema que, negando a legitimidade dos meios de adquirir a certeza, nega a existência da mesma e considera a dúvida como o resultado definitivo da ciência, e como o estado normal do espírito humano. Suas atitudes filosóficas se pautam pelo recurso exclusivo à noção de matéria para explicar a totalidade dos fenômenos do mundo físico e do social.
O ceticismo nasceu entre os gregos, no século VI a.C. – daí o termo skeptikós [Céticos] –, e foi retomando nos séculos XVI e XVII com o advento do racionalismo e iluminismo. Sustentando que nada é certo e que, por conseguinte, se deve duvidar de tudo, o cético nega assim as verdades da fé, o valor do testemunho e a metafísica, pregando que toda pesquisa das coisas é estéril e que a ciência deve limitar-se aos fatos e às leis. Para eles, tudo o que não for condizente com a ciência material não passa de uma construção social e ideológica.

A grande questão que nos interessa não é o quanto podem estar certos, ou não, neste ou naquele caso, ainda que seja preciso admitir que muitas vezes de fato estão, mas a relação que fazem com aquilo que conhecem de ciência, ou mesmo as informações "científicas" que lhes chegam. A declaração de princípios dos céticos remete inequivocamente a um racionalismo cientificista, a uma vertente central ortodoxa que preservou os elementos ideológicos do ideário positivista, herdados de suas fases anteriores e que foi dominante durante certo tempo nos meios acadêmicos, mas que hoje está completamente superada.
"Duvidar de tudo ou crer em tudo são duas soluções igualmente cômodas, que nos dispensam, ambas, de refletir" -- Henri Poincaré (1854-1912)
Sob o influxo do racionalismo, em geral, e do positivismo, em particular, o cientificismo foi tardiamente adotado pelos céticos como modelo epistemológico [Relativo à teoria do conhecimento] cientificamente legítimo e válido de explicação dos fenômenos ufológicos e paranormais, desempenhando um papel semelhante à ilustração na Europa nos séculos XVII e XVIII, ao oferecer um saber secular e temporal, afastado das concepções religiosas...

Leia matéria completa no Portal da Ufologia Brasileira, link: http://www.ufo.com.br/noticias/analise-do-pedestal-sob-o-discurso-do-ceticismo-radical

Abraços;

Paulo R. Poian.

sábado, 27 de agosto de 2011

Prefeito esquecido

Acabo de ouvir pela Radio Regional que transmite ao vivo o programa do Ivan Frota direto do Becco do Cotovelo a fala do Ministro Leônidas Cristino em sua visita informal ao coração político de Sobral onde onde foi entrevistado por vários radialistas, respondendo sobre temas variados, da conjuntura política brasileira às particularidades do seu ministério. Os cumprimentos aos amigos fartamente distribuídos aos amigos, inclusive citando a primeira dama e o prefeito do Becco. Porém, não me lembro de ter ouvido nenhuma referência ao prefeito de Sobral Clodoveu Arruda e eu pergunto a você leitor que esteve presente a este acontecimento, será que eu ouvi direito ou ele realmente esqueceu esse detalhe protocolar?

Jacinto Pereira

Relógio atômico britânico é o mais preciso do mundo, diz estudo

 

DA BBC BRASIL

Uma pesquisa apontou que o relógio atômico do Laboratório de Física Nacional da Grã-Bretanha é o mais preciso do mundo.

Segundo a pesquisa, feita por pesquisadores americanos e britânicos, o relógio CsF2 se atrasa ou se adianta em um segundo a cada 138 milhões de anos.

NPL

Relógio atômico britânico é o mais preciso do mundo, diz estudo

Relógio atômico britânico é o mais preciso do mundo

Essa precisão é o dobro da que se estimava, aponta o estudo, que será publicado na revista científica especializada "Metrologia".

O CsF2 é um relógio de fonte de césio que usa o movimento em forma de fonte dos átomos de césio para determinar a duração de um segundo.

Os átomos são reunidos em maços de cerca de 100 milhões e direcionados através de uma cavidade onde são expostos a ondas eletromagnéticas.

Estas ondas estimulam o átomo para que oscile de forma regular. O Sistema Internacional de Unidades (SI) considera que 9.192.631.770 ciclos de radiação equivalem a um segundo.

FREQUÊNCIA PARDÃO

O Laboratório de Física Nacional britânico é um dos poucos no mundo a prover a chamada frequência padrão para o tempo internacional.

A mediação é feita pelo Escritório Internacional de Pesos e Medidas (BIPM, na sigla em francês), nos arredores de Paris, alimentado por uma rede de mais de 300 relógios em todo o mundo.

Os dados são recebidos via satélite e sua média é calculada pelo BIPM usando os dados de dois laboratórios na França e um nos EUA, Alemanha, Japão e Reino Unido, entre os quais o de Física Nacional britânico.

Eventualmente, um segundo pode ser adicionado ou subtraído para corrigir qualquer discrepância.

Rio de 6 mil km é descoberto embaixo do Rio Amazonas

 

Agência EstadoPor AE

 

Pesquisadores do Observatório Nacional (ON) encontraram evidências de um rio subterrâneo de 6 mil quilômetros de extensão que corre embaixo do Rio Amazonas, a uma profundidade de 4 mil metros. Os dois cursos d’água têm o mesmo sentido de fluxo - de oeste para leste -, mas se comportam de forma diferente. A descoberta foi possível graças aos dados de temperatura de 241 poços profundos perfurados pela Petrobras nas décadas de 1970 e 1980, na região amazônica. A estatal procurava petróleo.

Fluidos que se movimentam por meios porosos - como a água que corre por dentro dos sedimentos sob a Bacia Amazônica - costumam produzir sutis variações de temperatura. Com a informação térmica fornecida pela Petrobras, os cientistas Valiya Hamza, da Coordenação de Geofísica do Observatório Nacional, e a professora Elizabeth Tavares Pimentel, da Universidade Federal do Amazonas, identificaram a movimentação de águas subterrâneas em profundidades de até 4 mil metros.

Os dados do doutorado de Elizabeth, sob orientação de Hamza, foram apresentados na semana passada no 12.º Congresso Internacional da Sociedade Brasileira de Geofísica, no Rio. Em homenagem ao orientador, um pesquisador indiano que vive no Brasil desde 1974, os cientistas batizaram o fluxo subterrâneo de Rio Hamza.

Características

A vazão média do Rio Amazonas é estimada em 133 mil metros cúbicos de água por segundo (m3/s). O fluxo subterrâneo contém apenas 2% desse volume com uma vazão de 3 mil m3/s - maior que a do Rio São Francisco, que corta Minas e o Nordeste e beneficia 13 milhões de pessoas, de 2,7 mil m3/s. Para se ter uma ideia da força do Hamza, quando a calha do Rio Tietê, em São Paulo, está cheia, a vazão alcança pouco mais de 1 mil m3/s.

As diferenças entre o Amazonas e o Hamza também são significativas quando se compara a largura e a velocidade do curso d’água dos dois rios. Enquanto as margens do Amazonas distam de 1 a 100 quilômetros, a largura do rio subterrâneo varia de 200 a 400 quilômetros. Por outro lado, a s águas do Amazonas correm de 0,1 a 2 metros por segundo, dependendo do local. Embaixo da terra, a velocidade é muito menor: de 10 a 100 metros por ano.

Há uma explicação simples para a lentidão subterrânea. Na superfície, a água movimenta-se sobre a calha do rio, como um líquido que escorre sobre a superfície. Nas profundezas, não há um túnel por onde a água possa correr. Ela vence pouco a pouco a resistência de sedimentos que atuam como uma gigantesca esponja: o líquido caminha pelos poros da rocha rumo ao mar.